Manhãs de sol, manhãs de primavera

    Manhãs de sol, manhãs de primavera

    Manhãs de luz e doce das quimeras

    Quanta alegria expande os corações

    Quanta harmonia reluz do sol, do amor

    O arroio canta os pássaros nos ninhos

    Com a alacridade tão, tão delirante

    Saudando o astro sol com cânticos brilhantes

    É a vida que ressurge sua fase de esplendor

    Só eu sinto inverno sem ter um petio amigo

    Nem um sorriso terno, compartilhar comigo

    A vida já me finda, sem ter felicidade

    Por que te espero ainda, amor, terna saudade.

    Paraguassu – MANHÃS DE SOL – popular – arranjo de Paraguassu.

    Disco Continental 15.419-B.

    Setembro de 1945. I

    lustração: Parque do Cocó em manhã de sol, foto batida da minha janela.

    Edição sugerida pelo amigo Hezir Correa.

    Arquivo Nirez.

    Coisas que o tempo levou.

    luciano hortencio.

     

     

    Leia também:   O Boi Surubim, conforme publicação de 1883