Internautas questionam se Havan patrocina acampamento pró-Bolsonaro em plena pandemia

Bolsonaristas acampam em Brasília com várias barracas vendidas pela Havan. É "promoção ou patrocínio", questionam internautas

Jornal GGN – Brasília amanheceu neste domingo (3) com um grupo de jovens bolsonaristas, mobilizados por lideranças de extrema-direita como a ex-feminista Sara Winter, acampados e recebendo “treinamento de guerrilha”, em plena pandemia de coronavírus – quando as autoridades sanitárias recomendam distanciamento social.

No Twitter, a deputada bolsonarista Bia Kicis afirmou que o acampamento foi realizado “sem líderes, sem movimentos, só o povo mesmo”. Mas as imagens divulgadas pela parlamentar levantam uma teoria em sentido oposto.

É que as barracas montadas no acampamento são todas iguais, e coincidentemente são vendidas nas lojas da rede Havan, do bolsonarista Luciano Hang.

Internautas agora questionam se os jovens bolsonaristas aproveitaram uma promoção, ou se a Havan decidiu patrocinar o acampamento em plena pandemia.

 

 

 

 

Lançando dúvidas sobre o patrocínio da Havan, um seguidor de Bolsonaro nas redes sociais respondeu com outra informação: a de que a loja virtual da rede Extra também comercializa o mesmo tipo de barraca.

O Supremo Tribunal Federal autorizou no final de abril a instauração de um inquérito para apurar manifestações que ocorreram há algumas semanas, a favor da intervenção militar e pelo fechamento das instituições da República.

O financiamento de tais movimentos – que contam com carros de som e outros aparatos – devem entrar na mira dos investigadores.

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