Maia descarta novos impostos para custear intervenção

 
Jornal GGN – Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara, negou qualquer possibilidade de criação de novos impostos no país e afirmou que, com a medida de intervenção, o presidente da República o teria consultado sobre novo imposto para custear gastos com segurança pública. A peleja continua.
 
Maia teria dito a Temer que na Câmara ‘não passa a criação de nenhum imposto’. ‘Informalmente o presidente perguntou e eu disse a ele que o único caminho que ele teria era uma Emenda Constitucional, que o próprio decreto de intervenção inviabiliza’, disse ele. O presidente da Câmara acha que a discussão é outra, no lugar de se tratar aumento de receitas o que deveria ser feito é tratar da diminuição de despesas. ‘Podemos começar diminuindo o número de ministérios, pode ser um caminho’, disse ele.

 
Aumento de receitas está na pauta das discussões após a divulgação do pacote de 15 propostas econômicas consideradas prioritárias pelo governo, e que Maia já disse que não serão apreciadas pois a intervenção barra.
 
A lista do governo foi apresentada na segunda-feira, dia 19, pelo Palácio do Planalto. Ela vem em socorro do governo para tratamento prioritário no Congresso em alternativa à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da reforma da Previdência. Com o advento da intervenção federal no Rio, tanto Câmara quanto Senado ficam impedidos de votar qualquer alteração à Carta, como é o caso da reforma.
 
Carlos Marun, ministro da Secretaria de Governo, negou conhecer qualquer tentativa de criação de impostos após a declaração de Maia. ‘Nunca ouvi falar disso’, disse o homem forte de Temer.
 
Marun foi à Câmara dos Deputados apaziguar os ânimos entre os poderes Executivo e Legislativo após reações negativas dos respectivos presidentes, Rodrigo Maia, da Câmara dos Deputados, e Eunício Oliveira, do Senado Federal, após o anúncio das medidas prioritárias feito pelo governo.
 
O ministro de Temer declarou que ‘nós’, ou o governo’, sabe muito bem que a pauta do Legislativo é uma decisão dos presidentes das Casas Legislativas. ‘O governo envia uma sugestão de priorização de alguns temas, que já estão em discussão aqui no Parlamento ou aqui na sociedade’, disse ele. E doura a pílula dizendo que são temas que entendem que, ‘se aprovados, melhorariam o ambiente da economia brasileira’.
 
Marun entende que o tema poderia ter sido debatido com o Legislativo antes de ser divulgado. Reconhece o passo errado, ‘mas isso já é coisa superada’, emendou.
 
Com Agência Brasil
 
 
 

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2 comentários

  1. solucionado!

    O governo usurpado pelo vampirão e sua gangue, com supremo com termelétrica essa poha, com tudo tem a solução do problema da falta de verba para o desfile militar:

    Logo após encontrarem uma boa resposta para a questão sobre a falta de dinheiro apesar de terem vendido metade do Brasil, será lançada uma grande campanha na globo:

    Esse é um pais que vai para a frente! Doe ouro para acabar com o PT, prender o Lula, e passar o Brasil a limpo.

    Serão aceitos para a patriótica empreitada todas as coisas que reunam algum valor: sapatos velhos, alianças de casamento, etc. Os jornalistas de programa da globo ficarão 24 horas durante uma semana no ar para incentivar o povo coxa e o partido dos patos amarelos a pôr algum na $acolinha. 

     

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