OCDE: infraestrutura e a dinâmica do desenvolvimento

Finalmente começa a se desfazer um dos grandes sofismas doas cabeças de planilha: a história de que o Brasil não pode crescer porque não possui infraestrutura adequada.

Tempos atrás conversava com uma conhecida que trabalhava em Hong Kong para um banco brasileiro. Dizia-se que a menina dos olhos dos investidores eram justamente as obras de infraestrutura no Brasil.

A dinâmica do desenvolvimento é esta:

1. O país rompe com as amarras e começa a crescer.

2. Crescendo, surgem as vulnerabilidades de infraestrutura, que são riscos mas também são oportunidades. Criando a demanda, fica muito mais fácil viabilizar o investimento na obnra.

3. Investimento em infraestrutura movimenta toda a cadeia de máquinas, equipamentos, motores, serviços, produzindo mais crescimento.

Da Reuters

OCDE eleva previsão de expansão do Brasil a 6,5% em 2010

quarta-feira, 26 de maio de 2010 07:01

PARIS, 26 de maio (Reuters) – Brasil, China, Índia e Rússia estão crescendo fortemente, avaliou a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) nesta quarta-feira, elevando suas previsões para as quatro grandes economias emergentes.

No Brasil, os investimentos em infraestrutura ajudarão o crescimento novamente, apesar da política monetária mais apertada e do início de cortes de gastos.

A OCDE projeta uma expansão econômica brasileira de 6,5 por cento neste ano, ante prognóstico anterior de 4,8 por cento. Para 2011, a estimativa é de avanço de 5 por cento.

A OCDE alertou que o superaquecimento pode ser um problema na China e pediu por aumento de juros e um câmbio mais flexível. A entidade prevê para o país um crescimento de 11,1 por cento em 2010 e de 9,7 por cento em 2011.

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Com a esperada retomada da produção agrícola na Índia, o crescimento lá deve ser forte no curto prazo, segundo a entidade. A expansão neste ano deve ser de 8,2 por cento e no próximo, de 8,5 por cento,

A Rússia deveria usar as receitas petrolíferas para eliminar o déficit fiscal mais rapidamente, avaliou a OCDE, que prevê um crescimento de 5,5 por cento em 2010 e de 5,1 por cento em 2011.

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