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quarta-feira, setembro 18, 2019
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    ‘Legalidade’ traz história que pedia para ser contada, por Wagner de Alcântara Aragão

    Episódio de resistência popular na história do Brasil é retratado com fidelidade e didatismo no filme que entra em cartaz em 26 cidades. Triângulo amoroso e investigação contribuem para dar à trama aspectos de dramaturgia

    Harmônica espera a Primavera, por Rui Daher

    Sua sede de vingança com matança cresce a cada dia. Tento segurá-lo, mas está difícil. Seu arsenal cresce a cada dia.

    Guerra Criptografada: Prefeitura faz limpeza semiótica nas ciclofaixas de São Paulo, por Wilson Ferreira

    E dar mais um lance no xadrez da atual guerra semiótica criptografada, para manter em constante estado de beligerância e adrenalina alta as milícias digitais e físicas dentro do sombrio projeto político do clã Bolsonaro.

    O banquete das abelhas, por Luciano Hortencio

    Notei que quando a água da mangueira batia ao solo, vários seres voavam e voltavam ao solo. Voavam e voltavam...

    Livros que não esqueço (III), por Izaías Almada

    Segundo Aristóteles, a obsessão de alguém em atingir um determinado objetivo, seja ele de qualquer natureza, pode causar a falha trágica. Nada mais esperado no Brasil atual, não?

    Entre poemas e melodias, Lari Finocchiaro lança seu primeiro álbum

    A cantora em turnê internacional com o espetáculo OVO, do grupo Cirque Du Soleil, faz parada em São Paulo nesta quarta-feira para show no Bona, às 20h30

    Os relógios e o tempo no Museu Mariano Procópio, por Jorge Sanglard

    O passado aparece com tudo de bom, com tudo de ruim, com tudo que nos agrada e desagrada quando é reescrito

    Eis Manu Saggioro!, por Aquiles Rique Reis

    Clarões, álbum iluminado que leva o ouvinte a acreditar em novas ideias musicais e é o título do trabalho inaugural de uma carreira nascida para viver

     A História do Mundo, o vídeo, por Gustavo Gollo

    Publicada originalmente no ggn, a série chega agora em vídeo, ilustrada por instigantes e belas imagens, sob a narração do autor.

    Por que Bacurau incomoda com sua violência, misturando Vandré e iê-iê-iê romântico, por Álvaro...

    Que a arte deixe para a fruição, em sua recepção individual e coletiva, os movimentos e potencialidades da criação. A arte é criar e sugerir criações em suas imponderáveis leituras. Alargar a vida – e não resolvê-la.

    Indereré, Jesus de Nazaré!

    Delora Bueno canta TAIEIRAS do folclore sergipano. Resgate de Luciano Hortencio.

    Sou do bar do Alemão, sou da rua, da lua, da vida, por Livia...

    Gosto de gente, gosto de cultivar raízes. Se você é como eu, espanta essa preguiça e chega mais pra brindar comigo na Av. Antártica, 554. Ou vai pra segunda temporada do besteirol aí?

    Cadeira Vazia ou a canção de Lupicínio Rodrigues, por Urariano Mota

    Hoje, aniversário de Lupicínio Rodrigues, quem me chamou atenção para o seu dia foi o google.

    Bacurau e o ministério público (alerta de spoiler), por Sandra Lia Simón

    Bacurau, filme de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, é imperdível!

    Trilha Sonora, por Janderson Lacerda

    A trilha sonora do governo de Jair Bolsonaro e "cia limitada" seria, "Apesar de você" de Chico Buarque: "hoje é você que manda falou tá falado não tem discussão(...)", "Apesar de você amanhã há de ser outro dia"

    “Angústia”, de Graciliano Ramos, une introspecção e crítica social, por Claudia Costa

    Obra faz amálgama entre tomada de consciência do País nos anos 30 e subjetivismo do escritor

    Bacurau: estava demorando…, por Gilberto Maringoni

    Ao contrário de Bom dia para os defuntos, de Manuel Scorza, que faz contundente denúncia de uma derrota camponesa, Bacurau se aventura pela vitória dos de baixo. E aí está a raiz do estranhamento que provoca.

    Bacurau e o voo incômodo da resistência contra a violência sistêmica no Brasil, por Márcio...

    Mas o foco central de Bacurau não é a violência aberta do sistema de lucros através de uma distopia consumada bem ao desinfecto gosto comercial das massas que nos deixamos fazer

    Livros que não esqueço (II), por Izaías Almada

    E é curioso notar que essa mesma sociedade patriarcal e conservadora coloca Jean-Paul Sartre ao lado de uma feminista “avant la letre”: Simone de Beauvoir.

    Pois sim, Jamelão!, por Luciano Hortencio

    Jamelão era também bom de frevo, o que se prova com a gravação do frevo canção intitulado POIS SIM, de Guio de Moraes, registrado em disco Odeon 13.090-B, ano de 1951.

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