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segunda-feira, julho 22, 2019
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    Cultura

    Fios de trama, uma moçada arrebentando no choro

    Meu sobrinho, Fábio de Souza, me encontra e me fala de uns amigos, jovens instrumentistas, querendo entrar na roda do Alemão. O nome do...

    Dinho Nogueira e Zé Barbeiro, dois violões do choro correndo o mundo

    Zé Barbeiro é um João Pernambuco contemporâneo. Tudo bem, Pernambuco é um dos deuses da música brasileira. Mas, como ele, Zé Barbeiro é um...

    E eu te amando na vida sou doido também!, por Luciano Hortencio

    Nelson Gonçalves interpreta DOIDIVANA de Adelino Moreira.

    Lista de Livros: Para a Crítica da Economia Política (Introdução e Prefácio) – Karl...

    A sugestão da coluna "Lista de Livros", de Doney Stinguel, neste domingo é obra de Marx anterior a O Capital; Livro tem apenas dois capítulos porque idea orginal era dele fazer uma série que nunca saiu do papel

    Sobre o livro ‘Desigualdade & caminhos para uma sociedade mais justa’, por Fabio de...

    Num momento em que o governo esforça-se para destruir legado de Freire, escritor usa a pedagogia do oprimido para mostrar como aprender economia com sem-terras

    Em boca fechada não entra mosquito, por Sebastião Nunes

    Certo dia, quando o Sol bestava no céu e as pessoas bestavam nas ruas, duas moscas se encontraram sobre a cara de Jair Messias Bolsonaro.

    Buarque, Kucinski, literatura e jornalismo: relatos de buscas, por Juliana Rosas

    K – Relato de uma busca e O Irmão Alemão, livros de Bernardo Kucinski e Chico Buarque, respectivamente, possuem algumas semelhanças

     Aflição Infernal!

    Fernando Costa interpreta AFLIÇÃO de W. Lobo. Resgate de Luciano Hortencio.

    Crítica de Dor e Gloria! Sinestesia, por Érico Andrade

    Almodóvar funde as diversas linguagens artísticas numa só película. Assim, as artes plásticas, o teatro, a literatura, o próprio cinema, ganham corpo numa narrativa cinematográfica sobre o desejo.

    Entrevista: Tadeu Jungle, diretor de “Rio de Lama”, filme premiado na ONU

    Além de comentar a obra que aborda o desastre em Mariana após rompimento de barragem na Vale, um filme em realidade virtual, Jungle fala da intervenção de Jair Bolsonaro na Ancine

    Bolsonaro confirma intervenção na Ancine: ou adota “filtro”, ou será extinta

    Classe artística defende que Agência Nacional de Cinema seja levada para o Ministério da Economia, já que sua função é gerar emprego na indústria cultural. Mas Bolsonaro está mais preocupado com questões morais e ideológicas

    O homem na Lua e Gagarin, por Urariano Mota

    Para os muito jovens ou os mais velhos de fora do Recife, esclareço que Yuri Gagarin foi homenageado com um frevo-canção de se cantar até o enjoo, que não chegava nunca.

    Francamente, Seu Osório, Francamente!

    Almirante interpreta FRANCAMENTE SEU OSÓRIO de Geraldo Mendonça. Resgate de Luciano Hortencio.

    D’Aguera, hoje, no Bar do Alemão, em São Paulo

    O duo formado pela cantora Beatriz Tomaz e Ricardo Radik apresenta espetáculo no Bar do Alemão, na noite desta quinta-feira, dia 18, às 20h30.

    Para Maria, por Urariano Mota

    Como responder ao preconceito fascista que sobrevive no século vinte e um? Procuro um caminho e não o encontro agora. Mas enquanto uma resposta não vem, copio breve trecho do meu romance “O filho renegado de Deus”, que fala de uma certa Maria falecida em 1958. 

    O Correio de Iguape nem chegou a Cananéia!

    Niva (Niva Marques) interpreta O CORREIO DE IGUAPE de Antônio Bruno e Ernesto de Itanhaém. Resgate de Luciano Hortencio.

    Os sobrenomes do samba, por Aquiles Rique Reis

    Proponho viajarmos pelo universo musical do violonista, guitarrista, compositor e cantor Cláudio Jorge, que lançou o álbum Samba Jazz, de Raiz (Mills). 

    Niva, as águas que passam às vezes voltam… por Luciano Hortencio

    Há registro de sua atuação em rádios, televisão e boites de São Paulo. Recebeu da Rádio Mayrink Veiga (Rio) o apelido de “A voz romance de São Paulo”.

    Homenagem a dois mestres acadêmicos, por Patrus Ananias de Sousa

    Alceu e Edgar partilharam o mesmo entusiasmo com a obra de Jaques Maritain que trouxe o tomismo ao século XV e nele introduziu, preservando a sua essência, os valores democráticos referentes aos direitos humanos, fundamentos basilares do Estado Democrático de Direito.

    Que moça é essa, que moça?, 2. Por Romério Rômulo

    Quando a moça vai às ruas / ela me deixa em pedaço

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