No setor de serviços, só o Centro-Oeste mostra sinais de vida

Desta vez nem o mercado ousou comemorar o desempenho do setor de serviços, a partir da Pesquisa Mensal de Serviços do IBGE. Os aumentos em julho, em relação a junho, mantém praticamente todos os setores muito abaixo dos índices de fevereiro, início da pandemia.

Confira:

  1. Em Serviços Prestados às Famílias, em julho houve crescimento de 5,9% em relação a junho; mas continua 51,7% abaixo do nível de fevereiro.
  2. Praticamente o único setor a voltar aos níveis de fevereiro foi o de Serviços de Informação e Comunicação, devido à maior demanda por TV a cabo.

Em relação a 6 e 12 meses atrás, o quadro continua contristador, com alta apenas em Outros Serviços.

Em relação a junho de 2020, os subsetores apresentam, igualmente, bom desempenho.

Quando se compara com julho de 2019, a queda é generalizada.

Do mesmo modo, o setor de serviços continua morto. Na comparação com fevereiro de 2020, as quedas são fulminantes,

Na análise regional, há um desempenho robusto no centro-oeste, gfraças às boas vendas externas do agronegócios.

Os Estados mais afetados foram do Norte e Nordeste, com exceção do Maranhão. Depois, os do sudeste e sul, mais industrializados. Finalmente, o Centro-Oeste claramente beneficiado pelo boom das commodities agrícolas.

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