Fotos premiadas do Smithsonian Institute

Enviado por Cláudio José

Smithsonian Institute: um show de fotos premiadas

Por Equipe Oásis

Do Brasil 247

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Ursos esfomeados, rãs à espreita, devotos em oração, enormes glaciares e bailados de pássaros. As fotos finalistas do Smithsonian Photo Contest não param de nos surpreender e encantar

A foto mais premiada do concurso mostra um magnífico exemplar do pássaro Arachnothera flavigaster, surprendido na sua dança do amanhecer na floresta de Sarawak, Borneo, Indonesia. O fotógrafo é Bjorn Olesen.

A foto mais premiada do concurso mostra um magnífico exemplar do pássaro Arachnothera flavigaster, surprendido na sua dança do amanhecer na floresta de Sarawak, Borneo, Indonesia. O fotógrafo é Bjorn Olesen.

Por: Equipe Oásis

Cenas da vida animal, paisagens não contaminadas, pessoas no trabalho ou em oração: são muitos os temas das 60 fotos escolhidas como finalistas da última edição do Smithsonian Photo Contest, um dos mais prestigiosos concursos de fotografia naturalística do mundo.

Todas as imagens que chegaram ao final – escolhidas entre mais de 50 mil imagens enviadas por fotógrafos de 132 nacionalidades diversas – estão visíveis e podem ser votadas no site da revista do Smithsonian. Elas estão divididas em seis categorias: mundo natural, viagens, pessoas, fotos americanas, imagens alteradas e fotos feitas com telefone celular. Os vencedores serão anunciados a 15 de maio do ano próximo. Mas você pode ter uma visão do alto nível de qualidade do concurso a partir de algumas fotos premiadas pelo Smithsonian, que reproduzimos na galeria abaixo.

1 Na categoria Mundo Natural, a foto de um “encontro romântico” entre dois caracóis, na Argentina. Foto por: José de Rocco.

2 Um urso cinzento sai à caça de salmões em rio do Silver Salmon Creek, no Parque Nacional do Lago Clark, Alasca. Foto: Daniel D’Auria.

3 Uma gaivota fotografado logo após lançar voo sobre um Mar de Bering insolitamente tranquilo. Foto: John Matzick.

4 Dois filhotes de guepardo sulafricanos disputam os restos de uma caçada bem sucedida: a de um springbock, um pequeno antílope do qual sobrou apenas um pedaço do couro. Foto: Seyms Brugger.

5 Qual é o melhor momento para se fotografar uma vespa pousada sobre um fio de grama recoberto de gotas do orvalho? Segundo o autor desta foto, um fotógrafo indonesiano, as seis da manhã, quando o inseto acabou de acordar e tem sede. Foto: Eko Adyianton.

6 Uma maravilhosa arara canindé, figura bem brasileira, tenta coçar a cabeça usando o próprio pé. Foto: Richard Masters.

7 Seis horas de espera foram necessárias para que o fotógrafo pudesse obter essa foto perfeita de uma coruja norte-americana (Megascops asio), uma ave de rapina noturna. Quase não se consegue distingui-la do fundo, a tal ponto ela está bem mimetizada. Foto: Graham McGeorge.

8 Um momento dramático a migração anual dos gnus do Parque Serengetti, na África. Ne foto, esses incansáveis viajantes são obrigados a enfrentar a forte correnteza de um rio que têm de atravessar. Foto: Karen Lunney.

9 Uma tartaruga marina flutua nas águas do Havaí, enquanto o sol despenca no horizonte. Foto: Christopher Doherty.

10 Na categoria Viagem, uma visão tira-fôlego do Marble Canyon, do rio Colorado, no Arizona. Foto: Mathew Zheng.

11 Pescador com um das tradicionais redes de pesca do Lago Inle, Myanmar. Foto: Aung Pyae Soe.

12 Sempre em Myanmar, um jovem monge pratica suas orações na localidade de Inwwa. Foto: Pyiet Oo Aung.

13 Farol na Ilha Skye, no arquipélago das Hébridas internas, Grã-Bretanha. Foto: Stefano Coltelli.

14 Três camponesas vietnamitas, com roupas típicas, cabelos e redes ao vento. Foto finalista na categoria Retratos de Pessoas. Foto: Nguyen Beos Sen.

15 Um devoto fotografado na cidade de Lahore, durante o Mela Chiraghan, Festival das Luzes que todos os anos acontece no Paquistão. Foto: Yasir Nisar.

16 Para uma criança sadia se divertir não é preciso muita coisa. Basta uma bola artesanal e bons amigos. Foto tirada nas montanhas de Quthing, Lesotho, África. Foto: David Lazar.

17 O glaciar de Fjallsárlón, na Islândia, é o grande protagonista desta foto, e também o filho da fotógrafa que, nesse momento, se entrega à contemplação desse imenso monumento natural. Foto: Candy Feng.

18 Na categoria “Americana”, temos aqui um grande clássico da fotografia: um automóvel velho abandonado no deserto do Colorado. Foto: Troi Anderson.

19 O rodeio acabou mal (ou bem, depende do ponto de vista) no Estado de Montana, EUA. Foto: Carol Lynne Fowler.

20 Na categoria “Imagens Retocadas” temos aqui uma rã da Costa Rica, com seus olhos vermelhos que apenas afloram na superfície da água. Foto: Nicolas Reusens.

21 Dois corvos volteiam entre carvalhos. Mas o efeito da foto dá a impressão de que eles tombam. Foto: Pistolwish.

22 Uma igreja presbiteriana abandonada, em Detroit, Michigan, EUA. Foto: Michael Frank.

23 Inspirada nas pinturas de Pieter Brueghel, essa foto retocada mostra uma “montanha impossível”: o casario de uma das aldeias da região das Cinque Terre, na Ligúria, Itália. Foto: Dina Bove.

24 O Smithsonian criou uma categoria especial para as fotos feitas com telefone celular. Esta, de um céu carregado de nuvens de chuva, foi feita na Ilha de Saint Catherine, Geórgia, EUA. Foto: Darlene Jensen.

25 O sol se põe atrás desse rochedo recoberto com petroglifos – inscrições rupestres feitas pelos índios norte-americanos. Foto feita na região das Eastern Sierras, na Califórnia. Foto: Willie Huang.

1 comentário

  1. Lord da Silva

     

    Favelado, pedreiro, mendigo e suicida

    Bacon Frito | 16/06/2011

    Bezerra da Silva é de Recife e seu pai, que era da Marinha Mercante, saiu de casa cedo. Ainda pequeno, Bezerra foi morar no Rio de Janeiro. Mais velho, morou no Morro do Cantagalo, foi pedreiro e até mendigo em Copacabana. Depois de tentar o suicídio e ser salvo por um santo de umbanda (?!), Bezerra enveredou pelo caminho do samba. Aliás, musicalmente ele estava no limite entre a marginalidade e a indústria musical. Suas músicas tratavam de temas da realidade do morro, por exemplo: Malandragem Dá um Tempo (Muito conhecida), Sequestraram Minha Sogra, Defunto Cagüete, Bicho Feroz, Overdose de Cocada, Malandro Não Vacila, Meu Pirão Primeiro, Lugar Macabro, Piranha, Pai Véio 171 e Candidato Caô Caô. Os temas mais recorrentes eram a malandragem e os cagüetes, ou dedo-duros, a polícia, etc.

    Em 2005, pouco antes de morrer, Bezerra gravou com alguns artistas mais novos, como Marcelo D2 e Velhas Virgens. Aliás, há uma história interessante sobre a morte do cantor: Ele abotoou o paletó de madeira numa segunda-feira, 17 de Janeiro de 2005, depois de ter uma parada cardíaca. Foi enterrado na terça, no cemitério do Caju, no Rio. Como Bezerra se entitulava o “bom malandro”, ele não queria morrer em uma sexta-feira ou feriado, pra não estragar a praia e o lazer dos amigos. E morreu em uma segunda. Aliás, como eu já disse, era dia 17 de Janeiro: 17/1 – o número do malandro.

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