Inflação para as famílias que ganham menos desacelera em fevereiro

Jornal GGN – A inflação das famílias com renda mensal até 2,5 salários mínimos, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1), fechou o mês de fevereiro com alta de 0,83%, desacelerando em relação a janeiro (2%) e registrando variação de 0,14 ponto percentual, inferior ao Índice de Preços ao Consumidor (IPC-BR), que registrou variação de 0,97%.

A taxa do indicador nos últimos 12 meses ficou em 7,99%, nível abaixo do registrado pelo IPC-C1, segundo dados da Fundação Getulio Vargas (FGV). Com esse resultado, o indicador acumula alta de 2,85%, no ano e de 8,06% nos últimos 12 meses. O IPC-BR acumula, nos últimos 12 meses, taxa de 7,99%, índice abaixo do registrado pelo IPC-C1.

Seis das oito classes de despesa componentes do índice reduziram suas taxas de variação: Alimentação (de 1,97% para 0,74%), Transportes (de 5,38% para 2,11%), Habitação (de 2,02% para 0,78%), Educação, Leitura e Recreação (de 3,02% para 0,33%), Despesas Diversas (de 2,21% para 1,19%) e Comunicação (de 0,26% para 0,19%). Nestes grupos, os destaques partiram dos itens: hortaliças e legumes (de 16,31% para 3,96%), tarifa de ônibus urbano (de 8,88% para 1,13%), tarifa de eletricidade residencial (de 8,88% para 1,08%), cursos formais (de 10,51% para 0,05%), cigarros (de 3,46% para 1,87%) e pacotes de telefonia fixa e internet (de 0,97% para -0,03%), respectivamente.

Em contrapartida, os grupos que avançaram no período de análise foram Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,02% para 0,49%) e Vestuário (de -0,40% para 0,05%). Nestas classes de despesa, destacam-se os itens artigos de higiene e cuidado pessoal (de -1% para 0,48%) e roupas (de -0,67% para -0,13%), respectivamente.

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