Escândalo pronto para servir, por Paulo Moreira Leite

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Escândalo pronto para servir, por Paulo Moreira Leite

A partir de artigo de 2004 é possível demonstrar que há onze anos Sérgio Moro já pretendia fazer uma operação espetacular que iria “deslegitimar” o sistema político brasileiro

Um dos aspectos mais curiosos da Operação Lava Jato reside em seu caráter totalmente previsível. Desde que, sob orientação do juiz Sérgio Moro, as primeiras prisões foram efetuadas e os primeiros depoimentos foram colhidos, já era possível adivinhar que o país iria assistir a uma operação-monstro, pré-destinada a fazer história pela quantidade de empresários e políticos denunciados.

Essa convicção prévia não se baseia em simples impressões nem se explica pelo conhecimento de testemunhos e provas reunidos nos últimos meses. Apoia-se num artigo publicado em julho de 2004, chamado “Considerações sobre a Operação Mani Puliti,” disponível na internet. Num texto de apenas seis páginas, escrito antes que Roberto Jefferson tivesse denunciado o mensalão que gerou a AP 470, quando a compra da refinaria de Pasadena pela Petrobrás sequer havia sido efetivada, Sérgio Moro deixa claro que há onze anos já estava decidido a repetir, no Brasil, uma operação semelhante a Mãos Limpas.

Nas palavras do jornalista Elio Gáspari, o primeiro a fazer uma ampla divulgação do documento, naquele artigo Moro “disse tudo.” Entenda-se o “tudo”: a partir da Mãos Limpas italiana, operação contra corrupção política realizada nos anos 1990, encerrada em ambiente de euforia com mais de 1200 condenações, Sérgio Moro define um modelo de trabalho para o futuro próximo e deixa claro que acha necessário repetir uma investigação semelhante no Brasil — a questão é encontrar a oportunidade.

Longe da postura equilibrada e distante que se espera de um juiz, ou mesmo de um trabalho acadêmico, o artigo de Sérgio Moro é um roteiro de agitação política. Transpira voluntarismo, pede ação e discute estratégias para atingir seus objetivos. O texto confirma que o conhecimento jurídico de Sergio Moro não merece reparos. O que se debate é o uso político que pretende fazer desse conhecimento — pois se trata de uma ideia em busca de uma chance de virar realidade, ou de um esquema mental à espera de um recheio.

Como ponto de partida, o juiz procura estabelecer várias semelhanças entre o Brasil e a Itália — recurso obrigatório para quem quer justificar a aplicação, aqui, do mesmo remédio que foi empregado por lá. Escreve:

“No Brasil, encontram-se presentes várias das condições institucionais necessárias para a realização de uma ação judicial semelhante. Assim como na Itália, a classe política não goza de prestígio junto à população, sendo grande a frustração pela quantidade de promessas não-cumpridas após a restauração democrática.”

Como sempre acontece numa situação descrita de forma tão clara, cabe perguntar se é assim mesmo. Até porque um diagnóstico tão definitivo sobre o sentimento da população (“grande frustração pela quantidade de promessas não-cumpridas após a restauração democrática”) resume uma visão frequentemente veiculada por comentaristas sempre nostálgicos do regime militar. A “grande frustração …após a restauração democrática” é um argumento essencial para justificar medidas anti-democráticas, não é mesmo?

ITÁLIA À BEIRA DA DISFUNCIONALIDADE

Em julho de 2004, quando o artigo foi publicado, o governo Luiz Inácio Lula da Silva completava um ano e seis meses.

Com seus altos e baixos, o governo FHC, que se prolongou por dois mandatos, deixou um benefício inegável — a estabilidade da moeda. A partir de 2003, ano difícil, já com Lula, teve início um processo que pode ser definido como reconhecimento relativo da democracia pelos brasileiros.

Em 2004, a economia disparou e cresceu 5,7%. Em 2006, onze milhões famílias já eram atendidas pelo programa Bolsa Família, que logo se tornaria o maior programa de distribuição de renda do mundo. Numa atitude incompatível com uma postura de “grande frustração,” o eleitor reelegeu os candidatos do Partido dos Trabalhadores nas três campanhas presidenciais que vieram a seguir, totalizando quatro vitórias consecutivas, feito jamais ocorrido no país em periodos democráticos. Uma série histórica de pesquisas do Ibope nesta época aponta para uma elevação crescente da aprovação dos brasileiros à democracia. No último levantamento, no final de 2014, a satisfação com a democracia subiu 13 pontos, chegando a 46%, contra 20% de insatisfeitos.

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Ponto de partida ideológico para a Lava Jato, a semelhança entre o que se passava com a política italiana e com a política brasileira é um exercício de vontade e não uma situação real.

Em meio século de pós-Guerra, a Itália conviveu com um sistema político particularmente instável, que em várias oportunidades esteve à beira da desfuncionalidade. Entre 1946 e 1992, quando teve início a Mãos Limpas, a Itália teve 28 governos diferentes, que duraram um ano e sete meses cada um, em média. Em dez casos, os governos duraram menos de um ano. Poucos duraram mais de quatro anos. Vários sobreviveram por seis meses ou menos mas em 1954, o democrata-cristão Amintore Fanfani bateu um recorde: seu governo durou 20 dias.

Essa permanente dança de cadeiras tinha origem numa ambiguidade política que se prolongou por quatro décadas de Guerra Fria. Neste período, os italianos usufruíam de uma democracia real mas parcial: ao mesmo tempo em que admitia a mais ampla liberdade política na vida cotidiana dos cidadãos, o país era tutelado por Washington, que mantinha um veto ao Partido Comunista. O PCI tinha o direito de existir como partido e disputar eleições em todos os níveis, mas deveria ser impedido de qualquer maneira de conquistar o governo da Republica Italiana, ainda que tenha chegado a receber até 34% dos votos. Ao longo dos anos, construiu-se até um dispositivo militar clandestino, com ajuda da CIA e que incluía dezenas de generais e várias organizações clandestinas, inclusive a loja maçonica P-2, que poderia entrar em ação caso fosse necessário.

Como é notório, a Itália abrigava já naquele período um submundo criminoso construído pelas organizações mafiosas, com uma estrutura e uma articulação política sem paralelo possível no Brasil.

Em sua raiz, aquilo que os italianos chamavam de corrupção política — que eram contribuições ilegais aos partidos — tinha origem nos volumosos recursos clandestinos, internos e externos, destinados a fortalecer as campanhas e estruturas dos adversários do PCI, que precisava ser impedido, de todas as maneiras, de formar seu próprio governo.

Essa situação explica por que, em seus primeiros anos, a Mãos Limpas tenha recebido apoio da esquerda italiana, em particular sob influência comunista. Naquela fase, as denúncias atingiam exclusivamente seus adversários politicos. Mais tarde, foi denunciado que, para não perder sustentação entre aliados iniciais, se fizera vista grossa para donativos que o partido comunista recebia em função de negócios do pais com a antiga URSS.

A partir de citações de acadêmicos que se dedicaram ao estudo da Operação Mãos Limpas, a leitura do texto de Sergio Moro permite concluir que é necessário acentuar a “deslegitimação do sistema político” brasileiro, como condição para que a operação tenha eficácia.

Avaliando as várias etapas da Operação Mãos Limpas, o juiz sublinha: “a desligitimação, ao mesmo tempo em que tornava possível a ação judicial, era por ela alimentada.”

O contexto desse termo-chave, “deslegitimação,” deve ser bem entendido. Pode adquirir significados diferentes de um país para outro.

É em primeiro lugar surpreendente que se tente promover a “deslegitimação” de instituições democráticas no Brasil, país que entre 1964 e 1985 enfrentou 20 anos de regime militar.

ECONOMIA PIOR QUE A GREGA

É curioso que, em vez de buscar fortalecer instituições que se considera fragilizadas procure-se seu enfraquecimento. O leitor tem todo direito de pergunta aonde se quer chegar por esse caminho, concorda?

Escrevendo sem rodeios num país onde a Constituição fala da separação entre poderes, que devem ser autônomos mas harmônicos, Sergio Moro argumenta que um dos fatores principais para o sucesso das ações judiciais na Italia residiu na “maior legitimação da magistratura em relação aos políticos profissionais.”

Neste ambiente, a “deslegitimação” contribui para um esforço maior: apresentar os políticos de forma criminalizada, como profissionais aparentados a atividades criminosas, sem compromissos de nenhuma espécie fora o próprio bem-estar. Fica aceitável que sejam submetidos a um tratamento sem qualquer relação com os direitos individuais, na avaliação de Anthony Scalia, da Suprema Corte dos Estados Unidos, que visitou a Italia nas Mãos Limpas e ficou escandalizado, como registrou o embaixador norte-americano em Roma, Reginald Bartholomew.

O saldo da “desligitimação” do sistema político italiano é conhecido e dificilmente será descrito de forma positiva. Como sempre acontece quando a democracia é modificada de fora para dentro, o que sempre envolve algum grau de truculência que passa por cima da soberania popular, a Mãos Limpas devastou o sistema político e permitiu uma integração subordinada do país à ordem econômica da União Européia, sob poder do FMI, do Banco Central Europeu e do governo alemão. Do ponto de vista criminal, nem as crianças sugerem que a corrução tenha acabado.

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Uma das justificativas assumidas por Sérgio Moro para explicar a Operação Mãos Limpas foi a “integração européia, que abriu os mercados italianos a empresas de outros países europeus, elevando os receios de que os italianos não poderiam, com os custos da corrupção, competir em igualdade de condições com seus novos concorrentes.” A promessa era que a Mãos Limpas iria ajudar a modernizar a economia italiana, criando condições para um ambiente de crescimento e prosperidade . A vida prática mostrou o caráter enganoso dessa visão.

Não há sinal real de que a economia italiana tenha recolhido benefícios da Mãos Limpas. Pelo contrário: enfrenta, há muitos anos, um dos piores momentos de sua história. Há uma década, tem o pior desempenho da Europa, incluindo a Grécia, informa a revista Economist na edição de 3/1/2015: “em valores constantes, a economia italiana afundou nos primeiros 14 anos do século (mesmo o PIB da Grécia é maior hoje do que era em 1999). ”

Depois da Mãos Limpas, o procurador Antonio Di Pietro, que obteve na Operação o mesmo destaque obtido por Joaquim Barbosa na AP 470, ingressou na carreira política. Como recorda Sergio Moro, Di Pietro costumava referir-se ao sistema político italiano como uma “democracia vendida.”

O próprio Di Pietro tentou seguir carreira política. Fez um partido próprio, que não atingiu o quociente mínimo para ter uma cadeira no parlamento. Também foi acusado de ter embolsado indevidamente a rica herança de uma viuva que admirava suas ideias.

A necessidade de se investir na “deslegitimição” explica a necessidade dos juizes cultivarem ótima convivência com os meios de comunicação. Não se trata de relações públicas, mas de força política: o que se busca é transformar a mídia em braço auxiliar e instrumento de mobilização social favorável.

OPINIÃO PÚBLICA OU PUBLICADA?

Moro refere-se aos jornais como sinônimo da ” opinião pública,” ignorando a distinção necessária entre “opinião pública” e “opinião publicada,” que permite considerar que os meios de comunicação são empresas privadas, respondem a acionistas, procuram sustentação no mercado publicitário, desenvolvem interesses comerciais e preferências políticas — e é dessa forma que publicam determinadas notícias e eliminam outras, apresentam os fatos sob o ângulo x e ignoram o ponto de vista y e assim por diante.

Numa afirmação que chama atenção, Moro reconhece que a punição de agentes públicos é sempre dificil “pela carga de prova exigida para alcançar a condenação em processo criminal”.

Nesta circunstância, ele atribui à mídia uma exótica função punitiva, papel que, nos regimes democráticos, deveria ser uma exclusividade da Justiça — e jamais de empresas privadas que exploram o mercado de notícias, no qual circulam informações confiáveis mas também a mentira e a desonra.

Ele afirma que os jornais e revistas podem servir como um “salutar substitutivo” à punição judicial, pois têm “condições melhores de impor alguma especie de punição a agentes corruptos, condenando-os ao ostracismo.”

Num país onde o fantasma do bolivarianismo faz parte da crítica mais vulgar a toda tentativa de ampliar a pluralidade dos meios de comunicação, este raciocínio conduz a uma visão preocupante sobre o trabalho dos jornalistas. Estes deveriam abrir mão da indispensável independência de sua atividade para assumir o dever de distribuir castigos suplementares a pessoas condenadas pela Justiça. Não custa lembrar que uma visão democrática do trabalho dos jornalistas tenta asssegurar a repórteres e editores a liberdade para julgar e avaliar todo fato social por seus próprios critérios. Isso inclui, naturalmente, as decisões do Poder Judiciário, sujeitas a apreciações positivas ou negativas como todas as outras. Sem essa liberdade, a humanidade não teria conhecido, por exemplo, a verdade sobre o caso Dreyfus, revelada por Émile Zola, condição para que um erro histórico da Corte Militar francesa no final do século XIX pudesse ser denunciado e corrigido, na medida do possível.

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Em 2014, os vazamentos sobre a Lava Jato serviram para colocar o mundo político brasileiro numa posição precária e frágil perante o Judiciário, demonstrando quem tinha “maior legitimação.”

Depois que o deputado André Vargas (PT-PR) ergueu o punho fechado durante a passagem de Joaquim Barbosa por uma solenidade no Congresso, num gesto solidário com parlamentares e dirigentes petistas presos pela AP 470, sua cassação foi procurada sem descanso pelas lideranças da Casa. Você pode até achar que o punho fechado do parlamentar foi um gesto malcriado e mesmo desrespeitoso.

Mas a degola de André Vargas ganhou prioridade sobre outro deputado, Luiz Argolo (PP-BA). Integrante, ele também também, da base governista, a proximidade de Argolo com o esquema investigado pela Lava Jato era pública, notória e preocupante. Envolvia diversos diálogo comprometedores, e até entrega de dinheiro vivo em sua residência. Mas ele não cometera um gesto político considerado desafiador contra o então presidente do Supremo Joaquim Barbosa — e salvou o mandato.

Um ponto importante no plano de trabalho “Considerações sobre a Operação Mani Puliti” reside na utilização dos meios de comunicação na obtenção de delações premiadas, base para acusações fortíssimas, assinadas na esperança de serem recompensados por penas leves. Numa afirmação que lança dúvidas sobre sua visão quanto aos direitos de cada prisioneiro, Sergio Moro chega ser ironico e permite que um juizo político influencie uma decisão jurídica.

Diz que, nestes casos de corrupção política, “não se está traindo a pátria ou alguma espécie de resistência francesa.”

Quem for atrás de estudos clássicos do Direito Penal reunidos em torno de uma situação conhecida como Dilema do Prisioneiro irá descobrir que estamos diante de uma situação estudada pela teoria dos jogos, cujo resultado pode ser programado com relativa segurança conforme a situação de cada pessoa presa, suas possibilidades de comunicar-se com outros envolvidos e o acesso aos termos do inquérito policial.

Detidos que se comunicam entre si tendem a combinar versões mutuamente favoráveis, obtendo penas menores. Presos mantidos em regime de isolamento são facilmente convencidos a fazer revelações inéditas se forem levados a imaginar que estão apenas confirmando aquilo que já foi informado. Num comentário que sublinha a importância de se manter um fluxo contínuo de vazamentos para os jornais, Moro fala da importância da “disseminação de informações sobre uma corrente de confissões ocorrendo atrás das portas fechadas dos gabinetes dos magistados.” Seja divulgando informações verdadeira, seja apenas espalhando rumores de interesse da polícia, os meios de comunicação assumem um papel auxiliar na acusação, de valor ético questionável sempre que não são capazes de comprovar a veracidade daquilo que é publicado. A compreensão desse jogo permite entender que envolve as prisões preventivas, situação em que são mantidos os principais acusados da Lava Jato. Originalmente, elas deveriam servir de uma punição prévia de acusados, passível de aplicação quando o juiz está inteiramente convencido de sua culpa e considera que não há necessidade de aguardar o julgamento. Outra possibilidade é que, se ficasse solto, um acusado poderia destruir provas e ameaçar testemunhas. Não é disso que se trata aqui. Muitos presos ficam meses na cadeia, embora não exista prova alguma contra ele. O que se espera é que um longo confinamento convença os detidos a confessar os crimes que a Polícia e o Ministério julgam que cometeram.

Neste ambiente, o que se pergunta é o impacto da Lava Jato na política e também na economia. As 23 empresas citadas no inquérito empregam 350 000 funcionários. Com R$ 70 bilhões anuais em investimentos, a Petrobrás está no coração da investigação e alimenta 6000 empresas fornecedoras. Um cálculo da consultoria LCA, divulgado pela revista Exame, sustenta que uma queda de 10% nos investimentos da Petrobrás pode um impacto de meio no crescimento do PIB, que atravessou 2014 contornando o marco zero.

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86 comentários

  1. é o chamado estado de eceçãqo

    é o chamado estado de eceçãqo criado por moro.

    só falra um verlusconi, um palhaço qualquer….

  2. O artigo é excelente, mas

    O artigo é excelente; mas muda o foco do poder real, dos detentores da opinião pros detentores de cargos, que nunca significou poder; são apenas cargos. Se os filhos de Roberto Marinho mandarem abrir os arquivos com as vidas pregressas de figurões da justiça ou acusações falsas contra quem tem visibilidade, mas não tem poder, fica todo mundo pianinho e pode vir até uma mini-devassa no Judiciário. Quem manda é o dinheiro. Através de quem tem a opinião. E quando quem tem o comando da opinião também o tem do dinheiro, então… o resto é faz de conta,

  3. Quero investigação da vida

    Quero investigação da vida pública desse tal de moro. Da justiciaria, pode vir demônio jurando que é deus. NÃO CONFIO EM NOSSA JUSTIÇA, O BALCÃO DE NEGÓCIOS MAIS CORRUPTO DESSES PAÍS.

  4. Estamos nos esquecendo de um detalhe.

    Ainda não me convencí totalmente, que este juíz federal paranaense, tenha em mente, apenas realizar à moda brasileira, uma operação mãos limpas tupiniquim, e que por tráz de tanto despreendimento e zêlo jurídico, não haja uma ligação com algum cacique PSDBista, se todos sabem, que sua esposa, trabalha num gabinete de um alto dirigente e mandatário tucano.

    Só vou ficar convícto de que ele é apenas um zeloso servidor judiciário, na véspera das próximas eleições majoritárias, e se ele não sair candidato, pelo PSDB, ou outro partido de aluguel, só prá enganar os incautos.

    Não é muita coincidência, todos os nomes de políticos PSDBistas, que os tentáculos da Lava Jato alcança, terem seus nomes tirados da lista de prováveis envolvidos, e nunca serem denunciados ?

    Gostaria de estar errado, porem só vou acreditar vendo, até onde ele vai, com tantas demonstrações de fôrça, porem somente com os adversários do PSDB, e dos oposicionistas.

    • Mentiroso !

      Pare de dizer mentiras. A esposa do Moro não trabalha em gabinete algum.

      Canalha !

      E outra coisa, não era o Joaquim Barbosa que ia ser o candidato ? Agora é o Moro.

      Nem criativos vocês conseguem ser. Repetem as mesmas sandices a exaustão.

      • É tucanaça

        Alex,

        Se não trabalha hoje ( é possível que tenha se mandado ), até 04/12/14 estava lá.

        Você também pode interpretar o que está abaixo como miragem.

         

         

        04/12/2014 20p8 – Atualizado em 04/12/2014 20p8

        Esposa de Juiz da lava Jato é assessora jurídica de Vice de Beto Richa (PSDB)

         

        O nome de Rosângela Wolff de Quadros Moro passaria despercebido se não fosse por um detalhe o sobrenome “Moro”. Rosângela é esposa de Sérgio Fernando Moro, o Juiz responsável pela Operação Lava Jato, apontado por diversos juristas de nome e renome como o “Rei dos Vazamentos” mas só quando os depoimentos citam alguém do PT e PMDB.

        A senhora Moro é assessora jurídica de Flávio José Arns, Vice do Governador do Paraná, Beto Richa (PSDB). Flávio Arns, é Sobrinho de Zilda Arns e de Dom Paulo Evaristo Arns. Zilda é fundadora e coordenadora internacional da Pastoral da Criança, e Dom Evaristo, arcebispo-emérito de São Paulo. O Vice-Governador do Paraná Iniciou a carreira política quando se candidatou a deputado federal pelo PSDB, logrando êxito, e sendo reeleito por três vezes seguidas. Em 2001, deixou o PSDB e filiou-se ao PT. Em 2002, foi eleito senador, e em 2006 concorreu ao governo do Paraná, obtendo o terceiro lugar com 9,3% dos votos.

         

        O elo de Rosângela Moro com o PSDB é tão visível que ela acompanha todos os trabalhos de Eduardo Barbosa de Minas Gerais, Vice-Líder do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) na Câmara dos Deputados, chegando á segui-lo na Rede Social. Assim como a senhora Moro, EB presidiu a Federação das Apaes de Minas Gerais, foi também Presidente da Federação Nacional das Apaes (Fenapaes).

        Irmão do Juiz

         

        • Canalha !

          Mais um. 

          A canalhice está se tornando uma das facetas mais visíveis dos governistas juramentados.

          Cadê o gabinete que ela trabalhava ?

          Cadê a nomeação ?

          Canalha !

          Mentiroso !

          Ela advogou para a APAE, e daí ? 

           

           

          • Mulher de Moro é tucana de corpo e alma

            Alex,

            Você está se saindo um belo de um idiota.

            Não falei de APAE, Rosângela Moro é (ou foi)  assssora jurídica do vice do excelente Beto Richa, ou seja, tabalha para o partido tucano, um fato que ninguém desmentiu.

            Para trabalhar para alguém, talvez você não saiba, a pessoa não precisa ter vínculo empregatício. Pensei que qualquer bucéfalo soubesse disto, errei. A mulher do juiz deve ser tucana de corpo e alma, e daí ?

             

          • Prossegue na mentira ?

            Vai insistir na canalhice.

            Engraçado que vocês esculhambam, com razão, a grande mídia quando assassina reputações, e agem exatamente da mesma forma.

            Não há nada que comprove esse vínculo. Absolutamente nada.

            Essa ilação foi levantada pelo irresponsável de um blog chapa-branca sensacionalista, alastrou-se como pólvora e caiu no esquecimento no mesmo momento.

             

          • Horrível

            Alex,

            Você demorou mais de duas horas para sugerir que a notícia é fake.

            E aí, o que falta para trazer o desmentido ? Sem isto,  é a sua palavra contra a matéria.

            Se tivesse chamado a atenção de imediato, ou seja, se você tivesse agido como gente , a concversa seria outra. O seu modo de agir é horrível, de quinta categoria.

          • “Para trabalhar para alguém,

            “Para trabalhar para alguém, talvez você não saiba, a pessoa não precisa ter vínculo empregatício”

            É muita cara-de-pau… O sujeito faz uma afirmação perempória, alega que a esposa do juiz é assessora de um tucano, e quando é instado a dizer em qual gabinete ela trabalha e onde está o ato de nomeação (são todos publicados em Diário Oficial), sai com essa resposta cretina…

            Ou seja, ela é que tem que provar que não trabalha para o tucano, e não ele, que fez a afirmação, provar que ela trabalha…

            LAdeira abaaaaaaaaaaixo…………….

          • O cara de pau

            Charlie,

            Eu ou você, o cara de pau ?

            Que a pessoa assessora o vice de Richa, isto é matéria dada, sem que tenha ocorido qualquer desmentido. 

            Não sei se a pessoa tem vínculo, mas sei que não é necessário, você é funcionnário publico e desconhece isto, em que mundo você vive ? Inteiramente cretina é a sua argumentação. Como eu escrevi, mas parece que você só lê o que te interessa ou então usa antolhos, e se a mulher do juiz é tucana de corpo e alma, e daí ? A questão nunca foi ela, é apaenas um sinal evidente da inclinação do juiz de porta de cadeia.  

             

          • Deixa de ser canalha, cara.
            A

            Deixa de ser canalha, cara.

            A muler advogou para a APAE e o Arns sempre foi ligado a APAE. 

            Foi presidente nacional desde sempre, inclusive quando era senador pelo PT.

            Deixa de ser canalha, mentiroso.

             

          • Voces militantes estao

            Voces militantes estao querendo desqualificar o trabalho do juiz, calcado em PROVAS ROBUSTAS REUNIDAS PELA PF, com uma afirmaçao de que a mulher dele seria assessora do vice do Richa.

            Não provaram que existe mesmo tal assessoria. Jogou pra ela o ônus de provar que não trabalha, coisa que não se admite em direito (prova negativa). Ex: se eu digo que sou solteiro, e voce diz que sou casado, cabe a voce provar que eu sou casado, mostrando minha certidao de casamento. Não existe “certidão de solteiro”, portanto eu não tenho como provar minha “solteirice”.

            Ainda que fosse ou seja verdade tal assessoria (coisa que não foi provada, reitero), isso não tem absolutamente nada a ver com o trabalho do juiz.

            Se eu sou juiz criminal ou delegado, e minha esposa advoga na área criminal, isso significa que eu tenho rabo preso com bandido?

            Ou seja, trazer essa questão da esposa do Moro é sim MANOBRA DIVERSIONISTA, é tentativa de embaralhar o meio de campo, de DESACREDITAR A AUTORIDADE, manobra típica de quem sabe que VAI PERDER NO MÉRITO e fica buscando CHICANA pra melar o trabalho todo.

          • Inquisição

            Charlie,

            Não sou militante coisa nenhuma.

            Provas robustas, imagino que existam, mas por que tanto tempo para divulgá-las, ou para avançar com todo este processo?

            A questão do vínculo da mulher do juz seria secundária, ou mesmo desprezível, caso todos não deixassem escancaradas as preferências políticas pessoais, delegados da PF e o próprio Moro ao vazar somente material contra a situação, e o fim, obrigar o advogado a desmentir o único vazamento contra a oposição, será que é tão difícil compreender isto ?

            Sobre o juiz, deixa claro que é pau mandado. Só aqui ocorrem estas coincidências assombrosas, Banestado e Lava Jato com o mesmo juiz. Ele é parte do grupo de irresponsáveis que resolve que o fulano detido tem que falar o que ele, irresponsável, quer ouvir, nem na Inquisição se faria melhor.

            Já comentei antes, estes irresponsáveis, uns ignorantes inconsequentes que se acham, não sabem e nem podem saber, ignorantes que são, que estão jogando pelo lixo a única oportunidade que o patropi já teve para reformular o rito existente para licitações públicas e execução / aquisição de objetos licitados.

            A continuar este festival de asneiras, a Lava Jato será uma enorme  frustração para aqueles brazucas que sabem como a banda de obras públicas toca de verdade, já que a maior parte dos brazucas é analfabeta de A a Z no assunto. 

    • simples assim…

      Peregrino tá certo!

      A “ORDEM” (externa, certamente) é que lacaios subservientes do legislativo, judiciário e executivos de oposição federal façam o circo das denúncias e PAREM o País. Quase conseguiram em 2013/14. Boa parte do “fracasso” dos indicadores economicos do ano passado devem ser debitados a esta CANALHA que só deseja uma coisa: manter nosso país no séc XVIII, no auge da Casa Grande x Senzala.

      CANALHAS!

  5. São meras ilações de Paulo

    São meras ilações de Paulo Moreira Leite, além do que não invalidam em nada  a Operação Lava Jato. O que o jornalista deseja, aliás como sempre, é tirar a mais que certa culpa de seus colegas petistas, que aparelharam a Petrobras com fins de financiamento partidário, fazendo vista grossa à roubalheira solta. É o mesmo esquema da Santo André de Celso Daniel, só que milhões de vezes ampliado.

  6. Odio ao P T .

    O caldo de cultura para o sucesso da empreitada de moro eh o dissiminado odio ao PT promovido pela grande mídia . O custo social e econômico estão muito bem avalidos no texto de Paulo Moreira Leite . Considero tal empreitada um crime de leza pátria que nos custará muito caro.

  7. Que delícia

    A Itália prende mil ladrões e o articulista “não vê benefício”… Isso que  dá depender de verba do governo pra manter o site, tem que publicar cada sandice…

  8. Ainda Sobre o Mundo Cão!

    Primeiro deixam os jovens de todos os tempos se envolverem com drogas. …Os grandes traficantes estão as soltas aí para isso. … Depois como se fosse uma brincadeira coloca-os numa prisão, meio clube, mas confisca-lhe  a liberdade por onze anos. E por fim anuncia-lhe que, porque um certo general ( ao estilo Joaquim Barbosa, prende alguns, para abrir passagem para os bandidos maiores) quer dar uma de moralizador  da indonésia (junto com um monte de fanáticas, que confundem religião com time de futebol), e que apesar da amizade cultivada nesses onze anos chegou a hora de dar um espetáculozinho para fazer parte do circo mundial. E lhe vendam os olhos, e lhe dão um tiro no coração. …ASSASSINOS!

  9. Esse aí é pau-mandado

    Pago prá escracha ro juiz. Foi fuçar na vida do Moro, e tem muita gente fuçando, diuturnamente e achaou isso aí, uma entrevista.

    Outros acharam que a esposa dele advogou para a APAE quando o residente nacional da mesma era o Flávio Arns, hoje no PSDB, só que a época aind estava no PT.  Esqueceram do caso por conveniência.

    É um esforço fenomenal que se faz para barrar a punição dos graúdos no Brasil. 

    Só fica uma pergunta ao escriba e aos governistas juramentados : Mas então não é a Dilma que está por tras das investigações, derrubando todas as pedras ???

  10. O Brasil não é a Itália e o

    O Brasil não é a Itália e o fim dos justiceiros é sempre triste. A maior estratégia da Lava Jato é a demora, o tempo, o passar do tempo, demorar em pegar um depoimento, depois outro, enquanto a imprensa-empresa se serve de vazamentos seletivos da própria Lava Jato e deita e rola no ataque aos partidos políticos que são seus inimigos. E o caso vai se arrastando deixando sempre um cano de esgoto de vazamentos seletivos aberto, borbulhando. Esta estratégia do tempo também é utilizada pelo Gilmar, que impediu seus pares de aprovar por absoluta maioria  a lei que busca impedir as propinas oficiais de empresas para campanha eleitoral de políticos. Gilmar com isso declarou por efeito imediato incompetentes seus pares para julgar esta questão. Só ele, Gilmar tem tal competência, é o que parece dizer com toda a convicção. Seus pares fizeram apenas um arrazoado imprefeito que a ele, Gilmar, cabe dar o conteúdo final. Bem assim, o Moro, conquanto a imprensa tenha deixado sempre à sua disposição uma porta aberta para que se mostre como um simples juiz honesto a cumprir suas tarefas, faz parecer que nasceu para ser ungido no alto de algum pódio misterioso inatingível e invisível aos mortais comuns, os quais só têm recebido o que mereceriam: Uma ração estragada de vazamentos administrada a conta gotas pelos donos do poder midático,

  11. Perguntas de um

    Perguntas de um ignorante:

    Quer dizer que tudo tem que ser desfeito ou não tem valor algum porque um juiz “sinaliza” que quer aparecer ? Só isso ? E como ficam as provas colhidas por uma policia federal e uma procuradoria federal?

    Vai tudo pro lixo e não se investiga nada porque um juiz escreveu um artigo há 900 anos atrás sugerindo que se deu certo na Itália poderia vir a dar certo no brasil?

    Joga tudo fora porque policia, procuradoria, juiz, tribunal não investigou no passado prováveis feitos no passado de outro partido ?

    Estranho país …. 

     

  12. Sei!

    Operação espetacular que iria “deslegitimar” o sistema político brasileiro. …O nome certo é GOLPE!… E essa história é tão velha quanto o fhc é um velhaco!

  13. Sei!

    Operação espetacular que iria “deslegitimar” o sistema político brasileiro. …O nome certo é GOLPE!… E essa história é tão velha quanto o fhc é um velhaco!

  14. PML abandonou de vez o

    PML abandonou de vez o jornalismo e abraçou a militancia política.

    Sergio Moro não comanda investigação alguma, muito menos o MPF. Quem comanda são os Delegados da PF de Curitiba. Sem eles não haveria operação nenhuma, é o Delegado que preside o inquérito, o Juiz só acompanha e defere as medidas cautelares, formuladas pelo Delegado.

    Além disso, todas as decisões judiciais de Sergio Moro são passíveis de recurso, e até o momento os tribunais superiores (que adoram soltar poderoso) as vem mantendo, INCLUSIVE A DECISÃO DE MANDAR PRA CADEIA OS FIGURÕES DAS EMPREITEIRAS. Não teve um Tourinho Neto, um Adilson Macabu, um Gilmar Dantas com coragem de mandar soltar.

    Sérgio Moro também foi o Juiz do Caso Banestado, que levou a condenação de pessoas ligadas ao PSDB na época, e que levou a uma CPI do Congresso, CPI essa devidamente enterrada no início do governo Lula, por um “acordão” feito entre petistas e tucanos (mas essa parte a militancia finge esquecer)

    Estou cada dia mais enojado com essa postura stalinista da militância petista, e dou graças a Deus por não ter me filiado a este partido lá nos meus 18 anos de idade, quando ate ficha de inscricao cheguei a preencher… 

    • Isso aí virou religião, faz

      Isso aí virou religião, faz tempo.

      E como em toda religião, tem uns espertos aproveitando prá levar algum, escrevendo o que eles querem ler.

      Esse PML é o tipo do sujeito que, quando o barco afundar irá, com sua maior cara de pau, tecer elogios ao Moro e descer o cacete nos condenados.

    • No caso Banestado, nenhum

      No caso Banestado, nenhum figurão do PSDB foi sequer acusado, e, dos acusados de maior hierarquia no banco, a maioria foi absolvida por falta de provas.

      • Se nenhum figurão foi

        Se nenhum figurão foi denunciado pelo MP, o que o Juiz tem a ver com isso?

         

        Juiz não faz petição inicial. 

         

        Outra,  parafraseando um célebre comentarista deste blog, não se está discutindo banestado, mas lava-jato.

         

        O que os militontos não veem (ou não querem ver) é que os acusados se lambuzaram e continuam se lambuzando com dinheiro alheio. Somente eles – militantes – é que não querem perceber isso.

         

        Paulo Moreira Leite? lembro desse cara no roda viva. Era meio reacionário. Caiu em descrédito. Agora virou vermelhinho de carteirinha. Não tem coerência alguma.

        • Pois é, se não foram sequer

          Pois é, se não foram sequer acusados, como poderiam ter sido condenados, como o Charlie afirmou em seu comentário?

  15. Biografia de Sérgio Moro? Não precisa ir muito longe.

    Não confunda Sérgio Moro com Fausto De Sanctis (Luis Nassif)   SEG, 13/10/2014 – 11:07

    …Qualquer operador de mercado sabe que nesse submundo dos negócios do Estado navegam PT, PSDB, PMDB, PP e a rapa.

    De Sanctis foi grande: não cedeu.

    Sérgio Moro escolheu lado. Não pensou na Justiça e na imagem dos seus próprios colegas, juízes federais, que pouco antes o haviam escolhido como representante da categoria. Sequer pensou que a eficácia de uma operação contra o crime organizado reside em identificar todos os elos, todo o mundo político. Só assim haverá força política para promover mudanças que eliminem o mal.

    Nessa hora, o campeão da luta contra o crime organizado, pensou apenas em si e decidiu ser peça decisiva em uma eleição que elegerá a pessoa – o presidente da República – que indicará Ministros ao Supremo. …

    Então, para que não se cometa nenhuma injustiça em relação a De Sanctis, que se coloque a retificação. Um juiz é feito de conhecimento e de caráter. Juntando todas as peças, ele e Moro não são comparáveis.

  16. Por mim……..cana neles!

    PML é um jornalista engajado. No fundo, sua preocupação é que, lá na frente, as investigações (feita por Delegados da PF e não pelo Juiz Sergio Moro) acabem comprometendo alguns santos virtuosos que habitam o seu altar ideológico. Não está preocupado com figurões das empreiteiras da mesma forma que nunca defendeu banqueiros e diretores do Rural e BMG na AP 470. Está sendo coerente. A reclamação contra a impunidade só vale para adversários. Por mim, que se ferrem empresários corruptos  e políticos de qualquer partido: de A de asno a Z de zebra.

  17. A coisa tá ficando difícil…

    A coisa tá ficando mesmo difícil…eheheheheheheheheh…quando o blog começa a ter que repercutir pilantras intelectualmente agonizantes como PLM é porque, como dizem os apocalípticos de plantão: O FIM ESTÁ PRÓXIMO.

    E nem é só isso. O nível dos devotos e soldistas chapa branca despenca a olhos vistos. Claro que o caso não é isolado. Basta dar uma volta pelos blogs REMADORES para ver que A VACA FOI PRO BREJO…ehehehehehehehehehehehe…ou melhor dizendo A VACA TOSSIU…

     

    Rema pessoal, REMA…

  18. Erro grosseiro

    Nassif,

    Este juiz de porta de cadeia e os que o ajudam, aí incluídos o grupo da PF republicana prá xuxu, se sente inteiramente à vontade, e por acaso é algo que inexiste neste país comandado por profissionais.

    Deixou / incentivou diversos vazamentos, algo que prejudica o instrumento da delação premiada, e nenhum tribunal o questionou, nem mesmo o PGR, e quando vazou a notícia de envolvimento de um tucano, Anastasia, ele permitiu que o advogado também tucano desmentisse o tal depoimento, um escárnio quem sabe proveniente de “ordem superior”, à qual o juiz poodle de tucano prontamente obedeceu.

    Como até aqui, nenhum dos tais vazamentos tem prova documental, fica mais do que evidente que o juiz pela metade, ao possivelmente obedecer à ordem de alguém, cometeu erro grosseiro.    

    Como se não bastasse, este é o mesmíssimo juiz do caso Banestado (haja coincidência), cuja CPI mostrou dezenas de bilhões de dólares perfeitamente confirmados como desviados, e outras dezenas a caminho de confirmação. Depois do relato de Gustavo Franco o governo federal preferiu, erradamente, optar por um acordo que prejudicaria preferencialmente o grupo de oposição. Naquela ocasião, o juiz de porta de cadeia e o doleiro Yousseff já estavam a postos.  

    Para jogar a criança de vez pela janela, basta um juiz federal (sempre existirá um deles prá fazer qualquer coisa) impedir as empreiteiras envolvidas de participar de licitações públicas, bingo.

    • Meu querido

      Qualquer um põe na imprensa o que quiser, o Moro em momento algum disse que é verdade ou que é mentira. E nem poderia fazê-lo.

      Você acredita no que o Globo e a Folha dizem ? Problema seu. Não do juiz.

      Quem se sentir ofendido que acione os veículos na justiça ?

      Qem te disse que o que saiu na imprensa é correto ? Pode ter sido inventado, não.

      Só faltava você exigir que o juiz interpelasse quem publicou ou decreta-se silêncio na mídia.

      A cereja do bolo foi permitir que um advogado falasse, como se o juiz pudesse calar o advogado de um processo que não está sob sigilo de justiça.

      CAda vez estou mais convencido que tem gente com uma puta saudade da ditadura. Da censura a imprensa e a justiça. Só pode. Não tem outra explicação.

      • Tres interrogações

        Alex,

        O juiz, em minha opinião, é pau mandado, e pau mandado não pode falar nada.

        Quanto ao resto de teus argumentos, realmente sofríveis ( encaixou tres interrogações em quatro frases, socorro – é recurso sempre utilizado pelos que não têm argumentos coerentes), me levam a pensar que você vive em outro país, possivelmente o da Casa de Saud.

          • “mata no peito”

            Alex,

            E JBarbosa foi o quê ? Veja agora o figuraça, depois que perdeu a utilidade. GMendes deverá seguir o mesmo caminho, e ambos no STF, imagine os juízes dos andares de baixo, o que não fazem prá “subir na vida”, o caso de Luiz “mata no peito” Fux .

          • Elelê

            Eu sei que o fato de Joaquim Barbosa ter preferido o ostracismo e não cumprido a profecia de 11 entre cada 10 governistas de que ele tinha pretensões políticas incomoda vocês.

            KKKKKKKK

          • Eu acho que ele tinha sim

            Eu acho que ele tinha sim pretensões políticas, é a política que não mostra muitas pretensões para ele. O Judiciário brasileiro seguiu seu método clássico de degola: a aposentadoria voluntária. Não parece um cenário muito animador para quem pretende seguir uma carreira política com o discurso moralista da UDN. O próprio Barbosa, ao ver vários aspectos execráveis de sua vida serem tornados públicos(como a misteriosa compra de um AP d eluxo em Miami por 5 dólares)reclamou de como era sujo o jogo político. Barbosa sabe que a vida pública não é para ele, pois sua “reputação ilibada” seria prontamente questionada.

  19. Não precisa nem ir tão longe…

    O método usado pelo meritíssimo Moro para provocar mais delações se assemelha a tortura. Apenas se trocou o choque elétrico e o pau-de-arara pela privação da liberdade.

    Só isso já seria suficiente para definir o caráter de uma pessoa. Mas o sentimento de “justiça” de algumas pessoas, que vêem apenas chapas-brancas por aí, ficam ofuscados pelo ambiente de Salem que se instaurou no Brasil.

    Fora a eficiência altamente questionável do método. Já que, quando torturada, uma pessoa diz o que o torturador quer. No caso, ferrar o PT ou um figurão de empreiteira que deve estar envolvido de alguma forma.

    Denuncia alguma coisa e vê se cola. Depois que tudo for julgado ilegal ou sem provas, a liberdade estará garantida. E o pseudo-delator não precisou ser torturado, pois cedeu logo ao inquisidor. Se for culpado, ótimo, curtiu um mais um tempinho fora da cadeia e ainda teve a sua pena reduzida.

    Se for inocente…. bem, se for inocente, apenas conseguiu esconder melhor o roubo, né?

    Afinal, todo culpado se diz inocente. Mas nunca me explicaram o que diz um inocente.

    • Meu querido

      As preventivas da lava-jato estão todas amparadas pelo 312 do CPP.

      O resto é delírio dos governistas e gente que agora, parece que passou a defender os dois habeas corpus do GM para o Daniel Dantas.

      • Devem estar!

        Porém estão sendo usadas com objetivo diverso do espírito da lei, coisa sempre esquecida pelos burocratas, que é proteger a investigação.

        E não sou eu que estou dizendo. O próprio Moro não tem vergonha de dizer nas entrevistas que tem orgulho de dar. (o que já é um baita desvio, já que o juiz “deve falar pelos autos”)

      • Não estão, onde o art. 312 do

        Não estão, onde o art. 312 do CPP prevê a prisão preventiva como método para extrair delações dos investigados, conforme se manifestou o Ministério Público nesse caso?

        Em nenhum lugar, por isso os advogados de defesa já falam em anulação, com base em graves violações de direitos e garantias fundamentais.

      • “Art. 312. A prisão

        “Art. 312. A prisão preventiva poderá ser decretada como garantia da ordem pública, da ordem econômica, por conveniência da instrução criminal, ou para assegurar a aplicação da lei penal, quando houver prova da existência do crime e indício suficiente de autoria.

        Onde diz que a PP pode ser utilizada para extrair delações dos investigados?

    • “O método usado pelo

      “O método usado pelo meritíssimo Moro para provocar mais delações se assemelha a tortura. Apenas se trocou o choque elétrico e o pau-de-arara pela privação da liberdade.”

      Para enganar os incautos, a militancia inventou agora essa historinha, como se o juiz Moro fosse uma espécia de monarca absolutista, cujas decisões não podem ser reformadas por instancias superiores… OU seja, ele trancaria os pobrezinhos em alguma masmorra infecta, até que eles façam a delação premiada, ou lá mofarão pelo resto de suas existencias…

      ACORDEM MILITONTOS, Moro é juiz de primeiro grau, acima dele existe o TRF, o STJ e o STF. Se as prisões fossem ilegais, se se assemelhassem a tortura, esses citados tribunais teriam o maior prazer em mandar soltar todo mundo, como Gilmar Dantas fez na Satiagraha (e tantos outros casos)

      Desespero tá fazendo a galera falar mais mer#a a cada dia….

      • Olha a dificuldade de interpretação de texto.

        Se você olhar direito, não se diz que as prisões são ilegais. Apenas que são usadas com objeitvos que vão além dos justificados. O problema é que os nossos “operadores do direito” falam demais e já deixaram clara qual é a jogada. Vide o link para a entrevista com o Rodrigo Janot.

        Eu mesmo não tinha pensado nisso até ler a entrevista dele.

        Lembrando que muita gente acha que os fins justificam os meios. É uma forma de se pensar…

        (aliás, devem estar um pouco frustrados, porque a estratégia tá demorando pra colar)

        • Dificuldade de compreender o sistema judicial

          Que tem a ver o Janot com a história?

          Janot não pode mandar soltar ninguem, ele é do MPF, MPF só opina, só dá pitaco, quem decide são os tribunais.

          E os tribunais mantiveram TODAS as prisoes até agora.

      • Aliás…

        Militância de que?

        Não disse nada sobre se as acusações contra os empreiteiros são falsas ou verdadeiras. Até acho que são verdadeiras.

        A única coisa que questiono é o MÉTODO.

        Na minha humilde opinião, desnecessário, desumano e que pode levar a abusos graves, principalmente quando aplicados para perseguição do juiz a algum desafeto.

        (Ah! Justiça garantida nas instâncias superiores?? Hahahahaha!)

        • Método de que?
          Assina a

          Método de que?

          Assina a delação quem quer, em troca da redução da pena. Os caras estao com medo de puxar 30 anos de cana, igual o Valerio.

          Quem assina, entrega fatos, provas, colabora, tem reduçao de pena. Quem nao assina, paga por 100% dos crimes que cometeu.

          A regra é bem simples, clara e foi recomendada nas convençoes e tratados internacionais de combate ao crime orgenizado. Está sendo aplicada no mundo inteiro, onde há esse tipo de investigação.

          Não quer ir em cana? Simples, NAO COMETA CRIME.

           

          • Se alguém vai em cana, DEPOIS de um julgamento, OK!

            O que não pode é ir em cana, indefinidamente, ANTES do julgamento para forçar uma delação.

          • O instituto da prisão

            O instituto da prisão preventiva não pode ser utilizado para forçar delações, você não sabia disso?

            Outra informação: é assegurado aos acusados o direito de permanecer calado. Tá lá na Constituição, pode ler.

             

  20. Mãos Limpas, não mãos limpos

    A Mani Pulite (“mãos limpas”, não “limpos”) provocou a morte do juíz e procurador envolvidos, Giovanni Falconi e Paolo Borselino em atentados cinematográficos e ameaçadores ao Estado.

    O Estado capitulou sob uma aliança de direita e esquerda conduzida pelo comunista Giorgio Napolitano – hoje presidente da República, com 94 anos – e o mafioso Silvio Berlusconi, filho de um contador de um banco mafioso. O resultado foi a ascenção de Berlusconi ao poder, que dura até hoje. Foram as “negociações Estado-máfia” que gerou um processo contra o presidente Napolitano cuja maior prova – as gravações das negociações com a máfia – foram destruídas pela própria Justiça no decorrer do processo, por terem sido consideradas ilegítimas.

    Lá o crime compensou. Moro tem razão, as semelhanças entre Brasil e Itália são enormes. Infelizmente, porém, elas não estão no sistema judiciário.

    Pra bom entendedor meia palavra bastaria. Mas o recado foi pra não haver dúvidas:

    [video:http://youtu.be/Rji0KEumXlc%5D

  21. “Deixou / incentivou diversos

    “Deixou / incentivou diversos vazamentos, algo que prejudica o instrumento da delação premiada, e nenhum tribunal o questionou, nem mesmo o PGR, e quando vazou a notícia de envolvimento de um tucano, Anastasia, ele permitiu que o advogado também tucano desmentisse o tal depoimento, um escárnio quem sabe proveniente de “ordem superior”, à qual o juiz poodle de tucano prontamente obedeceu.”

    É tanta bobagem que dá até preguiça de tentar explicar (até porque a militância não quer entender nada, quer é confundir os incautos). Mas vamos lá.

    Em primeiro lugar, já esclareci isso aqui no blog, mas não interessou dar destaque: o juiz não vazou nada, ao contrário, ele LEVANTOU O SIGILO da açao penal para evitar vazamantos seletivos e manipulações. Hoje qualquer cidadão pode ter acesso às ações penais, pois acao penal é PUBLICA, em regra. E, vocem qualquer um, podemos ter acesso âs ações penais que já estão em curso. Onde está o “vazamento” em algo que é de público acesso?

    O que ainda está sob sigilo: os depoimentos da delação premiada acerca dos politicos, que NAO ESTAO COM MORO, mas NA GAVETA DE JANOT desde abril. Além disso, TAMBEM ESTAO SOB SIGILO os inquéritos ainda em andamento, inquéritos esses aos quais DEZENAS de advogados tem AMPLO ACESSO, por direito sumulado pelo STF (Sumula Vinculante 14). Portanto, dizer que foi o juiz quem vazou, quando dezenas de advogados tem amplo acesso aos inquéritos, além de carecer de provas, atende ao stalinismo militante de atacar a reputação da autoridade para livrar a cara dos investigados. Deplorável.

    “nenhum tribunal o questionou, nem mesmo o PGR” –

      sim, pois os tribunais tem uma coisa chamada conhecimento jurídico, coisa que eu expliquei acima, e por isso sabem que esses “vazamentos” qua a militância esperneia ou não existiram, ou não podem ser atribuídos ao juiz

    O PGR não tem nada que cobrar explicações de juiz de primeira instancia, são instituições distintas, instancias distintas, nãp tem nada a ver uma coisa com a outra

    Agora a pérola: “quando vazou a notícia de envolvimento de um tucano, Anastasia, ele permitiu que o advogado também tucano desmentisse o tal depoimento”

    kkk, desde quando juiz precisa permitir advogado de desmentir alguma coisa…? Advogado fala o que quer (quase sempre é mentira), não tem nada demais dizer ou desdizer alguma coisa, o que importa é o CONJUNTO PROBATÓRIO reunido pela PF.

    Conjunto esse que é robusto e enrola cada vez mais gente. Daí o porque do desespero da militancia e e dos chapas brancas em defender o indefensável……..!!

     

     

     

     

      

     

    • Muito bem

      Daí o porque do desespero da militancia e e dos chapas brancas em defender o indefensável……..!!

      Sem se preocupar se vão deixando cadáveres de reputações pelo caminho.

      Agora, que dá preguiça explicar, dá. Mas é divertido.

      Eu já dei até o link onde eles poderão encontrar seus próprios vazamentos, mas parece que ninguém teve coragem de ir lá vazar alguma coisa.

      Coisa que na verdade, a tal da blogosfera, fosse ela sincera, deveria estar fazendo, porque a grande mídia financiada é que não vai fazer.

      Segue o link de novo:

      http://www.jfpr.jus.br/

       

  22. Alguém que seja realmente

    Alguém que seja realmente sério acredita na honestidade das intenções deste Sérgio Moro?

    • Eu sou sério e acredito na

      Eu sou sério e acredito na honestidade do juiz Moro.eu a redito que ele vai mandar para cadeia vários políticos. 

  23. Com a deslegitimação do

    Com a deslegitimação do sistema representativo, pretende-se a legitimação de métodos ilegais, contrários ao Estado Democrático de Direito. Sem dúvidas, a mesma estratégia utilizada pelos militares em 1964.

    O viés anti-democrático do juíz Moro denota a incompatibilidade do Judiciário brasileiro com o regime democrático. O Judiciário – assim como outras instituições, como a polícia – permanece como resquício institucional da ditadura, por isso a tensão constante com as instituições representativas. A mídia dispensa maiores comentários, não apenas apoiou a ditadura, como a apóia até hoje.

    O presidente Lula percebeu a necessidade de adequar o Judiciário ao regime democrático quando propôs a reforma do Judiciário em seu primeiro mandato, no que recebeu forte oposição, até com a ameaça patética de greve por parte do Poder Judiciário. O CNJ, controlado pelo próprio Judiciário, foi o mais próximo que se chegou de um controle democrático do Poder Judiciário, que permanece como a aberração de ser o único dos poderes que não possui controle externo. Isso explica a distância do Judiciário da sociedade brasileira, e da recorrência em recorrer ao monopólio midiático para “legitimar” seus abusos.

  24. Sem dúvida o Paulo  tá

    Sem dúvida o Paulo  tá corretissimo, pois a corrupção por aqui não estava ainda em nem 0,000001% da italiana antes do mãos limpa e já tinha gente pensando em fazer o mesmo por aqui. E veja que por lá, Pizza, condenado aqui, foi considerado mais do que inocente, vítima de um sistema judiciário quase imoral

  25. Este juiz  Moro é corajoso

    Este juiz  Moro é corajoso mesmo? bater no sistema politico todo mundo faz, tem até  a ajuda da mídia, ultimamente foi criado diversas leis e cercou-se a politica de controles de todos os lados para “punir e fiscalizar políticos “, isto é muito  positivo , se a justiça não fosse declaradamente direitista eagir com parcialidade,  vimos isso no caso  do escândalo do Metrô de São Paulo e aquele procurador Federal (Glandys), que arquivou errado dados importantes  requisitados pela da Justiça Suiça. Quero ver este Juiz enfrentar a corrupção em áreas como do judiciário, completamente intocável, mesmo com a criação do CNJ, não se conseguiu punir com efetividade magistrados corruptos , e o pior, são  vitalícios , nós não podemos afasta-los com o nosso voto como fazemos com os políticos.

  26. Estaria corretissimo , exceto por ……..

    O juiz MORO estaria corretissimo se não tivesse atropelado uma pré  condição para a legitimidade de suas intenções : fazer uma operação MÃOS LIMPAS dentro do próprio órgão que pretende autar como o TORQUEMADA ou o ROBESPIERRE do sistema político brasileiro : o próprio poder  judiciário.

    Assim como foi feito com a Policia Federal , sem o sistema judiciário passar por uma faxina prévia , então é melhor nem começar ………………

  27. A conclusão a que se chega

    A conclusão a que se chega após ler o texto é que na Itália houve a operação Mani Puliti e aqui a Mani Pulada

  28. O artigo do juiz é antigo

    Com certeza escrito enquanto jovem e sem tanta maturidade. 

    Não há negar que o juiz é dedicado. Se 10% dos juízes criminais trabalhassem igual a ele nosso país seria melhor. Por este motivo ele é admirado entre os colegas, por mais que a maioria não concorde com seus entendimentos penais e discorde do modo de conduzir o processo. Só isso. Não vamos polemizar mais porque daqui meses esse trabalho será só dele, monumental diga-se de passagem, e o Brasil vai seguir, e será muito maior que a Itália, sem deslegitimação do sistema político.

  29. É mais grave do que eu

    É mais grave do que eu pensava. Esse cara, o Moro, é o típico udenista padrão. Nem vale a pena especular sobre sua natureza tucana. Não precisa, uma vez que o PSDB é a UDN reencarnada.

    Ele pode até ter cultura jurídica, mas isso não é ser juiz. Está totalmente contaminado por visões políticas viciadas e equivocadas. Um horror absoluto. Uma investigação dessa importância na mão desse cara é uma temeridade.

    O ideal seria tirar de suas mãos o mais rápido possível. Que vá para o STF, para as mãos sábias de um verdadeiro juiz,o Savaski. Mas a se contar com essa dobradinha com o pig, que faz campanha pela criminalização da política desde sempre, usarão todos as subterfugios para manter na República do Paraná. Alias, não é dobradinha, é uma trinca, a se contar com os delegados “anti-petralhas” da PF.

    E a Dilma ainda mantém o Zé Cardoso e seu “republicanismo”. Se ela não acordar, vão os três, a presidenta, o seu ministro e o republicanismo para o brejo, não completa o mandato

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