Rosinha diz que vai processar juiz que prendeu Garotinho após ataques a Gilmar

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN – Rosinha Garotinho emitiu uma nota pública afirmando que mandou periciar um áudio onde supostamente o juiz Glaucenir Oliveira aparece sugerindo que Gilmar Mendes recebeu suborno para soltar o ex-governador Anthony Garotinho e suspender as medidas cautelares dos demais réus em primeira instância.

A ex-primeira-dama também afirma que encaminhará a gravação para o Conselho Nacional de Justiça e para o Supremo Tribunal Federal. No áudio, que parece ter sido distribuído em aplicativos de conversa, uma voz masculina afirma que soube por terceiros que “a quantia foi alta. Vocês entendem do que eu tô falando.”

Leia, abaixo, a nota completa de Rosinha Garotinho.

Circula nas redes sociais,inclusive com divulgação por sites de notícias,uma gravação atribuída ao Juiz Glaucenir Oliveira,com afirmações que podem constituir crime contra honra praticado e falta funcional gravíssima.

Não  defender a honra do Ministro Gilmar Mendes, como seus pares no Tribunal Superior Eleitoral e Supremo Tribunal,é desacreditar toda a justiça brasileira,composta na sua maioria de magistrados corretos que decidem com base na Constituição e nas leis e nos códigos,jamais em interesses subalternos e sujos sugeridos pelo juiz Glaucenir Oliveira, citando o juiz Ralph Manhaes.

Por confiar e defender a presunção de inocência,nossos advogados estão pedindo a perícia confirmação do padrão de voz.

Caso constatada a veracidade do referido áudio e as inúmeras inverdades nele contida,não nos restará outra medida senão o encaminhamento da gravação ao Ministro ofendido,ao Conselho Nacional de Justiça e a Presidente do STF,para as providências cabíveis.

De nossa parte abrirmos novo processo criminal contra o Juiz Glacenir Oliveira,que vêm a ser o mesmo que inventou um suposto suborno e também quase provocou a morte súbita do Garotinho ao transferi-lo do hospital Souza Aguiar para a UPA de Gericinó,contra determinação médica,ameaçando de prisão médico Marcelo Jardim.
Rosinha e Anthony Garotinho.

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7 comentários

  1. Se for mesmo o tal juiz que

    Se for mesmo o tal juiz que se manifestou, vamos ver se alguma medida vai ser efetivamente tomada contra o mesmo. Vai ter que provar, com certeza. O que não ocorre quando é com o Lula, quando basta(m) “a(s) palavra(s)(??)” do(s) “dedo(s) duro.

  2. Abuso de autoridade

    Estão vendo como é importante a aprovação de uma lei que dê um basta às arbitrariedades cometidas por juízes e membro do MP?

  3. O judiciário está podre

    O sistema judiciário está infestado de fascistas, “bandidos de toga” como disse uma corregedora  e criminosos usurpadores de recursos públicos.

    Mas todo esse mal tem um lado bom: está aberta a “caixa preta do judiciário” e constatamos a podridão nela contida.

    • tem o lado bom e o fundamental…

      todo fascista é um babaca por fazer questão de nos mostrar que o seu ponto fraco é a confiança……………………..

      pois tudo o que já vimos deles é justamente o que está nos levando para o que ainda não vimos

      sacou? todo procurador juiz  fascista será consumido pelo que já consumiu de suas vítimas

      • muita coisa a ver com “religião”………………

        a fé de um no outro em série…………………………….em um juiz deus, por exemplo

        acho que é por isso que não se preocupam com a revisão………………………..

        sacou? o que um já viu leva o outro a acreditar e usar o que ainda nem viu

  4. Ao contrário do pessoal aí,

    Ao contrário do pessoal aí, não acho que o sistema judiciário inteiro se resuma a “bandidos de toga”, mas infelizmente temos essa fraqueza natural de sucumbir ao grupo, um defeito psicológico que só era bom para viver na selva.

    A única coisa que me espanta nesse áudio todo é o grau de coordenação que já está instalado na carreira, isso sim é terrível. 

    A independência judicial é pedra fundamental do sistema jurídico. A idéia original do século 18 e 19 era um juiz liberal, pensando sozinho, e decidindo apesar do que o rei e as ruas quisessem, preso ao texto da lei. Desse pressuposto é que saía uma decisão justa.

    Mas saímos da carta e do telegrama e fomos para o whatsapp. Se no tempo da comunicação lenta não havia tempo para ações coordenadas, e cada juiz era uma ilha formando as próprias convicções, agora estamos vendo quase que um colegiado. E onde há colegiado alguém puxa o trem.

    Esse excesso de comunicação conduz para a padronização, o unitarismo político seja de esquerda ou direita, o movimento de manada, e o corporativismo à última potência. A Constituição manda buscar justamente o contrário: uma sociedade plural.

    Está na hora dos juízes darem um sossega nesse negócio de grupo de whatsapp magistral, associação de classe, e se unirem mais ao porteiro, ao professor, ou até ao padre da igreja matriz da comarca como se fazia antigamente. Hora de conviverem e ouvirem classes políticas diferentes das suas, ou o destino é o totalitarismo que sempre retorna. A categoria deles deveria decidir por menos agregação da classe, e mais convívio social com as outras.

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