Brasil tem 359 óbitos por COVID-19; taxa de letalidade sobe para 4%

O Ministério da Saúde informou no final da tarde desta sexta (3) que o Brasil tem 9.056 casos confirmados de coronavírus

Jornal GGN – O Ministério da Saúde informou no final da tarde desta sexta (3) que o Brasil tem 9.056 casos confirmados de coronavírus, 359 óbitos e taxa de letalidade subiu de 3,5% para 4%. Do total de casos, 62,5% estão no Sudeste.

Nas últimas 24 horas, o Brasil ganhou 1.046 casos novos, um acréscimo de 15%. Segundo o ministério, a taxa está abaixo da estimativa esperada, de 33% de crescimento diário.

Os óbitos evoluíram 20% em 24 horas. Foram 20 mortes pela doença confirmadas desde o dia anterior.

Você pode fazer o Jornal GGN ser cada vez melhor.

Assine e faça parte desta caminhada para que ele se torne um veículo cada vez mais respeitado e forte.

Assine agora

Leia também:  Coronavírus: Depen quer gastar R$ 20 mi em mais munição para conter possíveis rebeliões em presídios

1 comentário

  1. Ainda há muitos problemas nas estatísticas da pandemia. Especulo com base no que li:
    1) Número de casos. Os países têm capacidades distintas e seguem políticas diferentes de testagem. Isso faz com que as comparações internacionais sejam questionáveis. Uma alternativa para contornar uma pouco esses problemas é examinar a taxa de crescimento (percentual) dessa variável, sob a hipótese de que cada país não altera sua política.
    2) Número de óbitos. É uma estatística mais precisa do que a referente ao número de casos. Mesmo assim, há problemas de identificação de causa morte, e, para alguns países, (Equador, Ucrânia, entre eles) os números, segundo o que li, não são confiáveis. Mesmo países desenvolvidos apresentam problemas. O mais chocante deles é o caso da França que até há poucos dias simplesmente não contava os óbitos que ocorriam em casa de repouso (mais informações no worldmeter).
    3) Consequentemente, a taxa de mortalidade é um indicador problemático, principalmente para efeitos de comparações internacionais. Outro problema relativo a esse indicador é que ele depende das possibilidades de atendimento médico de cada país.
    4) O número de mortes por habitante parece-me um indicador importante. Ele depende, é claro, da composição etária das diferentes populações, condições de atendimento médico e da contagem das mortes. Mas, por isso mesmo, esse indicador talvez sintetize o que ocorre em cada país.

Deixe uma mensagem

Por favor digite seu comentário
Por favor digite seu nome