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13 comentários

  1. Mídia foi parceria da delinquência de Moro, diz Janio de Freitas
    : janio
    “É preciso dizer que os atos delinquentes de Sergio Moro, Deltan Dallagnol e outros da Lava Jato só puderam multiplicar-se por contarem com o endosso de vozes e atitudes que deveriam eliminá-los. É preciso dizer que a imprensa, incluído o telejornalismo, foi contribuinte decisivo nas ilegalidades encabeçadas por Sergio Moro. Aceitou-as, incensou-o, procurou tornar o menos legíveis e menos audíveis as deformações violadoras da ordem legal e da ética judiciária”, diz o jornalista Janio de Freitas

    https://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/396883/M%C3%ADdia-foi-parceria-da-delinqu%C3%AAncia-de-Moro-diz-Janio-de-Freitas.htm

  2. SUPREMO, CNJ, CNMP E O PIG SÃO DELINQUENTES!
    Tanto quanto o Moro e o Dalanhinho, segundo Janio de Freitas

    Supremo, CNJ, CNMP e o PiG são delinquentes!

    Nada aconteceu ao acaso nesta etapa fúnebre do nosso fracasso como país. A partir de tal premissa, é preciso dizer que os atos delinquentes de Sergio Moro, Deltan Dallagnol e outros da Lava Jato só puderam multiplicar-se por contarem com o endosso de vozes e atitudes que deveriam eliminá-los. É preciso, pois, distribuir as responsabilidades anexas à delinquência, não pouco delinquentes elas mesmas.

    É preciso dizer que a imprensa, incluído o telejornalismo, foi contribuinte decisivo nas ilegalidades encabeçadas por Sergio Moro. Aceitou-as, incensou-o, procurou tornar o menos legíveis e menos audíveis as deformações violadoras da ordem legal e da ética judiciária.

    Os episódios de transgressão sucederam-se, ora originários de Moro, ora do ambiente de fanatismo imperante entre os procuradores. Com o cúmulo do desatino e do extemporâneo no espetáculo de Deltan e da psicótica rosácea de acusações ao alvo de sua obsessão.

    É preciso dizer que as advertências de juristas e advogados de alta reputação, não faltando nem livros de reunião e análise de muitas das transgressões, tiveram mais do que o espaço para o escapismo do “nós publicamos”. Foram vistos muitas vezes como interesseiros políticos ou profissionais. Era, no entanto, o caso de clamor, de defesa aguda dos princípios constitucionais e da legislação, se a imprensa quer afirmar-se democrata, ao menos quando se trata da sua liberdade plena.

    A conduta da imprensa tem nomes, não foi anônima nem está encerrada. Nem corrigida: as críticas de um ou outro comentarista não compensaram o rápido esvaziamento das revelações do competente The Intercept Brasil.

    É preciso dizer que a mais alta instância de defesa dos direitos civis, da Constituição e do corpo de leis foi coadjuvante nas condutas ilegais de Sergio Moro. O Supremo Tribunal Federal, principalmente pelos ministros Teori Zavascki e Edson Fachin, relatores da Lava Jato, Cármen Lúcia e Luiz Fux, teve o dever de reprimir, cedo, qualquer pilantragem judicial. Preferiu não o fazer, ou por demagógico medo de desagrados externos, ou por sujeição majoritária à ideologia. Poucos ficaram ilesos.

    É preciso dizer que o Conselho Nacional de Justiça está necessitado de recuperação judicial. Sua razão de ser é zelar por prestação de Justiça a mais coerente com a legislação, o que implica correção processual, imparcialidade e ética, como explicitadas nos códigos específicos. Apesar disso, nenhum recurso, advertência ou aviso sobre o infrator Moro teve mais consequência do que o arquivamento. Em mais de meia centena de casos, endosso das artimanhas de Moro sem exceção. O papel do CNJ é vizinho do vergonhoso.

    É preciso dizer que o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) praticou justiça: deu aos dallagnois o aval que seu equivalente na magistratura deu a Sergio Moro. Esse conselho é o vizinho do vizinho. Mas no Ministério Público não basta a quota de responsabilidade dos procuradores em Curitiba e no CNMP.

    A proteção dada pelo então procurador-geral Rodrigo Janot foi a todos os abusos de poder, perversões na invocação de leis, arbitrariedades com as famílias de delatados. Mais de uma vez, Janot divulgou notas de restrição a condutas abusivas. Todas só para enganar a opinião pública, todas descumpridas com o seu amparo.

    É indispensável reconhecer que Gilmar Mendes esteve certo nos seus ataques a procedimentos de Sergio Moro e dos procuradores da Lava Jato. Sem subscrever suas pesadas palavras, o sentido do muito que disse, com desprezo de vários colegas, foi verdadeiro. Os que apontaram as condutas transgressoras da Lava Jato foram muito atacados, mas eram os que estavam certos. Está provado, com as vozes dos políticos Sergio Moro e Deltan Dallagnol.

    https://www.conversaafiada.com.br/politica/supremo-cnj-cnmp-e-o-pig-sao-delinquentes

    Leia livros
    Duas edições recentes e muito apropriadas para estes dias. Do alemão Heinrich Böll, Prêmio Nobel de 1972, o pequeno e original “A Honra Perdida de Katharina Blum” (ed. Carambaia) é, entre outros méritos, uma granada no sensacionalismo dito jornalístico.

    “Repórter” (ed. Todavia), de Seymour M. Hersh, um dos raros nomes mundiais do jornalismo, é uma biografia profissional com valioso efeito simultâneo: desnuda o misto de hipocrisia, dominação, guerra, conspiração, assassinato, mentira por trás do que é dito e mostrado ao povo do eixo do mundo. E, portanto, a todo o planeta.

  3. A LAVA JATO E A DESTRUIÇÃO DA ENGENHARIA NACIONAL
    Por Redação

    15 de junho de 2019 : 11h18 em o Cafezinho

    Notícia publicada na Folha de hoje informa que a Odebrecht, até pouco tempo a maior empresa de construção civil do país, uma espécie de joia da coroa da engenharia nacional, que empregava centenas de milhares de pessoas e tinha obras no mundo inteiro, pode entrar em recuperação judicial a qualquer momento.

    A Caixa, um dos bancos credores da empresa, decidiu executar a dívida da empresa, uma iniciativa que, segundo a Folha, é “suicida”, porque pode resultar em acabar por não receber nada.

    Segundo a Folha, a decisão da Caixa foi tomada porque a estatal quer uma fatia da Brasken, o último “ativo” valioso da Odebrecht. Outros bancos, como Itaú, BB e Bradesco, já tem, como garantia, participação na Brasken, a petroquímica pertencente à Odebrecht.

    A reportagem diz ainda que, segundo advogados ligados ao processo, será difícil evitar que a Odebrecht peça recuperação judicial, sob argumentação de que os recursos da empresa estão se esgotando e será preciso assegurar algum tipo de proteção ao salário dos funcionários contra a sanha dos credores.

    A notícia vem no mesmo dia em que as revelações do Intercept, de conversas privadas entre o juiz Sergio Moro e Deltan Dallagnol, mostra que este último violou o sigilo de depoimentos de executivos da empreiteira. Dallagnol revelou ao juiz o teor de depoimentos sigilosos, os quais, pela lei da Organização Criminosa, devem ficar sob guarda apenas do Ministério Público, e não envolver o juízo.

    A Odebrecht foi praticamente destruída pela Lava Jato. De uma das mais sólidas empresas do país, hoje é uma firma endividada, prestes a pedir recuperação judicial, atacada judicialmente no mundo inteiro.

    As vítimas dessa brutalidade judicial não foram os altos executivos dessas grandes firmas de engenharia, a maior parte dos quais simplesmente se retirou com seu patrimônio acumulado e vive bem, e sim milhões de trabalhadores de empresas que prestavam serviço, há décadas, para o grupo de construtoras que a Lava Jato destruiu ou quase.

    Até mesmo a pergunta sobre quem pagará por esse crime contra a segurança econômica do país é fútil agora, porque não há como se pagar. Ninguém pode pagar, nem sequer calcular o prejuízo, que deve montar a casa das centenas de bilhões de reais, e que, inclusive, não pode ser medido apenas em valor financeiro, mas sobretudo em empregos e negócios destruídos.

    Com as revelações do Intercept, e o aumento da instabilidade política do governo e do país, é possível que investidores se retraiam e haja ainda mais dificuldade para que o mercado de construção civil, em queda livre desde o início da Lava Jato, volte a se recuperar.

    https://www.ocafezinho.com/2019/06/15/a-lava-jato-e-a-destruicao-da-engenharia-nacional/#comment-597487

  4. GLOBO DETONA MORO E DALLAGNOL NO ZORRA TOTAL
    Reprodução

    Criticada por blindar o ex-juiz Sergio Moro, a Globo demonstrou, neste sábado, que seu humor é mais sério do que seu departamento de jornalismo; num quadro do programa Zorra Total, Moro e Dallagnol foram parodiados pela fraude processual cometida contra o Lula, que prendeu o presidente mais popular da história do Brasil, fraudou o resultado das eleições presidenciais de 2018, arruinou a economia nacional e permitiu a acensão da extrema-direita ao poder no Brasil

    https://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/396892/Globo-detona-Moro-e-Dallagnol-no-Zorra-Total.htm

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