21 de maio de 2026

Interino na Saúde, general Pazuello defende cloroquina e isolamento social

Pazuello usa como exemplo a própria família para fazer propaganda a favor da cloroquina

Jornal GGN – O general Eduardo Pazuello concorda com Jair Bolsonaro e acha que a cloroquina pode ser incorporada ao tratamento contra coronavírus, mesmo sem existência de estudos científicos comprovando sua eficácia.

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Segundo informações do Painel da Folha desta terça (19), Pazuello usa como exemplo a própria família para fazer propaganda a favor da cloroquina. “Uma irmã e um sobrinho, com menos de 20 anos, tiveram Covid-19 e foram tratados com o medicamento.”

Apesar disso, Pazuello tem defendido o isolamento social como a melhor forma para evitar o colapso do sistema de saúde.

Painel ainda revela que Pazuello se comportou como ministro da Saúde mesmo quando era o número 2 da Pasta, ao lado do ex-ministro Nelson Teich – que saiu do governo semana passada, justamente por recursar-se a assinar um protocolo que impõe a cloroquina no tratamento contra covid-19.

“Segundo secretários estaduais, o general já se comportava como ministro e falava diretamente com alguns, atropelando Nelson Teich.”

Ministério da Saúde confirma general Pazuello como interino

 

Redação

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5 Comentários
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  1. Flavio

    19 de maio de 2020 10:12 am

    Militar é treinado para ser abestado. Esse é abestado e burro.

  2. Bo Sahl

    19 de maio de 2020 11:10 am

    O despresidente atira com as duas patas, digo armãozinhas, para tentar salvar suas estultices e sua pele, já que gastou dezenas de milhões, até “ajuda” da Índia para fabricar um medicamento que ele causou a falta por suas declarações indevidas de jardim e ocupando laboratórios das FFAA para fabricá-lo.
    Tudo sem aprovação e em desacordo de quem quer que seja, inclusive do seu próprio ministério da saúde e instituições médicas, universitárias e de pesquisa.
    Em meio à uma grave pandemia, isso (também) não é crime de responsabilidade?

  3. jcordeiro

    19 de maio de 2020 1:22 pm

    Nassif: o grande problema da cloroquina é que em dose pequena cria resistência no que pretende atacar. Se em dose cavalar, mata tudo, inclusive o paciente. Possivelmente o general nunca tomou a desgraça, nem por malária. Pouco importa com o que acontece com a povalha. Em tempo de guerra (a favor do Mercado), como agora, militar tem missão de matar, não de salvar vidas. E dentro da hierarquia a ordem tem de ser cumprida…

  4. Carlos Elisio

    19 de maio de 2020 1:40 pm

    Estao querendo mesmo desovar por decreto a cloroquina que as FAs fabricaram a mando do bozo?
    Crime de responsabilidade do despresidente incompetente?

  5. Rui Ribeiro

    19 de maio de 2020 10:24 pm

    Ele devia defender também os feijões milagrosos do Pa$tor Valdomiro

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