10 de junho de 2026

Prescrição beneficia procurador de Curitiba que pagou outdoor a favor da Lava Jato

Sindicância foi arquivada "já que o prazo para punir Castor encerrou-se em abril deste ano, um ano após o caso do outdoor chegar à Corregedoria"

Jornal GGN – A prescrição de uma reclamação à Corregedoria do Ministério Público Federal beneficiou o procurador Diogo Castor de Mattos, que atuou na Lava Jato. Com recursos próprios, ele pediu a uma pessoa de confiança para instalar um outdoor [imagem acima] em apoio à Lava Jato em Curitiba.

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Depois de meses de apuração, a Corregedoria concluiu que Diogo merecia ser sancionado pela irregularidade que fere a imagem do MPF. Mas nenhuma penalidade foi imposta porque houve uma espécie de prescrição. A informação é do UOL desta segunda (27).

“Pouco antes de deixar a operação [em abril de 2019], Castor pagou por meio de um ‘contato pessoal’ a instalação de outdoor comemorativo aos cinco anos da Lava Jato. Em depoimento prestado em maio deste ano, Castor disse queria ‘elogiar e levantar o moral do grup’, o qual vinha sendo injustamente pressionado e atacado, segundo ele.”

A Corregedoria decidiu “arquivar a sindicância, já que o prazo para punir Castor encerrou-se em abril deste ano [2020], um ano após o caso do outdoor chegar à Corregedoria. Houve, portanto, uma prescrição”, definiu o UOL.

Antes de Diogo admitir o outdoor, a Lava Jato em Curitiba tentou emplacar na Corregedoria a tese de que o procurador estava com problemas psiquiátricos e não poderia responder por seus atos.

Redação

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6 Comentários
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  1. Prescrição

    27 de julho de 2020 11:39 am

    OK, “prescreveu”. Como foi p processo que levou à “prescrição”? Quem deixou na gaveta?

    1. Schell

      27 de julho de 2020 11:55 am

      Como sempre e sempre e sempre, exceto para os inimigos, essa dita corregedoria que, de corregedoria só tem o nome e a despesa, prevaricou porque são tão bolsonários quanto os lavajatistas. Merda.

      1. Bruno

        27 de julho de 2020 1:46 pm

        Cadê os políticos petistas que não denunciam no Conselho do MP estes corregedores por prevaricação?

        O incômodo, não sei nem se chega a ser dor de cabeça, vai valer a pena pra debater e expor a prevaricação deles. Por que só contra Lula que há decisões recordes? Quais os critérios pra engavetar ou analisar?

        1. Adma Viegas

          27 de julho de 2020 3:07 pm

          Conselho do MP? Você já viu as decisões desse órgão?

      2. Carlos Elisio

        28 de julho de 2020 4:21 pm

        Não deveria se chamar corregedoria mas sim “Corredoria”, pois corre de qualquer processo ou punição contra chegados.

  2. naldo

    27 de julho de 2020 1:37 pm

    Mas como assim? Prescrição ou prevaricação por não fazerem o trabalho devido?

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