5 de junho de 2026

Apenas 12 partidos preenchem cláusula de barreira em 2022

Sete dos 16 partidos que não atingiram cota elegeram parlamentares em número insuficiente para atender critério, segundo TSE
lula bolsonaro
MARCELLO CASAL JR / AGÊNCIA BRASIL

Apenas doze dos 28 partidos e federações partidárias em atividade no Brasil conseguiram atender a cláusula de barreira estabelecida em 2017, e apenas essas siglas poderão contar com dinheiro do Fundo Partidário e usar o tempo de propaganda política em rádio e televisão.

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Balanço divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) afirma que a cláusula de barreira foi cumprida pelas federações PT/PCdoB/PV, PSDB/Cidadania e Psol/Rede, além dos partidos MDB, PDT, PL, Podemos, PP, PSB, PSD, Republicanos e União Brasil.

Sete dos 16 partidos que não atenderam a meta chegaram a eleger deputados federais, mas em número insuficiente pelos critérios estabelecidos pela Emenda Constitucional 97: Avante, PSC, Solidariedade, Patriota, PTB, Novo e Pros.

Os outros partidos que ficaram de fora – Agir, DC, PCB, PCO, PMB, PMN, PRTB, PSTU e UP – sequer tiveram parlamentares eleitos.

Para que recebam mais suporte financeiro de origem pública a partir de fevereiro de 2023, essas siglas têm como alternativas recorrer à fusão, incorporação ou federação com legendas que obtiveram melhor desempenho nas urnas.

O ápice da cláusula de barreira deve ser registrado nas eleições gerais de 2030. Na ocasião, só terão acesso a recursos públicos e a tempo de televisão os partidos que atenderem aos seguintes critérios:

 – Elegerem pelo menos 15 deputados federais, distribuídos em pelo menos um terço das unidades da Federação; ou

 – Obtenham, nas eleições para a Câmara dos Deputados, no mínimo 3% dos votos válidos, distribuídos em pelo menos um terço das unidades da Federação, com um mínimo de 2% dos votos válidos em cada uma delas.

Com informações da Agência Senado

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Tatiane Correia

Jornalista, MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo. Repórter do GGN desde 2019.

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Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

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