Bolsonaro visita EUA, Chile e Israel este mês

Estão na lista de prioridades das Relações Exteriores encontros com os Estados Unidos, Chile e Israel, anunciou Itamaraty

Foto: Reuters

Jornal GGN – Na agenda internacional do presidente Jair Bolsonaro, além dos encontros que já ocorreram junto ao opositor Juan Guaidó, que se autoproclamou presidente da Venezuela, estão também na lista de prioridades das Relações Exteriores encontros com os Estados Unidos, Chile e Israel.

As visitas oficiais devem ocorrer ainda neste mês de março, informou o ministro do Itamaraty, Ernesto Araújo, nesta sexta-feira (01). A decisão ocorreu após um encontro de Araújo com o vice-presidente, o general Hamilton Mourão, na manhã de hoje. A reunião ocorreu para tratar sobre a comissão Brasil-China, coordenada por Mourão.

Apesar de o anúncio ter sido cravado por Araújo, as datas ainda devem ser decididas junto ao mandatário e aos representantes dos três países. A mais esperada pelo grupo de Bolsonaro é com o presidente norte-americano Donald Trump, que deve ser fechada entre os dias 17 e 19 de março.

Bolsonaro e Trump conversaram por telefone, no ano passado, logo após o anúncio da vitória do então candidato da extrema direita nas eleições brasileiras. Na ocasião, o presidente dos EUA mostrou interesse em fechar acordos na área comercial e militar.

Ao Chile, a reunião de Bolsonaro com o presidente Sebastián Piñera deve ocorrer logo em seguida, entre os dias 21 e 23 deste mês. Também no ano passado que Jair Bolsonaro mostrou a intenção de visitar o presidente chileno, pela compatibilidade de alinhamento de políticas.

Já a Israel, os compromissos internacionais devem ser marcados para o final do mês e o início de abril, antes da eleição em Israel. O objetivo é que Bolsonaro retribua o gesto de Benjamin Netanyahu, que esteve na posse do presidente do Brasil, além de tentar ajudar o país com envio de militares e equipamentos após o rompimento da barragem de Brumadinho, em Minas Gerais.

1 comentário

  1. FHC, nos seus dois mandatos, fez volta ao mundo enquanto a miséria grassava por aqui. Mas ele, diferentemente de seus sucessores, escondeu a miséria de seu povo e exibiu a sua verve em idiomas diversos, o moreno de Haya. Achou que talvez representasse a nossa elite.
    Bolsonaro, pelo jeito, também vai optar pelo tour, mas como não fala bem nem o português, quem sabe aproveite para fazer um intercâmbio.

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