17 de junho de 2026

Campanha alerta para falta de informação sobre alimentos não saudáveis

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do Idec

Campanha alerta para falta de informação sobre alimentos não saudáveis

A Aliança pela Alimentação Adequada e Saudável, rede de organizações e de especialistas da qual o Idec faz parte, lança hoje (01) a campanha de conscientização Você tem o direito de saber o que come

A ação tem como peça principal um vídeo de alerta sobre as reais características nutricionais de produtos ultraprocessados, que podem conter rótulos com informações enganosas. 

O filme será exibido nos intervalos da programação de televisão aberta a partir desta quarta-feira e também haverá peças de comunicação em rádio, internet e espalhadas em locais públicos de várias cidades brasileiras.  

No vídeo, uma família consome alimentos ditos como naturais e saudáveis em suas embalagens que, de forma metafórica, transformam-se em açúcar refinado e gordura, ingredientes que em excesso podem ser prejudiciais à saúde.

A nutricionista do Idec Ana Paula Bortoletto, uma das idealizadoras da campanha, explica que a intenção é chamar a atenção da população sobre alguns produtos que não destacam em suas embalagens o excesso de ingredientes que podem ser prejudiciais à saúde, como açúcar, sal e gorduras.

“Quando realizamos pesquisas para a campanha, muitos entrevistados ficaram surpresos ao serem informados sobre a quantidade desses ingredientes presentes nos produtos, e em tantos outros anunciados como saudáveis, o que demonstra a falta de informações claras sobre o que as pessoas consomem”, destaca.

A epidemia de obesidade

A obesidade é a causa de diversas doenças crônicas não transmissíveis e de pelo menos 13 tipos de câncer, segundo o Inca (Instituto Nacional do Câncer) em relatório lançado este ano. Em 2016, mais de 650 milhões de pessoas estavam obesas no mundo, de acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde).  

“O consumo de ultraprocessados é um dos principais responsáveis pelo aumento da população obesa e com excesso de peso no Brasil e no mundo. E estes produtos são, na maioria das vezes, vendidos via publicidade e rótulos enganosos”, explica Bortoletto.

Redação

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4 Comentários
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  1. Anarquista Lúcida

    3 de novembro de 2017 6:56 pm

    Seria melhor se a matéria falasse que alimentos sao esses…

    .

  2. Bruno Cabral

    3 de novembro de 2017 9:41 pm

    Transgenicos

    Tenho muita dificuldade em comprar oleo nao transfegico nas redes de supermercado na cidade onde moro. Carrefour, Extra, Bompreço, Pão de Açucar, supermercados menores, só se encontra óleo de soja ou milho. Quando muito se encontra canola ou girassol, mas de algodão é quase impossivel.

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=sWxTrKlCMnk%5D

  3. Bruno Cabral

    3 de novembro de 2017 9:43 pm

    Video da campanha

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=FC6eWYBYsSQ%5D

  4. valdir freire

    4 de novembro de 2017 1:12 am

    Aqui em São Paulo TODOS os

    Aqui em São Paulo TODOS os óleos de cozinha são de propriedade da criminosa Cargill. Ainda existe no Brasil uma instituição chamada CADE?????

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