A tragédia gaúcha

A tragédia das finanças do Rio Grande do Sul é antiga. Foi agravada no governo Antonio Britto, quando o governador acreditou que o crescimento da economia, no pós-real, prosseguiria no mesmo ritmo do segundo semestre de 1994 – quando foi estimulada por excesso de liquidez e câmbio super-apreciado. Britto apostou no crescimento, aumentou despesas com pessoal, e depois foi apanhado de calças curtas.

Depois de Britto, o estado passou por Olívio Dutra, do PT, e por Germano Rigotto, do PMDB. Nenhum deu jeito nas contas. O desafio agora está em mãos de Yeda Crusius, do PSDB. Seu primeiro ato foi tentar aumentar os impostos, solução que ninguém mais aceita. Agora fala em segurar despesas por cem dias. É uma solução paliativa. Se não se cercar de quadros de primeira, Yeda fracassará onde seus colegas já fracassaram.

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