O novo modelo brasileiro – 2

Do leitor Sidney Vieira Carvalho sobre o novo modelo de desenvolvimento brasileiro:

Acredito que um novo modelo deva partir de paradigmas estabelecidos socialmente, baseados na necessidade de bem estar e melhoria de vida das populações em geral e, no Brasil, das populações mais pobres especificamente.

Assumir que o Estado “desenvolvimentista” era paternalista em suas políticas (quais? as industriais, certamente; as sociais, tenho dúvidas) e que um modelo que amplie a escala dessas políticas sem a efetiva participação popular na sua elaboração e controle me parece um equivoco.

Também me causa estranheza quando diz que um Estado Gerencial caminharia para a resolução dos problemas. Penso na constante precarização da vida urbana nos diferentes estados da federação, por exemplo, e vejo que apenas uma ação concertada e ampla nessas áreas (e em muitas outras) para reverter o estado de coisas.

Sem ilusões de que um estado mínimo e uma competitividade empresarial possam resolver problemas que apenas o Estado tem escala e instrumentos (mesmo que precários) para resolvê-los.

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