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Eduardo Cunha

A condução de Sérgio Cabral é um ponto de não-retorno, por Arkx

Enquanto Cabral e Amigos dos Amigos de Lula são ultrajados como troféus da caça à corrupção alheia uma pergunta paira incomodamente no ar: onde está Cunha?
 
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Por Arkx
 
 
já passamos por vários pontos de não retorno. eles tem sido ultrapassados apenas para provar o quanto fundo se pode descer num poço cavado por nós mesmos. Exemplo:
 
após sofrer condução coercitiva, Lula concede longa entrevista coletiva, na qual promete a “volta da Jararaca” para de novo percorrer as ruas do Brasil. como sempre, rapidamente voltou a ser o velho e pacato Lulinha Paz e Amor. afinal, como afirma categoricamente num dos grampos: “Eu não quero incendiar o país. Eu sou a única pessoa que poderia incendiar este país". o Brasil acabou incendiado do mesmo jeito, com Lula chorando abraçado com Dilma.
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Temer perde ação contra Joesley e é condenado a pagar R$ 60 mil

Presidente acusou empresário de fazer declarações "difamatórias" ao apontar o emedebista como chefe da "maior e mais perigosa organização criminosa" do país
 
Foto: Agência Brasil 

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Jornal GGN - A 10ª Vara Cível de Brasília negou o pedido de indenização de R$ 600 mil feito pelo presidente da República, Michel Temer (MDB), contra o dono da JBS, Joesley Batista, por calúnia, injúria e difamação motivada por um entrevista concedida pelo empresário à revista Época, em junho do ano passado, onde dizia que Temer era o líder "da maior e mais perigosa organização criminosa” do Brasil.  
 
Na decisão assinada pelo juiz Jayder Ramos, proferida no dia 12, o presidente também foi condenado a pagar 10% do valor do pedido (R$ 60 mil) para as custas processuais e honorários advocatícios. Na ação protocolada pelo emedebista, seus advogados afirmavam que as declarações de Joesley "abalaram o país" e que o delator só apresentou "especulações" e "passou a mentir descaradamente". O valor de indenização, portanto, poderia servir de "desestímulo" às investidas de Joesley.
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Alicerces institucionais degeneraram até nenhum mais funcionar, por Janio de Freitas

 
Jornal GGN - O que os politicamente menos alienados, sejam de direita ou esquerda, se deparam hoje é com imenso grau de tensão e incertezas. Os alicerces institucionais criados pela Constituição Cidadã degeneraram de tal forma nos últimos três anos que a imagem que do país se quebrou em todos os sentidos. Esta é a tônica do artigo de Jânio de Freitas, na Folha. O descalabro da atuação do Executivo, em sua imoralidade, no Legislativo, em sua ignorância e indecência, e no Judiciário, por fastio de presunção projetada, terminam por empurrar o país para um lugar onde nunca imaginou estar.

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MPF pede 387 anos de prisão para Cunha por esquema na Caixa

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - O Ministério Público Federal em Brasília pediu a condenação de Eduardo Cunha (MDB) a 387 anos de prisão por corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro. O pedido foi feito no âmbito da ação penal em que o deputado cassado foi acusado de receber propina em esquema na Caixa Econômica Federal. Segundo a Folha desta terça (16), com a apresentação das alegações finais, a sentença deve sair até o mês que vem.
 
Na mesma ação, a Procuradoria requereu que o ex-ministro Henrique Eduardo Alves (MDB), acusado de atuar em conluio com Cunha, seja condenado a 78 anos de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
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‘Perdemos capacidade de gerar previsão do sistema político’, afirma Avritzer

Crise do sistema democrático no Brasil comprometeu previsibilidade das eleições e do próprio rumo do país, ponderá cientista político 
Os cinco fatores que levaram a crise da democracia brasileira: oposição, Eduardo Cunha, interação excessiva entre Mídia e Judiciário, STF e redes sociais

 
Jornal GGN – O quadro de instabilidade política no Brasil chegou a tal ponto que os analistas mais preparados perderam completamente a capacidade de gerar previsibilidade sobre os resultados da próxima eleição em 2018 e, mais do que isso, em que condições se dará o novo pleito. A avaliação é do professor Leonardo Avritzer, durante sua participação na segunda rodada do Ciclo Pensando a Democracia, a República e o Estado de Direito no Brasil, realizada em abril, em São Paulo.
 
O atual coordenador do Projeto Democracia da Fafich-UFMG levantou o que chamou de cinco motivos pelos quais defende que, desde 2013, o país vive um estado de crise do sistema democrático.
 
O primeiro deles foi a oposição não ter aceitado o resultado das eleições de 2014, e uma das evidências foi a entrevista que o senador Aécio Neves concedeu ao jornal O Globo com o título “Eu fui derrotado por uma organização criminosa”, no início de novembro daquele ano. 
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Cunha estaria preparando sua filha para eleições 2018

 
Jornal GGN - Da prisão, o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) estaria preparando a sua filha, Danielle Dytz da Cunha, também alvo de investigações da Operação Lava Jato, para ocupar a vaga deixada por ele na Câmara dos Deputados nas eleições do próximo ano.
 
A informação foi divulgada pelo blog do Camarotti, que informa, ainda, que a ideia de lançar a filha na política surgiu desde que Cunha foi cassado da Câmara dos Deputados. Ainda, supostamente, Danielle já apresentaria alguma desenvoltura e mobilização pelas redes sociais.
 
Ainda em 2015, a filha de Cunha, que é publicitária, já transitava pelos corredores da Câmara e chegou a ganhar algumas contas de deputados para promover os mandatos, com o trabalho de assessoria e divulgação.
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Os fakenews e o caso Eduardo Cunha, por Luis Nassif

 
Circulou hoje de manhã, na rede, um programa de TV web onde se afirma que eu teria sido ameaçado de morte, para ter escrito que Eduardo Cunha é um preso exemplar, que usa seu tempo rezando ou estudando seu processo. E que não teria influência no jogo político atual.
 
A informação e a análise me foram passadas por José Dirceu, que foi seu companheiro de prisão.
 
Há um risco grande para a contra-corrente, se começar a endossar fakenews. A única arma que os blogs mais sérios têm é a credibilidade da notícia e a profundidade das análises. É o diferencial em relação à mídia.
 
Se forem contaminados pelas pirações da Internet, perdem a sua maior arma de combate e se igualam aos blogs fakes que estão espalhados por aí.

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Xadrez do fator Marun e dos fake prosecution, por Luis Nassif

Peça 1 – o significado da nomeação de Marun

Um velho conhecido, que consegue tirar lições da história aplicáveis ao momento atual, me alerta para os seguintes pontos:

A nomeação do gaúcho-matogrossense Carlos Marun para a articulação política do governo Temer, é sinal de guerra. Tem o mesmo significado da nomeação de Benjamin Vargas, o Bejo, em fins de 1945, que acendeu todas as luzes da oposição para os propósitos continuístas de Vargas.o foi nomeado para o Departamento Federal de Segurança Pública, o equivalente à Polícia Federal de hoje. A nomeação recebeu a leitura geral no meio politico e militar de que as eleições presidenciais prometidas não se realizariam. Não havia outra explicação para a nomeação do agressivo Bejo Vargas.

- São nomeações indicativas de uma intenção. Qual a intenção clara a meu ver? Temer deseja sua candidatura à reeleição e Marun tem o perfil de um tanque Panzer para ser o aríete desse projeto.

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O desespero analítico dos derrotados morais, por Aldo Fornazieri

O desespero analítico dos derrotados morais

por Aldo Fornazieri

O fracasso moral do golpe se assemelha a um grande depósito de lodo e lixo acumulado ali por uma imensa enxurrada que devastou as praças, ruas e avenidas de uma grande cidade. Neste depósito não estão apenas os líderes do golpe, hoje os políticos mais rejeitados do país, mas também os seus escudeiros intelectuais, dentre eles jornalistas, economistas e cientistas sociais, que aberta ou envergonhadamente apoiaram um impeachment sem crime de responsabilidade. Junto com a Constituição, políticos e analistas, rasgaram os preceitos da democracia e produziram o governo mais corrupto e mais impopular da história do país, com um presidente denunciado duas vezes.

A certeza de que não houve crime de responsabilidade e o resultado monstruoso que foi produzido pelo movimento da moralidade, que se traduziu num governo ilegítimo, corrupto e rejeitado, são os dois pontos cardeais da derrota moral do ajuntamento inescrupuloso que se formou e que agora se estilhaça, desorientado e dividido. Mas, como resultado, o golpe produziu também uma devastação institucional, social, material, cultural, nacional e econômica. Tivesse a Dilma permanecido no governo, a economia teria, provavelmente, se recuperado de forma mais rápida, pois o ciclo recessivo e a redução da inflação já se anunciavam no horizonte. O seu retardo ocorreu por conta da exasperação artificial e criminosa da crise política.  

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Mídia negociou com Cunha para barrar democratização dos meios, diz Dilma

Jornal GGN - Em entrevista exclusiva ao Tijolaço, a ex-presidente Dilma Rousseff afirmou que a democratização dos meios depende de regulação econômica da imprensa e, para evitar que o Congresso discutisse uma lei nesse sentido, os principais grupos de mídia negociaram uma espécie de trégua com Eduardo Cunha. Isso serviu para reduzir as críticas ao passado do deputado e, consequentemente, abrir caminho para que ele chegasse à presidência da Câmara.

 

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A identificação entre ministério de Temer e seu chefe, por Janio de Freitas

Jornal GGN – Subornáveis e subornadores, avisa Janio de Freitas, além da possibilidade de carregar uma mala outra está aberta a temporada de posse de dinheiro com procedência ilegal. A boa nova veio do novo diretor da PF, Fernando Segovia, que apontam para um Temer alcançando o governo ideal. O artigo foi publicado na Folha e o articulista vai mais longe: negociações por novos ministros trazem um novo elo de identificação com o chefe, Eduardo Cunha.

Marun é o nome do elo que nunca se quebrou entre Temer e Cunha, aponta Janio. E a ameaça de contar tudo se foi, volta a repentina proteção ao velho companheiro. Maia é o segundo ponto a ser observado. Se antes cumpria com retidão o papel de presidente da Câmara, no respeito à Constituição, com a nomeação de Alexandre Baldy passa a agir como integrante do Governo e coloca a presidência da Câmara a serviço de Temer.

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Pitaco no Governo

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Cunha diz que história da compra de silêncio foi forjada para derrubar Temer

Jornal GGN - Eduardo Cunha isentou Michel Temer da acusação de obstrução de Justiça feita pela Procuradoria Geral da República a reboque da delação da JBS. Em depoimento ao juiz Vallisney de Souza Oliviera, de Brasília, Cunha negou que tenha recebido dinheiro de Joesley Batista para não fazer um acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal. Segundo Cunha, “deram uma forjada e Joesley foi cúmplice e agora está pagando o preço por isso."

A suposta compra do silêncio de Cunha apareceu pela primeira vez na imprensa após a divulgação pelo jornal O Globo de um áudio em que Temer e Joesley conversam no Palácio do Jaburu, ocorrida na noite de 7 de março. Na ocasião, o empresário insinua que estava fazendo pagamentos a Cunha e Lúcio Funaro, na prisão. O presidente respondeu: "Tem que manter isso aí."

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Fachin fatia denúncia de Temer e permite acusação posterior

Enquanto isso, Cunha, Alves, Geddel e Rocha Loures serão investigados por Sérgio Moro e Joesley Batista e Ricardo Saud pela Justiça de Brasília
 
 
Jornal GGN - A denúncia contra o presidente Michel Temer e seu cúpula de peemedebistas não foi engavetada completamente. Leia mais »
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Delator Funaro e delatado Eduardo Cunha ficam frente a frente

 
Jornal GGN - O ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e o corretor Lúcio Funaro ficaram novamente frente a frente durante uma audiência na Justiça Federal de Brasília, na tarde desta sexta-feira (26). Nesta quinta, os dois acusados em desdobramento da Operação Lava Jato já haviam se encontrado, quando Cunha se recusou a cumprimentar Funaro.
 
Mas foi a primeira vez que os dois foram colocados frente a frente na 10ª Vara da Justiça Federal em Brasília, desde a delação premiada do lobista e corretor que implicou diretamente Eduardo Cunha.
 
Ambos estão presos e são réus da Operação Sépsis, que investiga desvios e ilicitos cometidos nos contratos do Fundo de Investimentos do FGTS, administrado pela Caixa Econômica. 
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