A irmã busca a verdade sobre o assassinato de Dennys em Paraisópolis

Dennys, um menino, trabalhava a semana toda para ajudar a família e, com a permissão da irmã foi ao baile se divertir.

Jornal GGN – A irmã de Dennys Guilherme dos Santos Franco, jovem de 16 anos assassinado pela Polícia Militar quando em um baile em Paraisópolis, conta sua história desde a morte do irmão. Seu relato, emocionado, dá a saber uma infinidade de descasos e desmandos. Fernanda diz que ninguém entrou em contato com a família, foi a mulher com quem sua mãe trabalha que conseguiu localizar Dennys.

Dennys, um menino, trabalhava a semana toda para ajudar a família e, com a permissão da irmã foi ao baile se divertir. Um menino que queria vencer e se tornar o orgulho da mãe. E Fernanda mostra a carteira de trabalho, que acabara de dar baixa.

Fernanda conta que seu irmão não tinha nenhum machucado condizente com a notícia que soltaram que havia sido morto pisoteado. Seu machucado era na cabeça. Conta que viu vídeo onde a PM faz massagem cardíaca em dois meninos, um deles era seu irmão, e não entende se isso é normal, fazer massagem em quem já foi a óbito.

Relata, ainda, o descaso no IML – Instituto Médico Legal, que não permitiu que visse o irmão, fazendo com que esperasse 5 horas. O descaso das autoridades, da Polícia, da mídia.

Diz que nas redes sociais recebeu muita maldade, mas que precisa dessas redes para ir em busca da verdade, a verdade de que seu irmão foi assassinado.

Você pode fazer o Jornal GGN ser cada vez melhor.

Assine e faça parte desta caminhada para que ele se torne um veículo cada vez mais respeitado e forte.

Assine agora

Leia também:  Brasil: em um ano, 17 mil crianças foram vítimas de violência sexual

1 comentário

  1. Segundo o Evangelista Mateus, Jesus Cristo disse:

    “Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; Não, não; porque o que passa disto é de procedência maligna”.

    Se o Governador Dória é cristão, o seu cristianismo é apenas da boca prá fora, pois ele não obedece a Jesus Cristo, já que inicialmente ele afirmou:

    “Os procedimentos e o comportamento da PM não mudam. A ação da polícia de São Paulo é uma ação bem planejada, preparada, orientada. É a polícia mais bem treinada do país. E segue o protocolo rigorosamente.

    A letalidade não foi provada pela ação da Polícia Militar, e sim por bandidos que invadiram a área onde estava ocorrendo o baile funk.”

    Agora, agindo de forma maligna a fim de não perder votos, ele diz o contrário do que disse inicialmente:

    “Isso é incompatível com o respeito à corporação. É uma circunstância inaceitável que a melhor polícia do Brasil utilize de violência ou de força desproporcional, sobretudo quando não há nenhuma reação de agressão.

    Como governador do estado de São Paulo, eu não aceito que no estado onde, tendo sido eleito governador, esse tipo de procedimento exista. E não mais vai existir. Ou pelo menos faremos tudo para que isso não aconteça. E revisar protocolos, revisar treinamentos e comandos para que nenhum policial militar aja dessa maneira.
    Eu mesmo fiquei muito chocado quando vi as imagens que não eram de Paraisópolis agora, num outro momento, de outubro, onde um policial militar agredia jovens que estavam saindo, não sei se de uma sala ou de uma área, desnecessariamente, gratuitamente”.

    Se ‘a ação da polícia de São Paulo é uma ação bem planejada, preparada, orientada’, então o massacre foi premeditado.

    O amor de Dória é ao dinheiro e ao poder, e não às pessoas e à verdade.

    “A maldade aumentará de tal maneira que o amor de muitos se esfriará”. – Jesus Cristo

    1
    1

Deixe uma mensagem

Por favor digite seu comentário
Por favor digite seu nome