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A Paixao de Cristo

Uma das mais belas manifestações religiosas brasileiras é a procissão de Sexta Feira Santa.

Estou no interior profundo do sul de Minas para acompanhar uma dessas procissões.

Que tal um levantamento das procissões pelo país? 

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E eu nos Sertões do Leste (Zona da Mata - Ubá). Vou tentar filmar a que vai começar daqui a pouco e esquecer As aventuras de Demóstenes no país das cachoeiras. Semana Santa e Minas: tudo a ver. Filiz Páscoa, caríssimo.

 

Paixao de Cristo de Nova Jerusalém 2012


 

Lendo os relatos, e vendo as postagens fotográficas dos amigos do blog, veio-me a lembrança da infancia, lá no Areião, de S.B. do Campo, quando a partir da quarta-feira de cinzas, a gente não comia mais carne, até o sábado; Na quinta-feira santa, a família ficava em retiro e meditando; Na sexta-feira da paixão, passávamos o dia inteiro na igreja, orando e refletindo sobre o "porque" da crucificação de Jesus Cristo, e a partir das 15,00 hs(provável hora da morte do Salvador) um profundo respeito, em forma de silêncio, abatia-se sobre os fieis presentes na igreja, e somente após uma solene missa, íamos pra casa, aonde ficávamos em jejum, até a meia-noite.

Neste dia e após a meia-noite, a molecada do bairro, saía em busca de "afanar" galinhas nos quintais da redondeza, as quais eram abatidas, cozidas e "devoradas" por todos, sem que as donas das mesmas criassem quaisquer impecilhos, pelas "danadezas"dos seus filhos. Tudo então era festa, neste sábado de aleluia, que era completado, com a leitura na casa de algum conhecido, do "Testamento do Judas"escritos que apareciam na casa de algum visinho, que "contava" os "podres" de todos indiscriminadamente.

O domingo de páscoa era o fim de uma semana de contrição, e o início da celebração da redenção, pela fé.

"Velhos tempos, belos dias" ! 

 

Os poderosos  vieram na escuridão, e destruiram a única rosa do meu jardim; Depois vieram novamente às escondidas, e destruiram todas as minhas roseiras, porem jamais conseguirão impedir, a chegada da primavera.

A Sexta-feira Santa nas grandes cidades.

Como nas grandes metrópoles, esta tradição dos cristãos, de fazer uma procissão, sem interferirmos no sistema de trânsito destas cidades, estamos gradativamente "esquecendo" a beleza que esta demonstração de fé cristã, neste dia de reflexão, quando algumas poucas cidades, ainda enfeitam suas ruas, com trabalhos artísticos de seus fieis, que retratam a paixão de Cristo e sua simbologia, para a religião cristã.

Até alguns anos atrás, em São Sebastião, neste dia, as ruas eram "coloridas" com trabalhos artísticos feitos com pó de serra coloridos e com motivos relacionados com esta data, e com procissões cantadas que saiam do centro, percorriam bairros visinhos ao centro, e retornavam à Igreja Matríz, aonde a crucificação do Salvador, era lembrada, com uma missa muito concorrida. A cidade cresceu e perdeu sua religiosidade diminuiu a fé.

Como protesto, eu não descí, neste fim de semana.

E assim sendo, resta-me fazer o tradicional jejum eucarístico;  Debruçar-me sobre a bíblia, e refletir sobre o acontecimento maior desta data: A crucifiçação e morte daquele, que mesmo sendo o filho de Deus, aceitou que "cumprissem-se as escrituras" e deu a vida pela redenção dos nossos pecados.

Quem puder fazer o mesmo, isto fará bem à alma, e aproximará a gente do Salvador.

Oremos, pois "Tudo está consumado".

 

 

 

Os poderosos  vieram na escuridão, e destruiram a única rosa do meu jardim; Depois vieram novamente às escondidas, e destruiram todas as minhas roseiras, porem jamais conseguirão impedir, a chegada da primavera.

o Valdemiro Santiago ia fazer umas peregrinações com sua galéra pelas ruas de algumas cidades mas exigiram banheiros químicos públicos móveis prá acompanhar o que inviabilizou.

 

Engraçado como os demonizadores de religiões, credos, fé, cristianismo não apareceram neste post do Nassif. Estranho. Congratulations Assis, Marcia e outro gato pingado que apareceram por aqui. Assisti todos os vídeos que vcs postaram, em alguns chorei, pena que não consegui "catar" no internet imagens da procissão do Nosso Senhor dos Passos no Ribeirão da Ilha, aqui em Floripa. 

 

A Procissão do Senhor Morto e as atividades da Semana Santa:
representações culturais, poder e cidadania.1
Bárbara Caldeira2
No século XIX, por conta do número de festas e solenidades religiosas realizadas na Bahia, já era
possível identificar e organizar os eventos em um calendário que seguia o caminho dividido entre ciclos
temáticos. Inseridas nesse conjunto de práticas cristãs, as procissões durante o período colonial e imperial
exerceram um papel de destaque como representantes do referencial social das pessoas que buscava por
meio de elementos culturais ocidentais, adaptá-los ao seu modo de pensar e viver, além de servirem aos
propósitos do processo educativo e evangelizador da Igreja em todo cenário nacional. 3
O objetivo desse texto é descrever e analisar as relações de poder desenvolvidas entre a liturgia e as
comemorações populares como pontos que circunscrevem à figura política dos governantes e povoam o imaginário
político e religioso da Procissão do Senhor Morto na construção de um novo modelo de cidadão.
De fato, na Bahia, a Procissão do Senhor Morto ou do Enterro, tem uma história marcada por
aspectos diferentes, que vão desde o aspecto religioso, envolvendo disputas entre as irmandades com suas
particularidades até o olhar de cada indivíduo que acompanha ou já participou da procissão. Dentro do
contexto da festa, há a presença de elementos que contribuem para a continuidade de uma tradição religiosa
e social, a exemplo da experiência de vida dos espectadores que, aos olhos da religião, permitem consentir
à Sexta-Feira Santa o “verdadeiro” caráter de fé, que ao longo dos anos serviu como condutor do imaginário
baiano e integra seu patrimônio histórico-cultural.
Realmente, conforme o historiador João da Silva Campos, essa festa já era realizada em Portugal e
a população de Lisboa comparecia numerosamente para festejar e depositar na “sala dos milagres”, os ricos
donativos “por muitos de milhares de pessoas de todas as províncias do país devido aos milagres que lhes
são atribuídos (...)”.4
As celebrações da Semana Santa eram, nesse período, por conseguinte uma oportunidade para
aqueles cristãos que precisavam acalmar sua consciência e se entregarem à redenção religiosa, de forma que
deixassem suas almas e corpos no caminho da salvação, mais próximas da Igreja e de suas aspirações
voltadas para a sociedade baiana.
Para além do caráter religioso, as celebrações da Semana Santa e, principalmente, a Procissão do
Senhor Morto atuavam como personagens que tinham como cenário um espaço sócioeconômico
ambientalizado pelo confronto sempre presente entre “poderosos” e “pobres”, onde, no campo dos vencidos,
estavam as permanentes vitórias dos ricos e da elite baiana. Valter Fraga Filho nos oferece uma visão sobre
as atitudes de parte da sociedade baiana frente aos mendigos no século XIX:
Desde a Idade Média, a imagem dos pobres pedintes estava impregnada de simbologia sagrada. A mão da
caridade para eles estendida extinguia os pecados e assegurava a salvação da alma após a morte. Era como se
eles tivessem de existir para proporcionar a salvação dos mais afortunados.(...) Por isso mesmo, dar esmolas aos
mendigos era ato que as pessoas buscavam cultivar no seu cotidiano e de forma especial nos momentos mais
importantes da vida.5
Este trecho nos remete a fazer algumas inferências no campo da identidade que se buscava ter por
parte das diversas classes sociais que ali se reuniam, cada uma com uma finalidade e uma percepção para
com a festa e seus significados; o domínio do imaginário, portanto, denunciava uma mistura dos diferentes
grupos no cenário da festa: beatas, mendigos, vadios e governantes.
2
Dessa forma, dois espaços dividem fundamentalmente a festa: a igreja e as ruas. As ruas que ambientam
os rituais das procissões, em geral, ficavam perdidas no contexto absorvido pela divisão lógica das práticas
eclesiásticas e laicas. Esse espaço termina por se enveredar entre caminhos que encerram contradições e
ambigüidades pertinentes às ações religiosas: um lugar profano servia de palco para as celebrações sagradas
da vida cristã. Estas, por sua vez, permeiam o cotidiano da festa; entenda-se nesse caso, que a liturgia se
define como um culto público e oficial instituído pela Igreja apresentando-se com variações presentes nas
saudações, atos penitenciais, leitura de evangelhos, entre outros.
No contexto do espetáculo, cada devoto tinha seu papel e lugar definido, com controle temporal dos
rituais, que ora ditava o tempo para rezar, ora ditava o momento de choros e cânticos. A própria escolha das
pessoas para cada papel estava vinculada à categoria social que se enquadrava ao novo ideal de cidadão. A
prostituta Madalena sempre era representada por negras ou mestiças devido à “realidade” que se desejava
alcançar durante a encenação. Em contrapartida, o viajante inglês Henry Koster que, por recomendações
médicas veio ao Nordeste Brasileiro curar-se de tuberculose, parece admirado por não haver “diferenças”
entre a classe feminina em Recife. “As mulheres ao entrar, sejam brancas ou de côr, ficam junto a essa grade,
sentando-se no chão, no grande espaço aberto no centro.”6
A vigilância hierárquica, por sua vez, demonstrava a necessidade de centralizar a figura do imperador
na imagem de Cristo. Sempre presente nas comemorações, Dom Pedro I e família impunham suas participações
com o objetivo de vigiar e analisar a disciplinas que exigia a ocasião e o dever do bom cristão e cidadão,
tendo o exame como última etapa organizadora do dia, pois, era “o culto religioso, considerado no Brasil,
pretexto de reuniões públicas nas quais o amor próprio rivaliza com a devoção (...)”. 7
Essas normatizações atendiam, de certa forma, às aspirações civilizatórias defendidas pelos liberais
durante o período imperial. Uma boa “educação social” era pleiteada por aqueles que compravam e seguiam
os manuais de boas maneiras que incluíam novos cuidados com a higiene pública e privada, para não
falar da reforma que os costumes praticados nas festas e procissões sofreram com a ação das idéias
francesas trazidas pela Corte e brasileiros letrados que haviam aprendido os “hábitos corretos” e ideais
de convivência social 8
No campo político, as constantes discussões travadas entre liberais e monarquistas mostram que os
princípios de controle e disciplina aparecem nos festejos da Semana Santa. Já que os acontecimentos
pertinentes à morte podem nos dizer muito sobre a realidade que contextualiza os sistemas simbólicos ao qual
se refere Pierre Bourdieu9 às práticas políticas e litúrgicas da festa que afinal, nos dizem qual a “imagem que
uma sociedade tem de si mesma”.10
Segundo a historiadora Martha Abreu, os liberais viam as festas religiosas como atraso frente ao
desenvolvimento do país graças a um intenso grau de superstição da população. Do outro lado, os radicais
bradavam a separação entre Estado e Igreja, ao passo que os moderados temiam o perigo que essa separação
poderia trazer ao permitir que a igreja ganhasse uma certa liberdade.11
A Bahia seguiria os mesmos caminhos que as províncias brasileiras adotaram com a vinda e morte de
Dom João VI: uma maior intensidade nos festejos no império. Esse aumento foi expressivo em todo o
território nacional e caracterizado em ambas as ocasiões por objetos principais das festas: o rei e a morte.
Não seria exagero afirmar que entre as relações de poder neste cenário, estabelecido os limites entre público
e privado, e até onde essas duas instituições se misturam, há uma forte tendência de exclusão social em
ambos os grupos envolvidos, cada um a seu modo. Essa exclusão busca uma explicação nos atos espontâneos
diante da imagem, ou melhor dizendo, do corpo.
O beijar os pés, o toque no corpo redime os pecados cometidos ou pensados, garantido a absolvição
temporária. Se pensarmos sobre todos os aspectos e ritos praticados durante a festa, é fácil realizar analogias
ou referências sem meio termo às práticas litúrgicas, sejam administrativas, políticas ou financeiras.
3
O que nos interessa, no entanto, se refere ao jejum obrigatório e a abstinência da carne ordenada
pela Igreja aos fiéis durante a Quaresma com término somente ao meio-dia do Sábado de Aleluia com o
toque dos sinos.
Com efeito, em carta a D. Fernando José de Portugal, D. Rodrigo de Souza Coutinho relata um
acontecimento durante a Semana Santa no ano de 1798. O documento denuncia as supostas idéias liberais
do Padre Francisco Agostinho Gomes e os primeiros indícios dessa “loucura incomprehensivel (sic) e por
não entenderem seus interesses se achão infectos dos abominavis principios”.
Esse comentário feito pelo próprio D. Fernando foi transmitido por D. Rodrigo acerca de um banquete
oferecido a vários personagens partidários da mesma ideologia, em plena Sexta-Feira Santa, com farta carne
vermelha à mesa.
Sua majestade ordena que VS. examine logo este ultimo facto e achando-o verdadeiro, faca prender tanto a elle
como aos seus Amigos sectarios dos mesmos principios e os faca logo julgar com toda severidade das Leis para
que o castigo de taes Reos seja verdadeiramente exemplar e contenha semelhantes criminosos. Ripito (sic) novamente
a VS., de ordem de S. Majestade que premio e castigo são dois Polos sobre que se estriba toda a Machina Politica
e que no momento presente toda a vigilancia contra os máos he indispensavel(...).12
Dois pontos a serem analisados: o próprio fato do desrespeito às leis eclesiásticas e a afronta de uma
figura da Igreja à soberania do monarca e à sua imagem. O que está em jogo nesse caso, compromete mais
do que uma desobediência ao jejum quaresmático, mas o confronto entre a nova ordem política em crescimento
e a resistência do poder que a continuidade monárquica manteria para os seus seguidores, demonstrando a
forte relação estabelecida entre Igreja e Estado.
Contradições à parte, o fato é que, o árduo trabalho realizado pelos propagandistas do Império
encontrava um forte entrave na campanha elaborada pelo grupo liberal que clamava pelo fim das superstições
no imaginário popular e o início do desenvolvimento urbano no país. Os relatos dos viajantes estrangeiros ao
Brasil durante o século XIX deixam claro que a aversão e admiração deles ao constatar que nas terras de
Dom João e depois Dom Pedro I, as pessoas continuavam a cometer atos revolucionários e crendices
bárbaras. Na descrição do pintor francês Jean Baptiste Debret, a Procissão do Senhor Morto,
examinando de sangue frio, todos esses detalhes não se pode deixar de verificar o estilo barbaro e já agora grotesco
do século que os criou. Como não sorrir ante estas incoerencias ridiculas tão religiosamente conservadas, se
esquece-mos que os inventores dessas cerimonias foram forçado a tais exageros para impressionar os povos
ignorantes, que julgavam apenas com os olhos?13
Enquanto Debret encarregou-se de “civilizar” os festejos culturais locais, Koster entre 1810 e 1813,
em sua viagem traz anotações primordiais do cotidiano comemorativo nos domínios de D. João VI.
No dia seguinte, Sexta-Feira Santa, a decoracao das igrejas, o traje das mulheres e mesmo a maneira dos dois sexos
mudaram. Tudo sombrío. (...) a cortina caiu imediatamente, deixando ver uma cruz enorme.(...) Um homem, de
cabeleira curta e tunica verde, era S. Joao, e uma mulher, de joelhos a pe da cruz era Madalena. Informaram-me que,
para manter o carater, os costumes da mulher não eram muitos puros.(...) Ficara completamente assombrado. Pensei
que haveria de ser algo surpreendente, mas nunca a ideia de que levariam tao longe a representacao. 14
Para além da atmosfera religiosa, as festas refletem em grande parte a situação política imperial. Em
1831, o imperador decreta uma lei que modifica o horário da procissão, antes realizada entre oito e nove
4
horas da noite, e a partir de então sai durante à tarde por volta das quatro horas. Isso se deu graças às
revoltas populares e de escravos quilombolas constantemente presentes nas principais províncias desde a
época da independência e que seriam estratégias de controle da possível disseminação de idéias liberais que
acometiam a população fiel e cristã dos princípios monárquicos e decentes. Em Salvador, o Diário da Bahia
publica uma carta do administrador do teatro público ao governador alertando o prejuízo que as finanças
sofreriam com a suspensão das peças durante os dias comuns, só sendo realizadas em datas cívicas e
santificadas.
Na mesma semana, o jornal noticia a fuga e captura de um grupo de Galés do Arsenal da Marinha,
evidenciando que a decisão anterior do governo, relativas às manifestações culturais na cidade se tratava de
uma medida coercitiva a qualquer motim ou rebelião e uma facilitação do trabalho policial nas ruas baianas.
15
Realmente, ao que parece, seria muito mais cômodo e seguro às forças governamentais esse tipo de
calendário, já que só precisariam reunir e reforçar a Guarda Nacional nesses dias, coisa que comumente
acontecia já há um bom tempo. Por outro lado, além do elemento segurança pública, a figura do imperador
também necessitava de cuidados. A disputa entre a identidade social e jurídica dos governantes caminhava
pelo âmbito da sujeição de um pacto entre o discurso e a prática. Por fim, os aspectos aqui discutidos, nos
apresentam a pessoa mista do imperador.
Assim, era preciso manter a fé popular em sua pessoa, garantindo a campanha que a morte e Deus
faziam durante as procissões e cortejos. Segundo Iara Souza, esse era o momento que o poder monárquico
tinha para se comunicar com o povo através de “mecanismos sociais”.16
O que nos mostra a Procissão do Senhor Morto, com suas lamentações e encenações, se encontra no
jogo dos limites da festa, sobre a contradição que ele instaura entre a ordem e a espontaneidade, sobre as
resistências do imaginário à implantação dos novos hábitos cerimoniais e na conduta do novo cidadão brasileiro.
Dessa forma, Salvador reflete, entre tantos aspectos comuns e contraditórios às províncias imperiais,
o controle político e social que os órgãos administrativos e clericais exerciam no século XIX, apoiados nos
hábitos do dia-a-dia coletivo, no trabalho de plantar nas mentalidades e coração do povo um modelo de
cidadania ideal calcada no combate à vadiagem, na defesa da moral, da civilização e em nome de Deus e do
imperador.

http://www.historica.arquivoestado.sp.gov.br/materias/anteriores/edicao0...

 

Paz, bem e Feliz Páscoa!

Uma das coisas mais impressionantes, que ocorre entre o final da Celebração da Paixão 15h e o início propriamente dito da Procissão do Senhor Morto, é que em muitas Igreja a estátua de Jesus Crucificado é articulada e fazem a descida do corpo de Jesus da Cruz repetindo o gesto de José de Arimatéia e compenheiros. Esta imagem depois é levada na procissão.

 

Fotos da Semana Santa de São João del-Rei, Minas Gerais - 2009.

 

Procissão das Velas- Santuário de Fátima 12 de Maio 2011- Rota do Peregrino ( um  espetáculo!)

 

Procissão a Nossa Senhora de Fátima pelas ruas de Salobro neste ano de 2011 dia 13 de maio, Padroeira de Salobro Bahia, fotos da procissão no site www.salobro.com

 

Semana Santa em Diamantina         Procissão de Sexta Feira Santa

(10/04/2009)

acompanhamento de Banda de Música

 

Procissão de Sexta Feira Santa em Diamantina

                         Gravado em 1995 por Julio Mourão



 

Procissão do SENHOR MORTO com a música Chora Brasileira cantada por Nana Caymmi

 

Que bão, alguém que ama esta lindeza da Nana!

 

Cortejo Religioso celebrando Sr Bom Jesus dos Passos dos Mineiros de Lençóis - Bahia. Santuário a partir de 02/02/2009. Festa comemorativa de 23/01 à 02/02 encerrada com a Procissão. Padroeiro dos Garimpeiros de Lençóis.
HINO DO SENHOR BOM JESUS DOS PASSOS*****Senhor Bom Jesus dos Passos:*Galgue montanhas espaços.*O louvor de todos nós;***São diamantes lapidados*Os corações devotados*Dos mineiros de Lençóis.***Ofertamos, mineiros das Lavras*Diamantinas, ao bom Redentor*Os cristais mais brilhantes, seletos*De nossa alma - garimpo do amor.***Esta Cruz que vos pesa nos ombros*Suportá-la quiséramos nós:*-Indulgência às rebeldes ofensas*Que nos deixam distante de Vós.***Garimpeiros, humildes, juremos*Com firmeza, perante este altar;*Querer bem a Jesus e patrono,*Sua Lei, com fervor praticar.***Bom Jesus, Vossos passos sagrados.*Estão vivos, impressos no chão,*Permiti, nos aponte o caminho*Onde há paz infinita e perdão.*

 

Márcia

Ah! Lençóis é magnifica.

Como vai seu painho?

Boa semana santa para você, para todos do blog, e familiares.

 

Oi,  amigo,  meu  painho (  nunca o chamei  assim, viu?...rs)  deu uma melhoradinha, está indo..., saiu  do hospital, estamos mais  animados. Obrigada,Assis pela preocupação. Vc é muito bacana,  sempre!

Desejo  a vc e  a  toda a  sua família uma  Páscoa  coroada de amor.

Aproveito  para desejar  a LN   e  seus  colaboradores,  a todos os  amigos  e  colegas  do blog uma Feliz  Páscoa!

Abração.

 

 

Márcia, aceite meus votos de rápida e plena recuperação, para seu "velho"(é assim que chamamos nossos "pais e avós" no sudeste) e que a páscoa traga a você e aos seus, a renovação da vida e da fé.

Que a paz, esteja presente em todos os lares dos amigos do blog !

 

Os poderosos  vieram na escuridão, e destruiram a única rosa do meu jardim; Depois vieram novamente às escondidas, e destruiram todas as minhas roseiras, porem jamais conseguirão impedir, a chegada da primavera.

Obrigada, Raí. Vc  sabe  que é muito  querido...

Feliz  Páscoa!

Grande  abraço.

 

Paixao de Cristo Nova Jerusalem PE 2011 - TV Brasil

 

Procissão do Bom Jesus da Lapa 2011, Santuário do Bom Jesus da Lapa - Bahia. Festa do Bom Jesus da Lapa - Bahia-06 de Agosto de 2011.

 

PROCISSÃO DO FOGARÉU - GOIÁS-GO - Meia-noite de 31 MAR´2010

 
 

Semana Santa - Monte Santo - Bahia - Procissão