newsletter

Economia

IPCA de agosto fica em 0,24%

Sugerido por Roberto São Paulo-SP 2013

Do IBGE

IPCA de agosto fica em 0,24%

Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de agosto variou 0,24% e ficou acima da taxa de 0,03% registrada em julho, uma diferença de 0,21 ponto percentual. Contando com agosto, a variação no ano foi para 3,43%, enquanto havia se situado em 3,18% em igual período de 2012. Considerando os últimos 12 meses o índice ficou em 6,09%, abaixo dos 6,27% relativos aos 12 meses anteriores. Em agosto de 2012 a taxa havia ficado em 0,41%. A publicação completa da pesquisa pode ser acessada na página
http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/indicadores/precos/inpc_ipca/defaultinpc.shtm.

Dos nove grupos pesquisados, seis tiveram resultados superiores aos do mês anterior. Leia mais »

Sem votos

Infoglobo faz acordo com Cade para evitar condenação

Sugerido por Murdok

Da Folha

Acordo com Cade evita condenação da Infoglobo

A Infloglobo Comunicações e Participações, proprietária dos jornais "O Globo", "Extra" e "Expresso da Informação", firmou um acordo com o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) para evitar uma condenação por infração à ordem econômica.

O órgão antitruste avaliou que a política de descontos adotada pela empresa na venda de espaços publicitários nos jornais poderia limitar a concorrência no mercado do Rio de Janeiro, onde as publicações editadas pela companhia circulam

A Infoglobo concordou em pagar R$ 1,94 milhão e adequar sua estratégia com os anunciantes, evitando assim condenação e multa. A empresa divulgou nota confirmando os termos e afirmando que se comprometeu a cessar as práticas criticadas por um período de cinco anos.

A decisão foi formalizada por meio da assinatura de um TCC (Termo de Compromisso de Cessação) com o Cade na semana passada. Segundo o acordo, a companhia fica proibida de oferecer descontos relacionados à verba publicitária total destinada aos três jornais editados. Leia mais »

Sem votos

A salinidade na água no Porto do Açu

Sugerido por Antônio Bierrenbart

Do Jornal do Brasil

Porto do Açu: salinidade na água persiste, segundo relatório da LLX

Documento vazado por fontes da empresa desmente versão que salinidade na água está sanada

Cláudia Freitas 

Depois das declarações do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e das empresas OSX e LLX, do grupo empresarial de Eike Batista, garantindo que os impactos ambientais causados por uma falha técnica ocorrida durante as perfurações e extração de sal nas obras do Complexo Porto do Açu, no final do ano passado, já foram revertidos no município norte fluminense de São João da Barra, o Jornal do Brasil teve acesso a um documento que comprova que a contaminação ainda prejudica as propriedades na região. O relatório entregue por uma fonte interna da LLX ao JB contém um estudo técnico atual e detalhado do solo e da água da região, concluindo que os efeitos do desastre ambiental persistem.

>>Porto do Açu: empresa de Eike pode ter causado grande desastre ambiental

O acidente ambiental ocorreu no ano passado, quando um dos tanques de transferência da empresa LLX apresentou uma falha técnica durante as perfurações e extração do sal para a construção do porto idealizado por Eike Batista. O problema provocou um derrame de água salgada que atingiu córregos, rios e propriedades dos pequenos agricultores, que denunciaram o caso ao Inea. Procurado pelo JB, o Inea garantiu que monitora o rio Quitingute, afetado pelo derrame, de 15 em 15 dias e a empresa OSX envia semanalmente os resultados do controle de águas superficiais e, mensalmente, de águas subterrâneas. O Inea afirmou através de nota, que todos os resultados atuais apontam que os níveis de salinidade retornaram ao padrão normal no rio Quitingute, em torno de 0,2% de salinidade. “A contaminação da área já foi solucionada”, diz a nota. O Inea ressaltou ainda que quer levantar os danos que podem ter ocorrido na época do acidente e se algum pode ter persistido até hoje. Leia mais »

Sem votos

A flutuação das moedas dos mercados emergentes

Sugerido por Assis Ribeiro

Da Carta Capital

A queda da rupia

Em retrospectiva, a enxurrada de dinheiro para os emergentes parece mais uma bolha. Análise de Paul Krugman

A queda da rupia é a grande história econômica do dia, e estou tentando me informar melhor sobre o assunto. Minha pergunta imediata, porém, é: por que o pânico?

Sim, a rupia caiu muito em um curto período, juntamente com outras moedas dos mercados emergentes. Na verdade, segundo números do Banco de Compensações Internacionais e minhas estimativas baseadas no câmbio dólar-rupia, as flutuações da rupia são pequenas, comparadas com o ponto de comparação óbvio, o Brasil.

Nós mais ou menos conhecemos essa história. Primeiro, os países avançados entraram em queda prolongada, que levou a taxas de juro muito baixas; o capital inundou os mercados emergentes, provocando a valorização da moeda (ou, no caso da China, uma valorização real por meio da inflação). Então os mercados começaram a perceber que haviam exagerado, e sugestões de recuperação nos países avançados levaram a um aumento das taxas de longo prazo, e lá fomos nós. (Não creio que a facilitação quantitativa tenha muito a ver com isso, mas a sua milhagem pode variar.) Leia mais »

Sem votos

As propostas do Plano Inova Empresa

Coluna Econômica

Inicialmente cauteloso em relação ao Programa Inova Empresa - de estímulo à inovação no país - o presidente da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos) Glauco Arbix animou-se com o resultado final. O programa saiu bem melhor do que ele esperava. Em parte porque a presidente Dilma Rousseff bancou todas as propostas. Em parte porque o programa conseguiu envolver muitos setores, cabeças diferentes quebrando o padrão convencional de tratamento do tema por órgãos como o BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social) e o MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior).

Na montagem, agregaram-se pessoas como o Ministro Alexandre Padilha, da Saúde, Mauro Borges, da ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial), Beto Vasconcellos, da Casa Civil, permitindo uma química melhor.

***

Ao todo, são seis programas setoriais: Inova Petro, Inova Saúde, Inova Agro, Inova Energia, Inova Autodefesa e Inova Fármaco, cada qual contando com a participação do BNDES e Finep, mais ministérios e organismos setoriais.

***

Na primeira rodada houve uma demanda bruta de R$ 56,2 bilhões. A experiência da Finep indica a possibilidade de que 40% das propostas sejam contratadas.

Mesmo na hipótese mais pessimista, de apenas 10% sendo realizados, ainda assim seriam R$ 5,6 bi este ano, outro tanto no próximo ano, metade do que o Brasil investe por ano em pesquisa e desenvolvimento (P&D).

Ao todo, 1.907 empresas e 233 instituições de ciência e tecnologia apresentaram projetos, um número considerável contrastando com o pessimismo que se abateu sobre a economia nos últimos meses. Leia mais »

Sem votos

IPEA: Brasil patina no campo tecnológico e na produtividade

Sugerido por marcelosoaressouza Leia mais »

Sem votos

Brasil não seguiu compromisso firmado pelo G20 sobre câmbio

Do Terra

Brasil contrariou decisões do G20 sobre câmbio e comércio exterior

05 de setembro de 2013 • 12h35 •  atualizado 14h07

ROGERIO WASSERMANN
Direto de São Petesburgo (Rússia)
O Brasil adotou no último ano políticas contrárias aos compromissos assumidos pelos G20 (grupo de países com as maiores economias do mundo) sobre câmbio e comércio exterior, segundo estudo divulgado pelo centro de estudos G20 Research Group, da Universidade de Toronto.

As duas questões são caras ao governo brasileiro e dois dos temas princiais de interesse do país nas discussões da reunião de cúpula do G20 deste ano, que começou nesta quinta-feira em São Petersburgo, na Rússia.

O governo brasileiro vinha alertando, desde 2010, para a chamada "guerra cambial", por conta dos efeitos negativos da política monetária americana de aumento de barateamento do crédito. O aumento da oferta monetária nos Estados Unidos e a manutenção dos juros americanos próximos a zero levaram desde então a uma sobrevalorização das moedas de países emergentes, como o real, que ficou mais forte perante o dólar. Agora, com a perspectiva do fim do programa de estímulo americano, vem acontecendo um movimento no sentido contrário, com a depreciação dessas moedas.

Leia mais »
Sem votos

A discussão sobre os correspondentes bancários no BC

Sugerido por antonio francisco

Do Contraf-CUT

Contraf requer audiência ao presidente do BC para discutir correspondentes

A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) enviou nesta terça-feira 3 carta ao presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, solicitando audiência para discutir "vários assuntos de enorme relevância para o interesse público envolvendo a atuação dos correspondentes bancários, que estão precarizando o atendimento aos clientes e à população, bem como trazem graves repercussões para as relações de trabalho".

Leia aqui a íntegra da carta. 

A Confederação reafirma na carta que o BC, ao regulamentar os correspondentes, está "legislando em substituição ao Congresso Nacional, impactando as relações de trabalho, afetando bancários, comerciários e trabalhadores em telecomunicações, e desconfigurando a organização do trabalho e a atual estrutura sindical".

No documento, assinado pelo presidente Carlos Cordeiro, a Contraf-CUT adverte que duas proposições recentes, uma delas do BC, tramitam no Congresso Nacional, configurando-se uma "tentativa disfarçada e fatiada de regulamentação do SFN":

Uma das proposições é a Medida Provisória (MP) 615, emitida pelo BC em maio de 2013, que inclui os meios de pagamentos via celular ("mobílie payment") no meio de uma série de temas totalmente díspares, como por exemplo a autorização do pagamento de subvenção econômica aos produtores da safra 2011/2012 de cana-de-açúcar e de etanol da região Nordeste e o financiamento da renovação e implantação de canaviais com equalização da taxa de juros.  Leia mais »

Sem votos

Guia prático de destruição do capitalismo

Vamos dar uma pequena contribuição à escalada de manifestações no Brasil no mundo com um pequeno “Guia Prático de Destruição do Capitalismo” mostrando que o verdadeiro inimigo não está nas vidraças de agências bancárias ou nas lanchonetes símbolos da globalização, sempre alvos de depredações. Está na financeirização e liquidez do capital, símbolos da força e, paradoxalmente, também da fraqueza de um sistema baseado apenas na credibilidade através da nossa participação a cada compra a prazo ou quando pagamos através da socialização dos prejuízos das explosões das bolhas financeiras. E a única forma de libertação existente é através daquilo que o filósofo francês Jean Baudrillard chamava de "aprofundamento irônico e proposital das condições negativas". Leia mais »

Sem votos

Cartelização é um dos entraves para a inovação

Comentários ao post "A inovação nas mãos dos grandes grupos nacionais"

Por Lionel Rupaud

Para quem conhece a história recente da Klabin, e ouvir o Horacio Lafer Piva falar de inovação não deixa de ser bastante irónico. Obviamente ele (Lafer Piva) estava se referindo a ele mesmo quando foi reclamar da formação académica no Brasil...

Mas falando sério, acho que LN comete (provavelmente para não ferir egos inflados de "autoridades" que ele cruza nestes congressos) dois equívocos:

1 - a crítica aos CEO's: minha experiência de mais de 30 anos em grandes grupos nacionais me convenceu que os grandes erros estratégicos que vi acontecerem, não tiveram sua orígem nas salas dos CEO's profissionais, mas nas reuniões dos conselhos de administração recheados de filhos e netos dos fundadores.

2 - Focar a inovação nas grandes empresas: acho que o maior problema do capitalismo brasileiro vem da cartelização sistemática de qualquer mercado, com a ajuda primorosa do BNDES. Essas empresas sócias de carteis não tem a menor necessidade de se esforçar. A "salvação" só poderá vir de "new comers".

Evidentemente há exceções de grandes empresas inovadoras que foram citadas, mas são exceções. Leia mais »

Sem votos

Banqueiro do BTG considera que Eike cometeu erros grosseiros

Sugerido por Assis Ribeiro

Do Valor 

Para Esteves, do BTG, Eike cometeu "erros grosseiros"

Por Marcos de Moura e Souza

André Esteves, do BTG Pactual, em debate sobre empreendedorismo, do qual participou no início da noite de ontem em Belo Horizonte, foi questionado por uma pergunta enviada pela plateia sobre o grupo EBX.

"Acho que o Eike Batista é um grande empreendedor e todo empreendedor falha", disse ele. Os projetos da empresa eram "muito grandes, muito complexos, demandaram muito capital do mercado financeiro", disse.

"A gente [o BTG] tem uma missão simples que é tentar mitigar os danos dessa derrocada. Não é uma história feliz, é uma história triste", disse ele. "Agora, é uma história na qual não houve má-fé. Houve erros grosseiros de análise, de avaliação", disse ele. Esteves disse que Batista tinha um projeto no qual acreditava. "Ele é o maior perdedor."

Em seguida acrescentou: "Uma lição para todos nós, é importante ser sonhador, ser agressivo". Depois, afirmou: "Não pode perder o pé do chão. E principalmente, para todos vocês aqui, e esse é um exercício que a gente faz no banco diariamente, é manter a humildade." Leia mais »

Sem votos

Mantega estava certo sobre guerra cambial, analisa Delfim

Sugerido por Alexandre Weber - Santos - SP

Do Valor

O ministro tinha razão

Antonio Delfim Netto

Talvez seja o momento de os críticos impenitentes fazerem justiça à retórica do ministro Guido Mantega quando, para chamar a atenção do G-20 para o problema, afirmou que o laxismo monetário americano estava promovendo uma "guerra cambial".

As recentes turbulências do mercado nos países emergentes parecem lhe dar razão. É insano brigar com os fatos. A não ser que se aceite uma lógica em que cessando a causa não cessa o efeito (o que torna muito mais difícil a compreensão do mundo), fica complicado explicar, porque se o laxismo monetário não era uma das causas da desvalorização do dólar - que valorizava a moeda dos emergentes - a simples expectativa de sua suspensão está valorizando o dólar e, simetricamente, desvalorizando a moeda dos emergentes?

No acordo de Bretton Woods, em 1944, concluiu-se que para ter uma política econômica que cuide de manter plenamente ocupado o seu fator de produção não comercializável mais escasso, é preciso que cada país tenha: 1) uma política fiscal que controle o nível discricionário da demanda pública; 2) uma política monetária que fixe a taxa de juro real, que controla a demanda privada, de forma a produzir uma inflação estável e parecida com as dos competidores internacionais; 3) uma política cambial que ajuste, eventualmente, a taxa de câmbio real para manter a balança em conta corrente em equilíbrio ao longo do ciclo econômico (com uso e recuperação de reservas); e, finalmente, mas não menos importante, 4) um controle do movimento de capitais. Leia mais »

Sem votos

A inovação nas mãos dos grandes grupos nacionais

Coluna Econômica

O 5o  Congresso da Inovação da Indústria, que transcorreu ontem em São Paulo, revelou alguns aspectos relevantes da luta pela inovação.

Primeiro, o diálogo entre empresas e autoridades, permitindo identificar pontos de estrangulamento no processo de inovação. Depois, a constatação de que o país avançou bastante no tema, a ponto de juntar quase mil pessoas discutindo o assunto e buscando formas de levar o conceito para pequenas e médias empresas. A Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI) é um movimento com esse perfil.

***

Mas serviu, também, para mostrar a diferença de tratamento que os grandes grupos nacionais dão ao tema.

Numa ponta, o ex-presidente da FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) Horácio Lafer, das Indústrias Klabin.

Nos seus primórdios, o setor de papel e celulose foi dos mais inovadores do país. Experiências inéditas permitiram aproveitar o sol tropical e desenvolver modalidades de árvores com produtividade até três vezes maior do que os concorrentes europeus e canadenses.

Na sua apresentação, Horácio atribuiu as dificuldades em inovar ao sistema educacional brasileiro, ao fato de se formar engenheiros sem nenhuma experiência prática, à dificuldade de incutir conceitos de inovação na mão de obra.

O educador Cláudio de Moura e Castro mostrou que é um problema histórico e de difícil solução, um padrão cultural brasileiro que privilegia o formalismo, o beletrismo, em detrimento dos resultados. Se uma faculdade abrir mão de uma referência em engenharia – ou em qualquer outra profissão – por um jovem profissional com PhD, o ensino pode perder muito. Mas ela passa a receber melhor pontuação nas avaliações oficiais.

*** Leia mais »

Sem votos

Brasil cai para a 56ª posição em ranking de competitividade

Da Agência Brasil

Brasil cai oito posições em ranking de competitividade internacional

03/09/2013 - 19h01

Wellton Máximo
Repórter da Agência Brasil

Brasília – A piora de indicadores macroeconômicos, o aperto no crédito e a falta de reformas estruturais fizeram o Brasil cair oito posições no ranking de competitividade internacional. De acordo com o Relatório de Competitividade Global de 2013–2014, divulgado hoje (3) pelo Fórum Econômico Mundial, o Brasil ficou na 56ª posição entre 148 países analisados.

No relatório anterior, o país tinha subido cinco posições e ficado em 48º lugar. Entre os membros do Brics, grupo que reúne as cinco principais economias emergentes do planeta, o Brasil perdeu a segunda posição para a África do Sul, que ficou em 53º lugar. Em 29º, a China continua o país mais competitivo do bloco.

Leia mais »
Sem votos

Secretário do Tesouro minimiza queda da produção industrial

Da Agência Brasil

Secretário minimiza queda da produção industrial e diz que PIB do trimestre é o que importa

03/09/2013 - 15h21

Daniel Lima
Repórter da Agência Brasil

Brasília – O secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, minimizou o resultado da produção industrial, que teve queda de 2% entre junho e julho deste ano. O número, divulgado hoje (3) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), foi interpretado por alguns analistas como indicação de resultado negativo no terceiro trimestre do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país).

Para o secretário, o que importa, agora, é o crescimento do PIB no segundo trimestre, que ficou em 1,5% , em relação ao trimestre anterior. Ele lembrou que o resultado indica uma recuperação importante da economia brasileira, com o crescimento da produção industrial na comparação feita em 12 meses.

“Portanto, do ponto de vista de médio e longo prazos, entendo que as bases para um retomada do crescimento econômico estão lançadas, e ela [retomada] vai ocorrer. Muito gente é mais, ou menos otimista, e isso é normal. Mas o PIB recentemente informado mostra que começa a dar resultado o trabalho de fundamentos que o Brasil vem fazendo para melhorar sua competitividade e ter um conjunto de estímulos à produção”, disse o secretário após audiência na Comissão de Assunto Econômicos do Senado.

Leia mais »
Sem votos

Economistas revisam expectativas de crescimento para 2013

Do iG

Depois de erros na previsão do PIB, economistas revisam números para 2013

Com viés pessimista, mercado esperava crescimento menor para a economia no segundo trimestre; agora, casas de análise se recolhem para revisão de projeções

Bárbara Ladeia - iG São Paulo | 03/09/2013 06:00:00

Este final de semana foi especialmente reflexivo para analistas financeiros. Após quatro sucessivas revisões – para baixo – nas expectativas de crescimento da economia nacional, esta segunda-feira (2) amanheceu sob a luz de um certo otimismo. Há uma semana, as instituições financeiras consultadas pelo Boletim Focus, do Banco Central, apostavam em um crescimento econômico de 2,2% em 2013 – hoje a média esperada é de um crescimento de 2,32%.

A divulgação do Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre, na última sexta-feira (30), serviu para mostrar – mais uma vez – quão frequente é o descompasso entre as previsões de economistas e o ritmo da economia. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o PIB do Pais cresceu 1,5% no segundo trimestre.

Leia mais »
Sem votos

Sobre a infraestrutura nacional e os serviços estrangeiros

Por Fred Montero

Comentário ao post "O dia em que a Globo piscou"

Tecnicamente, ou o Ministro das Comunicações está no cargo errado ou está muito mal assessorado. A sua mentalidade ainda está muito presa às questões de ampliação da infraestrutura de comunicações, mas não sabe como lidar com a questão dos serviços ofertados. Ou seja, no Brasil estamos preparando toda a infraestrutura apenas para o país ser engolido pelos serviços de empresas estrangeiras. Fazendo uma analogia, não adianta termos as melhores estradas do mundo, se nelas só rodam carros de fabricantes estrangeiros, se não há um carro de empresa nacional (hum, peraí, não está longe disso atualmente). Nas comunicações vai acontecer a mesma coisa. Podemos lançar satélite para o espaço, cortar o país com cabos de fibra ótica de cabo à rabo até a última milha, mas se os serviços que dominam esta infraestrutura toda forem predominantemente estrangeiros, do que adianta?

Já venho batendo nesta tecla com relação ao cinema nacional, mas creio que pode ser ampliado para todo o sistema de comunicação: adquirir equipamentos no Brasil é caro, devido à uma política protecionista e de uma política tarifária que só complicam o surgimento e a manutenção de qualquer empreendimento. Depois de décadas de protecionismo para a indústria de equipamentos de informática, gostaria de conhecer alguma empresa nacional decente que surgiu disso. Cobrar impostos altos sobre equipamentos e serviços estrangeiros somente irá nos deixar de fora da próxima onda econômica no mundo, que é a oferta de serviços pela internet. Já estamos muito, mas muito atrasados. Daqui há pouco, estaremos irremediavelmente de fora. E então não adiantará reclamar se estamos sendo espionados, porque usamos o sistema de buscas da Google, o email da Microsoft, o armazenamento de dados da Apple. Nós deixamos que as coisas acontecessem assim. Leia mais »

Sem votos

Ex-integrantes da cúpula do Banco Nacional são presos no RJ

Sugerido por anarquista sério

Da Folha

Polícia prende cúpula do Banco Nacional, que sofreu intervenção nos anos 90

MÔNICA BERGAMO

A Justiça decretou hoje a prisão de ex-integrantes da cúpula do Banco Nacional, que sofreu intervenção do Banco Central na década de 1990, no governo de Fernando Henrique Cardoso.

Foram recolhidos às celas, no Rio, o ex-presidente do banco Marcos Magalhães Pinto, o executivo Arnoldo Oliveira, e o ex-contador Clarimundo Santana. Eles estão na sede da Polícia Federal, no Rio.

Os três foram condenados por gestão fraudulenta.

Eles já tinham sido presos em 2002, por causa do mesmo processo, mas seus advogados conseguiram reverter a decisão no STF (Supremo Tribunal Federal). Leia mais »

Sem votos

Produção industrial diminui no mês e aumenta no ano

Do IBGE

Produção industrial recua (-2,0%) em julho

Em julho de 2013, já descontadas as influências sazonais, a produção industrial apontou queda de 2,0% frente ao mês imediatamente anterior, praticamente eliminando a expansão de 2,1% assinalada em junho último.

No confronto com igual mês do ano anterior, o setor industrial apontou crescimento de 2,0% na produção, quarta taxa positiva consecutiva nesse tipo de comparação.

Com isso, no índice acumulado para os primeiros sete meses do ano, o setor industrial avançou 2,0% frente a igual período do ano anterior, repetindo, portanto, a marca observada no fechamento do primeiro semestre.
A taxa anualizada, indicador acumulado nos últimos 12 meses, ao mostrar expansão de 0,6% em julho de 2013, manteve a trajetória ascendente iniciada em dezembro do ano passado (-2,6%) e assinalou o resultado positivo mais elevado desde novembro de 2011 (0,7%).

O índice de média móvel trimestral mostrou variação de -0,7%. Leia mais »

Sem votos

Por mais de 5 bilhões de euros, Microsoft compra Nokia

Do Estadão

Microsoft compra Nokia por 5,44 bi de euros

Por Filipe Serrano

Negócio inclui a divisão de produtos e serviços da Nokia e patentes da fabricante de celulares finlandesa

SÃO PAULO – A Microsoft fechou um acordo para comprar a fabricante finlandesa Nokia por um total de 5,44 bilhões de euros (cerca de R$ 17 bilhões). O valor corresponde a 3,49 bilhões de euros pela unidade de aparelhos e serviços da Nokia e 1,65 bilhão de euros pelas patentes em nome da fabricante. De acordo com as empresas, o valor do acordo será pago em dinheiro. A Microsoft afirmou que usará fundos aplicados no exterior para fazer o pagamento. A transação deverá ser concluída no primeiro trimestre de 2014, se aprovada por agências reguladoras e acionistas das empresas.

As operações vendidas à Microsoft geraram 14,9 bilhões de euros em 2012 em receita para a Nokia, metade do faturamento da fabricante de celular.

“Com o compromisso e recursos da Microsoft para levar os aparelhos e serviços da Nokia para frente, agora entendemos o potencial completo do ecossistema do Windows, oferecendo as experiências mais completas para as pessoas em casa, no trabalho e em qualquer lugar”, escreveram em uma carta conjunta o presidente executivo da Microsoft, Steve Ballmer, e o presidente executivo da Nokia, Stephen Elop. Leia mais »

Sem votos

"Enquanto o lucro é privatizado a crise é socializada"

Sugestão de Wilson Ferreira

Guia prático de destruição do capitalismo

Do blog: "Cinema Secreto: Cinegnose"

Por Wilson Roberto Vieira Ferreira

Vamos dar uma pequena contribuição à escalada de manifestações no Brasil no mundo com um pequeno “Guia Prático de Destruição do Capitalismo” mostrando que o verdadeiro inimigo não está nas vidraças de agências bancárias ou nas lanchonetes símbolos da globalização, sempre alvos de depredações. Está na financeirização e liquidez do capital, símbolos da força e, paradoxalmente, também da fraqueza de um sistema baseado apenas na credibilidade através da nossa participação a cada compra a prazo ou quando pagamos através da socialização dos prejuízos das explosões das bolhas financeiras. E a única forma de libertação existente é através daquilo que o filósofo francês Jean Baudrillard chamava de "aprofundamento irônico e proposital das condições negativas".

And when we kiss we speak as one
With a single breath this world is gone
(Everyone Everywhere, New Order) Leia mais »

Sem votos

Sobre a produção de petróleo e gás de xisto nos EUA

Por rdmaestri

Comentário do post "Algumas questões sobre a produção de petróleo e gás de xisto nos Estados Unidos"

Há pouco tempo postei um pequeno artigo que tentava alinhar o bombardeio da Síria como um dos motivos que leva os Estados Unidos tentar instabilizar a produção de petróleo para subir o preço do mesmo. Isto está ligadona viabilização da produção doméstica das grandes reservas de óleo e gás do xisto. Quando comecei a escrever este texto ainda tinha pequenas dúvidas, mas sistematizando dados que já conhecia e agrupando alguns mais novos, a minha convicção aumentou.

O interesse dos norte-americanos manterem o custo alto do petróleo está na viabilização das suas “novas” descobertas de fontes de hidrocarbonetos. Novas entre aspas se justifica à medida que estas formações já são conhecidas há quase 100 anos e já estavam sendo exploradas comercialmente há muito tempo. Em abril de 1951 na formação de Bakken, em North Dakota, se produzia óleo comercialmente, não as grandes empresas, mas pequenos operadores (em termos de petróleo). Sabia-se há muito tempo o tamanho das reservas, entretanto não se sabia o que era recuperável (extraído comercialmente), a grande discussão que havia e que persiste até hoje era o grau de recuperação das imensas camadas de folhelhos betuminosos. Leia mais »

Sem votos

Dados do IBGE sinalizam recuperação, diz vice-diretor da FGV

Da Agência Brasil

Para vice-diretor da FGV, dados do IBGE sinalizam recuperação da economia

30/08/2013 - 13h04

Daniel Lima
Repórter da Agência Brasil

Brasília - O vice-diretor de Análise de Políticas Públicas da Fundação Getulio Vargas (FGV), Rogério Sobreira, acredita que a taxa de investimento do segundo trimestre do ano, divulgada hoje (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) com os dados do Produto Interno Bruto (PIB), indica sinais de recuperação da economia brasileira.

Segundo o IBGE, o PIB, que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, cresceu 1,5% no segundo trimestre ante o período anterior. Além disso, a taxa de investimento em percentual do PIB subiu de 17,9% no segundo trimestre de 2012 para 18,6% no segundo trimestre deste ano.

Leia mais »
Sem votos

Dados do IBGE sinalizam recuperação, diz vice-diretor da FGV

Da Agência Brasil

Para vice-diretor da FGV, dados do IBGE sinalizam recuperação da economia

30/08/2013 - 13h04

Daniel Lima
Repórter da Agência Brasil

Brasília - O vice-diretor de Análise de Políticas Públicas da Fundação Getulio Vargas (FGV), Rogério Sobreira, acredita que a taxa de investimento do segundo trimestre do ano, divulgada hoje (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) com os dados do Produto Interno Bruto (PIB), indica sinais de recuperação da economia brasileira.

Segundo o IBGE, o PIB, que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, cresceu 1,5% no segundo trimestre ante o período anterior. Além disso, a taxa de investimento em percentual do PIB subiu de 17,9% no segundo trimestre de 2012 para 18,6% no segundo trimestre deste ano.

Leia mais »
Sem votos

Superávit primário cai para R$ 2,287 bilhões em julho

Do Jornal GGN

Superávit primário cai para R$ 2,287 bilhões em julho

sex, 30/08/2013 - 13:53 - Atualizado em 30/08/2013 - 17:26

Jornal GGN - O superávit primário do setor público consolidado chegou a R$ 2,287 bilhões durante o mês de julho, menos da metade dos R$ 5,429 bilhões contabilizados em junho, e dos R$ 5,570 bilhões registrados em julho do ano passado. O resultado é o menor para o período dentro da série histórica desde 2010, segundo dados divulgados pelo Banco Central.

Ao longo do período, o Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) registrou superávit de R$ 3,768 bilhões, ante R$ 1,424 bilhão em junho, enquanto os governos regionais e as empresas estatais apresentaram déficits de R$ 1,467 bilhão (revertendo o superávit de R$ 3,168 bilhões apurado no mês passado) e R$ 14 milhões (bem abaixo do superávit de R$ 836 milhões visto em junho), respectivamente.

Leia mais >>>> Leia mais »

Sem votos

Superávit primário cai para R$ 2,287 bilhões em julho

Do Jornal GGN

Superávit primário cai para R$ 2,287 bilhões em julho

sex, 30/08/2013 - 13:53 - Atualizado em 30/08/2013 - 17:26

Jornal GGN - O superávit primário do setor público consolidado chegou a R$ 2,287 bilhões durante o mês de julho, menos da metade dos R$ 5,429 bilhões contabilizados em junho, e dos R$ 5,570 bilhões registrados em julho do ano passado. O resultado é o menor para o período dentro da série histórica desde 2010, segundo dados divulgados pelo Banco Central.

Ao longo do período, o Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) registrou superávit de R$ 3,768 bilhões, ante R$ 1,424 bilhão em junho, enquanto os governos regionais e as empresas estatais apresentaram déficits de R$ 1,467 bilhão (revertendo o superávit de R$ 3,168 bilhões apurado no mês passado) e R$ 14 milhões (bem abaixo do superávit de R$ 836 milhões visto em junho), respectivamente.

Leia mais >>>> Leia mais »

Sem votos

PIB cresce 1,5% no segundo tri, segundo IBGE

Da Agência Brasil

Economia brasileira cresce 1,5% no segundo trimestre, aponta IBGE

30/08/2013 - 9h00

Vitor Abdala
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – A economia brasileira cresceu 1,5% no segundo trimestre deste ano, em relação ao trimestre anterior. O Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, totalizou R$ 1,2 trilhão no período de abril a junho, segundo dados divulgados hoje (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No primeiro trimestre, o PIB havia crescido 0,6% em relação ao trimestre anterior. Pelo lado da produção, o principal destaque foi a agropecuária, que teve alta de 3,9% no trimestre em relação ao trimestre anterior. Também registraram crescimento os setores da indústria (2%) e serviços (0,8%).

Leia mais »
Sem votos

PIB cresce 1,5% no segundo tri, segundo IBGE

Da Agência Brasil

Economia brasileira cresce 1,5% no segundo trimestre, aponta IBGE

30/08/2013 - 9h00

Vitor Abdala
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – A economia brasileira cresceu 1,5% no segundo trimestre deste ano, em relação ao trimestre anterior. O Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, totalizou R$ 1,2 trilhão no período de abril a junho, segundo dados divulgados hoje (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No primeiro trimestre, o PIB havia crescido 0,6% em relação ao trimestre anterior. Pelo lado da produção, o principal destaque foi a agropecuária, que teve alta de 3,9% no trimestre em relação ao trimestre anterior. Também registraram crescimento os setores da indústria (2%) e serviços (0,8%).

Leia mais »
Sem votos

A superação do neoliberalismo no Brasil

A SUPERAÇÃO DO NEOLIBERALISMO NO BRASIL - Os governos Lula e Dilma, do PT, destruíram o neoliberalismo galopante e triunfalista dos períodos tenebrosos do PSDB. 

Vivemos hoje em pleno emprego, com política nacional de valorização do salário mínimo (que impacta diretamente em 70% dos aposentados e pensionistas), com aumentos reais dos dissídios da classe trabalhadora (acima da inflação) desde 2005 e ressurgimento da indústria naval (que em 03 ou 05 anos gerará mais empregos que a indústria automobilística). 

Há também um amplo processo de distribuição de renda, de redução das desigualdades sociais, menor índice de GINI (que mede a desigualdade social) dos últimos 50 anos e maior poder de compra do salário mínimo dos últimos 35 anos.

Isto sem falar nas dezenas de universidades públicas construídas, centenas de campis universitários construídos, centenas de escolas técnicas, milhares de obras espalhadas nos quatro cantos do país, ampliação e fortalecimento do Mercosul (com a devida destruição da ALCA), etc.

Ou seja, o PT destruiu e varreu para bem longe o desgraçado neoliberalismo que havia anteriormente em Pindorama. Essa é a verdade factual dos acontecimentos do Brasil no pós 2003, com dados concretos e objetivos da realidade, não com desejos íntimos ou fantasias e achismos mil.  Leia mais »

Média: 5 (2 votos)

O setor privado e as políticas de Estado no Japão e nos EUA

Por Waldyr Kopezky

Nassif e caros, vamos por partes:

A indústria japonesa de ponta já era realidade ANTES da II Guerra - a Mitsubishi fazendo os aviões Zeros, a siderurgia Kawasaki (produção de aço e construção naval pesada), tudo isso só foi redirecionado para o setor de bens de consumo (com a adição de uma transferência "amiga" de tecnologia eletrônica ocidental, à medida em que esta se desenvolvia). Os japoneses cresceram com suas corporações tanto que engoliram Philips, Philco, Bosch-Blaupunkt, Telefunken, GE (os norte-americanos só controlam hoje a área da General Dynamics, vendendo o setor de produção de eletro-eletrônicos dessa corporação) e etc.

Mas ninguém se engane - foi um crescimento planejado para que os japoneses pudessem fazer frente ao adormecido (e já temido) "gigante chinês". Na medida em que eles viram crescer a ameaça, também transferiram tecnologia ao setor privado da Coréia.

Pra resumir: setor privado e livre mercado (tanto quanto governos e administração pública) estão desde sempre intimamente conectados por políticas de Estado. Nos EUA sempre foi assim: o governo desenvolve tecnologia de ponta, cria e desenvolve projetos militares e depois delega sua aplicação na produção de bens de consumo a grupos empresariais alinhados com o regime (que é igual nos objetivos, não importa se no momento seja democrata ou republicano).

Leia mais »

Sem votos