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Eduardo Cunha

Final feliz de Jorge Luz e seu Aprendiz Cunha poderá ser no castelo da duquesa de Alba, por Hildegard Angel

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Do blog de Hildegard Angel

 
por Hildegard Angel
 
Jorge Luz, o maior operador da corrupção do país, permanece na ativa desde os militares. Conforme o noticiário, na Petrobras ele age desde 1986, em conluio com o PMDB. Contudo, perto do tamanho de seu próprio enriquecimento, parecem irrisórios os 40 milhões de dólares que ele teria distribuído em propinas ao partido nas negociatas.

Só mesmo o detentor de imensa fortuna poderia ter adquirido, como ele fez, um dos castelos da duquesa de Alba, em Sevilha, após a morte, em 2014, da mulher mais rica da Espanha e maior colecionadora de títulos de nobreza do mundo – e por isso não precisava se ajoelhar nem para o Papa. Naquela ocasião, Luz interessou-se em obter a cidadania espanhola, empenhando-se para isso junto um amigo português, lobista com bom trânsito na realeza de Espanha.

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O novo ministro da Justiça: ruralista, contra indígenas e aliado de Cunha

Osmar Serraglio na Câmara: defesa do impeachment e de Eduardo Cunha / Foto Carta Capital
 
Jornal GGN - A bancada ruralista e evangélica do PMDB emplacou o novo ministro da Justiça, o deputado federal Osmar Serraglio (PMDB-PR). Diretor jurídico da Frente Parlamentar da Agropecuária, teve como destaque em sua atuação na Câmara a luta contra as demarcações indígenas, relatando a PEC 215, e foi um dos principais aliados de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), ex-deputado preso na Operação Lava Jato.
 
O ministro terá como função a responsabilidade pela Polícia Federal, tema que traz receios de interferências, por exemplo, nas investigações da Operação Lava Jato, além de assumir o dever do Executivo pelas terras indígenas, a política de drogas, penitenciária, entre outros.
 
Serraglio é um importante porta voz da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) no Congresso, e teve atuação decisiva para a aprovação da PEC 215, na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, que esvazia o poder da FUNAI e transfere para o Congresso a palavra final sobre as demarcações.
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Marcola tem muito a aprender com Cunha, o preso mais poderoso do País, por Jeferson Miola

Marcola tem muito a aprender com Cunha, o preso mais poderoso do País

por Jeferson Miola

Eduardo Cunha tem razões de sobra para se sentir o presidiário mais poderoso do país. Os motivos para isso são mais que justificáveis:

  1. sua turma na trama golpista, que o ministério público federal diz ser a organização criminosa identificada por alcunhas nas planilhas de propinas da Odebrecht, está no centro do poder: Michel Temer, o MT; Eliseu Padilha, o Primo; e Moreira Franco, o Angorá – Geddel Vieira Lima, outro parceirão do time e colecionador de desvios e crimes, já foi ejetado do Planalto, e em breve poderá fazer companhia a Cunha;
  2. Gustavo do Vale Rocha, seu advogado e também advogado da Marcela Temer na censura das notícias do hacker, foi indicado por Cunha e nomeado pelo “Primo” como Subchefe de Assuntos Jurídicos da Casa Civil, um dos cargos mais influentes do governo federal;
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Cunha quer entregar o jogo de Temer e PMDB

Por outro lado, se a Justiça de Brasília barrar perguntas e impedir acusações contra o presidente da República, a exemplo do que fez Sérgio Moro, não restará a Cunha outra opção de acusar Temer que não seja a delação premiada
 
 
Jornal GGN - Ainda na estratégia de mostrar aos investigadores de que se ele é acusado de comandar esquemas de corrupção nos crimes da Operação Lava Jato, o atual presidente Michel Temer também deverá responder à Justiça, Eduardo Cunha (PMDB) enviou outras e novas perguntas a Temer, o intimando como testemunha, agora na Justiça de Brasília.
 
O ex-presidente da Câmara e ex-deputado federal pelo PMDB é investigado em várias frentes da Lava Jato. Se em Curitiba, Cunha foi preso por Sérgio Moro pelo esquema de desvios da Petrobras, em Brasília a ação é sobre desvios do FI-FGTS, um desdobramento da primeira.
 
Assim como o fez no caso sob comando de Moro, no Paraná, Cunha enviou 19 perguntas a Temer, após o intimar como testemunha de seu processo. Em uma delas, chega a perguntar ao presidente da República se ele tem ciência da "vantagem indevida" oferecida ao ministro Moreira Franco.
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STF estaria articulando para evitar delação de Eduardo Cunha

 
Jornal GGN - A justificativa para o Supremo Tribunal Federal (STF) negar a liberdade do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB), mantendo-o preso no Departamento Penitenciário do Paraná, foi que o tipo de ação solicitada era o incorreto. 
 
Esse foi o argumento levantado pelo relator dos processos da Lava Jato no Supremo, Edson Fachin: uma reclamação por desobediência à ordem anterior do STF não poderia ser aceito. Os outros sete ministros que participaram da sessão concordaram: Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Luiz Fux, Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Celso de Mello e Cármen Lúcia.
 
Apesar de negativa para a defesa de Eduardo Cunha, a resposta do Supremo não foi um fechar completo de portas. Não se discutiu se o deputado enquadrava-se nas previsões do Código Penal para permanecer preso. 
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STF mantém Eduardo Cunha preso na Penitenciária do Paraná

Em único voto contrário, o ministro Marco Aurélio defendeu a soltura, apesar das graves acusações e indícios criminosos: "Não cabe a mim tomá-lo como Geni", disse
 
 
Jornal GGN - O Supremo Tribunal Federal (STF) negou, por 8 votos contra 1, o pedido de liberdade do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB), mantendo-o preso no Departamento Penitenciário do Paraná. 
 
O relator dos processos da Lava Jato no Supremo, Edson Fachin, argumentou que o tipo de recurso - uma reclamação por desobedecer ordem anterior do STF - usado pela defesa de Cunha não poderia ser aceito. Outros sete ministros que participaram da sessão acompanharam o voto do relator: Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Luiz Fux, Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Celso de Mello e a presidente do Supremo, Cármen Lúcia.
 
O advogado de Cunha defendeu que o juiz da Vara Federal da Curitiba, Sérgio Moro, descumpriu uma decisão anterior do próprio Supremo. Tratava-se de um entendimento dos ministros quando julgaram o afastamento do então deputado da presidência da Câmara, em maio de 2016. Ao invés de decidir pela prisão do parlamentar, decidiram pelo afastamento.
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Moro defende Temer de indícios de acusações de Eduardo Cunha

 
Jornal GGN - Ao negar a liberdade da prisão preventiva ao deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB), o juiz de primeira instância da Operação Lava Jato, Sergio Moro, defendeu o presidente Michel Temer, como suposta vítima de "reprovável tentativa de intimidação". Em mais de treze páginas, defendeu-se ainda das críticas contra as prisões, e inverteu os indícios de acusação de Cunha contra o presidente e sua cúpula como tentativas de "pressão política".
 
Moro utilizou o despacho em que decide manter a prisão de Eduardo Cunha como mecanismo de defesa à ele e à Michel Temer, e de resposta às críticas das prisões da Operação Lava Jato, feitas mais recentemente por Gilmar Mendes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).
 
Ainda que sem citar o nome do ministro, o despacho do juiz contestou a declaração, na última terça-feira (07), de que o Supremo necessita discutir e se posicionar sobre "as alongadas prisões que se determinam em Curitiba", "tema que conflita com a jurisprudência que desenvolvemos ao longo desses anos".
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A nação do bundalelê, por Arnaldo César

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Do blog de Marcelo Auler

A Nação do bundalelê

por Arnaldo César

Desde quando tomaram o poder, os golpistas que se aboletaram no Palácio do Planalto, em Brasília, passaram a comandar o País na base de chantagens, truques ardilosos, chicanes, acordos por debaixo dos panos e pequenos expedientes.
 
É verdade que a política brasileira sempre se movimentava dentro dessa lógica. Só que antes agiam na calada da noite. Hoje, os bucaneiros de plantão fazem isso às claras. Ás vezes na frente das câmeras, em cadeia nacional.
 
O pudor – sentimento de vergonha por atos que firam a decência –  foi mandado ás favas.

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Lava Jato se estende ao Panamá, com prisão de sócios da Mossack

 
Jornal GGN - A conexão do escritório de advocacia e holding de origem panamenha Mossack Fonseca com a Operação Lava Jato avançou mais um passo nesta quinta-feira (09), quando dois dos fundadores foram presos, após o desdobramento das 107 offshores ligadas a empresas e políticos citados na investigação brasileira.
 
No último ano, os documentos da Mossack tornados públicos no vazamento que ficou conhecido como Panamá Papers, por todo o mundo, mostrou que mais de cem das empresas que possivelmente alimentavam irregularidades em paraísos fiscais, com a remessa de recursos ao exterior de forma ilegal ou a lavagem de montantes, guardavam relação com a Lava Jato.
 
Entre elas, 16 offshores apontavam conexões com a Odebrecht e os grupos econômicos Mendes Júnior, Schahin, Queiroz Galvão, Feffer, do Grupo de Papel e Celulose Suzano, e Walter Faria, da Cervejaria Petrópolis. O ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), assim como o ex-deputado federal João Lira, do PTB, foram alguns dos políticos também arrolados.
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Em artigo na Folha, Cunha pede respeito à Constituição

Jornal GGN – Eduardo Cunha, depõe. Mas faz mais do que isso, ele manda para a Folha um artigo em que faz sua defesa, e um desmonte da Lava Jato. Cunha começa clamando por igualdade de espaço para defender sua vida, mesmo que isso abra espaço para mais retaliações à sua família. Uma introdução.

Aos fatos, o ex-deputado do PMDB, e integrante do seleto grupo de Temer, se diz um troféu nas mãos do juiz de primeira instância e do STF, já que nenhum fato novo existe que torne a prisão necessária. Descreve os inúmeros incisos e leis que contestam a decisão da Corte, e que tornam sua prisão arbitrária.

Ele fala da vida no cárcere, do convívio com outros presos não delatores, dos dias. Afirma que a sua integridade, bem como de outros presos, é de responsabilidade integral de Sérgio Moro, juiz de primeira instância e de causa única. Por fim, lembra que não se discute se existiu ou não esquema de corrupção, pois que houve, mas sim a legalidade e a ilegalidade constantes nas prisões ocorridas e mantidas.

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Ao vivo: STF decide se mantém prisão de Eduardo Cunha

 
Jornal GGN - O Supremo Tribunal Federal (STF) deve julgar, na tarde desta quarta-feira (08), um recurso do ex-presidente da Câmara dos Deputados, o deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), contra a sua prisão preventiva, desde o dia 19 de outubro do ano passado.
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Com prisão de Cunha, Gilmar começa a questionar Lava Jato

 
Jornal GGN - Após a indicação de entrada do ministro de Temer, Alexandre de Moraes, para compor o Supremo Tribunal Federal (STF), o avanço das delações de executivos e ex-funcionários da Odebrecht contra caciques do PMDB e PSDB, e a prisão de Eduardo Cunha (PMDB) que irá completar quatro meses, o ministro Gilmar Mendes questiona decisões de Sérgio Moro, principalmente as "alongadas prisões".
 
"Temos um encontro marcado com as alongadas prisões que se determinam em Curitiba. Temos que nos posicionar sobre este tema que conflita com a jurisprudência que desenvolvemos ao longo desses anos", disse Gilmar, nesta terça-feira (07).
 
A declaração do ministro do STF e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ocorre um dia antes do julgamento do colegiado de Segunda Turma sobre um pedido de liberdade de Eduardo Cunha. É uma das primeiras manifestações de Gilmar no sentido de revisão de decisões da primeira instância, a Vara Federal de Curitiba, onde Sergio Moro atua.
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Cunha alerta Temer: "Sabíamos de tudo e de todos", diz à Lava Jato

 
Jornal GGN - Uma das principais ameaças para Michel Temer, na contramão de suas estratégias para garantir auto-proteção e de sua cúpula no Judiciário, está dentro do Complexo Médico Penal, em Curitiba. O depoimento de Eduardo Cunha ao juiz Sérgio Moro, na Justiça Federal em Curitiba, nesta terça-feira (07), mostrou que o ex-deputado mantém a tática sinalizada de, se condenado, levar o presidente junto.
 
Os primeiros sinais de ameaças apresentados pelo peemedebista surgiram com a convocação de Temer como sua testemunha de defesa na investigação em que é acusado de receber, pelo menos, R$ 5 milhões de um contrato da Petrobras do campo de exploração de petróleo, na costa do Benin, na África, em 2011.
 
O presidente decidiu responder ao questionário por escrito. Cunha enviou, então, um total de 41 perguntas. Mas apenas 20 delas foram liberadas pelo juiz da Vara Federal de Curitiba, Sérgio Moro. Entre as que foram barradas, é visível a estratégia assumida pelo ex-deputado de provar que, se ele é réu ou for condenado, Michel Temer também deve ser.
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Carlos Marun, ex-tropa de choque de Cunha, vai presidir comissão da Previdência

Jornal GGN - Na Câmara dos Deputados, a comissão especial que irá analisar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287, da reforma da Previdência, será presidido pelo deputado Carlos Marun (PMDB-ES). Marun foi indicado pelo partido e vai substituir Sérgio Zveiter (PMDB-RJ), que deverá integrar outro colegiado.

O deputado do Espírito Santo fez parte da ‘tropa de choque’ de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e e foi um dos poucos que defende o ex-presidente da Câmara na sessão que aprovou sua cassação. Marun, que também faz parte da bancada ruralista, declarou que o objetivo é aprovar a PEC até o final do primeiro semestre.

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Cunha prestará depoimento para Sérgio Moro na tarde de hoje

 
Jornal GGN - Na tarde de hoje (7), o deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB),  será interrrogado pela primeira vez pelo juiz federal Sérgio Moro. O ex-presidente da Câmara é réu na Operação Lava Jato, acusado de receber R$ 5 milhões em propinas em um contrato para a compra de um campo de petróleo pela Petrobras na África, além de usar contas na Suíça para lavar dinheiro. 
 
“É um interrogatório em que ele não deve permanecer em silêncio. Ele vai responder às questões que serão formuladas. Temos trabalhado cotidianamente o preparo das resposta às acusações que lhe foram imputadas”, afirmou Marlus Arns de Oliveira, advogado de Cunha. 

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