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Paulo Rabello de Castro e o jornalismo do senso comum

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Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Uma das grandes pragas dessa era das redes sociais é o opinionismo desenfreado. Todos têm opiniões taxativas sobre tudo, pouco importa o grau de complexidade do tema e de desinformação do autor.

Desde os anos 90, teve início essa praga do populismo do colunismo. Em vez de explicar, interpretar, atender às dúvidas dos leitores, o colunista se colocava no mesmo nível do leitor, com as mesmas indignações e o mesmo nível de ignorância. É o chamado colunismo do senso comum.

A maneira como uma colunista da Folha ataca Paulo Rabello de Castro, no artigo abaixo, é significativa da ditadura do pensamento leigo, justamente onde deveria estar o escrito especializado. Em negrito é sublinhado, meus comentários  

Sem respostas

Paulo Rabello de Castro, presidente do BNDES há pouco mais de um mês, fala muito mas diz pouco. O economista é loquaz na defesa política do governo Temer e evasivo nas explicações substantivas sobre as operações do banco. A verborragia de Rabello já levou dois diretores a pedir demissão.

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Duvivier discute com Feliciano em programa de rádio

Jornal GGN - Em participação no programa Pânico, da rádio Jovem Pan, o humorista Gregorio Duvivier discutiu com o deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP), que ligou para o programa para comentar a entrevista. O parlamentar questionou porque Duvivier não fazia piadas com o islamismo.  "O meu problema com Duvivier é que eu queria saber por que ele não faz uma charge, não faz humor com o Islã, com o Estado Islâmico, com Maomé. Por que faz só com o cristianismo?”, perguntou.

O ator respondeu dizendo que "não tem nenhum deputado islâmico que está roubando o meu dinheiro". Depois, Feliciano falou para Duvivier tomar cuidado porque a Lei Rouanet está sob investigação, em referência à Operação Boca Livre. Gregorio rebateu: "Esse filme não tem Lei Rouanet, tem Lei do audiovisual. Vamos estudar?”

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MPSP quer investigar trote de Haddad em comentarista da Jovem Pan

SAO PAULO - SP - BRASIL, 30-10-2014, 18h20: PREFEITO HADDAD NA FOLHA. O prefeito Fernando Haddad (PT) durante entrevista para a TV Folha. (Foto: Adriano Vizoni/Folhapress, COTIDIANO) ***EXCLUSIVO FSP***
 
Jornal GGN - O trote que o prefeito Fernando Haddad fez no comentarista da Jovem Pan, Marco Antonio Villa, gerou reações extremas tanto em editoriais e grandes jornais, quanto no Ministério Público de São Paulo, que decidiu abrir um processo para investigar o caso.
 
Da Folha de S. Paulo 
 
 
O Ministério Público de São Paulo abriu inquérito para investigar o trote que o prefeito Fernando Haddad realizou na segunda-feira (16), ao publicar uma agenda falsa de compromissos para induzir um crítico do governo ao erro.
 
A portaria, emitida pelo promotor Nelson Luís Sampaio de Andrade, cita reportagens da Folha e de "O Estado de S. Paulo" que noticiaram o caso, que teve como alvo o comentarista Marco Antonio Villa, da rádio "Jovem Pan".
 
O texto diz que a conduta, "além de incompatível com a dignidade e decoro do cargo, afronta diretamente os princípios da publicidade, da transparência, da impessoalidade, da moralidade e do interesse público". O trote é considerado pelo MP como improbidade administrativa e cobra esclarecimentos de Haddad em até dez dias.
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Haddad passa trote em comentarista da Jovem Pan

 
Jornal GGN - Fernando Haddad fez um trote ao comentarista da Jovem Pan, Marco Antonio Villa, após receber críticas diariamente nos três anos de mandato na prefeitura de São Paulo. 
 
Além das comuns críticas à cidade de São Paulo, o historiador recentemente aderiu à cobertura diária e incessante da agenda do prefeito. "Ultimamente, ele tem comentado minha agenda pública com o conhecimento de quem nunca administrou um boteco", disse Haddad em sua página nas redes sociais.
 
O prefeito decidiu, então, pregar uma peça. Propositalmente, na manhã desta segunda (16), Haddad pediu que substituíssem a sua agenda pela de outro político, não mencionado, "apenas para vê-lo comentar, uma vez na vida, o dia-a-dia de quem ele lambe as botas". Na programação estava "A partir de 8h30 - Despachos internos" e o restante do dia em branco. 
 
Marco Antonio Villa caiu no trote e, ao ler a agenda de Haddad, comentou no programa de rádio: "hoje, por exemplo, dia 16 de maio, como faço todo santo dia, eu abri a agenda do prefeito. Pode ser que seja um erro da agenda dele disponibilizada na rede, mas é importante, qualquer um de vocês pode acessar. Está escrito o seguinte: a partir das 8h30, despachos internos. O resto está branco. Branco! Branco! Não há nada!", gritou o comentarista.
 
Mal sabia Villa que a agenda  usada foi a de Geraldo Alckmin, PSDB-SP, governador do estado e com quem ele mantém um relacionamento muito, muito, muito cordial.
 
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Após cinco meses, Silvia Poppovic é demitida da Jovem Pan

Do Portal Imprensa

 
Pouco mais de cinco meses após assumir o lugar de Rachel Sheherazade no "Jornal da Manhã", a jornalista Silvia Poppovic foi demitida na última terça-feira (5/4) pela rádio Jovem Pan.
 
Segundo a coluna de Flavio Ricco, no UOL, Silvia dispensada pelo chefe de jornalismo da emissora, José Carlos Pereira, logo após o programa.
 
A jornalista dividia os comentários do jornal com Marco Antonio Vila e Joseval Peixoto. Com opinião diferentes dos outros participantes, muitas vezes se contrapôs às posições políticas da emissora abertamente contrária ao governo federal.
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Em entrevista à Jovem Pan, Alckmin critica impeachment

Da Revista Fórum

Alckmin critica impeachment e causa frustração em apresentadores da Jovem Pan

Apesar da pressão dos entrevistadores, como Rachel Sheherazade e Marco Antonio Villa, que tentavam forçar uma resposta a favor da derrubada da presidenta, o tucano rechaçou a ideia: “Nós precisamos falar a verdade para as pessoas. Se não tiver um embasamento jurídico, não vai ter impeachment porque o Supremo Tribunal Federal não vai deixar”

Por Redação

Em entrevista ao Jornal da Manhã, da rádio Jovem Pan, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB-SP), afirmou nesta quinta-feira (30) que não vê o impeachment da presidenta Dilma Rousseff como uma saída viável para o Brasil. “O impeachment é um trauma para o país”, disse. E completou: “Precisamos zelar pela democracia”.

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A entrevista de Haddad à Jovem Pan e a Imprensa, por Aldo Fornazieri

A entrevista que o prefeito Fernando Haddad concedeu à Jovem Pan alcançou grande repercussão e, invariavelmente, foi classificada pela maioria dos analistas como um “massacre”, uma “surra” aos entrevistadores Rachel Sheherazade e Marco Antônio Villa. A entrevista, de fato, pode ser considerada histórica por três motivos: 1) Pela coragem, mérito, lucidez e competência política e técnica do prefeito Haddad; 2) Pelo despreparado dos entrevistadores e, 3) Por expor com crueza o caráter anticívico e anticidadania de setores da imprensa. 

Quem ouviu a entrevista não tem dúvida acerca do preparo e da competência política e técnica de Haddad. Além disso, enfrentou com coragem, sem concessões e sem tergiversações, a hostilidade dos entrevistadores. Normalmente, no Brasil, muitos políticos capitulam ao embate franco, sincero e transparente de ideias e posições. Outras vezes, quanto apertados, eles buscam argumentos mentirosos para sustentar o insustentável. Para ser autêntico, algo que deveria ser um dever, no Brasil, dado o grau de degradação da política, requer coragem. Ao invés de buscar autojustificações, algo de moralidade duvidosa, o prefeito teve a humildade de reconhecer as razões e as circunstâncias que fazem com que parte dos paulistanos não aprove a sua administração.  

 Mas Haddad vem mostrando coragem singular também nas suas atitudes práticas como prefeito. Ele faz aquilo que precisa ser feito, sem considerar as consequências eleitorais de suas ações e medidas, mas o bem coletivo que elas podem produzir para o presente e para o futuro da cidade. No Brasil, infelizmente, o interesse e o cálculo eleitoral e o proveito pessoal passaram a comandar as atitudes de muitos políticos e dos governantes. Decorre daí a crise de governança e a corrupção. Ampliar os corredores de ônibus e as faixas exclusivas, implantar as ciclovias e as ciclofaixas,  criar o programa Braços Abertos e viabilizar o programa Transcidadania, entre outras ações, requereu coragem política para enfrentar críticas, incompreensões e preconceitos vindos de várias direções.

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