27 comentários

  1. OK… se esse raciocínio está
    OK… se esse raciocínio está correto – a extrapolação das próprias competências pelo TCU – fica a pergunta: o que o governo está fazendo contra isso?

  2. Inacreditável

    Quer dizer que temos um órgão caro que simplesmente não faz o que se espera dele,  e que nem poderia mesmo fazer. Inacreditável!

  3. Contorcionismo

     A mídia apropriou-se das “pedaladas’, para colar o “malfeito” na mandatária-mor,

    após a Dona Dilma aparecer dando céleres voltinhas na sua turbinada bike?

  4. Texto grande demais.
    O que

    Texto grande demais.

    O que foi feito no Governo Dilma I foi um absurdo da falta de transparencia. E jamais deveria ser repetido. Mas não cabe impedimento por isso. Ponto final. 

  5. O pano de fundo é a operação Zelotes

    O golpe político liderado por Augusto Nardes tem uma contrapartida: o fim da Operação Zelotes !

  6. Bela Tese

    Parabéns pela Tese.

    Vejam que tudo começou com uma “gambiarra contábil” para fechar o acordo com o FMI em 1999 e agradar o “mercado” quando exclui os Juros do superávit primário (meta fiscal). Em suma o que interessa ao mercado financeiro é o que você poupa para lhe dar garantia que o pais vai pagar a dívida e assim quanto maior o montante da mesma e maior o tempo, melhor, muito, melhor para o credor.

     

  7. Ar-ra-sa-dor!

    Ar-ra-sa-dor!

    Mas é uma pena que insistir em uma defesa “técnica” é tudo o que essa oposição e imprensa irreponsáveis querem. Eles são muito confiantes na chacrinha política deles.

    Os “cavalheiros” do governo têm idade suficiente pra perceber que “técnico” é da oposição, do governo é sempre “aparelhamento político para um sinistro projeto de poder ‘bolivariiano'”.

    Por outro lado discutir regime de caixa e de competência com neurótico de guerra fria, fanático religioso, vivandeiras de quartel e fascistas em geral é pura perda de tempo.

  8. ENQUANTO ISSO O BANCO BRASIL PEDALA 12,09% AM DE JUROS P/MICROS

    Enquanto isso o Banco do Brasil pedala 12,09% ao mês no cheque especial para as microempresas, é o maior saque que as microempresas já sofreram no Brasil, porque não há proteção, são aumentos de impostos brutalmente direcionados as micro. Para proteger a industrial nacional mataram as microempresas que a indústria nacional não faz questão de negociar com elas. Ao diminuir no estado de origem o ICMS para 4% jogou nas microempresas mais 8% de diferença de ICMS – Numa compra feita em qualquer estado que o ICMS era 12% a diferenças passou de 6% para 14%. Fora a SACANAGEM DA SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA em que os governos têm um cheque em branco aumentas a hora que quer e do jeito que querem. Vocês viram que a secretária das microempresas já foi “pro saco”. O Governo mata todos que o ajudam e matar a microempresa é um suicídio anunciado, O Governo no início do ano deixou estas empresas sem CNDS por dividas de 1 a 19 reais e muitas estavam pagas, mas a desorganização de arrecadação matou um tanto delas.

  9. Afinal de quem é o texto?

    Nassif,

    A abordagem do texto é muito consistente e abre um leque de discussões sobre a questão fiscal no Brasil que estamos longe de vislumbrar. O próprio autor menciona essa interdição do debate.

    Mas quem é Julio Adelaide? É um perfil fake? Pesquisei no blog e fora dele e não identifiquei quem é.

    • Ele é um psudônimo de um

      Ele é um psudônimo de um diretor do BNDES. O Adams e o Rosseto viram e não aprovaram que um texto tão incisivo e agressivo fosse divulgado em nome de alguem que trabalha no banco. Por isso o pseudonimo.

    • Ele é um psudônimo de um

      Ele é um psudônimo de um diretor do BNDES. O Adams e o Rosseto viram e não aprovaram que um texto tão incisivo e agressivo fosse divulgado em nome de alguem que trabalha no banco. Por isso o pseudonimo.

    • Chico Buarque?

      Lembrando que Chico Buarque chegou a gravar e compor com o pseudônimo “Julinho de Adelaide”, para despistar censores do regime militar.

      Deve ser uma homenagem.

      Quem sabe não é o próprio!

      • TCU

        “Chame o ladrão, chame o ladrão, chame o ladrão!” Esse era o refrão de uma música do Julinho. O ladrão, no caso, era, acho, a salvação contra a ditadura, numa ironia genial do objeto da Adelaide. Hoje o compositor é outro, virou contabilista, como vimos, e o ladrão é literalmente oficial. Sinal dos templos.

  10. Que enciclopédia longa!!!!

    Que tal resumirmos?

     Problemas detectados pelo TCU?: 1. Pedaladas tiveram impacto fiscal de R$ 7 bilhões. 2. Omissão de passivos da dívida da União chega a R$ 40 bilhões. 3. Despesas do Minha Casa Minha Vida foram executadas de forma irregular. 4. Má utilização dos bancos públicos, que financiaram o Tesouro, o que é proibido.  Além disso, expedientes para inflar o superávit primário incluem contabilidade criativa: 5. leilão de linhas 4G
6.  6. atraso de repasses para CEF e BB 7. aumento dos dividendos distribuídos pelas estatais em meio à tomada de dívida pelas mesmas 8. reabertura do Refis 9. leilão de excedente de produção futura do pré-sal com pagamento antecipado pela Petrobras, sem licitação
 10. Empurrão à balança comercial através da transferência de plataformas de petróleo para Petrobras brasileira para subsidiárias da Petrobras no exterior

  11. Texto piada

    “Qual é, então, exatamente o problema? Existe de fato um problema ou ele é tão e somente uma questiúncula”

    Este texto não é sério. Ele é tão relevante quanto aqueles que falavam que a “mídia golpista” estava inventando a crise econômica ou que eram pessimistas ou que eram vira-latas. 

  12. Para entender as pedaladas

    Julio Adelaide, salvo engano, era o pseudônimo usado por Chico Buarque para escapar do crivo severo (e idiota) dos censores.

    Haveria pontos de contato entre as duas épocas?

  13. PEDALADAS DE VERDADE / SILENCIO TOTAL

    Enquanto a oposição golpista se utiliza dos questionamentos do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre a suposta pedalada fiscal do governo para reforçar a tese da necessidade do impeachment da presidenta Dilma Rousseff, a coordenadora da Auditoria Cidadã, Maria Lúcia Fattorelli, afirma que a maior maquiagem contábil já feita nas contas da União ocorre sistematicamente todo ano, desde o lançamento do Plano Real, no governo Itamar Franco (1994), e serve a um único propósito: garantir ao sistema financeiro o pagamento dos juros da dívida pública brasileira, avaliada hoje em R$ 3,3 trilhões. 
     
    Em termos contábeis, pedaladas fiscais são maquiagens que adiam despesas de um período para o outro, de forma que os balanços imediatos pareçam mais positivos do que realmente o são. Por isso, o TCU quer explicações de o porquê do governo Dilma manter as contas no azul às custas do atraso nos repasses devidos aos bancos públicos, calculados pelo órgão em cerca de R$ 40 bilhões. E isso justamente em 2014, ano eleitoral. O assunto inunda o discurso da oposição e as manchetes da grande mídia. E dá sustentação a tese do impeachment. 
     
    Entretanto, a auditora fiscal aposentada da Receita Federal que hoje trabalha na auditoria da dívida Grega denuncia que as pedaladas de Dilma não são nada perto da maquiagem elaborada por orientação do sistema financeiro para garantir o exorbitante pagamento da dívida pública, há 20 anos. E essas pedaladas não entram na agenda de discussão pública porque não interesse ao sistema financeiro, financiador das campanhas políticas e da grande mídia. “A verdadeira pedalada fiscal não sai nos jornais”, afirma Fattorelli.
     
    Segundo ela, o sistema ilegal que infla o bolo dos juros da dívida foi descoberto entre 2009 e 2010, durante a CPI da Dívida, realizada pela Câmara dos Deputados. A manobra fiscal foi denunciada ao Ministério Público da União (MPU), em relatório encaminhado pela Auditoria Cidadã da Dívida e consta também no voto em separado apresentado pelo deputado Ivan Valente (PSOL-SP). As investigações sobre o tema, entretanto, estão engavetadas.
     
    Consiste basicamente em driblar a chamada “regra de ouro” prevista no Artigo 167 da Constituição, que proíbe “a realização de operações de créditos que excedam o montante das despesas de capital, ressalvadas as autorizadas mediante créditos suplementares ou especiais com finalidade precisa, aprovados pelo poder legislativo por maioria absoluta”.
     
    Na prática, o que essa determinação constitucional diz é que o Estado não pode contrair novas dívidas para pagar despesas correntes. A finalidade é evitar o endividamento descontrolado do Estado, bem como a utilização da dívida pública para o pagamento de despesas correntes ou despesas de custeio. “É por causa desta regra de ouro que o governo não pode emitir títulos de dívida e dobrar os salários dos servidores públicos em greve, por exemplo”, esclarece a auditora.
     
    É também por causa desta regra que a presidenta Dilma está sendo convocada pelo TCU a explicar porque usou os R$ 40 bilhões que deveria repassar aos bancos. No entendimento do Tribunal, usar recursos bancários configura empréstimo, o que é proibido pela Constituição. Em audiência pública na Câmara, nesta terça (14), o advogado-geral da União, Luiz Adams, defendeu as contas do governo: foram contratos de prestação de serviços e não operações de crédito.
     
    Mas o que causa espanto, segundo Fattorelli, é que esta mesma regra é quebrada para garantir os juros polpudos destinados ao sistema financeiro. E, neste caso, ninguém contesta. Pelas normas contábeis, os juros da dívida fazem parte do grupo de despesas correntes, mas as despesas com amortizações dessa mesma dívida já são classificadas como despesas de capital. Como a Constituição impede que o governo faça dívida para pagar despesas correntes, a dívida geral é inflada para que as despesas criadas para pagamento dos juros possam ser contabilizadas como amortizações. 
     
    Isso, segundo Fattorelli, causa distorções imensas no valor final do montante da dívida que é divulgado para a população. Em 2012, por exemplo, a Auditoria Cidadã calculou em cerca de R$ 286 bilhões os juros nominais estimados. O valor informado pelo governo, porém, foi de R$ 134 bilhões, valor muito inferior ao que a organização considera plausível. Hoje, com a dívida em mais de R$ 3,3 trilhões, a pedalada da dívida é estimada em cerca de 300 bilhões por ano, segundo a auditora.
     
    “Não se pode emitir dívida para pagar despesa corrente. Mas os juros são o que? São despesas correntes. É por isso que estão fazendo atualização monetária paralela, inflando a dívida e, esta parte que cresce com a atualização, eles deduzem dos juros para poder pagá-los como se fossem amortização e fugir do artigo 167. É uma maquiagem. É a verdadeira pedalada fiscal, que não é da Dilma, não é do Lula, é uma pedalada instruída pelos bancos, pelo sistema financeiro e que não aparece nos jornais”, alerta ela.

  14. Julinho da Adelaide…

    “A consequência mais grave desse fato é que a meta fiscal, seja o resultado nominal, seja o resultado primário, previsto na LDO, é fake , unicamente um instrumento de gestão do governo, por basear-se em fonte de dados distinta dos referentes à execução orçamentária.”

    Muito interessante toda a argumentação didatica do artigo do Julio Adelaide. A proposito, escolha de pseudônimo simbolico para esses tempos bicudos, ainda que democraticos. Tudo alias parece fake também nesses tempos de tentativas de toda ordem de derrubada do governo petista. Ouço discursos completamente disparatados sobre todas as coisas. E fica então essa sensação de ilha da fantasia, de falsos discursos, falsas palavras e ações desligadas do real.

    Esse artigo deveria ser revisto, resumido e publicado em alguns (se possivel) jornais e revistas, se ainda não o foi. Em todo caso, o artigo tal qual deveria ser leitura obrigatoria para jornalistas tentarem entender alguma coisa além da retorica juridicialista. Mas… eis os tempos.

  15. Quem criou esse termo?

    Nassif, minha impressão é que o termo “pedalada fiscal” foi criado com o claro objetivo pejorativo de associar as pedaladas matinais da Presidenta com a tal “Contabilidade Criativa” que a oposição já acusava o governo…. Não vejo outra explicação… Quem citou esse termo primeiro????

  16. Que alívio! Achei que o
    Que alívio! Achei que o problema era mais grave. O governo é realmente muito inovador, descobriu uma nova forma de cuidar das finanças do país. Acho que podemos dar uma pedalada todos os anos. Vai ser incrível, merecia o nobel de economia pq vai revolucionar todo o mercado. E podemos utilizar a filosofia da presidenta de não ter uma meta definida e quando atingir essa meta a gente dobra.

  17. A detalhada longa exposição: Suplemento no Valor Econômico

    Suplemento no Valor Econômico 2 semanas atrás. E fim de papo.

    Secundáriamente, a entrevista pelo Brasilianas com Delfim Neto, e a atual edição de Piauí com longa análise de André Singer, “O Lulismo nas Cordas”

  18. Dilma, pedaladas fiscais e o sistema financeiro Internacional
    1. Não é correto afirmar que não existem elementos para o impeachment.

    1.1 Elementos há e de sobra.

    1.2 Vamos registrar alguns desses elementos, matematicamente, a seguir.

    1.3 Assista ao vídeo intitulado “Augusto Nardes afirma que governo deixou de declarar R$ 2,3 trilhões em passivos”, para compreender as análises a seguir, disponível no link https://m.youtube.com/watch?v=IrK8ER7J_K0, e as razões pelas quais é temerário abrir as torneiras do crédito para União, Estados e municípios, históricos dilapidadores de percentual importante de recursos públicos que os aplicam mal ou simplesmente os desviam.

    1.4 Na matéria intitulada “Pedaladas”? Para TCU, há um problema muito maior para Dilma ter contas aprovadas”, disponível no link http://www.infomoney.com.br/mercados/politica/noticia/3988270/pedaladas-para-tcu-problema-muito-maior-para-dilma-ter-contas, reproduzida no item 1.15 abaixo, consta  que:

    a) “segundo informações da coluna Painel, os ministros do TCU consideram que as falhas da Previdência terão impacto maior no julgamento das contas de 2014 do que a pedalada fiscal”;

    b) referidas falhas se referem a “R$ 2,3 trilhões não contabilizados em passivos da Previdência no ano passado”.

    1.5 Dizer que há R$ 2,3 TRILHÕES, em passivos, da Previdência Social, NÃO CONTABILIZADOS, significa dizer que há um ROMBO de R$ 2,3 TRILHÕES nas contas públicas brasileiras? Talvez sim! Talvez não!

    1.6 Em auditoria de contas, deve-se cruzar, entre si, os valores de débitos e créditos, existentes na CONTABILIDADE, com os valores de débitos e créditos existentes, NOS SISTEMAS OPERACIONAIS, e, pelo cruzamento das duas informações (DADOS DA CONTABILIDADE COM OS DADOS DOS SISTEMAS OPERACIONAIS), sabe-se se há fraudes ou erros com a prestação de contas, em geral.

    1.7 Se você NÃO CONTABILIZA R$ 2,3 TRILHÕES, em passivos, da Previdência Social, e essa diferença, contábil, não aparece quando se CRUZA as informações da(s) despesa(s) e/ou gasto(s), global(ais), constantes do(s) SISTEMA(S) OPERACIONAL(AIS) e do(s) SISTEMA(S) CONTÁBIL(EIS), que estão batendo, no geral, com a contabilidade, apesar da diferença de R$ 2,3 TRILHÕES, em passivos, da Previdência Social, na contabilidade, isto pode significar que além da supressão de R$ 2,3 TRILHÕES, em passivos, da Previdência Social, da contabilidade, outros R$ 2,3 TRILHÕES, em OUTROS PASSIVOS, podem ter sido suprimidos dos SISTEMAS OPERACIONAIS e, assim, no geral, as contas batem.

    1.8 Existe diferença de R$ 2,3 TRILHÕES, em OUTROS PASSIVOS, que podem ter sido suprimidos dos SISTEMAS OPERACIONAIS, para que a diferença de contabilização de R$ 2,3 TRILHÕES, em passivos, da Previdência Social, não apareça em lugar algum ?

    1.9 Sim, existe diferença, no SISTEMA OPERACIONAL DE GASTOS PÚBLICOS DO GOVERNO FEDERAL, no valor de R$ 2,3 TRILHÕES, que pode ser consultada nos itens 12 a 17, do arquivo “Pagamentos Governo Federal – Analise – Posicao 06.12.2014.doc”, em anexo, a seguir transcritos.

    1.10 Detectei, conferindo as informações, operacionais, dos Gastos Públicos do Governo Federal, que a despesa/programa “XXYZ – Pessoal, Encargos Sociais e Dívida”, no valor de R$ 8.504.536.664.244,08 (R$ 8,5 TRILHÕES), de 2004 a 2014, não corrigido monetariamente, só integra os gastos diretos do Governo Federal de 2004 a 2012, ou seja, referidos gastos estão ausentes, em 2013 e 2014, das contas apresentadas pela Controladoria Geral da União, no Portal da Transparência, conforme podemos notar da tabela abaixo reproduzida, como sendo o total de gastos do Governo Federal, no período de 2004 a 2014 (para acesso ao detalhamento matemático vide itens 2 a 4 a seguir):

    Portal da Transparência – Gastos Diretos do Governo Federal – Série Histórica – Por Programa – 2004 a 2014

    Programa (XXYZ – Pessoal, Encargos Sociais e Dívida) – Total 2004 a 2014 (R$ 8.504.536.664.244,08)

    Ano             Total no ano (R$)

    2004           702.926.715.522,06
    2005           854.509.237.367,94
    2006           901.339.347.098,43
    2007           890.131.439.655,86
    2008           867.619.047.262,07
    2009           993.258.602.979,73
    2010           920.915.380.104,04
    2011        1.143.172.678.007,90
    2012        1.230.664.216.246,05
    Total      12.198.072.173.459,50

    Fonte – Link: http://www.portaltransparencia.gov.br

    Nota: Dados de 01/2014 a 10/2014

    1.11 Lembremos da pergunta a ser respondida.

    1.12 Porque há sobra de caixa, no valor de R$ 937.726.261.364,95 (R$ 937,7 BILHÕES), valores de 2004 a 2013, sem correção monetária, e R$ 1.206.814.260.584,52 (R$ 1,2 TRILHÕES), valores de 2004 a 2013, com correção monetária?

    1.13 Resposta: por que o total de gastos diretos, do Governo Federal, em 2013, não é de R$ 12.198.072.173.459,50 (R$ 12,1 TRILHÕES), mas referidos gastos são de, pelo menos, R$ 13.428.736.389.705,60 (R$ 13,4 TRILHÕES), que é resultado da soma dos gastos de R$ 12.198.072.173.459,50 (R$ 12,1 TRILHÕES), registrados no Portal da Transparência, mais os gastos do programa “XXYZ – Pessoal, Encargos Sociais e Dívida”, no valor de R$ 1.230.664.216.246,05 (R$ 1,2 TRILHÕES), omitidos do Portal da Transparência, que é o valor de referida despesa que estimamos para 2013 como sendo o mesmo valor de gastos com referido programa em 2012, problema que se repetiu em 2014 e, dessa forma, em 2013 e 2014, estão ausentes informações, NO SISTEMA OPERACIONAL, de R$ 2,4 TRILHÕES.

    1.14 Essa diferença, nos gastos do Governo Federal, em 2013 e 2014, de R$ 2,4 TRILHÕES (R$ 1,2 TRILHÕES, em 2013 e R$ 1,2 TRILHÕES, em 2014), do programa “XXYZ – Pessoal, Encargos Sociais e Dívida”, que não consta do Portal da Transparência, pode ter sido suprimida dos SISTEMAS OPERACIONAIS, para que a diferença de R$ 2,3 TRILHÕES, em passivos, da Previdência Social, da contabilidade, não apareça em lugar algum?

    1.15 Início

    “Pedaladas”? Para TCU, há um problema muito maior para Dilma ter contas aprovadas

    Segundo informações da coluna Painel, os ministros do TCU consideram que as falhas da Previdência terão impacto maior no julgamento das contas de 2014 do que a pedalada fiscal

    Fonte – Link – http://www.infomoney.com.br/mercados/politica/noticia/3988270/pedaladas-para-tcu-problema-muito-maior-para-dilma-ter-contas

    Por Lara Rizério – 12p6 – 20-04-2015

    SÃO PAULO – As pedaladas fiscais podem não ser o principal problema para que o TCU (Tribunal de Contas da União) rejeite as contas da presidente Dilma Rousseff.

    Segundo informações da coluna Painel, da Folha de S. Paulo, os ministros do TCU consideram que as falhas da Previdência terão impacto maior no julgamento das contas de 2014 do que a pedalada fiscal.

    Segundo os integrantes da Corte, os R$ 2,3 trilhões não contabilizados em passivos da Previdência no ano passado são graves.

    Eles serão levados ao relator das contas de Dilma do ano passado, ministro Augusto Nardes, e somados à maquiagem fiscal feita com recursos dos bancos públicos, o que amplia a rejeição sobre as contas da presidente.

    Imagem Deletada

    Dilma pode enfrentar problemas ainda maiores para que suas contas sejam aprovadas (Ueslei Marcelino/Reuters)

    Além disso, informa a coluna, o TCU também começa a rever a sua posição sobre os atos do Conselho de Administração da Petrobras (PETR3;PETR4), uma vez que há a possibilidade real de Dilma, que presidiu o órgão, seja responsabilizada em ao menos um dos 40 processos envolvendo a companhia.

    As “pedaladas fiscais”, como ficaram conhecidos os atrasos nos pagamentos do Tesouro aos bancos públicos vêm causando polêmica.

    Enquanto líderes do PSDB destacaram que as pedaladas são um motivo forte para pedir o impeachment, o presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) afirmou que não há motivo para impeachment com base nisso.

    Na última sexta-feira, o ministro da Justiça José Eduardo Cardozo e o advogado geral da União Luís Inácio Adams saíram em defesa da presidente Dilma.

    Neste final de semana, o ministro do TCU Augusto Nardes afirmou que Dilma pode ser responsabilizada pelas pedaladas fiscais, mas que não “cabe a ele dizer se isso abre caminho para o impeachment”.

    Fim

    2. Buscando delimitar a verdadeira situação das contas públicas no Brasil, para, como cidadão, melhor poder me posicionar diante de debates, incompletos, por falta de informações essenciais, produzi as análises, em anexo, que podem ser consultadas nos link’s, citados no próximo item, ONDE PODEM SER VISUALIZADAS VÁRIAS TABELAS DA DINÂMICA DE GASTOS PÚBLICOS, NO BRASIL, de 2004 a 2014, o que facilita a compreensão do tema:

    a) No item 19, de referida análise, temos que do total de R$ 15.748.557.917.000,90 (R$ 15,7 TRILHÕES), em gastos, diretos, do Governo Federal, realizados entre 2004 e 2014, atualizados monetariamente, o programa “XXYZ – Pessoal, Encargos Sociais e Dívida” foi responsável por 74,093% desses gastos;

    b) Assim, de 2004 a 2014, de cada R$ 100,00, o Governo Federal utilizou R$ 74,09 para pagar, apenas, três despesas: pessoal, encargos sociais e dívidas;

    c) No item nº 25 de referida análise, temos que a amortização e pagamento de juros da dívida pública federal (R$ 826,7 BILHÕES) representaram 56% do total das despesas do Governo Federal, em 2014 (R$ 1,47 TRILHÕES);

    d) No item 69, de referida análise, temos a demonstração da crescente paralisia do Governo Federal, por falta de recursos, quase que integralmente direcionados para pagamento das três despesas citadas anteriormente, especialmente pagamento de juros e amortização da dívida pública federal bruta;

    e) De 2004 a 2014, o Brasil teve 706 programas, mas deste total, apenas, 262 programas, continuam vigentes, em 2014;

    f) houve redução de 63% na quantidade de programas, no Brasil, de 2004 a 2014, como decorrência, lógica, da falta de recursos públicos, cada vez mais comprometidos com o pagamento de amortização e juros da dívida pública federal e salários e encargos de servidores públicos.

    g) No item nº 29, de referida análise, temos que a “Dívida Pública Federal Bruta” era de R$ 1.971.590.391.400,00 (R$ 1,9 TRILHÕES), em 2001, e saltou para R$ 3.466.519.331.480,00 (R$ 3,4 TRILHÕES), em 2014, acréscimo de R$ 1.494.928.940.080,00 (R$ 1,4 TRILHÕES), de 2001 a 2014, ou 76%, no período, em valores corrigidos monetariamente, ou seja, trata-se de crescimento real da “Dívida Pública Federal Bruta”, sem os efeitos inflacionários.

    Análises constantes dos itens 14 a 17 da “Parte 1”

    h) Porque há sobra de caixa, no valor de R$ 937.726.261.364,95 (R$ 937,7 BILHÕES), valores de 2004 a 2013, sem correção monetária, e R$ 1.206.814.260.584,52 (R$ 1,2 TRILHÕES), valores de 2004 a 2013, com correção monetária?

    i) Resposta: por que o total de gastos diretos, do Governo Federal, em 2013, não é de R$ 12.198.072.173.459,50 (R$ 12,1 TRILHÕES), mas referidos gastos são de, pelo menos, R$ 13.428.736.389.705,60 (R$ 13,4 TRILHÕES), que é resultado da soma dos gastos de R$ 12.198.072.173.459,50 (R$ 12,1 TRILHÕES), registrados no Portal da Transparência, mais os gastos do programa “XXYZ – Pessoal, Encargos Sociais e Dívida”, no valor de R$ 1.230.664.216.246,05 (R$ 1,2 TRILHÕES), omitidos do Portal da Transparência, que é o valor de referida despesa que estimamos para 2013 como sendo o mesmo valor de gastos com referido programa em 2012.

    j) Em conclusão, em 2013, não houve sobra de caixa, pois o Governo Federal torrou todos os recursos disponíveis.

    k) Se não houve erro na divulgação dos dados pela Controladoria Geral da União, no Portal da Transparência, ou erros materiais, de cálculo ou de interpretação deste analista, se os dados do programa “XXYZ – Pessoal, Encargos Sociais e Dívida” não estivessem faltando, também, em 2014, o total dos gastos, acumulados, até 2014, seria de R$  14.659.400.605.951,70(Premissa Conservadora: “XXYZ – Pessoal, Encargos Sociais e Dívida” de R$ 1.230.664.216.246,05, em 2013, e de R$ 1.230.664.216.246,05, em 2014) e não de R$ 12.198.072.173.459,50).

    3. Portanto, em 2013 e 2014 existe diferença de R$ 2,4 TRILHÕES nos números divulgados pelo Portal da Transparência.

    4. Gastos Governo Federal – Série Histórica – 2004 a 2014 – Contas Nacionais – Análise Integrada – Situação Atual – Tendência de Descontrole:

    a) Parte 01 – Link http://rogerounielo.blogspot.com.br/2015/01/gastos-governo-federal-serie-historica.html

    b) Parte 02 – Link http://rogerounielo.blogspot.com.br/2015/01/gastos-governo-federal-serie-historica_21.html

    c) Parte 03 – Link http://rogerounielo.blogspot.com.br/2015/01/gastos-governo-federal-serie-historica_64.html

    5. Essas análises foram produzidas por meio da utilização de dados oficiais, extraídos do “Portal da Transparência”, mantido pela Controladoria Geral da União-CGU, disponível no link http://www.portaltransparencia.gov.br/

    5.1 O TCU identificou inconsistências graves, conforme matéria a seguir reproduzida:

    O governo fraudulento e o rombo de R$ 2,3 trilhões que ‘não foi contabilizado’

    09/10/2015

    Fonte – Link http://folhacentrosul.com.br/brasil/9084/o-governo-fraudulento-e-o-rombo-de-r-2-3-trilhoes-que-nao-foi-contabilizado

    Outro tremendo apontamento feito pelo Ministro Augusto Nardes, durante sessão do TCU que reprovou as contas do governo Dilma, mostrando que o governo roubou o próprio povo e que agora quer inventar outra história>>>

    Assista ao vídeo intitulado “Augusto Nardes afirma que governo deixou de declarar R$ 2,3 trilhões em passivos” – Link https://m.youtube.com/watch?v=IrK8ER7J_K0

    5.2 Pelo artigo 85, da Constituicao Federal de 1988, “São crimes de responsabilidade os atos do Presidente da República que atentem contra a Constituição Federal e, especialmente, contra:

    I – a existência da União;

    II – o livre exercício do Poder Legislativo, do Poder Judiciário, do Ministério Público e dos Poderes constitucionais das unidades da Federação;

    III – o exercício dos direitos políticos, individuais e sociais;

    IV – a segurança interna do País;

    V – a probidade na administração;

    VI – a lei orçamentária;

    VII – o cumprimento das leis e das decisões judiciais.

    Parágrafo único. Esses crimes serão definidos em lei especial, que estabelecerá as normas de processo e julgamento.

    5.2 Pela tabela do item 5, constante  do link  http://rogerounielo.blogspot.com.br/2015/01/gastos-governo-federal-serie-historica.html, houve ofensa da Presidente da Republica à lei orçamentária e, portanto, crime de responsabilidade previsto no inciso VI, do artigo 85, da Constituição Federal, pois as “Despesas Orçadas do Governo Federal”, de 2004 a 2013, foi de R$ 5.946.434.641.092,43, mas os “Gastos Diretos do Governo Federal”, no mesmo período, foram de R$ 10.727.050.423.884,50, situação que se repete em 2014 e 2015.

    5.3 Contudo, o Congresso Nacional também é co-responsável nesses crimes de responsabilidade do Presidente da República, previsto no item VI, do artigo 85, da Constituição Federal, pois ficou 13 anos sem apreciar as contas dos Presidentes da República, no período, conforme matéria intitulada “Congresso não vota as contas do governo há 13 anos”, segundo a qual a “Constituição atribui ao Parlamento tarefa de apreciar anualmente as contas da administração pública, mas desde 2002 deputados e senadores ignoram esse dever e deixam a porta escancarada para o uso da “contabilidade criativa”, divulgada em 14/01/2015, pela Veja.com, disponível no link http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/congresso-nao-vota-as-contas-do-governo-ha-14-anos/

    5.4 Pela teoria do domínio do fato é perfeitamente possível responsabilizar o Presidente da República pelas infrações à lei orçamentária cometidos em mandato anterior, por ser contra a lógica e a moral administrativa e constitucional que o chefe de Estado e de Governo, IRRESPONSÁVEL, que implementou cultura governamental histórica de sistemático desrespeito à lei orçamentária e à Constituição Federal seja beneficiado por interpretação que o livre do domínio do fato que perpassa vários mandatos, para que fique impune, onde a sociedade como um TODO LHE DA PODERES ILEGAIS E INCONSTITUCIONAIS PARA QUEBRAR O PAÍS, IMPUNEMENTE, ESTIMULANDO COMPORTAMENTOS SEUS, DE SEU PARTIDO, DOS DEMAIS PARTIDOS POLÍTICOS, DE QUE TENDO O ” PODER NA MAO” TUDO É PERMITIDO, O QUE É ABSURDO.

    6. Ninguém tem vontade política e força política para fazer o “ajuste fiscal” verdadeiro, qual seja, acabar com a corrupção de aplicar os recursos públicos de acordo com interesses pessoais e eleitoreiros de políticos e partidos políticos, o que fez a dívida pública bruta saltar de R$ 192 BILHÕES, em 1994, para R$ 3,5 TRILHÕES, em 2010, com pagamento de R$ 1,5 TRILHÕES em JUROS, nos últimos 10 anos, dinheiro que “sumiu”, deixando apenas contas para serem pagas pelo país, pelos brasileiros e suas famílias, por meio do crescimento exponencial da carga tributária.

    7. Ou seja, o Brasil se endividou em R$ 5 TRILHÕES (R$ 3,5 TRILHÕES da dívida pública  + 1,5 TRILHÕES em JUROS pagos), nos últimos 10 anos, com o sistema político brasileiro se beneficiando, IRRESPONSAVELMENTE,  a rodo, com dinheiro fácil de encontrar e de ser desviado de aplicações produtivas que gerassem receitas para pagar essa divida enorme.

    8. No fundo, no fundo, o Sistema Político brasileiro e o Sistema Financeiro Internacional não querem mudança nenhuma, o PMDB finge que quer o poder etc. etc.,  pois em time que está ganhando, há varias décadas, não se mexe, mas essa estrutura política, econômica e financeira não se sustenta mais.

    9. Para colocar o país em ordem, novamente, seria necessário fazer muitas coisas que prejudicariam TODOS os políticos e partidos políticos que estão no poder na União, Estados e municípios, pois seriam “prejudicados” em seus interesses particulares no uso de recursos públicos (perderiam o poder de utilizar os recursos públicos em proveito próprio).

    10. Ninguém quer perder a “teta”, da mutreta, que gera riqueza para poucos espertos em prejuízo de milhões de pessoas de um país inteiro.

    11. A conta não fecha, o custo do ajuste será enorme e o tempo está acabando.

    12. “Que políticos e partidos políticos não se sintam injustiçados, quando suas casas e carros forem incendiados e suas vidas e as vidas de seus familiares forem ameaçados por milhões e milhões de pessoas sem emprego, renda e comida na mesa, onde pais de familia serão humilhados dentro de suas casas, vendo seus filhos passarem fome, pois a lei da causa e do efeito nunca falha e neste momento de descontrole social pedirão eles próprios (os políticos) a intervenção constitucional das Forças Armadas”.

    13. Como podemos ver existem elementos de sobra para o impeachment da Presidente Dilma, de todos os governadores, prefeitos e da sociedade brasileira como um todo, que assiste, calada, a esse espetáculo horrível de dilapidação do futuro do Brasil, dos Brasileiros e de suas famílias, e no fundo no fundo, todos temos culpa por nossa sociedade ser tão corrupta, quando relegamos a lei, a ordem, a moral, os bons costumes e a ética, o tempo todo, na nossa forma de agir, de pensar, nas nossas relações na rua e no trabalho, calando  sempre, para obtermos algum tipo de vantagem pessoal ou profissional, quando estamos diante de coisas que deveríamos reprovar publicamente e não reprovamos.

    14. A propósito desse tema vale a pena a leitura da matéria a seguir.

    15. Início da transcrição da matéria:

    Cenário desalentador

    8 de Julho de 2015

    Fonte – Link http://www.brasil247.com/pt/247/artigos/188132/Cen%C3%A1rio-desalentador.htm

    Corrupção e enriquecimento ilícito tornaram-se fatos corriqueiros e tolerados pelos brasileiros.

    Em tempos recentes ocorreram, por exemplo, o mensalão e a roubalheira na Petrobrás.

    Fatos graves como esses derrubariam governos e fariam revoluções em países ciosos de seus direitos.

    Aqui tudo vira “folclore”, como disse Lula certa ocasião.

    A culminação dessa injustificável tolerância foi plenamente completada com a reeleição de Dilma Rousseff, cujo grupo político chafurdou na lama toda a nação.

    O mensalão e o caso da Petrobrás não são apenas uma ação de quadrilheiros roubando em benefício próprio.

    Sempre houve ladrões, aqui e no resto do mundo.

    É da natureza humana. Mas no Brasil é mais do que isso.

    Criou-se uma organização criminosa, uma estrutura político-social organizada, incrustada no poder, agindo de maneira sistêmica e orgânica, comprando votos e consciências e violentando o funcionamento das instituições.

    Tudo isso afasta da política os homens bem intencionados, criando uma reserva de mercado e um vasto campo de atuação para os setores podres da sociedade que fazem da política e da atividade pública uma profissão, tendo como única meta atingir seus objetivos pessoais.

    A política deixa de ser uma contribuição que os cidadãos devem sentir-se moralmente obrigados a oferecerem aos demais concidadãos, e passa a ser um meio de vida.

    Homens públicos abandonam suas atividades profissionais, e passam a depender da política para garantirem sua sobrevivência.

    Pessoas nessas circunstâncias tornam-se capazes de tudo e de qualquer coisa para sobreviverem.

    Ao invés de profissionalizar a administração pública, como fazem os países avançados, profissionaliza-se a política, que passa a substituir o burocrata de carreira (no bom sentido) na gestão do Estado.

    Quando as elites se locupletam, o povo sente-se legitimado para fazer o mesmo.

    Os meios de comunicação glorificam desvios de conduta éticos e morais.

    Novelas principalmente, escoradas no princípio inquestionável da liberdade de opinião e estimuladas pela desbragada luta por audiência, desafiam a consciência dos cidadãos que ainda possuem algumas referências para discernir o certo do errado.

    A apologia da malandragem, da ganância, da luxúria e de outros vícios corrói instituições e valores tradicionais como a família e a convivência pacífica e civilizada entre pessoas.

    A acintosa ostentação dos ricos é ofensiva e aguça a violência.

    A indústria do medo prospera de forma assombrosa.

    A propriedade privada passou a ser um direito relativo com a inatividade do governo frente às invasões de terras e de imóveis urbanos.

    A depredação de bens não é mais punida, desde que seja protegida sob o manto dos “movimentos sociais”.

    O poder público se omite e tenta acomodar a situação. O Brasil beira a afronta institucional.

    E enquanto tudo isso ocorre, a chamada “sociedade civil organizada” apenas esboça reação com inúteis mobilizações midiáticas que em geral posicionam-se contra, corretamente, muitos aspectos da nossa triste realidade, mas mostram-se incapazes de serem a favor de algo capaz de avançar na busca de soluções efetivas.

    Mobilizam, sem propor. Deixam a impressão de terem apenas objetivos políticos eleitorais.

    Nesse triste e desalentador cenário, creio que só uma revolução salva o Brasil.

    Uma revolução de idéias, e disposição para mudar.

    MARCOS CINTRA – Doutor em Economia pela Universidade Harvard (EUA) e vice-presidente da Fundação Getulio Vargas

    Fim

    16. Por importante vou bater, novamente, na mesma tecla.

    17. Ninguém tem vontade política e força política para fazer o “ajuste fiscal” verdadeiro, qual seja, acabar com a corrupção de aplicar os recursos públicos de acordo com interesses pessoais e eleitoreiros de políticos e partidos políticos, o que fez a dívida pública bruta saltar de R$ 192 BILHÕES, em 1994, para R$ 3,5 TRILHÕES, em 2010, com pagamento de R$ 1,5 TRILHÕES em JUROS, nos últimos 10 anos, dinheiro que “sumiu”, deixando apenas contas para serem pagas pelo país, pelos brasileiros e suas famílias, por meio do crescimento exponencial da carga tributária.

    18. Ou seja, o Brasil se endividou em R$ 5 TRILHÕES (R$ 3,5 TRILHÕES da dívida pública  + 1,5 TRILHÕES em JUROS pagos), nos últimos 10 anos, com o sistema político brasileiro se beneficiando, IRRESPONSAVELMENTE,  a rodo, com dinheiro fácil de encontrar e de ser desviado de aplicações produtivas que gerassem receitas para pagar essa divida enorme.

    19. No fundo, no fundo, o Sistema Político brasileiro e o Sistema Financeiro Internacional não querem mudança nenhuma, o PMDB finge que quer o poder etc. etc.,  pois em time que está ganhando, há varias décadas, não se mexe, mas essa estrutura política, econômica e financeira não se sustenta mais.

    20. Para colocar o país em ordem, novamente, seria necessário fazer muitas coisas que prejudicariam TODOS os políticos e partidos políticos que estão no poder na União, Estados e municípios, pois seriam “prejudicados” em seus interesses particulares no uso de recursos públicos (perderiam o poder de utilizar os recursos públicos em proveito próprio).

    21. Ninguém quer perder a “teta”, da mutreta, que gera riqueza para poucos espertos em prejuízo de milhões de pessoas de um país inteiro.

    22. A conta não fecha, o custo do ajuste será enorme e o tempo está acabando.

    23. “Que políticos e partidos políticos não se sintam injustiçados, quando suas casas e carros forem incendiados e suas vidas e as vidas de seus familiares forem ameaçados por milhões e milhões de pessoas sem emprego, renda e comida na mesa, onde pais de familia serão humilhados dentro de suas casas, vendo seus filhos passarem fome, pois a lei da causa e do efeito nunca falha e neste momento de descontrole social pedirão eles próprios (os políticos) a intervenção constitucional das Forças Armadas”.

    24. E a conclusão não pode ser outra, ou seja, O IMPEACHMENT da Presidente Dilma de nada adianta, se todo o resto da CORRUPÇÃO PÚBLICA e PRIVADA, com dinheiro público e/ou privado, permanecerem intactos em uma sociedade apática, que respira a corrupção como algo normal e aceitável, com todo o povo brasileiro esperando que o Papa, os EUA ou outro salvador qualquer venha tomar conta do Brasil e nos salvar de nós mesmos.

    25. Para que Governo Federal, o PT, movimentos sociais, políticos, partidos políticos e empresários não se enganem quanto à IMPOSSIBILIDADE, ABSOLUTA, da continuidade de gastos públicos, no Brasil, tecemos as considerações a seguir.

    26. Início da transcrição da matéria:

    As previsões de um conhecedor de Economia Brasileira!

    Tomamos a liberdade de transcrever o texto enviado ANTES das eleições de 2014 que, trazidos a luz nesta fase da vida nacional que
    presenciamos, aponta para UM GRANDE CONHECEDOR DE ECONOMIA E DAS CONSEQUÊNCIAS DOS ATOS PRATICADOS PELOS NOSSOS GOVERNANTES:

    “Enviado em 19/10/2014 as 03:18

    Fonte – Link https://www.procob.com/as-previsoes-de-um-conhecedor-de-economia-brasileira/?cf=&f=/

    1. Em 1994, a Dívida Pública Federal total (dívida interna e externa) era de R$ 132 BILHÕES, pulou para R$ 660 BILHÕES, em 2002, e, no final de 2010, estava em 2,7 TRILHÕES, sendo que pagamos, mais ou menos, R$ 1,5 TRILHÕES em juros, nos últimos 10 anos (atualmente a média de juros pagos, por ano, pelo Brasil, está em torno de R$ 210 BILHÕES).

    2. Em 2011, para um orçamento público federal de R$ 1,5 TRILHÕES, o Brasil pagou R$ 708 BILHÕES em juros e amortização da dívida pública, ou seja, 45% desse orçamento foi utilizado, apenas, para pagamento de juros e amortização da dívida pública federal.

    3. A carga tributária brasileira, em relação ao PIB, é de cerca de 37%.

    4. O endividamento das empresas e das famílias, no Sistema Financeiro Nacional, em relação ao PIB, é de cerca 55%.

    5. Logo, o total do endividamento nacional, das empresas e das famílias, é de 92%, em relação ao PIB (37% da carga tributária + 55% de dívidas junto aos bancos).

    6. Com carga tributária de 37% do PIB, a cada 2,7 anos, retiramos cerca de R$ 4,4 trilhões em riquezas do bolso dos brasileiros, para manutenção do Brasil (saúde, educação segurança etc. etc.),
    ou seja, um dispêndio de R$ 44 TRILHÕES, nos próximos 27 anos, para sustentar um PIB de R$ 4,4,TRILHÕES, se a economia ficar do tamanho que está, o Governo Federal parar de gastar, o serviço da dívida (pagamento de juros e amortização) não crescer, recuperarmos a produtividade da economia brasileira, o espaço perdido nas exportações, na balança comercial, fazer a poupança interna crescer e diminuirmos o déficit em conta corrente etc. etc. etc.

    7. Pelos meus cálculos, as novas despesas, previstas pelo Governo Federal, farão o serviço a dívida pública federal (pagamento de juros e amortização) saltar de uma participação de 45%, no Orçamento Federal, para 73%, nos próximos 05 anos, fruto do déficit em conta corrente e da farra da gastança sem fim, causa da queda do superávit primário, para pagamento de juros da dívida pública para os investidores internacionais.

    8. Façamos contas! Se 120 milhões de pessoas da nova classe média — “O jornal informa que dados inéditos da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) da Presidência da República mostram que a nova classe média brasileira, composta por 120 milhões de pessoas, já é o 17º mercado do mundo, consumindo mais do que a Holanda e tanto quanto a Coréia do Sul” (Fonte: link http://www.imil.org.br/blog/crescimento-governo-brasileiro-aposta-na-nova-classe-mdia/ — ganharem, em média, R$ 1.000,00, por mês, recursos já totalmente comprometidos com o pagamento de elevadas e numerosas prestações do carro, geladeira, televisão, freezer, micro-ondas, novos, cheque especial, cartão de crédito etc. etc., com uma inflação, real, de 15% ao ano, isto significa que o poder de compra dessa população decresce, em média, R$ 150,00 por ano e que, no final do 5º ano, essa POPULAÇÃO DE 120 MILHÕES DE PESSOAS PERDEU R$ 500,00 EM PODER DE COMPRA (R$ 750,00 DE PERDA DE PODER DE COMPRA CAUSADO PELA INFLAÇÃO MENOS R$ 250,00 DECORRENTES DE 5% DE REAJUSTE SALARIAL, POR ANO, DURANTE 05 ANOS), ou seja, no quinto ano, 120 milhões de pessoas terão perdido 50% do seu poder de compra e estarão ganhando, em termos de poder de compra, R$ 500,00, o que, na prática, significa, potencialmente, que O BRASIL ATRAVESSARÁ SÉRIOS PROBLEMAS SOCIAIS.

    9. Fiz esse contexto para dizer o seguinte sobre as próximas eleições.

    10. Para uma dívida pública federal, bruta, brasileira, de R$ 2,7 TRILHÕES, existem R$ 27 TRILHÕES em derivativos (papel que representa uma mesma dívida várias vezes como, por exemplo, a fatura de compra de bens e serviços, representada pela duplicata, triplicata, quadruplicata etc.).

    11. Se o Governo do PT for reeleito e
    continuar gastando, e deixar de pagar R$ 150 BILHÕES, por exemplo, da dívida pública federal, haveria inadimplência de R$ 1,5 TRILHÃO, no Sistema Financeiro Internacional, em derivativos não pagos.

    12. Assim, para além da vista da população em geral, e do “circo dos debates”, a continuidade de um governo gastador, no Brasil, seja ele de qualquer partido que vença as próximas eleições Presidenciais, será o estopim de uma nova crise financeira, no Sistema Financeiro Internacional, que pode levar o atual modelo CIVILIZATÓRIO ao colapso, já que a economia do mundo cambaleia sem que os instrumentos de contenção dos Bancos Centrais, do mundo, focados, apenas, em políticas monetárias, que não atacam a raiz da queda no consumo de uma população de 07 bilhões de seres humanos, que é a brutal concentração da renda nas mãos de poucos e a brutal elevação do endividamento dos governos dos diversos países do mundo e das respectivas famílias e da maior parte das empresas.

    13. Se o PT for reeleito e continuar gastando e não pagar a dívida pública brasileira, levará o mundo ao colapso e entrará para a história, ou seus dirigentes começarão a morrer em “acidentes estranhos”, uma vez que milhões de vidas já foram perdidas por muito menos do que R$ 1,5 TRILHÕES, em guerras, pelo mundo, ao longo do tempo, para ampliação das fronteiras comerciais entre os países.

    14. Enfim, ou Sistema Financeiro
    Internacional tira o PT do governo do Brasil, antes ou depois das eleições, ou o PT quebra o Sistema Financeiro Internacional, se reeleito e continuar com a gastança desenfreada, com apoio da base aliada, e entra para a história do Planeta Terra como o partido de ideologia de esquerda que colocou fim ao capitalismo selvagem!

    15. Não sei quem vai ganhar as próximas eleições Presidenciais, mas sei quem vai perder. O povo brasileiro vai perder e vai perder, muito, independentemente da vitória de Aécio Neves ou Dilma Roussef.

    16. Façam suas apostas!

    Fonte: Rogerounielo Rounielo França

    Final

  19. CONTAS PÚBLICAS

    NO MOMENTO DE TURBULÊNCIA QUE VIVE O PAÍS, SERIA DE GRANDE AJUDA  “ARTIGOS COM EMBASAMENTO TÉCNICO”, PARA ESCLARECER A OPINIÃO PÚBLICA, PARLAMENTARES E O JUDICIÁRIO.

     

    O CONGRESSO NACIONAL TEM UMA CONSIDERAVEL PARTICIPAÇÃO NO DESARRANJO DAS CONTAS PÚBLICAS, CRIANDO GASTOS DESNECESSÁRIOS (VERBAS DE GABINETE, VERBA INDENIZATÓRIA, AUXÍLIO MORADIA PARA SERVIDOR COM ALTO SALÁRIO, E AS EMENDAS PARLAMENTARES AO ORÇAMENTO DA UNIÃO). AS TAIS VERBAS INDENIZATÓRIAS, CRIADAS EM UMA BARGANHA PARA ATENDER AO “BAIXO CLERO” DA CÂMARA, SE ESPRAIOR PELAS ASSEMBÉIAS LEGISLATIVAS E CÂMARAS MUNICIPAIS PASSANDO A TER UM CONSIDERÁVEL PESO NOS GASTOS PÚBLICOS, SEM QUALQUER BENEFÍCIO PARA A SOCIEDADE. AS EMENDAS PARLAMENTARIS FINANCIAM, GERALMENTE, OBRAS FANTASMAS OU SUPERFATURADAS, SEM QUALQUER FISCALIZAÇÃO. PARA COMPLETAR O QUADRO, TEMOS OS OCUPANTES DE CARGOS NO EXECUTIVO OU EMPRESAS PÚBLICAS, INDICADOS POR PARTIDOS OU CACIQUES DO LEGISLATIVO, COM O OBJETIVO DE LESAR OS COFRES PÚBLICOS (A OPERAÇÃO LAVA JATO VEM EXPONDO PARTE DAS VISSERAS DO SISTEMA DE CORRUPÇÃO, HÁ MUITO EXISTENTE).

     

    O EXECUTIVO ACEITA E FAZ PARTE DESSES DESMANDOS SOB O OLHAR CONDESCENDENTE DO JUDICIÁRIO! AÍ FALTA RECURSO PARA EDUCAÇÃO, SAÚDE, SEGURANÇA PÚBLICA.

     

    POR FIM, TEMOS A PARTICIPAÇÃO DOS AGENTES EXTERNOS, QUE… 

  20. Porque complicam tanto?

    O que interessa explicar é que as pedaladas só passaram a ser negadas em 2015 e desde então o governo passou a respeitar a determinação. Ou seja, não ocorreu crime no 2° mandato e o *crime* no mandato anterior não era considerado crime uma vez que o TCU aceitava esses artifícios. Vamos desenhar…

    Suponha que você trafega todos os dias por uma estrada a 100 km/h.
    Mas num belo dia um técnico competente (o procurador Julio Marcelo Oliveira) prova que a velocidade limite de segurança naquela estrada seria 80km/h e não 100km/h. Então no dia seguinte ao pegar a estrada você vê que as placas de velocidade foram mudadas para 80, assim ao invés de trafegar a 100 como estava acostumado, você acelera só até 80.

    Agora pergunta-se, você deve ter sua carteira de motorista cassada?

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