A ditadura judicial da Lava Jato e a radicalização da crise, por Aldo Fornazieri

A ditadura judicial da Lava Jato e a radicalização da crise

por Aldo Fornazieri

No passado recente o autoritarismo se apresentava pela força das baionetas. Os tempos mudaram e hoje ele se viabiliza pelo permanente estado de exceção implementado pelas arbitrariedades do judiciário e do Ministério Público e garantido pelos camisas pretas da Política Federal que, fortemente armados, ao mando daqueles, invadem residências e conduzem à força cidadãos para depor ao arrepio daquilo que prescreve a própria lei.

Se o Estado de Direito já vinha sofrendo as vicissitudes antes da atual crise política pela indesmentível conduta parcial e enviesada do judiciário contra os pobres, contra os negros, contra as mulheres e outras minorias, com a operação Lava Jato a violação do Estado de Direito elevou-se a estatuto de estado de exceção judicial. Este estado se configura pela violação sistemática e politicamente orientada de direitos e garantias individuais plasmados na Constituição e nas leis.

Os valores constitucionais que brotaram das trágicas experiências dos regimes totalitários e da Segunda Guerra estabeleceram de forma indiscutível a primazia da proteção do ser humano e das várias dimensões de sua dignidade. Depois de instalada a operação Lava Jato, o Estado de Direito vem sendo sistematicamente violado. Em nome do combate à corrupção constroem-se justificativas genéricas e politicamente orientadas para promover mais de 100 conduções coercitivas, para manter prisões ilegais, para prender e soltar ao sabor da vontade arbitrária dos promotores e do juiz Sérgio Fernando  Moro.

Não resta mais do que sombra do conteúdo republicano que a operação Lava Jato tinha no seu início. Ela foi transformada numa fábrica de conduções coercitivas, de pressões psicológicas ilegais sobre presos e de produção de delações premiadas de duvidosa credibilidade. As delações coercitivas e sob tortura sempre foram a base de caça aos inimigos dos regimes autoritários e totalitários.

A troika de Curitiba – MPF, juiz Moro e PF – conduzem cada vez mais a Lava Jato não só para a adoção de medidas excepcionais na plano jurídico, mas para a prática de medidas assemelhadas aos regimes autoritários e até mesmo totalitários. Essas práticas, que vem sendo sistematicamente denunciadas, seguem a seguinte lógica: acusa-se, prende-se e só depois constroem-se os fatos para justificar as ilegalidades. Os regimes autoritários e totalitários são vezeiros nestas práticas.

O artigo 218 do Código do Processo Penal é taxativo em afirmar que o mecanismo da condução coercitiva só se aplica nos casos em que a testemunha regularmente intimada deixar de comparecer sem motivo justificado. Ao contrário do que afirma a nota do MPF acerca da condução coercitiva do ex-presidente Lula, não há nenhuma jurisprudência firmada que justifique a condução ao arrepio da lei. Dai os protestos de juristas insuspeitos como Walter Maierovitch e José Gregori, respectivamente Secretário Nacional Antidrogas e Ministro da Justiça do governo FHC, assim como do ministro do Supremo Marco Aurélio Mello contra a arbitrariedade de Moro e do MPF.

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Estado de Exceção e Totalitarismo

A mesma violência do arbítrio que foi praticada contra Lula foi praticada também, de forma absurda, contra o caseiro do sítio de Atibaia e contra cerca de 117 pessoas durante no decurso da operação Lava Jato. Se Lula e outras pessoas devem explicações à sociedade e à Justiça que lhe seja garantida a segurança e o direito de fazê-lo dentro da lei. É inconcebível que os agentes da lei sejam os promotores da violação dos direitos e da segurança dos cidadãos. O que está em jogo não é a defesa de Lula, do governo e do PT, que merecem muitas críticas. O que está em jogo é a defesa da democracia e do Estado de Direito.

O que fica claro é que a troika de Curitiba quer revestir de legalidade um instrumento de sistemática ilegalidade. É aqui que a Lava Jato começa sua aproximação com o totalitarismo. Como agentes públicos, Moro, o MPF e a PF, ao usarem mecanismos ilegais, deixam de agir sob o império da lei e começam a agir em nome do Estado. O Estado era tudo no nazismo de Hitler, no fascismo de Mussolini e no comunismo soviético.

Quando o Estado é elevado à categoria de soberania em detrimento da lei já não há Estado Democrático de Direito, pois, este, por definição, tem seu poder limitado pela lei. E o que limita o poder do Estado, e por isto ele é “de Direito”, são os direitos dos cidadãos. Quando o Estado está acima da lei instaura-se o arbítrio de grupos e de indivíduos que se apoderam de partes do Estado. É isto o que aconteceu com a troika de Curitiba: se apoderaram de parcela do Estado para executar suas vontades arbitrárias.

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Ao instaurar um estado de permanente ilegalidade, o estado de exceção da Lava Jato estabelece uma segunda aproximação com o totalitarismo nazista num aspecto muito bem captado por Hannah Arendt em sua obra “As Origens do Totalitarismo”. Ela observa que no início, os nazistas desencadearam uma avalanche de leis e decretos. Mas depois se verificou que sequer observavam as próprias leis, suplantadas por movimentos sucessivos em busca de seus objetivos políticos geralmente implementados pela polícia secreta do Estado. No caso da Lava Jato, o Ministério Público parece ser o centro da produção dos objetivos políticos, o juiz Moro o seu avalista e legitimador e a PF, a executora.

As ações ilegais  do estado de exceção de Curitiba são justificadas pela necessidade de debelar a corrupção sistêmica. O que comanda as ações da troika não é a lei, mas a ética, dissolvendo-se assim a diferença entre lei e ética pregada por Hitler. “O Estado total não deve reconhecer qualquer diferença entre a lei e a ética”, afirmou Hitler em discurso coligido por Arendt. O movimento total procura justificar, em nome da ética, as ações arbitrárias ao arrepio da lei.

O Judiciário como parte da crise institucional

Ao contrário do que procuram justificar Moro e o MPF em suas notas explicativas, a condução coercitiva de Lula, além de violar a sua dignidade e de agredir o respeito que ele merece, não garantiu a sua segurança e não preservou a sua imagem. Pelo contrário, desencadeou ondas de violência e um clima de linchamento físico e moral do ex-presidente e de petistas. O PT passou a ser atacado em várias cidades do Brasil.

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Setores da imprensa estimularam e estimulam esse vandalismo político, esse clima de “juízo final” – expressão arrogantemente usada por alguns jornalistas que, pela sua idiotia, mal disfarçam o caráter propagandístico de sua atividade e o estímulo ao linchamento que promovem. A imagem bisonha e ridícula que setores da mídia deixarão desta crise para a posteridade e para a história é o “escândalo dos pedalinhos”.

O juiz Moro e o MPF não podem reclamar tolerância com suas palavras e estimular a violência com seus atos. A máscara da neutralidade já caiu e a Lava Jato mostra sistematicamente que não é imparcial e que não segue o preceito democrático da isonomia. Persegue uns e protege outros.

Definitivamente, o judiciário perdeu a condição de ser o mediador da atual crise política ao ingressar nela como parte politicamente interessada. Parte politicamente interessada que quer derrubar o governo e inviabilizar a candidatura de Lula em 2018. Desta forma, a crise politica caminha rapidamente para uma crise institucional, uma crise entre poderes. As crises institucionais costumam serem crises prolongadas. Os vencedores de hoje podem se tornar os derrotados de amanhã.

Na medida em que as instituições não são capazes e perderam a legitimidade de resolver e mediar a crise, esta só tem duas maneiras de ser resolvida: 1) dados os impasses, os vários atores em disputa negociam uma saída satisfatórias para o país; ou, 2) a crise encontrará uma solução vinda dos tumultos das ruas. Esta segunda opção, neste momento, parece ser a mais provável e, talvez, a mais desejável, pois as instituições do Estado republicano e o sistema de representação política deixaram de funcionar e perderam a sua legitimidade. O Judiciário deixou de ser o guardião imparcial da lei e da Constituição. O mais conveniente nesses casos é que a cidadania, o povo, reconstitua o sistema politico pela sua ação.

Aldo Fornazieri – Professor da Escola de Sociologia e Política de São Paulo.

  

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61 comentários

  1. suspensão de direitos.

    O direito de um cidadão acaba quando se sobrepõe ao limite do direito de outro cidadão.  Se o direito não é respeitado pela autoridade instituída, então o código foi jogado no lixo. Já é quase um AI-5.

    A jusitça é parcial e tem dono. Uma autoridade instituída acabou se apossando do estado. O vencedor de um concurso público, instituído no cargo acaba se tornando o próprio estado. 

    O estado sou eu. Acho que teve um rei francês que disse.

  2. Há muito critico o ativismo judicial…

    …todas as vezes que comentei neste espaço contra o direito achado na rua fui chamado de várias coisas, afinal, para muitos aqui, só os fascistas reacionários querem que ele seja encontrado na Lei. E agora, estão vendo? Além da ruas pode ser encontrado também nas ondas eletromagnéticas…

    • Legal, muito bom seu

      Legal, muito bom seu comentário. Agora vejo que o Direito Achado na Rua é o contraponto ao Direito Penal do Inimigo. Tive o prazer de assistira a uma palestra do Roberto Lyra Filho durante um ENED, Encontro Nacional de Estudantes de Direito, quando ele defendeu a necessidave de uma nova escola para o Direito. Eu havia comentado noutro post sobre o outro lado da moeda, o DPI, vou repetir aqui

      Ao Assis Ribeiro:

      Muito bom seu comentário, vc fala de Direito Penal do Inimigo, publicamos no GGN alguns textos de especialistas sobre o tema, dou destaque para o Alexandre Salim, há um video dele no post Direito Penal do Inimigo, da Alçada à Lava Jato

      http://www.jornalggn.com.br/resultados?g=direito%20penal%20do%20inimigo

  3. Há algo de podre no reino da Lava Jato (e outras podridões)

    Da IstoÉ de 2003

    (Santos Lima, mencionado na matéria abaixo, é o procurador da “força-tarefa” mais velho e gordo, e, também, o mais truculento da Lava Jato).

    Os grifos são meus.

    (Observar que a matéria foi atualizada em 07/03/2016?!)

     

     

    Raposa no galinheiro

     

    Procurador Santos Lima, casado com ex-funcionária do Banestado, tentou barrar quebra de sigilo de contas suspeitas

     

    Osmar Freitas Jr. ? Nova York

    A proverbial raposa volta a tentar tomar conta do galinheiro. Desta vez aconteceu nos EUA. No sábado 23 de agosto, uma comissão de autoridades brasileiras embarcou para um périplo por cidades americanas. A missão era verificar in loco investigações feitas pelos procuradores daquele país, que poderiam ser ampliadas nos casos de remessas monetárias ilegais e lavagem de dinheiro feitas por brasileiros. Estavam na turma os senadores Antero Paes de Barros (PSDB-MT) e Magno Malta (PL-ES) e os deputados Dr. Hélio (PDT-SP) e José Mentor (PT-SP), todos da CPI do Banestado, dois procuradores da República, uma delegada, um perito da Polícia Federal e consultores da Câmara dos Deputados. A viagem seria um sucesso, mas o trem quase descarrilou por causa de uma disputa insólita, cujos motivos até então ocultos se revelaram, no mínimo, de má-fé. É que entre os procuradores estava Carlos Fernando dos Santos Lima. Santos Lima, quando servia em Curitiba, foi quem recebeu e manteve engavetado, desde 1998, o dossiê detalhadíssimo sobre o caso Banestado e uma lista de 107 pessoas que figuram na queixa-crime sobre remessa de dólares via agência em Nova York. No episódio houve aquilo que em termos jurídicos se chama de “instituto da suspeição”, já que o procurador é parte interessada no caso. Sua esposa, Vera Lúcia dos Santos Lima, trabalhava no Departamento de Abertura de Contas da filial do Banestado, em Foz do Iguaçu. Agora, na Big Apple, Santos Lima fez um tour de force para que a documentação da quebra de sigilo de várias contas, realizada pelo escritório da Procuradoria Distrital de Manhattan, também não viesse à luz, enveredando por um labirinto burocrático que, como sempre, tem seu final em pizza.

    ISTOÉ recebeu informações de autoridades americanas de que os procuradores Santos Lima e Vladimir Aras, do Paraná, tentaram amarrar a entrega dos preciosos documentos. Alegaram que os quatro membros da CPI não tinham autoridade para processar o caso e só ao Ministério Público caberia a tomada de medidas legais. Insistiram também que só aceitariam os resultados da quebra de sigilo bancário se a Promotoria Distrital nova-iorquina remetesse a papelada para o Departamento de Justiça americano e este colocasse o crivo do MLAT – o acordo de cooperação entre os ministérios da Justiça dos dois países. O impasse causou constrangimento não apenas a quem forneceria a papelada como também aos parlamentares presentes. “Foi insólito”, disse um dos americanos.

    O impasse só seria resolvido através de uma manobra que frustrou Santos Lima. Os promotores distritais nova-iorquinos enviariam os documentos da quebra de sigilo para a filial do Banco Itaú em Nova York – instituição que comprou o Banestado na privatização, herdando o imbróglio – e o banco daria tudo aos senadores e procuradores. Com essa posse, os papéis seriam “consularizados”, ou seja: o Consulado do Brasil na cidade atestaria a autenticidade da documentação. De funcionários do Itaú ISTOÉ recebeu informações que houve nova investida de Santos Lima para que os membros da CPI não recebessem o que esperavam. A jogada, porém, não deu certo, e as provas obtidas pelo escritório do promotor Robert Morgenthal já estão nas mãos de quem promete dar continuidade ao caso. O senador Antero Paes de Barros (PSDB-MT), que encabeçava a missão parlamentar, disse: “No final da reunião com o District Attorney, a história do Brasil começou a mudar. Dou minha palavra de que esta CPI não vai acabar em pizza.” Mas, se depender do procurador Santos Lima, pode-se esperar uma mezzo-a-mezzo.

    Vera Lúcia, esposa de Santos Lima, trabalhava no Banestado quando, em 1998, o procurador recebeu em Curitiba o dossiê sobre as atividades ilegais do banco. No dia 17 de setembro daquele ano, ele tomou o depoimento de Heraldo Ferreira – ex-gerente de câmbio da agência do banco em Foz do Iguaçu –, em que fazia denúncias sobre as atividades da instituição financeira. O caso Banestado saiu da gaveta do procurador somente depois que ISTOÉ investiu nas apurações do escândalo. Apenas em 21 de março de 2003 é que o procurador Santos Lima enviou esse depoimento à PF, sendo que na Assembleia do Paraná havia sido instaurada uma CPI sobre o assunto quatro dias antes.

    A invasão ao galinheiro não seria feita apenas por uma única raposa. Junto a Santos Lima estava nos EUA Neide de Alvarenga – ex-chefe-geral da Divisão de Repressão ao Crime Organizado da PF (DCOIE). Era ela quem insistia para que a primeira equipe de agentes da PF – mergulhada nas investigações em Nova York, em fevereiro deste ano – voltasse ao Brasil. Isso a despeito de o chefe do grupo, o delegado José Castilho, insistir que as investigações avançavam e que o grupo tinha ganhado importante aliado no escritório do promotor distrital de Manhattan. Os faxes que Neide mandava para o Consulado do Brasil em Nova York, onde os agentes se reuniam, eram de conhecimento público, já que não vinham protegidos pela confidencialidade. Batia-se sempre na mesma tecla: a da interrupção dos trabalhos e a volta da equipe, o que acabou acontecendo em abril. Não foi por falta de convites que a delegada deixou de verificar no local os progressos – que hoje são provados pelas 270 caixas de documentos que o District Attorney pôs à disposição das autoridades brasileiras. Mas ela só decidiu viajar em companhia do procurador Santos Lima.

    Nem tudo, porém, foi refrega na viagem desta comissão de parlamentares e procuradores. A primeira escala do grupo foi Washington. Na capital americana, a visita rendeu frutos inesperados: o adido da Receita Federal na Embaixada do Brasil entregou à comissão uma lista com 170 nomes de pessoas que possuem imóveis em território americano, não declarados ao Fisco brasileiro. Da lista, fazem parte artistas, empresários e políticos. No total, existem 660 nomes de pessoas com imóveis, mas apenas 170 o fazem de modo criminoso. Destes, o preço mínimo de imóvel é de US$ 800 mil – o que vale um apartamento de um dormitório em Manhattan, mas é soma suficiente para se adquirir um condomínio de luxo em partes da Flórida e de outros Estados americanos. Entre os nomes –que estão sendo mantidos em sigilo pela CPI e pela Receita – está o de Fábio de Oliveira Catão.

     

     Rastros de Catão

    Em setembro de 1994, o megalaranja pernambucano Fábio de Oliveira Catão, 39 anos, saiu do anonimato ao denunciar ao MP e à PF dois caciques de peso da política nordestina: o então vice-presidente da República, Marco Maciel, e o ex-governador de Pernambuco, Joaquim Francisco. Catão trabalhara no setor de transportes do comitê de campanha que, em 1990, elegeu Maciel para o Senado e João Francisco para o governo do Estado. Em depoimento à PF, ele disse que parte dos recursos do comitê de campanha foi doada por “fantasmas” ligados ao esquema de PC Farias. Segundo Catão, ele mesmo ia buscar o dinheiro na agência do Itaú de Boa Viagem. As denúncias nunca chegaram a ser provadas. Catão, que namorou a filha de Maciel, Maria Cristina, havia se apossado do cartão 24 horas da namorada para fazer saques sem autorização. Depois, sumiu de Pernambuco. De acordo com sua irmã, Alexandra, viajou para os EUA e para a Europa. Há sete anos, ele não dá notícias. Seu sumiço está com os dias contados.

    Documentos da Promotoria do distrito de Nova York acusam Catão de lavar dinheiro de corrupção nos EUA. De acordo com as investigações, ele seria o administrador de uma conta de US$ 1,5 bilhão no Merrill Lynch, de Dallas, movimentada por políticos e empresários brasileiros. Ele deixou recentemente rastros na cidade de Calgary, no Canadá, onde morou por seis meses com a namorada Viviane Sperb. O casal saiu do país no dia 8 de agosto rumo a São Paulo num voo de classe executiva. Catão comprou por US$ 5.855 as passagens na agência Atlas. Foi atendido pela brasileira Patrícia Lefebre, a quem pagou a fatura com um cheque de uma conta encerrada do Nationsbank de Dallas. “Como éramos brasileiros, tínhamos uma boa convivência, e ele me disse que administrava uma conta de políticos em Dallas”, contou ela a ISTOÉ. Após se hospedar em agosto no hotel Best Western Regent, em São Paulo, mudou-se para Santa Catarina, onde estaria trabalhando para políticos locais. Viviane retornou para a casa da família em Gramado (RS).“Ele me disse que trabalhava para os bancos e que o nome do chefe dele era Gabriel Halaban”, contou ela, que garante ter rompido o namoro com Catão.

    Amaury Ribeiro Jr. e Osmar de Freitas Jr.

  4. Ameaça ao STF

    Ameaça ao STF

    As forças democráticas do país já devem ter percebido, mas ainda não vieram a público para denunciar o  que corre pela cabeça de todos os democratas: o que vai acontecer se o golpe se materializar com o impeachment da Presidenta Dilma Roussef ou pela cassação do seu mandato eletivo por meio do TSE ?

    Não há dúvida que o golpe só se sustenta, dada a resistência das forças democráticas, com a implantação no país, de início, de um regime autoritário  e, no desdobramento, logo adiante, a implantação de uma ditadura fascista.

    Quais os prêmios que esperam  Sérgio Moro, os procuradores e policiais federais que compõem a Operação Lava-Jato  por terem desencadeado o golpe fascista ?

    Na estratégia de Sérgio Moro, a caminho do poder, o prêmio que ele irá exigir será a nomeação para o Supremo Tribunal Federal. Do Supremo ele comandará o novo poder instalado e Gilmar Mendes será apenas o seu moleque de recados.

    Para a imposição e o respaldo do golpe pela força,  as ondas de manifestações fascistas terão que se avolumar e exigir, a cada dia, num crescendo, as cabeças de todos aqueles que participaram do regime democrático-popular lulopetista  e o desmonte de todos os avanços progressistas conseguidos em diversas  áreas nos últimos 12 anos.

    Sérgio Moro respaldará o seu poder nas manifestações de massas fascistas. Bolsonaro será o seu cachorrinho de estimação para obedecer ordens de reunir as massas ignaras.

    As prisões de Lula e Dilma, as cassações de governadores e parlamentares retornarão com força, as perseguições e prisões , a tortura e assassinatos de militantes e simpatizantes do PT e de aliados farão parte de novo, como na ditadura civil-militar de 1964, do dia-a-dia da sociedade brasileira.

    Quem não obedecer às determinações do novo poder, seja ele do executivo ou do legislativo, terá sua cabeça cortada.

     É a lógica natural da sustentabilidade de um poder ilegal e ilegítimo.

    E, sem sombra de dúvida, haverá um expurgo no STF: todos os Ministros, nomeados por Lula e Dilma, serão cassados por exigência da turba fascista, além de Celso de Mello e Marco Aurélio  os quais, provavelmente, protestarão contra o desmantelamento do Estado Democrático de Direito, escapando apenas Gilmar Mendes, que será o bobo da corte de Moro.

     

    • Concordo com sua análise

      Concordo com sua análise de que o golpe inevitavelmente será seguido de uma ditadura com perseguições políticas, prisões arbitrárias (e isso nós já temos, imagina como será com o recredecimento depois do golpe) e torturas.

      Então fica claro que a alternativa é lutar pela democracia, mesmo que seja até a morte ou ficar calado e encontrar tortura e morte nos porões da ditadura ou lutar seja por quais meios forem, mesmo com o risco da própria vida pela democracia.

      É melhor morrer lutando, de cabeça erguida, do que encontrar a morte prostrado entre torturas nas masmorras da ditadura.

      E não sou apenas eu quem chega a essa conclusão, são muitos. O suficiente para uma resistência feroz ao golpe, resistência essa que tem chance de triunfar e nesse caso os responsáveis vão se arrepender amargamente dessa aventura golpista. Mesmo que abafem a resistência, isso será a custa de derramamento de sangue e não será apenas o campo popular que verá seu sangue ser derramado.

      Até hoje não tivemos no Brasil um tipo de resistência que atinja fisicamente os membros da elite, suas casas e suas famílias. E isso pode mudar. Mesmo que aditadura consiga abafar a resistência dificilmente conseguirá vencê-la completamente gerando um ambiente de conflagração e guerra interna permanente.

      É óbvio que as implicações internacionais desse quadro serão drásticas.

      Eles pensam que um golpe será um passeio, como foi em 64. Não! Será uma guerra com todas as desgraças que uma guerra trás. E desta vez as desgraças vão atingir a elite sim.

      É bom eles refletirem muito bem sobre isso se quiserem insistir com essa insanidade. Os que defendem a democracia e a liberdade não tem alternativa, é lutar ou morrer de cabeça baixa. Se 64 se repetir será como farsa e pode virar uma tragédia de proporções inéditas.

    • este é o maior temor …
      é

      este é o maior temor …

      é bastante verossimel essa consequencia desse atual estado de exceção

      no judiciario, globo et caterva mais interesses internacionais……

  5. acho que lula é o maior

    acho que lula é o maior estadista brasileiros dos últimos

    tmpóps justamente porque conseguiu

    esta negociação entre as lcasses sociais….

    ao romper o pácto aí implícito, a casa grande declarou guerra e

    o apareljho de estado que a repesenta perdeu a legitimidase,

    rompendo tb com as conquisrtas emocráticas e sociais…

    só resta à sociedade civil, reagir e lutar para manter o estado

    democrático de direito, o chamado império da lei….

    o problema q e a direitona não considera que os movimentos

    populares paertençam  à sociedade civil…

  6. Verdade incontestável !

    Era isto o que os ministros do STF queriam, com sua conduta irresponsável, dando guarida à desmedida parcialidade política da troika curitibana ?

    “O Judiciário deixou de ser o guardião imparcial da lei e da Constituição. O mais conveniente nesses casos é que a cidadania, o povo, reconstitua o sistema politico pela sua ação.”

    Esta sentença fecha com chave de ouro o artigo e traduz o que a maioria da Nação está sentindo agora !

     

  7. “Na estratégia de Sérgio

    “Na estratégia de Sérgio Moro, a caminho do poder, o prêmio que ele irá exigir será a nomeação para o Supremo Tribunal Federal. Do Supremo ele comandará o novo poder instalado e Gilmar Mendes será apenas o seu moleque de recados.”

    Vocês são inocentes mesmo.

    Lembram do Joaquim Barbosa?

    A recompensa é muito maior que um cargo no STF. O JB até largou o cargo e foi aproveitar a gorda aposentadoria em Miami.

    Deixem de ser inocentes.

     

  8. A criatividade golpista não

    A criatividade golpista não tem limites. Hoje vivemos em uma democracia onde os eleitos não mandam. Quem manda são aqueles que não tem um voto sequer. Isto tem nome: DITADURA!

  9. Camisas negras

    Infelizmente, o articulista tem razão. Este sérgio moro, aquele deltan que se acha ungido por Deus e toda esta tropa (ou pelo menos os de cima) estão apostando no caos total que certametne será seguido por uma ditadura fascista ou, talvez melhor, por algo semelhante ao que aconteceu/acontece na Ucrânia, o que dá no mesmo que uma ditadura fascista. A tática é a do confronto e a da guerra. Dia 13 de março os golpistas programaram (e já faz tempo) um ato pró impedimento. Centrais sindicais e alguns movimentos sociais, faz pouco, marcaram também manifestações contra os golpe em andamento. Tudo indica que o confronto será inevitável e, provavelmente, será o dia sem retorno. Quem será o vencedor deste confronto? Ao que tudo indica, de novo serão as forças do atraso, como auxílio imediato e espetaculoso de tropas de choque da direita mais raivosa. Serão vencedores simplesmetne porque estão mais organizados e dispõem de mais recursos (materiais, organizativos, discursivos). Adoraria estar errado.

    • Não se engane, são frouxos.

      Não se engane, são frouxos. Não possuem mais os militares a tira colo, sem esse elemento e a esquerda unida, serão desmoralizados.

  10. – O GGN , seu papel e sua transformação numa igreja

    Algumas, senão, mutas vezes alguém me arrisquei a manifestação nos temas estritamente políticos, desde a AP470 (“Mensalão”). Apesar de usar termos não muito elogiáveis, é importante animar e escrever artigos e reproduzir pra todos nós. Nos diversos níveis de consciência e de vivência político-partiária-sindical. Porém, reforçar como já foi visto, o GGN num blog partidário, aqui e ali, uma exceção pró-forma, foi – e temo que continuará sendo sucursal oficiosa da Direção Nacional.
     

    • – O GGN , seu papel e sua transformação numa igreja ( I I )

      Com tristeza, lembro as poucas manifestações, às vezes contra a corrente e usando termos jocosos como Irmandade (e Beatice, que plagio e que assumo como se fosse meu, de outro participante que assim não se manifestou claramente pelo blog GGN, mas com quem tenho contato por fora). Só crentes ou com alguma perturbação que turva inteligências (AP470, p.ex.) persistiam e persistem em tapar o sol com a peneira. Mesmo com um ex-presidente que muito fez pelo nosso miserável povo.

      • Poemas de Angola – Agostinho Neto

        Poemas de Angola    –     Agostinho Neto

         Do Povos Buscamos a Força

                                

        Não basta que seja pura e justa

        a nossa causa

        É necessário que a pureza e a justiça

        existam dentro de nós.

         

        Dos que vieram

        e conosco se aliaram

        muitos traziam sobras no olhar

        intenções estranhas.

         

        Para alguns deles a razão da luta

        era só ódio: um ódio antigo

        centrado e surdo

        como uma lança.

         

        Para alguns outros era uma bolsa

        bolsa vazia (queriam enchê-la)

        queriam enchê-la com coisas sujas

        inconfessáveis.

         

        Outros viemos.

        Lutar pra nós é ver aquilo

        que o Povo quer

        realizado.

        É ter a terra onde nascemos.

        É sermos livres pra trabalhar.

        É ter pra nós o que criamos

        Lutar pra nós é um destino –

        é uma ponte entre a descrença

        e a certeza do mundo novo.

         

        Na mesma barca nos encontramos.

        Todos concordam – vamos lutar.

         

        Lutar pra quê?

        Pra dar vazão ao ódio antigo?

        ou pra ganharmos a liberdade

        e ter pra nós o que criamos?

         

        Na mesma barca nos encontramos

        Quem há-de ser o timoneiro?

        Ah as tramas que eles teceram!

        Ah as lutas que aí travamos!

         

        Mantivemo-nos firmes: no povo

        buscáramos a força

        e a razão

         

        Inexoravelmente

        como uma onda que ninguém trava

        vencemos.

        O Povo tomou a direção da barca.

         

        Mas a lição lá está, foi aprendida:

        Não basta que seja pura e justa

        a nossa causa

        É necessário que a pureza e a justiça

        existam dentro de nós

         

         

        ——————————————

         

        • Fico pensando com os meus

          Fico pensando com os meus botões. Uma ilegalidade absurda ocorreu, diversos nomes da ciência política e profissionais da área jurídica escrevem textos que são bloequeados na grande mídia, aqui é um dos locais que se tem a condição de escutar o outro lado, você vem dizer que o GGN virou blog partidário. Era por acaso para fazer o que? Repercutir as vergonhosas manifestações corporativistas da AJUFE e da Associação Nacional do MPF? Elas foram na integra colocadas aqui! O que você quer mais, aplausos ao Sérgio Moro e sua trupe ?

          Faça me o favor!

      • Finalmente alguém enxerga o óbvio

        Eu que acompanho há anos vários forum´s de debates na internet tenho testemunhado a transformação desses forum´s em uma “igreja”, fenômeno que vem acontecendo desde o primeiro governo de Dilma. Eu nunca fui de esquerda, mas confesso que me admirava com a independência intelectual e a coragem de expor opiniões anticonvencionais dos debatedores de esquerda. Até uns 10 anos atrás, esses forum´s eram frequentados por puristas que não hesitavam em denunciar que o PT havia se vendido à direita, Lula era chamado de “Judas Barbudo” ou de Lula-FMI. Ironicamente, isso acontecia nos anos de melhor desempenho do governo petista, com milhões saindo da pobreza. Depois tudo mudou. Quanto mais o governo de Dilma entrava em declínio, mais os forum´s adotavam um tom uníssono, reproduzindo fielmente a cartilha da página do PT, sem uma única crítica e ataques apenas ao PSDB, como se o PSDB fosse o que há de mais à direita no Brasil.

        Alguém explica?

  11. FOGO CONTRA FOGO?

    Salta à vista a escandalosa e indefensável violação das garantias constitucionais, agredidas pelas medidas de exceção praticadas no âmbito da evidente perseguição política denominada Operação Lava Jato. E a condução coercitiva de pessoas que sequer foram intimadas para depor demonstra ao extremo a insustentável farsa.

    A investigação de toda e qualquer denúncia de corrupção, bem como o rigoroso julgamento de todos os ilícitos comprovados, deve ser regida sempre pelo estrito cumprimento da legislação em vigor, sob a primazia da Constituição Federal.

    O quadro dantesco que se desenrola nesta cruzada inquisitória tem evidenciado diversas situações em que normas legais, garantias constitucionais e princípios jurídicos têm sido seguidamente aviltados, com a complacência de setores omissos da sociedade civil.

    E já de há muito foi atingido o ponto limite que torna indispensável e inadiável a intervenção saneadora de responsabilidade cogente do STF.

    Neste sentido, na medida em que têm se mostrado insensíveis a graves violações de direitos vinculados à dignidade humana, e têm admitido patentes agressões a princípios jurídicos elementares, tais como o do juiz/promotor natural, ministros da máxima corte judicial do país estão impingindo indelével mácula sobre suas respectivas biografias.

    A efetiva proteção das garantias individuais é um requisito inexorável da democracia constitucional, do mesmo modo que o imperativo respeito ao princípio jurídico básico da impessoalidade dos atos judiciais é exigência indispensável da verdadeira Justiça.

    Sem dúvida, a situação atual demonstra claramente a violação sistemática do Estado Democrático de Direito, e a continuidade de tal estado de coisas evidencia uma triste incapacidade do poder judiciário para zelar pelo respeito às leis.

    Todavia, não se pode,  de forma alguma, crer na possibilidade de garantir o saneamento desta conjuntura explosiva através de manifestações das ruas. Propor a realização de mobilizações públicas com o objetivo de buscar solução para problemas judiciais é um erro gravíssimo, que poderia ter conseqüências nefastas, caso iludissem o povo.

    O enfrentamento de problemas institucionais dever ser feito por meio de iniciativas no âmbito institucional. Assim, ao invés de convocar manifestações nas ruas, o caminho mais correto é a articulação de debates públicos em foros adequados, por exemplo em instituições de ensino e pesquisa vinculadas ao estudo das relações sociais, políticas, jurídicas e econômicas. E também em instituições representativas da sociedade civil.

    A História, antiga e recente, ensina, às vezes a duras penas, que a omissão diante de escaladas do arbítrio totalitário tende a agravar a deterioração do tecido social, com conseqüências potencialmente danosas para todos, independente de ideologias.

    • Muito bom texto.

      Concordo totalmente, exceto na observação sobre as manifestações de rua.

      Manifestações de rua pacíficas, dentro da lei, e que tragam mensagens claras sobre o que se deseja são legais e legítimas.

      Mesmo assim, entendo que seria um bom texto para enviar a cada Ministro do STF.

      • Manifestações populares de

        Manifestações populares de natureza política são, em si mesmas, algo muito positivo, quando são pautadas por princípios democráticos. E para adquirirem e manterem tal característica as referidas manifestações devem, necessariamente, ter a capacidade de permanecer longe de manipulações e de posicionamentos equivocados.

        Assim, diante das evidências de que a exaltação de ânimos e a promoção de confrontos interessa à construção do caos patrocinada pela direita golpista, resulta recomendável a adoção de medidas prudentes, que evitem colocar lenha na fogueira.

        Ademais, quando manifestações de direita são convocadas com o objetivo de utilizar o poder político para ‘resolver’ questões jurídicas, fica evidente a pretensão de defender pseudo soluções incompatíveis com a democracia. Ceteris paribus…

  12. Só agora que vocês perceberam

    Só agora que vocês perceberam que este Moro tomou o controle do país? Quando que a sua presidente irá tomar providências contra?

  13. Sr. Aldo,Referente ao

    Sr. Aldo,

    Referente ao programa da Globo News “Entre Aspas”

    Quero parabenizá-lo pela imagem de coragem frente a intrevistadora Mônica Waldvogel junto a um economista (certamente contratado pelo mercado); e você, surpreendentemente, com declarações que me identifiquei, defende o estado de direito quando o normal dos programas são veiculações inseridas para exercerem o engano com opiniões sobre informações distorcidas aos telespectadores.

    Na minha perspectiva o economista não pode ser dirigido pela volante da direita golpista, e, nos seus conceitos para um mandato, trouxe a tentativa de perversão da lei à recondução da verdade.

    Um abraço.

    Miguel A. E Corgosinho

  14. Olhem a caixa de spam

    Peço à equipe do blog que verifique a caixa de spam ou lixeira, pois fui um dos primeiros a comentar este artigo, hoje pela manhã. Aé agora, 13p6min, ele não foi publicado.

     

    Sds,

    • Meu comentário foi perdido ou

      Meu comentário foi perdido ou censurado, pois não foi publicado. Verifiquem isso!

  15.  
    O procurador Carlos

     

    O procurador Carlos Fernando dos Santos  Lima, o barbicha conhecido como Bode Albino do PGR. Trata-se  de um cabra mais enrolado que fumo de corda.  Alias, esta lava a jato tá infestada desses tipos. Pelo visto, os organizadores dessa patranha, a qual deram o nome de “Lava a jato,” e que o povo já batizou de Vaza a Jato. Os mentores dessa coisa,  recrutaram  o que há de mais sujo nos fichários das organizações  do judiciário, PGR, PF, e da Mídia.

    Reuniram  um rebotalho que abrange de oportunista sem vergonha, carreirista deslumbrados, e picaretas da pior estirpe, a doutos juizecos de merda . O trabalho de verdadeiros  jornalistas investigativos e  independentes, estão levantado a folha corrida desses senhores fantasiados de vestais. É necessário o povo saber quem são estes místicos e falsos moralistas, que buscam trancafiar pessoas baseados em delações regiamente premiadas.

    Para empreitada, foram  montados quatro núcleos da brigada justiceira, estranhamente  acometida  de hemiplegia no plano sagital esquerdo . O bando tem como figura simbólica um “Japonês Bonzinho”  da PF. Algo que seria revelador vivêssemos com imprensa livre, é que  o indivíduo escolhido pra representar simbolizando o combatente ético, exterminador da corrupção, seja ele próprio um reles corrupto já condenado e expulso da PF. Embora  tenha sido reintegrado  apoiado por uma dessas jabuticabas  jurídicas destinadas a proteger  aqueles cidadãos especiais incluídos na lista dos, “isso não vem ao caso.” E hoje posa de herói dos midiotas batedores de panelas.

    Orlando

  16. Estado de direito para pobre nunca existiu no Brasil.

    Sem entrar no mérito juridico e nas teorias politicas e na ‘questão Lula’,o suposto estado de exceção não é resultado da Lava Jato. O tal Estado de Direito nunca existiu para a população pobre do Brasil. A verdade é que transitamos por cima da ditadura para uma semidemocracia que foi se tornando meramente eleitoreira sem que o estado de exceção da ditadura fosse completamente desmontado e os criminosos da ditadura levados à jaula. Para os debaixo a “execução coercitiva” sempre existiu na ditadura e continuou existindo depois dela, até hoje. E absolutamente nenhum governo ‘democrático’ liquidou essa fatura.

     

     

  17. Texto de Aldo Fornazieri

    Parabens Aldo, excelente texto. O que estamos vivenciando é um país destroçado por um juiz de quinta à serviço de uma mídia canalha.

  18. A Lava Jato e o Inspetor Clouseau

    Do blog do Mello

    A Lava Jato, na pressa de arrumar alguma prova que venha a incriminar o ex-presidente Lula, parece que enviou o agente 86 ou o inspetor Clouseau atrás de uma testemunha para depor. Só que pegaram o cara errado.

    O resultado é tão constrangedor e patético, que chega a ser cômico. No vídeo, fica claro que o juiz Moro (que comandava a audiência) não sabe onde enfiar o sotaque com a trapalhada.

    Da coluna da Monica Bergamo, na Folha:
     

    Uma audiência da Lava Jato em Curitiba terminou em risos na sexta (4) porque a Justiça sem querer convocou uma testemunha homônima. Um capoteiro (profissional que reforma bancos de carros) chamado Jorge Washington Blanco foi confundido com um funcionário do banco Schahin de mesmo nome que seria ouvido no processo a que José Carlos Bumlai responde.

    Só faltou a testemunha reclamar:

    – Doutor, sou capoteiro, não sou bancário. Pedalinho não é lancha. Barquinho de lata não é iate. 

     

    Segue o  vídeo:

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=wIpS_NaR7uY%5D

    • esse caso mostra que a

      esse caso mostra que a operação lava-jato é de

      uima irresponsabilidade homérica, trágica…

      típico de amadores, provincianos…

      ou o que são mesmo – caçadors, perseguidores, que não querem saber de um

      mínimo de coerencia e verossimilhança com os fatos….

      se duvidasse era capaz do juíz continiar insistindo e dizer que o capoteiro

      estava mentindo e estaria preso a partir daquele momento por isso, pór ter enganado a justiça…

      hilário, muito hilário, se não fosse uma tragédia para o povo bnrasileiro…. .

      a maior piada do seculo 21…

      ainda bem que o pessoal sacou que o sotaque do juiz denota

      sua total incapacidade para exercer o cargo…

      não obviamente por rter sotaque meio caipira, o que seria uma virtude,

      mas um sotaque que denota uma vacilação psicológica insustebmtável….

      precisava demorar tanto pra sacar que o cara era capoteiro como ele disse?…

      depois de ouvido isso deveria ter parado tudo,

       imediatamente…

       

  19. De onde vem a isenção do
    De onde vem a isenção do Moro? ENTRE NO SITE DO TSE: tse.gov.br – com as seguintes informações: código autenticação: 3P5N.DPEC.2VGR.PJNF. – INSCRIÇÃO: 006252100698 – CERTIDÃO EMITIDA ÁS 22:15:17 em 05/03/2016. Vá em filiação partidária lá vc irá verificar que SÉRGIO ROBERTO MORO, não é isento nas suas atitudes de Juíz pelo simples fato de ser filiado ao PSDB desde 15/08/1999 na cidade de São José dos Pinhais. 

     

    • Entrei e achei, mas o nome do juiz é Sergio Fernando Moro

      Existe realmente um Sergio Roberto Moro filiado em 15/08/1999, na lista dos PSDBistas do Paraná, mas de acordo com a Wikipedia, o nome do completo do juiz Moro é: Sérgio Fernando Moro.

    • Só o fato dele idolatrar o pai fundador do PSDB de maringá

      Só o fato dele idolatrar o pai fundador do PSDB de maringá, já o torna um PSDBista bandeira branca, não pode se filiar por ser um juiz que está perseguindo o Lula para agradar os Marinhos da GLOBO do triplex de Paraty e fazer juz ao prêmio e o palco oferecido pela rainha do PIG, a rede Goebbels ou Globo, que adora repetir mil vezes uma mentira até que está se torne verdade.

    • Espalhar sem investigar é feio!

      O nome do juiz é Sérgio FERNANDO Moro, e ele é de Maringá – PR.

      Esse filiado ao PSDB é outra pessoa.

      Aliás, a constituição de 1988 proíbe que qualquer juiz federal seja filiado a qualquer partido político.

  20. Ou O GGN pára de dar margem ou fomentar ilusões ou

    ou se desmoraliza.

    Permanecerá , continuará, receberá audiências e clap-clap-claps dos rebanhos que há tempos tomaram conta do Posts do Dia, a Irmandade, a Beatice, os que ainda hoje negam completamwente a AP470.

  21. Arrecadação de tributos

    Arrecadação de tributos federais caiu eles não vão adequar os salários e mordomias deles ao teto constitucional não, depois de pararem a economia do país e milhares de trabalhadores demitidos por conta de paralisação de obras das construtoras e estaleiros da Petrobrás?

  22. E o justiceiro de Curitiba

    E o justiceiro de Curitiba ainda vai morder inconsticucionais 77 mil da viuva depois de ter praticamente parado a economia do país?

  23. Melhor artigo

    do Profº Aldo que li até hoje.

    Parece que ele se cansou dos eufemismos e rasgou o verbo comentando os óbvios fatos.

    Com muita competencia, ao contrario do Florestan Jr….

    Parabens Profº Aldo!

  24. vamos lá… vamos esculambar

    vamos lá… vamos esculambar Moro para ver se o processso da mulherzinha do Cunha não cai nas mão desse mais de gente que ache ser corrupto um quase direito

  25. Vou tentar reescrever o

    Vou tentar reescrever o comentário que fiz ontem, que não foi publicado, mesmo depois de dois avisos que eu postei.

    Tenho convicção de que a esmagadora maioria dos leitores deste blog concordam com as críticas que tenho feito aos chamados ‘intelectuais esquerdistas’, que têm feito uso rotineiro da técnica popularmente conhecida como ‘uma no cravo, outra na ferradura. O título conciso, com texto contundente e direto prenuncia que ‘a ficha caiu’ para Aldo Fornazieri. E o artigo, em si, contém duras e muito bem fundamentadas críticas à operação midiático-policial-judicial denominada Lava Jato.

    Em que pese o caráter crítico do artigo, é fácil perceber e identificar sintomas das duas ‘patologias’ que tenho observado no que dizem e escrevem os ‘intelectuais esquerdistas’: uma delas é a técnica que citei na abertura deste comentário; a outra é o cultivo de uma memória seletiva e do auto-engano, mas não no sentido de apenas perceber o erro dos adversários e as virtudes dos companheiros, mas de se auto-flagelar ou de dirigir o ressentimento e decepção ao espectro político a que teòricamente o articulista pertence, ou seja, a Esquerda. Analisemos dois trechos do artigo.

    1º) “Não resta mais do que sombra do conteúdo republicano que a operação Lava Jato tinha no seu início. Ela foi transformada numa fábrica de conduções coercitivas, de pressões psicológicas ilegais sobre presos e de produção de delações premiadas de duvidosa credibilidade”

    2º) “O que fica claro é que a troika de Curitiba quer revestir de legalidade um instrumento de sistemática ilegalidade. É aqui que a Lava Jato começa sua aproximação com o totalitarismo. Como agentes públicos, Moro, o MPF e a PF, ao usarem mecanismos ilegais, deixam de agir sob o império da lei e começam a agir em nome do Estado. O Estado era tudo no nazismo de Hitler, no fascismo de Mussolini e no comunismo soviético.”

    Observem, leitores, as frases em negrito dos dois trechos citados. O auto-engano está explícito na afirmação de que a Lava Jato no início tenha tido conteúdo republicano. Tal afirmação é tão falsa quanto uma cédula de R$7,00 e configura o inexplicável auto-engano que critico desde que tal operação midiático-policial-judicial – com evidentes objetivos de derrubar o governo e aniquilar o PT, Lula e a Esquerda, levando ao poder central os grupos políticos que representam a plutocracia oligárquica, seguindo comandos e diretrizes estabelecidas no exterior por NSA, CIA, Pentágono, etc. – foi deflagrada. A Lava Jato JAMAIS teve conteúdo republicano.

    No segundo trecho, destaquei outra frase em que o mesmo auto-engano é reafirmado.

    No restante do artigo, Aldo Fornazieri faz duras e muito  bem fundamentads críticas aos agentes e instituições responsáveis pela Lava Jato, notadamente PIG, PF, MPF e juiz sérgio moro.

     

    PS: Num blog, o autor ou administrador de uma postagem te(ê)m o direito de publicar apenas os comentários que lhe(s) convier. Espero que meus comentários críticos não sejam censurados ou deixados de publicar. Afinal de contas, quem publica um texto ou artigo deve estar preparaao para receber não só elogios, mas também  críticas. Por precaução, vou gravar uma cópia deste comentário, que não ficou tão inspirado quanto o original.

     

     

  26. Nassif, durante minha vida,

    Nassif, durante minha vida, eu já fui em dezenas de audiencias trabalhista, civil e ate criminal…., e em todas, o favorecido sempre foi o mais forte, empresas, estado e etcs!!! Isto é o nosso PODRE JUDICIARIO(MPF, PF, PMs, PC, STF, STJ e etcs). Defendo a bandeira, de uma extinçao completa do JUDICIARIO, PF, MPF, PGR, senado federal e reduçao para 100 deputados na CAMARA FEDERAL, vamos corta gastos, fim da concessao de todas MIDIAS no Brasil!!!! Mas, tem uma coisa me incomodando, pois o Zé Ruela Cardozo foi indicado pela Dilma, para ser o palhaço da InJustiça, e este indicou o Daiello, um coxinha fascista de carteirinha do PSDB para comandar a podre Policia Federal, durante este tempo todo??? O MENTIRAO(ap470) foi o maior lixo juridico criado neste Brasil, foi uma grande FARSA DO STF da Globo!!! A Dilma indicou o Barroso, Weber, Fachin, Fux e Teori, talvez, o unico que escapou foi o Barroso, talvez??? A Dilma indicou a permanencia do JANOT no PGR? ENFIM fora muitas maos podres, como estamos vendo, sem contar as merdas de indicaçoes do LULA(Barbosa, Toffoli, Gurgel e etcs.) Todos sabiam que o Moro e sua quadrilha da CPMI DO BANESTADO é sujo e coxinha fascista de carteirinha do PSDB….., e ninguem FEZ NADA!!! Sei que a Teoria da Conspiraçao esta complicada para entender quem é quem??? Ao menos na minha humilde cabeça!!! Sei que o GOLPE é do JUDICIARIO…., por isso politicos corruptos delatados e provados estao soltos e provocando o CAOS junto com a MIDIA CORRUPTA……, mais tem mais alguma coisa, que nao esta encaixando, nesta CONSPIRAÇAO!!! Parece um jogo de xadrez com lançes ocultos e suspeitissimo!!!

  27. Ainda se fosse só o Moro…

    “(…) o Judiciário perdeu a condição de ser o mediador da atual crise”. Sábias palavras!

    Hoje o juiz Eduardo Velho, da 1a cível de Piracicaba/SP, publicou no Estadão (AQUI) sentença em que trata o PT, que era autor na ação indenizatória, com escárnio, deboche, tirando sarro mesmo, em  toda a parte da fundamentação. Ainda, no dispositivo, condena o réu ao pagamento de R$ 1,00 por danos morais ao PT, para “fechar a palhaçada” com chave de ouro.

    Essa sentença somente revela o favoritismo e a predisposição desse magistrado. Se isso não bastasse, penso que sentença é coisa séria. Não deve ser usada para chacota, para manifestação de desprezo, sem qualquer pudor, como ocorreu no presente caso. Não deveria o juiz agir com imparcialidade?

    Lamentável o tratamento discriminatório injustificado conferido ao PT, que foi tratado com ironia e desprezo na sentença. Pior, agindo assim, esse juiz revela – publicamente – sua posição partidária anti-PT.

    No mínimo, o magistrado deveria ficar impedido de atuar como juiz eleitoral (doeria no bolso dele… e muito!). Eu fiz a minha parte: Mandei email para a Corregedoria do TJSP, requerendo providências contra o togado-debochado-babaca.

    Afinal, “(…) juiz tem a obrigação de abster-se de intervir nas causas em que veja comprometida a sua imparcialidade ou naquelas que um observador razoável possa entender que há motivo para pensar assim”.  Né não?

     

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