Povo brasileiro: abandonado no deserto, por Aldo Fornazieri

O resultado das desditas seculares do povo brasileiro é o governo Bolsonaro e a certeza de que não há limite na metódica tarefa das elites políticas e econômicas em destruir qualquer caminho de dignidade, de progresso, de justiça e de bem-estar.

Povo brasileiro: abandonado no deserto

por Aldo Fornazieri

Não são apenas 40 anos, mas mais de 500 que o povo brasileiro está erando no deserto. Somente em breves lampejos teve noção de rumo, uma vaga ideia de  destino. Sem a esperança de um milênio de paz e de prosperidade, vive sob o castigo abrasador dos séculos pagando pecados que não cometeu. Nunca teve um Moisés como líder, que nos momentos de perdição e de extravio fosse capaz de impor a lei, a justiça e a igualdade pelo fio da espada, num ato de terror fundante, cortando a cabeça dos malvados e fazendo crer pela força na esperança na terra prometida. Os poucos líderes nacionais significativos que povo brasileiro teve, e que não completam os dedos de uma mão, em geral, foram profetas desarmados. O único que se armou foi Getúlio. Mas ao abandonar o ofício e a arte das armas, foi conduzido à morte pelo suicídio, num ato de desespero pelo que vislumbrava como destino padecente do povo. Lula, profeta desarmado, tornou-se um cativo de calabouço.

O resultado das desditas seculares do povo brasileiro é o governo Bolsonaro e a certeza de que não há limite na metódica tarefa das elites políticas e econômicas em destruir qualquer caminho de dignidade, de progresso, de justiça e de bem-estar. Não há limite para o nosso abismo. Tudo é soterrado e consumido nas valas comuns de corpos dos escravos, no sangue de índios assassinados que corre pelas florestas, no suor e no sofrimento dos trabalhadores amalgamados no ferro e no cimento das grandes cidades, no fogo que destrói os casebres dos miseráveis nas favelas, nas terras usurpadas à força dos camponeses por grileiros, na lama tóxica de Mariana e de Brumadinho, no lodo das enchentes que cobrem de desespero os mais pobres, nos escombros de Muzema…

O resultado da falta de competência, de coragem e de virtude da maioria dos líderes e dos partidos é isto que está aí: o governo Bolsonaro com seu despudor em destruir a cultura, a educação, as políticas públicas, os direitos, a soberania e o respeito e dignidade do Brasil no mundo. O resultado é um governo do desatino, do desvario, que, sem responsabilidade, não mede as consequências desastrosas dos seus atos para o Brasil e seu povo. É um governo que chama a atenção das pessoas lúcidas do mundo pelas suas investidas contra o meio ambiente, contra reservas naturais, contra terras indígenas, contra a necessária preservação de florestas. O Brasil já destruiu muito. A missão de Bolsonaro é completar a tarefa de destruição ambiental, material, social e moral do país.

O PT teve uma oportunidade ímpar para criar os fundamentos inabaláveis de uma mudança histórica do Brasil. Desperdiçou esta oportunidade com alguns acertos e muitos erros. No governo, não organizou o povo, não o educou politicamente e não o mobilizou. No processo do golpe-impeachment acreditou no Congresso, nos deputados e nos senadores e perdeu. Acreditou na fidelidade de Temer e do PMDB e foi traído. No processo de condenação e prisão de Lula acreditou no Judiciário e Lula está preso. Dirigentes partidários desestimularam mobilizações para não ferir suscetibilidades de juízes, gerando na militância sentimentos de desânimo e de prostração. Como maior partido do campo progressista e, consequentemente, com a maior responsabilidade, o que se vê hoje é um PT subordinado à linha política do PSol nas proclamações retóricas e caudatário do Centrão no Congresso.

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Hoje, o que se houve dizer de políticos progressistas é que o povo brasileiro não tem cultura de mobilização. Mas a cultura de mobilização não é uma colônia de cogumelos que brota espontaneamente. Somente líderes partidos corajosos e virtuosos podem potencializar a cultura de mobilização. Os hebreus, cativos no Egito, também não tinham cultura de mobilização até que surgisse um Moisés. Os persas, dominados pelos medas, também não tinham cultura de mobilização até que surgisse um Ciro. Os colonos americanos também não tinham cultura de mobilização até que surgissem líderes que fizeram a Guerra de Independência. Os camponeses russos eram submetidos ao czarismo até que surgisse o partido bolchevique. Mao Tse-tung mobilizou os camponeses nas mais remotas províncias da China.

Hoje o que se tem é um povo desanimado, sindicalistas acomodados, partidos burocratizados e frouxos, parlamentares apegados aos seus mandatos, uma juventude descrente, desfibrada, desiludida e inerte. Enquanto isso, a pobreza e a fome crescem. O poder aquisitivo das famílias se evapora e o desemprego se alastra.

O Brasil, através dos tempos, não vem sendo governado pela competência e pelo exemplo dos governantes e administradores. Os políticos se especializaram no autoelogio. Fazem muito do pouco que é feito. Mas vai uma distância abissal entre o que fazem e as necessidades do povo, as necessidades da justiça, da igualdade, do desenvolvimento e do bem-estar. As administrações dos governantes, quando não se caracterizam pela corrupção, se caracterizam pela mediocridade. Há uma incapacidade geral para resolver problemas das cidades, da economia, da sociedade.

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O mau exemplo dos governantes vem até mesmo nas condecorações. Não premiam o mérito, o desprendimento, a solidariedade, a coragem, a inventividade. Premiam e condecoram os áulicos do poder, os aduladores, os espalhafatosos, quando não os corruptos e os criminosos. O Brasil não terá futuro com estas sinalizações imorais.

O Brasil, apesar de tudo, está cheio de heróis anônimos, a exemplo dos bombeiros de Brumadinho, dos solidários pobres e simples das periferias, daqueles que arriscam a vida para salvar até mesmo pessoas desconhecidas. Verdadeiro herói é Luciano Macedo, catador de rua, brutal e covardemente assassinado por homens do Exército quando foi socorrer o músico Evaldo, fuzilado com mais de 80 tiros. Luciano não será condecorado por ninguém. Não será nome de rua, de praça. Já o advogado dos soldados que fuzilaram os dois foi condecorado por Bolsonaro. A família Bolsonaro homenageou vários milicianos no Rio de Janeiro. Que exemplo moral dão Bolsonaro e os comandantes do Exército ao classificarem o fuzilamento como um incidente? Deveriam ter repudiado duramente os assassinatos. Se foi um mero incidente isto significa que outros Lucianos e outros Evaldos serão fuzilados. Que futuro terá o Brasil quando as autoridades se comportam desta maneira? Que futuro terá o Brasil quando os ministros do STF rasgam a Constituição?

Mas o que fez o povo brasileiro para ser castigado por tantos séculos e de forma tão cruel? Por que ninguém lhe diz quem são os causadores e os culpados por estes castigos? Por que ninguém lhe diz que é preciso punir estes malvados? Por que não surgem líderes e partidos corajosos e virtuosos? Getúlio Vargas nasceu em 1882. Lá se vão 137 anos. Lula nasceu em 1945, ou 63 anos depois de Vargas. Lá se vão 73 anos.

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Quando surgirá um novo líder autenticamente popular? Trará ele a espada da vingança? Será ele capaz de castigar os ímpios, os perversos, os predadores, os exploradores? Será ele capaz de apagar as misérias do povo brasileiro? Estas e outras questões da vida política brasileira são muito angustiantes e precisam encontrar caminhos de respostas e soluções. Não serão respondidas e nem resolvidas, contudo, se não formos capazes de sair da política burocrática, da acomodação dos cargos e dos postos, da arrogância dos pequenos poderes, do jogo para cumprir tabela.  O Brasil e seu povo estão a cobrar dos políticos, dos partidos, dos movimentos e dos líderes que sejam capazes pela desmedida, pelo inusitado, pela inovação e pelo poder criativo. Não iremos a lugar nenhum com a política da pasmaceira.

Aldo Fornazeieri – Professor da Escola de Sociologia e Política (FESPSP).

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14 comentários

  1. Penso que as matéria de Aldo Fornazziere são muto bem-escritas, e contem muito de verdade. Essas indignações são minha e de uma grande parcela da população, crítica, conhecedora da realidade, bem como do que não se fez para evitá-la. Contudo, faltou um dado, a meu ver, dos mais indignos, que estão contidos nesse desgosto com muito mais relevo: refiro-me a inação da Justiça, do STF, quando permitiram que um juiz de primeira instância fosse o deslumbrado, que foi, sobretudo ao se unir aos políticos e militares para que se depusesse do cargo de presidente uma mulher que não tinha cometido nenhuma transgressão para aquele vergonhoso impeachment, celebrado de forma grotesca, patética, sob os holofotes das televisões do mundo.
    Alguém acha, ainda, que não houve um golpe para a destituição de Dilma? Alguém seria capaz de explicar por que o STF permitiu que Moro, agindo contra a lei, grampeasse o telefone da Presidente da República para promover um escândalo contra ela e Lula? Alguém pode discutir, ao menos, sobre as tramoias todas que se desenvolveram com a mão dos EUA, enquanto Temer, Aécio, Cunha, e tantos outros pretenderam tomar o poder a pulso?
    Não foram apenas os políticos e a política que ficaram debaixo de críticas contundentes. Os políticos e a política foram desacreditadas por muitos justamente como parte do processo golpista. O STF, e até organismos como a OAB, ou se calaram ou agiram em favor daquele presépio de mal-gosto, por razões hoje mui perceptíveis. Até Assange tem documentos provando esse golpe. Até o presidente da Turquia avisou Dilma de que ela seria golpeada.
    Portanto, apesar de Dilma, apesar de políticos mal-situados em seus cargos, apesar da esquerda desunida e inábil, quem abriu geral e legalizou essa quadra infernal por que passamos agora foram os órgãos da justiça, com aval dos ministros do STF.

    • ” Alguém seria capaz de explicar por que o STF permitiu que Moro, agindo contra a lei, grampeasse o telefone da Presidente da República para promover um escândalo contra ela e Lula? Alguém pode discutir, ao menos, sobre as tramoias todas que se desenvolveram com a mão dos EUA, enquanto Temer, Aécio, Cunha, e tantos outros pretenderam tomar o poder a pulso?”

      Sim, alguém poderia, só que não aqui. Estamos isolados, lendo maravilhosas análises, com riqueza
      de detalhes descritivos . Acontece que ninguém ousa passar do meio do morro e dar o nome aos
      bois, subindo mais ao topo. Não aqui porque ninguem é besta!

  2. “Hoje, o que se houve dizer de políticos progressistas é que o povo brasileiro não tem cultura de mobilização. Mas a cultura de mobilização não é uma colônia de cogumelos que brota espontaneamente. Somente líderes partidos corajosos e virtuosos podem potencializar a cultura de mobilização.”
    Até quando?

  3. Aldo Fornazieri e Eliane Brum têm escrito os melhores artigos sobre esse momento de torpor nacional. De minha parte, esperei reação do povo e de lideres quando o golpe estava em preparação; esperei reação contundente ao desmantelamento das politicias sociais desde o governo Temer; esperei reação à prisão de Lula; esperei reação ao absurdo que era Bolsonaro tornar-se presidente de qualquer coisa, quanto mais de um Pais… Não apenas esperei pela reação dos outros, lutei e me bati com militantes e com o PT para que saissemos da defensiva. Mas parece que em parte os quadros do PT tornaram-se tão burocraticos que nem lhes passa mais pela cabeça que somente uma revolução com a entendidade povo nas ruas podera mudar o curso que tem levado o Brasil à sua propria aniquilação.

  4. O povo brasileiro abandonado no deserto… Nenhuma frase poderia ser mais precisa. Mas para dizer a verdade inteira seria preciso dizer que para isso ocorrer os norte-americanos precisaram ser abandonados no deserto primeiro.
    A petrodolarização da economia dos EUA coincidiu com a destruição da classe média operária daquele país. A sociedade norte-americana trocou o “sonho americano” pela estrutura social da Arábia Saudita, em que os ricos são poucos, os miseráveis são muitos e a violência é a única maneira pela qual o Estado entra nas casas (ou nas tendas) dos súditos ou ex-cidadãos no caso dos EUA.
    Esse é o modelo que foi exportado para o Brasil. Devidamente embalado na lenga-lenga evangélica. Não por acaso os pastores (cá e nos EUA) podem ser considerados duplos dos Mulás islâmicos. A guerra santa deles não é contra o PT, mas contra uma vida economicamente segura que desligue o trabalhador de sua dependência emocional, politica e financeira dos barões do petróleo, das finanças, etc…
    Éramos brasileiros. Viramos nômades desempregados e desnutridos no deserto.

    • -> A petrodolarização da economia dos EUA coincidiu com a destruição da classe média operária daquele país.

      para sua consideração:

      as duas pernas mantendo em pé uma cambaleante Imperium são: o petro-Dólar e o complexo industrial-militar.

      uma perna não anda sem a outra. o Imperium não sob revive com apenas uma das pernas.

      sem o “privilégio exorbitante” de emitir Dólares os EUA não podem financiar seu também exorbitante gasto militar.

      portanto, a questão na Venezuela não é especificamente as reservas de petróleo, as quais de todo modo o Imperium já tem acesso, e sim evitar a todo custo a consolidação do petro-yuan-ouro.

      e nisto também entramos nós, pois com a participação do Brasil com o pré-sal um novo padrão monetário mundial (petro-yuan-ouro) se imporia irresistivelmente. então, good bye Imperium…
      .

  5. Um líder popular não se cria do nada…….nem é inventado como o tal Guaidó……

    Nasce do seio do povo…..ou se faz entender pelo homem comum…..há algum no congresso ou na política atual??????

    Idiotas que se acreditam líderes há aos borbotões…..e só por pensarem assim merecem ser desacreditados…..

    E nada sobre o papel sujo da mídia? Aquela que incentivou os malucos a sairem da casinha???

    E os analistas econômicos???? Os baluartes da verdade……que dizem com a maior cara de pau serem necessário o sofrimento da população para ECONOMIZAR tantos bilhões por ano ….

    Só se esquecem de informar o principal……PRA QUÊ????????

  6. os partos da História são feitos com violência no crepitar das lutas. é a luta, sempre ela, que vai parir os líderes. e não ao contrário.

    quem gera consciência é a luta. é na luta que se estabelecem outras relações sociais. portanto é a luta quem cria o seu Povo.

    Lula é o típico pelego parido pelo sindicalismo atrelado ao Estado criado por Getúlio. por sua vez, Getúlio é o típico velho coronel da República Velha, um ditador sanguinário que massacrou o movimento anarco-sindical, com torturas, execuções, deportações e exílios.

    entre 1979 e 1989, Lula foi empurrado pelo movimento de massas, com todas as condições históricas para se tornar o maior líder popular brasileiro.

    a partir de 1989, com sua derrota consentida para Collor, Lula recai, mais e mais, para as posições de seus primeiros tempos como sindicalista.

    desde então, o Povo Brasileiro está mais e mais abandonado no deserto.

    e no deserto ficará. até descobrir, pelas dores de seu parto, que só o próprio Povo é capaz do protagonismo de seu processo de emancipação.

    “Nós diríamos assim: toda a potência tem três dimensões, o espírito, a força e a abundância. A condição do seu crescimento é manter as três juntas.

    Estas três dimensões combinam-se dando origem a formas, a sonhos, a forças, a histórias sempre singulares. Mas cada vez que uma dessas dimensões perdeu o contato com as outras para se autonomizar, o movimento degenerou. Ele degenerou em vanguarda armada, em seita de teóricos ou em empresa alternativa.

    Zelar pelo crescimento enquanto potência exige de qualquer força revolucionária um avanço concomitante em cada um desses planos.”
    .

  7. Obrigado, Prof. Fornazieri que sempre nos auxilia na dura tarefa da LUCIDEZ … Ainda, no passado eramos cuidados pela Clã e pela Aldeia e tínhamos PAZ, ESPERANÇA, TRABALHO e COMIDA … depois “evoluimos” e passamos a ser “cuidados” pelo ESTADO e pelo deus MERCADO e agora chegamos ate aqui, assim podemos perguntar para onde vamos agora … !!!

  8. O movimento é pendular. Contra uma direita parida pelo capitalismo fim de linha, cada vez mais compreensivelme extremada, só mesmo uma esquerda novamente revolucionária. A pergunta que faço é: quantos “esquerdistas” estariam realmente dispostos a mudar seu conceito de democracia para assim se libertarem do quadrado imposto pela burguesia sobre este conceito?

  9. O professor na mesma toada: o PT (a reboque do PSOL?) tem grande responsabilidade na pasmaceira das esquerdas, agora atuando nos gabinetes, na mídia e na internete. Até onde sei, claro que não há espontaneidade na ação política das massas, mas quando existem condições que levem a manifestações, desses movimentos é que surgem o líder, a liderança. No momento, o PT ainda tem um líder com condições de tentar uma saída para o enfrentamento da extrema-direita no poder, quem sabe com condições de apontar um caminho que não conduza a uma derrota, agora no corpo, na pele, porque o Governo está armado até os dentes com o terrível Sérgio Moro à frente da Segurança Pública, que se liga ao Ministério da Defesa, vale dizer as Forças Armadas, majoritariamente o Exército. Por isso o professor deveria arregaçar as mangas e partir para a ação, devendo furtar-se de ficar fazendo análises discutíveis. Lula livre seria o início de tudo. Por isso, muito ansiedade na possibilidade de poder ser entrevistado.

  10. O Brasil é um projeto de sucesso. 88 anos de sucesso da Indústria do Atraso, da Pobreza, da Vitimização, do Coitadismo, da Bandidolatria, da Seca, do Analfabetismo. É espetacular ver as Elites que ascenderam juntamente com o Golpe Civil-Militar Fascista Ditatorial Absolutista Caudilhista Assassino endeusando o Criminoso-Mor. MEC, OAB, UNE, Sindicalismo Pelego de Contribuições Obrigatórias, Tancredo Neves e seus marionetes Itamar Franco, Aécio Neves e Juscelino Kubscheck, USP e Sociologia,…Faltou alguém que não se projetou a partir do Caudilho Assassino? Algum sobrenome ficou de fora destas Elites que parasitaram o Estado Brasileiro nestas 9 décadas? E subiram em Palanques prometendo Diretas Já? Acusando Militares, de quem eram parceiros e subprodutos? Condenando a ARENA, o PFL enquanto costuravam um novo acordo? E queriam outro resultado fora este, que produziram por mais estes 40 anos? São extremamente competentes. A Latrina Brasileira não poderia ter Projetistas melhores. 88 anos repicados por mais 40 anos Redemocráticos. Vocês foram perfeitos !!!! A Censura cabe entre Coxinhas e Mortadelas mancomunados, não é mesmo Moraes e Tofolli? País de muito fácil explicação. Mas sabemos !!! Elites são os outros !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  11. Se eu entendi bem, Aldo Fornazieri pregou a necessidade de um Salvador da pátria! Pura ilusão. Líderes messiânicos são visionários de suas próprias visões, o que não dá garantias que atenderá aos anseios do povo.

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