“Não há nenhum Deus. Sou ateu”, reafirma Stephen Hawking

Enviado por MiriamL

do Público.pt

“Não há nenhum Deus. Sou ateu”

Stephen Hawking voltou a descartar a possibilidade de existência de Deus, numa entrevista ao diário espanhol El Mundo

Com esclerose lateral amiotrófica, Hawking é dos mais notáveis pensadores da actualidade PHILIP MYNOTT

Se dúvidas restassem, Stephen Hawking cortou-as definitivamente pela raiz: “Não há nenhum Deus. Sou ateu. A religião crê nos milagres, mas estes não são compatíveis com a Ciência”.

A posição, clara e sem margem para dúvidas, foi dada na entrevista que o jornal espanhol El Mundo publica este domingo. Nela, o cientista britânico voltou a descartar a possibilidade de Deus ser o criador do Universo, ao contrário do que aparentemente chegara a defender. “No passado, antes de entendermos a Ciência, era lógico crer que Deus criou o Universo. Mas agora a ciência oferece uma explicação mais convincente. O que quis dizer quando disse que conheceríamos a ´mente de Deus’ era que compreenderíamos tudo aquilo de que Deus seria capaz se existisse. Mas não há nenhum Deus”.

De resto, o autor do célebre Breve História do Tempo, sobre os limites do nosso conhecimento da astrofísica, da natureza do tempo e do Universo, mostra-se dono de uma “fé inquebrantável” no poder da Ciência para desvendar os mistérios do Universo. “Creio que conseguiremos entender a origem da estrutura do universo. Aliás, estamos perto de conseguir este objectivo. Na minha opinião, não há nenhum aspecto da realidade fora do alcance da mente humana”, declarou.

Leia também:  Cientista diz que descobriu uma potencial cura para COVID-19

Nesta entrevista – dada numa altura em que Stephen Hawking viajou até à ilha de Tenerife, nas Canárias, para participar num congresso de seis dias dedicado à astronomia – houve lugar a perguntas sobre a pertinência do investimento de verbas tão avultadas no envio de astronautas ao espaço. Hawking disse não ter dúvidas: “A exploração espacial impulsionou e continuará a impulsionar grandes avanços científicos e tecnológicos”. E poderá, de resto, representar um seguro de vida para a espécie humana, ou seja, “poderá evitar o desaparecimento da Humanidade graças à colonização de outros planetas”.

Questionado quanto aos cortes no financiamento à investigação científica, a que Espanha – mas também Portugal – tem assistido, o astrofísico sublinhou que Espanha “precisa de licenciados com formação científica para garantir o seu desenvolvimento económico”.

“Não se pode incentivar os jovens a seguir carreiras científicas com cortes no campo da investigação”, insistiu.

Você pode fazer o Jornal GGN ser cada vez melhor

Assine e faça parte desta caminhada para que ele se torne um veículo cada vez mais respeitado e forte.

Assine agora

219 comentários

    • Bom, vamos lá:

      O cara tem uma doença degenerativa. Ele foi abandonado por Deus, então. E os religiosos que adoecem, foram abandonados por Deus também? Meu avô era católico praticante, temente a Deus. Morreu de câncer. Deus o abandonou por qual motivo, sabes me dizer?

      As criancinhas que morrem de doenças, essas foram abandonadas por Deus também? Ainda que tenham morrido em idade de sequer compreender o que significa Deus, abandoná-Lo ou adorá-Lo?

       

      1
      1
    • Eu já desisti de acreditar em deus

      Minha crença em deus já havia sido abalada quando um pai, cansadíssimo e sonolento pela lida do dia, esqueceu-se de tirar o próprio filho (um bebê) de dentro do carro, e foi para o apartamento dormir. Lembrou-se quando já era tarde demais. Na época, eu mesmo era pai de um bebê mais ou menos da mesma idade, e morria de medo que o mesmo pudesse suceder comigo.

      Mas eu desisti definitivamente de acreditar em deus no dia em que soube de uma jovem e talentosa violonista cujo trabalho havia aparecido aqui mesmo, no blog do Nassif. Um mendigo invadiu a casa em que ela e a mãe moravam juntas na periferia de São Paulo e matou as duas. Um mendigo que recebia comida e dinheiro da mãe, periodicamente. E aí pergunto: nesses dois casos, cadê deus? Onde está o ser onipotente, onipresente e onisciente? Por que ele permitiu que essas infelicidades ocorressem? Minha esposa, que ao contrário de mim, ainda crê nele, não pôde encontrar uma resposta.

      Por outro lado, a descrença em deus tem um lado bastante útil: relembrar-nos sempre que em nossa curta vida temos que sempre tentar fazer o melhor para nós mesmos e os outros, dado que só teremos uma única chance de fazer isso.

      • Deus não é uma opção

        Deus não é uma opção imaginária, que cada um o pensa do seu jeito, como um pai distante.

        Nós temos que ler a Bíblia e o conhecer realmente para que Ele nos reconheça como filhos amados que o procura e entrega sua vida a Ele.

        Dizem por ai tantas besteiras sobre Deus – que ouve tudo e sabe de todos os nossos pensamentos – e querem que Deus os proteja no pecado, no salve-se a si mesmo do livre arbítrio…

        Ora se alguém subir em cima de um prédio e se jogar de lá, Deus não pode fazer nada. Deus estava distante para aquela pessoa. Diferentemente acontece com uma pessoa que crê nas promessas que estão na Bíblia e busca as graças de Deus e a sua justiça.

        • Contradição em termos

          Os dois primeiros parágrafos de sua resposta contradizem-se um ao outro. A leitura é uma atividade completamente individual e que passa pelo pensamento e pela imaginação de cada um de nós. Assim, do jeito que você põe, ao ler a bíblia, cada um de nós enxerga deus à sua maneira – que é o oposto da ideia que você apresentou ao iniciar o texto.

          De resto, no exemplo que você deu, deus é onipotente, onipresente e onisciente se a gente quiser? Então deus é tudo só se a gente quiser. Porque caso contrário, ele não é e sequer existe. Que confusão!

          • P { margin-bottom: 0.21cm;

            P { margin-bottom: 0.21cm; }P.western { }

            Posso perceber a coisa da seguinte maneira:

            A ideia de algo superior intrínseco a tudo que há de mais instigante, apavorante e belo na natureza é inerente ao espírito/consciência. Assim podemos representar esse algo como um portal que liga nossa consciência ao que há de mais recôndito e absoluto na “memória genética” de nossa evolução na face deste e/ou de outros planetas. Assim, nada de paranormal, estapafúrdio, metafísico ou transcendental. O problema surge quando este portal [que pode ser de fato magnífico] passa a ser sequestrado por malfeitores de todo gênero, que além de o usarem em proveito próprio e contra o bem comum, ainda escorchantes pedágios.

             

            Att.,

            Mário.

             

             

      • O pai que esqueceu o filho no carro

        Não posso criticá-lo, pois não sei até onde vai o estresse trabalhista.

        Mas, esquecer filho no carro… não dá! Se tem uma coisa que sempre protegi, independente se cansado, faminto ou sonolento, foram meus filhos. Aí não é um problema de existência de Deus ou não, é um problema humano mesmo.

        • Lembrei.  Nao durei uma hora

          Lembrei.  Nao durei uma hora e 10 minutos, muito menos 3 horas.  Insuportavel, primario, e cheio de clichees.  Eu nao sou audiencia pra isso!

          • Ivan, o primeiro episódio
            Ivan, o primeiro episódio explica a relatividade.
            O segundo a teoria quântica.
            O terceiro explica a controvérsia entre as duas e A Teoria que se propõe a resolver a controvérsia, a Teoria das Cordas.

            Recomendo a terceira parte para vc.

    • Deus

      Hummmm…Entendi agora, ano que vem tem um lançamento de um filme. A indústria cultural é um dos nossos deuses seculares!

      A nossa formação, em geral, pelo que escrevemos nos inúmeros comentários, fugindo, via de regra do assunto, não facilita a compreensão do fato que, se colocarmos um deus nas nossas teorias científicas, elas, se transformarão em coisas não-científicas. (criacionismos p.ex.)

      Não há atalhos na ciência, é a fé que necessita de milagres.

       

  1. É bobagem discutir esse

    É bobagem discutir esse negócio de religião. Como o homem ou mulher é único mas não uma ilha e está arrodeado de perigos e inimigos – lembre-se do ‘pelo sinal’, ele sempre precisará de um deus. A visão desse deus sempre evoluirá de acordo com a evolução material e espiritual da humanidade. A humanidade deu passos largos na sua evolução mas alguns homens ou civilizações ainda estão vivendo na idade média. Daí a necessidade de levar conhecimento e educação para que se diminua o nível de fanatismo. Não esse tipo de fanatismo de araque desses que se intitulam pastores entre nós. Aqui trata-se apenas de fanatismo monetário. É para faturar.

  2. É bom deixar claro mesmo,

    É bom deixar claro mesmo, deístas adoram afirmar que cientistas famosos não são ateus. Só que não vai adiantar muito, creio eu, pois até hoje afirmam que Eistein acreditava em deus, por frases soltas e intecionalmente mal interpretadas tipo “Deus não joga dados”, apesar dele ter deixado claro seu ateismo com diversas afirmações categóricas. Sem falar que quando ele morrer, vão afirmar categoricamente que ele se converteu, como dizem de todo ateu famoso. 

     

  3. Humanos

    Comovente é um ser humano , qualquer que seja ele , fazer afirmações difinitivas sobre a vida, sobre o universo. Somos apenas insignificantes seres que habitam um pequeno planeta por um curto período de tempo. Nada mais do que isto..Arriscaria até  a prever , pelo histórico da degradação da terra, que estamos  a caminho da extinção da vida humana, num prazo relativamente curto.

  4. Crente?

    Creio eu que acreditar que tudo isso, que a ciência sabe hoje que existe, veio do “nada” e “naturalmente”, por uma sequência aleatória de “incidentes” e “reações” químicas e físicas, é ser o mais crédulo dos seres.

    Quando vejo essa discussão me lembro de um episódio do seriado “Friends”, onde o PhD Ross tenta convencer a Phoebe de que o evolucionismo está cientificamente provado. Em resposta, ela argumenta que há menos de 60 anos (acho que foi esse número que ele citou) atrás a ciência afirmava que o átomo era a menor partícula que existia. Hoje, a ciência conseguiu reproduzir a tal “partícula de Deus” e tenta provar a “teoria das cordas”. 

    Se pensarmos como a ciência já afirmou fatos que depois foram revistos, é melhor deixar sempre a hipótese em aberto, até que cientificamente seja provada a inexistência de Deus.  

    • O mais crédulo dos seres é o

      O mais crédulo dos seres é o que acredita, sem evidência alguma, apenas fé, que uma entidade infinitamente complexa criou um universo inteiro por mero capricho.

      Cientistas não acreditam que a matéria evolua em complexidade segundo as leis da Física e da Química. Eles constatam isso. Eles submetem suas especulações a experimentações e, com isso, acumulam conhecimento acerca desses fenômenos. Há argumentos já fortemente consolidados em várias áreas da ciência, incluindo a evolução das espécies, que já é considerada uma lei provada, tal qual a lei da gravitação universal.

      • Eu “creio”, não afirmo que são.

        A ciência já provou muitas coisas, já afirmou peremptoriamente algumas descobertas que depois foram revistas (não estou me referindo somente a ciência contemporânea, pois a busca pelo conhecimento começou há muito tempo atrás). Por exemplo, há “pouco” tempo, a ciência considerava racional somente o homo sapiens e os animais irracionais, mas hoje se sabe que há vários níveis de racionalidade (me lembra uma matéria sobre a experiência que fizeram com um inseto que já tinha uma presa abatida e exposto a outra, deixou a primeira e foi abater a segunda, para retornar à primeira e fazer sua refeição, o que comprovaria que havia um raciocínio de tempo / futuro).

        Não creio (acho) que a comprovação de um sistema que faz as coisas acontecerem (evolução da matéria pelas leis da Física e Química) anulem a existência de uma – pelas suas palavras – “entidade infinitamente complexa”. Não creio que Deus tenha que ser um “mágico” que estala os dedos e faz aparecer isso ou aquilo. A sua superioridade poderia ser, para deixar nos termos contemporâneos, criar diversos “softwares” – por nós chamados de Física, Química – que produzem a tal matéria com algo que poderíamos chamar também (em termos atuais) de “inteligência artificial”, se reproduzindo e se aprimorando.

        Me parece que esta questão, de tão complexa, não deveria ser discutida apenas em extremos. O fato de existir a “evolução da matéria” não quer dizer que ela não tenha sido criada por “uma entidade infinitamente complexa”. Inferir, ainda, que se esta “superioridade”, se existisse, necessariamente o teria feito por “mero capricho” me parece muito mais inadequado – “no creo en las brujas, pero se las hay son caprichosas!”

        Vi em algum lugar uma máxima que diz: _para a ciência, um resultado negativo também é um bom resultado”. Creio que a falta de constatação de ocorrência de outro ser que se aproximasse do nosso nível de “evolução” entre todos os milhares de seres vivos já registrados pelo homem, extintos ou não, ou a falta de eventual contato com, pelo menos, objetos de origem desconhecida nas explorações do espaço já feitas pelo homem, no mínimo deveria deixar a “teoria” da existência de um ser complexo ter iniciado tudo isso, né não?    

    • Meu caro,
      Deus ou deuses de

      Meu caro,

      Deus ou deuses de qualquer tempo ou lugar ESTÃO FORA DO ESCOPO DA CIÊNCIA. Jamais ela se quedará para explicar o que está, conforme atribuições dadas pelas diversas religiões, fora do tempo e do espaço. 

      Não se preocupe com isso. 

       

    • “Hoje, a ciência conseguiu

      “Hoje, a ciência conseguiu reproduzir a tal “partícula de Deus” e tenta provar a “teoria das cordas””:

      Nah.  Tenta FINANCIAR a “teoria das cordas” devido a fortissimo lobby.  Teoria que nao faz uma unica previsao cientifica exatamente por ser feita de partes matematicas que nao caem em um todo coherente.

      Se nao me engano, ja a assassinei com arquitetura fotonica.  Acredite o:  a teoria de cordas esta assassinada e quem o fez foi eu.

    • Caro José, você acha mesmo

      Caro José, você acha mesmo que é mais plausível então que um ser, intempestivamente, antes do nada, tenha tido uma grande ideia, sentado em uma, em um… o quê mesmo?, já que não havia nada…de criar um universo com trilhões de galáxias e no meio desse infinito, uma fraçãouzinha de um grão que mais tarde conheceríamos como Terra e nela inventaria, esse ser que hoje digita palavras, mas para que não nos sentíssimos sós, criaria também as baleias, os macacos, os paquidermes, as moscas, os peixes-ogros, as salamandras que enxergam, as salamandras que não enxergam porque que vivem em cavernas e que nem têm a cavidade ocular, os vermes, as amebas, os protozoários, os, as…….??? 

      • “Antes do nada”…

        O que é o “nada”? Ausência total de matéria? Se for isso, como do “nada” teria havido uma explosão que deu início ao processo todo? Acho que esse “nada” ainda deve ser melhor descrito pela ciência.

        Penso que suas questões podem ser usadas também no sentido oposto: um processo “material” que criou trilhões de galáxias e dentro delas somente uma que possui “vida inteligente”? (Limitado ao que hoje a ciência considera registrado e provado) Ainda: dentro de milhares de seres que até hoje nosso conhecimento registrou (vivos e extintos), apenas um deles foi “agraciado” com o polegar opositor, que o tornou mais competitivo na tal “corrida evolutiva” e lhe propiciou “criar” ferramentas, objetos, utensílios, alimentos (cultivo), domínio sobre outros animais, inclusive controlando-lhes a reprodução? Apenas um dentre tantos? Não me parece algo que a gente vê reproduzir-se na natureza – a evolução não criou um só animal com asas, ou apenas um com peçonha, um só que enxerga no escuro ou com grande capacidade olfativa. 

        Por enquanto, prefiro crer que Deus existe. Isso não quer dizer que Ele não utilizou como ferramentas para criar tudo o PERFEITO domínio da física, da química ou outras ferramentas que talvez venhamos a nomear daqui para a frente. 

        Ab  

         

    • Caro José, você acha mesmo

      Caro José, você acha mesmo que é mais plausível então que um ser, intempestivamente, antes do nada, tenha tido uma grande ideia, sentado em uma, em um… o quê mesmo?, já que não havia nada…de criar um universo com trilhões de galáxias e no meio desse infinito, uma fraçãouzinha de um grão que mais tarde conheceríamos como Terra e nela inventaria, esse ser que hoje digita palavras, mas para que não nos sentíssimos sós, criaria também as baleias, os macacos, os paquidermes, as moscas, os peixes-ogros, as salamandras que enxergam, as salamandras que não enxergam porque que vivem em cavernas e que nem têm a cavidade ocular, os vermes, as amebas, os protozoários, os, as…….??? 

    • A Ciência nao prega q Deus inexiste, isso nao é questao p/ ela

      É uma questao religiosa. As ciências — nao há uma só ciência — têm seus objetos específicos e suas questoes próprias. Elas simplesmente nao tomam como princípio que Deus exista, tratam de descobrir o que dá para saber sobre o Universo, sem metafísicas e mitos. 

      • É verdade AL, mas…

        (Tem sempre um “mas”), geralmente os ateus usam como argumento para suas “crenças” (ou falta delas) as manifestações de cientistas (na linha do “ele sabe, é fato”).

        As descobertas científicas, como o evolucionismo ou o “Big bang” (para voltar ao post), são largamente utilizadas como argumento para a inexistência de um “criador”, como se a explicação de um fenômeno fosse garantia de que ele não teve uma origem “programada” por uma “entidade mais complexa” (para usar um termo de outro colega que comentou aqui). 

        Abraço

        • É verdade, mas essa má-prática nao invalida o que eu disse…

          Pessoalmente, embora atéia, estou cada vez mais contrária a “cruzadas ateístas”, que acho contraproducentes. O que é importante é salvaguardar a FRONTEIRA entre religiao e estado laico, entre religiao e sociedade civil. Que cada um creia no que quiser, mas que nao venham impôr seus princípios religiosos aos outros. Que nao façam aborto, por ex., mas nao tentem impedir outras de fazer, quando na verdade nem se trata de fazer ou nao, mas de fazer com segurança ou na mao de curandeiros ilegais. Que nao tenham prática homossexual, se acham que é pecado, mas nao tentem limitar os direitos dos homossexuais. E que nao venham defender o ensino de besteiras, como criacionismo, nas escolas. Que estudem isso nas aulas de religiao, se acham importante, mas nao na disciplina escolar de Biologia (assim como o Gênesis nao deve ser estudado em História, nem a Teoria de Ptolomeu em Astronomia…). Obscurantismo nao! 

  5. Hawking é um ateu, já eu sou

    Hawking é um ateu, já eu sou agnóstico teísta. Se o que se qualifica como Deus são as forças da natureza, as leis universais que regem o surgimento da vida e o sopro da inteligência adquirida pelos humanos então certamente existe um Deus. Mas convenhamos, aquela figura desgrenhada, sentada em um trono, onipotente, onipresente, onisciente, é desmentida pela própria situação do Dr. Hawking. Que tipo de criador monstro permitiria que alguem comntamanha inteligência fosse privado da convivência normal com seus semelhantes?

  6. Big-bang ou Inteligência Suprema ou Deus.

       Há dois mil anos o homem procura no campo material a explicação para a inteligência. Disseca,faz autópsias,investiga, e nada. Não explica ,por exemplo,como crianças de apenas um,dois ,treis ou mais anos tocam,pintam e falam vários idiomas,sendo os pais incultos.Não explica por exemplo como Alan Kardec, em sua obra A Genese,antecipou a Teoria do Big Bang em alguns séculos , e a evolução das espécies – do pó ao pó – . Causa e Efeito , primeiro vem o Espiritismo e alguns séculos depois a Ciência a confirmas as Coisas de Deus9a Inteligência Suprema). Êle disse;faz-se o Mundo. E o Mundo se Fêz( Big Bang), há mais ou menos 14 bilhões de anos.

  7. “Morning Has Broken”, com Cat Stevens

    Só ontem dando umas olhadas é que soube que a música, muito bonita, não é de autoria do ótimo Cat Stevens, mas é um antigo hino religioso, de 1931. Botei lá no “Multimidia do Dia”, entre outras músicas do compositor e cantor de q gosto.  Vi  uma tirada, uma sacada, acho q do  Nelson Rodrigues: amar a Deus é fácil, difícil é amar ao próximo. Depois vou pedir uma gorgeta ao Blog por divulgar a seção q é um diferencial, pena q tem sido distorcida com participações que deveriam estar no Fora de Pauta.

    • a frase de Bertrand Russell

      é assinatura automática de meu perfil. Pra ler e reler. Serve a todos, crentes e descrentes sobre qq matéria. Do Matemático e filósofo. Pelo google e wikipedia e tb no youtube tem-se alguma coisa dele e sobre ele.

    • um ateu admira a beleza, uma catedral, um spiritual, um hino

      um ateu admira (ou pode admirar) a beleza, uma catedral, um spiritual, um hino. Eu já gostava da musica, e sou ateu (pra quem não percebeu já no primeiro post/comentário, nem na minha assinatura de Bertrand Russell).

  8. como questionou um filósofo grego,

    “De quem herdamos a bondade, o amor, o sorriso, a fé…?”

    Para Stephen Hawking, ser ateu faz parte sa sua profissão. Descobrir as práticas do Universo, a fé dá  lugar à lógica. Totalmente!  E na categoria que ele se encontra, só a metafísica. Para aquilo que ele observa, o infinito, não deve ser fácil encontrar Deus. Também acho que sua afirmação não tenha nenhum recalque, ou sensação de abandono divino. Em declaração pública, como ficaria sua credibilidade junto a comunidade caso afirmasse que seus grandes estudos foram concluídos com muita fé em Deusa base de muita reza?

    Eu quero ver ele então explicar os Gatos da Gabriela Barretos Lemos

     

    • Que exemplo bobo… Isto não

      Que exemplo bobo… Isto não é algo inexplicável em termos de mecânica quântica; é consequência da dualidade onda-partícula. A descoberta representada por essa figura corresponde a uma _técnica_ que é capaz de registrar um fenômeno já previsto.

      • nem tão bobo assim…

        O entrelaçamento quântico é um fenômeno da mecânica quântica que permite que dois ou mais objetos estejam de alguma forma tão ligados que um objeto não possa ser corretamente descrito sem que a sua contra-parte seja mencionada – mesmo que os objetos possam estar espacialmente separados por milhões de anos luz. Isso leva a correlações muito fortes entre as propriedades físicas observáveis das diversas partículas sub-atómicas.

        Essas fortes correlações fazem com que as medidas realizadas numa delas pareçam estar a influenciar instantaneamente à outra com a qual ficou entrelaçada, e sugerem que alguma influência estaria a propagar-se instantaneamente, apesar da separação entre eles. Mas o entrelaçamento quântico não permite a transmissão a uma velocidade superior à da velocidade da luz, porque nenhuma informação útil pode ser transmitida desse modo. Só é possível a transmissão de informação usando um conjunto de estados entrelaçados em conjugação com um canal de informação clássico – aquilo a que se chama o teletransporte quântico. Isto da a entender que tudo está conectado por “forças” que não vemos e que permanecem no tempo, ou estão fora do sistema que denominamos, entendemos ou concebemos como sistema temporal.

        O entrelaçamento quântico é a base para tecnologias emergentes, tais como computação quânticacriptografia quântica e tem sido usado para experiências como o teletransporte quântico. Ao mesmo tempo, isto produz alguns dos aspectos teóricos e filosóficos mais perturbadores da teoria, já que as correlações previstas pela mecânica quântica são inconsistentes com o princípio intuitivo do realismo local, que diz que cada partícula deve ter um estado bem definido, sem que seja necessário fazer referência a outros sistemas distantes. Os diferentes enfoques sobre o que está a acontecer no processo do entrelaçamento quântico dão origem a diferentes interpretações da mecânica quântica.

         

        fonte WIKIPEDIA

        link: http://pt.wikipedia.org/wiki/Entrela%C3%A7amento_qu%C3%A2ntico

        • Ótimas as informações. Mas, e

          Ótimas as informações. Mas, e daí? Há muito de estranho na mecânica quântica. O físico americano laureado pelo Nobel, Richard Feynman diz certa vez que “quem afirma entender a MQ está mentindo”. 

          Hoje ela é ainda instrumentalizada por místicos e religiosos exatamente por algumas lacunas que certamente estão em vias de serem explicadas pela Física. 

          É exatamente essa é a  luta e o escopo das Ciências: à busca pela verdade. Elas são indiferentes a qualquer tipo de crenças. Foram elas, não bíblias, alcorões, livros sagrados ou o que seja que nos permitiu estar agora frente a um teclado a milhares de quilômetros interagindo. 

  9. – Gilberto Freyre ( * ), em artigo de jornal:

    A propósito do misticismo e do número 13  ( * )

                            – Gilberto Freyre

    -1 – Sucede que chego ao nº. 13, desta série, absolutamente sem veneta para coisas de cabala ou olho mau. Vejo-me diante do número fatídico como em face de um intruso. De um orador, por exemplo. O número, entretanto, impõe, esta vez, o assunto.

    Haverá indivíduo para quem o sobrenatural não exista, nem sublimado nem deformado? Em cujo sistema nervoso não tenha alguma vez corrido a a-gonia do “What am I; and Whence; and Whither” de Carlyle? Ou o medo a um pio de coruja? Duvido.

    Houve uma vez um homem que inventou u’a máquina para esvaziar o ce-rebro de superstições e misticismos. Um encanto de precisão, a tal máquina. Aplicou-a o homem – sábio e livre-pensador – ao próprio cérebro. Dias e noites a fio esteve a máquina a funcionar, esvaziando o cérebro daquele experimentador desdobrado em paciente. Mas houve um resíduo contra o qual operou em vão o sutil engenho. Não se desprendia. Rodava o dínamo 2.500 vezes por segundo, e nada. O “transformer” a 2.000 “volts”, e nada. O resíduo era a última das superstições: a de supor-se um homem livre de superstição.

    Garanto a autenticidade da história. Vi a máquina. Conheci o sábio, meses depois de sua estranha aventura, todo voltado para o sobrenatural, às voltas com Swedenbrog e Sir Oliver Lodge.

    Ora, o que este homem fez, já o fizera outro homem. Um sábio francês, morador à Rue Monsieur le Prince , em Paris. É certo que sem a mesma precisão mecânica. Mas a tentativa estava feita: o homem da Rue Monsieur le Prince conseguira, tanto quanto possível, uma religião sem o sobrenatural. Um como esperanto de cosmogonias e éticas.

    O Positivismo, na sua técnica, é um sistema que admiro, como admiraria uma caricatura da Gioconda no Punch Ou em Simplicíssimus. A caricatura, na sua esfera, pode ser maravilha. Apenas a caricatura não nos satisfaz a fome de beleza. Nem o Positivismo, que é o racionalismo vulgar trepado em pernas de pau, a ânsia mística.

    A ânsia mística, estou que todos a possuímos. Pode variar, em ardor, de temperamento a temperamento. Ou de um clima a outro clima. Ou de uma época a outra. Diminuiu, por exemplo, com a nossa, de intelectualidade industrializada, depois de se ter aguçado na flecha da Catedral Gótica. As estatísticas mostram-se fluidamente variando de inverno a verão. Mas ausente, nunca.

    Do misticismo não estão livres as puras inteligências à la Fradique. O pró-prio Fradique, impermeável ao sobrenatural cristão, teria sido capaz, em dadas circunstâncias, de cair ludicamente ajoelhado ante rude bruxedo como qualquer braquicéfalo da África equatorial. A exemplo do “homem cultíssimo hodierno” , de que nos fala Tobias. E haveria de fazê-lo Fradique, dizendo, como diante da vasta bacalhoada que ele e os amigos foram comer numa taverna da Mouraria: “ Nada de idéias!! Nada de idéias !”.

    -2- De Eça positivamente se sabe que conservou, a vida toda, pegados às paredes do cérebro, retalhos de superstições infantis: o medo às bruxas, ao azeite derramado, ao pio das corujas, ao uivar dos cães. E era filho, e dos mais depurados, do século que engraçadamente se chamou das luzes.

    Aliás o século XIX, se não teve a superstição das bruxas, nem a da alqui-mia, nem a dos santos. Louros como os sóis. vencendo dragões, verdes como o lodo, nem nenhuma das que contribuíram para o pitoresco da vida medieval, foi supersticioso ao seu jeito. Deslocou o misticismo das catedrais para os laboratórios, mas continuou místico. Prosaicamente místico. Endeusou a Ciência, que passou a escrever com C maiúsculo; fez da Origem das Espécies um como Santíssimo Sacramento; da Evolução, Dogma; do Copo Graduado, Custódia. E sua mania de verdade, palpável e papável como um lombo de porco, outra coisa não foi senão lúbrico misticismo.

    A esse misticismo de laboratório, vastamente superior é o dessa grande “officina artis spiritualis” que é a Igreja Católica. Abstraindo-se o espírito de análise. De preferências emotivas, ver-se-á que pertencem à mesma esfera bentinhos de Nossa Senhora e Equatoriais, Corações de Jesus e Retortas.

    Quanto a mim, sempre me pareceu mais interessante uma catedral que um laboratório. Mesmo as caricaturas de catedral, como a de Olinda, ganham em interesse e excedem em encanto aos laboratórios mais aparatosos.

    Entretanto, o século XIX teve a petulância de cantar, sujo de fuligem das suas fabricas de azeite, de suas turbinas e dos ácidos dos seus laboratórios, sua superioridade sobre os demais. Cantou-a? Anunciou-a aos berros de leiloeiro. Ficaria para o Sr. Leon Daudet a tarefa um tanto iconoclasta de fazer o inventário do século que com menos retórica e mais verdade, que fora Le Stupide.

    Distanciei-me do assunto.

    Mas que poderia dizer do “ 13” propriamente?

    Dele sei o que todo mundo sabe.

    Lamentava Gonzaga de Sá não haver conhecido intimamente uma costu-reira; lamento eu não ser íntimo de saga ou cartomante. Das cartomantes pode aprender o indivíduo o pouco que sabem os professores de psicologia e os sábios da psicanálise, além do muito que eles ignoram. A natureza humana deixa de si menos retalhos num laboratório de psicologia experimental que sobre o pano roxo ou negro duma mesa de bruxa.

    Penso às vezes que o sucesso, entre nós, de João do Rio – aquele gênio fácil e plástico de Reportagem – deveu-o ele à sua intimidade com as artes negras. Donde se poderia concluir que no Brasil estas, e não as artes liberais, abrem e até escancaram ao indivíduo de algum talento e muito “savoir faire”, as portas do sucesso.

    (Diário de Pernambuco, 15-7-1923, Gilberto Freyre, ‘in’ “Tempos de Aprendiz”,  coletânea de seus artigos em jornal e parte de seu diário, 1979.

     

  10. Refazendo:
    Nâo há nenhum Deus

    Refazendo:

    Nâo há nenhum Deus para ele, visto que ele é ateu, com todo o direito.

    Mas existem opiniões diferentes.

    Na verdade quem acredita em um Deus criador, apenas crê, não prova. Mas também quem não acredita, como ele, também apenas crê, não prova nada.

    E não adianta virem com a conversinha mole de onus de prova e coisa e tal.

    No caso, o onus então caberia aos dois lados. De um lado, o de provar que há Deus. Do outro,  não de provar que não há Deus, mas de provar então como se deram as diversas “criações”.

    No fundo, é tudo crença.

    • “Conversinha mole de onus da prova”?

      Quem afirma é que tem que provar, sempre. E se for rever a história, muita coisa que hoje sabemos como funciona antes eram “provas” do poder de Deus. Tanto antigamente quanto hoje, ele só explicava as lacunas. “Não sabemos? Então é Deus!”

      Outra, só é preciso provar o contrário quando se apresentam provas a favor. Eu não preciso provar que sou inocente de algo antes de ser acusado deste algo. E se a acusação sequer for bem montada, eu sequer precisarei apresentar contraprova, apenas mostrar suas falhas.

    • Engraçado o homem…

       

      Racionalmente tentar descobrir como o universo foi criado e ligar isso ou não a um deus.

      Mesmo para aqueles que sentem espiritualmente  e sabem que deus existe, não há como descobrir como o mundo foi criado, já que o está descrito na bíblia não pode ser levado ao pé da letra. 

      Mas isto também  não tem a menor importância, já que aintensidade que se vive com a palavra e a compreensão divinas, torna isso totalmente secundários.

      Engraçado também, ligar deus a uma espécie de energia, sem uma mensagem, sem um objetivo, sem obrigações e sem o intercâmbio espiritual com Ele e que nos faz viver a vida com plenitude.

      Se um cientista como este ao final da vida descobrisse que o mundo foi criado por deus, ele ficaria imensamente frustrado, pois esta descoberta por si só não o faria senti-lo, vivenciá-lo. Não é mesmo…?

    • Daniel,
      Esse é um falso

      Daniel,

      Esse é um falso dilema que jogam nas costas dos ateus, qual seja,  provar que DEUS NÃO EXISTE. Falso porque totalmente sem fundamento lógico. Trata-se mais de uma armadilha retórica e sem nenhum sentido. Mas, reconheço, ateus radicais e intransigentes é que são culpados por se exporem a elas. Mas a incapacidade de provar a inexistência de modo algum os torna legítimos(esse deus ou deuses) de crença(quanto mais de culto).

      De outro modo, há sim evidência(antropólógicas, sociológicas, psicológicas, filosóficas, históricas) de que deus ou deuses são meras construções humanas.

      Para irmos mais fundo nessa questão: não é a falta de evidências empíricas ou mesmo só sensíveis que levam a um questionamento da existência de deus(lato sensu, ou seja, de qualquer religião teísta). È a própria condição ontológica que os crentes e seus apologetas mais notórios(em especial Agostinho de Hipona e Tomaz de Aquino)) dada a essas divindades, qual seja, estarem fora e além do tempo e espaço. Deus eterno, sem princípio e sem fim, que sabe tudo, que comanda tudo. 

      Deus é todo-poderoso(onipotente); que tudo sabe(onisciente) e dotado de bondade infinita(onibenevolente); que criou o Universo e tudo que nele existe; que é preexistente e eterno; um espírito incorpóreo que criou, ama e pode dar aos humanos vida eterna; tudo isso mais alguma coisa. 

      Ora, ora tal Ser é inalcansável não só pela experiência, mas pelo próprio intelecto humano. O corolário disso é que deus ou deuses surgem durante a evolução humana simplesmente para dar algum sentido à vida ou para atenuar o terror da morte. Torna-se uma espécie de padrão, um super agente intencional que dá sentido ao Universo e às nossas vidas. 

      E sobre esse processo de “criação” de divindades avalio como super esclarecedora e aguda essa observação de Arthur C. Clark: “qualquer inteligência extraterrestre suficientemente avançada é indistinguível de Deus”.

    • Provar que deus não existe?

      Para quê vou perder tempo com isso?

      para mim não tem importância nenhuma.

      E depois, quem afirma tem que provar.

      Prove vc que ele existe.

       Ou não critique quem duvida.

  11. Jesus o Mito ……………..

    Sobre o assunto, vejam o link abaixo. Irão se surpreenderem!!!!!!

     

    http://youtu.be/KapSdx00Imw

     

    Para complementar:

    “Para de ficar rezando e batendo o peito! O que eu quero que faças é que saias pelo  mundo e desfrutes de tua vida. Eu quero que gozes, cantes, te divirtas e que desfrutes de tudo o que Eu fiz para ti.

    Para de ir a esses templos lúgubres, obscuros e frios que você mesmo construiu e que acredita ser a minha casa.

    Minha casa está nas montanhas, nos bosques, nos rios, nos lagos, nas praias. Aí é onde Eu vivo e aí expresso meu amor por ti.

    Para de me culpar da tua vida miserável: Eu nunca te disse que há algo mau em ti ou que eras um pecador, ou que tua sexualidade fosse algo mau.

    O sexo é um presente que Eu te dei e com o qual podes expressar teu amor, teu êxtase, tua alegria. Assim, não me culpes por tudo o que te fizeram crer.

    Para de ficar lendo supostas escrituras sagradas que nada têm a ver comigo. Se não podes me ler num amanhecer, numa paisagem, no olhar de teus amigos, nos olhos de teu filhinho… Não me encontrarás em nenhum livro!

    Confia em mim e deixa de me pedir. Tu vais dizer a mim como fazer meu trabalho?

    Para de ter tanto medo de mim. Eu não te julgo, nem te critico, nem me irrito, nem te incomodo, nem te castigo. Eu sou puro amor.

    Para de me pedir perdão, não há nada a perdoar. Se Eu te fiz… Eu te enchi de paixões, de limitações, de prazeres, de sentimentos, de necessidades, de incoerências, de livre-arbítrio. Como posso te culpar se respondes a algo que eu pus em ti? Como posso te castigar por ser como tu és, se Eu sou quem te fez? Crês que eu poderia criar um lugar para queimar a todos meus filhos que não se comportem bem, pelo resto da eternidade? Que tipo de Deus pode fazer isso?

    Esquece qualquer tipo de mandamento, qualquer tipo de lei; essas são artimanhas para te manipular, para te controlar, que só geram culpa em ti. Respeita teu próximo e não faças o que não queiras para ti. A única coisa que te peço é que prestes atenção a tua vida, que teu estado de alerta seja tua guia.

    Amado meu, esta vida não é uma prova, nem um degrau, nem um passo no caminho, nem um ensaio, nem um prelúdio para o paraíso. Esta vida é a única que há aqui e agora, e a única que precisas.

    Eu te fiz absolutamente livre, não há prêmios nem castigos, não há pecados nem virtudes, ninguém leva um placar, ninguém leva um registro.

    Tu és absolutamente livre para criar na tua vida um céu ou um inferno.

    Não te poderia dizer se há algo depois desta vida, mas posso te dar um conselho. Vive como se não o houvesse. Como se esta fosse tua única oportunidade de aproveitar, de amar, de existir. Assim, se não há nada, terás aproveitado da oportunidade que te dei.

    E se há, tem certeza que Eu não vou te perguntar se foste comportado ou não, Eu vou te perguntar, Você gostou?… Divertiu-se? O que foi o que você mais gostou? O que você aprendeu?

    Para de crer em mim, crer é supor, adivinhar, imaginar. Eu não quero que você acredite em mim, quero que me sintas em ti. Quero que me sintas em ti quando beijas tua amada, quando agasalhas tua filhinha, quando acaricias teu cachorro, quando tomas banho no mar.

    Para de louvar-me, Que tipo de Deus ególatra você acredita que Eu sou?

    Me aborrece que me louvem, me cansa que me agradeçam. Você se sente grato? Demonstrá-lo cuidando de ti, de tua saúde, de tuas relações, do mundo. Te sentes olhado, surpreendido?… Expressa tua alegria! Esse é o jeito de me louvar.

    Para de complicar as coisas e de repetir como papagaio o que te ensinaram sobre mim. A única certeza é que você está aqui, estás vivo, e este mundo está cheio de maravilhas. Para que precisas de mais milagres? Para que tantas explicações?

    Não me procures fora, não me acharás. Procura-me dentro… aí estou, batendo em ti.

    Espinosa

    • E não é que é? Pra que tanta

      E não é que é? Pra que tanta complicação? Pra que tanta arrogância e tanto embate desnecessário e mesmo estúpido sobre qual é o melhor deus ou sobre qual é a melhor religião? Tudo bobagem e/ou conviniência. No fundo é como dizem: a ideologia dominante é a ideologia do grupo dominante. E é tudo mutável, inclusive a ideologia religiosa. Tudo muda ao sabor das circunstâncias. Assim como o politeissmo greco-romano deu lugar ao monoteísmo trínico hebraico-cristão este, por sua vez, pode dar lugar ao politeísmo escandinavo amanhã, e assim sucessiva e infinitamente.

      Curioso é ver como os povos, teoricamente filhos do mesmo deus, defendem suas crenças. Mulçumanos, cristãos e indianos são capazes lutar até a morte em defesa daquilo que creem ser o verdadeiro deus.

      Melhor fizeram os gregos que criaram um pra cada gosto, e pronto.

  12. Bem, como ele foi…

    Bem, como ele foi breve e conclusivo eu também o serei: Eu creio em Deus, o Criador do Céu e da terra, e de tudo o que neles há, inclusive o enrustido Mr SH.

  13. Cada um no seu quadrado.

    Todos tem o direito a acreditar naquilo que quiser, puder ou lhe fizer bem (ou não, como diria Caê). Só não venha querer me convencer da sua crença ou descrença.

    Trocar idéias, tudo bem, se em alto nível filosófico.

    E só.

    • A pressão existe realmente,

      A pressão existe realmente, mas para que as pessoas acreditem em Deus. A pressão pelo ateismo é mínima e os meios de comunicação não fazem nenhum esforço para democratizar a discussão.

  14. Se Deus não existe, nem uma

    Se Deus não existe, nem uma continuação após a morte, se o que nós ganhamos após anos e anos de luta e sobrevivencia é o nada, ao ficar provado isso, o mau e o estremo egoísmo se estabelecem e a vida que até então era auto-sustentável perde o sentido e entramos em rota de extinção. Quando se passa o mês inteiro trabalhando ao final desse mês a lógica universal nos diz que precisamos da recompensa pra continuarmos trabalhando, ou seja o salário, se ao final de um mes de trabalho não recebemos nada, a estruturo toda desaba e a dinamica da evolução perde sua mola mestra, nos restando somente o caos baseado no egoísmo fundamentado, já que o bem não faz sentido quando o mau maior está invariavelmente configurado.

    • A consolação pode estar na filosofia

      Eh isso ai que nos ensinam, para nos manter “calmos calmos”. A escola, em sua média, também não ensina a pensar, mas prefere criar cordeiros, gente passiva, manipulavel, analfabetos funcionais. O “mau” não é a oposiçao da não religião, do ateismo… A maioria das pessoas que tentam avançar o mundo, é ateista… Ja reparou ?  

    • Não há necessidade alguma de

      Não há necessidade alguma de uma divindade para constatar logicamente que a maximização de realizações individuais depende da colaboração harmônica de todos, isto é, de atitudes positivas, que visem o bem social, e não atitudes egoístas.

      A mera crença numa divindade não foi, desde o início da história humana, uma força capaz de evitar os atos bárbaros ou egoístas. Ao contrário, vários desses atos são cometidos sob o fundo argumentativo da religiosidade.

      • Sim, não foi capaz de evitar

        Sim, não foi capaz de evitar cetos atos barbaros ou egoístas, mas certamente foi capaz de evitar tantos outros, a religião ou a crença em algo maior que nos orienta não é uma opção em nível macro social, é uma imposição, sem isso perderíamos o norte e a vida seria um caos ainda maior. Se não existe um plano espiritual como explicar a existencia de Chico Xavier e suas pisicografias, seria ele um picareta, e ele sendo não seria muito fácil de comprovar. Como explicar esse fenomeno então?

        • As pessoas virtuosas, que se

          As pessoas virtuosas, que se inspiram em conceitos religiosos, não são picaretas. Elas acreditam no que fazem e agem de forma coerente. Podem estar certas ou erradas; mas o que define se estão certas ou erradas não é a crença em deus, mas sim o valor social de suas ações. 

          • Mas Helio, precisa muito mais

            Mas Helio, precisa muito mais do que virtudes pra escrever livros psicografados, diante disso só há duas opções, ou Chico Xavier realmente tinha contato com planos espirituais, e ai eu acredito não em algo sobrenatural, mas sim um nível energético a que não alcamçamos com nossos receptores, assim como não escutamos certas frequencias sonorasmas sabemos que elas existem, ou ele era um enganador, não há outra opção. Inclusive em vida Chico Xavier disse que morreria no dia em que o Brasil todo estaria em festa, ele morreu dia 30 de junho de 2002, o mesmo dia que o Brasil sagrou-se penta campeão mudial no Japão.

          • Eu gostaria de uma prova de que ele disse isso.

            só ouvi essa história depois dele morrer

        • Teoria furada

          A tese de quem “sem Deus seria o caos” não é novidade: tem muita influência, por exemplo,  nos EUA, onde é bastante difundida por líderes religiosos conservadores. Mas é flagrantemente desmentida pelo fato de que as sociedades mais desenvolvidas, ordeiras e satisfeitas do planeta são também as mais seculares (menos religiosas): Suécia, Dinamarca, Noruega, Austrália, etc.

          • Estônia, o país menos religioso do mundo

            País menos religioso do mundo, Estônia mantém o desinteresse pela religião dos tempos soviéticos

            Atualizado em  31 de agosto, 2011 – 11:07 (Brasília) 14:07 GMTFacebookTwitterGoogle+Enviar a páginaVersão para impressão

            Para alguns especialistas, os cultos pagãos são parte do folclore, e não uma tradição antiga

            Vinte anos após o colapso da União Soviética, a Estônia, uma das antigas repúblicas do regime comunista, mantém praticamente intacto um traço marcante dos anos em que era dirigida por Moscou – o desinteresse pela religião.

            Uma pesquisa do Instituto Gallup, de 2009, indica que os estonianos são o povo menos religioso do mundo, pelo menos estatisticamente. Apenas 16% da população considera que a religião desempenha um papel importante em suas vidas (contra 99% dos habitantes de Bangladesh, os mais religiosos).

            Notícias relacionadas

            Atirador morre após invadir ministério da Defesa na EstôniaEstônia entra para a zona do euroAnálise: A estrutura financeira das religiões

            Tópicos relacionados

            Internacional,Europa

            O repórter Tom Esslemont, da BBC, foi ao país báltico conhecer a espiritualidade dos seus habitantes:

            A princípio, as ruas da cidade litorânea da capital estoniana Tallinn podem até dar ao visitante uma sensação distinta: cúpulas fazem parte da paisagem, sinos tocam aos domingos e hinos religiosos são ouvidos nas catedrais.

            Uma olhada mais atenta, no entanto, revela a realidade da espiritualidade estoniana. Cerca de 70 dos fiéis que participavam do culto dominical da Igreja Luterana de Tallinn eram turistas holandeses. Apenas 15 eram estonianos.

            O pastor Arho Tuhkru não vê a baixa frequência como um problema: “As pessoas creem, mas não querem se ligar a uma igreja. Por aqui não temos a tradição de uma família inteira vir à igreja”, disse.

            Hostilidade histórica

            Embora a Igreja Luterana seja a maior denominação religiosa da Estônia, ela representa apenas 13% da população do país.

            A falta de interesse pela religião começa já nas escolas, onde os alunos aprendem que o Cristianismo foi imposto no país pelos invasores germânicos e dinamarqueses.

            Ringo Ringvee, especialista em religião, diz que a Estônia “é uma sociedade secular onde a identidade religiosa e nacional não se cruzam”.

            A língua também cumpriu um papel determinante na rejeição de muitos estonianos à religião, segundo Ringvee.

            “Os luteranos falavam alemão. Os russos ortodoxos chegaram no século 19 e até o século 20 continuavam falando russo”, disse.

            Com a fundação da Igreja Ordoxa Estoniana, em 1920, o culto passou a ser na língua local (com o ramo estoniano fiel ao patriarca de Constantinopla, e não ao de Moscou).

            Nos anos 1940, a União Soviética anexou o país báltico. Até o fim do regime comunista, em 1991, a religião foi desincentivada pelo Estado.

            Diferente de outros países, que experimentaram um reavivamento religioso após a desintegração soviética, a Estônia continuou pouco crente. Mas o desapego às igrejas tradicionais não significa que os estonianos não acreditem em nada.

            Culto à natureza

            A 300 km de Tallinn, no meio da floresta, um grupo de fiéis cultuam as forças da natureza.

            “Somos pagãos”, diz Aigar Piho. “Nosso deus é a natureza. Você deve parar, sentar e ouvir”.

            Como muitos estonianos, Piho se considera um espiritualista. Ele também é membro da comunidade Maausk, um culto pagão que venera a terra e as árvores, sem rituais pré-estabelecidos.

            “As pessoas acreditam, mas não querem se ligar a uma igreja. Por aqui não temos a tradição de uma família inteira vir à igreja”

            Pastor Arho Tuhkru

            Durante um festival religioso, os seguidores cantam e dançam ao redor de uma grande fogueira.

            Tradições como essa estão arraigadas na sociedade local, onde mais de 50% dos estonianos dizem acreditam em alguma força espiritual, mesmo que não consigam definí-la.

            Folclore

            Para alguns pesquisadores, no entanto, as tradições não são tão antigas quanto parecem.

            “Elas são geralmente baseada no folclore do século 19 e 20”, segundo o arqueólogo Tonno Jonuk, especialista em religião pré-histórica.

            “É algo que eles acreditam e seguem. Mas não é nada medieval ou anterior ao Cristianismo”, diz.

            A concepção de Jonuk não é, no entanto, compartilhada pelo grupo Maavalla Koda. A organização com 400 integrantes diz ser baseada no antigo calendário rúnico (baseado em runas).

            Entre os seguidores estão Andres Heinapuu e seu filho Ott. Para ambos, espiritualidade é uma experiência intensamente pessoal.

            “A árvore não tem ouvido. Eu penso na questão em frente à árvore. Então, sinto que recebo a resposta”, diz. Para o estoniano, “a árvore é um sujeito, não um objeto”.

             

          • IDH da Estônia

            O IDH da Estônia era de 0,846 em 2012, ou seja, posicionado na faixa de “desenvolvimento humano muito alto” (de 0,800 a 1,000).

          • Não acreditar em Deus não significa mais racionalidade

            Ou mais ciência, ou mais lógica ou mais sensatez. Se não acreditam em Deus, podem acreditar em outras coisas. Disco voador, seres extraterrestres ultra avançados, teorias conspiratórias amalucadas, valores culturais diversos dos difundidos pela religião etc.

            A religião é apenas um sistema de crenças. Existem outras crenças populares.

        • Obviamente que Chico Xavier era um picareta

          Isso ficou provado em várias oportunidades. Existem fotos em que ele forjava grosseiramente encontro com entidades fantasmagóricas e coisas do tipo. É um negócio constrangedor de se ver.

          Uma das fotos mais conhecidas é essa, sobre umas tais sessões de Uberaba:

           

    • Não acredito nos ateus

      SIC: “Voltaire sentia-se tão torturado por tal agonia, que rangia os dentes numa raiva impotente contra Deus e os homens. Houve alturas em que bradava: “Ó Cristo, Ó Senhor Jesus!” E mais tarde: “Devo morrer, abandonado por Deus e pelos homens!”

      O papa dos ateus morreu clamando por DEUS e Cristo. Ora bolas só existe ateus até eles estarem em um avião em pane, caindo  e sem esperança.

      Este físico inglês não passa de um pobre, cego e nu. Já que a “milagrosa” ciência não o ajuda em sua paralisia, ele deveria pelo menos acreditar que há uma vida após a morte e que sofrer na carne hoje e depois sofrer na vida vindoura e eterna, é muita desgraça junta!

      • Muito ao contrário

        A ciência e sua imensa vontade de viver são o que mantiveram Stephen Hawking vivo até agora. A ciência e a engenharia lhe deram os meios para que ele, a despeito de sua enfermidade, pudesse se comunicar com o mundo. Se Stephen Hawking dependesse somente da boa vontade de deus para sobreviver, ele já estaria morto há muito tempo.

        • Não respondo pelo colega exaltado…

           

          Pelo ponto de vista ateu vc pode estar certo, mas do ponto de vista cristão, também, já que ele, como filho de deus e com uma missão específica na terra, tenha lhe sido dadas as qualidades necessárias para atingir estes objetivos.

          Mesmo que ele não tenha encontrado deus dentro dele. 

          Simples assim.

           

          • claro

            Deus só quer o bem para as pessoas….

            E haja malabarismo verbal para explicar porque pessoas boas e crentes sofrem.

             

            A explicação melhor é sempre a mais simples.

            Pessoas boas ou ruins ficam doentes, porque deus não existe. 

             Crer em Deus não te protege de nada. 

            Que o diga as pessoas que morreram quando o teto do templo caiu,  anos atrás, em São Paulo. 

          •  
            Bom, crer na verdade poucas

             

            Bom, crer na verdade poucas pessoas crêem, já que crer significa seguir, seguir o exemplo, seguir as palavras e os sentimentos, e ter fé não é algo isolado, e sim, é a comprovação e a realização diária que seguindo aquele e em aquilo em que você acredita você atingirá seus objetivos, que na verdade são os dele. Desta forma, se acredita.

            Quanto a ficar protegido dos malefícios da vida, a compreensão de qual é a dimensão da vida nos fará valorizá-la mais, minuto a minuto, e a contaremos pelos feitos não pelo tempo. 

            Não se deve seguir alguém(um deus) pela garantia de vida mais longa. É possível até que tenha que dar a própria vida para provar o amor que tem pelo próximo.

             

      • Isso é mentira. Uma

        Isso é mentira. Uma desonestidade dos teístas quando inventam supostas conversões de notórios ateus., 

        Se tu és um covarde, nem todos seremos da mesma tua laia. Pode até ser que num momento de desespero, de dor extrema, de pavor, um ser humano se recorra a qualquer coisa. Até mesmo a uma divindade que ele não crê.

        Entretanto, covardia muito maior parte daqueles que só creem para ou por: 1) Tirar algum proveito em vida. 2) Posarem de santos. 3) Temor mórbido da morte. Nesse sentido, tu és um CC-crente cagão. 

        Tu tens todo o direito de acreditares em deus ou deuses: Javé, o deus dos cristão, odin, alá, ogun, seu lá mais o quê. O que não podes é repassar mentiras e imputar sentimentos a outros.

        Ah, sim, ia esquecendo: mentira dá inferno. Então te prepara. Tu já estás na lista do capiroto. 

    • Não somos tão egoístas assim …

      A vida eterna após a morte não precisa ser – e não é – a única recompensa para a honestidade e a generosidade. Na teoria, é paradoxal que só façamos o bem pensando no proveito próprio do beneplácito divino. Na prática, é nos países menos religiosos – portanto com menos esperanças de “salvação” – entre as democracias de padrão ocidental (ou seja, descontando os casos de ateísmo como política de Estado) que são encontrados os maiores níveis de solidariedade social e satisfação com a existência aqui na terra. 

    • Isso acha vc. Nao preciso de Deus p/ ver sentido na vida

      Nem para procurar ser uma pessoa humana decente, capaz de ver o lado das outras. Se vc é “essencialmente egoísta” e só o medo de Deus o faz agir corretamente, nao generalize para os outros… 

  15. Se existe Deus ou não, só

    Se existe Deus ou não, só teremos certeza quando morrermos. Aliás, mortos, crentes ou ateus, só teremos certeza da sua existência se Ele existir. Se não existir e tudo acabar, como na cena da “morte” daquele robô do Exterminador do Futuro, ninguem, crentes ou ateus, vamos ter mais duvidas ou certezas sobre porra nenhuma. 

     

    • Talvez

      Talvez não saibamos nem depois de mortos, pois há a possibilidade da existência de Deus, mas não da continuidade da conciência após o fim da existência física (a chamada “vida após a morte”).

       

      • Também tem

        Também tem isso.

        Então?!??

        Melhor tocar a bola adiante e ver no que vai dar nossas maravilhosas e frustantes vidas …hehe

         

         

  16. Deus e o diabo na terra do sol

     Deus é um assunto que para muitos, a razão perde toda sua importância, coerência. Não ha logica em suas argumentações, so frases feitas a partir de versos biblicos e repetições de que Deus isso Deus aquilo (morrem de medo de perder o paraiso prometido por Deus. Ou pelo homem ?). Eh incrivel que no século XXI, tanta gente ainda acredite no criacionismo e em tantas religiões embusteiras. Mas eu tenho fé, hehehe, que nos ainda avançaremos. Graças a ciência !

  17. Algumas reflexões

    Eu não sou ateu, mas acho que eles tem argumentações convincentes para fundamentar suas posições e é uma forma de pensar que deve ser respeitada.

    Acho incrível que a maioria dos religiosos fiquem tão incomodados com a opinião dos ateus. Parece que o fato de alguém não acreditar em Deus enfraquece suas convicções.

    Precisamos lembrar que o fato de todo mundo acrditar em uma coisa não torna essa coisa verdadeira.

    Assim como o fato de ninguém acreditar nela não torna-a falsa.

    Me parece que quem fica incomodado que alguém não acredite em Deus é porque quer tirar sua convicção do fato de todo mundo acreditar.

    Na verdde deveria ser o contrário. A pessoa deveria aceitar a hipótese da não existência de Deus e tirar a sua crença dos seus sentimentos e convicções, sem que a descrença dos outros o incomode.

    Eu me questiono constantemente se minha própria crença não é uma forma de escapismo e auto-enganação para não enfrentar a realidade da finitude da existência.

    Diante disso mantenho-me acreditando porque é a posição que mais atende aos meus sentimentos, mesmo quando confrontados com o questionamento.

    Acho isso mais gratificante que a fé cega por imposição da sociedade.

    Por isso mesmo agradeço a pessoas como o Dr. Hawking por colocarem suas posições com clareza, fomentando um debate tão interessante.

    • “O Ridículo do Ateismo”.

      “Acho incrível que a maioria dos religiosos fiquem tão incomodados com a opinião dos ateus. Parece que o fato de alguém não acreditar em Deus enfraquece suas convicções.”

      Desculpe, Ruy…

      Mas esta afirmação serve tanto para um lado quanto para o outro.

      Ontem, aqui no Nassif, saiu um post do Antonio Ateu com o título de “O Ridículo das Religiões”.

      Então, meu amigo, não existe essa de que religiosos ficam incomodados.

      Primeiro, porque se a religião está sendo atacada o religioso tem por obrigação defendê-la, e depois, se o sujeito não cre em Deus isso é problema dele que deve crer no que melhor lhe convier, mas não crer em Deus não dá ao ateu salvo conduto pra agredir quem cre, impunemente.

       

       

       

      • Com certeza vale para os dois lados.

        Com certeza vale para os dois lados. Como também o questionamento vale para os dois lados.

        O ateísmo de uma pessoa pode ser criticado tanto quanto as crenças de outra, mas sempre com educação e respeito humano.

        O que é condenável, em minha opinião é a intolerância seja de que lado for.

        aClaro que existem ateus fanáticos como existem os crentes fanáticos.

        Mas devemos admitir que é muito mais comum ver crentes incomodados com uma pessoa que se declara ateu do que o contrário.

        E olha que estou me colocando como crente (embora tenha minhas convicções próprias e não siga nenhuma religião específica), ou seja, não estou colocando em termos de eles/nós. É que historicamente são as religiões que impõe seus dogmas, mas se o ateísmo se impor como dogma será a mesma coisa que o fundamentalismo religioso.

         

    • Legal, Ruy.
      Fosse como há

      Legal, Ruy.

      Fosse como há dois mil anos quando cristãos em nome da fé deixavam-se devorar pelos leões nos coliseus do Império, aí, sim, dava pra acreditar.

      Aliás, penso que em realidade nenhum dos atuais líderes religiosos  acredita realmente num deus de infinita bondade. Se acreditassem o povo teria certeza quanto a quem seguir e portanto haveria muito pouco espaço para vigaristas e mercenários; todos “salvos” e sob o manto roto do arguemento de que os fins justificam os meios.

  18. É uma senhora pretensão…..

     

    Este ser humano, apenas porque não encontrou Deus , ao invés de dizer “não acredito em deus”, diz, ” ele não existe “.

    Como se Deus fosse ficar sensibilizado pela sua grande importância, e fosse se mostrar a ele.

    Isso mostra quão relativa são as coisas aqui na terra. É, não basta ser cientista. Ou “gênio”. Esprírito elevado, pelo

    menos…ah, mas como.provar a existência do espírito…?  É tão simples.

     

    • O espírito, caro Adauto, é o

      O espírito, caro Adauto, é o mais excelso produto da matéria.

      Atenção: você pode contestar isso, mas, aviso, para tanto, antes, você deve entender o que é a matéria.

      Tente.

    • O espírito, caro Adauto, é o

      O espírito, caro Adauto, é o mais excelso produto da matéria.

      Atenção: você pode contestar isso, mas, aviso, para tanto, antes, você deve entender o que é a matéria.

      Tente.

  19. Eu sonho com um mundo onde as

    Eu sonho com um mundo onde as pessoas deixariam de justificar e/ou atribuir suas frustrações a um (ou várias) pseudo-divindade(s).

    Sonho com um mundo onde as diversas neuras, o ódio, a inveja e intolerância a tudo e todos que lhe são diferentes, justificadas por discursos religiosos e atribuídos a pseudo-deuses, não mais existissem.

    Sonho com um mundo em que as pessoas deixem de viver no faz de conta, deixem de justificar suas guerras, torturas e atrocidades a cenários sobrenaturais e passem a perceber que nossos problemas são humanos e que, como humanos, temos responsabilidades com o planeta e tudo que há nele.

    Um mundo em que aprendamos a respeitar as diferenças enquanto características humanas, e deixemos de tentar “naturalizar” hábitos culturais em defesa de um fundamentalismo religioso, demonizar quem não aceita suas regras milenares… lotar templos, sinagogas, igrejas, mesquitas,  etc… mas ao mesmo tempo, defender o ódio e a intolerância como caminhos para a “salvação”.

    Eu, definitivamente, prefiro o humanismo como filosofia de vida. A cada dia tento visualizar e abraçar a humanidade e o planeta onde vivo. Estudar, aprender, entender, amar, conviver, viver… e, perdoem-me os(as) caros(as) amigos(as) que acreditam em algum(a) deus(a), mas não consigo ver nenhuma religião ou deus(a) que me ensine a ser uma pessoa melhor.

     

  20. Existência de Deus

    O notável cientista poderia então dizer-nos como e de onde tudo surgiu?

    Eu creio em Deus, não esse divulgado por todas as religiões (mercados da fé) em que poucos, às custas de ameaças de castigo aos transgressores ou de recompensas aos seguidores de suas regras, vão amealhando incalculáveis fortunas.

    Quando leio comentários neste sentido lembro da frase de Voltaire em resposta ao Papa após o grande terremoto em Portugal, em que o pontífice culpava as pessoas por construírem habitações inadequadas: se o seu deus queria fazer alguma coisa para evitar a tragédia e não fez , ele não é tão poderoso como afirma; Se podia e não fez ele não é tão bondoso como dizem.

     

  21. Paradoxo para crentes:
    Dogma

    Paradoxo para crentes:

    Dogma 1: Deus pode criar qualquer coisa no Universo.

    Dogma 2: Deus é indestrutível.

    Pergunta: Poderia Deus criar algo que o destruísse?

    •  
      Para mim o dogma 2 está

       

      Para mim o dogma 2 está incompleto. pois diz apenas “Deus é indestrutível”, mas na verdade ele é indestrutível para qualquer força que não seja ele mesmo. Até porque, para quem acredita em Deus, sempre se afirmou que o pensamento dele é mais alto do que os nossos. Assim, retorno a pergunta: Porque raios Deus iria querer se auto-destruir? Tipo assim, ele “acorda” numa manhã  e pensa “cansei de ser eterno, vou me suicidar”? rs

       

      Esse tipo de embate nunca leva a lugar algum. Meus respeito aos ateus, mas continuo acreditando em Deus. Fui.

    • Sim, o exato oposto dele, o

      Sim, o exato oposto dele, o vade retro¹.

      Quer saber, em todo e qualquer sistema em cujas variáveis se inclua deus, esse sistema será inapreensível pela razão e, portanto, poderá ser manipulado da forma que melhor convier aos que organizam ou dão sustentação ao referido sistema. Sabe por quê? Simples. Porque deus é por definição o imponderável.

       

      ¹Vade retro:

      “Vade retro Satana” (“Afasta-te, Satanás“) é uma fórmula medieval católica de exorcismo, composta em 1415 e encontrada numa abadia beneditina na Baviera, cuja origem é tradicionalmente associada a São Bento de Núrsia.

      Na tradição católica atual, a fórmula (por vezes reduzidas a “vade retro”) é usada para repelir eventuais fatalidades. As iniciais desta fórmula (VRSNSMV SMQLIVB ou VRS:NSMV:SMQL:IVB) têm sido gravadas com freqüência ao redor de crucifixos ou nas medalhas de São Bento.

      Fonte:http://pt.wikipedia.org

  22. Direito dele oras, não sei

    Direito dele oras, não sei porque tanta celeuma? Eu acredito em Deus e os ateus não e viva a liberdade de pensamento. E aqui com meus botões, para mim o mundo seria muito chato se todo mundo pensasse igual.

  23. Uma mente desperdiçada, este

    Uma mente desperdiçada, este cientista. E tantos outros. Eles não conseguem encontrar Deus por que o procuram com o paradígma totalmente falido. Nunca irão encontrar. 

    A física quântica tem o caminho, mas tem que mudar o paradígma. 

    Se a física procurasse estudar tudo, mas tudo mesmo, já estaríamos num outro patamar de entendimento. Por que eles não estudam os fenômenos paranormais, mediúnicos, “esquisitos”, misteriosos, ou qualquer outro nome que se queira dar?

    Fenômenos esses acontecendo aos montes, por todo planeta, de “n” maneiras, todo santo dia.

    Eles tem medo!

    Mas, graças a Deus oras, muitos e muitos cientistas deram esse salto, venceram o medo e investigaram, e hoje, temos um vasto campo de discução em andamento pelo mundo, que nos abre a mente. 

    Mas a teimosia ainda é imensa, assim como a campanha contra.

    Agora, tem um outro detathe sutil: a academia não perdoa quem tenta dar o salto, então, é melhor não encontrar Deus.

     

     

     

  24. considere-se o infinito

    Para uma ciência de alcance FINITO, Deus, sendo um SER INFINITO, não cabe nela; logo NÃO EXISTE, e o Mestre pode afirmar a Sua inexistencia. A grande prepotencia, nesno nos grandes Mestres é querer entender o INFINITO com uma mente FINITA, e por não conseguir explica-lo, descarta-o. O que se indaga é: havia algo antes do chamado Big Bang? Claro que havia, posto que explodiu. Quem o criou? Se não havia, pergunta-se: do NADA pode explodir alguma coisa? Ainda penso que o Mestre EINSTEIN era o mais sábio quando afirmava “QUANTO MAIS ESTUDO E APRENDO MAIS ME APROXIMO DE DEUS”. Como sempre, falta  HUMILDADE aos homens de ciencia.

     

    • SQN.

      “Quem o criou? Se não havia, pergunta-se: do NADA pode explodir alguma coisa?” Defina o nada primeiro, se conseguir. Depois prove que o “nada” existe. Por fim responda quem criou deus ou ele também veio do nada?

      • JB Costa está certo

        Li a carta reproduzida no blog por um sociologo aposentado daqui de Recife,  muito culto e deve ter um arquivo e biblioteca daquelas! A tal frase errada é uma invencionice que se vale ao impressionar citando o nome de um dos mais notáveis cientistas. É o que se chama lógica de argumento de autoridade, recurso muito comum e eficiente muitas vezes. Bom você ter observado.

  25. O cientista inglês não fez

    O cientista inglês não fez uma afirmação científica, mas FILOSÓFICA. Portanto, ao contrário do que preconizaram alguns, ele não é um pretencioso. Como já exposto em apartes anteriores, deus, deuses, religiões, sobrenatural, fadas, gnomos, fadas e correlatos, não fazem parte do escopo das Ciências. 

    Quem colocou e coloca esses fenômenos além delas são as próprias religiões quando o delineiam com certos atributos que os tornam inalcansáveis por qualquer experiência: seja empírica ou mesmo sensorial. Não há como nem concebermos ser ou seres além do tempo e do espaço. Pior: interagir com eles. 

    Sou agnóstico em termos filosóficos e cético no comportamento.  Quanto ás religiões, bem, são apenas instrumentos de Poder criados por homens para enganarem e lubridiarem outros homens.

  26. O MEDO – A BASE DA RELIGIÃO
    A

    O MEDO – A BASE DA RELIGIÃO

    A religião baseia-se, penso eu, principalmente e antes de tudo, no medo. É, em parte, o terror

    de desconhecido e, em parte, como já o disse, o desejo de sentir que se tem uma espécie de irmão

    mais velho que se porá de nosso lado em todas as nossas dificuldades e disputas. O medo é a base

    de toda essa questão: o medo do mistério, o medo da derrota, o medo da morte. O medo é a fonte da

    crueldade e, por conseguinte, não é de estranhar que a crueldade e a religião tenham andado de

    mãos dadas. Isso por que o medo é a base dessas duas coisas. Neste mundo, podemos agora

    começar a compreender um pouco as coisas e a dominá-las com a ajuda da ciência, que abriu

    caminho, passo a passo, contra a religião cristã, contra as Igrejas e contra a oposição de todos os

    antigos preceitos.

    A ciência pode ajudar-nos a superar esse medo pusilânime em que a humanidade viveu

    durante tantas gerações. A ciência pode ensinar-nos, e penso que também os nossos corações

    podem fazê-lo, a não mais procurar apoios imaginários, a não mais inventar aliados no céu, mas a

    contar antes com os nossos próprios esforços aqui embaixo para tornar este mundo um lugar

    adequado para se viver, ao invés da espécie de lugar a que as igrejas, durante todos estes séculos, o

    converteram.

    O QUE DEVEMOS FAZER

    Devemos apoiar-nos em nossos próprios pés e olhar o mundo honestamente – as coisas boas,

    as coisas más, suas belezas e suas fealdades; ver o mundo como ele é, e não temê-lo. Conquistar o

    mundo por meio da inteligência, e não apenas abjetamente subjugados pelo terror que ele nos

    desperta. Toda a concepção de Deus é uma concepção derivada dos antigos despotismos orientais.

    É uma concepção inteiramente indigna de homens livres. Quando vemos na igreja pessoas a

    menosprezar a si próprias e a dizer que são miseráveis pecadores e tudo o mais, tal coisa nos

    parece desprezível e indigna de criaturas humanas que se respeitem. Devemos levantar-nos e

    encarar o mundo de frente, honestamente. Devemos fazer do mundo o melhor que nos seja possível,

    e se o mesmo não é tão bom quanto desejamos, será, afinal de contas, ainda melhor do que esses

    outros fizeram dele durante todos estes séculos. Um mundo bom necessita de conhecimento,

    bondade e coragem; não precisa de nenhum anseio saudoso pelo passado, nem do encarceramento

    das inteligências livres por meio de palavras proferidas há muito tempo por homens ignorantes.

    Necessita de esperança para o futuro, e não de passar o tempo todo voltado para trás, para um

    passado morto, que, assim o confiamos, será ultrapassado de muito pelo futuro que a nossa

    inteligência pode criar.

    Bertrand Russel, em Porque não sou Cristão.

  27. Qual Deus?

    Para debater sobre a existência de um “criador” é preciso indagar: qual Deus ou quais Deuses? Exemplificando: o Deus dos judeus não é o mesmo Deus dos cristãos; gregos e romanos da antiguidades eram politeistas,

    Ou seja, a questão não se trata de um mero confronto de concepções entre ateus e crentes, mas também entre crentes e crentes! 

    • Boa, mas eh uma questao

      Boa, mas eh uma questao menor, da ordem de “qual eh a religiao certa?”

      Reduzir Deus ao maior numero de argumentos concordantes de todas as religioes poderia comecar a colocar os panos quentes nisso, mas nao vai acontecer fora do espiritismo muito cedo nao!

      Alias, ja chegamos ate a “Deus eh indestrutivel” um pouco abaixo, que ja desce ao nivel de “Deus eh nao-azul” ou coisa parecida.  O que ta faltando agora?  Deus tem olhos azuis?

      Hawkings diz que Deus eh “nao-existente”?  Ora…  Hawkings pode ir pastar com a opiniao dele.  Se ele so dizer “eu nao acredito”, eh direito dele.  Mas questoes de Existencia em maiuscula nao pertencem aa esfera dele.

      • Tolerância

        Ivan, por isso é necessário a tolerância entre crentes e ateus (ou entre crentes e crentes, e ateus e ateus). Esse é ponto que eu pretendia chegar (não definir que religião é mais “avançada”).

        Para mim, o debate passa por aí. Cada qual com suas razões, mas tolerando o pensamento diverso. Até porque sem esse grau mínimo de civilidade nem debate vai haver, mas imposição do mais forte.

        Sou ateu, mas prefiro debater com um “criacionista” tolerante do que com um sectário (crente ou não). Democracia e pluralismo se faz com tolerância.

  28. Hawking é ateu, materialista e reducionista

    Há um livro de 1998 de Roger Penrose, O grande ,o pequeno e a mente humana. Este livro foi a última tentativa, que tenho noticia, da Física tentar se envolver nas questões da consciencia humana. O livro tenta demonstrar como o citoesqueleto, estrutura microscópica das células, seria responsável pelo colapso da função de onda da mecânica quantica e de certa forma responsáveis pelo processo de consciência em animais. O livro foi um fiasco. Criticado desde por neurocientistas como Oliver Sacks, mas entre os físicos o maior critico foi Stephen Hawking,que demoliu o caráter especulativo e altamente degenerador da mecânica quântica no conteúdo do livro e no fim ele, Hawking, afirmou com todas as letras que era um materialista, reducionista chegando a dizer que se somos capazes de entender o cérebro de um verme, e somos, certamente chegará o dia em que entenderemos o cérebro humano. Portanto ,desde 1998, a comunidade cientifica não tem dúvidas quanto a natureza de Stephen Hawking.

  29. Desnecessário

    A ideia de deus é um produto da metafisica. Pode ser necessária para confortar os homens, mas é irrelevante para a origem e natureza do universo. Deus não faz parte da equação.

  30. Surpresa…

    Pode ser que para a Ciência feita aqui na Terra seja benéfico pensar como disse o cientista. Faz com que os cientistas persistam na busca pela explicação das coisas.

    Mas quanto ele se for, vai ter uma surpresa muito agradável.

  31. Hawking manifestou a pouco

    Hawking manifestou há pouco tempo uma preocupação com a possibilidade de sermos vítimas de extermínio por uma invasão alienígena, não deixa de ser curioso um individuo com tal preocupação descartar completamente a hipótese da existência de uma divindade, definitivamente crenças são uma questão de escolha.

  32. direi apenas o que está ao meu alcance…

    conhecimento e fé só nos conduzem ao que desejamos como certeza

    ciênca e religião querem-No para conversar, confirmar ou negar, e Ele, em sendo uma constante,

    quer apenas que O escutem e sigam

     

    constantes, ou seja lá como queiram chamar, não precisam de mensageiros ou transporte, porque é quando são presenciadas e sentidas que passam a existir

     

        • prazer te encontrar aqui, peregrino

          Acho que podes gostar, está esgotado, mas existe nalgum sebo: “Encontro Com O Mar” (o original sueco parece que é… peregrinos ao mar, de leitura agradável, é um conto ou novela curta). Não sugiro por o autor ter recebido prêmio Nobel. Não importa tanto o ponto de vista do autor Par Lagerkvist (claro que se reflete na narrativa), mas o bom é que ele joga com o mistério, seja a eterna lembrança de um amor (“ó, doce mistério da vida” – C. Chaplin),seja a conversão de um padre num pirata sanguinário (conversões entre fanáticos opostos é comum e continuam fanáticos com sinais trocados).

  33. “Louvado seja o Senhor do Mundo” ( trad.do alemão )

    Pra quem apreciar (como obra de arte musical, acima de tudo). A audição depende do gosto musical de cada um, e gosto é gosto. Secundário (e, creio, limitante) se for entendido como “mensagem” , embora tenha relação com o tema. Como é cometário elevado a post-título – ontem ou anteontem, fim de saemana (quando pouquíssimas pessoas visitam o blog e menos ainda se manifestam), acho que vale a reprise. Macete: pra textos longos, quem quiser por estrelinha tem um macete. Pra estrelinhas negativas ( -1 até -5 ), leve-se sugestão pro “Contato”, em letra pequena no canto direito da tela, quando se abre um formulário. No longo post abaixo, a tradução sofrível vem após o original alemão. Por último, em inglês.

    • “Lobt den Herrn der Welt”, de Jeremiah Clarke

      [video:http://www.youtube.com/watch?v=-5mfyfTJa_A align:left]

      Preiset froh den Koenig,
      lobt den Herrn der Welt!
      Kommt mit Freuden all,
      in seinen Dienst euch stellt!
      Voelker alle, seid zu seinem Lob bereit.
      Lobt und preiset seinen Namen allezeit!

      Gross, o Gott, bist du
      An Guete Glanz und Macht.
      Sonne, Mond und Sterne
      kuenden deine Pracht.
      Was in Lueften schwebet,
      was im Meer sich regt,
      was ins Weltall strebet,
      kuehn sich fortbewegt,
      alles lob´und preise,
      Herr und Koenig dich,
      alles freue Schoepfer,
      deiner Werke sich.

      Lass die Voelker uns´rer Tage,
      Herr, dein Eigen sein.
      Lass die Menschen uns´rer Tage
      Sich des Friedens freun.
      Lass die Herrscher uns´rer Tage
      guten Willens sein.
      Lass ihr Wirken uns´re Welt
      von Hass und Streit befrein.

      Preiset froh den Koenig,
      singt dem Herrn der Welt!
      Kommt mit Freuden all,
      in seinen Dienst euch stellt!
      Voelker alle, seid zu seinem
      Lob bereit.
      Lobt und preiset seinen
      Namen allezeit!   
       

      §§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§

          Louvado seja o Senhor do Mundo
      Louvado seja o Koenig feliz, […. König is the German language word for King. Family names derived from König are also spelled without the umlaut ö as Koenig ]
      Louvado seja o Senhor do mundo!
      Vem com todos os prazeres,
      no seu serviço para você é!
      Voelker’re tudo pronto para o seu louvor. [ Volk Noun: g n | gen1 Volkes | gen2 Volks | pl Völker people , nation ]
      Louvai e bendizei o seu nome para sempre!

      Gross, ó Deus, você está
      No esplendor bondade e poder.
      Sol, lua e estrelas
      proclamamos a vossa glória.
      O que paira no ar,
      no mar se agita,
      que aspiram o universo,
      corajosamente se move,
      Todos os preços lob’und,
      Koenig e você,
      todos ansiosos Schoepfer,
      são as tuas obras.

      Vamos manter os povos nossos dias,
      seu mestre, o seu próprio.
      Deixe o povo manter os nossos dias
      Para alegrar a paz.
      Vamos prender os governantes os nossos dias
      ser de boa vontade.
      Deixem-na falta de trabalho Mundial
      libertou do ódio e discórdia.

      Louvado seja o Koenig feliz,
      Cantai ao Senhor do mundo!
      Venha com toda a alegria,
      no seu serviço que você oferece!
      Voelker são todos, à sua
      Elogio pronto.
      Louvai e bendizei o seu
      Nome sempre!

      >    notas em http://en.wiktionary.org
                 http://translate.google.com.br
      §§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§

      Praise the king glad,
      praises the master of the world!
      Comes with pleasure all,
      into his service places you!
      Voelker everything, are ready for its praise.
      And praises its name
      all time praises!
      Largely, o God,
      are you At Guete gloss and power.
      Sun, moon and stars tell your splendour.
      Which in Lueften float,
      which moves in the sea,
      which in the universe strive,
      kuehn moves itself, everything
      lob´und praises,
      Gentleman and king you,
      everything makes creators happy,
      your works itself.
      Leave the Voelker of uns´rer days,
      Mr., your own its.
      Leave humans of uns´rer days Itself the peace freun.
      Leave the rulers of uns´rer days good intentions its.
      Leave its working uns´re world of hate
      and controversy attachment clean.
      Praise the king glad,
      sings to the master of the world!
      Comes with pleasure all,
      into his service places you!
      Voelker everything, are to its Praise ready.
      Praises and praise its Name all time!
      Praise the king glad,
      praises the master of the world!
      Comes with pleasure all,
      into his service places you!
      Voelker everything, are ready for its praise.
      And praises its name
      all time praises!
      Largely, o God,
      are you At Guete gloss and power.
      Sun, moon and stars tell your splendour.
      Which in Lueften float,
      which moves in the sea,
      which in the universe strive,
      kuehn moves itself,
      everything lob´und praises,
      Gentleman and king you,
      everything makes creators happy,
      your works itself.
      Leave the Voelker of uns´rer days,
      Mr., your own its.
      Leave humans of uns´rer days Itself the peace freun.
      Leave the rulers of uns´rer days good intentions its.
      Leave its working uns´re world of hate and controversy attachment clean.
      Praise the king glad,
      sings to the master of the world!
      Comes with pleasure all,
      into his service places you!
      Voelker everything, are to its Praise ready.
      Praises and praise
      its Name all time!
         

      http://br.babelfish.yahoo.com

  34. A fé dele não é no Deus da religião, é no “Deus” chamado ciência

    Isso ficou claro no trecho abaixo::

    “De resto, o autor do célebre Breve História do Tempo, sobre os limites do nosso conhecimento da astrofísica, da natureza do tempo e do Universo, mostra-se dono de uma “fé inquebrantável” no poder da Ciência para desvendar os mistérios do Universo. “Creio que conseguiremos entender a origem da estrutura do universo. Aliás, estamos perto de conseguir este objectivo. Na minha opinião, não há nenhum aspecto da realidade fora do alcance da mente humana”, declarou.”

    Hawking é, claramente, um crente. Ele crê no poder da ciência, como quem acredita em “divindades”. A diferença é que o “Deus” dele é a ciência e não o Deus da religião.

    • Hawking é, claramente, um

      Hawking é, claramente, um crente. Ele crê no poder da ciência, como quem acredita em “divindades”. A diferença é que o “Deus” dele é a ciência e não o Deus da religião.

      Argolo, 

      Não escreva besteira. 

      Crenças e ciências são duas categorias distintas. As primeiras advém por diversas e diferentes razões subjetivas, emocionais e psicológicas. A ciência se vale de métodos EMPÍRICOS para medir, analisar, comparar, categorizar fenômenos da Natureza. 

      Ninguém “crê” em Ciência. Se faz Ciência. O conhecimento científico é aberto, sempre susceptível a ser revisado, corrigo, alterado e até mesmo anulado. Crenças, não. Essas se ancoram em dogmas fechados e terminaticos. Como querer comparar duas coisas tão díspares? 

      O uso do termo “creio” na frase em destaque não pode ser interpretado como o “creio” do credo cristã. Neste há uma declaração de Fé; uma afirmação taxativa; incondicional.  Naquele uma esperança, um sentimento de que só pela Ciência se poderá, como sói ocorrer ao longo da história, se chegar a um entendimento da Natureza.

      • A afirmação feita por ele não é científica

        Não adianta falar sobre o que é ciência. Basta saber e perceber que a afirmação dele não é nada científica. É apenas o que é: uma crença, como ele deixou claro, como qualquer outra crença. Ele acredita no que disse. Apenas isso.

    • Eu creio q ler é prazeiroso. Sou religiosa por isso?

      O verbo crer tem vários sentidos, e nao implica em crença religiosa. Implica apenas em adesao pessoal sobre a verdade de algo. A afirmaçao dele nao prova que Deus nao existe, isso nao é de competência de cientistas. Diz apenas que ele está pessoalmente convencido da inexistência divina. Nao como uma “fé”, apenas como uma crença ou descrença comum. 

  35. O tema tem seu aspecto importantissimo.

    O tema tem seu  aspecto importantissimo (a visão do mundo e de como vivemos no dia a dia).Mas ontem houve post e manifestações sobre mesmo tema,a ele remeto.É só retroceder pra Semana,domingo,e ver o titulo,no meio de tantos posts recentes.Podemos ficar tão chatos,eu inclusive,do que post-títulos e comentários estritamente politicos.Cada autoestima, vaidade,presunçoes,convicções também.Vamos moderar,pessoal(quem diz isso é quem já abusou de deboche e textos prolixos e de duplos sentidos,sacais de serem lidos até o fim).Falíveis e limitados sempre seremos, o que nao quer dizer  que não tenhamos convicões e as defendamos. Um sentido de Utopia é a de perseguirmos.

  36. A física há muito tempo virou campo fértil para picaretas

    Não chego a dizer que Hawking seja exatamente um picareta, mas não tem o peso científico que lhe empresta a imprensa. Existem físicos cujos trabalhos são muito mais importantes para a física do que os dele e que não possuem o mesmo respaldo na imprensa. A contribuição significativa dele parou nos anos 60, com os seus estudos sobre buraco negro e os cálculos sobre a origem do tempo.

    Depois virou físico pop, surfando na ideia pop de ser um “novo Einstein”, o cientista que Russell achava uma “besta quadrada, sem qualquer solução”.

    A relatividade é um plágio descarado do matemático francês Poincaré, com algumas considerações a mais, típicas dos ladrões de ideia, tanto que Einstein nunca ganhou nada pela relatividade. Todos os cientistas que verdadeiramente fazem ciência séria sabem disso. É standard na história da ciência a surrupiada desleal de Einstein aplicada sobre a obra intelectual do matemático francês Poincaré, esse sim, um homem da ciência inegavelmente brilhante.

    No entanto, sobre Deus, Hawking provavelmente está certo, o que não é nenhuma novidade quando a declaração vem de um cientista. Todos os grandes cientistas dizem isso há um certo tempo para cá. Nem sempre cientistas eram ateus, mas isso virou moda, como se alguém precisasse da ciência para ser ateu. Coisa de gente que gosta de se auto-elogiar ou dar mais valor aos seus “feitos” intelectuais do que eles realmente têm.

    Muitas pessoas comuns rejeitam a ideia de Deus sem precisar recorrer a baboseiras científicas, de veracidades, no mínimo, duvidosas.

    • Argolo, 
      Reitero: (agora)

      Argolo, 

      Reitero: (agora) como astrônomo/físico/matemática és um bom advogado. Tu te aventuras a partir de conhecimentos gerais, sem citar uma mísera  fonte sequer, para atacar um dos maiores homens de Ciência da história. Convenhamos, é MUITA PRETENSÃO. Convenhamos acusar Einstein de plagiador é o cúmulo da arrogãncia. 

      Nenhum teoria científica vem do nada. O Conhecimento, do qual as ciências é um dos ramos, se faz por sobreposição. Principalmente nas ditas ciências da natureza. Assim, seria natural que o cientista alemão fizesse uso do já estabelecido por outros estudiosos que o antecederam, a exemplo dos trabalhos de Poincaré e Lorentz. 

      Nessa tua saga de desqualificar Einstein tu esqueceste de informar que também é imputado á sua(dele) mulher seus trabalhos na física teórica. Sim, ele também usava cabelo comprido e chinelos com meias. Coisa horrosa!

       

      • JB, assino em baixo.

        As colocações do Argolo só podem vir de alguém que parece ignorar outras contribuições de Einstein à ciência, tanto no campo da mecânica quântica (no caso do efeito fotoelétrico) quanto no campo da mecânica estatística, onde sua tese de doutorado versava justamente sobre o movimento browniano e provava que as moléculas eram reais, não simples abstrações da natureza. Sem contar a previsão da existência dos condensados de Bose-Einstein, chamados de “quinto estado da matéria”, os quais foram finalmente sintetizados em laboratório em 1995.

        De resto, o que nem Lorentz nem Poincaré puderam (ou quiseram) fazer foi dar o pulo do gato, onde Einstein afirmou que as equações de transformação de espaços eram mais do que meros artifícios para compreender a realidade; eram a própria realidade. O próprio Lorentz declarou que a concepção da relatividade como teoria revolucionária do espaço-tempo foram sacadas exclusivas de Einstein.

      • Einstein era um plagiador, isso é standard

        Não se choque com isso e conviva com a realidade. Nem tudo é como as pessoas lhe contaram. A realidade é muito diferente. Não vá na onda de imbecis como o fake acima. Jeca iletrado que não sabe de nada. Não leram e estudaram nada. Ele ouviu ou leu em algum lugar que Einstein era “gênio” e acreditou nisso. O mundo deles é o do provincianismo brasileiro do “Einstein” genial, o da matutice brasileira. Era um limitado. Os gênios eram e sempre foram outros. Na época em que ele estava em Cambridge, ele sequer arranhava a capacidade intelectual de um Neumann, por exemplo. Russell, que era um sujeito inteligentíssimo, anos-luz à frente de Einstein em quaqluer sentido, quando perguntado sobre Einstein, disse que não tinha jeito, olhando para cima e jogando as mãos para o alto. Era um cara supervalorizado, como Hawking também é. Roubou as ideias de Poincaré. O físico brasileiro Lattes achava Einstein uma fraude. Dizia que ele não dominava conceitos básicos de física teórica. A parte matemática da relatividade foi construída por outro cara e aperfeiçoada por outros tantos. Einstein não era nada de outro nível em termos matemáticos.

        Agora, claro, não vá esperar que jecas saibam disso, ainda mais sendo fakes idiotas de Internet. Isso é papo de quem conhece e estuda a história da ciência e não de deslumbrados idiotas.

        Se uma lista rigorosa fosse criada dos maiores intelectos de todos os tempos, Einstein teria dificuldades de emplacar algo além da centésima colocação. É segundo time. Venderam a ideia errada. Existem muito mais pessoas capazes e importantes na história do conhecimento e das ideias do que Einstein. Era um sujeito sem nenhum brilhantismo genuíno. Eu o vi citar Feynman em outro comentário. Esse sim, era de primeiro time. Mas Einstein, esqueça. Um plagiador com excentricidades, daí a fama pop que obteve. Nada de autenticamente brilhante. Perto de pessoas como George Cantor, Einstein é um bobalhão.

        • Realmente, como físico é um ótimo advogado

          E o trabalho sobre o efeito fotoelétrico que foi um dos fundamentos da física quântica, Einstein roubou de quem?

          E a tese de doutorado sobre o movimento browniano, Einstein roubou de quem?

          De que “Russell” você está falando? De Betrand Russell, que lançou manifestos pacifistas em conjunto com Einstein nos anos 50 e que escreveu o “ABC da Relatividade”, onde ele escreve que “Todos sabem que EInstein fez algo impressionante”? Por outro lado, de teorias de conspiração sobre Einstein – talvez pelo fato de ele ser judeu e pacifista – a web está cheia.

          E finalmente, Poincaré poderia ter sido perfeitamente o pai da relatividade (restrita), se tivesse aceitado as conclusões revolucionárias que ela trazia junto consigo, como o fim da necessidade da existência do éter. Não o fez, igualzinho a Max Planck no caso dos quanta. Poincaré morreu recusando-se a aceitar a teoria da relatividade, da mesma maneira que Planck morreu recusando a quantização da energia.

          • É desse Einstein e desse Russell que eu estou falando mesmo

            Não há nada demais nele, em Einstein.E declarações esparsas e para fazerem média de Russell não mudam a sua verdadeira opinião sobre ele. Russell sabia que Einstein era um plagiador e um cientista menor. Ele não ganhou notoriedade mundial por explicar o efeito fotoelétrico, apesar disso ter lhe rendido um Nobel. Ganhou notoriedade pela Relatividade, chupada integralmente de Poincaré.

            Ah, e Russell, ao contrário de Einstein, foi um revolucionário da ciência, particularmente da matemática. Gênio absoluto, não há qualquer controvérsia sobre isso. A contrbuição de Russell para a história do conhecimento humano é infinitamente maior do que a de Einstein, sem qualquer comparação. Simplesmente a matemática teve que ser refundada apenas a partir de uma brincadeira de Russell ao construir contradições usando uma folha de papel, num fim de semana no campo inglês. Einstein? Que mané Einstein. Gênios são pessoas como Russell.

            Aliás, eu sou da opinião que os matemáticos são os mais inteligentes, disparado. A história da matemática é a mais interessante e brilhante história do conhecimento humano, além da mais dramática. E Russell é um dos protagonistas dessa história, a mais interessante da ciência nos últimos dois séculos. Perto da história da matemática, a história da física é coisa de criança no jardim de infância, de gente abestalhada. Os físicos contam muita vantagem. Muitos deles são falastrões deslumbrados. Os matemáticos são os maiorais. Eles sim, são de outro nível. Basta olhar a história da matemática nos últimos séculos. É sem igual.

        • Quanta besteira. Einstein

          Quanta besteira. Einstein nunca trabalhou em Cambridge, e nem von Neumann. Einstein e von Neumann não eram contemporâneos, não é possível compará-los. Von Neumann nunca criou nenhuma teoria física, Einstein nunca criou nenhuma teoria matemática. Cesar Lattes tinha conhecidas crises psiquiátricas durante as quais só falava besteiras. Russel tinha Einstein em altíssima consideração, você mente quando diz o contrário. Todo o trabalho de Feynman é em mecânica quântica relativística. Mecânica quântica e relatividade foram inventadas por Einstein. Quando Feynman veio ao Brasil, ensinou teoria da relatividade geral no CBPF.

          Qual o sentido de comparar Cantor e Einstein? Daqui a pouco você vai dizer que Beethoven foi muito melhor do que Freud. Isso sim é coisa de bobalhão.

          Você se diz muito afeito à história da ciência, mas não sabe que toda essa controvérsia a respeito do papel de Einstein na teoria da relatividade se originou no segundo volume de “A History of the Theories of Aether and Electricity” de E. T. Whittaker. Este matemático odiava Einstein por ele ter destruído a teoria do éter alguns anos antes da publicação desse livro. Whittaker foi ridicularizado por quem entendia de física por atribuir a teoria da relatividade restrita a Poincaré.

          Aqui fica claro quem é o fake, e é você. Alguém que refuta o senso comum chamando os outros de jecas e idiotas.

           

          • Prezado João Luis,
             
            Pelo

            Prezado João Luis,

             

            Pelo visto a infuència perniciosa do “filósofo” já atingiu mais gente do que a razão permitiria admitir.

             

            Parabéns, valeu!

             

             

          • Sei tudo sobre o plágio do picareta Einstein, ladrão de ideias

            Inclusive o livro de Whittaker. Esquizo mesmo era Einstein, um maluco que toleravam como excêntrico, não Lattes, um ótimo físico.

            Sobre Neumann não ser contemporâneo de Einstein, isso mostra que você está por fora, não sabe de nada. Errei a universidade, que era Princeton, nos EUA, e não Cambridge, na Inglaterra. Escrevo tudo de cabeça e não recorro ao google, via de regra. Mas eles foram contemporaneos em Princeton, mais especificamente no Instituto de Estudos Avançados, ao lado de Kurt Gödel e outros grandes cientistas (Einstein não entra nessa lista, evidentemente, pois era um falsário, plagiador). Na época, Neumann era o mais capacitado intelectualmente e era assim reconhecido por todos. Einstein estava lá e, com todos os motivos para tanto, não gozava nem de longe do mesmo prestígio que Neumann, esse sim, um verdadeiro gênio e não um aloprado como Einstein, ladrão das ideias alheias.

            O sentido de comparar Georg Cantor e Einstein é simples: estabelecer o marco divisório entre os verdadeiros gênios da humanidade e os picaretas incensados pela imprensa. Cantor está entre os primeiros. Einstein sempre estará entre os segundos.

          • Albert Einstein: 1879-1955;

            Albert Einstein: 1879-1955; John von Neumann: 1903-1957.

            O fato de terem habitado princeton na mesma época não os faz contemporâneaos. Eles são de eras diferentes. Quem conhece a evolução vertiginosa da física e da matemática no século 20 sabe que uma diferença de idade de 20 anos é muita coisa. Einstein foi para Princeton em 1935, já com 55 anos, portanto quase aposentado. von Neumann foi pra lá em 1933, com 30 anos de idade, no auge dos seus poderes criativos. Aliás, Gödel era grande amigo de Einstein no institiuto para estudos avançados e também trabalhou em relatividade geral. Na verdade ele só conversava com Einstein, considerava todos os outros membros de Princeton  arrogantes insuportáveis.

            Somente o fato de você dizer “sei tudo” já mostra que você não é sério. Você negar que Lattes era esquizofrênico mostra o abismo da sua ignorância, lembrando que esquizofrenia é uma doença incapacitante e não falha de caráter. A sua coprolalia contra Einstein o denuncia. Você realmente não sabe do que está falando. Uma vez conheci um cara chamado Olavo de Carvalho que passava ridículo porque tinha a mania de criticar sem conhecer, inclusive usando xingamentos. Você aparentemente vai pelo mesmo caminho.

            Gostaria muito de ouvir você discursar sobre a teoria da relatividade restrita e geral de Einstein, a teoria dos números transfinitos cardinais e ordinais de Cantor, a teoria dos tipos de Russel e porque não foi adotada, a teoria das extensões auto adjuntas de operadores de von Neumann ou seu trabalho em arquitetura de computadores e o teorema de incompletude de Gödel e a que questões ele responde.

            Se você fosse simplesmente capaz de enunciar o paradoxo de Russel (não, Russel não o concebeu brincando em uma folha de papel no parque) e explicá-lo, eu já ficaria satisfeito. Ou então se explicasse a diferença entre relatividade restrita e geral. Quem sabe você poderia expor o conceito de campo e localidade em física e assim demonstrar como as ideias de Einstein foram irrelevantes. Seria divertido ver você tentar.

          • Pronto. Dou-me por

            Pronto. Dou-me por satisfeito. Agora entendo que não estou só quando ao perceber a influência perniciosa do “filósofo”.

          • Um típico matuto brasileiro tentando subestimar os outros

            É engraçado hehehe. O panaca acima, um típico matuto brasileiro, acha que assuntos que são de domínio público e que eu conheço há incontáveis anos, pelo menos desde a adolescência (entrei na universidade pela primeira vez aos 16 anos, quase 17, justamente para estudar engenharia), são coisas de “iniciados” hahahaha. Que idiota.

            Já debati esses assuntos severamente em várias oportunidades. Inclusive discuti com professores doutores, um do IMPA e outra da UNISINOS, sobre os efeitos do paradoxo de Russell na teoria dos conjuntos de Georg Cantor, negados por eles, que achavam que isso se restringia aos trabalhos sobre séries de Frege.

            O cara é um ignorante completo. Mal sabe grafar corretamente o nome de Bertrand Russell, que ele escreve “Russel”, com apenas um “l”. Diz, do alto de sua ignorância, que as contradições de Russell, conforme descreveu o próprio, não começaram a ser desenvolvidas quando estava passando um fim de semana numa das propriedades de sua família. Nossa, aí é segundo time. Qualquer pesquisa básica no Google é capaz de encontrar o trecho em que Russell explica como começou a desenvolver o seu famoso paradoxo. O matuto acima não sabe disso porque não conhece nada, é um iletrado.

            Isso quem disse foi o próprio Russell. Depois ele desenvolveu a ideia, que é amplamente conhecida, o do conjunto R, o conjunto de todos os conjuntos que não pertencem a si mesmo. O paradoxo surge com a pergunta se o conjunto R pertence a si mesmo, o que só pode acontecer se ele não pertencer a si mesmo ou, por outro lado, se ele não pertencer a si mesmo, ele pertence a si mesmo. Qualquer pessoa que um dia estudou matemática com alguma seriedade conhece o paradoxo de Russell. Mas os matutos acham que é coisa de iniciado. Francamente, aí é assinar atestado.

            Constrangedor ver que ele agora, depois de googladas pescadas (de “pesca”, a famosa “fila” brasileira, o que nas universidades inglesas é causa de desonra eterna) do meu post, porque é iletrado, já reconhece, sem qualquer vergonha na cara, desmentindo o que disse antes, que Neumann e Einstein foram contemporâneos hehehe. É que ele não sabe o que significa “contemporâneo”, mas acha que “sabe” matemática avançada rsrsrs.

            A frase abaixo devia ser emoldurada rsrs:

            “O fato de terem habitado princeton na mesma época não os faz contemporâneaos.” (sic)

            Piada pronta isso aê!

          • Dou o braço a torcer. Você é

            Dou o braço a torcer. Você é capaz de enunciar o paradoxo de Russel.

             

      • E= MC foi escrita por
        E= MC2 foi escrita por Poincaré e “interpretada” por Einstein.

        A imprensa leiga divulga ainda hoje o conceito errôneo de que Einstein “descobriu” a fórmula.

        Essa informação é amplamente conhecida para aqueles que não aprendem ciência pelo O Globo.

    • Rábula

       

      Além de rábula versado desde direito canônico até direito interplanetário e metafísico o homem é um espanto. Teremos que conseguir que lhe ponham em um assento (de preferência no que foi de Sir Isaac Newton) da academia francesa de ciências.

      Tal é seu conhecimento em física quântica que deixará os cientistas da área embasbacados com suas teorias “rabulaianas”. Teremos que emitir um alerta para que o pobre Hawking num gesto de amargura não acabe cometendo um tresloucado gesto – o suicídio!

      O mundo seria mais feliz se não existissem indivíduos desta estirpe!

      • Ui, o gaúcho ficou nervoso rsrs

        Como péssimo leitor que é, ele achou que o que eu disse sobre Einstein é uma opinião só “minha” hahaha. Minha e, de resto, da comunidade científica de primeiro time.

        Se soubesse o mínimo acerca do assunto, saberia escrever algo além de ressentimento idiota. Como não sabe, sobra o comentário descartável acima.

        • claro

          Minha e, de resto, da comunidade científica de primeiro time.

           

          ddeve ser por isso que ele foi execrado de todos os livros de ciência e história,  todo mundo odeia ele….. Afinal, todos os cientistas que falam bem dele são idiotas, não é mesmo?

          • Falam bem da relatividade

            Que não é dele. Nunca foi. Mas até a relatividade hoje em dia sobrevive de modo tênue. Muitos físicos já levantaram hipóteses e criaram teorias que contradizem a relatividade.  Ela nada mais é do que uma página do conhecimento, sujeita a se mostrar falha. Isso não tardará a acontecer.

          • Testar hipóteses? Só se for no “Ali Kamel Physics Institute”

            Porque, de resto, a ESO (Agência espacial europeia) discorda de você:

            http://www.eso.org/public/brazil/news/eso1319/

            Já a relatividade restrita é testada e aprovada milhares de vezes por dia, em aceleradores de partículas (para pesquisa e fabricação de isótopos) espalhados pelo mundo inteiro, inclusive o Brasil.

          • Celebridade é uma coisa, ciência é outra

            Einstein é merecidamente celebrado pelas relatividades (geral e restrita), sim. E é igualmente celebrado por nos ensinar que as moléculas são reais e que, como calculado (mas nunca aceito) por Planck, a energia não é contínua e vem em pacotes. Se você tem problemas com a imprensa e a posteridade celebrarem Einstein “somente” pela relatividade, queixe-se a ambos. Ah, e se puder, leia o livro do Abraham Pais (“Sutil é o senhor”), tá?

          • Tem falhas?

            E daí? 

            As leis de Newton não explicam tudo sobre gravidade,  servem para explicar a órbita dos planetas nas não se aplica ao universo em grande escala e não inclui o tempo nas equações. 

            Nunca vi alguém xingar Newton por sua teoria “falha”.

            Desde que surgiu a mecânica quântica se sabe que precisamos de outra teoria sobre gravidade. 

            Não precisam “levantar hipótese” nenhuma, não tem conspiração  aqui.

          • A importância da teoria da relatividade de Einstein.

            A relatividade de Einstein não sobrevive de modo tênue. Na verdade, é a teoria mais bem estabelecida e verificada da física. Absolutamente toda a física tem a teoria da relatividade como alicerce. Se for encontrada alguma falha nesse alicerce (até hoje nunca foi encontrada nenhuma falha), toda a física e provavelmente todo o conhecimento científico (a começar pela química)  terão que ser reescritos.

            Portanto, eu gostaria muito de saber quais as evidências que você tem para afirmar que a teoria da relatividade não tardará a se mostrar falha, ou se você falou isso sem nenhuma evidência.

            PS. Ao se referir à teoria da relatividade, você precisa especificar se está falando da teoria da relatividade de Einstein ou da teoria da relatividade de Galileu. Do contrário, dará a impressão de que não passa de um diletante primário.

             

        • Alagoano

          Não ponha palavras na minha boca seu boçal

          Tu é um cara pentelho que nem os pais aguentam e as mulheres fogem. Tem que ser alagoano (com perdão aos alagoanos de boa cepa – vocês não tem culpa do conterrâneo). Quanto a Einstein nem vou responder. Estude mais física quântica e mesmo a física elementar e depois venha fazer suas postagens geniais. Junte seus posts, coloque em um quadro e envie para o Massachusetts Institute of Technology. Ficarão agradecidos com sua modesta contribuição. Não é sempre que temos um gênio deste quilate. Um rábula-físico! 

          • Gaúcho “tchê” bunda-lelê

            Leia meus comentários e vê se aprende alguma coisa, arigó dos pampas “cinquenta com trinta” (cof cof cof). Vai se ferrar num espeto de churrasco, que é o que vc deve fazer de melhor, gritando “tchê” entre uma espetada e outra…

          • Espeto

            Me recomendas espeto de churrasco baseado em algum fetiche sexual que andas praticando? Guarde a experiência para ti. É chato expor a vida íntima para extranhos!

    • Uma palavrinha sobre o trabalho de Einstein.

      O problema fundamental que a teoria da relatividade restrita se propõe a responder, e que as revistinhas de divulgação científica não esclarecem, é o da transformação do campo eletromagnético quando ocorre uma mudança de referencial inercial. Ou seja, se o campo elétrico e o campo magnético têm um determinado valor no meu referencial, quanto valerão em outro referencial, ambos inerciais? Neste sentido, a teoria da relatividade restrita é o completamento da teoria do eletromagnetismo de Maxwell, de meados do século 19. Para se ter uma noção, o artigo original de Einstein se chamava “Sobre a eletrodinâmica dos corpos em movimento”.

      O pioneiro desse trabalho foi Lorentz, que escreveu tais transformações em forma aproximada., cujo trabalho matemático foi aperfeiçoado por Poincaré. No entanto, nem Lorentz e nem Poincaré escreveram a forma exata das transformações de campo, isso por um motivo muito simples: não era a matemática que estava faltando, mas a interpretação física correta, em particular, o descarte da noção errônea de éter luminífero. Quem ofereceu tal interpretação foi EINSTEIN. Poicaré jamais compreendeu que não havia o tal éter. Lorentz leu o trabalho de Einstein e o compreendeu imediatamente, reconhecendo que a partir dali a física mudaria para sempre.

      Quem reduz o trabalho de Einstein a uma tecnicalidade matemática prova que não entendeu qual foi  a sua contribuição. Einstein não realizou, em seu artigo da teoria da relatividade restrita, nenhum cálculo matemático fundamental que já não fosse conhecido. O seu artigo simplesmente interpreta — pela primeira vez — o significado das transformações do campo eletromagnético e mostra que essas transformações exigiam uma reformulação completa da física newtoniana. Tal reformulação, incluindo as equações de movimento para as partículas foi escrita pela primeira vez por Einstein, e não por Poincaré.

      A ligação de Einstein com Hawking, que você tenta fazer sem muito conhecimento, se dá através da teoria da relatividade geral, e não da relatividade restrita. Essa teoria foi o fruto de um trabalho monumental que Einstein empreendeu por mais de uma década em intenso debate com outros físicos. Enquanto outros físicos tentavam modificar a teoria da gravidade newtoniana dentro do quadro da relatividade restrita, Einstein foi o UŃICO a perceber que isso era impossível, pois a existência de forças gravitacionais impedia a construção de referenciais inerciais. Em outras palavras, uma teoria relativistica da gravitação necessariamente deveria ser formulada em referenciais generalizados não inerciais. Para isso, ele teve que estudar teorias conhecidas como geometria riemanniana e paralelismo de Levi-Civita, que então se aplicavam a campos completamente distintos da gravitação. As chamadas equações de Einstein para o campo gravitacional são universalmente reconhecidas como uma contribuição COMPLETAMENTE ORIGINAL E ASSOMBROSA do intelecto de Einstein. Seus efeitos vêm sendo observados até hoje tanto na astrofísica quanto em aplicações da engenharia, como o GPS.

      A compreensão da existência de buracos negros remonta ao próprio Einstein e a Schwartschildt na época da primeira guerra. A contribuição de Hawking não é propriamente sobre a teoria dos buracos negros, mas sobre a teoria quântica de campos em regiões de campo gravitacional muito intenso, em particular buracos negros. Ele percebeu que o campo gravitacional intenso perturbava todos os outros campos quânticos, gerando radiação, de tal forma que um buraco negro não seria completamente negro. Seu trabalho é muito importante mas extremamente técnico. Seus livros de divulgação científica atuais não valem nada e provavelmente nem foram escritos por ele. Suas observações polêmicas sobre Deus e outras coisas são mero marketing para vender livros.

      Um verdadeiro cientista jamais usaria a frase “Deus provavelmente não existe”, como você quis escrever. Em primeiro lugar, porque probabilidade é um conceito que se aplica a um espaço amostral, mas o universo é único e portanto não é possível falar de espaço amostral estatisticamente significante quando se trata da existência de Deus.

      Para encerrar, as contribuições da  “besta quadrada” do Einstein não se resumem à teoria da relatividade. De fato, a própria existência de átomos era considerada no final do século 19 como uma comodidade para explicar certos fenômenos, e não como uma realidade física incontestável, apesar de todos os sucessos da mecânica estatística de Boltzman. A primeira prova considerada inconteste da existência de átomos foi fornecida por EINSTEIN na sua tese de doutorado sobre o movimento browniano, isto é, o movimento aleatório de grãos de polen em suspensão em álcool. Ele demonstrou que esse movimento aleatório é devido às flutuações de energia ciética das moléculas de álcool, fornecendo com essa observação uma das primeiras formas de cálcular o número de Avogadro, postulado mais de 100 anos antes mas sem valor conhecido. Com tal cálculo, Einstein não somente demonstrou a existência de átomos e moléculas, mas mediu a ordem de grandeza do seu peso.

      Como se não bastasse, Einstein é, juntamente com Planck, o fundador da teoria quântica. Planck já havia estabelecido a existência de fótos ou, como dizia na época, quanta de luz. EINSTEIN foi o primeiro a associar a frequência desses fótons à frequência da onda eletromagnética correspondente, sendo assim capaz de explicar porque o fenômeno fotoelétrico não ocorre para a luz com um comprimento de onde muito baixo (os fótons não têm energia suficiente). Por esse trabalho simples mas profundo ele recebeu o prêmio Nobel. De fato, Einsteim poderia ter recebido 4 prêmios Nobel; além desse a respeito do efeito fotoelétrico, mais um pela relatividade restrita, outro pela explicação do movimento browniano e mais outro pela relatividade geral. Não recebeu porque a teoria da relatividade custou muito a ser aceita pela comunidade científica e por causa do antissemitismo reinante no mundo naquela época e até hoje.

      Em suma, você não tem a menor idéia do que seja o trabalho de Poincaré, Einstein, e Hawking.

       

      • Picaretas têm picaretas em alta conta

        Até aí, nenhuma novidade.

        Só irei comentar a distorção abaixo, pois o restante do comentário acima é a babada de ovo comum quando se fala em Einstein, enfim, lixo, senso comum, algo descartável:

        “Um verdadeiro cientista jamais usaria a frase “Deus provavelmente não existe”, como você quis escrever. Em primeiro lugar, porque probabilidade é um conceito que se aplica a um espaço amostral, mas o universo é único e portanto não é possível falar de espaço amostral estatisticamente significante quando se trata da existência de Deus.”

        Filhinho não cadastrado no blog, que tal se ater ao que está escrito de vez em quando? Faz bem ao debate e evita ser chamado de analfabeto funcional, você sabia disso?

        Eu disse que Hawking provavelmente estava certo quanto à inexistência de Deus. Não disse que Deus provavelmente não existe. São afirmações diferentes. A afirmação que eu fiz é válida, sem qualquer problema. Ele, enquanto um dos muitos cientistas que falam coisas parecidas, está provavelmente certo. A afirmação se dirige ao que Hawking disse enquanto cientista. Portanto, temos um universo amostral bem definido.

        Mesmo que se queira dizer que uma coisa implica a outra, dizer que Deus provavelmente não existe é uma afirmação absolutamente normal, sem precisar recorrer, falaciosamente e querendo mostrar inteligência sem ter, a afirmações nonsenses como “probabilidade é um conceito que se aplica a um espaço amostral, mas o universo é único e portanto não é possível falar de espaço amostral estatisticamente significante quando se trata da existência de Deus” hehehehe.

        Essa baboseira aí, que vincula, sem fundamento ou lógica, mínima que seja, a noção de um “espaço amostral único”, que não se disse o que significa, com não ser possível falar de espaço amostral estatisticamente significante quando se trata da existência de Deus, é pura enrolação, afirmação completamente sem sentido.

        Por essa baboseira aí, nada que dissesse respeito ao universo poderia ser mensurado em termos probabilísticos, pois, segundo o nosso enrolão de plantão, o universo é um “espaço amostral único”. Nossa, isso faz muito sentido rsrsrs.

        Falou e não disse nada de relevante. Só picaretagem para enganar trouxa.

        Não vou responder ao comentário, pois se trata de uma opinião motivada por questões subjetivas, um amor por Einstein que Freud explica. Deve ser a necessidade de ter um ídolo.

        • Portanto você tem um universo

          Portanto você tem um universo amostral de uma única pessoa. Sabe tudo de estatística. Bravo.

          Um pouco de lógica: se Hawking provavelmente está certo ao dizer que Deus não existe, então Deus provavelmente não existe. Isso é uma implicação. Mas eu entendo a sua confusão, é preciso um pouco mais do que não ser analfabeto funcional para compreender elementos de lógica.

          Ser cadastrado no blog não faz com que você magicamente compreenda a teoria da relatividade para poder criticá-la. Desculpe decepcioná-lo.

           

          • Respondendo ao usuário não cadastrado, que nada sabe de nada

            Para não perder a oportunidade de comentar a sandice que é escrever coisas como “As chamadas equações de Einstein para o campo gravitacional são universalmente reconhecidas como uma contribuição COMPLETAMENTE ORIGINAL E ASSOMBROSA do intelecto de Einstein”, escrita pelo perfil não cadastrado acima, um ignorante sobre o assunto e repetidor de clichês, inimigo da lógica e enrolão, cito afirmação de Jurgen Renn, um dos especialistas que estudam a vida e obra de Einstein:

            “I had personally come to the conclusion that Einstein plagiarized Hilbert[.] [The] conclusion is almost unavoidable, that Einstein must have copied from Hilbert.” [C. Suplee, ‘Researchers Definitively Rule Einstein Did Not Plagiarize Relativity Theory’, The Washington Post, (14 November 1997), p. A24.]

            Outras citações existentes no livro “Anticipations of Einstein in the General Theory of Relativity”, de Chistopher Jon Bjerknes:

            “In a sense, Einstein had ‘appropriated’ Hilbert’s contribution to the gravitational field equations as a march of his own ideas–or so it would seem from the reading of his 1916 Ann. d. Phys. paper on the foundations of general relativity.”–Prof. Jagdish Mehra

            * * *

            “[Hilbert] would soon [***] pinpoint flaws in Einstein’s rather pedestrian way of dealing with the mathematics of his gravitation theory.”–Dr. Tilman Sauer

            * * *

            “. . .Gerber, who has given the correct formula for the perihelion motion of Mercury before I did.”–Albert Einstein

            * * *

            “Remarkably, Einstein was not the first to discover the correct form of the law of warpage [***] Recognition for the first discovery must go to Hilbert.”–Prof. Kip Thorne

            * * *

            “No unprejudiced person can deny that, in the absence of direct and incontrovertible proofs establishing his innocence, Einstein must, in view of the circumstantial evidence previously presented, stand convicted before the world as a plagiarist.”–Prof. Arvid Reuterdahl

            * * *

            “Thus, with what is known as the special theory, if we consider as paramount factor not the detail work but the guiding thoughts by which this was inspired, then the father of this special relativity theory was undoubtedly Henri Poincare. [***] In the general theory of relativity the basic thought is that of Mach, viz. the replacement in dynamics of the law of gravitation by a law of motion. But in what Einstein built upon this basis the influence of Poincare is again manifest. [***] And in view of all these facts one does not know at which to be most astounded: the magnanimity of Poincare who was always over-anxious that there should be recognition of the labors of those who reaped where he himself had sown, the apathy of his friends after his death, or the peculiar attitude of Einstein and his coterie, exemplified by Born of Goettingen, who refers to Poincare as one of those who ‘collaborated’ with Einstein in the development of the relativity theory!”–Robert P. Richardson

            * * *

            “From these facts the conclusion seems inevitable that Einstein cannot be regarded as a scientist of real note. He is not an honest investigator.”–Prof. O. E. Westin

            Pfiuuuuuuuuuuuuuuuuuuu….Einstein não passa de um PICARETA!!

  37. Existe ????????????????????????????

    Então eu perguntei-me: Existe um poder sobrenatural — uma mente arbitrária — um Deus entronizado — uma vontade suprema que governa as marés e corrente do mundo — a quem se curvam todas as causas?

    Não nego. Não sei – mas não creio. Eu creio que o natural é supremo — que da corrente infinita nenhum elo pode ser perdido ou quebrado — que não existe poder sobrenatural que possa responder a preces — nenhum poder que a adoração possa persuadir ou mudar — nenhum poder que se importe com o homem.

    Acredito que com braços infinitos, a Natureza abraça tudo–que não existe interferência — nenhuma possibilidade de que por trás de cada evento estão as causas necessárias e incontáveis e que além de cada evento estarão e deverão estar os efeitos necessários e incontáveis.

    O homem deve proteger-se. Ele não pode depender do sobrenatural — de um pai imaginário nos céus. Ele deve proteger-se descobrindo os fatos na Natureza, desenvolvendo seu cérebro, para que ele possa superar os obstáculos e aproveitar as forças da Natureza.

    Existe um Deus?

    Eu não sei.

    O homem é imortal?

    Eu não sei.

    Uma coisa eu sei, é que, nem a esperança, nem o medo, crença, nem negação pode mudar o fato. É o que é, e será como deve ser.

    Aguardamos e temos esperança.

    Quando fiquei convencido de que o Universo é natural — que todos os espíritos e deuses são mitos, entrou em meu cérebro, em minha alma, em cada gota de meu sangue o senso, o sentimento, a alegria da liberdade. As paredes de minha prisão desabaram, a masmorra foi inundada de luz e todas as fechaduras e barras e algemas tornaram-se pó. Eu não era mais um servo ou escravo. Não havia para mim mestre em todo o mundo — nem mesmo no espaço infinito. Eu estava livre — livre para pensar, para expressar meus pensamentos — livre para viver meu próprio ideal — livre para viver por mim mesmo e aqueles que eu amava — livre para usar minhas próprias faculdades, todos os meus sentidos — livre para abrir as asas da imaginação — livre para investigar, para adivinhar e sonhar e ter esperança — livre para julgar e determinar por mim mesmo — livre para rejeitar todos os credos ignorantes e cruéis, todos os livros “inspirados” que os selvagens tinham produzido, e todas as bárbaras lendas do passado — livre de papas e sacerdotes — livre dos “chamados” e dos “excluídos” — livre de erros santificados e santas mentiras — livre do medo do sofrimento eterno — livre dos monstros alados da noite — livre de demônios, espíritos e deuses. Pela primeira vez eu estava livre. Não existiam lugares proibidos em todos as áreas do pensamento — nenhum ar, nenhum espaço onde a fantasia não pudesse abrir suas asas pintadas — nenhuma corrente em meus membros — nenhum chicote em minhas costas — nenhum fogo em minha carne — nenhuma careta ou ameaça do mestre — ninguém seguindo os passos de outros — nenhuma necessidade de inclinar, ou adular ou rastejar, ou proferir palavras mentirosas. Eu estava livre. Eu permaneci ereto e sem medo, alegre, enfrentei todos os mundos.

    E então meu coração foi invadido pela gratidão, pelo agradecimento e continuou apaixonado por todos os heróis, os pensadores que deram suas vidas pela liberdade da mão e do cérebro — pela liberdade de trabalho e de pensamento — por aqueles que caíram nos aterradores campos de guerra, por aqueles que morreram em masmorras acorrentados — por aqueles que subiram orgulhosamente as escadas dos patíbulos — por aqueles cujos ossos foram esmagados, cuja carne foi rompida e rasgada — por aqueles consumidos pelo fogo — por todos os sábios, os bons, os corajosos de todas as terras, cujos pensamentos e feitos deram liberdades aos filhos do homem. E então eu jurei segurar a tocha que eles tinham carregado, e mantê-la no alto, esta luz ainda deve conquistar a escuridão.

    Sejamos honestos conosco — honestos para com os fatos que conhecemos, e vamos, acima de tudo, preservar a veracidade de nossas almas.

    Se existirem deuses, não podemos ajudá-los, mas podemos ajudar nossos semelhantes. Não podemos amar o inconcebível, mas podemos amar a esposa, os filhos e os amigos.

    Podemos ser tão honestos quanto somos ignorantes. Se formos, ao nos ser perguntado o que existe além do horizonte do conhecido, devemos dizer que não sabemos. Podemos contar a verdade, e podemos desfrutar da bendita liberdade que os corajosos conseguiram. Podemos destruir os monstros da superstição, as serpentes cissiantes da ignorância e do medo. Podemos expulsar de nossas mentes as coisas assustadoras que rasgam e ferem com bico e presa. Podemos civilizar nossos semelhantes. Podemos encher nossas vidas com feitos generosos, com palavras amorosas, com arte e música, e todos os êxtases do amor. Podemos inundar nossos anos com a luz do sol — com o divino clima da gentileza, e podemos drenar a última gota da taça dourada da alegria.

    Fonte: Porque sou Agnostico – Site Bibliot3ca

    • valeu, wendel…

      simplesmente maravilhoso tudo que senti desse teu comentário

      deveria sim ser a linha da vida de qualquer pessoa, única, própria ou de cada exemplar com a sua, como acontece na natureza……………………………………………………………..é assim o ambiente do qual surgimos

      sem interações e, por conseguinte, sem implicações outras, a não ser pela plena liberdade de cada exemplar

    • O esforço

      Wendel…

      Após relutantemente transpor o “Existe ????????????????????????????” iniciei a leitura de seu comentário.

      Você se perguntou: é possível existir um poder sobrenatural, de mente arbitrária, que se sente num trono e governe o fluxo dos fluidos e das causas?

      Sua resposta pra você mesmo: não sei.

      Não me admira. Quem poderia saber?

      Provavelmente só um um poder sobrenatural, de mente arbitrária, que se sentasse num trono e governasse o fluxo dos f