A participação massacrante da China na balança comercial, por Luis Nassif

Em relação a 12 meses atrás, houve um aumento de US$ 10 bilhões no saldo comercial. Desse total, China respondeu por US$ 6,7 bilhões, a Associação das Nações do Sudeste Asiático outros US $2,9 bilhões e a Comunidade das Nações Andina outros US $1,8 bilhão.

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Os dados da balança comercial de 2021 mostram o predomínio massacrante da China, como maior parceiro comercial brasileiro. Fecha o ano respondendo por 32% das exportações, 22% das importações,  67,73% do saldo comercial e 27,63% do fluxo de comércio.

É uma enorme diferença em relação ao terceiro  maior parceiro comercial brasileiro, os Estados Unidos. No ano, os EUA responderam por 11,09% das exportações brasileiras, 17,95% das importações e 14,1% do fluxo de comércio.

Há enorme diferença também em relação ao segundo parceiro, a União Europeia, No ano, ela respondeu por 13% das exportações, 17,44% das importações e 14.96% do fluxo de comércio. Em ambos os casos, o Brasil acumulou déficits comerciais.

Em relação a 12 meses atrás, houve um aumento de US$ 10 bilhões no saldo comercial. Desse total, China respondeu por US$ 6,7 bilhões, a Associação das Nações do Sudeste Asiático outros US $2,9 bilhões e a Comunidade das Nações Andina outros US $1,8 bilhão.

Entre os grupos de produtos, mais uma vez o grande peso foi dos Bens Intermediários. ENtre 2018 e 2021, o volume exportado saltou de US $154 bilhões para US $195,8 bilhões.

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