A pressa de Cunha e jornais pelo gran finale do impeachment de Dilma

 
Jornal GGN – A Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, guiada por Eduardo Cunha, já deixou reservados os três dias para a votação final do impeachment de Dilma Rousseff: 15, 16 e 17 de abril – este último com direito a uma grande manifestação sugerida por Cunha e organizada por movimentos pró-impeachment. A informação é de Dora Kramer, do Estadão, que ainda questiona a necessidade de três dias, e não um como ocorreu com Fernando Collor. 
 
Mas para que as datas se cumpram como planejado pelos encabeçadores do impeachment, a Comissão Especial está sendo pressionada a aprovar o mais rápido possível o parecer do relator, que apresenta já nesta quarta-feira (06), por volta das 14h. Além da agilidade, o deputado Jovair Arantes (PTB-GO), relator da Comissão Especial do Impeachment, teve o cuidado de finalizar um documento, junto a assessores e técnicos, com menos brechas possíveis de interferência do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou o rito do impeachment.
 
Para isso, todo tempo é uma corrida. Ainda nesta manhã, o deputado e sua equipe estavam finalizando o parecer, já adiantando que pedirá o impeachment: “Fizemos um trabalho profundo de estudo técnico sobre questão orçamentária, financeira e também o aspecto político. Estou nos últimos capítulos, mas só vou formalizar o voto na leitura do parecer”, disse, em entrevista à Rádio Estadão.
 
Entre as saídas para evitar atrasos no planejamento de Cunha, Jovair Arantes mirou a denúncia especificamente nas chamadas “pedaladas fiscais”. “Esse é o ponto principal da denúncia e, como teve um rito do STF determinando o caminho do objeto de análise, nós ficamos em cima pra não suscitar nenhuma possibilidade de judicialização”, disse o deputado.
 
Na orquestra do golpe que se alimenta dos grandes grupos de comunicação para obter apoio da sociedade, não é mera coincidência a Globo publicar um editorial intitulado “Tempo no impeachment corre contra o país“. Obviamente, os motivos para a pressa do veículo não foram admitidos ao cumprimento dos planos de Cunha, tampouco às informações cada vez mais disponíveis ao público dos papéis da Mossack e suas redes de offshores ilícitas possivelmente incriminarem a TV. 
 
A melhor saída para sustentar a pressa evocada no editorial foi “o conserto da economia”, que “vai sendo adiado”, dando um recado aos juristas de bom senso: “precisará haver a consciência no STF, e de todos, de que o passar do tempo trabalha contra o país”.
 
A velocidade com que tramita o processo de Dilma é ilustrado em nítida comparação ao processo de cassação de Cunha, na coluna de Mário Magalhães:
 
Do Blog do Mário Magalhães
 
Comissão do impeachment começa depois, mas vota antes do Conselho de Ética

As datas

Em 3 de novembro do ano passado, o Conselho de Ética da Câmara abriu processo de cassação do mandato de Eduardo Cunha.

Em 2 de dezembro, o presidente da Câmara deflagrou a tramitação de processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Foi uma retaliação ao PT. O partido recusara chantagem política e anunciara votos pelo prosseguimento do processo contra o deputado no Conselho de Ética.

Em 3 de dezembro, o pedido do impeachment foi lido no plenário da Câmara.

Em 15 de dezembro, o Conselho de Ética aprovou a continuidade do processo contra Cunha.

Em 17 de março de 2016, após o STF invalidar decisão anterior, a Câmara instalou comissão para analisar o impeachment.

Nesta terça, 5 de abril, a comissão do impeachment informou que pretende votar na segunda-feira o relatório que enviará ao plenário.

Quando o Conselho de Ética se pronunciará sobre a cassação de Eduardo Cunha? Só Deus sabe.

Em suma, a comissão do impeachment começou a trabalhar depois e votará antes do Conselho de Ética.

O conselho, devido a manobras de partidários do presidente da Câmara, arrasta-se feito lesma.

A comissão do impeachment, em contraste, trabalha às carreiras.

As acusações

No Conselho de Ética, Eduardo Cunha é acusado de ter mentido aos seus pares ao dizer que não mantinha contas secretas no exterior. Documentos enviados por autoridades suíças demonstram o contrário.

No Congresso, Dilma Rousseff é acusada pelas ditas pedaladas fiscais, manobras contábeis que não implicam apropriação indébita de recursos públicos.

A Procuradoria Geral da República acusa Cunha de evasão de divisas, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Dilma não é acusada de nada pela PGR, nem foi indiciada por crime algum pela Polícia Federal. Não há suspeita declarada de que seja autora de evasão de divisas, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Nem de possuir conta ilegal no estrangeiro.

A PGR acusa Cunha de omitir rendimentos em prestação de contas, crime de falsidade ideológica eleitoral.

Tal crime não é atribuído à presidente da República.

Antes, a PGR denunciara Cunha por embolsar US$ 5 milhões de propinas em esquema investigado na Operação Lava Jato.

Inexiste acusação contra Dilma de ter se locupletado com roubalheira.

Em 3 de março de 2016, o STF transformou Cunha em réu, acusado de corrupção no esquema na Petrobras.

Dilma não é réu na Justiça.

Legalidade e moralidade

Ignoro se são legais ou não os ritmos diferentes de trabalho da comissão do impeachment e do Conselho de Ética.

Mas sei que a diferença é imoral.

 

24 Comentários

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Roberto Ferreira da Costa

- 2016-04-07 10:56:13

O feminino de réu é ré...

O feminino de réu é ré...

antonio francisco

- 2016-04-07 10:45:25

Palavra comprida, para dizer impeachment na Alemanha
Amtsenthebungsverfahren, que o google traduz como processo de impugnação, também está nos noticiários da Alemanha.  https://de.nachrichten.yahoo.com/amtsenthebungsverfahren-gegen-rousseff-r%C3%BCckt-n%C3%A4her-055132704.html  

altamiro souza

- 2016-04-06 22:54:46

o que eu espero é que a nova

o que eu espero é que a nova coalisão do governo ´já surta

efeito nesta ´proxima votação do impeachmanet,dias15,  16 e 17, segundo li.......

aliás, precisamos estar  atentos a essas datas, para estarmos lá tb,

o eduiardo cunha pretende manipular datas para beneficiar os pró-golkpistas....

que pretenderiam encher o local no domigo, 17....

a ver...

não pode haver golpe....

vamos à luta...

...

leandro oliveira

- 2016-04-06 22:47:58

#AbaixoaCia #NãoVaiTerGolpe

Outros espiões americanos infiltrados: Moro, Temer, Cerra, Alquimia, Aécim ... E o chefe e precursor FHC ...

Fábio de Oliveira Ribeiro

- 2016-04-06 22:17:21

RESUMO DA CRISE
RESUMO DA CRISE O Brasil tem uma presidenta honesta, um presidente da Câmara bandido e um covarde que não escolhe entre ambos. 

 

EmersonRj

- 2016-04-06 21:33:11

Dia 17: manifestação dos que

Dia 17: manifestação dos que são contra o impeachment na mesma hora e local da manifestação dos coxinhas

Nádia Ramos

- 2016-04-06 21:21:28

VAMOS PARA BRASILIA NO DIA 17

VAMOS PARA BRASILIA NO DIA 17 GALERA, E VAMOS INVADIR O CONGRESSO CASO OS VIGARISTAS DEREM O GOLPE! NÃO FICARÃO UM.

j.marcelo

- 2016-04-06 21:08:09

Por quê não consigo parar de

Por quê não consigo parar de postar aqui?

Porque tem um doido (Nassif) q abre um espaço assim como este!

Mas prometo que não vou SURTAR igual a essa tal de Janaína!

Huum se me derem um espaço igual ao dela SEI NÃO!!!

Bonobo de Oliveira, Severino

- 2016-04-06 20:09:27

Cooptação (ou corrupção) do judiciário.

Aí é que está o fulcro do imbroglio!! Por que é possível que tal estado tão kafkiano se estabeleça no país? Parece cada vez mais claro que isso deve-se às peculiaridades do judiciário brasileiro. E, deve-se ressaltar, que o Moro é apenas um ator que apareceu agora no picadeiro. Bastando observar informações trazidas aqui no GGN pelo olhar atento e perspicaz do Nassif da para entender o fato de que motor propulsor dessa esculhambação é a peculiaridade do judiciário que há muito tempo, muito antes do JB estrear na ópera bufa do "Mentirão" (Hildegard Angel) e da GLOBO lançar a novela da Vaza a Jato, estrelada pelo Moro, as bandas podres dominantes no judiciário já vinham desenvolvendo e especializando as técnicas que levaram os seus agentes a deixar buscar a sua finalidade de operar o Direito para fazer justiça e pacificar conflitos da sociedade. A peculiaridade do nosso judiciário é que passou-se a operar PROCESSOS. Sobre isso o Ministro Marco Aurélio Mello falou recentemente que não olha capas de processos, mas seus conteúdos. Na nova tecnologia introduzida pelo judiciário vale mais a capa que o conteúdo. A capa é que define o ritmo da tramitação, o seguimento ou arquivamento, ou "embargo de gaveta", ou tantos outros mecanismos de aceleração ou retardamento do feito. Para ficar apenas num exemplo de aplicação dessa tecnologia inovadora (não tão nova assim), um exemplo informado aqui mesmo no GGN é o Eduardo Cunha que figura em 22 processos judiciais desde os anos noventa.

https://jornalggn.com.br/blog/as-acoes-que-correm-contra-eduardo-cunha

Outro exemplo é o citado Mentirão que teve denúncia fraudulenta apresentada em 2007 pelo então PGR, Antonio Fernando de Souza, com 40 réus e, mesmo assim, com toda essa complexidade, foi julgado (?) em 2012, ano em que o modorrento STF bateu recordes de produtividade, realizando 55 sessões de julgamento em apenas 4 meses, em perfeita sinonia com a pauta diária definida pelo Merval Pereira na GLOBONEWS. Enquanto empenhava-se nesse mutirão, o processo análogo enfrentado por Eduardo Azeredo dormitava em gavetas da corte até que foi mandado para prescrição nas varas amigas de primeira instância de Minas Gerais.

A técnica de estocar processos em vez de apreciá-los e julgá-los nos estritos ritos definidos na LEI conferiu grande poder político aos agentes do judiciário (judiciário, MP, PF e tantos outros), conforme pode-se entender nas palavras do novo (ou primeiro?) Ministro da Justiça do Governo Dilma, também apresentadas aqui no GGN com o títilo

"Uma entrevista-bomba com o novo Ministro da Justiça Eugênio Aragão"

https://jornalggn.com.br/noticia/uma-entrevista-bomba-com-o-novo-ministro-da-justica-eugenio-aragao

O que ocorre, em meio a toda essa esculhambação, é que os poderes políticos eleitos, Executivo e Legislativo, derretem-se ao sabor das seletivas interpretações do judiciário, contaminados por agentes corruptos impunes, ou honestos asusados e linchados sob suspeitas de corrupção, e o poder judiciário prospera sobre terra arrasada juntamente com seus parceiros do mercado financeiro e empresas de comunicação, os únicos que saem ilesos da crise. E o país caminha em ritmo cada vez mais acelerado para o abismo em que estão nos metendo.

 

Frederico Borges da Costa Barros

- 2016-04-06 20:06:03

Imoral!!!!

O Cunha e esse congresso(minuscolo mesmo) estão cagan.....para imoralidade!!!! Alguém acredita que eles estão a;i para o pais ?!

alexis

- 2016-04-06 19:43:38

Pobre Brasil

Um candidato playboy que quer ser Presidente na marra, um impeachment solicitado por um idoso e uma maluca, recebido pelo corrupto mor da república e hoje discutido no covil de Ali Baba.

Pobre Brasil

A "tradução" da Globo para que tudo isso seja entendido pelo eleitor é uma tarefa titânica.

Leonardo Neves

- 2016-04-06 19:41:25

A Dilma deveria chamar o embaixador brasileiro em Washington

O gesto daria visibilidade ao intervencionismo americano nos assuntos internos do Brasil. Sabe-se lá quem são os agentes da CIA no Brasil e tão pouco quantos estão em Brasília (José Cerra provavelmente é um). Seria uma demonstração de pulso firme e colocaria as intenções dos golpistas em evidência. Interessante ver o anúncio de três páginas na veja com uma lista de entidades patronais que, aparentemente, apóia o golpe. Alguns membros dessas entidades estão totalmente alienados sobre a doutrina política da direção e mesmo algumas entidades estão na lista puxadas por outras. Muitos brasileiros que aderiram aos movimentos não têm a menor ideia de que essa orquestração vem de fora. É uma vergonha um país do tamanho do Brasil ser tratado como quintal de outra nação e ainda sujeito a um golpe típico de republiqueta.

luizmattos

- 2016-04-06 19:40:36

"polvo midiático",

Concordo. Enão é só a  globo, é todo o pig, que é quase um "polvo midiático", cheio de tentáculos

D_P

- 2016-04-06 18:34:51

O Governo deveria querer

O Governo deveria querer votar logo também. Se já não costurou até hoje não sei o que vai restar. Ficar enrlando para quem ? Esperar a onda virar de novo ?

 

Avelino de Oliveira

- 2016-04-06 18:34:08

Caro Nassif Não confio em

Caro Nassif

Não confio em nenhum dos minsistros do STF. O Mello me causa repulsa.

É tudo jogo de cintura, para dizer que nem todos concordam com o Cunha.

Mas na realidade, estão todos juntos nessa aventura golpista.

É jogo de cintura, marketing. Como a globo, falando que o golpe não é golpe.

Cunha está no tudo ou nada, é que nem um condenado a morte, do que adianta se segurar?!Ferro nos outros.

É um caminhão na descida. saia da frente. O golpe vem com tudo.

Estão fugindo do próprio acordo com o mentor, que tem menos escrupulos ainda.

Saudações

 

 

 

[email protected]

- 2016-04-06 18:31:32

Foco na Globo, Globo Anulada o Golpe Acaba. Pressão na Golpista.

Vamos pressionar a Globo sem descanso, pois o Brasil precisa de mais democracia e menos Rede Globo.

A Globo anda com o Cunha na mão, se o Cunha cair a globo vai pro saco.

Como diria Galvão, sem o tal de "Panamá Papers" a coisa já foi melhor pra Globo, pra Mossack Fonseca e pro famoso Triplex de Parati.  

CB

- 2016-04-06 18:22:27

http://www.revistaforum.com.b

http://www.revistaforum.com.br/2016/04/06/janaina-paschoal-a-advogada-do-discurso-ensandecido-tinha-cargos-nos-governos-fhc-e-alckmin/

Janaína Paschoal, a advogada do discurso ensandecido, tinha cargos nos governos FHC e Alckmin

 

6 de abril de 2016

Janaína Paschoal ficou conhecida principalmente na última terça-feira (5) quando viralizou, nas redes sociais, um vídeo em que faz um discurso ensandecido em apoio ao pedido de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Aos berros, a advogada virou piada entre os internautas por fazer alusões de poder a uma cobra e, com gestos peculiares, como rodar uma bandeira do Brasil.

Ela é uma das autoras, junto com advogados Hélio Bicudo e Miguel Reale Jr., do pedido de impeachment que está sob análise da comissão especial da Câmara dos Deputados. Seu envolvimento com a política e até sua suposta preferência partidária, no entanto, já vem muito antes do pedido de impeachment da presidenta Dilma.

Janaína exerceu, por duas ocasiões, cargos comissionados em governos tucanos. No segundo mandato do governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), a advogada atuava como assessora especial do ministro da Justiça, tendo sido exonerada em 2002, conforme consta neste arquivo do Diário Oficial da União.

Até 2002, Janaína atuava em cargo comissionado do governo FHC. (Reprodução)Até 2002, Janaína atuava em cargo comissionado do governo FHC. (Reprodução)

Pouco antes ela atuava no governo tucano paulista que estava sob a gestão de Geraldo Alckmin (PSDB). Conforme consta neste arquivo do site da secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP), em agosto de 2001 ela atuava como assessora técnica de gabinete do governo.

Marly

- 2016-04-06 18:08:16

Ateção a quem de direito!

URGE que se dê uma basta à BESTA e seus seguidores, antes que eles acabem com nosso paÍs!  Não podemos ser sacrificados pelos seus desejos de esconderem SEUS GRANDES MAL FEITOS!  Daí o ódio à Dilma!  Está escancarado para todos o paranóico comportamento dos que desejam o ilegítimo impeachment. Eles têm que ser presos! Basta ver o histórico dos que diariamente aparecem a favor do golpe!  Não vai ter golpe! Que prendam essas BESTAS!!!

Pereira Mendes

- 2016-04-06 18:07:41

Cunha ainda sonha com a

Cunha ainda sonha com a presidência para uma auto-anistia.

Somebody

- 2016-04-06 18:05:20

É impressão minha ou a
É impressão minha ou a defesa da presidente Dilma foi completamente ignorada? Que só ela já seria suficiente para dar fim nesse vexame que vocês estão passando com esse julgamento de faz de conta.

CB

- 2016-04-06 17:40:25

E não tem ninguém que se

E não tem ninguém que se disponha a dar um basta nisso? O que é isso? Será mesmo que não existe uma insituição, pessoa ou orgão com a mínima possíbilidade de deter este bando? É desesperador.

Marco St.

- 2016-04-06 17:29:23

Trata-se de uma tragicomédia

Trata-se de uma tragicomédia jamais vista no mundo.

Um bando de picaretas de todas as ordens, comandadas por um criminoso já de fama planetária, quer montar um circo, com apoio desavergonhado de 4 Famiglias da mídia  Marinho, Frias,  Civita e Mesquitas, com o patrocínio de um nefasto pato roubado mais os surtos psicóticos de gente visivelmente perturbada. 

Vai demorar séculos para o Brasil se recuperar desse vexame descomunal. 

DjalmaSP

- 2016-04-06 17:28:40

E o STF....
ZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ....(levanta pro pipizinho).....ZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ......(pipizinho fe novo pois são todos de idade avançada).......ZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ.....(que noite longa).....ZZZZZZZZZZZZZZZZZZ............

Nosde

- 2016-04-06 17:17:29

Dias 15, 16 e 17, ótimos dias

Dias 15, 16 e 17, ótimos dias para o ABRAÇA CUNHA, estaremos todos lá para dar este abraço bem caloroso . . . . .

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