Tudo que vale deve ser pra sempre, por Romério Rômulo

O corpo é a medida do tempo

Tudo que vale deve ser pra sempre, por Romério Rômulo

Tudo é incerto.
A vida é fulgurante e eu não sei
Quanto de mim comete este desastre.

Se caibo aqui
É que o próximo a vir pode ser outro
Com as mãos desgastadas de paixão.

O corpo é a medida do tempo
A carne é a medida do tempo
O sopro é o tempo que sobra.

Tudo que vale deve ser pra sempre.
Tudo que vale existia antes.

Romério Rômulo

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