Chico abraça a campanha “Flores pelas vítimas de violência do Estado”

Flores são símbolo de uma cultura de amor e de solidariedade. Vamos encher esses locais de flores e com elas quebrar a indiferença que ainda existe para com essas vítimas e suas famílias.

A última semana de agosto é mundialmente dedicada às vítimas de desaparecimento forçado. No Brasil, essa mesma semana também é dedicada às pessoas que resistiram ou foram perseguidas e depois anistiadas pelo governo ditatorial, em 1979.

Varias entidades, em todo o país, promoverão atos… “para que não se esqueça, para que nunca mais se repita”. Mas cada pessoa pode ajudar nessa conscientização.

O GGN prepara uma série de vídeos sobre a interferência dos EUA na Lava Jato e a indústria do compliance. Quer se aliar a nós? Acesse: www.catarse.me/LavaJatoLadoB

Vamos atender o convite do Chico e mostrar que lembramos, que nos importamos com essas vítimas. Vamos colocar flores nos monumentos que existem em nossas cidades em homenagem a elas.

Nós, do GGN, já começamos :

 

Flores são símbolo de uma cultura de amor e de solidariedade. Vamos encher esses locais de flores e com elas quebrar a indiferença que ainda existe para com essas vítimas e suas famílias. Tire fotos e poste nos comentários.

Flores também são vozes do silêncio, utilizadas em muitas batalhas memoráveis pela democracia. Vamos dizer com elas que desejamos um país livre e acolhedor, e não um país que perpetua a violência.

Sugestões de locais para a colocação de flores:

– São Paulo, Parque do Ibirapuera, monumento aos mortos e desaparecidos políticos, em frente ao portão 10;
– Recife, rua da Aurora, Praça Padre Henrique; monumento Tortura Nunca Mais;
– Salvador; Praça do Campo da Pólvora, monumento contra a tortura;
– Rio de Janeiro, Praça XV, estátua de Tiradentes; ou na Praça Pio X, Igreja da Candelária.

Leia também:  Após manifestação da CDHM, STF suspende despejo de indígenas no Paraná

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11 comentários

  1. Em BH, as flores podem ser depositadas na avenida Afonso Pena, em frente ao antigo Dops, que hoje é um memorial da tortura.

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  2. No Rio há um busto do desaparecido político Rubens Paiva na Praça Lamartine Babo, na Tijuca. É a praça em frente ao Batalhão da Polícia do Exército, um importante centro de tortura e outros crimes durante a ditadura civil-militar.

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  3. Sugiro, na cidade do Rio de Janeiro, flores diante do Batalhão da Rua Barão de Mesquita, diante do prédio do DOPS, flores diante do monumento a Zuzu Angel, no canteiro central de São Conrado, e no busto de Stuart Angel, diante da UFRJ, esquina de Avenida Pasteur com Av Venceslau Brás 🌹

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  4. Sugiro, na cidade do Rio de Janeiro, flores diante do Batalhão da Rua Barão de Mesquita, diante do prédio do DOPS, flores diante do monumento a Zuzu Angel, no canteiro central de São Conrado, e no busto de Stuart Angel, diante da UFRJ, esquina de Avenida Pasteur com Av Venceslau Brás 🌹

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  5. Comecemos a colocar flores nos locais de homicídios espalhados por todo este país, na ordem de 100.000 mortes ao ano, que nossas estatísticas tentam reduzir para ‘civilizadas’ 70 mil. No RJ, por exemplo, onde a mediocridade e omissão de Governos como de Leonel Brizola, fizeram explodir em ‘Terra de Ninguém” que se tornaram Periferias e Morros Cariocas, sem a presença do Estado e da Polícia. Vai faltar lugar para se colocar tantas flores. Mas esperar pelo que da continuidade em farsantes 4 décadas Redemocráticas construídas pelas Elites que deram sustentação ao Golpe Civil Militar Absolutista Caudilhista Assassino Ditatorial Esquerdopata Fascista de 1930? Protegido por seus Familiares João Goulart, Alzira Vargas, Tancredo Neves, Leonel Brizola, por Legislações e Entidades Fascistas, que surgem do seu Projeto e Governo : Justiça do Trabalho, Sindicalismo Pelego de Contribuições Obrigatórias, Justiça Eleitoral de Voto Obrigatório, MEC (1930), OAB (1930), USP (1934), UNE (1938) “Loucura é sempre fazer as mesmas coisas da mesma forma e esperar por resultados diferentes”. Que resultado diferente , esperava Chico Buarque? Pobre país rico. Mas de muito fácil explicação.

  6. O Rio, palco de tantos acontecimentos, manifestações e passeatas, mas tb de assassinatos e desaparecimentos forçados ate hoje (vide Marielle e Amarildo, entre tantos), não tem nenhum monumento aos mortos e desaparecidos. Sugerimos ma Cinelândia ou em frente ao ex-Dops

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