Os Estados Unidos e as ‘causas’ internacionais, por André Araújo

Os Estados Unidos e as ‘causas’ internacionais, por André Araújo

Um subproduto da crença no “DESTINO MANIFESTO”, que é a essencia da formação histórica dos Estados Unidos como nação mais poderosa do mundo, é a apresentação ao mundo de “causas” morais das quais os EUA são porta-bandeira e através dessas causas conquistam alianças e adesões de pessoas, organizações e países como se fossem os porta-vozes de causas de toda a humanidade.

Nesse mister os EUA jogam um papel de império civilizatório herdado dos seus antepassados ingleses. A Inglaterra quando formou seu império, que ocupava 1/4 da área terrestre do planeta, tinha como justificativa moral ser um poder civilizatório perante povos primitivos, portanto a Inglaterra não era uma “exploradora” mas sim uma “civilizadora” desses povos.

Trocando épocas e palavras, os EUA seguem o mesmo modelo. Se apresentam como portadores de virtudes porque defendem “causas” universais e em nome disso se julgam merecedores de uma espécie de CARTA PATENTE da humanidade para fazer coisas que a outros países não se permitem, só aos Estados Unidos.

Entre essas “causas” estão direitos humanos, combate à corrupção, proteção às mulheres, combate à tortura, primazia da justiça acima do arbítrio, proteção aos desvalidos, acolhimento aos refugiados.

Em nome dessas “causas” convidam jovens com potencial de liderança para cursos e doutrinação nos EUA para que, retornando a seus paises, se tornem pregadores dessas causas virtuosas.

Essa é a mensagem oferecida aos crentes MAS há um outra história por trás da primeira.

O interesse do ESTADO às vezes coincide e às vezes se cotrapõe ao interesse de uma causa. Quando isso acontece, e essa parte não se ensina nos cursos de liderança que oferecem, PREVALECE O INTERESSE DO ESTADO SEM HESITAÇÃO, sempre e defendido com todas as forças.

Os Estados Unidos superpõe de forma brutal o interesse do ESTADO AMERICANO acima de qualquer causa, por mais humanista que seja. E isso tem uma lógica também universal, o interesse do ESTADO é sempre mais alto que o interesse da causa.

O ESTADO é um ente aético, amoral, que se guia não por valores mas por interesses definidos e práticos. Essa é a História da Humanidade conhecida, é a historia das guerras e dos conflitos. O Estado pode ser corrupto, violento e criminoso.

Um exemplo é o campo da espionagem, onde Estados operam fora de qualquer regra moral, podem subornar, assassinar, chantagear, torturar. As prisões de Abu Dahabi em Bagdah e Guantánamo em Cuba são um exemplo.

A JUSTIÇA é um interesse de causa, não de Estado. Se o Brasil se guiasse por esses princípios jamais a Operação Lava Jato poderia existir porque ela se apresenta em nome da Justiça mas agride o Estado, ao destruir importantes empresas estratégicas, ao queimar a imagem internacional do País, ao entregar pecados do país a Governos estrangeiros que irão nos processar, ao provocar desemprego em massa, ao detonar setores econômicos e tecnológicos inteiros

Os EUA são o maior exemplo na História contemporânea da prevalência do ESTADO sobre causas. Episódios criminosos como IRÃ-CONTRAS onde por delegação na pessoa de laranjas o Estado americano praticou tráfico de armas, de drogas, lavagem de dinheiro em larga escala, ou como na invasão da Sicília em 1943 quando o Estado americano fez acordo com a Mafia ou na aliança tácita com cruéis e ultra corruptos ditadores como Somoza, Machado, Batista, Trujillo, Perez Gimenez,  ou nos acordos secretos em Abril de 1945 com o General SS Karl Wolff para a rendição de um milhão de soldados alemães no norte da Itália em troca de proteção pessoal ao nazista, 2º homem na hierarquia das SS ou na criação do Banco do Vaticano em 1946 para financiar a Democracia Cristã na Itália.

Os Estados Unidos não têm amigos, tem interesses, como já disse um célebre Secretario de Estado americano.

Isso não ensinam nos cursos de liderança no Departamento de Estado, só ensinam como é bom servir a causas.

Entre 1880 e 1900, 10.000 pastores protestantes americanos pregaram na China, o objetivo seria religioso? Era político. Dessa missões saiu a familia Soog que dominou a China  por toda a República. De 1911 até 1949, quando Mao Tse Tung os expulsou da China, incluindo o Generalíssimo Chiang Kai Shek, esposo, cunhado e genro de Soogs, chineses que pensavam como americanos, deixando para trás outra Soog que era um dos cinco membros do Politburo do Partido Comunista Chinês, irmã de Madame Chiang Kai Shek, toda essa operação tinha por trás uma “causa”.

Agora em nome de uma “causa” os EUA reconquistam o Brasil, parabéns à sabedoria e astúcia do Império Americano.

 

Andre Motta Araujo

Advogado, foi dirigente do Sindicato Nacional da Indústria Elétrica, presidente da Emplasa-Empresa de Planejamento Urbano do Estado de S. Paulo

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  1. Isso é bíblico. Não adianta

    Isso é bíblico. Não adianta ir contra os EUA. Nenhuma nação conseguirá superá – los. O máximo que pode acontecer é um enfraquecimento interno nos EUA. Ou seja, os próprios contra si próprios.

  2. Corporações

    Os Estados Unidos não são um país e sim um ajuntado de estados. Estes estados existem para manter os privilégios de corporações, sendo a mais importante a que emite e controla o Dólar. 

    Garantindo estes privilégios estão uma das mais bem montadas e aparelhadas forças armadas, que contam com o suporte de inteligências em todas as áreas, especialmente as psicológicas e físico-químicas.

    O Centro de poder que controla este exuberante aparato de dominação é secreto, só percebemos sua atuação pelos efeitos de suas ações, como no caso da diplomacia de guerra psicológica de dominação, como o bem descrito artigo do André.

    Hoje este controle se dá de maneira mais sutíl pela internet e meios de comunicação de massa, não existe certo ou errado aqui, temos sempre os que ganham e os que perdem. Para um ganhar, outro têm de  perder.

    É o tal do pragmatismo de resultados, que se submete ao equilibrio de Nash.

    Agora em uma situação extrema, quando forças oposicionistas antagônicas forçam situações limites, podemos ter a chance de ver, como no caso da Lava-jato, este poder dissimulado no seu cotidiano, agindo de forma despudorada e às claras, posições de riscos, que expõe Estados, Nações e populações a situações que podem lhes ser altamente danosas e onerosas.

    O Brasil, se tivesse e não têm, um centro de comando unificado, poderia opor uma resistência maior a estes ataques de poderes alienígenas em nosso território, infelizmente  não contamos com esta estrutura de poder que possa fazer frente aos que nos atacam atualmente, restam soluções heróicas e desesperadas e uma cascavel sem rabo.

    Pobre do Brasil.

    1. O novo controle mental (em Inglês)

      The The new mind control

       

      The internet has spawned subtle forms of influence that can flip elections and manipulate everything we say, think and do

      by Robert Epstein

      Header essay 42 70635245Photo by Corbis

      is a senior research psychologist at the American Institute for Behavioral Research and Technology in California. He is the author of 15 books, and the former editor-in-chief of Psychology Today. This article is a preview of his forthcoming book, The New Mind Control.

      4,900 words

      Edited by Pam Weintraub

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      Are search engines and social media sites manipulating the important decisions we make every day?

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      Over the past century, more than a few great writers have expressed concern about humanity’s future. In The Iron Heel(1908), the American writer Jack London pictured a world in which a handful of wealthy corporate titans – the ‘oligarchs’ – kept the masses at bay with a brutal combination of rewards and punishments. Much of humanity lived in virtual slavery, while the fortunate ones were bought off with decent wages that allowed them to live comfortably – but without any real control over their lives.

      In We (1924), the brilliant Russian writer Yevgeny Zamyatin, anticipating the excesses of the emerging Soviet Union, envisioned a world in which people were kept in check through pervasive monitoring. The walls of their homes were made of clear glass, so everything they did could be observed. They were allowed to lower their shades an hour a day to have sex, but both the rendezvous time and the lover had to be registered first with the state.

       

       

      In Brave New World (1932), the British author Aldous Huxley pictured a near-perfect society in which unhappiness and aggression had been engineered out of humanity through a combination of genetic engineering and psychological conditioning. And in the much darker novel 1984 (1949), Huxley’s compatriot George Orwell described a society in which thought itself was controlled; in Orwell’s world, children were taught to use a simplified form of English called Newspeak in order to assure that they could never express ideas that were dangerous to society.

      These are all fictional tales, to be sure, and in each the leaders who held the power used conspicuous forms of control that at least a few people actively resisted and occasionally overcame. But in the non-fiction bestseller The Hidden Persuaders (1957) – recently released in a 50th-anniversary edition – the American journalist Vance Packard described a ‘strange and rather exotic’ type of influence that was rapidly emerging in the United States and that was, in a way, more threatening than the fictional types of control pictured in the novels. According to Packard, US corporate executives and politicians were beginning to use subtle and, in many cases, completely undetectablemethods to change people’s thinking, emotions and behaviour based on insights from psychiatry and the social sciences.

      Most of us have heard of at least one of these methods: subliminal stimulation, or what Packard called ‘subthreshold effects’ – the presentation of short messages that tell us what to do but that are flashed so briefly we aren’t aware we have seen them. In 1958, propelled by public concern about a theatre in New Jersey that had supposedly hidden messages in a movie to increase ice cream sales, the National Association of Broadcasters – the association that set standards for US television – amended its code to prohibit the use of subliminal messages in broadcasting. In 1974, the Federal Communications Commission opined that the use of such messages was ‘contrary to the public interest’. Legislation to prohibit subliminal messaging was also introduced in the US Congress but never enacted. Both the UK and Australia have strict laws prohibiting it.

      Subliminal stimulation is probably still in wide use in the US – it’s hard to detect, after all, and no one is keeping track of it – but it’s probably not worth worrying about. Research suggests that it has only a small impact, and that it mainly influences people who are already motivated to follow its dictates; subliminal directives to drink affect people only if they’re already thirsty.

      Packard had uncovered a much bigger problem, however – namely that powerful corporations were constantly looking for, and in many cases already applying, a wide variety of techniques for controlling people without their knowledge. He described a kind of cabal in which marketers worked closely with social scientists to determine, among other things, how to get people to buy things they didn’t need and how to condition young children to be good consumers – inclinations that were explicitly nurtured and trained in Huxley’s Brave New World. Guided by social science, marketers were quickly learning how to play upon people’s insecurities, frailties, unconscious fears, aggressive feelings and sexual desires to alter their thinking, emotions and behaviour without any awareness that they were being manipulated.

      By the early 1950s, Packard said, politicians had got the message and were beginning to merchandise themselves using the same subtle forces being used to sell soap. Packard prefaced his chapter on politics with an unsettling quote from the British economist Kenneth Boulding: ‘A world of unseen dictatorship is conceivable, still using the forms of democratic government.’ Could this really happen, and, if so, how would it work?

       

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      The forces that Packard described have become more pervasive over the decades. The soothing music we all hear overhead in supermarkets causes us to walk more slowly and buy more food, whether we need it or not. Most of the vacuous thoughts and intense feelings our teenagers experience from morning till night are carefully orchestrated by highly skilled marketing professionals working in our fashion and entertainment industries. Politicians work with a wide range of consultants who test every aspect of what the politicians do in order to sway voters: clothing, intonations, facial expressions, makeup, hairstyles and speeches are all optimised, just like the packaging of a breakfast cereal.

      Fortunately, all of these sources of influence operate competitively. Some of the persuaders want us to buy or believe one thing, others to buy or believe something else. It is the competitive nature of our society that keeps us, on balance, relatively free.

      But what would happen if new sources of control began to emerge that had little or no competition? And what if new means of control were developed that were far more powerful – and far more invisible – than any that have existed in the past? And what if new types of control allowed a handful of people to exert enormous influence not just over the citizens of the US but over most of the people on Earth?

      It might surprise you to hear this, but these things have already happened.

      Google decides which web pages to include in search results, and how to rank them. How it does so is one of the best-kept secrets in the world, like the formula for Coca-Cola

      To understand how the new forms of mind control work, we need to start by looking at the search engine – one in particular: the biggest and best of them all, namely Google. The Google search engine is so good and so popular that the company’s name is now a commonly used verb in languages around the world. To ‘Google’ something is to look it up on the Google search engine, and that, in fact, is how most computer users worldwide get most of their information about just about everything these days. They Google it. Google has become the main gateway to virtually all knowledge, mainly because the search engine is so good at giving us exactly the information we are looking for, almost instantly and almost always in the first position of the list it shows us after we launch our search – the list of ‘search results’.

      That ordered list is so good, in fact, that about 50 per cent of our clicks go to the top two items, and more than 90 per cent of our clicks go to the 10 items listed on the first page of results; few people look at other results pages, even though they often number in the thousands, which means they probably contain lots of good information. Google decides which of the billions of web pages it is going to include in our search results, and it also decides how to rank them. How it decides these things is a deep, dark secret – one of the best-kept secrets in the world, like the formula for Coca-Cola.

      Because people are far more likely to read and click on higher-ranked items, companies now spend billions of dollars every year trying to trick Google’s search algorithm – the computer program that does the selecting and ranking – into boosting them another notch or two. Moving up a notch can mean the difference between success and failure for a business, and moving into the top slots can be the key to fat profits.

      Late in 2012, I began to wonder whether highly ranked search results could be impacting more than consumer choices. Perhaps, I speculated, a top search result could have a small impact on people’s opinions about things. Early in 2013, with my associate Ronald E Robertson of the American Institute for Behavioral Research and Technology in Vista, California, I put this idea to a test by conducting an experiment in which 102 people from the San Diego area were randomly assigned to one of three groups. In one group, people saw search results that favoured one political candidate – that is, results that linked to web pages that made this candidate look better than his or her opponent. In a second group, people saw search rankings that favoured the opposing candidate, and in the third group – the control group – people saw a mix of rankings that favoured neither candidate. The same search results and web pages were used in each group; the only thing that differed for the three groups was the ordering of the search results.

      To make our experiment realistic, we used real search results that linked to real web pages. We also used a real election – the 2010 election for the prime minister of Australia. We used a foreign election to make sure that our participants were ‘undecided’. Their lack of familiarity with the candidates assured this. Through advertisements, we also recruited an ethnically diverse group of registered voters over a wide age range in order to match key demographic characteristics of the US voting population.

      All participants were first given brief descriptions of the candidates and then asked to rate them in various ways, as well as to indicate which candidate they would vote for; as you might expect, participants initially favoured neither candidate on any of the five measures we used, and the vote was evenly split in all three groups. Then the participants were given up to 15 minutes in which to conduct an online search using ‘Kadoodle’, our mock search engine, which gave them access to five pages of search results that linked to web pages. People could move freely between search results and web pages, just as we do when using Google. When participants completed their search, we asked them to rate the candidates again, and we also asked them again who they would vote for.

      We predicted that the opinions and voting preferences of 2 or 3 per cent of the people in the two bias groups – the groups in which people were seeing rankings favouring one candidate – would shift toward that candidate. What we actually found was astonishing. The proportion of people favouring the search engine’s top-ranked candidate increased by 48.4 per cent, and all five of our measures shifted toward that candidate. What’s more, 75 per cent of the people in the bias groups seemed to have been completely unaware that they were viewing biased search rankings. In the control group, opinions did not shift significantly.

      This seemed to be a major discovery. The shift we had produced, which we called the Search Engine Manipulation Effect (or SEME, pronounced ‘seem’), appeared to be one of the largest behavioural effects ever discovered. We did not immediately uncork the Champagne bottle, however. For one thing, we had tested only a small number of people, and they were all from the San Diego area.

      Over the next year or so, we replicated our findings three more times, and the third time was with a sample of more than 2,000 people from all 50 US states. In that experiment, the shift in voting preferences was 37.1 per cent and even higher in some demographic groups – as high as 80 per cent, in fact.

      We also learned in this series of experiments that by reducing the bias just slightly on the first page of search results – specifically, by including one search item that favoured the other candidate in the third or fourth position of the results – we could mask our manipulation so that few or even no people were aware that they were seeing biased rankings. We could still produce dramatic shifts in voting preferences, but we could do so invisibly.

      Still no Champagne, though. Our results were strong and consistent, but our experiments all involved a foreign election – that 2010 election in Australia. Could voting preferences be shifted with real voters in the middle of a real campaign? We were skeptical. In real elections, people are bombarded with multiple sources of information, and they also know a lot about the candidates. It seemed unlikely that a single experience on a search engine would have much impact on their voting preferences.

      To find out, in early 2014, we went to India just before voting began in the largest democratic election in the world – the Lok Sabha election for prime minister. The three main candidates were Rahul Gandhi, Arvind Kejriwal, and Narendra Modi. Making use of online subject pools and both online and print advertisements, we recruited 2,150 people from 27 of India’s 35 states and territories to participate in our experiment. To take part, they had to be registered voters who had not yet voted and who were still undecided about how they would vote.

      Unlike subliminal stimuli, SEME has an enormous impact – like Casper the ghost pushing you down a flight of stairs

      Participants were randomly assigned to three search-engine groups, favouring, respectively, Gandhi, Kejriwal or Modi. As one might expect, familiarity levels with the candidates was high – between 7.7 and 8.5 on a scale of 10. We predicted that our manipulation would produce a very small effect, if any, but that’s not what we found. On average, we were able to shift the proportion of people favouring any given candidate by more than 20 per cent overall and more than 60 per cent in some demographic groups. Even more disturbing, 99.5 per cent of our participants showed no awareness that they were viewing biased search rankings – in other words, that they were being manipulated.

      SEME’s near-invisibility is curious indeed. It means that when people – including you and me – are looking at biased search rankings, they look just fine. So if right now you Google ‘US presidential candidates’, the search results you see will probably look fairly random, even if they happen to favour one candidate. Even I have trouble detecting bias in search rankings that I know to be biased (because they were prepared by my staff). Yet our randomised, controlled experiments tell us over and over again that when higher-ranked items connect with web pages that favour one candidate, this has a dramatic impact on the opinions of undecided voters, in large part for the simple reason that people tend to click only on higher-ranked items. This is truly scary: like subliminal stimuli, SEME is a force you can’t see; but unlike subliminal stimuli, it has an enormous impact – like Casper the ghost pushing you down a flight of stairs.

      We published a detailed report about our first five experiments on SEME in the prestigious Proceedings of the National Academy of Sciences(PNAS) in August 2015. We had indeed found something important, especially given Google’s dominance over search. Google has a near-monopoly on internet searches in the US, with 83 per cent of Americans specifying Google as the search engine they use most often, according to the Pew Research Center. So if Google favours one candidate in an election, its impact on undecided voters could easily decide the election’s outcome.

      Keep in mind that we had had only one shot at our participants. What would be the impact of favouring one candidate in searches people are conducting over a period of weeks or months before an election? It would almost certainly be much larger than what we were seeing in our experiments.

      Other types of influence during an election campaign are balanced by competing sources of influence – a wide variety of newspapers, radio shows and television networks, for example – but Google, for all intents and purposes, has no competition, and people trust its search results implicitly, assuming that the company’s mysterious search algorithm is entirely objective and unbiased. This high level of trust, combined with the lack of competition, puts Google in a unique position to impact elections. Even more disturbing, the search-ranking business is entirely unregulated, so Google could favour any candidate it likes without violating any laws. Some courts have even ruled that Google’s right to rank-order search results as it pleases is protected as a form of free speech.

      Does the company ever favour particular candidates? In the 2012 US presidential election, Google and its top executives donated more than $800,000 to President Barack Obama and just $37,000 to his opponent, Mitt Romney. And in 2015, a team of researchers from the University of Maryland and elsewhere showed that Google’s search results routinely favoured Democratic candidates. Are Google’s search rankings really biased? An internal report issued by the US Federal Trade Commission in 2012 concluded that Google’s search rankings routinely put Google’s financial interests ahead of those of their competitors, and anti-trust actions currently under way against Google in both the European Union and India are based on similar findings.

      In most countries, 90 per cent of online search is conducted on Google, which gives the company even more power to flip elections than it has in the US and, with internet penetration increasing rapidly worldwide, this power is growing. In our PNAS article, Robertson and I calculated that Google now has the power to flip upwards of 25 per cent of the national elections in the world with no one knowing this is occurring. In fact, we estimate that, with or without deliberate planning on the part of company executives, Google’s search rankings have been impacting elections for years, with growing impact each year. And because search rankings are ephemeral, they leave no paper trail, which gives the company complete deniability.

      Power on this scale and with this level of invisibility is unprecedented in human history. But it turns out that our discovery about SEME was just the tip of a very large iceberg.

      Recent reports suggest that the Democratic presidential candidate Hillary Clinton is making heavy use of social media to try to generate support – Twitter, Instagram, Pinterest, Snapchat and Facebook, for starters. At this writing, she has 5.4 million followers on Twitter, and her staff is tweeting several times an hour during waking hours. The Republican frontrunner, Donald Trump, has 5.9 million Twitter followers and is tweeting just as frequently.

      Is social media as big a threat to democracy as search rankings appear to be? Not necessarily. When new technologies are used competitively, they present no threat. Even through the platforms are new, they are generally being used the same way as billboards and television commercials have been used for decades: you put a billboard on one side of the street; I put one on the other. I might have the money to erect more billboards than you, but the process is still competitive.

      What happens, though, if such technologies are misused by the companies that own them? A study by Robert M Bond, now a political science professor at Ohio State University, and others published inNature in 2012 described an ethically questionable experiment in which, on election day in 2010, Facebook sent ‘go out and vote’ reminders to more than 60 million of its users. The reminders caused about 340,000 people to vote who otherwise would not have. Writing in the New Republic in 2014, Jonathan Zittrain, professor of international law at Harvard University, pointed out that, given the massive amount of information it has collected about its users, Facebook could easily send such messages only to people who support one particular party or candidate, and that doing so could easily flip a close election – with no one knowing that this has occurred. And because advertisements, like search rankings, are ephemeral, manipulating an election in this way would leave no paper trail.

      Are there laws prohibiting Facebook from sending out ads selectively to certain users? Absolutely not; in fact, targeted advertising is how Facebook makes its money. Is Facebook currently manipulating elections in this way? No one knows, but in my view it would be foolish and possibly even improper for Facebook not to do so. Some candidates are better for a company than others, and Facebook’s executives have a fiduciary responsibility to the company’s stockholders to promote the company’s interests.

      The Bond study was largely ignored, but another Facebook experiment, published in 2014 in PNAS, prompted protests around the world. In this study, for a period of a week, 689,000 Facebook users were sent news feeds that contained either an excess of positive terms, an excess of negative terms, or neither. Those in the first group subsequently used slightly more positive terms in their communications, while those in the second group used slightly more negative terms in their communications. This was said to show that people’s ‘emotional states’ could be deliberately manipulated on a massive scale by a social media company, an idea that many people found disturbing. People were also upset that a large-scale experiment on emotion had been conducted without the explicit consent of any of the participants.

      Facebook’s consumer profiles are undoubtedly massive, but they pale in comparison with those maintained by Google, which is collecting information about people 24/7, using more than 60 different observation platforms – the search engine, of course, but also Google Wallet, Google Maps, Google Adwords, Google Analytics, Chrome, Google Docs, Android, YouTube, and on and on. Gmail users are generally oblivious to the fact that Google stores and analyses every email they write, even the drafts they never send – as well as all theincoming email they receive from both Gmail and non-Gmail users.

      If Google set about to fix an election, it could identify just those voters who are undecided. Then it could send customised rankings favouring one candidate to just those people

      According to Google’s privacy policy – to which one assents whenever one uses a Google product, even when one has not been informed that he or she is using a Google product – Google can share the information it collects about you with almost anyone, including government agencies. But never with you. Google’s privacy is sacrosanct; yours is nonexistent.

      Could Google and ‘those we work with’ (language from the privacy policy) use the information they are amassing about you for nefarious purposes – to manipulate or coerce, for example? Could inaccurate information in people’s profiles (which people have no way to correct) limit their opportunities or ruin their reputations?

      Certainly, if Google set about to fix an election, it could first dip into its massive database of personal information to identify just those voters who are undecided. Then it could, day after day, send customised rankings favouring one candidate to just those people. One advantage of this approach is that it would make Google’s manipulation extremely difficult for investigators to detect.

      Extreme forms of monitoring, whether by the KGB in the Soviet Union, the Stasi in East Germany, or Big Brother in 1984, are essential elements of all tyrannies, and technology is making both monitoring and the consolidation of surveillance data easier than ever. By 2020, China will have put in place the most ambitious government monitoring system ever created – a single database called the Social Credit System, in which multiple ratings and records for all of its 1.3 billion citizens are recorded for easy access by officials and bureaucrats. At a glance, they will know whether someone has plagiarised schoolwork, was tardy in paying bills, urinated in public, or blogged inappropriately online.

      As Edward Snowden’s revelations made clear, we are rapidly moving toward a world in which both governments and corporations – sometimes working together – are collecting massive amounts of data about every one of us every day, with few or no laws in place that restrict how those data can be used. When you combine the data collection with the desire to control or manipulate, the possibilities are endless, but perhaps the most frightening possibility is the one expressed in Boulding’s assertion that an ‘unseen dictatorship’ was possible ‘using the forms of democratic government’.

      Since Robertson and I submitted our initial report on SEME toPNAS early in 2015, we have completed a sophisticated series of experiments that have greatly enhanced our understanding of this phenomenon, and other experiments will be completed in the coming months. We have a much better sense now of why SEME is so powerful and how, to some extent, it can be suppressed.

      We have also learned something very disturbing – that search engines are influencing far more than what people buy and whom they vote for. We now have evidence suggesting that on virtually all issues where people are initially undecided, search rankings are impacting almost every decision that people make. They are having an impact on the opinions, beliefs, attitudes and behaviours of internet users worldwide – entirely without people’s knowledge that this is occurring. This is happening with or without deliberate intervention by company officials; even so-called ‘organic’ search processes regularly generate search results that favour one point of view, and that in turn has the potential to tip the opinions of millions of people who are undecided on an issue. In one of our recent experiments, biased search results shifted people’s opinions about the value of fracking by 33.9 per cent.

      Perhaps even more disturbing is that the handful of people who do show awareness that they are viewing biased search rankings shifteven further in the predicted direction; simply knowing that a list is biased doesn’t necessarily protect you from SEME’s power.

      Remember what the search algorithm is doing: in response to your query, it is selecting a handful of webpages from among the billions that are available, and it is ordering those webpages using secret criteria. Seconds later, the decision you make or the opinion you form – about the best toothpaste to use, whether fracking is safe, where you should go on your next vacation, who would make the best president, or whether global warming is real – is determined by that short list you are shown, even though you have no idea how the list was generated.

      The technology has made possible undetectable and untraceable manipulations of entire populations that are beyond the scope of existing regulations and laws

      Meanwhile, behind the scenes, a consolidation of search engines has been quietly taking place, so that more people are using the dominant search engine even when they think they are not. Because Google is the best search engine, and because crawling the rapidly expanding internet has become prohibitively expensive, more and more search engines are drawing their information from the leader rather than generating it themselves. The most recent deal, revealed in a Securities and Exchange Commission filing in October 2015, was between Google and Yahoo! Inc.

      Looking ahead to the November 2016 US presidential election, I see clear signs that Google is backing Hillary Clinton. In April 2015, Clinton hired Stephanie Hannon away from Google to be her chief technology officer and, a few months ago, Eric Schmidt, chairman of the holding company that controls Google, set up a semi-secret company – The Groundwork – for the specific purpose of putting Clinton in office. The formation of The Groundwork prompted Julian Assange, founder of Wikileaks, to dub Google Clinton’s ‘secret weapon’ in her quest for the US presidency.

      We now estimate that Hannon’s old friends have the power to drive between 2.6 and 10.4 million votes to Clinton on election day with no one knowing that this is occurring and without leaving a paper trail. They can also help her win the nomination, of course, by influencing undecided voters during the primaries. Swing voters have always been the key to winning elections, and there has never been a more powerful, efficient or inexpensive way to sway them than SEME.

      We are living in a world in which a handful of high-tech companies, sometimes working hand-in-hand with governments, are not only monitoring much of our activity, but are also invisibly controlling more and more of what we think, feel, do and say. The technology that now surrounds us is not just a harmless toy; it has also made possible undetectable and untraceable manipulations of entire populations – manipulations that have no precedent in human history and that are currently well beyond the scope of existing regulations and laws. The new hidden persuaders are bigger, bolder and badder than anything Vance Packard ever envisioned. If we choose to ignore this, we do so at our peril.

       

    2. Estes estados existem para manter os privilégios de corporações

      “Estes estados existem para manter os privilégios de corporações”
      No Brasil é diferente né?! Não existe a política dos campeões nacionais implementada por quem mesmo?
      O BNDES só existe para financiar grandes corporações, Brasil falar dos EUA é ser o sujo falando do mal lavado.

  3. O que veio da Alemanha para os EUA no pós-guerra

    Agentes disfarçados de soldados vasculharam a Alemanha na caça aos papéis das experiências médicas aéticas e ilegais feitas por Mengele e outros tendo como cobaias judeus escolhidos entre os que se encontravam nos campos de concentração à espera da morte, dentre eles, 1.500 pares de gêmeos. Para que? Para levar os resultados aos Estados Unidos com a finalidade de utilizá-los pela indústria farmacêutica americana:

    http://www.montfort.org.br/old/index.php?secao=veritas&subsecao=ciencia&artigo=eugenia_ciencia_nazista&lang=bra

    Inúmeros alemães componentes das estratégias de Hitler para dominar o mundo foram levados para os Estados Unidos e lá muito bem utilizados nos projetos de desenvolvimento de indústrias americanas. Um dos mais badalados dentre eles foi Wernher von Braun, mas houve muitos outros, que nos EUA ficaram protegidos dos julgamentos do pós-guerra.

    A ida dos americanos à lua, e o desenvolvimento dos foguetes espaciais foi o que de mais visível os Estados Unidos lucraram com a acolhida de von  Braun.  

     http://www.dw.com/pt/criador-de-m%C3%ADssil-nazista-foi-decisivo-para-viagens-%C3%A0-lua/a-4500357

  4. Esqueci de dizer no

    Esqueci de dizer no comentário que é uma pena que coxinhas deslumbrados com a lava jato e os EUA não leiam seus textos. Eles só veem realmente os EUA como é explicado no início do texto.

  5. Porque será ue não consigo me

    Porque será ue não consigo me juntar a você, caro AA, nessa parabenização aos EUA?…

    Ah, é, porque a vitória desse país sobre os outros têm causado prejuízos irreparáveis a esses outros. Nós, inclusive.

    E com facilidade, olhando para a História que eventualmente até você próprio nos traz – mas que é facílima de ser encontrada – eu trocaria “sabedoria e astúcia” por “beligerância, violência, desonestidade, desrespeito, selvageria”. Não é à toa que os EUA são um dos países mais rejeitados pelas pessoas no mundo todo, e que só se impõem pela força bruta (poderes econômico e bélico), nunca por sua “sabedoria”. Não vejo astúcia na truculência.

    1. Caro colega, seu comentario procede mas o parabéns foi ironia

      Nosso colega AA tem se superado ao reinterpretar seus conhecimentos.

      Parabéns.

      Sem ironia.

  6. Vem

    cá, e espionagem de Estado é diferente na Alemanha, Reino Unido, China, Rússia, Angola, Índia e inclusive no Brasil?

    É do “business”… Podemos até, com razão, criticar os gringos em ZILHÕES de coisas; mas, em um fato não podemos atacar: todos sabem quais são objetivos finais deles. Podem esconder, escamotear as formas para atingir tais propósitos, porém TODOS sabem o que eles querem atingir: querem a primeira fatia do bolo (a maior), e se possível a segunda também é deles…

    Entretanto, já que a maioria dos governos de países mais ou menos sérios sabem da estratégia ianque (favor lembrar da real politik), NÓS deveríamos contar com profissionais no Planalto preparados para elaborar estratégias de combate à suposta reconquista estadunidense e não com senhores com arroubos juvenis, cujos discursos remetem aos anos 60, 70 e 80, e nada fazem…

    A propósito, acerca do caso Snowden envolvendo Dilma, pouco se comenta que nossos governantes facilitaram ainda mais a vida das agências de espionagem americana por não utilizarem os dispositivos de segurança (criptografia) desenvolvidos pelo próprio governo do Brasil (tidos como de excelência). Em sua maioria, a cúpula do poder brasileiro pensa que espionagem é coisa de político adversário/oposição a fim de descobrir corrupção, sexo etc., e que quando envolve outras nações, isso é coisa de filme.

    Ou seja, vamos parar de por a culpa exclusivamente nos outros (EUA) e passar assumir nossas culpas, corrigir nossos erros e enfrentar os desafios como adultos.

    “Não sabe brincar, não desce  pro play” (famoso ditado contemporâneo brasileiro)

    PS: Os gringos são loucos por nossa tecnologia criptográfica, pois pouca coisa se encontra “em prateleira” (comercial), diferentamente da criptografia francesa, israelense e até mesmo norte-americana. Isto é, sem estar no mercado, a nossa criptografia é, segundo os especialistas da área, mais difícil de ser quebrada….

  7. Pergunta de um milhão de

    Pergunta de um milhão de dolares:  Por que as forças armadas brasileiras não dispõe de um aparato de espionagem que abranja todo o território nacional independentemente de governos.   Se tem, quais as suas esferas de poder?  Um país da importância e dimensão do Brasil não pode ficar a mercê de santarrões e justiceiros que praticam justiça olhando apenas com um olho só, e ao seu bel prazer.  Esse aparato, ou escritório, ou agências de inteligências tem que estar acima de quaisquer governos.  Os governos passam, a nação fica.  Gostaria de saber como o alto oficialato brasileiro vê a atual situação política, e a interferência de instituições intrusas (nacionais e estrangeiras) interferindo nos interesses estratégicos do país, ao ponto de manterem um almirante encarcerado, almirante esse, responsável direto pelo maior projeto de defesa da nossa costa continental.  Com a palavra o alto comando militar.  

  8. De nome as forças ocultas. ..
    Porque tem gente que não consegue fazer associação mínima.

    TEM QUE SER CONDUZIDO! E é POR ISSO que a democracia Não funciona.

    Seria tão legal se o povo brasileiro tivesse a INSTRUÇÃO do povo Islandês. Mas a realidade é bem diferente.

    Conduza com mão de ferro ou seja PRESO OTARIO!

  9. “Entre 1880 e 1900, 10.000

    “Entre 1880 e 1900, 10.000 pastores protestantes americanos pregaram na China, o objetivo seria religioso? Era político. ” É instrutivo dar uma olhada na origem das igrejas pentecostais que empestearam o Brasil nos últimos 30 ou 40 anos. Elas tomaram os morros do Rio, as periferias das grandes cidade e, não esquecer, segmentos bem selecionados das classes médias e medias-altas. De onde vinham suas mensagens, metodos e pastores-chefes? Religioso? Crença, fé, salvação? Nao, apelam a tais sentimentos, que sabem profundos. Mas seu objetivo é, como mostra claramente sua historia lá nos EUA, um objetivo político. Elas são o braço “grassroots”, popular, da nova-direita. Alias, é bom ver tambem, por que igrejas pentecostais “brasileiras” tem sedes e escritorios em Boca Raton e quejandos. Tem até redes de tv, lá, para atingir brasileiros. Mas ter escritorio lá não é apenas para esse movimento, de cá para lá. É de lá para cá. E, no que diz respeito a dizimos e aquilo que os dizimos lavam, o movimento é de vai e vem. Isso aí pode ser multifunções: agencia de contra-inteligencia, agit-prop, contrbando, trafico,  lavanderia e outros serviços correlatos. Quem sabe onde para?

  10. Texto irretocável

    André, parabéns pela honestidade intelectual. Concordo com tudo, mas no caso do Brasil é melhor ser uma provincia americana do que ter como reis os bacharéis da lava lado.

    O receio é que o membros da burocracia bacharelesca, o segmento mais atrasado do país, flertam com os americanos. Certamente eles querem estado mínimo para a sociedade e estado máximo para eles, mantendo ou aumentando seus privilégios deploráveis.

    Na minha opinião, o mal do Brasil são os funcionários públicos. 

  11. Como segurar todo mundo em baixo.

    A questão é que os Estados Unidos incitam o mundo a se manter no estado de barbárie, a realidade que eles vivem, e dificultam o quanto podem o processo civilizatório pois é apenas na violência que ele sai vitorioso. Espalhar medo, terror e desespero, como faz a mídia do Globo News, são seus métodos. E tanto quanto essa emissora, cuidando para que a imagem seja de polidez. Por fora, bela viola… O acesso irrestrito às armas de fogo é apenas um dos muitos indicativos.

  12. ÓTIMO TEXTO. MELHOR SERA SER PROVÍNCIA TAMBÉM DE DIRETO.

    Parabéns. Ótimo texto. Melhor seria ser província, de direito, norte americana, pois de fato já o somos há muito, e quando já tinha certeza de que nos desprenderíamos à submissão e  à opressão que os americanos nos impôes desde há muito, percebo que estamos retornando aos braços deles por intermédio, principalmente do nosso MP, Judiciário e PIG. Só há três palavras a acrescentar:”DEUS TENHA DE NÓS PIEDADE” – ou que nos salve; ou Faça-nos urgentemente uma província, de direito, norte americana, pois assim nossos netos e bisnetos e t…. terão os direitos todos do povo americano, que é, há que se reconhecer, patriota e muito astuto.

  13. o texto do andré é tão

    o texto do andré é tão elucidativo que me permite concluir que

    quem usa esses aspectos negativos do imperilialismo norte-americano

    é o pessoal da lava-jatpo, submetidos evidentemnete a esses interesses

    internacionais, como já denunciados aqui…

    o brassil não precisa ser imperialista e usar o famigerado

    destino manifesto para participar da política internacional,

    pode fazer como sempre fez, lutar pela paz mundial,

    mas com uma elite que defenda a nação

    , e não com essa elite escravocrata que entrega o brasil aos

    estrangeiros e manieta e açoita seus concidadãos… 

  14. Nossa falha

      Caro André, só faltou vc. falar sobre o ” Peace Corps “.

      Seu texto é bastante explicativo, bem real de como um Estado atua em um contexto geopolitico, sempre manobrando suas instituições “republicanas mesmo”, como protagonistas ou acessórias, em busca corrente por seus objetivos, não importando quando ocorrem trocas de comando, as ações continuam para o alvo, pode-se alterar a “forma” de atuação, mas a busca por resultados é a mesma.

       Mas demonizar, culpar, a politica norte-americana, é um erro grave, que comumente torna-se uma “muleta”, que governos fracos, sem perspectiva de Estado, adoram assumir como uma facil desculpa de sua própria incompetencia, é obvio que as ações americanas influenciam diretamente em varios paises, é histórico, mas um país se deixa influir, abre espaços para esta atuação, tanto através da cooptação de seus nacionais, como devido a condicionantes economico financeiras, as quais foram levados muitas vezes por seus próprios erros.

        Cabe a paises periféricos, que desejam sair desta condição, entabularem uma politica de Estado valida, factivel, com objetivos claros, propostas e tempo de realização definidos, como os americanos fazem, aprender com eles, como a China, India, Coréia do Sul, Australia, Israel.

         Classificar a quebra de nossa engenharia pesada, a entrega do Pré Sal, a própria futura privatização da Petrobrás, como uma exclusiva manobra norte americana, centrada na cooptação de alguns nacionais, quer por pagamento ou por ideologia, é a menor parte deste problema, a maior é a não resistência a estas ações, os agentes externos visaram esta janela de oportunidade, e estão atuando, nosso governo, fraco, inconsequente, sem o minimo projeto de Estado, não reage, apenas deixa tudo acontecer, montado em um “republicanismo estéril ” ( de manual, de canone, evangélico ), apenas aceita, e até contribui, como no caso do “acordo pré sal” no Senado.

         Falhas catastróficas, não são de responsabilidade unica de um dos varios entes envolvidos no processo, todos possuem uma parcela de erros, não é só o Moro e seus associados, a midia comprometida,  os interesses externos, mas tambem o governo, é participe destes erros, omissões, desinteresses, covardia, analise falha dos processos geopolitiocs e economicos, tb. está na “conta” de Dilma e sua republicana entourage.

    1. A culpa é da Dilma

       

          Seu texto para mim se resume nisto;  “A culpa é da Dilma”.

      Leio, sempre li, por aí referirem-se aos Estados Unidos como americanos ou norte-americanos.  Ora, americanos somos todos nós que nascemos na América;  norte- americanos, de acordo com a divisão física do continente são Canadá, Estados Unidos e México.  Portanto, deveríamos dizer e escrever ESTADUNIDENSES, que é o que são.

          A dominação começa pela linguagem, concorda?

          André, parabéns pelo seu texto!  Como professora de Geografia e História, concordo inteiramente com você.  Abraço.

  15. Me perdoe o autor do

    Me perdoe o autor do testo,mas os E.U.A,não reconquistaram o Brasil,caso isso seja verdade alguns brasileiros venderam novamente o Brasil aos E.U.A,uma coisa é certa seja um governo de direita que tem mais próximidade com os E.u.a,ou de esquerda que teoricamente é distante dos E.u.a,ambas tendencias tem um lado em comum,quando a coisa aparta correm para os E.U.A,basta ver a nossa Presitente,ou a famosa coração valente,que de corajosa não tem nada.

    Muitos brasileiros culpam os E.U.A,por tudo,claro os E.U.A tiveram e ainda tem em menor grau influencia em determinados setores desse país,mas a culpa é deles ?,ao meu ver não,eles tem a obrigação de zelar por seu povo,e apenas isso,ao brasil cabe aos brasileiros fazerem o seu próprio destino,uma coisa que me causa admiração toda vez que vou aos E.U.A é o amor que eles tem a pátria,o respeito a bandeira e aos seus hérois,coisa que nessa geração ao meu ver se perdeu,só vemos demonstrações de patriotismo na Copa,coisa que não tem a menor utilidade,o americano tem algo que o brasileiro não tem e ao meu ver demorará muito a ter,que é idealismo,comprometimento com uma causa ou ideal,independente se é certo ou errado essa causa ou ideal,e tambèm quando a história chamou os E.U.A,ela de pronto respondeu teriamos nós a mesma coragem de ir a luta ?.

    .

    1. O projeto geopolitico dos EUA

      O projeto geopolitico dos EUA não se guia por conceitos estranhos ao pensamento politico americano, tais como esquerda e direita que lá não existem nessa concepção francesa. CONSERVADORES E LIBERAIS não são a mesma coisa que direita e esquerda, a dinamica é outra assim como a visão de mundo. Saddam Hussein e Hosni Mubarak eram de direita ou esquerda?

      Foram derrubados pelos EUA sem serem nem uma coisa ou outra. De Gaulle era nitidamente um ultra direitista mas era detestado pelos EUA e vive-versa, enquanto Mitterand de esquerda era um aliado confiavel.

      O projeto geopolitico é de conquistar corações e mentes para uma visão de um mundo seguro e tranquilo para a democracia nos moldes americanos, governos de esquerda dentro desse padrão são perfeitamente aceitaveis, agora os EU se preparam para trazr para seu grande ninho a esquerdissima Cuba desde que esta aceite o projeto geopolitico dos EUA, o que já aconteceu.

      1. Cuba não aceitou o projeto geopolitico dos EUA

        Conversa pra boi dormir. Do ponto de vista moral e subjetivo, ser de esquerda ou de direita, chame como quiser, implica experiências alternativas e de significados incompatíveis. Os reacionários se esforçam em criar uma percepção de equivalência com os progressistas pra provocar-lhes esse anulamento que o A.Araujo veladamente defende; os neocons tem uma visão do Estado, das instituições e da soberania popular, semelhante a dos regimes totalitários que eles criticam com espalhafate. O sistema doutrinário deles é modelado pelos poderosos. Cerca de 20% da população desempenha algum papel na tomada de decisões. Depois vêm os outros 80%, “os alienados espectadores”. Existem para obedecer ordens e não encher o saco dos 20%.  Setores do sistema doutrinário (midia, entretenimento) servem para distrair e reforçar os valores sociais básicos: passividade, submissão às autoridades, as predominantes virtudes da avareza e da ganância pessoal, a falta de consideração com os outros, medo de inimigos reais e imaginários, etc. A finalidade é manter a já confusa horda mais confusa ainda.

        Cuba não aceitou esse sistema doutrinario. Segundo analistas sérios, os EUA continuam fazendo a mesma coisa esperando em resultado diferente. Tratou-se de mudar as táticas para conseguir o mesmo objetivo, que é provocar a mudança no sistema político cubano a favor de seus interesses, desta vez mediante o uso do poder brando para “conquistar por dentro. Os EUA querem estar presente em Havana quando houver a mudança geracional de seus líderes para poder influir sobre eles. Analistas consideram também essa aproximação uma ação contra a China e a Rússia, que entraram de cheio no quintal dos EUA.  Os gangsters da Casa Branca estão cabreiros com a China na parte de segundo sócio comercial de Cuba (e de outros países latinos) depois de ninguém menos que a Venezuela. Considere-se também o cagaço do Tio Sam com o aumento das relações de China e Rússia com a região que inclua presença militar. Por isso resgatam a crise de 1962 para justificar a difusão do medo. A imprensa do dia 12 de novembro passado ressaltou que o ministro da Defesa russo, Sergei Shoigu, organizou patrulhas nas águas do Golfo do México, ainda que tenha desmentido que a Rússia fosse reativar as instalações de espionagem eletrônica de Lourdes (Cuba), o mais potente centro de escutas da URSS no exterior para monitorar as comunicações dos EUA, fechado em 2001 por problemas financeiros e também pela pressão dos EUA. Cuba se beneficia com a entrada de tecnologia e capital. Não podia jogar pro alto essa oportunidade. Cuba não aceitou o sistema doutrinário dos EUA.
         

  16. AQUI, COMO FARSA? NÃO. AQUI, COMO FARRA.

    http://www.focus.de/politik/deutschland/spionage-und-sie-lauschen-doch_aid_188212.html

    Lá pros fins de 2001, mundo pós 11 de Setembro, um parente joga no meu colo a edição da revista alemã FOCUS que apresentava essa reportagem.

    ‘Repare na data da revista’, ele me disse. Guardem bem a data da reportagem. Tem um trecho especial pra nós brasileiros. E reparem também a quantificação dos recursos desviados para espionagem corporativa/econômica. Nunca vou me esquecer quando ouvi falar do ‘Echelon’ pela 1ª vez.

    Tradução google com correções parcas e porcas pois meu alemão está muito enferrujado.

    *************

    E AINDA BISBILHOTAM

    FOCUS MAGAZIN – Nr. 23 – 2001

    Sábado, 02/06/2001, 00:00 – da Autora Online da FOCUS: Christiane Schulzki-Haddouti

    Um comitê do Parlamento Europeu confirma a existência do gigantesco sistema de espionagem Echelon.

    Para fazer a pergunta crucial para os amigos americanos, a Comissão Especial do Parlamento Europeu viajou aos EUA, em meados de maio, para uma conversa pessoal. Em vão, como se viu: ministérios dos EUA e agências de inteligência cancelaram todas as datas abruptamente. Esnobados, os parlamentares voaram de volta e publicaram quarta-feira passada em um relatório abrangente a sua interpretação da resposta americana: em princípio, sim.

    A questão embaraçosa: Estados Unidos e Reino Unido operam espionagem de mercado/industrial contra seus parceiros europeus? Durante anos, sempre novos detalhes sobre uma rede de vigilância global chamado Echelon vêm à luz. Do aspirador de dados, via satélite, links de rádio e pontos nó da Internet que arranca informações, também fazem parte, ao lado dos Estados Unidos e do Reino Unido: Canadá, Austrália e Nova Zelândia.

    O sistema de escuta antes secreta, cujos principais centros devem estar na cidade bávara de Bad Aibling e na Britânica Menwith Hill não é utilizado apenas contra países hostis ou terroristas, fornece pesquisa abrangente do jornalista britânico Duncan Campbell. Em nome do Parlamento Europeu, Campbell já havia apresentado um relatório Echelon (FOCUS 22/99). O segundo relatório, que desde janeiro entregou à Comissão, ele publicou na Internet em fins de maio.

    Campbell estima que “cerca de 40 por cento das atividades de inteligência dos EUA são de natureza economica”. Informações da CIA fluíam, por suas conclusões, regularmente para uma divisão especial do Departamento de Comércio dos EUA. Centenas de empresas norte-americanas devem ter com o seu apoio recebido contratos no exterior. Com várias importantes informações de bastidores, o projeto Echelon teria decidido em favor de empresas norte-americanas as negociações:

     – Em 1994 a americana Raytheon Corporation ‘catou’ da francesa Thomson-CSF no Brasil um contrato no valor de US$ 1,6 bilhão.

     – O consórcio Europeu Airbus perdeu em 1995 um contrato na Arábia Saudita no valor de seis bilhões de dólares contra a Boeing e a McDonnell Douglas.

     – Em 1996 ganharam as companhias de energia dos EUA Enron, General Electric e a Bechtel um acordo de 2,5 bilhões em Dabhol, Índia – como nos outros casos, supostamente graças ao apoio da Echelon.

    Em quatro bilhões de dólares Duncan Campbell estima o dano pelo sistema de espionagem apenas contra a Alemanha. A França teve, na sua opinião, de renunciar receitas de exportação de até 17 bilhões de dólares.

    “Nenhum desses casos foi plenamente provado”, disse o relator da Comissão Especial, Gerhard Schmid ( SPD ). No entanto, está exposto “o risco de espionagem industrial”. O ex-diretor da CIA James Woolsey já havia admitido à comissão que os EUA monitoram especificamente as comunicações de empresas individuais, para “prevenir a corrupção e distorções de mercado em detrimento de empresas americanas”, . No seu relatório final Schmid marca tais escutas telefonicas como “contrárias aos direitos humanos”, se antes não haviam suspeitas concretas disponíveis de suborno. Às empresas e aos cidadãos, aconselha “com urgência” para criptografar suas comunicações.

    As empresas vêm à atenção do Echelon quando elas enviam seus dados em conexões internacionais. Mesmo videoconferências em empresas multinacionais realizadas via satélite ou cabo podem ser detectadas.

    Se a Alemanha e o Reino Unido oferecem aos EUA o seu território para instalações da Echelon, as atividades de espionagem deveriam “se conciliar com a Convenção Europeia dos Direitos Humanos”, disse o relatório. Nem a Alemanha nem a Grã-Bretanha têm tentado até agora. Para Schmid é claro: Se a própria Grã-Bretanha participa ativamente da espionagem, “viola a lei da União Européia”.

    Os benefícios de mais um relatório de investigação deliberativa permitem ao jornalista Neo Zelandês Nicky Hager, que tinha descoberto a dimensão global do aspirador de dados em 1996, em primeiro lugar, acima de tudo “- dizer que Echelon realmente existe – e avisar para auto-proteção. Sensibilização do público para essa monitorização sistemática é o primeiro passo para a criptografia de rotina de todas as comunicações”.

    *Cooperação: Jochen Wegner

    AMIGOS ESCUTAM JUNTO

    Em junho de 1948, os Estados Unidos, Grã-Bretanha, Austrália, Canadá e Nova Zelândia assinaram um acordo de audição ultra-secreto.

    Dez estações de intercepção ao redor do globo filtram a comunicação de acordo com o relatório da Comissão Especial. Outras fontes falam de muitos mais instalações.

    Links de satélite foram previamente monitorados com pratos de 30 metros. Hoje são suficientes antenas com cinco metros de diâmetro.

    *************

    Data da reportagem: 02/06/2001. 40% dos recursos de inteligência desviados para espionagem industrial. E dali a alguns meses o ataque às torres gêmeas. Estavam muito preocupados com a última licitação internacional.

    Agora, relembrando alguns acontecimentos dos últimos anos:

    02/2008 – Descoberto container com laptops e outras mídias com dados da Petrobrás no porto de Santos.

    09/2013 – Descobre-se que os americanos espionaram também líderes de países ‘amigos’. Inclusive Dilma.

    09/2013 – Com documentos de Edward Snowden, descobre-se mais espionagem da NSA contra a Petrobrás.

    2013/2014 – Estoura o ISIL no oriente médio.

    2014/2015 – Operação Lava Jato, tocada por um juiz filho de fundador do PSDB, com parte da formação em Harvard, e cursos promovidos pelo departamento de estado dos EUA.

    2015 – Ainda com base em documentos de Snowden, a confirmação do nome ECHELON, uma parte no sistema de espionagem global.

    40% de recursos para espionagem industrial devem ter ficado pra 2001. Se não perceberam o ISIL, imagino em que nível devem estar.

    É oficial. É um relatório do Parlamento Europeu.

    A história se repete…
     

     – Lembro de propaganda da FOCUS que por algum acordo serviu de modelo à ÉPOCA. Basicamente um dos editores em reunião, falando, ao final: “Fakten, fakten, fakten.”

     – Lembrando de que acordo com documentos de Snowden há uma estação Echelon em Brasília.

     – Alguns exemplos do que se faz com espionagem corporativa lá fora:

    http://www.therichest.com/rich-list/10-of-the-most-infamous-cases-of-industrial-espionage/?view=all

  17. Agradeço a Deus poder

    Agradeço a Deus poder observar a razão (A. partes =A) do mundo real com o saber de leis do sistema em si, na origem de uma tal concepção entre o assunto e a maneira de eliminar a contradição; e é oportuno que um “X” revele a apreensão  de reciprocidades das nações que vieram repetir limites do império contra “si mesmas”.                                       

    O governante deste reino que usa o pretexto da troca para as demais nações, e, por falso significado, soma submissão da reserva alheia ao seu total absoluto, se nunca pensou que a “dimensão real” será denominador de conversão para toda moeda; deve começar aceitar que a independência mundial se realize sem armas de guerra.

    Provém isso de pontos opostos que eles ignoram da Bíblia: As promessas de Deus. Gênesses 26. 2, 3, 4: “Multiplicarei a tua descendência como as estrelas do céus e lhe darei todas estas terras.  

    (Apocalipse. 5:7): O sangue de Jesus comprou para Deus homens de toda tribo e povo e nação; e para o nosso Deus os fizeste reis e sacerdotes; e eles reinarão sobre a terra. – Todavia, está ocorrendo na conversão das nações que, como oferta a idolos, se perde a produção na forma exterior (divida) de inversão (+ 1= –4), pela qual o governante do nosso país é obrigado a dar conta como um idólatra a deuses estrangeiros.

    Se o reino das sombras está ocupando esta posição de senhor do mundo externo (o investimento), cobrando o preço pela existência das pessoas e objetos; seria apenas imaginação dizer que só Jesus pagou o nosso preço para ser nosso único SENHOR E SALVADOR???!!!

    Estamos assim diante de duas promessas e duas situações de remissão que exigem um espaço aberto.

    Tudo depende de alguém que busque sabedoria e entendimento para que se cumpra estas profecias. Diz a palavra: Eu sou o SENHOR, teu Deus – “Eu os ensino para o seu próprio  bem  e  os  guio  no  caminho que devem seguir” (Isaias 48:17).          

    O sangue de Jesus resgata o propósito da concessão do crédito moral à ciência, para reconhecer-lhe a amplitude obrigatória da fé (função de atribuir sentido à existência de fatos que não se veem) porque Ele formulou pela palavra de Deus os valores em que todos se baseam no futuro como provas do pensamento que os povos precisam apenas creditar o senhorio do seu Espírito a potência de espírito de Deus, além da corporeidade.

    Efésios 3. 14: “Por esta causa, me ponho de joelhos diante do Pai, de quem toma o nome o nome de toda família, tanto no céu como na terra, para que, segundo a riqueza glória, vos conceda que sejais fortalecidos com poder, mediante o seu Espírito no homem interior”.

  18. A.A. não confia em ninguém com mais de trinta anos

    Quanto deboche! Parabéns pra quem, cara-pálida?   Iraque, Afeganistão, Palestina e Líbia em ruínas (conheçam a sequência vídeo para sempre infame onde a Clinton diz ”viemos, vimos, ele morreu”, e ri, cacarejante: https://www.youtube.com/watch?v=Fgcd1ghag5Y ) —   Nações inteiras da Indochina foram empurradas de volta à Idade da Pedra. Vietnã, Cambodia, Laos – milhões de toneladas de bombas despejadas sobre eles, arruinando países que nasciam; martirizaram mulheres, crianças, búfalos d’água – milhões de seres vivos, animais e vegetais, foram exterminados. Nada de pedido de desculpas, nada de admissão das culpas, nada de compensações às vítimas. Indonésia, líder do mundo dos não alinhados, com imenso Partido Comunista constitucional, foi destruída no golpe de 1965, por uma aliança entre governos ocidentais, militares indonésios fascistas e elites locais. Cerca de 3 milhões de pessoas martirizadas. Duas bombas atômicas sobre civis japoneses a titulo puramente demonstrativo. A América Latina, violentada várias vezes, do México à Argentina. Ao longo de anos, décadas, séculos. Praticamente todos os países da América Central e da América do Sul, além do Caribe, foram destruídos e devastados em algum momento da história, pela ação terrorista da “Doutrina Monroe” (os EUA por serem a maior potência militar da Terra são indiscutivelmente os mais covardes. Como reconheceu Chomsky, quanto mais fraco for o país desobediente mais cruenta será a reação da Casa Branca). Os mais recentes golpes contra governos progressistas (Venezuela, Honduras e Paraguai) aconteceram já sob o comando do Baback Obomba. E continuam. Nesse post o André Araujo justificou as ”as causas”. No próximo esse proxeneta de terceira categoria vai explicar a mesma coisa com o ”paradoxo de Niebuhr”. Vou aguardar.

    Pior que um pária fascista declarado só mesmo um pária fascista inrrustido, debochado, como o André Araujo (A.A). Tudo o que ele escreve seria apenas papo furado se não fosse o vira-latismo dissimulado. Ele me faz lembrar os versos do Marcos Valle ”não confio em ninguém com mais de trinta anos”. Ele também não confia em ninguém com mais de trinta anos porque é um sabotador cultural, que se vale dos desatentos e desinformados, de preferência os mais jovens. André Araujo é um inimigo público.

    Muitos jovens não ouviram falar do Edward Bernays, o mais influente utilizador das teorias de Freud sobre a mente inconsciente para sujeitar e controlar as massas. A história dele começou em 1917: os EUA declararam guerra à Áustria e aos outros países da Tríplice Aliança e  convidaram ele (era austríaco e parente do Freud) pra participar do Comitê de Informação Pública criado com o objetivo de ”divulgar à população o esforço de guerra em promover a democracia em todo o mundo” (Sic).  Com apenas 27 anos, Bernays acompanhou Woodrow Wilson na conferência de paz em Paris e fez bonito. Na viagem de volta, sacou que a propaganda, tão efetiva nos tempos de guerra, renderia ainda mais em tempos de paz e passou a oferecer seus serviços de Relações Públicas (PR), profissão que ele acabara de inventar. Vale citar alguma passagens do Bernays para melhor enquadrar o sabotador cultural A.Araujo.

    Bernays era convicto de poder empregar as ideias da psicanálise na solução de problemas de consumo. Exemplar foi o caso da empresa de massa pronta para bolos, que vendia pouco e pediu-lhe conselho. Lendo as instruções da caixa, ele simplesmente teria dito: “acrescentem um ovo à receita”. As vendas cresceram de forma surpreendente, mas o segredo foi revelado somente anos depois. Bernays havia intuído que as donas-de-casa seriam inconscientemente tomadas de culpa por oferecer à familia um bolo no qual elas nada fizeram. Acrescentando um ovo, representação da fertilidade, tal problema foi eliminado e as vendas dispararam. Outros dois casos famosos foram a maldita campanha para estimular as mulheres a fumar e a campanha ainda mais nociva, para aumentar a venda de carne suína: Bernays inventou ovos com bacon no café da manhã, o ”breakfast”, evocando a tradição (ninguém tinha comido bacon com ovos antes!) do verdadeiro patriota americano. Hoje conhecemos o drama da saúde dos estadunidenses provocados por ele. Até mesmo no aspecto estético, que um nosso compositor de música caipira descreveu muito bem no ”cú tipo americano”, referindo-se aos obesos de todas as idades.

    Bernays  teve também papel importante no golpe da CIA  que derrubou Arbenz, eleito para promover a reforma agrária em terras da United Fruit Company. Eisenhower e Dulles advertiram que a segurança dos EUA estavam em jogo (as causas). Um memorando da CIA, de 1952, descreveu a situação “adversa” devido à defesa das reformas sociais e da política nacionalista. Mobilizavam-se camponeses minando o poder dos latifundiários. Então, a CIA deu o golpe. A Guatemala transformou-se num campo de exterminio que é até hoje. A ajuda militar continuou a mesma até mesmo sob o governo dos “direitos humanos” de Carter. Com Reagan, o apoio ao genocídio tornou-se fanático. O mais radical dos Hitlers guatemaltecos, Rios Montt, foi saudado por Reagan como um homem totalmente dedicado à democracia. No início dos anos 1980, os amigos de Washington trucidaram dezenas de milhares de guatemaltecos, a maioria índios do planalto, além de outros incontáveis casos de pessoas torturadas e violentadas. Grandes regiões foram dizimadas.

    Enquanto isso, os livros de Bernays eram lidos por empresários, publicitários, jornalistas, intelectuais e fomentaram discussões a respeito das massas participarem dos processos políticos. Bernays pensou na “engenharia do consentimento” como a solução. A impossibilidade de uma educação alargada capaz de incutir na multidão um verdadeiro juízo político esclarecido, haviam alterado a concepção democrática clássica. Tal mutação justificava o uso da engenharia do consentimento por políticos que, por meio de técnicas psicológicas e de comunicação deveriam produzir entre as massas um genuíno sentimento de sociedade. Bernays acreditava poder convencer as massas a abandonarem sua agressividade primária e perseguirem um fim socialmente desejável, em um sistema sintonizado com suas necessidades de consumo e felicidade. Livrando as pessoas das frustrações diárias e controlando o desejo irracional por meio da engenharia do consentimento, os políticos e empresários eliminariam as perturbações sociais sob um constante bem-estar e prazer.

    Bernays chamava isso de liberdade de persuadir e sugestionar. A engenharia do consentimento devia ser baseada no entendimento daqueles sobre os quais deseja se impor. Mas às vezes não dá. O adulto estadunidense médio possui escolaridade insuficiente. Com a pressão de crises e decisões a serem tomadas, um líder não pode esperar que o povo atinja um nível geral de entendimento. Em certos casos, os líderes devem guiar o público, por meio da engenharia do consentimento que pode até complementar o processo educacional. Se os padrões educacionais mais altos prevalecessem e o entendimento fosse alcançado, essa abordagem ainda assim conservaria seu valor. Mesmo em uma sociedade de padrão educacional perfeito, o progresso igualitário jamais será obtido; haverá sempre defasagens, debilidades com a engenharia do consentimento confirmando sua essencialidade. No Brasil, o trabalho desses sabotadores culturais se explica na engenharia do consentimento com a agravante de um contexto social muito mais defasado e débil. O textos banais do André Araujo são pensados para impedir que o seu público alvo desenvolva qualquer atividade de leitura crítica dos fatos.

    Umberto Eco escreveu no artigo ”Não deixem o cidadão tranquilo sair do útero”, publicado em 1971:  Verão brabo, o termômetro nas alturas, as primeiras páginas dos jornais exibem títulos garrafais tipo ”Roma, sol de trincar o capacete”, ”Roma cidade deserta”, coisa que os romanos já sabem. Não é por falta de notícias. A razão desse procedimento depende daquilo que passou a ser um teorema no mundo da comunicação de massa: os jornais vendem quando dizem aos leitores o que eles já sabem. E’ confortante. O leitor não entra em crise, se diverte, vê ratificada a própria opinião. A segunda razão é ainda mais interessante: aumenta a credibilidade do jornal. Se leio que o sol é de trincar o capacete, a primeira reação é a de pensar ”é verdade”. Aquele jornal me diz como estão as coisas e institivamente, visto que o meu reconhecimento de veridicidade ocupa cinco colunas de uma pagina, sou levado a pensar que todas as demais notícias sejam verdadeiras. E o jornal continuará a repetir dizendo o que já disse no dia anterior, sem turbar o meu equilibrio moral e politíco.»

    1. parabens

      Cara, voce leu o ultimo paragrafo, ironico de passagem, e o tomou pelo todo.

      Releia o que o AA escreveu e compare com sua critica aos EUA. Ou então desenhe para que possamos entender pois voce se  aprofundou onde existe apenas uma poça dagua.

      1. TINA (relaxe e goze)

        TINA é acronimo que esta para There Is No Alternative (Não há alternativa), slogan politico da Tatcher.

        Significa que não há alternativa às leis do mercado, ao capitalismo, ao neoliberalismo e à globalização,

        os quais, afinal, seriam não só necessários mas benéficos. Da mesma forma, não existiria alternativa

        ao próprio thatcherismo; logo, não haveria por que consultar os cidadãos. (Wiki)

        Araujo fez uma aparente ironia. Ele passa a mensagem que não adianta reclamar: em nome da ”causa”

        voltaram a reconquistar o Brasil. Parabéns! (temos que aceitar as causas da Lunatic White House).

        Parabéns é o cacete.

        1. Realmente é perigoso usar a

          Realmente é perigoso usar a ironia, como diz o Mino Carta. Até pessoas bem informadas e bem articuladas podem entendê-la como coisa séria.

      2. roberto S

        Citei um artigo do Humberto Eco que serve pra entender onde está o dolo do André Araujo: «os jornais vendem quando dizem aos leitores o que eles já sabem. O leitor vê ratificada a própria opinião. Sou levado a pensar que tudo naquele jornal é verdadeiro.» A.A.discorreu sobre coisas sabidas pra ”ironizar” com a reconquista. A.A. inspirou-se no caso do Dr. Jekyll e do Mr. Hyde pra conceber a sua ideia de Estado.

        Diz AA: «A JUSTIÇA é um interesse de causa, não de Estado.» Errado. O Estado é o garante; a justiça é de seu máximo interesse. Essa inversão esconde a intenção dolosa do André Araujo. Ele quer que aceitemos resignados a arrogancia do Estado. Posição típica de um sindacalista patronal com vistas a alterar tendências de opinião.

        Martin Luther King (MLK) movimentou as massas. Até o oportunista Bob Kennedy aderiu à causa. Quando MKL percebeu que o problema era o sistema (redistribuição da renda), levou um teco e foi pra junto do Senhor (que é branco). Moral da estória: se aceitarmos o que diz AA, temos que pegar a marmita e voltar pra casa resignados. Mas quem reconhecer no Estado o garante da justiça, deixa a marmita de lado e vai exigir mudança do sistema.

    2. Cara

      Eu fico agora pensando o que você escreveu se é conhecimento mesmo seu ou pesquisa de última hora para resposder o artigo.

      Para você não ter entendido o artigo, e se resumir ao último paragrafo para deitar rolação de tudo aquilo que nós já sabemos o que os EUA fazem como estratégia da sua geopolítica mundial, foi pura perda do meu tempo em ler o seu comentário e que corrobora com o que A. A. escreveu.

  19. Os Estados Unidos têm um

    Os Estados Unidos têm um projeto nacional e internacional declarado e explicitamente hegemônico, hoje sintetizado na frase full espectrum dominance (dominação de espectro total), isto é,  seu objetivo é estabelecer e manter a hegemonia americana, sob o manto ideológico da defesa de valores universais, qie, aliás, seguem apenas na medida de sua conveniência, como comprovam as práticas de assassinatos seletivos, a utiilização de drones, e a escuta ilegal de todos os meios de comunicação, em todos os países

  20. Mas não se esqueçam da quinta coluna.

    O ponto central da divulgação constante da superioridade americana e em geral estrangeira no Brasil é feita cotidianamente por alguns mercenários, que através da imprensa , e da midia escrita  destroem todo o tempo a história do Brasil . Estes são o braço armado da propaganda que defende a nossa submissão.

    Como imaginar uma imprensa que diante de tudo que esta acontecendo no país, jamais citou o episódio da NSA, com suas escutas, na presidência , no senado, nas industrias, na petrobrás, na eletronuclear. Uma imprensa que minimizou todo o tempo o episódio não pode estar bem intencionada. Seus donos agoram moram na terra do tio Sam.  Esta mesma imprensa que manda uma jornalista diminuir o país em plena Casa Branca.  Uma imprensa que contrata Mainardis , Blinders e outros para todo dia falar mal do país, num programa sugestivo , chamado de Manhatan Connection onde ofensas ao povo brasileiro são tratadas como piada. E qualquer menção é pejorativamente chamada de teoria da conspiração.

    Mas existe ainda o pior, que são os  blocos parlamentares, que sao virtualmente pagos , como o foram no golpe de 64. Só leremos sobre isto quando os documentos  secretos forem abertos.   São estes que através da pauta bomba estão entregando o país. O maior trunfo  é de fato uma casta que desde as caravelas pensam este país apenas como um lugar para espoliar. O que pretendem é depois do roubo  voltar para a Europa ou para a Flórida.

    Em 64 pediram  a presença da frota americana, mas ao final bastou o grupo de mercenários no congresso e meia duzia de generais. Veremos se isto será sufciente. Esta direita só existe enquanto tem o controle sobre as instituições ou sobre as armas. No meio do caminho procuradores municiam as cortes americanas para destruir o nosso maior patrimonio. E ousarão dizer que quem fez isto foram os brasileiros.

    O exército de ocupação americano já está aqui faz bastante tempo. 

    1. Bem lembrado

      São raros o que citam a NSA. O J. Carlos de Assis citou recentemente aqui nesse blog :”Nossos promotores, junto com o juiz Moro, devem ter recebido de bandeja da Justiça norte-americana a base das investigações que viriam a chamar-se Lava Jato.” Na minha opinião o governo estadunidense esperou o momento para destabilizar o Brasil. Se o presidente fosse o Serra eles continuariam fazendo o que fizeram no tempo do FHC (imagine com deve ter sido no tempo do Collor).

  21. A Bem Da Verdade…

    …ON

    É a mais pura verdade. E, para perpetrar muitas destas malvadezas, a CIA planejou altos estratagemas, vejamos:

      – Colocou vários LADRÕES (já condenados) para dilapidar, roubar e sucatear a maior empresa brasileira.

      – Obrigou, sob tortura, os dirigentes desta mesma empresa a comprar duas refinarias SUCATEADAS – prejuízo de U$ 2 bilhões cada – no Texas e no Japão que, agora, ninguém no mundo quer comprar, nem a preço de banana.

      – Colocou dirigentes tão incompetentes nesta estatal que ela (a estatal) acabou por levar do CARF uma multa de R$ 7,3 bilhões.

      – Obrigou a Petrobras a gastar R$ 3 bilhões em projetos para duas refinarias no Maranhão e no Ceará.

     

    Já a NSA urdiu um plano maléfico e obrigou o governo a colocar como líder do senado o boquirroto – hoje – Delcídio Amaral (o Ema) para, com um petardo de 400 paginas, ameaçar colocar governantes passados, presentes e futuros na cadeia.

    A malévola NSA deve estar, também, administrando, secretamente, potentes drogas que retiram de nossa presidente e de seus ministros a capacidade de ter a mais mediocre das idéias para nos tirar da crise.

     

    …OFF

     

    Amigo, é muita cascata para um cidadão só…

    1. A bem da verdade

      Se você acredita em tudo que escreveu fica parecendo que você esteve fora do Brasil pelo menos nos últimos 50 anos, ou então gosta de escrever ficção!

  22. Chororo da Rede Globo

    Caro André, 

    Hoje dois colunistas da Globo fizeram uma chamada para a intervenção militar. Acredito que foi chororo! Explico…

    Quem acompanha as manifestações em sites ligados a militares sabe que eles veem as forças políticas do país da seguinte forma: o PT eh corrupto, o PSDB eh entreguista e também corrupto,  a Marina Silva não querem nem pintada. Quanto a Dilma apareceu post que dizia que ela era o menor de todos os problemas…

    Eles sabem o que eh  a Lava Jato. Sabem o que está por trás,  como você expõem em seus posts. Eles sabem também que a Globo eh a garantidora do que está sendo construído pela Lava Jato.

    As Forças Armadas estão tendo o seu projeto de modernização comprometido de forma quase irremediável,  se a situação continuar da forma que está. O Moro e a PF entraram no projeto de construção do submarino nuclear e no domínio da tecnologia de enriquecimento de urânio,  segredos guardados a sete chaves. Eles prenderam o Almirante Otto,  o pai do projeto de desenvolvimento de energia nuclear brasileiro. E isso ocorreu com o apoio da Globo.

    Vale a pena uma pesquisa na internet e ver a cronologia dos seguintes fatos: prisão do Almirante Otto e uma matéria no programa Fantástico que denunciava pessoas do Exército possivelmente envolvidas em um esquema de liberação de material usado para blindagem de automóveis. Se não me engano isso ocorreu alguns dias após a prisao do Almirante Otto.  No período que se seguiu a prisão do Almirante ocorreram manifestaçoes de militares protestando sobre a prisão e sobre a entrada em área tão sensível. Após algumas manifestações a Globo aparece com a reportagem sobre possível envolvimento de militares no caso de liberacao de material de blindagem usado em automoveis. Aquilo foi um “TIRO DE ADVERTENCIA” dado pela Globo para proteger a equipe da Lava Jato.

    Daí a dizer que os artigos dos colunistas da Globo eh chororo. Os militares não vão dar respaldo a quem trai o país. A Globo neste momento representa o entreguismo puro – TRAICAO  A PÁTRIA. 

    Além disso, neste momento, também mostram-se covardes! Deram início a um golpe e agora tentam por os militares a seu lado. Não vai dar certo.

    Detalhe: no artigo do Noblat ele fala que os comandantes militares ligaram para todos os Estados, menos aqueles  compostos por petistas.  Os Generais jamais fariam isso, eles entendem sua funcao constitucional. Ligariam para todos.

    Abc

     

     

    1. A Globo, dada sua importância

      A Globo, dada sua importância política estratégica na feitura de cabeças de brasileiros sobretudo de classe média, adquiriu importância também geopolítica. É bem possível que a espionagem americana, que vem monitorando tim tim por tim tim toda a corrrupção no Brasil para posterior uso político, e que com este acervo de informações teria feito disparar ou turbinar a Lava Jato sobre a Petrobras, estendendo-a em seguida a outros pontos estratégicos do país, não apenas em energia e engenharia, mas também no sensível âmbito nuclear, é bem possível que esta espionagem possa, se lhe convier, até abastecer com informações sobre as Forças Armadas a rede Globo e outros meios de comunicação semi-nacionais, visando enfraquecer e desmoralizar aquelas forças. É incrível o nível de compartilhamento de informação desta Lava Jato com setores de mídia de massas, como acaba de acontecer com a quase prisão do Lula, que vários jornalistas sabiam e tinham o compromisso de se manterem calados.  Como poderemos ser uma potência se nossa proteção contra espionagem é inexistente? E se não temos uma imprensa mínimamente independente? Dentro deste contexto bem que a Globo poderia disparar tiros de advertência para manter as forças armadas à distância, enquanto lavajatistas fuçavam projetos estratégicos do Brasil e tentavam até fuçar e requisitar papéis estratégicos de posse do Almirante Othon. O Almirante não é um corrupto, é um nacionalista, um empreendedor e um cientista de primeira grandeza.Foram longe, longe, muito longe demais. Gozado é que agora, que estão sentindo um pouco de calor que movimentos populares estão fazendo em seu cangote, jornalistas da Globo começam a ameaçar os manifestantes com o uso das mesmas forças armadas, como se elas fossem uma guarda pretoriana destes entreguistas que, como é fácil ver, não gostam do Brasil, embora mandem seus seguidores cegos carregarem bandeiras nacionais. Não dá para rir, porque também não dá para chorar.

  23. Brasil colonia novamente

    Nada mais natural para uma classe social que adora ser colonia.

    Aconteceu na exploração do ouro, das pedras preciosas e agora do pré sal.

    É triste.

  24. Franciscopereira Neto

    Voce é pensador ”perde tempo”. Não é importante saber se faço pesquisa de última hora. O AA ofendeu a minha inteligência ao dizer que é civilizatória a ”causa” que predadores ensandecidos perseguem no mundo; e que devo aceitá-la resignado. Aliás, tenho a impressão que a mensagem subliminar do texto dele é essa: a ”reconquista benfazeja” do tipo tava na hora, parabéns EUA!.

    Ele fala de ”causas”; eu aponto consequências das causas que sempre perseguiram. Os EUA são historicamente incapazes de estabelecer qualquer tipo de relação de equilíbrio e igualdade com quem quer que seja – tanto nas questões globais como nas questões que outros países considerem vitais para seus interesses. Não existe precedente histórico. Para saber de quem estamos falando é preciso saber que desde a fundação em 1776, os EUA não passaram jamais uma década inteira, que fosse, sem carnificina. Eles já viveram 222 anos, dos quase 240 de existência, na matança.

    Diz AA: ”Os EUA são o maior exemplo na história contemporânea da prevalência do Estado sobre causas”.                  Falso.O Estado constituiu-se para perseguir causas; não tem sentido falar de prevalência de um sobre o outro.

    Diz AA: ”O Estado pode ser corrupto, violento e criminoso”.                                                                                                 Certo. Mas ele não explica que é a classe que governa que o faz corrupto, violento, criminoso, valendo-se da força do Estado para matar, roubar, espiar, falsificar, corromper, etc.  Baback Obunda, mestre em direito constitucional (!), devassa a privacidade dos estadunidenses 24 horas por dia, 7 dias por semana; devassa as comunicações reservadas de empresas e chefes de Estado para levar vantagem e chantagear. Toda semana ele autoriza drones contra pessoas por ”justa causa”. Baback falou da ”exepcionalidade”dos EUA. De fato, os EUA são excepcionais no crime, na agressão, na mentira, na fraude, na corrupção, na covardia, na provocação, na destruição, na poluição e no terrorismo. O poder militar dos EUA consumiu 13 anos combatendo ilegalmente pastores de cabras em cavernas no Afeganistão, num conflito que, sem querer ofender os pastores, pode ser declarado ”pau a pau” (rs rs). Agora a Lunatic Asylum Whitehouse, quer derrubar Putin (rsrs rs). —  Diga-se de passagem que o Nobel da Paz (Paz) chegou a manifestar publicamente o pervertido prazer de estar “desmontando décadas de genuíno progresso” russo, e de ter tornado “uma já fraca economia russa, ainda mais fraca”  —  Agora, consumados imbecis enlouquecidamente agarrados à ”causas universais” querem detonar a Rússia, redesenhar o mapa do Oriente Médio, controlar  o fluxo de petróleo e gás do Oriente Médio, controlar a China com rédea curta, acabar com os BRICS, ficar com o pré-sal, e etc. (rs rs rs).

    AA escreveu:
    ”a CIA criou o Banco do Vaticano pra financiar a DC”.                                                                                                          Falso. Não foi pra financiar a DC, foi pra financiar a ”causa” da querra sem quarteirão contra o Partido Comunista Italiano (PCI) . O jornalista Jason Berry passou mais de 25 anos investigando esse caso e escreveu sobre isso: «Em plena Segunda Guerra Mundial (1942) a CIA já transferia grandes somas para o Banco do Vaticano (IOR). O PCI buscava o poder nas eleições de 1948. Paralelamente houve uma grande campanha nos EUA da qual até o Sinatra participou, para financiar a DC. Este foi o começo da história do dinheiro dos serviços de inteligência estadunidenses para o IOR.»

    Parágrafo dedicado aos meus compatriotas complexados e vira-latas:
    «Os EUA comemoraram o centenário de sua independência em meio a escândalos da administração Ulysses Grant. Se na década de 1850, muitas fortunas se formaram pela fraude e pela corrupção, a plutocracia que ascendeu com a guerra civil, superou todos os recordes de defraudações e ladroeiras e maracutaias. O decoro desaparecera. Deputados, Senadores, Secretários de Estado usufruiam das novas leis que criavam. Eram eles os próprios traficantes e especuladores. Aos seus interesses o Estado servia, descaradamente, como nunca se viu em qualquer outra época. Os novos ricos interessavam-se pelo Governo na medida que esse tinha favores para lhos dispensar. O caso do general Webb, que extorquiu dinheiro do Governo do Império, refletiu, numa escala muito pequena, aquela atmosfera de golpes financeiros, de enriquecimento ilícito que se acentuara depois da Guerra Civil. Falcatruas enormes apareciam, a cada passo. O Ministro Robert Schenk, que servia na Inglaterra e também estivera no Brasil, envolveu-se na trapaça da mina de Emma. O Almirante Robeson, Secretário da Marinha, vendeu concessões a fornecedores e acumulou imensa fortuna de milhares de dólares. Babcock, secretário particular do Presidente Grant, e outros funcionários lesaram o Tesouro com as operações clandestinas do Whiskey Ring. Em 1876 descobriu-se que W.W. Belknap, Secretário da Guerra, vendera cargos do Exército, ganhando 24.450 dólares». Fonte:  Moniz Bandeira.  
    Nota: O general Ulysses S. Grant, além de corrupto, foi um gaffeur legendário; visitando Veneza, explicou aos descendentes do Dogi que poderia até ser uma cidade bonita se fosse dragada. Os EUA continuam sendo dominados pela mesma plutocracia.

    AA escreveu:
    ”Entre 1890 e 1900, 10.000 pastores protestantes americanos entraram na China com objetivo político”.                      Acredito. O Brasil teve sorte pior. No Oficio de 6-8- 1849, Sérgio Teixeira de Macedo, representante do Império nos EUA, desabafa ao Visconde de Olinda: ”não há um só país civilizado onde a idéia de provocações e de guerras seja tão popular como no governo deles”. Era a época das expedições de filibusteiros contra os países do continente, apoiadas pela Casa Branca. A tentativa de introduzir estadunidenses na Amazonia datava de 1848  —  no carinho ou na porrada. Na edição de fevereiro de 1854 o Correio Mercantil  publicou um documento da Convenção de Menfis que passava a diretiva: ”Peacebly if we can, forcibly if we must”. No ano seguinte o Secretário de Estado W. Marcy despachou um xará com os termos de ultimatum: ”vai lá e diz que nós quer passe libre in Amazonia. Now”. O Império não se intimidou. Sabia desde o início que o maior perigo não era militar, era a infiltração. Os Filibustas tentaram ainda, sem sucesso. Nasceu então o primeiro movimento antiamericano no Brasil. O Tenemte Maury, desesperado, lançou a idéia de transferir na Amazonia grande parte da torcida ante litteram do Flamengo, libertada pela guerra civil. Não vingou. Mas a maldição já estava a caminho.

    Iniciaram-se cabeças-de-ponte com missões religiosas; os Epsicopatas chegaram em 1859, os presbiopitas, em 1862 e o mermão Nash Morton fundou, por volta de 1869, a primeira escola denominata Colégio Internacional. Daí pra frente virou festa. Nash Norton abriu filiais, o mermão Chamberlain não deixou por menos, o mermão Granberry também, o companheiro E.R. Hendricks armou o circo em Ribeirão Preto. Nem a Zika teve um surto maior. Não existia mais um cantinho onde não fosse encontrado um bróder. Era o plot de Invasion of the body snatchers antecipado de 100 anos. Mas  o pior fora reservado para o inicio de 1958. Kennedy temia os nordestinos, conhecera-os na competência, na fibra, na envergadura moral dos Furtado, dos Arraes, dos Julião. O Zé Carioca do Disney não podia ilustrar páginas do Euclides da Cunha. Autorizou a infiltração dos boinas verdes como medida preventiva. O Departamento de Estado começou a solicitar ao Itamarati vistos para os green barrets que entravam nos mais diferentes disfarces (pastores, comerciantes, Corpos de Paz, professores, estudantes, pesquisadores, etc. (em 1963 havia mais de quatro mil vistos concedidos, alarmando o Itamarati). Os nordestinos não sabiam que conviviam com seu algozes no caso de revolta o golpe militar. Com um daqueles pastores protestantes entrou o menino Arto Lindsey. O Brasil não merecia mais esse fardo.
     

    1. O texto é critico aos EUA no

      O texto é critico aos EUA no uso da  instrumentalização de causas como arma geopolitica, não há qualquer elogio como pretende o comentarista.

  25. O que é mais trágico não é os

    O que é mais trágico não é os EUA agirem como agem. Isso é o manual de qualquer império que foi minimamente durável. O trágico dos trágicos é ter uma elite tão preguiçosa, míope, que o único projeto é só ter o bem bom sem risco ( bancarrote Blues, do Chibo Buarque, a descreve muito bem ). E aí dá inveja você ver nações muitíssimo mais pobres do que o Brasil  que lutaram contra uma invasão não só ideológica,  como a que o Brasil sofre hoje,, mas militar dos americanos, levando bombas, balas, humilhações – sendo o caso mais emblemático o Vietnã. Daqui 200 anos, seTrump e Kim permitirem que haja ser humano (rs), se lembrarão do Vietnã e seu povo que enfrentou os americanos, enquanto se perguntarão = “Brasil, o que é isso – nome de fruta?” 

     

     

  26. Não há astúcia e menos ainda

    Não há astúcia e menos ainda sabedoria na posição política dos EUA. O que há é truculência, hostilidade contra qualquer um que, buscando o próprio bem, ofereça, mesmo sem querer, ameaça ao domínio dos EUA. Foi assim com a Inglaterra, está sendo assim agora. Imagine o que seria dos EUA se não fosse pela força das armas de fogo. Convenceriam apenas na base do marketing, convenceriam, se não fosse pela imposição de medo e terror, a povos que buscam sua autonomia, independência, soberania de que devem abrir mã de si mesmos? Óbvio que não.

    Elegância, astúcia e sabedoria têm os chineses, por exemplo, não os estúpidos “americanos”.

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