Juristas ingleses acusam Lava Jato de ferir princípios Constitucionais

The Sunday Times publicou reportagem de uma página sobre a Lava Jato.

Diz o jornal que Sérgio Moro é visto como um herói do povo, capa de revistas.

Na semana passada, segundo a revista, houve o maior golpe de Moro, a prisão do “banqueiro bilionário” André Esteves, do fazendeiro José Carlos Bumlai e do senador líder do governo Dilma Rousseff Delcídio do Amaral.

A operação transcendeu a Lava Jato para incluir contratos de construção para os Jogos Olímpicos do Rio, no próximo ano. A reportagem especula sobre as intenções políticas de Moro e depois entra nas suas táticas de investigação, dele e de “sua jovem equipe de procuradores”.

A reportagem ouve um advogado que diz que Moro e sua equipe são intocáveis, inclusive nos métodos utilizados. Lembra “um punhado de líderes empresariais politicamente conectados presos durante meses sem julgamento”. E menciona as denúncias “supostamente vazadas para a imprensa antes mesmo que os acusados tenham sido informados”.

A reportagem acusa os procuradores de tentar intimidar suspeitos com barganhas em troca de sua liberdade.

Menciona um parecer elaboradora pela Blackstone Chambergs, de Londres, sugerindo que o comportamento dos procuradores pode ser uma violação da Constituição do Brasil e de vários tratados internacionais.

Os advogados britânicos, especialistas em direitos humanos, ressaltaram que não estão analisando nenhum caso individual, mas levantando preocupações de que “princípios fundamentais da liberdade e da presunção de inocência foram minados pela investigação de Moro”.

Sustenta que a maioria das 75 condenações foram fruto de ofertas de barganha com réus. Lembra que “Marcelo Odebrecht, diretor da construção império Odebrecht – uma das principais empresas no centro da investigação – está na cadeia desde junho sem julgamento”.

Leia também:  Na Suíça, procuradores são afastados por suspeita de parcialidade

Diz que no governo Lula a Odebrecht ganhou contratos no exterior e ele ficou amigo de Lula e que as investigações tentam saber se Lula influenciou o BNDES para conceder empréstimos baratos à Odebrecht.

Finalmente reclama que a punição está sendo mais severa para os empresários do que para os políticos.

Veja a matéria a seguir, em anexo:
 

Você pode fazer o Jornal GGN ser cada vez melhor

Assine e faça parte desta caminhada para que ele se torne um veículo cada vez mais respeitado e forte.

Assine agora

36 comentários

  1. A quantidade de aberrações

    A quantidade de aberrações jurídicas e violações constitucionais produzidas pela República de Londrina (ou Paraná, se preferirem), são tantas que já chamam a atenção da imprensa mundial. Some-se à isso o comportamento da mídia corporativa brasileira que tenta dar legitimidade a essa bandalheira jurídica sem precedentes no mundo.

    A caixa preta do judiciário foi arrombada e o que saiu de lá é pior do que Pandora.

     

  2. supersuper de araque

    Nassif,

    Este sim, é o superfantoche que a maioria se recusa a perceber. Este é o pilantra que admite duas ou mais delações da mesma pessoa, aberração ainda não considerada pelo Direito, mas amplamente considerada pelo supersuper de araque.

    E ainda tem gente que acredita nesta figuraça, que demonstra acreditar ser capaz de, ao lado daqueles procuradores idiotizados, terminar com a corrupção no país, só mesmo rindo – as licitações para a execução de obras públicas continuam a ocorrer de norte a sul do país , mas esqueceram de avisar a este grupo de mosqueteiros tupiniquins.

    Quanto ao megaprejuízo $$$ que estes irresponsáveis  já provocaram ao país, ah !!, vamos tratar de jogar isto prá debaixo do tapete.

    Agora, só resta aos fanáticos avacalhar com o jornal inglês e aplaudir o Bonner.

  3.  O QUE ACONTECE COM O

     O QUE ACONTECE COM O BRASIL

    Por causa do absorvimento de fundamentos da PF, MPF, STF, Congresso Nacional, BC, Mídia, sua turba não infere a forma da propriedade privada e se subjugam à conversões de opressores capitalistas.

    A fraude na legislação da soberania {que devia receber a herança das premissas da liberdade} como se fosse mistério transcendente e suscetível entre poderes independentes é o fator principal que torna cada vez mais difícil refrear a Lava Jato, por uma ordem para parar com os desmandos que servem de modelo anacrônico para as crises.

    Restou ao governo central destinar-se às funções de hierarquia de responsabilidades falsas e definir os postos mais altos por resultados deturpados dos agentes do mercado.

    Todos se manifestam como estrangeiros que estivessem procurando uma pátria; e na verdade não se lembrassem de onde saíram, e teriam oportunidade de voltar.

    Segundo o engendramento pelo Império Americano, nossa base econômica fica impedida de inaugurar condições de vida digna; e, assim, pela classe dominante (especuladores internacionais)  segue-se no rasto do dólar com o qual aderem ao projeto de um poder mundial.

    Na realidade, essa corrupção da consciência é a planta da base antiga de Abrão; portanto, numa nova base, o Estado murcha inumerável, depois de florir para o investimento externo.

    O ponto de florescimento que ninguém deteria consiste em metamorfosear as mudanças do dinheiro, a fim de ir para um lugar que devia receber por herança; e partiu sem saber aonde ia.*

    Digo isso, pois, se as riquezas são expropriadas pelo interesse estrangeiro, ao formar os movimentos do dinheiro; por outro lado, este se torna as partes que pertencerão a alguns bancos que multiplicam os bens pelo mero curso das conversões que criam a forma concreta de existirmos para eles.

    Em termos proféticos, querem que nos negue a faticidade de existir sem a concretização pré industrial???

    O nosso descaso amortecido com a soberania é tão grande que o governo não pode usar de palavras para corrigir os juros.

    A consciência dos políticos se ocultam num ponto cego, porque não têm força moral para colocar limites de valor para nossa geração de referência, como a quem a moeda presta contas. Quando muito o dinheiro poderia velar a nós próprios mortos vivos; portanto, a corrupção tem tudo haver com permitir a esterilidade econômica sobre a humana.

    Daí, a situação atual de crise notifica, incontestavelmente, que a expansão capitalista absorve duas fontes de valor e estabelece o seu reino usando a supra-histórica dos povos: o saber acumulado da sociedade, avançado em burlas sobre a soberania.

    Por conseguinte, formar a riqueza com integração da origem nacional é o único aspecto abstrato capaz de aniquilar a expropriação invisível do homem no seu país.

    Quanto a nós, precisamos de uma ressurreição moral em prol de voltar à origem das obras, na medida que o valor do trabalho requer o seu livre movimento encerrado na objetivação pública.

    *******

    Ressurreição moral:

    * Hebreus 11:8 – “a fim de ir para um lugar que devia receber por herança; e partiu sem saber aonde ia.

    *******

    Hebreus 12:14: Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor, atentando diligentemente, porque ninguém seja faltoso, separando-se da graça de Deus, nem haja alguma raiz de amargura que, brotando vos perturbe, e, por meio dela, muitos sejam contaminados; nem haja algum impuro ou profano, como foi Esaú, o qual, por um repasto, vendeu o seu direito de progenitura.

    Hebreus 13: 14 – “Na verdade, não temos aqui cidade permanente, mas buscamos a que há de vir.

    Hebreus 13:25 – “A graça seja com todos vós”.

  4. E o stf? Existe para que?

    E o stf? Existe para que? Para que sustentamos aquilo? O moro faz o que faz por que o restante do judiciario está paralisado, se a pessoa tem medo de exercer o cargo para o qual foi designada que fique em casa.

    • O resto não está paralisado,

      O resto não está paralisado, é collaborador, conivente ou omisso.

      Descobriram o caminho de Miami e aquela virou a capital de seu país, o patrao da maioria deles é USA. Os otários dos brasileiros servem para pagarem seus gordos salários. Nosso país só serve para ser sangrado por esses sanguessugas.

      Como 100% da elite corrupta latina, sangram seus paises, com o objetivo de uma Casa maravilhosa no centro do universo: Miami Beach, Boca Raton, West Palm Beach…….

      Joaquim Barbosa já está instalado lá.

  5. Enquanto isso…

    o que era uma previsão, se continuar no mesmo passo, levando-se em conta a falta de governo, vai se tornar realidade:

    Alcançar o Palácio do Planalto, mas somente a partir de 2003….

    “Prisão de senador petista faz Lava Jato avançar na direção do Planalto” (Correio do Povo)

    http://goo.gl/0FDTEi

    Um aviso sério foi dado!

    “houve um momento em que a maioria de nós brasileiros acreditou no mote de que a esperança tinha vencido o medo. Depois, nos deparamos com a ação penal 470 e descobrimos que o cinismo venceu a esperança. E agora parece se constatar que o escárnio venceu o cinismo”

    “Crime não vencerá a Justiça”

    Carmen Lúcia – Ministra do STF

    Nenhuma resposta foi replicada. O silêncio, a omissão e a inação continua e isso vai custar caro!

    O vacuo de poder não perdoa! Se não há reação, por medo ou absoluta incapacidade de compreender o que está ocorrendo, vão receber ‘no lombo’ tudo que praticamente estão pedindo pra levar!

  6. E o pior é que falam genericamente em brasileiros e Brasil

    Como parte de nossos políticos e  da mídia brasileira, o judiciário  se pensa único e poderoso dono de todos os espaços do mundo. Se fecham em seu mundo  e ursupam os poderes outorgados pelo povo.  N imprensa um editor até se vangloria das safadezas editoriais. Um político aparece na TV, mesmo depois de escancarada suas sem vergonhices .Nosso judiciaŕio se acha acima de tudo , e ultimamente , acima até da lei.  E a imprensa desconstruindo tudo  vem impingindo uma falsa legitimidade e uma falsa legalidade a um processo que vive de soltar e premiar  bandidos  confessos, e manter encarcerados suspeitos e muitos inocentes num unico objetivo que é a destruição de um projeto  de país. Para tanto tem-se que a todo custo destruir moralmente a fiigura máxima deste projeto:o presidente Lula.  Poderosos que ficaram longe do poder, querem uma vingança sem igual. Como nas histórias antigas  prometem que não vão deixar nada sobre o solo, e vão salgar a Terra. Mas são tão iimbecis que  ironicamente ao se sentirem tão a vontade, tão sem censura  exageram extrapolam  e de seu mundo pequeno nao vêm que o país esta num mundo maior. Não que se importem com o resto do mundo e não que o mundo se importe. Afinal, para fazer o que fazem venderam a alma ao diabo , a chevron e outros membros das trevas. E o pior é que tudo que ocorre agora vai ser jogada genericamente nas costas do brasileiro.

    • Me permita dizer que na minha

      Me permita dizer que na minha opinião vc se ennana quanto a finalidade desse movimento do aparato judiciario-policial.

      Não é a prisão do Lula em função de ajudar os tucanos. Carlos Lacerda achava que os militares iriam depor o Jango para entregar o Poder para ele, Lacerda. Enganou-se rendodamente. Ninguem faz golpe para outros. O objetivo é muioto maior.

      É um jogo de poder para dar o Poder ao Judiciario, como unica força pura para governar o Pais.Os cegos não enxergam,

      a começar pelo Senado que cometeu suicidio ao lavar as mãos sobre Delcidio. O problema não é o Delcidio, é o Poder absoluto do Judiciario sobre o Congresso.  O Senado se abaixou e aceitou o arreio. Renan e Jarbas, os dois senadores mais

      experientes viram isso com absoluta clareza mas foram vencidos. Se ACM fosse Presidente do Senado isso jamais aconteceria. ACM tinha plena noção do que é o Poder e veria onde o STF queria chegar.

      Patetica a intervenção do Sen.Aloisio Nunes ao entregar o colega numa bandeja e ainda com um discurso de elogios a Delcio,

      falso como uma nota de 7, não enxourgou o que estava em jogo ou enxergou e concordou.

      O papel do PT ao largar na estrada o comapnheiro e lider do Partido foi inqualificavel e ajudou o golpe em marcha.

       

      • Não penso que seja o

        Não penso que seja o Judiciário, quem comanda esse movimento é a mídia, respaldada por forças ocultas, para utilizar a expressão de Jânio Quadros.

        Basta ver como tudo teve início, com a denpuncia da Rede Globo contra o então ministro Ayres Britto. Conforme o Nassif já noticiou no blog, a sequência foiam as medidas tomadas por Britto para anular a Lei de Imprensa, dando liberdade total para a mídia fazer o que quisesse.

        Em segundo momento, houve outra campanha da mídia contra os juízes, na qual denunciavam seus salários elevados e denunciavam a aposentadoria com vencimentos integrais para magistrados envolvidos em irregularidades.

        O recado estava dado, o Judiciário foi acuado. Esse foi o cenário para a AP470, que podemos considerar, em termos de supressão de direitos e garantiais individuais, como o Patriot Act tupiniquim.

        Um indício de reação teve iniciação com as nomeações de, primeiramente, Zavascki e Barroso para o STF, e, mais recente, de Fachin, Notamos como o STF aparentava agir com moderação diante dos evidentes excessos do magistrado do Paraná. Exemplo disso o voto do ministro Zavascki, classificando como “medievalesca” a hipótese de se utilizar prisões preventivas como instrumento para se obter acordos de delação premiada.

        A reação teve continuidade com a promulgação da Lei de Direito de Resposta, do senador Roberto Requião, e a resposta foi imediata, com õ episódio Delcídio. Mais uma vez, o STF decidiu com a “faca no pescoço”, outra expressão clássica sobre o padrão de relacionamento que a mídia brasileira estabeleceu com os tribunais, e os ministros não tiveram outra escolha senão cruzar o Rubicão e determinar a prisão de um senador da República. Em sua entrevista recente para o Globo, o ministro Toffoli confirmou que os vazamentos das investigações foi o que mais causou preocupação aos ministros.

        Há notícias de que a PF está na posse de mais gravações de Delcídio, aparentemente com conversas com ministros do STF.

        Por que essas gravações não foram vazadas?

        A “faca no pescoço”(expressão do Lewandovski?) resume o momento político atual.

      • Você é um dos poucos que mata

        Você é um dos poucos que mata a charada, André. Moro pode até estar articulado com outras forças políticas e econômicas, mas mira o próprio umbigo. O Judiciário, aliás, o campo jurídico vem nessa marcha e não é de agora. Desde a Constituinte quando, por pressão das associações e do STF, instituiram a autonomia e independência que declaram poder absoluto ao Judiciário e ao MP. O buraco em que estamos entrando é muito maior do que a maioria imagina.

        Quanto aos senadores do PT, nove deles votaram contra a prisão, mesmo arriscando suas carreiras políticas. Do lado da direita, são criticados e chamados de bandidos com rabo preso; do lado da esquerda, de frouxos e covardes. Humberto Costa e Gleise Hofmann são dois deles. Ninguém considera que estavam a defender um Poder da República. 

      • Na mosca André!
        Desde que

        Na mosca André!

        Desde que começou a tal FICHA LIMPA, com o Demostenes a frente, acompanhado dos patetas do PSOL e do imbecil doMinistério da Justiça,  eu já avisava nesse Blog e a meus amigos que isso não iria prestar. Era uma questão de principio, um poder imperial como o Judiciário, jamais poderia controlar o voto popular.

        Ver jornalistas sérios, macacos velhos, defendendo essa baboseira quase como a salvação da pátria, dava desespero. Tinha a sensação que o  idiotice tinha se apoderado de bons jornalistas no Brasil.

        Justiça seja feita a Nassif, nunca o vi abraçar aquela bandeira como a salvação da pátria. Até hoje não lembro seu posicionamento, apesar de colocar o debate quase diariamente no Blog.

         

  7. Surto Garantista

    Já está dando na imprensa internacional??? A Lava Jato deve ter chegado perto do outro lado. Não nos admiremos se começar agora um surto garantista no Judiciário.

  8. Os ingleses nao sabem melhor do que nós.

    Corrupçao existe em todos os países e no Brasil nao seria diferente. As denúncias de corrupçao envolvendo vários partidos e políticos e em diversos estados da federaçao ocorrem há décadas e quase que diariamente, e com elas também sempre houve a suspeita de que a roubalheira seria maior do que se noticiava. Até aí nada novo. O componente novo é que a operaçao lava jato explícitou publicamente a sua real forma de atuaçao –  a seletividade,  o partidarismo e a parcialidade  para nortear o cumprimento da sua funçao pública ao escolherem deliberadamente seus alvos e assim desvirtuarem das suas funçoes ao arrepio da lei visando objetivo estranho às suas atribuiçoes constituiçoenais. Nesse sentido, agem sim como partido político. Outra novidade nao menos importante, aliás gravíssima, foi a de que a tal suprema corte brasileira também demosntrou que encorre nas mesmas práticas – a seletividade, o partidarismo e a parcialidade e, pior – com o agravante de também praticar a cumplicidade, algo incompatível com  exercício de suas atribuiçoes porque é o orgao máximo da justiça na observancia dà  lei maior do país – a Constituiçao da República, e esta sua “im”postura é o que ampara o desvirtuamento de funçoes e de órgao do poder judiciário como um todo.

    Hoje nao é difícil entender por que que o tal Moro, um juiz de 1° instancia, prende quem bem entende e pelo tempo que achar necessário. Atua, inclusive, fora de sua jurisdiçao contrariando o princípio do juiz natural. Confirmam-se as suspeitas – ele tem aprovaçao “de cima”. O caso “Delcídio” deixa isso explícito, porque tendo o senador errado, espera-se que ele fosse julgado, condenado e preso, óbvio, só que a sua prisao, por ser parlamentar, teria que se dar de acordo e na forma que a lei determina; pois bem, nao cabia à suprema corte torcer a constituiçao para prendê-lo na tentativa masi do que calra de tirá-lo o mais rápido possível de circulaçao para livrar-se da incoveniencia dos seus comentários que insinuava possíveis “acordos” com certos ministros da própria suprema corte. Havia, sim, meios para que os ministros e a própria instituiçao se defendesse das insinuaçoes, mas nao – tiraram o homem de circulaçao para controlar a sua lingua e “informaçoes” em ambiente restrito aonde o filtro será imposto para preservar “autoridades” ,”instituiçoes”, “pessoas jurídicas nacionais estrangeiras”  e os “blindados” que nao vem ao caso.

    Nós, cidadaos comuns, deveríamos compreender e entender essa “seletividade, parcialidade, partidarismo e cumplidade infiltrados no Poder Judiciário como fraturas expostas a serem tratadas, que comprometem a saúde do Estado Democrático de Direito capaz de arrastar o país para o status de um Estado policial com base numa ditadura judicial, o que coloca em xeque o sistema de independencia entre os Poderes tao importante e caro para o Brasil depois da redemocratizaçao. Estamos perdendo o bonde e entregando a nossa liberdade e os nossos direitos constitucionais nas maos de agentes públicos hipócritas que nao demonstram nehum comprometimento com o princípio da legalidade, presunçao da inocencia, direito à ampla defesa nem se responsabiliza pelas consequencias e reflexos dos seus atos seja na economia, direitos sociais, direitos humanos, trabalhistas etcs. Se as leis de um país sao manobradas pelas próprias autoridades da justiça, inclusive pela sua suprema corte, é sinal de que o sinal já foi avançado e o tempo para colocar o trem de volta nos trilhos bate à toque de caixa. O que sobrará da pouca dignidade e dos direitos que ainda temos?? Com a palavra a suprema corte.

     

  9. Muitos são os problemas

    Muitos são os problemas expostos por membros do stf:   parcialidade, fama, manifestações que nada tem a ver com o caso em julgamento, parecendo mais políticos e pior, de oposição do que juízes. Assim fica muito difícil confiar nesse supremo. 

  10. Solução simples
    Basta que o Congresso se cure da sua crise de covardia e regulr o Ministério Público conforme nossa Constituição.

  11. Burrice orgulhosa, um problema nacional

    Pois, é… Enquanto nossa imprensa não vê problema algum nos procedimentos de nossos juízes heróis e estrelas, como Joaquim Barbosa e Sérgio Moro, a imprensa estrangeira lança sobre eles um outro olhar, como demonstra o jornal The Sunday Times que o Nassif aponta em seu texto.

    Outro dia, foram os alemães e os espanhóis. Agora, são os juristas ingleses a acusar a Lava Jato de ferir princípios constitucionais do Brasil. Falam sobre coisas que estranhamos, coisas sofisticadas que integram o cotidiano de países mais avançados civilizatoriamente. Coisas como direitos humanos, defesa irrestrita dos direitos e garantias individuais, devido processo legal, ampla defesa e vedação incondicional de provas obtidas por meios ilícitos. Claro, eles não entendem nada de Direito, não é mesmo?

    Duvido muito que os juristas italianos, modelos confessos do deslumbrado jurisconsulto paranaense, defenderiam os procedimentos da Lava-Jato, assim como, antes, os juristas alemães discordaram veemente do modo distorcido como Joaquim Barbosa utilizou a teoria do domínio do fato, ao ponto de o próprio criador da teoria afirmar que aquele arremedo de doutrina de modo algum representava a que ele pontificava. Uma vergonha para uma corte suprema ser admoestada assim pelo próprio doutrinador mencionado na decisão.

    Quando se passa a mirar somente no fim e, por conta disso, a suavizar recriminações quanto aos meios para tal, estamos no limite do retorno à barbárie.

    Quem quiser que acredite em confissões obtidas por tortura. Prisão sem condenação e por tempo indefinido, como as de Guantánamo, representam tortura e são ilícitas no mundo inteiro, ainda que travestidas por roupagem jurídica.

    Pessoas civilizadas entendem a importância da amplitude do conceito de cidadania e jamais cairão nesse canto kafkaniano de sereia jurídica. Joaquim Barbosa e Moro são exemplo de juristas que criam as jabuticabas do nosso direito.

    Coisas assim explicam bastante bem as razões pelas quais possuímos tão poucos expoentes na ciência do Direito com repercussão para além de nossas fronteiras. Tornar-se um grande pensador do Direito exige ausência de covardia intelectual e desprendimento material, virtudes que, pelo que parece, são raras no Brasil. Basta lembrar a atuação de nosso glorioso STF durante o regime militar, quando os ministros, com raríssimas e honrosas exceções, o plural é por educação, se tornaram cordeirinhos obedientes.

    Essa pusilanimidade com a inversão de valores, pelo visto, persiste em nossa tradição jurídica.

    De toda sorte, vale a pena refletir sobre o quanto estamos dispostos a aquiescer com a perda de direitos, mesmo na hipótese de prisão do pior dos traficantes, em nome de uma suposta moralização. Moralizações desmedidas, e viciadas quanto aos atingidos, que são escolhidos a dedo, sempre foram danosas para a sociedade.

    Deve-se lembrar que perda de direitos é sempre, sem exceção, um bumerangue. É lançado contra os inimigos públicos e, depois, quando os alvos rareiam, a monotonia os faz voltar contra toda a população.

    A Lava-Jato possui apenas a aparência do bom direito, nada mais. Já causou muitas vezes mais danos ao Brasil do que a corrupção que visava combater. E, pelo andar da carruagem, continuará a fazê-lo, por que a intenção não é, de fato, combater a corrupção. Fosse assim estariam sendo alcançadas pessoas públicas de todas as cores, que já foram mencionadas e apontadas diversas vezes. Mas não é assim que ocorre. A seletividade é um componente imoral que definiu a Lava-Jato. Somente um determinado grupo de pessoas é atingida. A análise desse comportamento, também ilegal, evidencia que o interesse subjacente é desmanchar a economia brasileira em benefício de corporações internacionais.

    A Lava-Jato é a versão jurídica do projeto político do PSDB, projeto esse que, evidentemente, é idêntico ao das empresas que representam a grande mídia, pois elas integram as corporações interessadas. Isso é bastante evidente para quem coloca mais do que um olho raso sobre as manchetes escandalosas.

    O roteiro de sempre está sendo encenado à vista de todos. Isso já foi realizado diversas vezes contra vários países subdesenvolvidos do mundo. O clímax ocorre quando o país-alvo adota medidas corretas para se fugir do subdesenvolvimento. A partir daí, o contra-ataque é rápido e feroz. Não se medem consequências. Dependendo das circunstâncias, admite-se até a guerra.

    No caso do Brasil, não se chegou, e talvez nunca se chegue, ao extremo da guerra. A reação por aqui é institucional. Já foi militar, hoje e judicial.

    O ponto de inflexão no desenvolvimento de nossa economia, ocorreu com o Mensalão e prosseguiu com a Lava-Jato, ambos processos travestidos com a capa da legalidade, mas que operam em sintonia com os interesses dos patrões do mundo.

    O final desse filme será o mesmo reservado aos países da periferia: economia nacional quebrada e dependente das metrópoles, desemprego, aumento da miséria e transferência ainda maior da riqueza para os milionários, esses que já abdicaram das próprias nacionalidades há muito tempo.

    Atualmente, não há porque ter orgulho de grandes empresas brasileiras, sejam bancos, empreiteiras ou cervejarias. Elas não se preocupam de fato com o país, mas somente com sua lucratividade. Não possuem conflitos de consciências em retirar seu capital do país ao primeiro sinal de dificuldade.

    Não podemos reclamar. Estamos escolhendo livremente o nosso destino. Enganados? Pode ser, mas porque queremos ser enganados. Pode-se perdoar a idiotia, pois se trata de um problema mental, mas não a burrice que se vangloria de ser burra e se faz de desentendida para não ser esclarecida.

    Os dados estão aí, não enxerga somente quem não quer enxergar.

    O duro, o duro mesmo, é estar retornando à escuridão do nosso conhecido fundo do poço, que é onde sempre estivemos, quando se estava tão próximo da boca do poço, tanto que era possível enxergar o sol brilhando no céu e o vento do desenvolvimento afagando nossas faces.

    Ficará, mais uma vez, para a próxima geração?

    • Perfeito Valley. 
      “Quem

      Perfeito Valley. 

      “Quem quiser que acredite em confissões obtidas por tortura. Prisão sem condenação e por tempo indefinido, como as de Guantánamo, representam tortura e são ilícitas no mundo inteiro, ainda que travestidas por roupagem jurídica.”

      A burrice orgulhosa nega veementemente que a corrupção não seja maior dos males brasileiros. Ela se move por jargões, como imensa carga tributária, gasolina mais cara do mundo, etc. O pior dos males no Brasil são seus habitantes. Já não adianta mais que fiquemos denunciando a mídia. Eles sabiam do enviesamente e curtem tal condição. O brasileiro é único povo que come veneno sabendo e arrota dizendo estar uma delícia. Quem come veneno sabendo deve estar mesmo querendo ir pro lado de lá.

    • Exxcelentes comentários

      A nossa classe média, que não entende-se como tal, pensando ser elite, é a principal fonte de recursos para este tipo de ação externa  contra o país.  Buscam desestabilizar o Brasil e não é de hoje. Está prática vem de longo tempo e principalmente  é levada a cabo quando achamos que o Brasil irá para frente e que estamos saindo do “buraco profundo e escuro onde ficamos por muito tempo”.

      Tenho mais de 70 anos e foram poucos momentos onde senti orgulho de ser brasileiro ( o que conteceu nos últimos 8 anos). Não tenho vergonha do nosso povo  ou nossa terra, mas sim pela elite canalha que historicamento sempre tivemos. Desde o tempo do Brasil colônia é que somos geridos pelo que pior existiu, razão pela qual não somos a potência que deveriamos ter sido. A últimas eras negras foi o regime militar e a sua extensão (Saney e Collor) e finalmente para coroadas pelo Principe da Privataria.

      Será que morrerei sem ver o sol brilhar?

       

  12. No cenário internacional, a

    No cenário internacional, a resistência brasileira ao golpe conta com a torcida de todo o mundo, todo o mundo que torce pela vitória da Humanidade contra seus criuéis inimigos. Todos os que conseguem pensar e são contra a patifaria anti-mundo da fracassada nova ordem mundial.

  13. Realmente

    A Lava-jato não é “para inglês ver”.

    Não se trata de juristas, mas sim de meros advogados, que assim como os daqui, reclamam muito. E aqui também se publica a opinião deles.

    Entre os presos aqui de Curitiba e o Assange, preso em Londres numa embaixada há quase tres anos, me preocupa muito mais a situação do segundo.

     

  14. Vergonhas

    Antes, nós nos envergonhávamos de alguns políticos e da falta de brasilidade deles.

    Agora nos envergonhamos da nossa justiça (que nunca foi confiável mesmo) mas jamais tão descaradamente como agora, tão claramente partidarizada e  seletivamente homogenizada.

    E o silêncio ensurdecedor daqueles que deveriam ser os primeiros a apontar o que se passa nesta República. Apenas  algumas  vozes solitárias. As demais, acovardadas, como sempre estiveram em todas as vezes que isto aconteceu.

    Se em outras vezes o povo contava somente com um rádio e a TV, agora com tantas fontes de informação parece estar ocorrendo o mesmo. É uma covardia impressionante, que sempre me leva a pensar em algo maior.

  15. Curiosa a matéria do jornalão inglês

    Logo agora que a Lava Jato começa a chegar no ninho tucano, via BTG Pactual e citação de espanhol casada com Serra, os ingleses largam isso aí na grande imprensa. André Esteves não dirigiu a filial inglesa do BTG Pactual? Não morou lá por dois anos, assumindo o cargo de Chefe Global de Renda Fixa do banco? Interessante.

  16. dizem por aí que a mídia

    dizem por aí que a mídia inglesa não faz parte

    do conluio midiático et caterna tupíniquim.

    pura maldade dessa gente!

  17. Parece que vivemos uma

    Parece que vivemos uma espécie de ditadura midiática que ninguém, exceto os Blogs sujos, tem coragem de denunciar. Se antes, o PIG – Partido da Imprensa Golpista – atuava sutilmente com pequenas manipulações, agora age abertamente, já não esconde mais seu desejo de remover do governo eleito democraticamente e se aliou a setores do Judiciário e do Ministério Público para consumarem o golpe.

    A chefia do governo aceitou o fato como se fosse algo normal da democracia e, agora, não possui mais condições de reverter a situação. O Poder Legislativo não possui legitimidade moral para se contrapor a nenhuma das acusações que sofrer. Os guardiões da Constituição são meros espectadores dos fatos. Estão mudos, perplexos,  sem saber se defendem a Constituição, correndo risco de serem acusados de defender criminosos ou se deixam a Constituição afundar nesse mar de lama, que é o que está acontecendo. Não sabemos se eles acreditam no que dizem, quando defendem o direito de imprensa de forma absoluta ou se temem, serem eles mesmos, as próximas vítimas desta máquina de moer reputações. 

    O Direito do brasileiro está falido. Vivemos num momento de Estado de Direito Contingencial, o que é direito depende. Independe  de quem acusa, mas depende de qual partido é acusado.

     

     

     

     

  18. Não há de se preocupar com nenhuma das instâncias

    Pois como escreveu Maquiavel: “Mas a ambição do homem é tão grande que, para satisfazer uma vontade presente, não pensa no mal que daí a algum tempo pode resultar dela.”

    Porém quanto ao que se escreve aqui sobre a falta de resistência contra a investida de um poder sobre outro, vale lembrar que, enquanto ainda rugia, o sr Cunha (este dos 5MilhoesUSD) tentou submeter o executivo na questão de designar executivos para as estatais, mas recebeu uma trava no joelho da presidenta Dilma que ressaltou a independência dos poderes.

    Não me venham com esta de “acima de qq suspeita”, todos têm seus representantes e o judiciário tem um grande exemplo: Lalau

     

    Olha, podem fazer o que quiser, mentir o quanto quiserem, caluniar, fazer o c*. EU CONTINUO VOTANDO COM O PT. E o PT tem eleitores e quadros para determinar ainda por muito tempo o rumo deste país.

     

  19. para inglês era importante

    para inglês era importante que o Brasil continuasse na sem vergolhice de sempre sem  nenhum corrupto de peso na cadeia, pois isso garantiria para sempre que nunca chegaríamos ao nível de civildiade que desfrutam

  20. Vergonha de ser brasileiro

    Lembro de viagens ao exterior na época de Collor. Brasileiros eram ridicularizados a sangue frio. 

    Explicar o inexplicavel, de como uma rede de televisao conseguiu eleger um presidente da republica.  A BBC fez um programa memoravel, até hoje proibido de exibição no Brasil: Beyond Citizen Kane. 

    Hoje, um ano depois da reeleicao de Dilma, somos novamente ridicularizados. E pior, por uma ação  de um ex-presidente, em estado de semi senilidade, e um presidente do maior partido de oposição, apoiando um juiz de primeira instancia, que resolve reescrever a constituicao. 

    Como dizem os gringos ( a que somos obrigados a ouvir calados), esse pais de voces nao tem jeito. VERGONHA.

  21. + comentários

Deixe uma mensagem

Por favor digite seu comentário
Por favor digite seu nome