Culpa as pessoas mais pobres, com acesso ao crédito, pelas mortes nas estradas…Só enxerga aqueles que tiveram acesso ao consumo de bens como culpados pelas tragédias nas estradas (…)
Tais comentários representam o preconceito de quem não aceita a mobilidade social do Novo Brasil, de quem não entende a urgência da transformação social desse país, de quem defende a volta do status quo para poucos, mas pago por todos.
Do Brazil de alguns poucos interferindo no Brasil da maioria…Os comentários são inacreditavelmente absurdos e agressivos, de certo, contra a maioria esmagadora de sua própria audiência.
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