Telejornais têm queda recorde de audiência

Sugerido por anarquista sério

Do Uol

 
Ricardo Feltrin
 
Um possível efeito da overdose de informação e noticiário presentes na internet pode já ter causado a primeira vítima “oficial”: o jornalismo na TV ou telejornalismo. Dados exclusivos obtidos pelo programa Ooops!, apontam que praticamente todos os principais telejornais da TV aberta brasileira amargam grandes perdas de ibope este ano, na comparação com o ano passado.
 
Os jornais até então considerados os mais “badalados” da TV brasileira, como o “Jornal Nacional”, da Globo, chegou a perder 12% de Ibope este ano, até 31 de agosto. O cultuado “Jornal da Band” também não ficou livre da perda de 12%. O pior resultado ficou com o “RedeTV! News”, que viu este ano quase metade de seu público desaparecer (41%; veja tabela abaixo).

 
Os dois principais telejornais do SBT também registraram queda, embora menores que os concorrentes. O “SBT Brasil” perdeu 3% de audiência e o “Jornal do SBT” caiu 6%
Esse pode ser um dos motivos para que Silvio Santos tenha retomado a ideia de ressuscitar pela enésima vez o “Aqui Agora”, jornal popularesco que poderia concorrer diretamente com o “Cidade Alerta” (Record) e o “Brasil Urgente” (Band).
 
Cabe notar que em todo esse balanço, a única emissora que conseguiu crescer, ainda que pouquinho, na área de telejornais, foi a Record?

 

7 comentários

  1. Talvez isso tenha a ver, e

    Talvez isso tenha a ver, e muito:  todos eles tem presenca infima na internet e no youtube.  Alias, eu nem sei se existe ate hoje canal youtube oficial de qualquer um deles.  Redundante que seja, pois todos eles tem conteudo na internet em seus proprios sites;  so que quem nao os quer ver na televisao nao vai correr pro site deles pra ver conteudo, nao faria sentido nenhum.

    So resta uma conclusao:  a qualidade das reportagens nao reflete Brasil nenhum que a audiencia conhece.

  2. Oculto

    Prezados

    Notícia interessante mais pelo que esconde do que divulga!

    Num ambiente que os grandes perdem 12%, o que ganha 2% passa a ser muito significativo!

    Se eu fosse anunciante, apostaria no jornal da record, pois além de não perder, ganha, e relativamentre à Globo e

    Band cresceu quase 25%.

     

  3. É isso aí, há espaço pra

    É isso aí, há espaço pra cairem mais. Há muito tempo que acabou os comentários no trabalho sobre a pauta desses telejornais. Eles influenciam muito pouco a sociedade atualmente, seja pela baixa audiência, a audiência falsa (o televisor ligado esperando a próxima novela) e o mais crucial pro negócio dessa turma a péssima credibilidade que angariaram nos últimos anos.

    Vale notar que o SBesTeira foi o que menos caiu, porque nunca teve muito crédito, e é o canal da superficiabilidade, da programação mais rastaquera da TV brasileira. Telespectadores do sbt que eu conheço não fazem a mínima ideia do que acontece no mundo, pra alguns deles telejornal, sorteio da telesena e o roda-roda são a mesmíssima coisa.

    Eu abandonei TV e rádio há muitos anos, e melhorei muito, acho que já consegui na família e no trabalho convencer outras pessoas a diminuir a audiência desses veículos.

  4. Porque náo vejo os noticiosos

    Jornal da RECORD: exagero nas notas contra a Igreja Católica

    Jornal da Band: menosprezo ao ouvinte inteligente com besteiras do tipo “reportagem exclusiva”

    Jornal Nacional: qual a novidade para divulgar todo dia os descalabros dos hospitais públicos?

    Fala Brasil – duas apresentadoras bonitas que quando falam fora do script só dizem asneiras (como se fossem âncoras de escola infantil)

     

    Na verdade, em busca da audiência das classes C e D esses jornais exageram na repetição de tragédias quando o expectador das classes A e B prefere os jornais de fim de noite, mais sóbrios e com maior conteudo.

  5. ….  tem tudo ha ver com:

    ….  tem tudo ha ver com:

    – excessivo destaque dado a tragedias. massacre dos envolvidos, induçao de conclusao.

    – excessiva concentraçao no eixo rio-sp,

    – materias inconclusivas, comentarios despropositais.

    – sequencializaçao das noticias sem logica.

    – excesso de interrupçoes para publicidade chegando a quatro minutos.

     

    prefiro e sugiro assistirem o jornal da Cultura, as 9 h.  a qualidade ganha da quantidade.

  6. Acho que dez, no máximo uns

    Acho que dez, no máximo uns vinte anos a tv e os jornais impressos serão algo tão anacrônico quanto a comunicação por cartas datilografadas e enviadas pelo correio.

    Há pelo menos uns cinco anos não tenho assinatura de jornal de papel nem aparelho de televisão. O que não quer dizer que não acompanho as notícias leio artigos comentários, assisto entrevistas filmes e documentários.

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