Para ver as meninas

Quando termina a semana e chego em casa cansado das batalhas diárias, vem a hora do relaxamento. É quando a sensibilidade chega na epiderme. Cada música bonita que ouço faz os pelos do braço eriçarem de quase doer.

Quando ouço Paulinho da Viola, fico assim. Quando, junto, vem meu amigo Raphael Rabello, mais ainda. E com a voz de Marisa Monte fica a sensação de que nem a morte calma pode ser tão bela.

De Deborah Dornelles, pelo Facebook

A Cássia (Eller) chegou a tirar essa canção, em 88, pra pôr no repertório! Passamos todo o mês de julho no Rio, na casa de uma amiga, para ela assinar contrato com um selo da Sony (ela assinou, mas acabou não gravando nada com eles). Todos os dias ela ouvia a gravação do Macalé dezenas de vezes, com o violão na mão, encantada com a melodia, a harmonia e a interpretação. Pena que não chegou a gravar. Tava ficando lindo na voz dela! 

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