Raio X das exportações de Alta Tecnologia em 2019

Há basicamente três grupos de produtos enquadrados em Alta Tecnologia. Registre-se uma perda relativa e absoluta da importância das aeronaves.

Vamos a uma atualização dos dados sobre exportações de produtos de Alta Tecnologia, com os números fechados de 2019.

Hoje em dia, representam parcela ínfima da pauta de exportações: apenas 3,8%.

É o maior déficit comercial da pauta de exportações, e vem crescendo.

Há basicamente três grupos de produtos enquadrados em Alta Tecnologia. Registre-se uma perda relativa e absoluta da importância das aeronaves.

Nos equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos, desde 2016 houve uma mudança de patamar no volume exportado. Ou seja, aeronaves perderam espaço não apenas devido ao crescimento de outros setores, mas à sua própria perda de dinamismo.

No caso dos produtos das indústrias químicas, a divisão fica assim

E dos produtos eletrônicos, assim:

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5 comentários

  1. Muito boa essa iniciativa de fazer “Raio X” sobre assuntos econômicos, com textos claros, sintéticos e com gráficos e tabelas.

  2. Como ex-empresário quebrado, com empreendimento na área de inovação tecnológica em automação, levanto a seguinte questão: quanto desta exportação é de empresas puramente ou majoritariamente nacionais?
    Quando desenvolvi (com investimento próprio) meu sistema, busquei parcerias (dentre outras) com empresários nacionais em empresas que foram sucessivamente compradas por empresas estrangeiras, tais como Brastemp/Consul/Brasmotor/Embraco (Whirpool), Walita (Philips), Semp (Toshiba), Arno (Seb) e outras que se tornaram meras importadoras, como: Gradiente, Elgin, sem falar de outras em outras áreas como: Engesa, Avibrás, Puma, Gurgel, DFV, Cofap, Metal Leve, ou Garoto, Lacta, Maguary … Ou supermercados (Carrefour, Casino, Sam’s Club…). Ou na área educacional privada, imobiliária…)
    Portanto, o braZil vai se tornando uma grande colônia, mesmo nas exportações, como quando falam em exportações de automóveis, TODOS de marcas estrangeiras, que fabricam aqui conforme sua mera conveniência logística e de custos e lucros.
    Note-se que esta acima é uma lista privada, sem falar de estatais (Embratel, Teles, bancos, mineração, siderurgia, ferrovias, etc.), ou da nova leva na boca do forno (Embraer, Petrobrás e subsidiárias, Eletrobrás, Embrapa… ou …
    Sim, sempre resta alguma coisa, como Weg, Intelbrás, Dolly. Basta que não “incomodem muito…
    Senão!

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