22 de maio de 2026

Ordem mandou apagar computadores do Planalto após vitória de Lula, diz jornalista

Funcionários da informática foram informados que o motivo foi a detecção de um suposto vírus
Palácio do Planalto na Praça dos Três Poderes em Brasília~- Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Palácio do Planalto na Praça dos Três Poderes em Brasília~- Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Após a vitória de Lula, funcionários da informática do Palácio do Planalto receberam ordem para formatar e, assim, apagar os arquivos dos computadores da Presidência da República. A informação é do jornalista Rodrigo Rangel.

Siga o Jornal GGN no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo

Seguir no Google

Segundo o repórter, a decisão teria sido motivada por suposto vírus detectado pelo antivírus da rede de Jair Bolsonaro. Alguns colaboradores estranharam a medida, que deletaria arquivos importantes logo após o segundo turno do pleito deste ano.

Na quinta-feira em seguida a derrota do atual mandatário, dia 3 de novembro, o técnicos de informática foram convocados a chegarem mais cedo e “amenizar” a situação.

LEIA: Cuidado com golpes em preparação na Petrobras e no BNDES, por Luis Nassif

Não se sabe se os dados realmente foram perdidos ou se existe alguma forma de recuperá-los.

A coluna de Rangel tentou contato com setores responsáveis e próximos ao presidente Bolsonaro que foram questionados sobre o tema, mas não obteve retorno.

Johnny Negreiros

Estudante de Jornalismo na ESPM. Estagiário desde abril de 2022.

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Mais lidas

As mais comentadas

Colunistas

Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

4 Comentários
...

Faça login para comentar ou registre-se.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  1. Fábio de Oliveira Ribeiro

    11 de novembro de 2022 11:54 am

    Faz sentido. Como todos criminosos os militares-milicianos gostam de destruir as provas dos crimes que cometeram.

  2. Luiz alberto Melchert de carvalho e Silva

    11 de novembro de 2022 12:03 pm

    Antigamente, era a máquina de picar papel que funcionava dia e noite na mudança de governo, agora é a formatação.

  3. Ronaldo Domingos das Neves

    11 de novembro de 2022 1:16 pm

    Se nem conseguem preservar os dados por causa de ameaça de virus, como é que o Ministério da Defesa tem a ousadia de querer dar pitaco a respeito de urnas eletrônicas.

  4. marcio gaúcho

    11 de novembro de 2022 1:25 pm

    Antigamente, prédios de prefeituras pegavam fogo, de uma hora para outra, após as eleições, quando o partido titular perdia. Também, passavam dias destruindo papéis, rasgando e picotando nas maquininhas. Hoje, tudo eletrônico e na “nuvem”, basta dar comando apertar um botão “enter”. Porém, tudo pode ser restaurado, com a competência técnica da PF.

Recomendados para você

Recomendados