Caso Marielle: 11 meses e nenhuma conclusão

A hipótese mais provável, de acordo com investigadores e autoridades, é de que o crime tenha sido cometido por milicianos.

Reprodução Instagram

Jornal GGN – Os assassinatos da vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes completam hoje, dia 14, 11 meses sem nenhuma conclusão. Os dois foram mortos a tiros no centro do Rio, após evento político. A autoria do crime ainda é incerta.

A coordenadora de pesquisa da Anistia Internacional Brasil, Renata Neder, disse à Agência Brasil que ‘o assassinato de uma defensora dos direitos humanos não é apenas o assassinato de uma pessoa, é um ataque aos direitos como um todo’. 

As investigações permanecem em sigilo. Com hipóteses ventiladas para o crime. A mais provável, de acordo com investigadores e autoridades, é de que o crime tenha sido cometido por milicianos.

Os milicianos no Rio são conhecidos por controlar territórios mais pobres do estado. O general Richard Nunes, quando secretário estadual de Segurança Pública, disse, em setembro de 2018, que havia indícios de que a execução fora cometida por criminosos experientes que sabiam como dissimular as evidências. A declaração foi dada à Agência Brasil.

Raul Jungmann, então ministro da Segurança Pública, chegou a declarar que a Polícia Federal iria apurar se agentes do Estado estariam interferindo nas investigações da Polícia Civil. Na ocasião, afirmou que havia indícios relevantes de práticas de corrupção, ocultamento e compra de agentes públicos para impedir a solução dos crimes.

 

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1 Comentário

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jcordeiro

- 2019-02-14 14:54:57

Nassif: e agora que a Milicia do Tanque parece ter participação no governo nacional isso será uma espécie de RioCentro, e a apuração começará só depois de prescrito o crime. Com VerdeSauvas e EliotNessTupiniquim é assim. Quem não gostar que se queixe do Messias com o Papa (cujo telefone tá grampeado pelos espias da inteligência nacional).

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