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Luis Nassif Online

O maior risco não é a possibilidade de um impeachment, mas de Dilma jogar a toalha; por Luis Nassif
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Na entrevista para Folha, firmeza demonstrada por Dilma afasta temores de que jogue a toalha; por Luis Nassif
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Mesmo nos países centrais, há uma enorme desinformação sobre mecanismos monetários e financeiros; por Luis Nassif
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Fora de Pauta

O espaço para os temas livres e variados.

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Multimídia do dia

As imagens e os vídeos selecionados.

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Clipping do dia

As matérias para serem lidas e comentadas.

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Aécio se confunde e diz que foi reeleito "presidente da República"

Jornal GGN - Em entrevista a uma rádio gaúcha nesta terça-feira (7), o senador Aécio Neves, candidato derrotado pela presidente Dilma Rousseff (PT) na eleição de 2014, se confundiu e disse que foi "reeleito presidente da República" no último final de semana, quando a convenção nacional do PSDB o reconduziu ao comando do partido.

"O que nós dissemos na convenção que me reelegeu, neste domingo, presidente da República, é que o PSDB é um partido pronto para qualquer que seja a saída. Inclusive a permanência da presidente", disse, cometendo um ato falho ao comentar a crença da oposição na possibilidade de impeachment de Dilma.

Ao ser reparado por se auto-proclamar "presidente da República", Aécio admitiu que fez confusão. Na sequência, tentou não colocar-se como candidato natural do PSDB para a próxima eleição. "Estamos longe de 2018. E o partido tem quadros muito qualificados. Temos o governador de São Paulo (Geraldo Alckmin), que certamente se coloca, tem o senador José Serra. Temos que ter a responsabilidade de não antecipar cenários. Não sabemos nem ainda se a eleição será efetivamente em 2018", afirmou.

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Acusação teme fuga de Meneghel após habeas corpus

Jornal GGN - A assistência de acusação e o Sindicato da Polícia Federal temem que o habeas corpus concedido para Alessandro Meneghel possa ser utilizado para a fuga do réu. Meneghel é acusado de matar o policial federal Alexandre Drumond, crime ocorrido em 2012 no centro da cidade de Cascavel, no Paraná.

O habeas corpus foi concecido para que Alessandro Meneghel cumpra pena em casa, para cuidar da mãe doente. A acusação foi surpreendida pela emissão do HC, já que o motivo não é comum e aprovação aconteceu em um dia. A previsão é de que o julgamento de Meneghel ocorra no segundo semestres, e ele pode ter pena superior a 20 anos. Como ele é reincidente e já tem uma pena de cerca de 10 anos, ele teria que cumprir três quintos da pena em regime fechado.

Leia mais: Alessandro Meneghel: retrato de um assassino

Do CGN

Assistência de acusação teme que Meneghel fuja

Um habeas corpus concedido antes do julgamento de um crime que gerou grande comoção. O anúncio de que Alessandro Meneghel poderá cumprir pena em casa, para cuidar da mãe doente, surpreendeu o assistente de acusação, Luciano Katarinhuk  e o Sindicato da Polícia Federal, que se manifestaram em coletiva na manhã de hoje. O principal receio é que Meneghel possa usar a oportunidade para fugir.

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Ameaça de Dilma não parte do crime de responsabilidade, diz Ayres Britto

Em entrevista ao Roda Viva, o ex-ministro do STF afirmou que não enxerga "perigo de golpe", mas que a situação da presidente "não está boa"
 
 
Jornal GGN - O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Carlos Ayres Britto, afirmou que a situação da presidente Dilma Rousseff, alvo de julgamento pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), "não está boa" e que a possibilidade de a presidente responder por crime de responsabilidade "está chancelada pela Constituição". A declaração foi concedida no programa Roda Viva, da TV Cultura, nesta segunda-feira (06).
 
Ainda assim, o ministro explicou que a ameaça do mandato da presidente não parte do crime de responsabilidade e que este não é a caracterização comum do julgamento do Tribunal de Contas. 
"Atualmente, a presidente da República está sob julgamento de contas perante o Tribunal de Contas. Aí é que está, não configura crime de responsabilidade. Pode configurar, mas não necessariamente, é um outro tipo, as instâncias não se misturam. Você pode responder, ao mesmo tempo, por crime comum, por improbidade administrativa, pode responder perante o Tribunal de Contas por ilegalidade de despesas ou irregularidades no exercício do seu cargo. As instâncias não se interpenetram, e uma não precisa esperar pela outra, funcionam autonomamente", disse Ayres Britto.
 
Por outro lado, o ex-ministro não enxerga "perigo de golpe": "se as instituições controladoras do poder, o Ministério Público, a própria cidadania, o TCU, se todas essas instituições atuarem nos limites da Constituição, não há que se falar em golpe". Contudo, afirmou que Dilma "não está blindada", mas "passível de uma investigação".
 
"Nós temos muitas formas de apertar o cerco contra o administrador ímprobo, corrupto, desrespeitoso dos seus deveres para com a Constituição", afirmou no programa televisivo.
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Garoto, muito além da bossa nova

Do Itaú Cultural

MUITO ALÉM DA BOSSA NOVA

No centenário de nascimento do multi-instrumentista Garoto, documentário joga luz sobre a sua obra

texto itamar dantas

Aníbal Augusto Sardinha, o multi-instrumentista Garoto, reformulou a linguagem harmônica do violão. Fotos: divulgação

O centenário de nascimento de Aníbal Augusto Sardinha, multi-instrumentista e compositor conhecido pelo nome de Garoto, se deu no dia 28 de junho. Personagem crucial na formação da bossa nova, o criador de “Lamentos do Morro” e “Duas Contas”, entre outras composições, morto em 1955, aos 39 anos de idade, tem sua obra agora revisitada pelo documentário Garoto, O Gênio das Cordas, dirigido por Rafael Veríssimo com pesquisa de Lucas Nobile e consultoria do seu biógrafo, Jorge Mello.

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Cassar diploma de Dilma não é tão fácil quanto o PSDB faz parecer

Jornal GGN - Ao contrário do que o PSDB faz parecer, cassar o diploma de Dilma Rousseff (PT) e Michel Temer (PMDB) no Tribunal Superior Eleitoral não é tão fácil a ponto de bastarem os depoimentos de réus delatores da Lava Jato à Justiça Eleitoral. Nesta terça-feira (7), o Estadão publicou que os ministros do TSE ainda sentem falta de provas "robustas" para que seja possível decretar que a campanha de reeleição de Dilma praticou crimes eleitorais.

Na semana passada, o GGN publicou, após conversar com uma fonte ligada ao TSE, que as ações que o PSDB apresentou por abuso de poder econômico na campanha petista, principalmente, representam algum "risco" à manutenção de Dilma do poder, sim. Mas devem ser relativizadas, pois além de "genéricas", as acusações não têm sustentação em provas documentais. Em entrevista publicada pela Folha de S. Paulo, a própria presidente desafiou a oposição a comprovar que ela tinha conhecimento ou foi beneficiada por qualquer esquema que possa ter abastecido sua campanha.

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A mensagem de Varoufakis ao deixar o Ministério das Finanças da Grécia

Enviado por Ricardo Cavalcanti-Schiel

Do Redecastorphoto

Yanis Varoufakis: “Não sou mais ministro”

6/7/2015, Blog Yanis Varoufakis. "Minister No More!" (traduzido pelo pessoal da Vila Vudu para o blog Redecastotphoto)
 
Yanis Varoufakis

O referendum de 5 de julho de 2015 ficará na história como momento raro, quando uma pequena nação europeia levantou-se contra a servidão da dívida.
 
Como todas as lutas por direitos democráticos, também essa rejeição histórica ao ultimatum que o Eurogrupo nos fez dia 25 de junho de 2015 arrasta com ela uma etiqueta de alto preço. É pois essencial que o grande capital político que foi outorgado ao nosso governo pela esplêndida votação que o NÃO recebeu seja imediatamente investido num SIM às correspondentes coragem e decisão – para um acordo que envolva reestruturação da dívida, menos austeridade, redistribuição a favor dos mais necessitados e reformas reais. Leia mais »

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Aécio não é nem sabido nem esperto

Em Minas há um dito para definir pessoas: ˆFulano é sabido mas não é esperto". Refere-se àquelas pessoas que esbanjam conhecimento, mas carecem de esperteza.

Aécio Neves, seguramente, não é sabido nem esperto.

Em relação aos temas contemporâneos, é de uma ignorância crassa. Em relação à decantada esperteza política mineira - da qual seu avô Tancredo Neves quase foi um representante - é um completo jejuno.

Enquanto estava em Minas, Aécio foi blindado. Representava um conjunto de forças relevantes e seus partidários o cercavam quase com o mesmo zelo com que se cerca um incapaz. Aqui mesmo, alguma vez me iludi que ele seria a força civilizada do PSDB contra a selvageria representada por Serra.

Engano. Não se desgastou porque pouco se sabia sobre ele, apenas o fato de ser um folgazão, um cinquentão cercado de amigos farristas e querendo gozar a vida.

Colocado no centro do picadeiro, a cada dia que passa revela sua verdadeira face, de um político sem dimensão do nacional, desinformado e bobo, de uma tolice adolescente.

José Serra sempre foi excessivamente esperto, da modalidade que em Minas se diz que a esperteza engole o esperto.

Sua tática consistia, sempre, em analisar para onde soprava o vento da mídia e se colocar em posição favorável. Havia espaço vago para assumir um discurso industrialista? Serra se colocava. O momento agora é da intolerância moral? E Serra se punha a ler a Bíblia e condenar os ímpios ao fogo do inferno.

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O fracasso eleitoral subiu à cabeça de Aécio, por Marcos Augusto Gonçalves

Da Folha

Aécio quer virar a mesa no tapetão

MARCOS AUGUSTO GONÇALVES

Não é tarefa simples, mas o PSDB está fazendo tudo para superar o PT em mediocridade política. Não se sabe dos tucanos emplumados qual tem sido mais infeliz e calhorda em suas manifestações. Bem, na verdade sabe-se: Aécio Neves. Definitivamente, o fracasso eleitoral subiu-lhe à cabeça.

Dolorido e inconformado com a derrota, comporta-se como o garoto mimado que pega o carro importado e sai em disparada desrespeitando sinais, como prova de sua superioridade.

Sim, a campanha de Dilma foi um estelionato e ela mesma –uma invenção de Lula– não reúne as qualidades desejáveis para o exercício do cargo. Mas o detalhe é que foi eleita. E o fato de que tenha perdido popularidade não basta para legitimar um movimento por sua remoção do poder.

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Não dá pra ajudar Grécia sem programa de reformas, diz ministro

O ministro das Finanças da Alemanha, Wolfgang Schäuble, disse hoje (7) que sem um programa de reformas não é possível ajudar a Grécia dentro da zona do euro.

"Não há espaço para ajudar o país sem um programa", afirmou o responsável pelo Tesouro alemão, na entrada da reunião dos ministros da zona do euro, em Bruxelas.

O encontro antecede a cúpula do fim da tarde, que reunirá os chefes de Estado e de governo dos países que partilham a moeda única e que servirá para discutir o caminho a seguir após a vitória do não, no referendo de domingo (5) na Grécia às últimas propostas dos credores.

O comissário europeu para o euro, Valdis Dombrovskis, disse que uma saída da Grécia da zona do euro não está excluída se o governo do primeiro-ministro grego Alexis Tsipras não apresentar propostas concretas que permitam negociar um novo resgate.

Ao chegar para a reunião do Eurogrupo, o comissário afirmou que a reunião de hoje não tem como objetivo discutir uma saída da Grécia da zona do euro, mas admitiu que esse cenário não pode ser excluído.

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Uma entrevista relevante

A entrevista de Dilma Rousseff à Folha foi relevante.

Dilma mostrou-se firme e, ao contrário de algumas avaliações iniciais, foi tratada com respeito pelo jornal. Não se manipulou a manchete, como costuma ser feito, nem as declarações de Dilma.

A firmeza demonstrada por Dilma afasta temores de que jogue a toalha. E, pelo contrário, alimentam as esperanças de que esteja saindo do imobilismo.

A própria Medida Provisória de ontem, para amenizar os impactos da crise sobre o emprego, foi uma mostra de mudança de estilo. A MP foi discutida por vários Ministros, foi cuidadosa em vários aspectos - inclusive no impacto fiscal -, mostrando uma mudança de estilo no governo, de parar de ficar a reboque exclusivo do ajuste fiscal e buscar formas inovadoras de amenizar a crise.

O veículo escolhido foi adequado. Não haveria o menor impacto se a fala de Dilma fosse para convertidos.

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Os tucanos e sua crise histórica

Por Fábio de Oliveira Ribeiro

A amargura que dominou os líderes do PSDB após uma quarta derrota presidencial e os faz vomitar ódio e desejo de chegar ao poder de qualquer maneira (posse do derrotado, impedimento de Dilma, parlamentarismo, eleição antecipada, etc...) é o sintoma de uma doença. Uma doença histórica e que tem suas raízes profundas na própria história do Brasil.

De 1964 a 1988 o Brasil passou por profundas modificações, com expansão e diversificação industrial, acréscimos na infra-estrutura e abertura de vastos territórios virgens à exploração agrícola. Os militares, com sua rígida mentalidade hierárquica e anti-comunismo rancoroso, se cercaram de burocratas e trataram muito mal os intelectuais de esquerda e suspeitos de serem de esquerda.  Em razão disto, a Ditadura não foi capaz de historicizar seus próprios feitos. Todas as realizações do regime ficaram maculadas por aqueles que as registravam com um viés de reprovação em razão das torturas e exílios que sofreram.

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Unificar a base e enfrentar o golpe, por Lindbergh Farias

 
Mudar a política econômica, unificar a base social e enfrentar o golpe

Por Lindbergh Farias

A leitura dos jornais no final de semana me deixou indignado. Jamais pensei que o Brasil iria reviver seu passado obscuro: uma conspiração aberta, sem peias nem pudor, contra uma presidenta eleita democraticamente pela maioria do povo brasileiro. É lamentável constatar que entre os principais envolvidos nessa conspiração estão muitas das principais lideranças do PSDB, um partido que no passado se comportou como um dos fiadores da democracia brasileira.
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