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Usam uma política deliberada para faturar em cima da TIL, a Taxa de Ignorância Líquida do consumidor; por Luis Nassif
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Sem fio condutor da boa política econômica, o resultado é o afloramento dos ressentimentos e do ódio; por Luis Nassif
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Como as energias renováveis podem ajudar a equilibrar o sistema elétrico brasileiro?
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O delicioso brega de Raimundo Soldado

Trago hoje, para relembrarmos, o maranhense RAIMUNDO SOLDADO, sanfoneiro, cantor e compositor de músicas simples e interessantes, bem ao gosto do povo.

Como encontrei uma excelente matéria sobre o artista de Santa Inês - Maranhão, trago-a aqui para que todos conheçam a trajetória do nosso escolhido de hoje:

Blog do Daffema

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

12 ANOS SEM DENTES DE OURO DE RAIMUNDO SOLDADO

          Eu sou verdadeiro em tudo que faço e digo. Nunca neguei a ninguém minha admiração por Raimundo Teles Carvalho, um instrumentista, cantor e compositor nordestino. Exímio sanfoneiro autodidata, que conquistou o Maranhão, o Piauí, e outros estados do Brasil.

       Ele iniciou sua carreira como cantor e compositor em Santa Inês tocando em uma casa de show, cujo nome era "Sonho Azul" no bairro Alto do Tetéu, onde residiu por vários anos. Não parou mais, participou de show com Marines e sua gente, Luiz Gonzaga, Waldik Soriano em todo aniversário do armazém Paraíba em nossa cidade. Seu pai foi soldado, seus irmãos também. Seguiu a carreira do pai e serviu durante alguns anos, por isso recebeu o codinome de Raimundo Soldado.

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Juíza de primeira instância atropela jurisdição e quer deportar Battisti

A situação é inédita, porque o STF, última instância da Justiça brasileira, julgou o caso e a última palavra do presidente já foi proferida
 
 
Jornal GGN - Uma juíza da primeira instância, da Justiça Federal, decidiu pela deportação do italiano Cesare Battisti, entendendo que, por ser um estrangeiro em situação irregular no Brasil, "criminoso condenado em seu país de origem por crime doloso, não tem o direito de aqui permanecer, e portanto, não faz jus à obtenção nem de visto nem de permanência".
 
Battisti recebeu sua sentença de prisão perpétua pela Itália em 1970, por ser membro do grupo de Proletários Armados para o Comunismo, acusado de ter cometido quatro assassinatos. Fugiu da Itália, morou alguns anos na França, passou pelo México e chegou ao Brasil em 2004. 
 
No período, a Itália solicitou a extradição de Cesare Battisti. O Supremo Tribunal Federal autorizou, em 2009, a sua volta ao país para cumprir a pena. Entretanto, a última palavra para casos de extradição é do presidente da República. Luiz Inácio Lula da Silva, então presidente, negou, e Battisti permaneceu no Brasil.
 
Agora, o assunto foi retomado porque o Ministério Público Federal entrou com uma ação civil pública contra a União, pedindo a nulidade do ato de concessão do visto de permanência do réu no Brasil, e solicitando a deportação. 
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"Novos tradicionalistas" são mão de obra da revista "Veja", por Wilson Ferreira

Um repórter da revista “Veja Brasília” invade um condomínio em São Paulo disposto a fabricar provas para uma pauta inventada. Pego com a boca na botija, é levado pela polícia e a família vítima da “reportagem investigativa” faz um BO na delegacia. Além do episódio ser mais uma contribuição à pesada atmosfera política atual (a pauta era sobre uma suposta festa infantil de 200 mil reais pagos em dinheiro vivo pelo ex-presidente Lula), há algo mais: curiosamente o repórter é um dublê de jornalista e DJ de festas privadas no Lago Sul de Brasília e clubes que fervem na noite daquela cidade. Está para ser feita uma pesquisa etnográfica dos novos tipos-ideais do atual neoconservadorismo. Alguns já podem ser detectados: “coxinhas”, “coxinhas 2.0” e “simples descolados”. E o intrépido repórter da “Veja” pertence a um novo tipo-ideal: os “novos tradicionalistas”. Leia mais »

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O desrespeito continuado aos consumidores

Um pequeno exemplo de como o atendimento ao consumidor continua em fase pré-histórica no Brasil.

Por diversas razões, desisti dos serviços NET. Na segunda-feira, liguei para a central NET para providenciar o cancelamento. Fiquei 45 minutos na linha. O cancelamento só poder ser feito pelo titular da linha – uma forma de desestimular os consumidores.

Nos primeiros 5 minutos, a atendente queria saber os motivos da desistência, ofereceu promoções, que recusei, perguntou se havia alguma forma de reforma na residência – não havia, mas a pergunta nada tinha a ver com minha decisão. Saiu da linha informando que estava analisando o contrato e não mais retornou. Foram 45 minutos inúteis.

***

No dia seguinte, nova tentativa. Desta vez, decidi monitorar (http://migre.me/oRpNS).

Liguei às 13:32. Em cinco minutos, as perguntas protelatórias de praxe. Depois, o telefone mudo durante 40 minutos. Ao final desse prazo, caio de novo na central telefônica e me encaminham para nova atendente, com novo número de protocolo e as mesmas perguntas protelatórias de antes.

A atendente desaparece de novo. Com 55 minutos de ligação, peço para a secretaria denunciar a omissão à Anatel. E aproveito para pesquisar sobre o presidente da empresa, José Félix.

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Clipping do dia

As matérias para serem lidas e comentadas.

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Multimídia do dia

As imagens e os vídeos selecionados.

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Fora de Pauta

O espaço para os temas livres e variados.

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O tsunami fluvial que encanta, devasta e assusta o Acre - Por Laura Capriglione da Ponte com fotos de Mídia NINJA

http://amazoniareal.com.br/o-tsunami-fluvial-que-encanta-devasta-e-assusta-o-acre/

 

O tsunami fluvial que encanta, devasta e assusta o Acre

 

 

 

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Janot envia 54 nomes da Lava Jato ao STF

Patricia Faermann
 
Teori Zavascki decidirá se os processos permanecem em sigilo. Os presidentes da Câmara, Eduardo Cunha, do Senado, Renan Calheiros, o deputado Cândido Vaccarezza e o senador Fernando Collor devem integrar a lista
 
 
Jornal GGN - O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, entregou a lista de políticos que serão investigados por envolvimento com a Operação Lava Jato. São 54 nomes, em 28 pedidos de abertura de inquérito. Teori Zavascki, o ministro relator do processo no Supremo Tribunal Federal, decidirá se os processos permanecerão em sigilo ou se os autos estarão disponíveis para a consulta.
 
A informação é que os nomes chegaram ao gabinete de Zavascki por volta das 20 horas desta terça-feira (03). 
 
Ainda que em segredo de Justiça, alguns dos políticos já são esperados de serem alvos da investigação, como o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). A suspeita é que a notícia tenha ocasionado a tensão de hoje no Congresso.
 
 
Irritado, Renan Calheiros recusou, no final do dia, a Medida Provisória da presidente Dilma Rousseff, que revia desonerações de folha de pagamento para vários setores da economia. O texto do Executivo foi anunciado na última semana pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, para ajuste da economia, com vistas a atingir o superávit de 1,2% do PIB.
 
Nesta segunda-feira (02), o presidente do Senado não compareceu a um jantar marcado com Dilma. Havia alegado motivações "institucionais". Além da suspeita de seu nome integrar a lista de Janot, Renan Calheiros mostrava-se insatisfeito com o pouco espaço no governo: seu indicado Sérgio Machado foi afastado do comando da Transpetro, sob suspeita de envolvimento nos desvios da Petrobras, e o deputado federal Henrique Alves (PMDB-RN) pode assumir o lugar de outro apadrinhado, Vinicius Lage, no Ministério do Turismo. 
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Justiça Federal declara suspeição de juiz que usou bens de Eike Batista

Da Agência Brasil

Por Vladimir Platonow

O Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) declarou suspeição do juiz federal Flávio Roberto de Souza, titular da 3ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, para o julgamento dos processos relativos ao empresário Eike Batista. A decisão foi tomada na tarde de hoje (3), pela 2ª Turma Especializada do TRF2, em julgamento de exceção de suspeição apresentada pela defesa de Eike.

O juiz foi flagrado dirigindo um dos carros apreendidos do empresário e também havia determinado que um piano de Eike ficasse sob a guarda de um vizinho seu. Na sessão, ficou determinada a manutenção de todos os bloqueios de bens e valores já efetuados, até que o novo juiz da causa na primeira instância delibere sobre o caso, mas foi ordenada a anulação de todos os demais atos praticados pela primeira instância nos processos judiciais. Os desembargadores determinaram a suspensão de sua tramitação, até que seja feita consulta ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), sobre a redistribuição dos autos.

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PT quer estender investigação da CPI da Petrobras

Partido quer investigar também o período FHC. O presidente da Câmara Eduardo Cunha resiste
 
Coordenação da bancada do PT em reunião com o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams
 
Jornal GGN - A CPI da Petrobras na Câmara dos Deputados já inicia novos focos e formas de investigação. Enquanto os partidos da oposição sugeriram diversas convocações de donos de empreiteiras e políticos petistas, o PT quer ouvir cinco pessoas, antes de definir os novos rumos da Comissão. O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), resiste.
 
Nesta segunda-feira (02), o partido protocolou requerimentos para conversar com o ex-diretor da Agência Nacionalo do Petróleo (ANP), David Zylbersztajn; o ex-presidente da Sete Brasil, que presta serviços de sonda para a Petrobras, Luiz Eduardo Carneiro, e o presidente do banco BTG Pactual, André Esteves. O objetivo é abrir para assuntos pouco explorados e/ou explicados.
 
"Sugerimos convocações cirúrgicas porque temos que primeiro juntar a documentação que não consta do relatório aprovado no ano passado na CPI mista", afirmou o deputado Afonso Florence (PT-BA). Luiz Eduardo Carneiro, por exemplo, poderá contribuir para explicar os negócios do banco com a estatal na África. 
 
Da Petrobras, os petistas querem ouvir o ex-gerente de Serviços da Petrobras, Pedro Barusco, e o ex-diretor da área internacional Renato Duque. Com esses depoimentos, o PT quer estender as investigações ao governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB).
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Golpe civil e adiamento do projeto brasileiro, por Marco Aurélio Cabral Pinto

 

Artigo do Brasil Debate

Por Marco Aurélio Cabral Pinto

A inconfidência mineira fracassou na conquista da independência política (soberania) do Brasil diante dos interesses internacionais no último quartel do século 18. À época, os dominadores portugueses percebiam o Brasil como espaço de acumulação privilegiado e, a despeito de teses nacionalistas infiltradas na máquina pública, utilizaram-se de inteligência e poder policial-militar para sufocar projeto de poder soberano no País.

Séculos depois, o “ouro negro” surge na base da crise política que ameaça a continuidade da democracia brasileira. Não a democracia televisiva, festejante. Mas a real, como sistema político que se orienta pela vontade da sociedade difusa. Por alguns chamada de populismo, a democracia brasileira parece suprimida diante de golpe civil que alçou ao núcleo de poder da República os interesses conservadores, com nenhum outro objetivo do que abortar o aprofundamento do projeto brasileiro.

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Os riscos reais no setor elétrico

Especialista aponta os fatores conjunturais e estruturais que colocam sistema em estado de alerta  
 
 
Jornal GGN - O aumento da conta de luz para o consumidor, o baixo crescimento econômico e a diversificação das fontes que produzem energia no país tornam o cenário de hoje um pouco melhor do que o de 2001, quando o país foi obrigado a realizar uma forte campanha de racionamento para evitar uma maior frequência dos apagões elétricos que ocorreram naquela ano, é o que defende o professor do Departamento de Energia da Unesp e especialista em distribuição e comercialização de energia elétrica, Guilhermo Filippo.
 
Recentemente, o Operador Nacional do Sistema (ONS) solicitou às companhias que atendem 11 estados e o Distrito Federal que desligassem a energia por cerca de uma hora, no período da tarde. O evento foi o suficiente para lançar preocupação quanto ao atendimento da demanda ao longo do ano. O risco de apagão não é descartado pelo professor Filippo, que aponta como principal motivo a pior seca já enfrentada nas regiões Sudeste e Nordeste, nos últimos 80 e 60 anos, respectivamente. O baixo volume de águas nos reservatórios das usinas, nessas duas regiões, é que tem prejudicado a produção elétrica. Em São Paulo, as usinas de Ilha Solteira e Paraibuna, por exemplo, não estão sendo mais ligadas por total falta de água. 
 
O segundo motivo que põe em risco, hoje, a ampliação da oferta de energia no país são os resquícios do impacto da Medida Provisória 579, transformada na Lei nº 12.783/2013, para adiantar a renovação dos contratos de concessão de companhias de energia elétrica. A MP também reduziu, na época, a cobrança de energia elétrica em cerca de 20%. “Quando você reduz a tarifa faz uma sinalização errada para o consumidor de que ele pode gastar mais. Por isso o governo tinha que ter feito isso prevendo o aumento da demanda mais à frente”, explicou o especialista. 
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A boçalidade do mal, por Eliane Brum

Enviado por Leo V.

A boçalidade do mal

Por Eliane Brum

Do El País

Guido Mantega e a autorização para deletar a diferença

Em 19 de fevereiro, Guido Mantega, ex-ministro da Fazenda dos governos de Lula e de Dilma Rousseff, estava na lanchonete do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, quando foi hostilizado por uma mulher, com o apoio de outras pessoas ao redor. Os gritos: “Vá pro SUS!”. Entre eles, “safado” e “fdp”. Mantega era acompanhado por sua esposa, Eliane Berger, psicanalista. Ela faz um longo tratamento contra o câncer no hospital, mas o casal estava ali para visitar um amigo. O episódio se tornou público na semana passada, quando um vídeo mostrando a cena foi divulgado no YouTube.

Entre as várias questões importantes sobre o momento atual do Brasil – mas não só do Brasil – que o episódio suscita, esta me parece particularmente interessante:

“Que passo é esse que se dá entre a discordância com relação à política econômica e a impossibilidade de sustentar o lugar do outro no espaço público?”.

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A solução é mudar de canal?, por Cilene Victor

Por Cilene Victor

Via Facebook

Ref. ao post A misoginia disfarçada de humor

Do meu Face para o Jornal GGN - tantos ruídos!

Hoje, recebo o grato convite para publicar no Jornal GGN o texto que escrevi sobre o discurso misógino e intolerante de Alexandre Frota. 

Muito bem, já imaginava uma repercussão bem diferente da que costumo ter no meu Facebook, onde as pessoas me conhecem e, por isso, sabem que eu jamais assistiria a um programa apresentado por um homofóbico, racista, intolerante e ignorante travestido de humorista, gozando daquilo que entendemos e chancelamos como liberdade de expressão.

Li alguns dos comentários e cheguei à conclusão de que estamos caminhando para o buraco.
Na opinião de um leitor, comentar sobre o assunto nos deixa tão baixos quanto os protagonistas da entrevista. 

Na visão de outro, quem assistiu à entrevista (meu caso) merece ouvir tudo o que eles disseram. 

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