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Luis Nassif Online

No Departamento de Justiça, Janot visitou ex-sócia do escritório que representa empresas de enriquecimento de urânio
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Colunista monta reportagem baseada em suposições e é atropelada por quem assistiu ao evento; por Luis Nassif
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A frente anti-Dilma é composta de diversas cabeças, com poucas afinidades entre si; por Luis Nassif
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Multimídia do dia

As imagens e os vídeos selecionados.

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Fora de Pauta

O espaço para os temas livres e variados.

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Clipping do dia

As matérias para serem lidas e comentadas.

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PGR encontrou-se nos EUA com ex-sócia de concorrentes da Eletronuclear

Com o devido cuidado para não embarcar em teorias conspiratórias, vamos a alguma coincidências ligadas ao suposto escândalo na Eletronuclear envolvendo o Almirante Othon Luiz Pereira da Silva.

Ao longo de sua carreira, Othon acumulou um conhecimento único sobre um mercado que, no comércio mundial, equivale a US$ 100 bilhões/ano. Como consultor, teria condições de levantar valores dezenas de vezes superiores aos R$ 4,5 milhões – que teria recebido ao longo de seis ano, conforme despacho do juiz Sérgio Moro, acolhendo denúncia dos procuradores do Ministério Público Federal.

É possível que seja culpado, é possível que não.  O fato objetivo é que sua detenção afeta profundamente o programa nuclear brasileiro, um dos maiores feitos tecnológicos do país.

A gravidade do fato chama mais a atenção sobre a maneira como a força tarefa da Lava Jato chegou a ele. Leia mais »

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Por um PGR que respeite o Ministério Público

Conhece-se o verdadeiro comandante pela capacidade de insurgir-se contra ações irracionais da tropa e chamá-la à razão. Essa coragem torna-se especialmente relevante quando o comandante é escolhido em eleição direta pela tropa.

É o caso da eleição para Procurador Geral da República. Voltar-se contra os movimentos de manada - que ele, comandante, percebe como nocivos à corporação - exige coragem, desprendimento e grandeza.

Digo isso a respeito dos debates para a eleição do PGR.

Há quatro nomes de alto nível - o atual PGR Rodrigo Janot, e os subprocuradores-gerais da República Carlos Frederico Santos, Mario Bonsaglia e Raquel Dodge.

De nome, trabalho e reputação, conheço Janot, Bonsaglia e Raquel. Mas, pelo discurso de campanha, diria que aquele que devota mais respeito ao Ministério Público é Carlos Frederico. Leia mais »

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O jornalismo espírita invade encontro de Dilma com governadores

No jornalismo existem as reportagens e as análises. As reportagens baseiam-se em fatos; as análises, em raciocínios.

Uma das formas de burlar o leitor é rechear um artigo com meras impressões pessoais - do gênero que os compêndios jornalísticos denominam de gossips – e atribuí-las a fontes, anônimas ou não. É diferente da análise propriamente dita, que exige raciocínio, levantamento de ângulos não percebidos pelo leitor.

O gossip tem sido fartamente utilizado para desqualificar qualquer ato de Dilma, uma declaração solta, uma proposta política. Em vez de se debruçar sobre as implicações da atitude, montam-se análises superficiais baseadas no achismo, mas atribuídas a fontes em off para ganhar alguma verossimilhança.

É o caso do encontro de ontem, de Dilma com 27 governadores. Leia mais »

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Para entender o jogo do impeachment e o caso Catta Preta

O factoide protagonizado pela advogada Beatriz Catta Preta é significativo para se entender a próxima etapa do jogo do impeachment.

Beatriz trabalhava no escritório do ex-procurador, ex-desembargador Pedro Rotta, já falecido. Uma breve pesquisa na Justiça Federal indicará que Rotta provavelmente foi o recordista na concessão de habeas corpus para grandes traficantes. Uma breve investigação sobre os bens que ficaram em nome da viúva mostrará parte da sua carreira jurídica.

Como procurador, Rotta foi transferido para São Paulo por Golbery do Couto e Silva para resolver os problemas do Banco Cidade com a justiça. Posteriormente, tornou-se desembargador do TRF3. Foi através do escritório de Rotta que Beatriz conheceu seu futuro marido, processado por falsificação de dólares.

Ela é peça central para entender o jogo da Lava Jato. Por que razão uma advogada criminal pouca conhecida, que transitava apenas pelo baixo submundo do crime, se tornou advogada de todas as delações? Quais seus contatos anteriores, para se tornar o canal entre os detidos e a força tarefa e o juiz Sérgio Moro? Quem bancava seus honorários, se não eram os detidos? E porque os detidos se valeram apenas dela para aceitar o acordo de delação?

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Dois carros participaram do atentado ao Instituto Lula

Jornal GGN - Dois carros participaram do atentado contra o Instituto Lula e suas imagens ficaram registradas na webcam da porta do Instituto.

O primeiro passa lentamente e atira a bomba. Apesar do pequeno estrago provocado na porta do Instituto, a bomba continha inúmeros parafusos. Se atingissem alguma pessoa, poderiam provocar até a morte.

Logo depois passa um segundo carro, lentamente, analisando os estragos.

Por volta das 15 horas o Instituto Lula deverá divulgar as imagens, para ajudar na identificação dos autores do atentado.

O Instituto Lula, agora mesmo:

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Instituto Lula é alvo de bomba caseira

Atualizada às 13h50

Jornal GGN - Uma pequena bomba de baixo teor explosivo foi lançada na porta do Instituto Lula, esburacando a porta de alumínio, por volta das 22h da quinta-feira (30).

Segundo a assessoria de imprensa, o objeto foi arremessado contra a sede de dentro de um carro. O "ataque político" não deixou feridos. 

Na manhã desta sexta, o Instituto informou à imprensa que já ocorrido o fato às polícias civil e militar, ao secretário de Segurança Pública do Estado e ao ministro da Justiça. 

Ainda segundo a nota à imprensa, a instituição "espera que os responsáveis sejam identificados e punidos".

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, o titular Alexandre de Moraes já conversoi com o ministro José Eduardo Cardozo. "A perícia já foi determinada e as investigações já começaram." Leia mais »

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Os 11 princípios de Goebbels e o caso brasileiro

Enviado por ocator

Comentário ao post "Por um PGR que respeite o Ministério Público"

Conhece Joseph Goebbels, o violento ministro de propaganda de Hitler? Estes são os 11 princípios que levaram o povo alemão a tentar exterminar à humanidade:

1.- Principio da simplificação e do inimigo único.

Simplifique não diversifique, escolha um inimigo por vez. Ignore o que os outros fazem concentre-se em um até acabar com ele.

2.-Princípio do contágio

Divulgue a capacidade de contágio que este inimigo tem.  Colocar um antes perfeito e mostrar como o presente e o futuro estão sendo contaminados por este inimigo.

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Madame Chiang Kai-Shek e o perigoso moralismo americano

 
Por André Araújo
 
A chinesa Soog May Ling, filha de um pastor protestante americanizado, Charlie Ling, nascida em 1898 e falecida em 2003, portanto esteve em três séculos, foi a célebre esposa do líder nacionalista chinês Generalíssimo Chiang Kai-Shek, governante da China de 1930 a 1949.
 
Já escrevi aqui neste blog sobre essa interessante peronagem mas hoje a trato de outro ângulo.
 
A Madame Chiang Kai-Shek foi o subproduto mais simbólico de uma crença de missão divina do moralismo americano.
 
Os EUA foram formados por emigrantes muito religiosos e crentes na vida regida por princípios morais. Essa dimensão ficou imantada no ethos e no subconsciente dos americanos em geral. Até hoje, depois de tantas aventuras pelo mundo, eles se acham imbuídos de uma bandeira moralista superior a de todos os demais povos. Falsa ou não na sua essência, essa ideia de "missão da moral e da ética" faz parte da visão americana do mundo.

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Secovi alerta que Eduardo Cunha pode acabar com Minha Casa Minha Vida

Do Secovi

A morte anunciada do programa Minha Casa, Minha Vida

 Secovi-SP alerta para os riscos da aprovação do PL 1.358/2015, que propõe a mudança da alíquota da remuneração do FGTS de 3% para 6%. O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, ameaça aprová-lo na próxima terça-feira, 4/8

Com o argumento de beneficiar o trabalhador, no início de maio o deputado federal Paulo Pereira da Silva (SD/SP) apresentou na Câmara dos Deputados o PL 1.358/2015, que propõe a mudança da alíquota da remuneração do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) de 3% para 6%.

Dentre os inúmeros males da medida, o Secovi-SP alerta para o risco do fim do programa Minha Casa, Minha Vida. "Se esse PL for aprovado, milhões de trabalhadores serão impedidos de ter acesso à casa própria", ressalta Claudio Bernardes, presidente do Sindicato.

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"Sou ameaçada pelas declarações de políticos membros da CPI", diz Beatriz Catta Preta

A criminalista que desistiu da defesa de delatores, por receio de "sofrer violência", disse que as ameaças começaram depois que foi delatada a propina de R$ 5 milhões a Eduardo Cunha, presidente da Câmara
 
 
Jornal GGN - Na noite desta quinta-feira (30), a advogada criminalista Beatriz Catta Preta citou "membros da CPI [da Petrobras]" como autores de ameaças que vem sofrendo na defesa dos delatores da Operação Lava Jato. Por medo de "sofrer algum tipo de violência", ela desistiu do caso. 
 
"Sou ameaçada de forma velada, insistentemente, por pessoas que se utilizam da mídia para tanto, bem como pelas declarações de políticos membros da CPI", disse, ao Estado de S. Paulo. "Depois de tudo que está acontecendo, e por zelar pela minha segurança e dos meus filhos, decidi encerrar minha carreira", afirmou ao Jornal Nacional, da Rede Globo.
 
Beatriz Catta Pretta descreveu que a pressão aumentou depois que o lobista Julio Camargo, um de seus clientes, delatou que pagou R$ 5 milhões em propina ao presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Além da advogada, os próprios delatores Julio Camargo e Alberto Youssef já haviam dito que sofriam retaliações do deputado Cunha. 
 
 
Apesar de saber que a autoria das ameaças vinham de integrantes da CPI da Petobras que votaram a favor da sua convocação para prestar depoimento, ela não pode dar certeza se Eduardo Cunha integrava esse grupo. "Não recebi ameaças de morte, não recebi ameaças diretas, mas elas vêm de forma velada, elas vêm cifradas", completou.
 
Ainda na entrevista ao Jornal Nacional, a criminalista lembrou que Julio Camargo não havia delatado sobre Cunha também por "receio" de ações do presidente da Câmara. "Mas assumiu o risco", disse Catta Preta.
 
A advogada foi requerida a prestar depoimento na CPI para explicar a origem dos pagamentos que recebeu dos seus clientes, sob a suspeita de que tenham sido ilegais. Só o deputado Celso Pansera (PMDB-RJ) - apontado pelo próprio doleiro Alberto Youssef como "pau mandado" de Cunha - apresentou dois requerimentos para convocá-la. 
 
"Subvertem a ordem jurídica", diz Lewandowski
 

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