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Luis Nassif Online

Dilma tem cometido desacertos, mas ela é a única em condições de manter modelo atual de desenvolvimento; por Luis Nassif
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Em 1993 houve um encontro histórico, juntando Raphael Rabello, Charles da Flauta, Luizinho Sete Cordas, João Macambira
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"É muito mais decisão política do que orçamentária. É decisão politica dizer que ônibus não vai ficar atrás do carro"
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Multimídia do dia

As imagens e os vídeos selecionados.

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Fora de Pauta

O espaço para os temas livres e variados.

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Clipping do dia

As matérias para serem lidas e comentadas.

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A semana Dilermando Reis

Sexta feira que vem me apresentarei na Semana Dilermando Reis, em Guaratinguetá.

Vou com uma formação de dois violões, dois bandolins e um pandeiro.

Com a correria dos últimos dias e da próxima semana - sem um dia de folga - vou ter que viajar de bandolim para conseguir tirar todas as músicas.

Dilermando faz parte da infância e juventude de toda nossa geração. Suas principais músicas estão na memória afetiva. Estudando melhor agora as composições, para poder interpretá-las, sobressai um melodista fantástico, uma espécie de Dorival Caymmi do violão. 

São melodias extremamente simples, curtas, sacadas do fundo da memória musical brasileira. Não é à toa que é o instrumentista que mais calou fundo na música instrumental brasileira. Não existe um violonista de mais de 40 anos que não tenha bebido no seu repertório.

Quem tiver partituras ou arquivos midi das composições abaixo, favor me indicar.

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A censura que OAB, Fenaj e CNJ têm receio de denunciar

Por Marco Aurélio de Mello
 
O "modus operandi" é o mesmo. "A vítima" ingressa com uma ação, ganha em primeira instância, um site publica a sentença e pronto, o serviço está feito. Que serviço? O assassinato de reputações. Dar publicidade à uma ação que ainda não transitou em julgado tem um impacto negativo sobre a imagem do "condenado", impacto muitas vezes irreparável.
 
É a segunda vez sou condenado em primeira instância numa ação movida pelo número um do jornalismo da TV Globo. Primeiro foi em 15 mil, agora o dobro, 30 mil. Leia mais »
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Com Marina, menina bonita não paga, mas também não leva, por Paulo Emilio

Aquela brincadeira que nos acostumamos a ouvir desde criança (“Menina bonita não paga, mas também não leva”) parece descrever a candidatura de Marina Silva. Ao vê-la dizendo a que veio, tem-se a impressão de que ela (quase) nada poderia comprometer em termos de ética no trato da coisa pública.

Por outro lado, percebe-se com certa facilidade que, na eventualidade de uma vitória, Marina não faria qualquer diferença para o País. Sua prosa rarefeita, discurso errático e a postura de impertubabilidade professoral kindergarten, não disfarçam o óbvio: ela não tem a menor ideia do que está falando.

Pior que isso, não há projeto estratégico – por elementar que seja – para um país labiríntico como o Brasil. Além, é claro, do PSB (e da própria Marina, caso opte pela saída à francesa na troca de siglas) parecer uma das expedições de Amyr Klink: solitário, ocioso e dispensável.

Seduzidos pela retórica tão fluida quanto oca da acriana, em especial os jovens da classe média urbana mais bem escolarizada e os artistas moderninhos logo aderiram à sua empreitada política. Leia mais »

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Europa Minor

Mauro Pagani em seu trabalho solo de 1978, grande músico de grande lida...

pesquisador de mão-cheia desde de seus tempos de "Premiata Forneria Marconi".

 

 

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Possíveis mudanças na economia de um segundo mandato de Dilma

 
Jornal GGN - Se eleita, a presidente Dilma Rousseff não abandonará seu projeto desenvolvimentista, mas fará mudanças para atrair a confiança do mercado em três frentes: fiscal, infraestrutura e cambial, aponta reportagem do jornal O Estado de S. Paulo. Uma das modificações será o fim dos atrasos nos repasses dos recursos federais à Caixa e Eletrobras, antes com o intuito de melhorar as despesas da União.
 

De o Estado de S. Paulo

Dilma já estuda ajustes na área fiscal, cambial e de infraestrutura

porJoão Villaverde

Em um eventual segundo mandato, já se pensa dentro do governo em um esforço fiscal menor, mas mais realista, em 2015

Pressionada a adotar uma estratégia mais amigável ao mercado, mas sem renunciar ao “apetite” desenvolvimentista, a presidente Dilma Rousseff já começou a definir os direcionamentos da política econômica para um eventual segundo mandato. O Estado apurou que ajustes importantes serão feitos na condução da economia no campo fiscal, de infraestrutura e cambial. 

Depois de 8 anos e 6 meses de Guido Mantega, o Ministério da Fazenda trocará de mãos, como já antecipou a presidente. Embora Dilma proíba qualquer discussão na campanha quanto a nomes de substituto, o próprio governo avalia algumas propostas. Uma delas seria a colocação de um empresário para comandar a Fazenda, num plano que seria amarrado com a elevação do Ministério do Planejamento para a linha de frente macroeconômica. “Dividir um pouco o poder e colocar duas vozes com força para defender a economia”, segundo um auxiliar presidencial afirmou, em entrevista gravada.

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Memórias: Kwame Nkrumah

Enviado por ANTONIO ATEU

Memórias: Kwame Nkrumah

Kwame Nkrumah (21 de setembro de 1909 – 27 de abril de 1972) foi um grande lutador e divulgador do pan-africanismo, numa permanente luta contra a “balcanização” de África, como estratégia imperialista da dominação sobre o continente. Por António José André.

Kwame Nkrumah estudou em escolas católicas, no Gana. Em 1935, foi para os Estados Unidos, onde se diplomou em arte, teologia, filosofia e educação. Com um percurso académico notável, desdobrou-se em palestras na Universidade Lincoln.

Nessa altura, Nkrumah foi eleito presidente da Organização dos Estudantes Africanos dos Estados Unidos e Canadá. Em 1945, ajudou a organizar o sexto Congresso Pan-Africano, em Manchester (Inglaterra).

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Projetos não são dos candidatos, mas das candidaturas

Enviado por Robertog

Comentário ao post O projeto de Brasil dos três candidatos

Acho que seria interessante também notar que os projetos não são dos candidatos, mas das candidaturas. A (re)construção do Estado nacional como estado do bem estar social e industrializante é um projeto coletivo do baixo clero intelectual e acadêmico que é majoritário entre os petistas. Com vantagens e problemas, é claro. Mas nesse caso o exemplo da Marina é  muito elucidativo. Uma pessoa com uma belíssima biografia anterior, sem uma base de apoio consistente como o PT tem, acaba se entregando no colo de setores das elites tradicionais e vocalizando seus interesses numa linguagem híbrida e, não por acaso, cada vez mais confusa e claudicante. Não dá para conciliar a biografia dela com seu novo entorno. E, acho eu, esse não é um problema pessoal da Marina e sim da geografia política. O PT ocupou o lugar da inclusão social e econômica. Ainda que seus dirigentes claudiquem muito nesse caminho. Mas quando apertados, como agora, vão para a esquerda e isso não tem nada de acaso. É o resultado do sistema de forças que move nosso sistema político. 

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A caixa preta dos pedidos de vista no Supremo

 
Jornal GGN - Um estudo inédito da Escola de Direito da FGV Rio concluiu: "É preciso repensar a gestão dos processos do Supremo. A total autonomia de cada ministro sobre como decidir é inalienável, mas não pode ser confundida com uma total autonomia da gestão processua".
 
O estudo mostrou que o tempo de demora para os processos julgados por cada ministro não tem relação, necessariamente, com o número de procedimentos judiciais que chegam a eles. 
 
Da Folha de S. Paulo
 
 
Por Elio Gaspari
 
A FGV Direito Rio concluiu a 1ª pesquisa sobre o tempo da corte e viu que sua lentidão é também produto da desordem
 
Durante um ano, uma equipe de nove pessoas da Escola de Direito da Fundação Getulio Vargas do Rio, dirigida pelo professor Joaquim Falcão, estudou a tramitação de 1,5 milhão de processos e 14 milhões de procedimentos judiciais que tramitaram no Supremo Tribunal Federal entre 1988 e 2013.
 
Ela concluiu: "Os dados comprovam a urgência de que o Supremo repense sua relação com o tempo. (...) Boa parte dos indicadores mostra que o tempo não necessariamente é influenciado pela quantidade de processos que chegam aos ministros". (O processo relacionado ao uso de cinto de segurança em coletivos completou 17 anos e oito meses.)
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Cenas inéditas de um sarau histórico de 1993

Semana passada recebi do Tião Cabo Verde uma gravação preciosa: a de um sarau que houve em casa no início dos anos 90.

Foi um sarau sem paralelo.

Começou elas circunstâncias. Estava sozinho em casa com a caçulinha Luizinha, quando Raphael avisou que passaria por São Paulo. Combinamos o sarau.

No sábado fomos ao seu show. No domingo, pedi ajuda das irmãs, que me mandaram um panelão de quirera e outro de feijão gordo. A Luizinha ficou incumbida de receber as visitas enquanto eu recepcionava os músicos.

A rodada começou na casa do Guttenberg, o Baiano, boêmio militante e meu vizinho. Lá estavam o seu João Macambira, na época o melhor bandolinista de São Paulo.

De lá fomos para minha casa. E as visitas começaram a chegar e não paravam mais. Leia mais »

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Cientista mineira descobre tipo de fotografia quântica

Do Núcleo de Pesquisa de Ciências
 
 
 
Tudo o que enxergamos é o reflexo da luz sobre os corpos. Quando você tira uma fotografia, o que a lente da sua câmera capta é esse mesmo reflexo. Assim, pelos princípios básicos da óptica – parte da física que trata da luz e dos fenômenos da visão –, se não há luz, não há imagem. Mas a descoberta de uma pesquisadora mineira veio para virar esse conceito de cabeça para baixo.
 
Gabriela Barreto Lemos, 32, pós-doutoranda do Instituto de Óptica Quântica e Informação Quântica de Viena, na Áustria, conseguiu fazer uma foto não a partir da iluminação de um corpo, mas de um tipo de “telepatia” entre fótons – partículas minúsculas e elementares que formam a luz. Assim como a matéria é formada pelos átomos, um feixe de luz é formado por fótons.
 
Nessa técnica de fotografia quântica, a cientista e sua equipe dispararam um feixe de laser verde para um cristal, que aniquila um fóton verde do laser e, no lugar dele, cria dois fótons gêmeos, um vermelho e outro infravermelho. “É como se fosse um gêmeo gordo e um magro”, explica ela. O fóton infravermelho é enviado em uma trajetória e atravessa uma placa de silício com a imagem de um gato. Já o fóton vermelho segue um caminho diferente: é refletido em um espelho e enviado para uma câmera fotográfica.
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Ocupação São João: “O que vivemos lá dentro não foi guerra. Foi amor”


Ocupação Líbero Badaró | Foto: Rodrigo Zaim/R.U.A Fotocoletivo

De /Ponte

 

“O que vivemos lá dentro não foi guerra. Foi amor.”

 

Por  

Moradores da ocupação São João não esquecem as horas de pânico vividas na reintegração de posse e afirmam que é a compaixão entre eles que os mantém vivos

Fotos: Rodrigo Zaim/R.U.A Fotocoletivo
Edição de vídeo: Rafael Bonifácio

Na entrada da ocupação de um prédio da Cruz Vermelha na rua Líbero Badaró, número 595, no centro de São Paulo, famílias se acumulam em um corredor estreito. São crianças, jovens, mulheres, grávidas, homens e idosos; brasileiros, peruanos, bolivianos e africanos. Esperam a chegada e a distribuição de doações. Faz frio. Não há cobertores suficientes. Alguns perderam tudo na mudança da ocupação São João, localizada quase na esquina da Avenida Ipiranga, a cerca de 700 metros do novo prédio. Entre os antigos e os novos moradores, aparece o rapper Emicida, que acompanha de perto o movimento por moradia. Um dos residentes prepara as refeições do primeiro dia, compradas com o recurso doado pela ONG “Apoio”. Outros se dividem em escala para cuidar da portaria e todos os homens se reúnem em mutirão para subir os eletrodomésticos dos novos residentes.

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Governo vai esperar sindicância para definir possíveis afastamentos no IBGE

Os ministros do Planejamento, Miriam Belchior, do Desenvolvimento Social, Tereza Campelo, da Educacão, Henrique Paim, durante coletiva sobre os dados do Pnad, divulgada pelo IBGE(Fabio Rodrigues Pozzebom /Agência Brasil)

Os ministros do Planejamento, Miriam Belchior, do Desenvolvimento Social, Tereza Campelo, da Educacão, Henrique Paim, durante coletiva sobre a correção dos dados da PnadFabio Rodrigues Pozzebom /Agência Brasil

 

A ministra do Planejamento, Miriam Belchior, disse hoje (20) que o governo irá esperar a conclusão do trabalho da comissão de sindicância, que irá apurar o erro do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2013, para tomar providências sobre possíveis afastamentos de responsáveis do órgão.

A comissão terá 30 dias para analisar os fatos e a responsabilidade funcional e será formada por integrantes da Casa Civil, dos ministérios do Planejamento e da Justiça e da Controladoria-Geral da União (CGU).

Segundo a ministra, o governo “ficou chocado com o erro”, considerado gravíssimo. Além da comissão de sindicância, um grupo de especialistas independentes irá avaliar a consistência da Pnad de 2013, para ver se há algum outro problema no estudo. Os nomes devem ser divulgados na próxima terça-feira (23).

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