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Luis Nassif Online

Os jornalões estão incorrendo em um ridículo intencional ao estimar a corrupção em R$ 88 bilhões; por Luis Nassif
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Haddad está convencido de que São Paulo tem a melhor política cultural do país, mas faltava o Choro; por Luis Nassif
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Jurista explica como a minoria progressista saiu vitoriosa na Constituição de 1988
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O que podemos aprender com a proposta de Obama para o ensino superior

Artigo do Brasil Debate

Por Reginaldo Moraes

No começo de janeiro, o presidente americano, Barak Obama, anunciou um programa, denominado America’s College Promise, que garantiria a gratuidade para 2 anos de Community College para algo como 9 milhões de jovens americanos classificados como “estudantes responsáveis”. Seria uma porta de acesso à classe média, declarou o secretário de educação da presidência.

O programa foi recebido por alguns com apoio entusiasmado. O jornal NY Times a ele dedicou editorial em 15/01, aprovando a proposta. O mesmo aconteceu com Gene Block, reitor da Universidade da Califórnia (Los Angeles), que escreveu artigo nesse mesmo jornal comparando o programa com o Morrill Act, a lei do século 19 que estimulou a criação de uma enorme rede de universidades estaduais, por meio da doação de terras federais.

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Salários e competitividade da indústria brasileira, por Antônio Carlos Diegues

Artigo do Brasil Debate

Por Antônio Carlos Diegues

Em um cenário de deterioração das contas externas brasileiras, com elevado déficit em transações correntes associado a uma persistente reticência da retomada do investimento, o incremento da competitividade do parque produtivo local emerge como elemento estrutural para a criação dos fundamentos de um novo ciclo de crescimento no médio prazo.

Explica-se: por um lado, tal incremento de competitividade teria impactos positivos na contenção do déficit do balanço comercial, derivado do vazamento de parte importante do crescimento da demanda doméstica nos últimos anos para o consumo de manufaturas importadas.

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Os 134 anos do compositor Barroso Neto

Hoje o compositor Barroso neto faria 134 anos. Eis duas de suas obras e um pequeno perfil.

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Com ou sem vitória de Cunha, eleição na Câmara trará prejuízo ao Planalto

Jornal GGN - Independente do resultado da eleição do próximo domingo (1/2), para a presidência da Câmara, a leitura nos corredores da política é que o Palácio do Planalto sai perdendo em qualquer cenário. Em menor grau, se o candidato do PT, Arlindo Chinaglia, vencer a disputa contra os adversários Julio Delgado (PSB), Chico Alencar (PSOL) e Eduardo Cunha (PMDB) - este último, dono do favoritismo. Mesmo com sucesso do petista, Dilma levaria para casa um PMDB enfurecido pela derrota e disposto a se deixar liderar, mais uma vez, pelo deputado fluminense que mais causou dor de cabeça durante o primeiro mandato da presidente.

Mas o prejuízo com a vitória de Eduardo Cunha, o principal desafeto do Planalto, seria maior. Afinal, ser presidente da Câmara é dispor de um cargo que só perde em relevância para a presidência e vice-presidência da República. Cunha, além de estar na linha sucessória de Dilma, teria poder para arquivar ou dar prosseguimento a pedidos de impeachment contra a presidente. E ditaria a velocidade com que projetos de lei que interessam ao Planalto seriam tocados na Câmara. 

O conflito declarado e preocupação do governo com Cunha são tão grandes que nesta sexta-feira (30), durante entrevista a uma rádio, Chinaglia afirmou que se não estiver no segundo turno da eleição para presidente da Câmara contra o peemedebista, dará seu voto pessoal em Julio Delgado, oficialmente o candidato de oposição ao PT, com apoio do PSDB. "Não há acordo de apoio [entre PT e PSB], nem pedi reciprocidade, mas eu também sou eleitor", explicou Chinaglia. Segundo ele, mesmo que o PMDB seja da base aliada, é impossível votar em Cunha após a campanha agressiva que ele encabeçou nas últimas semanas.

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Sérgio Moro quer justificativa para indicação de agente público como testemunha

Da Agência Brasil

Por André Richter
 

O juiz federal Sérgio Moro, responsável pelas investigações da Operação Lava Jato, pediu hoje (30) que os advogados do presidente da UTC, Ricardo Pessoa, justifiquem a necessidade de indicar ministros e parlamentares para depor como testemunhas de defesa nas ações a que o executivo responde.

Ontem (29), ao apresentar defesa preliminar à 13ª Vara Federal em Curitiba, os advogados de Pessoa, que está preso, arrolaram como testemunhas os deputados federais Arlindo Chinaglia (PT-SP), Paulo Pereira da Silva (SD-SP), Jutahy Júnior (PSDB-BA) e Arnaldo Jardim (PPS-SP), que está licenciado, além do ministro da Defesa, Jaques Wagner, e do ex-ministro das Comunicações Paulo Bernardo.

Por determinação do juiz, a defesa de Ricardo Pessoa deverá, em cinco dias, esclarecer a relevância do depoimento das pessoas indicadas e informar se os agentes públicos arrolados têm conhecimento dos desvios na Petrobras ou se podem esclarecer algo a respeito.

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O gatilho letal do senhor governador, por Flávio Siqueira Jr

Imagem: Aroeira

De Outras Palavras

Como Geraldo Alckmin age para evitar o debate sobre uso, pela PM, de balas de borracha — que cegaram manifestantes e jornalistas em São Paulo e provocam mortes no mundo todo

Por Flávio Siqueira Jr.

O ciclista W. (ele teme ser identificado) foi vítima de uma bala de borracha durante protesto realizado Movimento Passe Livre (MPL) no dia 16/1, em São Paulo. O projétil, que acertou o seu olho direito, partiu da arma de um policial militar que acompanhava o ato. O oficial, afirmou W. em entrevista à Ponte Jornalismo, estava a menos de 10 metros de distância. “Eu vi o policial mirando em mim”, afirmou. Ele ainda não sabe se voltará a enxergar.

“Se não estivesse na rua protestando, não teria se ferido”, diriam alguns. “Se o governador Geraldo Alckmin não se negasse a discutir a regulação da ação policial em protestos, a bala não teria sido disparada contra o rosto do rapaz”, defenderiam outros. Qual a diferença fundamental entre os dois pontos de vista? O primeiro nega o dever de Alckmin, no exercício de sua função pública, de controlar sua própria tropa. Culpa quem está na rua defendendo direitos por sua própria tragédia – algo parecido com o que a Justiça disse a Alex Silveira, fotógrafo que perdeu um olho por conta de uma bala de borracha durante a cobertura de um protesto.

O fato é que Alckmin tem renunciado ao debate, apesar de ser o interlocutor supostamente mais interessado.  Prova contundente é o veto, no dia 20/12, ao projeto de lei (608/2013) aprovado por unanimidade pela Assembleia Legislativa de São Paulo. Com justificativas vazias e nenhuma proposta, o governador vetou a proposta de proibição à munição de elastômero. Optou, portanto, pela não-resposta.

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Justiça é branda com acusações de tortura pela policia

Do Justificando

Justiça é branda com policiais e agentes carcerários acusados de tortura, aponta estudo

Por Alexandre Putti 
 

Um levantamento divulgado hoje (27) pela Conectas, revela um panorama sobre o acusados, vítimas e perfil de processos que versam sobre o crime de tortura, previsto na Lei 9.455/97. O estudo aponta a maior incidência de tortura visando a “confissão” de algo, além de revelar uma postura mais branda por parte do Justiça, quando o acusado é do servidor público.

A pesquisa foi feita pelo Conectas Direitos Humanos, o Núcleo de Pesquisas do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais (IBCCrim), a Pastoral Carcerária e a Ação dos Cristãos para a Abolição.

Perfil dos acusados. Entre agentes públicos e privados, os primeiros se saem melhor no Judiciário.

Os agentes públicos representam 61% dos casos, seguidos por agentes privados, com 37%. Em 2% dos casos não foi possível identificar o perfil do acusado. Por agentes públicos, entende-se funcionários do Estado, como carcerários, guardas e policiais, enquanto agentes privados correspondem a pais, mães, padrastos, madrastas, babás ou quaisquer pessoas que não se enquadravam na categoria “agente público”. 

Nesse sentido, os agentes públicos acusados de tortura tem uma chance maior do que agentes privados de saírem absolvidos, como demonstra o gráfico abaixo:

gráfico totura 3

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A insurgência dos rios pantanenses

Rios com vontade própria

Da Fapesp

Por Ricardo Zorzetto

Alterações frequentes de curso deixam cicatrizes na paisagem do Pantanal

No Pantanal, uma das maiores planícies alagáveis do planeta, os rios parecem ter vontade própria. Nascem nos planaltos e descem confinados em leitos bem definidos e quase sempre serpenteantes para as terras planas. Mas logo se insurgem. À medida que avançam na planície, deixam de fluir pelo canal encravado na rocha e traçam outros caminhos, erguendo novas margens com os sedimentos do planalto. Esse redesenhar é contínuo e deixa impressos na paisagem canais, que, hoje abandonados, delineiam figuras em forma de leques gigantescos.

O geólogo Mario Luis Assine estuda os rios do Pantanal desde os anos 1990 e sabe agora que essa remodelagem é um fenômeno característico dali. “Datações feitas em alguns dos canais abandonados, os paleocanais, revelaram idades variadas, de dezenas de anos a dezenas de milhares de anos”, afirma Assine, que, com sua equipe na Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Rio Claro, tenta reconstruir as transformações nessa paisagem nos últimos 100 mil anos.

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Governo de SP corta metade das vagas de ensino técnico

 
Jornal GGN - O governo do estado de São Paulo cortou pela metade um programa educacional, muito explorado por Geraldo Alckmin durante a sua campanha à reeleição. Visando oferecer ensino técnico aos alunos da rede estadual, o programa Vence abriu 10 mil vagas neste ano. Antes, eram 20 mil.
 
Da Folha de S. Leia mais »
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As coleções literárias na era dos eBooks

Ebooks e o desenvolvimento de coleções

Do Bibliotecários sem Fronteiras

Definitivamente, o maior impacto do ebook nas bibliotecas será sentido pelo desenvolvimento de coleções e tudo o que ele envolve: seleção, aquisição, desbaste, descarte, inventários, avaliação, e política de desenvolvimento.

O desenvolvimento de coleções foi moldado para o período de escassez de produtos de informação e de recursos para a aquisição. Porém, para um período de abundância informacional como o nosso e, consequentemente(?), de barateamento dessa informação, muitas de suas atividades ficam sem sentido. Talvez seja cedo para falar disso, mas precisamos começar a imaginar um futuro sem a preocupação com o desenvolvimento de coleções. Ou, talvez, com uma preocupação menor.

Seleção. Selecionar livros é tarefa fundamental para qualquer bibliotecários. Analisar todos os critérios possíveis e decidir comprar um livro em detrimento de outro, quantos exemplares, é uma das tarefas mais belas de uma biblioteca, pois isso é decidir que livro sua comunidade irá ler. Agora, imagine que no lugar de optar por um livro ou outro você possa ter os dois que você considera interessante para a biblioteca e vários outros menos interessantes(na sua opinião, é claro, não na do usuário). É isso o que a Amazon permite com o seu aluguel de livros e que, mais cedo ou mais tarde, as editoras farão o mesmo. Para que selecionar se se pode ter tudo?

Aquisição. Adquirir significa dizer “é meu”. Nada mais explícito de um período de escassez. no entanto, já há um tempo que os livros não são mais vistos como produto e sim como serviço. Serviços são acessados. A tendência é que as bibliotecas adquiram cada vez mais o acesso a bases de dados de livros, algo bem parecido com o que já ocorre com os periódicos.

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Brasil, de vitrine a vidraça, por Leonardo Sakamoto

Trabalho escravo: o Brasil pode deixar de ser vitrine e virar vidraça

Por Leonardo Sakamoto

Do Blog do Sakamoto

Em tempos de polarização infantil, a política brasileira de combate ao trabalho escravo, que completa duas décadas neste ano, é um alento.

Criada por Fernando Henrique (que teve a coragem de reconhecer diante das Nações Unidas a persistência de formas contemporâneas de escravidão em nosso território), elevada à condição de exemplo internacional por Lula (que ampliou os mecanismos de combate a esse crime) e mantida por Dilma, ela tem sido uma política de Estado e não de governo.

Tanto que já tivemos cenas de salutar competição positiva. Em 2012, São Paulo criou uma lei para banir, por dez anos, empresas que venham a ser condenadas por esse crime. O projeto partiu de um deputado do PSDB.

No ano passado, finalmente foi aprovada no Congresso Nacional a emenda constituição número 81, que prevê o confisco de propriedades em que trabalho escravo for encontrado e sua destinação à reforma agrária ou ao uso habitacional urbano. O projeto original havia sido proposto por um deputado do PT.

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Cantareira não registra queda durante cinco dias

Jornal GGN – O nível do Cantareira não caiu nos últimos cinco dias. O sistema permanece operando em 5,1% da capacidade. No alto Tietê, houve queda de 0,1%, passando de 10,7% para 10,6%. No Guarapiranga, as chuvas fizeram subir o nível, de 47,8% para 48,24%.

Cantareira fica estável e chuvas elevam nível do Guarapiranga

Por Flávia Albuquerque

Da Agência Brasil

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O lançamento do Clube do Choro de São Paulo

O prefeito de São Paulo Fernando Haddad acaba de anunciar o lançamento do Clube do Choro de São Paulo.

Foi em um almoço que acabou de acontecer na Prefeitura, presentes Haddad, o bandolinista Danilo Brito, o maestro John Neschling, o Secretário de Cultura Nabil Bonduki, o de Comunicação Nunzio Briguglio e o bandolinista amador Luís Nassif.

Haddad está convencido de que São Paulo tem a melhor política cultural do país, contemplando o teatro, a dança, a ópera, a música erudita, o grafite. Mas faltava a música brasileira e, especialmente, o choro.

Aliás, admitiu que não dorme sem ouvir Agustin Barrios, o paraguaio genial que ajudou a formar a escola brasileira de violão. Por seu lado, Neschling considerou o choro a forma mais completa de música brasileira e contou ter composto vários choros para filmes e peças de teatro.

De minha parte vendi o peixe de que hoje em dia São Paulo é o grande centro de choro do país, depois do Rio de Janeiro.

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Sem posição da igreja, Papa recebe transexual

Da Adital

Papa recebe transexual, mas posição da igreja sobre a diversidade ainda não é clara

Por Marcela Belchior
 

A notícia de que o Papa Francisco recebeu o transexual espanhol Diego Neria Lejárraga para uma audiência privada no último dia 24 de janeiro, no Vaticano, gerou forte repercussão mundial e otimismo por parte movimentos sociais com vistas à relação da Igreja Católica com a diversidade sexual. O que pouca gente se pergunta é, afinal, o que foi discutido durante o encontro. Que posicionamento o Sumo Pontífice apresentou diante da discriminação da comunidade religiosa ao fiel católico? O que ele defende claramente sobre as várias formas de gênero? O gesto é simbólico e pode sinalizar uma mudança gradual, porém ainda não é fato que Igreja esteja aberta para as diversas manifestações da sexualidade. 

Diante do silêncio do Vaticano quanto ao teor da conversa entre Francisco e Lejárraga, o teólogo André Musskopf abre a discussão para os significados do episódio. "Sabemos que o Papa o recebeu e isso já é um gesto de acolhimento importante, que pode servir como exemplo para a postura da própria Igreja. Mas a gente não sabe a posição do Papa. (...) Por que o Vaticano não comenta nada do que ocorreu nesse encontro?”, questiona Musskopf, que estuda as relações entre religião e sexualidade. 

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Devolve Gilmar: Pedido de vista de Gilmar completa 300 dias

Enviado por ANTONIO ATEU

Do Brasil 247

DEVOLVE GILMAR: PEDIDO DE VISTA DE GILMAR COMPLETA 300 DIAS

Ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), emperra desde abril do ano passado a ação que pede o fim de doações de empresas para campanhas; ele pediu vista do julgamento quando contava com 6 votos a favor e um contra; recentemente, ele afirmou que a tese de que a corrupção existe por conta do financiamento das empresas privadas é um "discurso fácil"; "O partido que desenhou essa proposta (o PT) queria o financiamento público e o voto em lista. A minha objeção é que nós temos de discutir o sistema eleitoral para saber qual é o modelo de financiamento. E não discutir o modelo de financiamento para definir o sistema eleitoral"

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), emperra há mais de 300 dias a ação que pede o fim de doações de empresas para campanhas. O magistrado pediu vista do julgamento, iniciado no dia 2 de abril de 2014, quando contava com 6 votos a favor e um contra.

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