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Luis Nassif Online

O parecer de Janot, a favor da revisão da Lei, é um dos momentos máximos da nossa luta civilizatória; por Luis Nassif
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No MMA, Marina construiu reputação justamente lutando contra a importação de pneus, por Luís Nassif
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Se o país resolver insistir na aposta no personagem salvador, só há uma coisa a dizer: bem feito!; por Luis Nassif
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Especialistas discutem a importância do ensino de literatura nas escolas

Por Juliana Sada, do Centro de Referências em Educação Integral

Qual o papel da literatura na formação das crianças e adolescentes? O que a leitura pode acrescentar aos alunos? Como trabalhar as diferentes obras literárias em sala de aula? Os jovens gostam de ler?

Diante dos desafios trazidos pela literatura aos educadores, o Centro de Referências em Educação Integral entrevistou especialistas durante oficina promovida pela Fundação SM sobre o tema. Para os entrevistados, a leitura traz enormes potenciais ao desenvolvimento integral das crianças e adolescentes, contribuindo de maneira decisiva no processo educativo.

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A importância do planejamento e os desafios da municipalização da educação

Por Priscilla Maria Bonini Ribeiro em colaboração para o Centro de Referências em Educação Integral

A discussão da municipalização não pode estar desassociada de uma avaliação municipal sobre a inexistência ou existência de um regime efetivo de colaboração entre Estados e Municípios no ensino fundamental, que já está previsto legalmente, mas ainda não está regulamentado, e não prevê as dificuldades dessa transição.

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MPF quer punição do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra

 
Jornal GGN - O Ministério Público Federal não aceitou a decisão da 5a. Vara Criminal de São Paulo e solicitou, mais uma vez, que o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra e o delegado Alcides Singillo sejam punidos.
 
Dessa vez, a procuradoria enviou parecer ao Tribunal Regional Federal, destacando que o crime de ocultação de cadáver é crime permanente e contra a humanidade, sendo, portanto, imprescritível. No mesmo relatório, a procuradora frisa que a Lei de Anistia não pode beneficiar agentes do Estado que cometeram crimes que envolvem graves violações aos direitos humanos, pois o Brasil é signatário de tratados internacionais que impõem apuração e punição de crimes da ditadura militar.
 
De acordo com a investigação do MPF, o comandante operacional do Doi-Codi-II, Ustra, e o delegado lotado no Deops, Singillo, foram os responsáveis pelos grupos que capturaram, torturaram e assassinaram o estudante de medicina Hirohaki Torigoe, integrante da organização de esquerda Movimento de Libertação Popular.
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O Mais Médicos e o Globo Rural

Enviado por Demarchi

Vale a pena assistir até o fim.  Esclarecedor.

 

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Revisão da Lei da Anistia: capítulo glorioso na história do MPF

Depoimento da procuradora Eugênia Gonzaga ao GGN, sobre a grande batalha contra a tortura

O parecer do Procurador Geral da República Rodrigo Janot, com a posição oficial do Ministério Público Federal a favor da revisão da Lei de Anistia, é uma demonstração da capacidade do órgão de se abrir – ainda que lentamente, como deve ser em um poder do Estado – aos novos conceitos e interpretações.

Inicialmente, a PGR era contrário à revisão da Lei da Anistia.

Teve início, então, o trabalho solitário de dois procuradores, Marlon Weichert e Eugenia Gonzaga, visando convencer o MPF da imprescritibilidade dos crimes de tortura, Marlon atuando mais na parte jurídica e Eugênia nas ações contra torturadores.

As primeiras ações de Eugenia foram no episódio da Vala de Perus. Abriu ações contra uma enorme lista de responsáveis, do ex-prefeito Paulo Maluf aos legistas do IML (Instituto Médico Legal), Unicamp e USP.

Com algumas exceções, a maioria das ações não passava da Primeira Instância, com os juízes entendendo que a Lei da Anistia valia para todos – inclusive para os torturadores.

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Direita tenta reeditar 1960 e 1989 em 2014, por Diogo Costa

LAMENTAVELMENTE A HISTÓRIA SE REPETE - Algumas pessoas ficam cheias de dedos para comentar sobre o processo eleitoral atual. Não é hora para omissões. A história brasileira é que subsidia o conteúdo desse texto.

Em 1960 Jânio Quadros se elegeu presidente da república pelo PTN (com o apoio da UDN). O PTN era um micro partido que nem de longe estava no centro da política nacional, como estavam a própria UDN, o PSD e o PTB.

Em 1989 Fernando Collor de Mello se elegeu presidente da república pelo PRN. O PRN era um micro partido que com muito gosto abraçou as pretensões da "nova política" de Collor, egresso da ARENA, do PDS e do PMDB.

Em 2014 a direita quer repetir o fenômeno com uma candidatura laranja, que usa o PSB como barriga de aluguel e que um dia depois da eleição irá para o micro partido Rede, espécie de PTN ou PRN dos dias de hoje.

Tanto Jânio Quadros quanto Collor se auto definiam como figuras acima dos partidos tradicionais. Criticavam a política em si, os partidos políticos e os próprios políticos.

Se apresentavam como mui dignos representantes da "nova política" que iria sanear e moralizar o Brasil...

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Presidente do PSB diz que partido é contra a autonomia do Banco Central

Jornal GGN - Roberto Amaral, novo presidente do PSB, disse que seu partido é tradicionalmente contrário à independência do Banco Central. A proposta foi adotada por Marina Silva (PSB), segundo confirmou a coordenadora do programa de governo da presidenciável, Maria Alice (Neca) Setubal, em entrevista à Folha, no início da semana. Segundo ela, Marina pode não concordar, mas terá de assumir o compromisso.

De acordo com Amaral, os socialistas sempre foram “historicamente contra” a independência da instituição financeira. “O BC tem que ser independente de quê? Dos banqueiros e do capital. O BC americano é independente e olha no que deu”, apontou Amaral, segundo a colunista Mônica Bergamo. Para ele, a autonomia do BC garantida com a elaboração de uma lei “ainda está em discussão”. 

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PIB fecha trimestre em queda de -0,6%

Jornal GGN - O PIB (Produto Interno Bruto) encerrou o segundo trimestre do ano com queda de -0,6%, na análise a preços de mercado, em relação ao apurado no primeiro trimestre do ano, segundo a série com ajuste sazonal divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Os números do primeiro trimestre também foram revisados, passando de alta de 0,2% para queda de 0,2%. O resultado coloca o país em recessão técnica - quadro indicado por dois trimestres consecutivos com queda de crescimento. 

O PIB em valores correntes alcançou R$ 1,27 trilhão no segundo trimestre, sendo R$ 1,1 trilhão referentes ao Valor Adicionado a preços básicos e R$ 183,7 bilhões aos Impostos sobre Produtos líquidos de Subsídios.

Ao longo do período, a agropecuária teve variação de +0,2%, enquanto que a Indústria (-1,5%) e os Serviços (-0,5%) sofreram quedas no período. Dentre os subsetores que formam a Indústria, apenas a Extrativa mineral registrou expansão: 3,2%. Indústria de Transformação (-2,4%), Construção civil (-2,9%) e Eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana (-1,0%) apresentaram queda em relação ao trimestre anterior. Na comparação com o segundo trimestre de 2013, o PIB teve queda de 0,9%, sendo que a agropecuária permaneceu estável (0,0%), a indústria teve recuo (-3,4%) e os serviços variaram 0,2%.

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Raciocínio de Marina foge da análise e flerta com a esperança, por Karla Brito

Por Karla Brito

Ando olhando muito para as entrevistas de Marina, esses dias, e lendo as diversas análises.

Marina não consegue dialogar com um entrevistador arrogante, sem ignora-lo rispidamente ("não está claro para você, maseu  vou deixar claro para o telespectador"), como seria possível dialogar com uma eventual oposição, forças opostas, etc.?

Marina não consegue ouvir um gracejo sobre sua silhueta sem se sentir incomodada, como ela encararia a avalanche de insultos que a mídia e a internet passaram a direcionar-lhe, cedo ou tarde, em um eventual governo?

Marina beira ao delírio ao pressupor que, magicamente, o voto irá resolver a complexidade da política brasileira, exposta neste artigo. Declarações como "os nossos parlamentares serão eleitos pela sociedade brasileira que já fará uma parte da reforma [política], a partir da escolha que fizer", no debate da Band (muito bem extraída pelo Eduardo Jorge que, aliás, se não for presidente, poderia pensar no ramo da entrevista), não têm base no racional, mas numa espécie de pensamento positivo (bem parecido com a seleção que perdeu de 7x1, se me permitem a comparação futebolística...). No raciocínio de Marina parece não haver a análise, mas a esperança, apenas. Esperança é bom, mas esperar baseado no nada é o que, tradicionalmente, chamamos de preguiça, loucura, irresponsabilidade... Isso não combina com as qualidades que deveriam ter um presidente.

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Vou-me embora pra Pasárgada!

Enviado por JNS

do The Telegraph 

A Singela e Encantadora Comunidade Mineira de Noiva do Cordeiro

Donna Bowater e Matt Roper

O que parece um conto da mitologia grega sobre belas mulheres que estão à procura de amor, é a realidade em Noiva do Cordeiro, uma pequena cidade rural escondida entre as colinas, localizada no interior de Minas Gerais.

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Filha de Chico Mendes diz que Marina é incógnita e apoia Dilma

Jornal GGN - Angela Mendes, filha do militante Chico Mendes, usou as redes sociais para se posicionar a respeito da candidatura de Marina Silva (PSB) e da declaração da presidenciável sobre Chico pertencer a uma "elite". Para Angela, Marina é, ainda, um "grande ponto de interrogação". Ela também sinalizou voto na candidata à reeleição pelo PT, Dilma Rousseff.

Na quinta (28), o Sindicato dos Trabalhadores do Xapuri (Acre) rebateu, em nota, as declarações da presidenciável, endossando que não concordam com a política ambiental brasileira instituída enquanto Marina comandava o Ministério do Meio Ambiente.

Abaixo, o texto de Angela Mendes no Facebook.

"Ok, alguns amigos me pediram uma posição sobre a candidatura da Marina e a menção que ela fez ao meu pai como sendo ele da “elite”.

Vamos lá, eu respeito e admiro muito a Marina pela sua trajetória de vida, pelo esforço pessoal com que venceu todas as dificuldades impostas à ela como o analfabetismo, doenças e toda espécie de discriminação, até pelo modo com que consegue envolver a todos com seu discurso ecologicamente correto e bem acabado, mas pra mim isso não basta pra governar um Brasil como o de hoje, tenho muitas dúvidas, de todos os tipos.

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Otis Redding, o Rei do Soul

Por JNS

OTIS REDDING

Dreams To Remember

O imponente Otis Redding foi um artista, com uma estatura tão magnífica, que até hoje personifica a essência da Soul Music na sua forma mais pura, apesar da breve carreira artística.

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O novo que cerca Marina pode ser o velho disfarçado, por Motta Araujo

Ref. ao post: Marina e o importador de pneus que bancou o Cessna

Vão aparecer muitas histórias de aventuras em projetos aventureiros, é só o começo.

O risco conhecido é mais seguro que o risco desconhecido, em política ou negócios.

Em política internacional a incompetência da diplomacia americana atual chefiada por um projeto aventureiro de grande magnitude (Obama) presidiu uma das grandes catástrofes que se desenrola a olha nu, a chamada PRIMAVERA ÁRABE, um enorme engano. Na Síria produziu a COMPLETA destruição do País, o nascimento de uma perigo infinitamente maior, o grupo ISIS, a desestabilização de toda a região.

Bashar al Assad era um risco conhecido e administrável, os rebeldes deram no ISIS que agora avança no Iraque.

A diplomacia da União Europeia e EUA acharam "politicamente incorreto" apoiar o ditador Assad e permitiram o surgimento dos rebeldes que supostamente democratizariam a Síria e deu numa coisa muito pior que o ocidentalizado Assad Junior.

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Debate: O Criacionismo é a Negação da Democracia

do Blog de Antonio Ateu

da Carta Maior

Por que o criacionismo é um ataque à democracia?

Não há compatibilidade conceitual entre criacionismo, fundamentalismo de mercado, por um lado, e democracia, por outro. Há um conflito. E deve haver.

Katarina Peixoto

Se Deus criou o mundo e se ele existe é o que menos importa no debate sobre criacionismo. Fundamental, na crença de que Deus criou o mundo em 7 dias, são e devem ser as implicações conceituais, históricas e políticas dessa caricatura de aparência inofensiva. Em primeiro lugar, quem acredita nisso não pode, por uma exigência lógica, acreditar que há evolução, história e Política.

A imagem caricatural do fanático que denega a existência pregressa dos dinossauros tem veracidade: a existência e o processo de extinção dos dinossauros se deram, comprovadamente, num lapso de tempo maior do que 7 dias. E os milhões de anos que separam a sua história da nossa, bem como a do planeta, tampouco podem ser contados na arregimentação do velho testamento feita pelos pentecostais.
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As últimas três décadas dos EUA dissecados no livro 'Desagregação'

Enviado por Paulo Dias Filho

Boa dica de livro do blog do André Barcinski: "Desagregação", sobre a derrocada dos valores da América nos últimos 30 anos: 

do blog de André Barcinski

Um livro para entender a América

Acaba de sair no Brasil “Desagregação – Por Dentro de uma Nova América”, um dos livros de não-ficção mais impressionantes e reveladores que li em muito tempo.

Packer, repórter da revista “The New Yorker”, conta a história das últimas três décadas dos Estados Unidos. E faz isso de forma original e surpreendente, por meio de perfis de diversas pessoas.

O livro parece um quebra-cabeça: no início não se percebe a relação entre as histórias, mas, à medida que Packer vai revelando os personagens - de empresários a políticos, de lobbystas a operários, de celebridades a escritores - começamos a perceber como eles se completam e contam a mesma saga: a de um país que foi, pouco a pouco, vendo sua democracia e seus valores fundamentais sendo distorcidos.

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