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Ao GGN, advogada especialista denuncia a omissão do ministro Toffoli, o "Inserator" e o uso da internet pelo sistema
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Segundo dados do TSE, as Procuradorias Regionais Eleitorais indeferiram o registro de 250 candidaturas em todo o país
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Veja responde Dilma: não adianta querer matar o mensageiro

Jornal GGN - A revista Veja respondeu, em nota publicada em seu portal, à propaganda eleitoral da presidente Dilma Rousseff (PT), que afirmou que acionará a Justiça contra o factóide divulgado nesta sexta-feira (24), sobre o suposto conhecimento de Lula e da presidente acerca dos esquemas de corrupção da Petrobras, investigados pela Operação Lava-Jato. No informa, a revista diz à petista que não adianta querer matar o mensageiro, pois o ponto central no episódio é a delação do doleiro Alberto Youssef, que alega ter provas contra a presidente e o seu antecessor.

Sobre a fala da presidente no horário eleitoral, por Veja

A presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição, ocupou parte de seu horário eleitoral para criticar VEJA, em especial a reportagem de capa desta semana. Em respeito aos nossos leitores, VEJA considera essencial fazer as seguintes correções e considerações:

1) Antecipar a publicação da revista às vésperas de eleições presidenciais não é exceção. Em quatro das últimas cinco eleições presidenciais, VEJA circulou antecipadamente, no primeiro turno ou no segundo.

2) Os fatos narrados na reportagem de capa desta semana ocorreram na terça-feira. Nossa apuração sobre eles começou na própria terça-feira, mas só atingiu o grau de certeza e a clareza necessária para publicação na tarde de quinta-feira passada.

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Na internet, investidas da Veja contra governos do PT viram piada

Por Mnc

A denúncia de capa que Veja excretou ontem à noite (23/10) conseguiu ser mais falsa que aquela foto do "Serra Meigo", de 2010.

O Internet-zoeira, que não perdoou nem o 7x1 que o Brasil levou na Copa, literalmente, surtou. Em poucas horas, produziu e continua a produzir uma quantidade astronômica de memes sobre (e para) o desespero de Veja.

Tem a capa do Titanic:

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Mídia monopolizada é um perigo para a democracia

Por Barão de Itararé

Nesta sexta-feira, dia 17, acontece o Dia de Luta pela Democratização da Comunicação, ponto culminante da semana nacional de mobilizações em torno do tema. Além da coleta de assinaturas para dar suporte ao Projeto de Lei de Iniciativa (PLIP) Popular da Mídia Democrática, estão acontecendo panfletagens, debates, atos públicos, seminários, passeatas e protestos pelo fim do coronelismo eletrônico, entre outras ações em diversos estados.
 
Para Renata Mielli, secretária-geral do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), a importância do período é “unificar” movimentos e organizações para discutir o tema num mesmo período. “A cada ano, a cada fato político que envolve uma ação coordenada da mídia privada para atuar como partido político de oposição, os movimentos sociais vão percebendo o perigo que é pra democracia ter uma mídia monopolizada no Brasil”, destaca.
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Pesquisador do IEAv explica como a margem de erro em pesquisas pode ser manipulada

 
Enviado por Orlando Roberto Neto
 
Da Divisão de Aerotermodinâmica e Hipersônica do Instituto de Estudos Avançados - IEAv
 
Um colega do IEAv (matemático e economista) que trabalha com estatística, inteligência artificial, etc, escreveu um pequeno ensaio técnico sobre um método estatístico aplicado na amostragem das pesquisas eleitorais.
 
A conclusão que se tira, em bom acordo com o senso comum, é que a previsão varia com o tamanho da amostra. Em outras palavras, a margem do erro depende do número de pessoas entrevistadas e o erro, por isso, não é constante.
 
Por exemplo, para que a margem de erro fosse sempre de 2% teríamos que fazer sempre amostragens com um mesmo número de pessoas e outras condições de contorno controladas.
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A mídia e o ódio seletivo, por Venício A. de Lima

O que será feito do ódio e de sua linguagem?

Por Venício A. de Lima

Do Observatório da Imprensa

Ao fazer um balanço crítico do ano que chegava ao fim, na perspectiva da atuação da mídia brasileira, escrevi neste Observatório, em dezembro de 2013:

 “O que de mais importante aconteceu no nosso país de 2005 para cá – vale dizer, ao longo dos últimos oito anos – e se consolidou em 2013 com as várias semanas de julgamento televisionado, ao vivo, no Supremo Tribunal Federal – foi a formação de uma linguagem nova, seletiva e específica, com a participação determinante da grande mídia, dentro da qual parcela dos brasileiros passou a ‘ver’ os réus da Ação Penal nº 470, em particular aqueles ligados ao Partido dos Trabalhadores. (...) Nos últimos anos ‘mensalão’ passou a ser ‘um esquema de corrupção’ e tornou-se ‘mensalão do PT’, enquanto situações idênticas e anteriores, raramente mencionadas, foram identificadas pela geografia e não pelo partido político (‘mensalão mineiro’). Como resultado foi se construindo sistematicamente uma associação generalizada, seletiva e deliberada entre corrupção e os governos Lula e o PT, ou melhor, seus filiados e/ou simpatizantes. (...) A generalização seletiva tornou-se a prática deliberada e rotineira da grande mídia e, aos poucos, as palavras ‘petista’ – designação de filiado ao Partido dos Trabalhadores – e ‘mensaleiro’ se transformaram em palavrões equivalentes a ‘comunista’, ‘subversivo’ ou ‘terrorista’ na época da ditadura militar (1964-1985). ‘Petista’ e ‘mensaleiro’ tornaram-se, implicitamente, inimigos públicos e sinônimos de corruptos e desonestos” (ver “A linguagem seletiva do ‘mensalão’“).

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Organizações Globo: o que a gente vê por aqui

Por João Feres Júnior, Eduardo Barbabela e Marcia Rangel Candido

“Em ato em São Paulo, Lula faz nova agressão à imprensa”. Esse é o título de matéria de O Globo publicada no dia 21 de outubro. Nela o jornal (não há crédito para autor) relata que Lula teria “atacado a imprensa”, ao dizer em comício que os jornalistas Miriam Leitão e William Bonner falavam mal de Dilma. Logo após enunciar o fato, a reportagem de O Globo vai ouvir a outra parte, a TV Globo. A resposta curta da emissora vale a pena ser reproduzida literalmente: “[nossos] jornalistas não falam mal de ninguém, mas apenas cumprem a sua obrigação de perguntar e noticiar fatos”.

As Organizações Globo são a maior empresa de comunicação do Brasil. Os 45 anos de seu Jornal Nacional, o mais notório noticiário da televisão brasileira, foram comemorados este ano sob a sombra do registro de uma das mais baixas audiências de sua história. Ainda assim, o JN não perdeu seu protagonismo no gênero. O jornal impresso O Globo desempenha papel semelhante no Rio de Janeiro: a despeito da queda de sua tiragem anual, ainda representa a mídia impressa de maior circulação na cidade e ocupa o terceiro lugar no Brasil, de acordo com o ranking de 2013 da Associação Nacional de Jornalistas (ANJ).

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Campanha da Sabesp de racionamento de água foi barrada

Jornal GGN – A Revista Fórum obteve o áudio de conversa da presidente da Sabesp, Dilma Pena, na qual ela admite que “superiores” não permitiram campanhas de redução de consumo de água. A executiva chegou a dizer que os colegas teriam que tomar banho com água mineral. Para ela, a mensagem de economia deveria estar presente na mídia. "Mas nós temos de seguir a orientação. Nós temos superiores. A orientação não tem sido essa. Mas é um erro, é um erro”, disse.

Escândalo na Sabesp: vaza áudio em que diretores admitem estelionato eleitoral

Por Renato Rovai

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Ataque da Veja deve fazer governo repensar política de publicidade, por Miro Borges

Jornal GGN - Em artigo enderaçado originalmente à Carta Maior, o jornalista e blogueiro Altamiro Borges fala sobre o novo factoide da Veja contra a candidatura de Dilma Rousseff (PT). A presidente, que tenta a reeleição no domingo (26), é acusada, ao lado de Lula, de ter conhecimento prévio sobre os supostos esquemas de corrupção da Petrobras. Dilma já anunciou que entrará na Justiça contra a reportagem sem provas. Para Miro Borges, o episódio deveria fazer o governo Dilma repensar sua política de publicidade.

O golpe da Veja: processo e fim de anúncio

Por Altamiro Borges, na Carta Maior

Em sua página no Facebook, a revista Veja já anuncia a sua “bomba” para a véspera da eleição presidencial. A capa é das mais tenebrosas: “Eles sabiam de tudo”. No fundo escuro, as fotos sombrias de Dilma e Lula. Na chamada de capa, o “vazamento ilegal” do depoimento à Polícia Federal do doleiro Alberto Youssef, um bandido notório brindado com uma “delação premiada e premeditada”. Ele teria denunciado que a presidenta e o ex-presidente conheciam o esquema de desvio de dinheiro da Petrobras. A “reporcagem”, que ainda não foi disponibilizada no site da revista, é a última cartada da mafiosa famiglia Civita para tentar dar sobrevida à cambaleante candidatura do tucano Aécio Neves. 

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Crescimento do Brasil e da América do Sul: comparando desiguais como iguais

 

Artigo do Brasil Debate

Por Carlos Pinkusfeld Bastos* e Esther Dweck**

Na tentativa de criticar o governo brasileiro dos últimos anos, alguns analistas comparam o crescimento do País com o de nossos vizinhos da América do Sul. Entretanto, tentar nos comparar com nossos vizinhos tem servido apenas como tática eleitoral, minimizando os desafios que todos os países grandes e com estrutura produtiva diversificada têm enfrentado na atual fase da economia internacional.

Comparações econômicas internacionais são mais significativas e úteis quando realizadas entre países semelhantes, ou seja, países cujo tamanho, estrutura populacional e produtiva, e de inserção comercial são semelhantes.

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A crise internacional acabou em 2009? Por Ítalo Pedrosa e Guilherme Mello

Artigo do Brasil Debate

Por Ítalo Pedrosa* e Guilherme Santos Mello**

A crise que começou em 2007 nos EUA e se espraiou mundo afora a partir de 2008 é, sabidamente, a maior desde a Grande Depressão. Na tentativa de compreender as razões por trás da desaceleração recente no crescimento da economia brasileira, um novo debate tomou conta das páginas de economia nacional: teria a crise internacional terminado?

Crescimento mundial

O crescimento da economia global vem desacelerando desde 2010, como pode ser visto no gráfico 1. Se as previsões do FMI se confirmarem, o crescimento de 2014 não será melhor do que o de 2013, que foi o menor desde 2010.

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A última tacada de Fábio Barbosa e da Editora Abril

O amigo liga em pânico: “A imprensa vai acabar com a democracia no Brasil”. Respondo: “É a democracia que vai acabar com a imprensa e implantar o jornalismo”.

A aventura irresponsável de Veja – recorrendo a uma matéria provavelmente falsa para pedir o impeachment de um presidente da República - não se deve a receios de bolivarianos armados invadindo a Esplanada. Ela está sendo derrotada pelo mercado, pelo fato de que, pela primeira vez na história, a Internet trouxe o mercado para o setor fechado, derrubando as barreiras de entrada que permitiram a sobrevida de um jornalismo anacrônico, subdesenvolvido, a parte do país que mais se assemelha a uma republiqueta latino-americana.

É um caso único, de uma publicação que se aliou a uma organização criminosa - de Carlinhos Cachoeira - e continuou impune, fora do alcance do Ministério Público Federal e da Polícia Federal.

A capa de Veja não surpreende. Há muito a revista abandonou qualquer veleidade de jornalismo. Leia mais »

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Humildade, resiliência e tempo feio, por Daniel Afonso da Silva

O termo resiliência virou voga no vocabulário político e econômico dos principais organismos internacionais oficiais. “Risco e oportunidade: gestão do risco para o desenvolvimento” foi o título do mais recente relatório do Banco Mundial que sugere mecanismos de instrumentalização de capacidades coletivas de superação de crises. “Sustaining human progress: reducing vulnerabilities and building resilience” foi o enunciado central do último relatório do PNUD que também sugere a necessidade de algum otimismo diante da desilusão dos dias que nos tocam viver.  A mesma linha foi seguida pelo “From stabilization to sustanable growth”, relatório anual do FMI, que desenha um cenário sombrio para os dias que vêm.

Todos – Banco Mundial, PNUD e FMI – partem do suposto de que a crise financeira mundial de 2008 terminou em 2009 e, desde então, os países peregrinam rumo ao reencontro de seu lugar ao sol.

2008 e 2009 foram o momento dos periféricos, dos emergentes, dos BRICs, do Brasil frente aos países centrais europeus e norte-americanos. 2013 e 2014 aparecem como a hora da revanche.

Mesmo acometidos pelos agudos e cruéis desdobramentos da crise de 2008, Europa e Estados Unidos vêm recuperando progressivamente sua credibilidade financeira e econômica. Aos demais resta a queda, muita vez, livre.

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Dilma chama Veja de criminosa e promete resposta na Justiça

Jornal GGN - A presidente Dilma Rousseff (PT) usou o último horário eleitoral na televisão para responder à Veja. A revista antecipou sua edição de domingo para quinta-feira (23), com o intuito de “interferir na eleição”, segundo a petista. Sem apresentar provas, o semanal acusa Dilma e Lula de terem conhecimento e atuarem nos esquemas de corrupção da Petrobras.

A capa de Veja foi antecipada horas depois de Dilma aparecer nas pesquisas Ibope e Datafolha com vantagem de até 8 pontos sobre o adversário Aécio Neves (PSDB). “Quando todas as pesquisas indicam liderança de um candidato do PT, a revista Veja solta uma edição vergonhosa, sem provas”, diz o narrador da campanha petista. “Todas as regras da ética e da decência jornalística são atropeladas.”

Dilma chamou a publicação de “terrorismo eleitoral” articulado pela Veja e seus “parceiros ocultos”, numa atitude que "envergonha a imprensa e agride a democracia". “Sem apresentar nenhuma prova concreta, e mais uma vez, baseando-se em declarações de atores do submundo do crime, a revista tenta envolver diretamente a mim e ao presidente Lula no episódio da Petrobras, que está sob investigação na Justiça”, disse ela.

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Ex-Primeiro Ministro trabalhista australiano Gough Whitlam morre

Enviado por Morales

Faleceu, há dois dias, sem muito destaque na nossa mídia, o ex-Primeiro Ministro trabalhista australiano Gough Whitlam, que, por suas posições políticas contrárias aos interesses do imperialismo estadunidense, sofreu um golpe "constitucional", em 1975.

Abaixo, um artigo de John Pilger, mencionando o golpe esquecido. E um necrológio do jornal ABC da Espanha.

Do Counter Punch

O golpe esquecido 

Por John Pilger 
 
O papel de Washington no putsch fascista contra um governo eleito na Ucrânia surpreenderá apenas aqueles que vêem os noticiários e ignoram o registo histórico. Desde 1945, dúzias de governos, muitos deles democracia, tiveram um destino semelhante, habitualmente com banhos de sangue.  A Nicarágua é um dos mais pobres países sobre a Terra, com menos população do que Gales, mas na década de 1980, sob os reformistas sandinistas, ela foi considerada em Washington como uma "ameaça estratégica".
 
A lógica era simples; se o mais fraco escorregar, estabelecendo um exemplo, quem mais tentaria a sua sorte?  O grande jogo da dominância não dá imunidade nem mesmo ao mais leal "aliado" dos EUA. Isto é demonstrado por talvez os menos conhecido dos golpes de Washington – na Austrália. A história deste golpe esquecido é uma lição saudável para aqueles governos que acreditam que uma "Ucrânia" ou um "Chile" não podiam lhes acontecer.
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A política indigenista e a eleição de 2014, Por Marcelo Zelic

 
O candidato Aécio Neves, em campanha no Mato Grosso do Sul, falou aos jornalistas e aliados, tucanos e ruralista, sobre um dos temas pouco discutidos e dos mais escondidos desta campanha. O PSDB propõe repetir o General Figueiredo que adotou, com o “Grupão”, modelo semelhante para gerir a política indigenista na ditadura e que, como tem apurado a Comissão Nacional da Verdade nestes últimos dois anos, não resultou em boa coisa aos índios e à história do país.
 
Aécio defendeu que mais órgãos além da Funai atuem nas questões indígenas, mostrando o quanto incoerente é a posição de Marina Silva que tinha neste tema um dos pontos programáticos de sua negociação para embarcar na campanha tucana. Leia mais »
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