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Resposta de assessor de Barbosa reforça suspeitas sobre atuação do Ministro, ao não conferir as coordenadas da escuta
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Em março de 2013, o Ministro da Justiça foi alertado sobre o golpe da Telexfree, envolvendo mais de um milhão de pessoas
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Com uma campanha de crowdfunding Toscano seguiu para a Europa e iniciou carreira internacional
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Uma reflexão sobre transmissão de política monetária no Brasil

Discurso do Diretor de Política Econômica do Banco Central, Carlos Hamilton Araújo, na Macro Vision International Conference 2014---
Banco Central do Brasil -textos/apresentações----São Paulo (SP), 16 de abril de 2014.------ (PDF - 330 KB)

A todos aqui presentes, meu cordial boa-tarde.
Quero agradecer aos organizadores - especialmente ao Ilan Goldfajn - pelo convite; e dizer que, para mim, é um grande prazer mais uma vez participar desta conferência.
Meu plano para hoje é fazer uma reflexão sobre transmissão de política monetária no Brasil, na vigência do regime de metas;
mais precisamente, nos últimos quatro ciclos de elevação da taxa Selic.
A fim de contextualizar a discussão, começo lembrando como o saber convencional trata a transmissão de política monetária e os principais canais.
A seguir, o foco se desloca para desenvolvimentos que, supostamente, estariam bloqueando a transmissão das ações de política monetária no Brasil.
De imediato, passo aos argumentos e fatos que indicam que o processo de transmissão da política monetária segue seu curso natural.
Já me antecipando, minha conclusão é de que a política monetária tem operado adequadamente. Nesse sentido, a evolução da economia durante o atual ciclo de elevação da Selic, combinada com a trajetória que se antecipa para os próximos trimestres, segue em linha com o que se poderia esperar


Dito de outra forma, as informações disponíveis sugerem que os impulsos monetários têm se propagado por intermédio dos principais canais de transmissão, e que assim continuarão nos próximos trimestres; donde se infere que a política monetária tem sido efetiva em conter as pressões inflacionárias. Leia mais »

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Os banqueiros do crime organizado

Sempre que vamos ao cinema ou compramos um DVD original vemos propagandas que desestimulam a pirataria de filmes. Uma delas informa que o dinheiro que circula no mercado de DVDs piratas é o mesmo que alimenta o tráfico de drogas e os crimes de sangue praticados por narcotraficantes. O combate ao PCC, principal elemento das campanhas eleitorais dos tucanos paulistas, passa necessariamente pelo combate a pirataria de filmes.

Hoje, porém, vi uma cena que pode mudar radicalmente a perspectiva que temos sobre o assunto. Estava no ônibus a caminho de um Shopping e ele parou no farol. Na marquise de uma drogaria na periferia de Osasco um rapaz estava comercializando DVDs piratas. Amostras dos produtos estavam penduradas; na pequena bancada vários títulos podiam ser manuseados pelos consumidores. Uma moça acabará de escolher um filme e sacou a carteira para pagar o produto. Mas ao invés de dar dinheiro ao vendedor ela lhe entregou seu cartão bancário. O rapaz pegou uma máquina de debito Redecard sem fio e a estendeu para a cliente. E então se seguiu uma daquelas operações de débito que estamos acostumados a fazer diariamente.

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Especial Garcia Marquez

Enviado por Jota A. Botelho

da Carta Maior

1967 latinoamericano: o Gabo e o Che

por Emir Sader

A notícia mais importante da sua vida não foi a dolorosa notícia de ontem, nem tampouco o Premio Nobel de 1982, mas o lançamento de Cem Anos de Solidão, em 1967



O Gabo sempre gostava de reiterar que, como jornalista – profissão que ele sempre reivindicou como a sua – a maior frustração que ele teria seria não poder dar a notícia mais importante da sua vida. Mas a verdade é que a notícia mais importante da sua vida não foi a dolorosa notícia de ontem, nem tampouco o glorioso Premio Nobel de 1982, mas o lançamento de Cem Anos de Solidão, em 1967. 

O século XX foi o primeiro século em que a América Latina teve um protagonismo mundial. Iniciado, politicamente, com o massacre dos mineiros na Escola de Santa Maria de Iquique, em 1907 e, 3 anos mais tarde, com a Revolução Mexicana, se anunciava que seria um século de revoluções e contrarrevoluções no continente. O marco definitivo dessa trajetória viria com a Revolução Cubana de 1959. 

Mas 1967 foi um ano simbolicamente determinante para a história latino-americana e para sua projeção mundial. É o ano da publicação da obra mais importante da nossa literatura, Cem Anos de Solidão, mas também porque é o ano da morte do Che.

Uma, a maior obra prima da literatura latino-americana, outro, o personagem cujo gesto o levou a ser a imagem mais reproduzida no mundo. 

Não há ninguém que tenha lido Cem Anos de Solidão e que não se lembre das circunstâncias – onde, quando, com quem, em que edição – leu pela primeira vez o livro. Como não há ninguém que tenha vivido naquele não tão longínquo 1967, que não se lembre quando, onde, com quem, soube da noticia dolorosamente certa da morte do Che. 

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Massacre de Columbine completa 15 anos

Por Mara L. Baraúna

da Wikipedia

Massacre de Columbine

O massacre de Columbine aconteceu em 20 de abril de 1999 no Condado de Jefferson, Colorado, Estados Unidos, no Instituto Columbine, onde os estudantes Eric Harris (apelido ReB), de 18 anos, e Dylan Klebold (apelido VoDkA), de 17 anos, atiraram em vários colegas e professores.

Eric Harris e Dylan Klebold eram aparentemente adolescentes típicos de um subúrbio americano de classe média alta. Moravam em casas confortáveis. O pai de Klebold é geofísico, e a mãe, especialista em crianças deficientes.

Harris e Klebold deixaram uma nota, encontrada perto dos corpos: "Não culpem mais ninguém por nossos atos. É assim que queremos partir". Faltavam apenas 17 dias para o fim do ano letivo. Com 1965 alunos, Columbine é tão boa que muitas famílias se mudaram para Littleton, perto de Denver, com o objetivo de matricular os filhos na escola. Oitenta e dois por cento de seus alunos são aceitos em universidades (nos Estados Unidos não há vestibular, o que conta é o desempenho do aluno no segundo grau). Columbine também se orgulhava de não registrar casos de violência. O policial de plantão se limitava a multar alunos que estacionavam os carros nas vagas destinadas a professores. Não há, como nas escolas de Nova York, Los Angeles e Chicago, detectores de metais na entrada. Na festa de formatura, os alunos costumavam aceitar o pedido dos pais para vedar bebidas alcoólicas. Columbine era famosa por ser conservadora e privilegiar os jogadores dos times de futebol americano, basebol e basquete. Foi esse o estopim da tragédia. Leia mais »

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Cabíria um filme inovador que completa 100 anos

Do Estadão

Há 100 anos, 'Cabiria' se tornava o primeiro blockbuster

De João Villaverde

TURIM - Quando o público entrou nas salas de cinema de Turim e Milão no fim de abril de 1914, não poderia imaginar que estava diante do nascimento do que seria chamado de sétima arte. Às vésperas da 1ª Guerra Mundial, o cinema ainda engatinhava, e era visto como entretenimento de trabalhadores braçais, enquanto a literatura, o teatro, o balé e a música eram vistos como arte.

 

Os jornais não dispensavam atenção aos filmes, Hollywood não existia e os raros longas-metragens não davam dinheiro a seus realizadores. Isso tudo começou a mudar há exatos 100 anos, com a estreia de Cabiria, primeiro blockbuster da história do cinema.

Um mês depois da estreia simultânea em Milão e Turim, onde ficava o estúdio Itala Films, responsável por Cabiria e onde morava o diretor do longa, Giovanni Pastrone, o clássico italiano chegou aos EUA.

A recepção não poderia ter sido mais calorosa. A pedido do Estado, a Biblioteca do Congresso dos EUA confirmou que, segundo seus arquivos, Cabiria foi o primeiro filme a ser exibido no interior da Casa Branca, em uma sessão no início de junho para o então presidente Woodrow Wilson, sua esposa Ellen, e as duas filhas do casal. Numa rara crítica cinematográfica, o prestigiado The New York Times anotou, no fim daquele ano, que "Cabiria é um dos mais impactantes filmes jamais exibidos nos EUA".

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Eles são os "desaldeados", invisíveis às estatísticas oficiais

Por Suki Ozaki

"Neste 19 de abril, Dia do índio, minha homenagem vai para esses pequenos resistentes Guaranis que conheci nas beiras das rodovias de Mato Grosso do Sul. Eles não fazem parte de nenhuma estatística do Governo, nem da Funai, nem do IBGE e de nenhum órgão oficial porque são “desaldeados” e os “sem aldeias” tornam-se invisíveis. Simples assim. Mas mesmo que as estatísticas neguem , eles EXISTEM, estão lá, morando embaixo de lonas, nas beiras das estradas empoeiradas, com seus olhinhos famintos, suas doenças e suas tristezas. Aprendi a respeitá-los porque mesmo cercados por tanta miséria e violência eles guardam o sorriso e a esperança, são mais fortes do eu e você!" (Suki Ozaki)

Suki Oaki mora em Campo Grande, MS e é Produtora e Repórter no SBT-MS

 

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Tudo mudou, mas nada mudou, e um planeta sustentável permanece ficção

Enviado por Rodolfo Machado

Do site da revista Ciência Hoje

Futuro à ‘Blade runner

Por Jean Remy Davée Guimarães

Diante das urgências do terceiro milênio e das perspectivas sombrias do que está por vir, Jean Remy Guimarães critica o comportamento irresponsável de nossas autoridades, que agem como se ainda vivêssemos na década de 1950.

O filme ‘Blade runner’, de 1982, mostra uma Los Angeles sombria em 2019. Se mantivermos nosso padrão de consumo e desperdício, o futuro da Terra poderá seguir o mesmo caminho lúgubre. (imagem: divulgação Warner Bros.)

Que memória guardamos dos anos 1950, se os vivemos? Se nascemos depois disso, que imagem nos foi transmitida desse período? Basicamente a imagem de um período de pujança, crescimento e otimismo. Leia mais »

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2014: ano de ajuste de contas para os Estados Unidos

Enviado por Rodolfo Machado

Do Resistir.info

Guerra e morte do dólar americano?
Os EUA ou o mundo estão a chegar ao fim?

por Paul Craig Roberts

2014 está a perfilar-se como o ano de ajuste de contas para os Estados Unidos.

Duas pressões estão a acumular-se sobre o dólar americano. Uma decorre da declinante capacidade do Federal Reserve para manipular o preço do ouro quando as reservas ocidentais encolhem e se espalha no mercado o conhecimento da ilegal manipulação de preços feita pelo Fed. É inequívoca a evidência de quantidades maciças de vendas a descoberto a serem despejadas no mercado de futuros do ouro numa altura em que a comercialização é fraca. Tornou-se óbvio que o preço do ouro está a ser manipulado no mercado de futuros a fim de proteger o valor do dólar das consequências da quantitative easing (QE).

A outra pressão provém das loucas ameaças do regime de Obama, de sanções contra a Rússia. Outros países já não estão dispostos a tolerar o abuso de Washington quanto ao padrão dólar mundial. Washington utiliza os pagamentos internacionais com base no dólar para prejudicar as economias de países que resistem à hegemonia política de Washington.

A Rússia e a China já estão fartas. Conforme noticiei e conforme Peter Koenig noticia, a Rússia e a China estão a desligar do dólar o seu comércio internacional. Daqui em diante, a Rússia efectuará o seu comércio, incluindo a venda de petróleo e de gás natural à Europa, em rublos e nas divisas dos seus parceiros do BRICS. Leia mais »

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Executivos dos EUA e seus super-salários

Enviado por Rodolpho Machado

Do Diário Liberdade

Executivos dos EUA ganham 331 vezes mais que um empregado médio

Estados Unidos - Esta realidade contrasta drasticamente com a que existia após a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Em 1950, por exemplo, os salários dos diretores das corporações eram 20 vezes maiores que os dos trabalhadores.

Uma sondagem divulgada nesta semana pela maior federação sindical dos Estados Unidos conclui que os diretores executivos das principais empresas do país ganharam 331 vezes mais que o trabalhador médio em 2013.

Segundo o banco de dados 2014 Executive PayWatch, da Federação Americana do Trabalho e Congresso de Organizações Industriais (AFL-CIO, das suas siglas em inglês), os executivos de 350 empresas do país ganharam uma média de 11,7 milhões de dólares no ano passado, em comparação com o trabalhador médio, que recebeu 35.293 dólares.

Os mesmos chefes obtiveram, em média, um rendimento 774 vezes maior que os trabalhadores que receberam o salário mínimo federal por hora de 7,25 dólares, ou pouco mais de 15.000 dólares ao ano, segundo o banco de dados.

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Um panorama da ditadura civil-militar em 10 filmes

Enviado por Jota A. Botelho

Da Carta Maior

A Ditadura civil-militar em 10 filmes

Há cinema novo, cinema marginal, documentário, curta-metragem, cinema contemporâneo, filmes icônicos e filmes pouco conhecidos.

Esta lista não se pretende definitiva, muito menos apontar quais os dez melhores filmes sobre a ditadura civil-militar. Trata-se de um panorama que busca abarcar grande parte da produção cinematográfica brasileira a respeito do tema. Há filmes de todas as décadas desde o golpe. Há cinema novo, cinema marginal, documentário, curta-metragem, cinema contemporâneo, filmes icônicos e filmes pouco conhecidos. Imaginamos que os filmes dessa lista deem conta da maioria dos processos que envolveram a ditadura. Mas mais importante, esperamos que deixem evidente a capacidade do cinema em se colocar como documento de uma época das mais diversas maneiras.

O DESAFIO (Paulo Cesar Saraceni, 1965)

Impressiona que um filme feito no "calor da hora" tenha um grupo de personagens que dê conta das mais diversas posturas em relação ao golpe. Há o empresário que quer a manutenção da ordem, sua mulher alienada que continua vivendo como se nada tivesse acontecido, e o amante desta, o jornalista idealista em completa crise existencial. Saraceni vê o golpe dentro de um processo histórico e não como evento isolado, fora de contexto, tendo assim sucesso na construção de tal panorama.

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Esquadros, por Danilo Pinheiro e amigos

Enviado por JNS

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Choque especulativo da S&P contra o Brasil tem o dedo dos EUA

Enviado por jns

Do Independência Sulamericana

A Casa Branca está por trás do choque especulativo da Standart And Poor’s contra o governo Dilma

O Brasil incomoda por que vai bem, obrigado, num mundo em crise.

O que se pode deduzir das palavras bastante diplomáticas proferidas pelo consultor e jornalista Paulo Sotero (foto), diretor do Brazil Institute of the Woodrow Wilson International Center for Scholars, na Comissão de Relações Exteriores do Senado, na quinta feira, 04, é que, como diria o Barão de Itararé, há muita coisa no ar além dos aviões de carreira.

Sotero, ex-correspondente do jornal O Estado de São Paulo, em Washington, um especialista formado em história, pela USP, profissional experimentado, destacou que são grandes as insatisfações da comunidade econômica e financeira americana com a situação criada pela suspensão da visita da presidenta Dilma Rousseff aos Estados Unidos, no segundo semestre do ano passado, devido ao episódio Snowden.

A espionagem americana, da NSA, bisbiblotou a vida da titular do Planalto, assim como a de diversos outros mandatários pelo mundo afora, e teve o troco inusitado na reação dilmista, que serviu de base para o comportamento geral dos líderes políticos, de reagirem para além dos métodos sofisticados da diplomacia.

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Para Gabrielli, omissões sobre Pasadena não eram relevantes para a análise da compra

Do Estadão

‘Dilma não pode fugir à responsabilidade’, diz ex-presidente da Petrobrás

Por Ricardo Galhardo

Presidente da Petrobrás à época da compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, em 2006, José Sergio Gabrielli admitiu em entrevista ao Estado sua parcela de responsabilidade no polêmico negócio, mas dividiu o ônus com a presidente Dilma Rousseff.

Segundo ele, o relatório entregue ao Conselho de Administração da estatal foi "omisso" ao esconder duas cláusulas que constavam do contrato, mas Dilma, que era ministra da Casa Civil e presidia o conselho, "não pode fugir da responsabilidade dela". Leia mais »

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Para Belluzzo, a política econômica vai caminhar em corredor muito estreito em 2015

Do Estadão

'Desembrulhar o pacote de 2015 não vai ser fácil', diz Belluzzo

Por Alexa Salomão e Ricardo Grinbaum

Mesmo sendo um economista "menos crítico ao governo", como ele mesmo diz, Luiz Gonzaga Belluzzo acredita que é importante realinhar a rota do governo: "é preciso dar mais peso ao investimento do que ao consumo e elevar a meta de superávit primário", diz.

Na sua avaliação, outra tarefa prioritária é se dedicar à solução de problemas estruturais, como a indexação, que faz a inflação persistir, e o baixo crescimento. Entre as estratégias que defende está o fortalecimento da Petrobrás, que pode contribuir com a reindustrialização, e a permanência da política de campeões nacionais. "Você não pode entrar na competição global com uma carroça e concorrer com os caras que estão em carros de Fórmula 1", disse na entrevista que segue.

Como o senhor está vendo a economia?

Luiz Gonzaga Belluzzo- Eu vejo a economia brasileira eivada de contradições e, às vezes de aporias – contradições que não se resolvem. Hoje o Brasil tem dificuldade para lidar com o regime de metas e para colocar a inflação na meta. Ouço muita gente dizer: vamos fazer uma recessão e colocar a inflação na meta. Pensar isso é ótimo, mas você vai ter que enfrentar as consequências políticas.

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TelexFree: o caminho para recuperar o dinheiro investido, nos EUA

 
Telexfree - O que fazer para recuperar seu dinheiro nos Estados Unidos ?
Na última segunda-feira, 14 de abril de 2014, a empresa de marketing Multinível, Telexfree, pediu proteção contra falência em um tribunal federal em Nevada. No dia seguinte, os agentes do FBI e da Segurança Nacional invadiram os escritórios da empresa em Marlborough, Massachusetts.

Na quinta-feira, a Comissão de Valores Mobiliários divulgou que apresentou acusações contra o Telexfree.

O pronunciamento da comissão veio dois dias depois que gabinete do secretário de Estado de Massachusetts apresentou a sua própria reclamação contra a empresa, que está enfrentando acusações de ser um esquema de pirâmide internacional de um bilhão de dólares.

Até agora, a SEC identificou cerca de US $ 39 milhões em ativos em registros públicos. Apenas um uma pequena parte dos $ 300.000.000 pelo qual a empresa é acusada de ter arrecadado desde novembro de 2012. Durante a busca, um dos agentes deteve o diretor financeiro Joseph H. Craft quando ele se preparava para fugir carregando um saco e um computador. Ele disse ao agente que era apenas um consultor, ajudando a Telexfree no planejamento do seu processo de falência.

Quando o CEO da Telexfree foi preso, no saco continha mais de 37.000 mil dólares em cheques. Deve haver mais dinheiro para ser localizado.

Se o caso da SEC contra Telexfree for levado ao tribunal, a comissão poderia finalmente criar um método para ressarcir os investidores que perderam dinheiro neste esquema de pirâmide, mas neste momento, a Comissão não possui recursos que permita que os clientes lesados possam reivindicar seus direitos.

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