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Luis Nassif Online

Ganhando as eleições, Rede lança o país em uma incógnita. Perdendo, será dona da agenda de modernização; por Luis Nassif
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País é citado no programa da pessebista como referência na adoção de fontes renováveis, mas passa sufoco com tarifas
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Na próxima 4a feira, em São Paulo, Ideli anunciará a retomada dos trabalhos de identificação dos mortos da Vala de Perus
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Jânio, Collor, Marina e os bons, por Aldo Fornazieri

O efeito avassalador provocado pela entrada de Marina na disputa eleitoral suscitou o aparecimento de análises que a comparam a Jânio Quadros e a Collor de Mello. Existem, de fato, algumas similitudes nas três conjunturas políticas e eleitorais, mas, no fundamental, prevalecem as diferenças tanto conjunturais, quanto de perfil de Marina em relação aos outros dois personagens. Estabelecer as similitudes e diferenças é importante para que não se faça uma tábua rasa na comparação entre os três, tentadora em momento de disputa eleitoral, mas equivocada do ponto de vista da análise política e histórica.

As Ambiguidades de Jânio Quadros         

O ano de 1960, quando Jânio foi eleito presidente, teve uma inflação acumulada de 25,4% e estava em queda já que no ano anterior fora de 35,9%. Juscelino havia implementado um plano antiinflacionário. Mesmo assim, a inflação era considerada alta. Em 1959, o presidente havia rompido com o plano antiinflacionáario elaborado por Lucas Lopes (Fazenda) e Roberto Campos (BNDE), substituindo ambos dos seus cargos. O crescimento do PIB naquele ano foi de 9,4%. Na véspera das eleições, o governo adotava atitudes ambíguas e existiam muitas dúvidas acerca de vários temas: o papel do Estado e do setor privado no desenvolvimento, a política industrial e salarial, as fontes do financiamento, etc.

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Para vice de Marina, defesa de gays foi "invasão de competência do Congresso"

Jornal GGN – Depois de deixar o Brasil boquiaberto com os avanços na pauta LGBT, que contrariava a certeza de que o apoio religioso da candidata do PSB, Marina Silva, não deixaria aflorar, eis que vem o recuo. A assessoria da candidata, menos de 24 horas depois, soltou uma errata sobre a pauta LGBT e também a pauta Energia Nuclear.

O Pastor Malafaia, em quatro mensagens pelo Twitter, conseguiu o rápido recuo da candidata quanto ao tema. E em novo post na rede social, ele comemorou o recuo no programa.

O vice de Marina, Beto Albuquerque, disse que o que houve foi um equívoco, pois abordaram no programa o que seria de competência do Congresso. “Invasão de competência” foi a sua declaração, afirmando que “não há recuo “ nos compromissos com o movimento LGBT que, como todos os brasileiros “têm direitos assegurados”. Para ele, a coordenação cometeu “exagero e desafino” ao assumir compromissos que só o Parlamento pode fazer. No entanto, o programa dizia “apoiar” as propostas legislativas, não em criar propostas.

Leia a matéria do jornal O Globo.

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Com a viola barroca, Xavier Díaz-Latorre interpreta Gaspar Sanz

Por MCN

Canários, de Gaspar Sanz (séc. XVII)

O violonista chama-se Xavier Díaz-Latorre. Ele toca em uma guitarra barroca, que é uma especie de "avó" do violão moderno. A canção é baseada em uma dança popular espanhola.

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Brasil é reconhecido como centro de excelência da matemática avançada

Sugerido por Alfeu

da Agência Brasil

Brasil é centro de excelência na pesquisa da matemática avançada

Akemi Nitahara

Com a confirmação de sediar a Olimpíada Internacional de Matemática (IMO) em 2017 e o Congresso Internacional de Matemáticos (ICM) em 2018, o Brasil já é considerado um centro de excelência na pesquisa matemática mundial.

Para o diretor-geral do Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (Impa), César Camacho, a escolha do país para sediar esses eventos, assim como a medalha Fields concedida a Artur Ávila este mês, no ICM em Seul, são um reconhecimento da importância que o Brasil alcançou como produtor de matemática.

César Camacho, diretor-geral do IMPA.

Diretor-geral do IMPA, César Camacho               

Tânia Rêgo/Agência Brasil

“Esse prêmio é coerente com a maturidade que adquiriu a matemática brasileira, em particular aqui no Impa. Junto com o Artur Ávila estavam participando (no ICM em Seul) como conferencistas convidados quatro matemáticos brasileiros, os quatro do Impa. Um convite para fazer uma palestra num congresso desses é uma distinção muito grande e nunca aconteceu antes, é a primeira vez. É uma distinção também que dá uma ideia do desempenho que a instituição tem alcançado.”

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"Mente", por Eduardo Gudin e MPB4

Música de Paulo Vanzolini e Eduardo Gudin

 

 

Mente, ainda é uma saida
É uma hipótese de vida
Mente, sai dizendo que me ama
Mente, espalha essa fama
Me chama de meu amor constantemente
No meio de toda gente a sós entre nós dois
Mente
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As chuvas de verão e o cenário para o Sistema Cantareira, por Bill

Conforme já mencionado aqui por especialistas, e de acordo com as curvas de risco utilizadas pela própria Sabesp para definir as vazões mensais de captação no cantareira (obtidas no site da ANA), o racionamento na RMSP deveria ter sido implementado no início de dezembro, conforme indica o ponto A da figura abaixo. Do ponto de vista da segurança hídrica, a linha verde (que mostra o volume útil do sistema) deveria permanecer sempre acima da primeira linha pontilhada em azul. No início de dezembro a redução da captação de água do cantareira já deveria ter sido implementada visando atender essa premissa de risco mínimo.

Não o fazendo, o sistema colapsou (do ponto de vista técnico) no início de fevereiro (ponto B da figura acima), culminando com o esgotamento do volume útil do sistema em julho (ponto C). A Sabesp tinha todas as informações e ferramentas para evitar que a situação chegasse ao ponto em que chegou, pois possui imensa massa de dados hidrológicos e o funcionamento do sistema é razoavelmente previsível.

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O pretexto para o início da Segunda Guerra Mundial

http://en.wikipedia.org/wiki/Gleiwitz_incident#mediaviewer/File:Glivice_...

O PRETEXTO QUE DEU INÍCIO A SEGUNDA GUERRA MUNDIAL - há 75 anos, 31 de agosto de 1939, uma pequena estação de rádio alemã na cidade de Gleiwitz, na fronteira com a Polônia,  foi invadida por soldados poloneses e destruída. 

Foi o pretexto para Hitler invadir a Polônia no dia seguinte. 

Em conspirações montadas com mais de um país logo o segredo se espalha. Os "soldados" poloneses eram prisioneiros alemães que logo em seguida foram executados, só os uniformes eram poloneses. A operação foi montada pelos alemães para criar o pretexto da invasão da Polônia pelo lado ocidental, operação militar que já estava acertada com os russos pelo Pacto Germano Soviético de uma semana anterior, que definiu a partilha da Polônia entre Russia e Alemanha, ficando os russos com a metade oriental.

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Newton, o último alquimista do passado e primeiro cientista do futuro

Sugestão de MiriamL

do Publico.pt / Tudo menos economia

Isaac Newton, o último mágico que foi o primeiro cientista moderno

por Francisco Louçã

newton papers copyIsaac Newton (1642–1727) foi o mais brilhante físico e matemático do seu tempo. Aos 26 anos, era professor numa das melhores universidades do mundo; quando morreu, aos 84, era o cientista mais poderoso da Europa. Coisa rara, tinha recusado tomar ordens religiosas, ao contrário da tradição dos professores de então, e vivia em sociedade, ocupando cargos influentes.

Apesar desse poder imenso, nunca chegou a publicar metade do que escreveu: notas dispersas, cadernos, rascunhos de livros, cálculos, uma vida de trabalho. Não publicou e nem queria publicar. Um livro recente investiga esses documentos escondidos, que foram comprados pelo economista John Maynard Keynes, entre outros, e apresenta uma explicação: Newton receava a polémica (depois de um conflito desagradável com Leibniz, acerca de quem tinha inventado o cálculo diferencial) mas, sobretudo, receava a censura.

Tinha boas razões, porque os seus textos ocultos tratavam de questões religiosas sensíveis: Newton rejeitava a noção de “Santíssima Trindade” e, pior, procurava chaves secretas escondidas entre as linhas da Bíblia. Ora, era precisamente a desconfiança em relação a esse dogma e esta paixão pela numerologia que o tornava um herético perigoso. Ao mesmo tempo, dedicava-se à alquimia, e as experiências químicas que realizou secretamente durante anos a fio, bem como as especulações sobre mistérios cabalísticos, só podiam fazer perigar a sua vida, porque eram proibidas.

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Natural born killers: o Romantismo absurdo da guerra no cinema norte-americano

Os filmes de guerra se tornaram uma realidade após a I Guerra Mundial, que foi a primeira a ser largamente registrada pelas câmeras. Durante a II Guerra Mundial dezenas de filmes foram feitos para ajudar no esforço de guerra. Mas foi somente a destruição da Alemanha nazista e do Japão imperialista que a indústria do cinema dos EUA passou a produzir filmes de guerra numa verdadeira linha de montagem. Desde então os conflitos armados foram transformados no mais importante e rentável filão da indústria cultural norte-americana. 

Há décadas os EUA fazem guerras, a indústria do cinema norte-americano as utiliza como fonte de inspiração e o produto cultural é distribuído com lucro para ajudar a legitimar e a justificar novos conflitos. O espaço de tempo entre os conflitos e os filmes feitos sobre os mesmos tem sido reduzido. Bin Laden foi morto numa operação militar em maio de 2011. Em dezembro de 2012, pouco mais de um ano depois, foi lançado o filme A Hora Mais Escura, cujo tema é a caçada ao ex-terrorista financiado pela CIA.

Heroísmo, benevolência, abnegação diante do imponderável são os temas recorrentes nos filmes de guerra produzidos nos EUA. O soldado norte-americano cinematográfico geralmente não refuga o combate, raramente comete crimes de guerra e na maioria das vezes é retratado como um homem comum em situação excepcional. Há vezes em que ele é retratado como um viciado em violência, mas isto não é a regra. Em geral, as habilidades dos soldados dos EUA são esteticamente valorizadas como se matar fosse uma arte tão refinada quanto salvar vidas. Leia mais »

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Israel entra em guerra contra seu orçamento para cobrir custos do conflito

Sugestão de alfeu

do Esquerda.net

Israel prepara cortes no orçamento para pagar custos da guerra de Gaza

 
Primeiro-ministro Benjamin Netanyahu anuncia cortes dos gastos do Estado para fazer face aos custos de 1900 milhões de euros na guerra da Gaza. A Educação deverá ser a mais atingida. Apenas a Defesa e a espionagem serão poupadas.
 
Aprovação de Netanyhau em queda. Foto US State Department

Os 50 dias de agressão militar ao território ocupado de Gaza tiveram um alto custo calculado em 1.900 milhões de euros. Para o cobrir, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu vai promover um corte na ordem dos 2% do orçamento de Estado deste ano. Segundo o diário britânico The Guardian, apenas a Defesa e o Shin Bet (espionagem) deverão ficar de fora destas medidas, enquanto os cortes maiores deverão atingir a educação.

Críticas dentro do governo

O ministro da Segurança Social, Meir Cohen, já saiu a público com críticas aos cortes de gastos, argumentando que não há gorduras para cortar no orçamento. “De quem vamos tirar? Dos que nada têm para pôr nas sandes para os filhos levarem para a escola?”, questionou.

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Clipping do dia

As matérias para serem lidas e comentadas.

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Fora de Pauta

O espaço para os temas livres e variados.

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Multimídia do dia

As imagens e os vídeos selecionados.

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Marina Silva, o Lula de saia, sem jogo de cintura

Caros, Nassif e geonautas,

Nada se entende fora da história”, eu “mato a cobra e mostro o pau” sobre a polêmica frase no Blog do Fernando Rodrigues, que ele atribui a Zé Dirceu (clique aqui), e também a negativa em vários blogs, como o Blog do Marat Calado (clique aqui), o Top News (clique aqui).

Não vou dizer que o Fernando está com meia verdade, muitos podem ter dito, mas eu disse essa expressão num artigo de 19 de janeiro de 2013, na qual o Nassif colocou como post no Blog, e obteve 66 comentários, que continuam lá:

Uma aposta na ruptura da polarização entre PT e PSDB

(SAB, 19/01/2013 - 13:46  / ATUALIZADO EM 20/02/2013 - 11:54 ) Leia mais »

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O fôlego de Marina Silva - presidência é destino ou só mais um caso de overshoot?

Até quanto o sucesso de Marina Silva na pesquisa DataFolha de 30 de agosto de 2014 é uma salada mista que reúne entre seus ingredientes um enorme senso de oportunidade para aproveitar comoções midiáticas, destruição de expectativas racionais e overshoot?

Hoje, Marina Silva é a nova presidente da República. No 2º turno, derrota Dilma por 10 pontos de diferença. Só que, no 1º turno, ambas empatam em 34% dos votos. Ora, o Governo Dilma já tem um percentual de aprovação de 35% de ótimo e bom. Regridiria? Nem quem considera Dilma ótima vota em Dilma? Faz sentido?

Duas definições.

Overshoot – é um resultado fora do padrão. Em teoria de controle, overshoot ocorre quando um sinal ou função excede sua meta. Ou segundo Katsuhiko Ogata, "o valor máximo do pico da curva de resposta medido a partir da resposta desejada do sistema". Leia mais »

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