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Luis Nassif Online

Dilma precisar montar um Estado Maior à altura do desafio de assessorar a presidência; por Luis Nassif
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Ministro do STF, valeu-se da tribuna nobre do TSE para ataques descabidos contra a honra do jornalista
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Governo quer estabelecer uma base curricular mínima para uniformizar ensinos básico e fundamental no país
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Brasileiro cria empresa de biotecnologia que é vendida por R$ 1,5 bi

Sugerido por Free Walker
 
 
Jornal GGN - O cientista brasileiro Leonardo Maestri Teixeira ajudou a fundar uma empresa de biotecnologia nos Estados Unidos, vendida por cerca de R$ 1,5 bilhão (US$ 425 milhões) à Roche. A GeneWEAVE produz um kit rápido de diagnóstico bacteriano, que foi desenvolvido, inicialmente, com o foco no diagnóstico de tuberculose, depois para descobrir outros tipos de infecções hospitalares.
 
Em entrevista ao G1, Maestri Teixeira, contou que entre 2010 e 2014 a empresa captou US$ 25,2 milhões levando os investidores a ficarem com a maior parte do valor da venda, "o que é normal em uma empresa que recebe recursos de capital de risco. (...) Enfatizo isto para os que não são familiarizados com estes negócios acharem que fiquei bilionário", arrematou. 
 
O jovem cientista desenvolveu os estudos enquanto fazia doutorado na Universidade de Cornell, como bolsista da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), ligado ao Ministério da Educação.
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Subsídios para um bom debate sobre redução de ministérios

Sugestão de Webster Franklin

da Carta Maior

7 dados para você não falar bobagens sobre a redução dos ministérios

Os governos do PT incharam a máquina pública? Não, e os números mostram isso. Mas por que será que a mídia insiste em escondê-los?

Por José Augusto Valente

Esse assunto, volta e meia, reaparece no debate nacional. Geralmente, de forma torta, como tentarei demonstrar a seguir.
 
A primeira pergunta, que quase ninguém se faz é: qual o número adequado de ministérios, empresas, autarquias, cargos, funções e funcionários públicos?
 
A resposta a essa pergunta é óbvia: depende!
 
Se o projeto vencedor nas eleições fosse o do Aécio ou o da Marina, a ideologia do “estado mínimo”, que eles defendem, teria como consequência o enxugamento da máquina pública.
 
Entretanto, o projeto vencedor, em 2014, foi o liderado por Dilma. Este projeto é o que dá resposta à sociedade sobre mais educação, mais saúde, mais saneamento, mais infraestrutura, mais direitos humanos. O mesmo projeto vencedor das eleições de 2002, 2006 e 2010. Exige um estado muito maior que o mínimo de triste lembrança (FHC).
 
Não houve aumento de ministérios – ou de Secretarias com status de ministério – em relação aos governos exitosos de Lula e Dilma. O que nos permite dizer que houve eficiência e eficácia na condução dos programas e nas políticas de governo. Deste governo!
 
Leio gente escrevendo que é preciso dar mais “racionalidade” à gestão, constituindo superministérios, num total de 20, no máximo. O que pode ser mais racional do que uma estrutura vencedora, com uma infinidade de programas que mudaram a cara do país?

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Mais apoio e menos burocracia para as rádios comunitárias

Sugestão de Alfeu

do Vermelho.org

Associação de rádios comunitárias pede mais apoio e menos burocracia

Durante os dias 21, 22 e 23 de agosto, a Associação Brasileira de Rádios Comunitárias realizou seu 8° Congresso. As dificuldades que as emissoras enfrentam para apresentar um modelo de comunicação mais plural e democrático foram a linha principal dos debates no evento.

Em um momento do país em que a mídia promove de forma irresponsável um quadro de caos econômico e social, representantes de rádios comunitárias de diversas regiões brasileiras se reuniram em Brasília para discutir estratégias que visam fortalecer a comunicação democrática e a atuação dessas emissoras como contraponto à manipulação da informação. Mas os caminhos não são fáceis.

Coordenador da associação até o Congresso, José Sóter, defendeu a necessidade de alterar a regras urgentemente, entre elas, as que tratam da publicidade. Por lei, as emissoras não podem veicular espaço publicitário de forma mais detalhada. "A propaganda da padaria não pode falar que o pão é gostoso, nem seu preço", exemplifica. O único formato permitido é o chamado apoio cultural, pelo qual só se divulga o nome do estabelecimento. Leia mais »

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A dor da gente não sai no jornal e a coluna da Ombudsman da Folha

 
Da Folha
 
Coluna da Ombudsman
 
 
Na lógica da cobertura burocrática das chacinas, sobreviventes interessam menos que os mortos, porque são estes que alimentam o jornalismo de números
 
Por dever de ofício, consulto quatro jornais por dia, noves fora outras leituras, mas até a última quinta (27) ignorava a existência de Letícia Vieira Hillebrand da Silva, 15 anos, a 19a vítima das chacinas de Osasco e Barueri. Sua vida curta e sua morte estúpida foram uma surpresa que pareceu brotar do nada no noticiário.
 
O desconhecimento não foi vacilo: até então a adolescente estava embutida no bloco dos "seis feridos", termo repetido burocraticamente em todos os textos desde o dia 13, sempre sem individualidade, sem história, sem atualização. Na lógica que rege a cobertura de chacinas, sobreviventes importam menos que os mortos; são estes que alimentam estatísticas e noticiários.
 
Morta, Letícia ganhou direito de existir no jornal, mas mereceu cobertura mesquinha. Era perto das 21h, e a adolescente, filha única, ia comprar um lanche antes de voltar para casa. Levou um tiro vindo de um carro que passou disparando aleatoriamente contra pedestres. Ficou no hospital entre a vida e a morte durante 14 dias, mas não resistiu.
 
Adiciono nessa reconstituição detalhes lidos na concorrência, porque a nota de 30 linhas publicada na página cinco de "Cotidiano" não deu conta nem desse resumo indigente. Nada de vida da vítima, família, amigos. Nada de chamada na "Primeira Página" ou na "Folha Corrida", um destino natural das notícias que não cabem na capa. A Redação julgou que havia maior apelo na notícia "Pimentel descumpre corte de cargos em Minas Gerais".

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Dilma contra Dilma, por Janio de Freitas

da Folha

 
Até poucos dias, a crise econômica era um tema, entre outros, aproveitado pela crise política para alimentar-se. Com a proposta governamental de recriação da CPMF, as duas crises se fundiram. Foi o que ficou evidenciado na reação de empresários e entidades: há pouco manifestantes de apoio a Dilma e portanto à política econômica e, de repente, indignados com o governo, logo, com Dilma. A ponto de alguns querem a saída de Joaquim Levy, seu aliado ideológico.
 
A inoportunidade política da proposta governamental, reafirmando uma falta de percepção política sem limite, deu-se na ocasião mesma em que o PSDB aturdiu-se com as manifestações empresariais em defesa de Dilma e fez, por isso, um recuo patético na sua ferocidade oposicionista. Dilma e ministros deram aos adversários um socorro masoquista.
 
Certa foi a irritação de Michel Temer com o mau passo do governo, ao qual foi dado, e atribuído ao vice, o apropriado apelido de "imposto impeachment". Renan Calheiros, em instantes, passou de novo general do governismo para a janela de crítico. A insensibilidade do governo Dilma só tem paralelo na insensibilidade do oposicionismo de Aécio, há oito meses forçado a manipular as intensidades de um extremismo primário.
 
A proposta de recriação da CPMF (com outro nome) traz, porém, um aditivo inteligente: a arrecadação é dividida entre governo federal e Estados. Pezão e outros aderiram sem esperar por qualquer conta. Isso faz ainda mais nítido o descompasso do governo entre lucidez política e oportunidade. Se há na proposta o lado que atrai apoios importantes, é incompreensível que não fosse esse o carro-chefe de lançamento do plano, como possível fator de neutralização da pressa para recriar um imposto.

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Ted-2 e o Judiciário dos EUA, por Fábio de Oliveira Ribeiro

O sucesso de bilheteria do filme Ted (2012) levou a produção da sequencia em que, além de fumar muita maconha e fazer piadas grotescas, o ursinho perde seus direitos civis. A “capitis diminutio” obriga o protagonista a entrar com um processo para recuperar sua cidadania. Ted-2 pode, portanto, ser classificado como uma obra heterodoxa com um tema tradicional: o funcionamento do Judiciário dos EUA. O resultado do processo é obvio, a justiça prevalece.

A questão de alta indagação levada a julgamento a pedido do ursinho sacana é a mesma que se está presente no livro “O homem bicentenário” de Isaac Asimov (1976). Esta questão pode ser formulada da seguinte maneira: O que define um ser humano? A solução depende da resposta. Se o que define humanidade é pertencer à raça humana, um robô ou um ursinho encantado não podem ter direitos civis em razão de serem objetos manufaturados pelo homem. Mas se o que definir humanidade for a autoconsciência e a capacidade de ter e expressar sentimentos, a solução poderia ser outra.

A discussão proposta no filme Ted-2 e no livro “O homem bicentenário” é meramente filosófica. No estágio atual do desenvolvimento do Direito somente os seres humanos adquirem direitos civis. Ser um humano significa pertencer à raça humana. É exatamente isto que se pode deduzir da Declaração Universal dos Direitos do Homem:

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Guerra suja contra os povos do milho, por Silvia Ribeiro

Enviado por Adir Tavares

do blog de Gilson Sampaio

 
 
Tradução do espanhol: Renzo Bassanetti
 
La Jornada
 
No dia 19 de agosto de 2015, o juiz Francisco Peñaloza Heras, do 12º Juzgado de Distrito en Materia Civil, cancelou a medida de precaução que há dois anos mantinha suspensa a semeadura de milho transgênico no México, em resposta a uma demanda coletiva pelos danos que esses grãos causam à biodiversidade e à saúde. Contudo, a suspensão continua vigente, já que sua decisão foi alvo de imediata apelação por parte de Colectivas AC, representantes legais da coletividade de 53 cidadãos e 20 organizações que apresentaram a demanda em 2013.   
 
A forma através da qual o juiz Peñaloza tomou a decisão, ignorando todos os argumentos dos demandantes e cientistas independentes, mas baseando-se nas afirmações da Monsanto e de outras empresas, é outro escalão na guerra suja contra o milho nativo campesino e os povos do milho.
 
Em sincronia com sua decisão, as multinacionais dos transgênicos desataram um aluvião de comentários à imprensa, assegurando que a semeadura estava liberada. Como denunciou René Sánchez Galindo, advogado da coletividade demandante, “a Monsanto iniciou uma nova campanha de mentiras, já que é falso que a semeadura de milho transgênico estivesse liberada”.

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Cobrança de chamadas em aplicativos viola Marco Civil da Internet

Enviado por RMoraes


A Proteste Associação de Consumidores pediu abertura de inquérito contra empresas de telefonia por eventuais bloqueios nos serviços de chamada de voz em aplicativos como WhatsApp e Viber. A representação foi feita junto à 3ª Câmara de Consumidor e Ordem Econômica da Procuradoria-geral da República (PGR) esta semana. Cinco entidades se uniram à Proteste na representação.

“As empresas não têm direito de interferir nos aplicativos de voz. Não se pode bloquear o acesso a um determinado aplicativo. Essa representação é para que o consumidor não seja prejudicado”, explicou a coordenadora institucional da Proteste, Maria Inês Dolci. Segundo ela, as empresas de telefonia já se movimentam contra aplicativos de chamada de voz que não usam a linha telefônica tradicional, e sim conexão à internet.

Brasil atinge 273 milhões de celulares

Entidades questionam empresas por cobrança de chamadas em aplicativosValter Campanato/Agência Brasil/Arquivo

As entidades de defesa do consumidor alegam que a prática fere o Marco Civil da Internet ao desrespeitar as garantias de neutralidade e prestação adequada do serviço. “Estamos pedindo providências, estamos levando em conta o Marco Civil, que fala que a habilitação do terminal é mediante o endereço IP [identificação de um dispositivo na rede]. Não se pode restringir acesso ao IP”, analisou Maria Inês.

Além da representação junto à PGR, a Proteste criou uma petição online (http://www.proteste.org.br/nao-calem-whatsapp) contra o bloqueio de aplicativos como WhatsApp,  Viber e Messenger, vinculado ao Facebook. Segundo Maria Inês, as assinaturas também serão entregues ao Ministério Público Federal.

Procurado pela Agência Brasil, o Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (Sinditelebrasil) não quis comentar o assunto, assim como as operadoras Claro, Vivo e Oi. A Tim não respondeu até o fechamento da matéria.

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Gilmar.... o Gylmar dos Santos Neves, o único

Por Alfeu

Goleiro, Gilmar foi ídolo por onde passou. Defendeu dois dos grandes clubes brasileiros, o Corinthians e o Santos, além da Seleção Paulista, sendo também bi-campeão das Copas do Mundo de 1958 e 1962. A tranquilidade, o equilíbrio e o profissionalismo eram qualidades que despertavam uma admiração muito grande por Gilmar não só dos torcedores nos clubes onde êle jogou, mas também dos adversários. Dessa forma, esse é o Gilmar que fica na lembrança de todos; carimbou o seu nome na História.

 

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Os temas recorrentes em Hitchcock, por Jota A. Botelho



O exame de diversos temas e técnicas recorrentes nos filmes de Alfred Hitchcock

A carreira de Hitchcock durou mais de 50 anos, começando na Inglaterra na era do cinema mudo, onde ele realizou vários filmes em preto e branco. Fez seu primeiro filme sonoro em 1929 (Blackmail), antes de se mudar para os Estados Unidos na década de 1940. Foi quando ele contou com o apoio integral do sistema de estúdios de Hollywood, atraindo as maiores estrelas para os seus projetos, e ao longo dos trinta e seis anos seguintes ele se aventurou no cinema colorido empregado proporções diferentes como suas experiências em 3-D, e até mesmo trouxe seu marca para a televisão.

Esta longa e rica carreira de Hitchcock pode ser dividida em duas fases distintas, além de seus inúmeros colaboradores de peso, como os compositores Dimitri Tiomkin e Bernard Herrmann, os fotógrafos George Barnes e Robert Burke, bem como os editores Hal C. Kern e George Tomassini, onde aqui destacamos o cinema mudo com seu primeiro filme sonoro da fase inglesa, os pretos e brancos e os coloridos da fase americana. Mas independente das fases e do lugar onde ele trabalhou, ou com quem trabalhou, Hitchcock deixou uma assinatura indelével em quase todos os seus filmes.

Este vídeo-ensaio ilustra bem como Hitchcock criou e desenvolveu o seu próprio estilo inimitável. Realizado pelo escritor e diretor Steven Benedict, que ao prestar esta homenagem ao grande cineasta, decidiu compilar, através de imagens, os temas e técnicas que foram frequentemente utilizados nos filmes do diretor britânico, onde ele se baseou em cerca de 40 obras do mestre do suspense, produzidas entre 1934 e 1976, o ano da aposentadoria do velho Hitch.

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Machado de Assis recebe, na ABL, o poeta Manuel Maria Barbosa du Bocage

A curiosidade era imensa. Pela primeira vez, um grande poeta português visitava o Brasil. Nas ruas próximas ao Prédio do Silogeu, e nas imediações do Passeio Público, viam-se dezenas de cabriolés, berlindas, tílburis, vitórias e caleches, cada qual mais rico que o outro. Deles desciam senhoras e senhores enfatiotados, constelados de joias, recendendo essências, arrastando sedas, exibindo cartolas de Paris e Londres. Em resumo, a fina flor da sociedade carioca acorrera ao inusitado evento.

Pequeno, magro, metido num paletó de camurça azul, cara rapada, cabelos escovados, botas de montaria e fraque, surgiu de dentro do edifício o famoso poeta, escoltado pelo presidente, também nos trinques. A multidão aglomerada prorrompeu em calorosos aplausos e gritos de “hurra!”, enquanto chapéus eram lançados para o ar.

Estendendo a mão, pediu silêncio o presidente, investido de dupla autoridade: do cargo e dos cabelos brancos.

– Meus amigos, é para nós, brasileiros, elevada honra receber hoje em nossa casa o mais notável representante das letras portuguesas, o admirável, sob todos os pontos de vista, Manuel Maria Barbosa du Bocage. Para apresentá-lo, em nome desta casa, convido o insigne poeta Olavo Bilac, um dos grandes admiradores de sua obra.

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O centenário de Ingrid Bergman, por Mara L. Baraúna

Ingrid Bergman (29 de agosto de 1915, Estocolmo, Suécia -  29 de agosto de 1982, Chelsea, Londres, Reino Unido)

A sueca Ingrid Bergman era filha da alemã Friedel Adler que morreu quando Ingrid tinha apenas três anos de idade, e de Justus Samuel Bergman, um sueco que a criou até sua morte, quando ela tinha 12 anos.

Justus, dono de uma loja de fotografia, incentivou as atividades artísticas da filha e ainda fez algumas cenas dela com uma pequena câmera de cinema. Muitos anos depois, o famoso diretor Ingmar Bergman (sem nenhuma relação com a família), com quem Ingrid trabalhou , compilou e editou estes filmes caseiros. Leia mais »

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Gilmar Mendes

Tema

Gilmar Mendes
Gilmar Mendes, um juiz sem limites

Este espaço se destina a organizar reportagens em geral sobre o estilo polêmico do Ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal.

Falta um Estado Maior para Dilma

O balanço do segundo trimestre atesta que a recessão se instalou no país. A travessia demandará soluções complexas, que dependem de pactos políticos amplos.

Uma delas é a necessidade da volta da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira), contra a qual pesam resistências das mais variadas. Segundo a área econômica, sem a CPMF o quadro fiscal de 2016 será caótico.

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Janot arquiva pedido de Gilmar contra Dilma

Do Brasil 247

Janot arquiva pedido de Gilmar e pede pacificação

Por Paulo Moreira Leite

Apareceu uma boa notícia para Dilma Rousseff no esforço para enfrentar manobras da oposição para tomar, por via judicial, um mandato que não foi capaz de assegurar nas urnas.

Num despacho onde fez questão de recordar o papel do Judiciário na "pacificação social e na estabilização da Justiça," o Procurador Geral da República  Rodrigo Janot manda arquivar um pedido de investigação de  Gilmar Mendes contra a campanha da presidente.

O caso arquivado se refere à  denúncia envolvendo a VTPB Serviços Gráficos e Mídia Exterior Ltda, que prestou serviços à campanha de Dilma.  Em 7 de maio, seis meses e três semanas depois da vitória de Dilma, Gilmar enviou um comunicado ao PGR, pedindo "providências pertinentes" para "possíveis indícios de irregularidades".

No  despacho, divulgado ontem, Janot bate de frente: "Não há providencias de talhe cível ou criminal a adotar a partir da 'notícia de fato' em exame," escreveu.

Em outro parágrafo, Janot se refere a soberania popular.  Lembra  que os "atores principais" de uma eleição devem ser "candidatos e eleitores" e fala da "inconveniência de serem, Justiça Eleitoral e Ministério Público Eleitoral, protagonistas – exagerados do espetáculo da democracia."

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