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A não-notícia da Folha visa preparar terreno para a próxima investida da Lava Jato contra blogs independentes
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Assista agora: as marcas da crise política; um ícone das noites paulistanas; e riqueza da música tradicional brasileira
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Inquérito mãe trazia 35 nomes PP e do PMDB, de deputados, ex-deputados e senadores. Entenda a reviravolta na Lava Jato
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Fora de Pauta

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Sala de visitas recebe Felipe de Alencastro, Negão Almeida e Antonio Nóbrega

Assista agora: as marcas da crise política; um ícone das noites paulistanas; e a riqueza da música tradicional brasileira
 
 
Jornal GGN - Em entrevista exclusiva para Luis Nassif, o historiador e cientista político da Escola de Economia da FGV de São Paulo, Luiz Felipe de Alencastro avalia a crise política brasileira, criticando o esforço excessivo de setores da sociedade, que defenderam o impeachment, em enquadrar a troca de governo como fato legítimo.
 
"Em agosto do ano passado o presidente Fernando Henrique Cardoso - num momento não tão rigoroso da grande obra dele como cientista político - fez essa distinção dizendo que o governo era legal, mas não era legítimo. Ora, isso não existe no regime democrático. Em todo o regime democrático, por definição, o governo legal é governo legítimo". 
 
Alencastro, que também é professor emérito da Universidade de Paris IV Sorbonne, prossegue: "Para dizer que o governo da presidente Dilma era ilegítimo, era preciso primeiro provar que a gente tinha saído da democracia, o que é muito difícil de comprovar. Em seguida, agora recentemente, em entrevista à revista IstoÉ o presidente Fernando Henrique falou que o problema do governo Temer,  que tem a maioria do apoio do Congresso, [mas] não tem da maioria da opinião pública, é que ele não é originário do impulso do voto. Ora, realmente se ele não é originário do impulso do voto, ele é originário do impulso derivado do voto. Quem tinha a legitimidade, e a legalidade originária do voto, era a presidente Dilma. Está na constituição. Aí ele está correto e, evidentemente, que isso solapa a legitimidade deste governo". 
 
Em seguida Luis Nassif recebe José Almeida, também conhecido como Negão Almeida. O sambista é um dos personagens centrais da boemia de São Paulo, desde os anos 1950. Ele conta um pouco da sua história tanto na arte quanto no esporte. Nos anos 60, Almeida foi o primeiro negro a pular do Esperia, clube poliesportivo fundado pela colônia italiana, num desafio ao preconceito. Almeida também relembra fatos compartilhados com outros músicos da noite paulista, como os ícones Dino Sani e Gilmar dos Santos Neves. 
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Defesa de Lula pede tratamento jurídico igual a todos os acervos presidenciais

 
Jornal GGN - A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nega que pediu ao Tribunal de Contas da União a realização de uma auditoria sobre o acervo presidencial de outros ex-presidentes da República, uma das miras da Operação Lava Jato sob a condução do juiz federal Sérgio Moro.
 
"O que os advogados de Lula defendem é a impossibilidade de se atribuir tratamento jurídico diferente ao seu cliente em relação aos demais ex-Presidentes da Republica, a partir de 1991, quando foi sancionada a Lei nº 8.394 que dispõe sobre a preservação, organização e proteção dos acervos presidenciais", respondeu Cristiano Zanin Martins, que atua na defesa de Lula, em nota oficial. 
 
O advogado lembrou de uma nota técnica da Diretoria de Documentação Histórica da Presidência da República, assinada em julho de 2015, atestando que o ex-presidente teve o mesmo tratamento com o acervo presidencial que os demais ex-presidentes desde 1991.
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Cerveró negou que tenha recebido dinheiro a mando de Lula para desistir de delação

Delcídio do Amaral era diretor da Petrobras - onde a roubalheira era "histórica" - desde o governo FHC. Foi ele quem emplacou Nestor Cerveró na Diretoria Internacional. Em troca, pediu o desvio de R$ 6 milhões para pagar dívida de campanha. Há a possibilidade de Delcídio ter comprado o advogado de Cerveró para impedir qualquer acordo de delação que trouxesse seu passado à tona. Pego em flagrante, o ex-senador jogou a bomba no colo de Lula

Jornal GGN – Delcídio do Amaral é um dos principais delatores na ação em que Lula é acusado de tentativa de obstruir a Lava Jato. Após passar uma temporada na prisão por ter caído num grampo que comprova que ele ofereceu dinheiro e uma rota de fuga para Nestor Cerveró, Delcídio decidiu jogar no colo de Lula a responsabilidade pela tentativa de comprar o silêncio do ex-diretor da área Internacional da Petrobras.

Para deixar a prisão e fechar um acordo de cooperação, Delcídio confessou à Lava Jato que pagou cerca de R$ 250 mil ao advogado Edson Ribeiro, que fazia a defesa de Cerveró. Esse montante saiu do bolso de Maurício Bumlai, filho de José Carlos Bumlai, que teria sido procurado pelo próprio Delcídio para "colaborar" com a operação cala-a-boca. O papel de Lula teria sido o de pedir a Delcídio que algo fosse feito para evitar que Bumlai caísse na delação de Cerveró. 

Mas o depoimento de Cerveró à força-tarefa mostra algumas incongruências nessa denúncia. A começar pela teoria que ainda não ganhou espaço na imprensa tradicional, talvez por favorecer a defesa de Lula: a de que Delcídio estaria pagando o advogado Edson Ribeiro para impedir Cerveró de fechar qualquer acordo com a Lava Jato - principalmente se fosse para implicar o ex-senador.

A teoria tem base na gravação do depoimento de Cerveró, feita pela Lava Jato e entregue ao Estadão para publicação.

A partir dos 23 minutos, o ex-diretor da Petrobras comentou o caso de tentativa de obstrução deixando claro que nunca recebeu dinheiro para não fazer delação, ao contrário de seu advogado. Ele também negou que Lula tenha participado da operação de Delcídio.

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STF encaminha inquérito de Cunha para Justiça de Brasília

Ao contrário de ir para as mãos de Sergio Moro, onde tramita as ações contra a esposa do deputado, caso foi levado ao Distrito Federal
 
Jornal GGN - O Supremo Tribunal Federal (STF) encaminhou o inquérito contra o ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB) à Justiça Federal de Brasília, nesta terça-feira (27). A decisão foi do ministro Celso de Mello.
 
O ministro atendeu a um pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que considerou que com a perda do mandato parlamentar, o ex-deputado perde também o chamado foro privilegiado. 
 
Aberto em abril deste ano, o inquérito é o que investiga lavagem de dinheiro e corrupção passiva supostamente cometida por Cunha ao levar ao Congresso propostas de alteração de Medidas Provisórias, recebendo e solicitando vantagens indevidas.
 
Para Janot, o STF perdeu a competência para julgar o caso, desde o último dia 12, quando Cunha teve seu mandato cassado. Com isso, manifestou-se pela remessa do processo à primeira instância. Sérgio Moro, juiz da Lava Jato no Paraná, já tem em mãos as investigações contra a esposa de Cunha, Claudia Cruz.
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Espaço Uirapuru homenageia Luizinho 7 cordas, em outubro

Jornal GGN – No dia 31 outubro, um dos principais instrumentistas do choro e grande divulgador do violão 7 cordas, Luizinho 7 cordas, completa 70 anos de idade. Para celebrar esta data o Espaço Uirapuru, centro de ensino musical onde Luizinho leciona e está à frente em parceria com Euclides Marques e Zé Garcez, dedica todos os eventos musicais do mês para o músico, com o “Luizinho 70”.

A programação abre neste sábado, 1 de outubro, às 15h, com o Projeto VinilCultura, que terá como tema a carreira de Luizinho. A experiência permite ao visitante uma audição de discos de vinil, com curadoria de Euclides Marques. A edição irá reunir discos de época que contaram com a participação de Luizinho, como o último LP de Toquinho e Vinícius, gravado em 1980. Além de mergulhar nas preferências musicais do músico e conhecer um pouco mais sobre a história e bastidores do choro e samba, contados pelo próprio Luizinho.

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Aldeia SP – Bienal de Cinema Indígena, em outubro

O festival mostra a militância e poesia do novo cinema indígena

Jornal GGN – O projeto Aldeia SP – Bienal de Cinema Indígena, que reúne produções cinematográficas realizadas esclusivamentes por índios, abre sua segunda edição, dia 7 de outubro, às 16h, no Centro Cultural São Paulo (CCSP), com um coral de crianças guarani, manifestações artísticas indígenas e uma roda de conversa com o líder indígena e idealizador da mostra Ailton Krenak, o ex-ministro da Cultura Juca Ferreira, o documentarista Vincent Carelli e o ambientalista João Augusto Fortes. O festival, que vai até 12 de outubro, irá exibir 57 filmes de origem indígena nos Centros Educacionais Unificados (CEUs)/Circuito Spcine e no CCSP, em São Paulo. Na abertura haverá sessões do “O Abraço da Serpente” (2015), de Ciro Guerra, às 20h.

“A imagem já está pastel demais. Hollywood pasteurizou a imagem. Nós queremos despasteurizar, estamos fazendo uma espécie de revolução do olhar. É mais uma revolta do olhar que uma revolução. É um olhar que não aguenta mais a mesmice. ”, comentou Ailton Krenak.

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Brasil cai 6 posições em ranking mundial de competitividade

Jornal GGN - Em ranking realizado pelo Fórum Econômico Mundial em parceria com a Fundação Dom Cabral, o Brasil aparece na 81ª posição em uma lista com 138 países, uma queda de seis posições em relação ao ano passado. A melhor colocação do país na lista foi em 2012, com o 48º lugar.

Segundo o levantamento, algumas avaliações a respeito do Brasil não foram alteradas nos últimos anos, tanto em questões positivas (tamanho do mercado interno) como em questões negativa (estrutura tributária, deficiências na infraestrutura e encargos trabalhistas). 

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Programação do Clube do Choro em São Paulo

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Lista de Livros: Watchmen, de Alan Moore e Dave Gibbons

Seleção de Doney

Lista de Livros: Watchmen, de Alan Moore e Dave Gibbons

Editora: Panini

ISBN: 978-85-7351-549-7

Tradução e adaptação: Jotapê Martins, Helcio de Carvalho, Fábio Fernandes

Opinião: muito bom

Páginas: 460

     “Esta manhã, no beco, havia um cão morto com marcas de pneu no ventre rasgado. A cidade tem medo de mim. Eu vi o rosto dela.

     As ruas são sarjetas dilatadas e essas sarjetas estão cheias de sangue. Quando os bueiros finalmente transbordarem, todos os ratos irão se afogar.

     A imundice acumulada de todo o sexo e matanças que praticaram vai espumar até suas cinturas e todos os políticos e rameiras olharão para cima, gritando “salve-nos”... e, do alto, eu vou sussurrar: “não”.

     Eles tiveram escolha. Todos eles. Podiam ter seguido os passos de homens honrados, como meu pai (...). Homens decentes, que acreditavam no suor do trabalho honesto.

     Em vez disso, seguiram os excrementos de devassos sem perceber, até ser tarde demais, que a trilha levava a um precipício.

     Não me digam que eles não tiveram opção.

     Agora o mundo todo esta na beira do abismo, contemplando os liberais, intelectuais e sedutores de fala macia, que ardem no inferno... e, de repente, ninguém mais sabe o que dizer.”

*

     “Sexta à noite, morreu um comediante na cidade.

     Foi arremessado da janela e, quando atingiu a calçada, sua cabeça entrou no abdômen.

     Ninguém liga.

     Ninguém além de mim.

     Será que é isso? Tudo inútil? Logo vai haver guerra. Milhões vão queimar. Milhões vão morrer na miséria e na doença. Por que uma morte pesa mais do que outras?

     Porque existe o bem e existe o mal. O mal deve ser punido. Mesmo no Dia do Juízo Final isso não vai mudar.

     Mas tem muitos merecendo pagar... e tão pouco tempo.”

*

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Após definição de posturas, Goldman e Aníbal são chamados a testemunhar contra Dória

 
Jornal GGN - No mesmo dia em que o senador tucano José Aníbal mudou seu discurso, defendendo a candidatura de João Dória Jr. à Prefeitura de São Paulo, e o vice-presidente do PSDB Alberto Goldman publicou artigo criticando duramente o indicado do partido para o posto maior da capital paulista, os dois foram arrolados pela Promotoria Eleitoral para testemunharem em ação contra o candidato por abuso de poder político nas eleições.
 
"A nossa representação ao Ministério Público foi feita no dia 29 de março. Chamaram dezenas de pessoas para prestar depoimentos. É um material imenso e o promotor José Bonilha ainda não representou. Ele disse que dividiu em duas partes: abuso do poder econômico e político. Não declaro publicamente meu voto por respeito à decisão partidária. Mas não voto no Dória por uma questão de consciência", disse Goldman ao Estadão.
 
Proposta nesta segunda (26) pelo Ministério Público de São Paulo, os promotores de Justiça apontaram que o líder na corrida para o trono da municipalidade de São Paulo, João Dória ao lado do seu vice Bruno Covas (PSDB), cometeu abuso de poder político
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Haddad fez mais para as elites. Sorry periferia, por Jeter Gomes

Haddad fez mais para as elites. Sorry periferia

por Jeter Gomes

Nossa grande mídia, uma das mais isentas do mundo, como sempre está coberta de razão: Haddad não fez nada para as periferias da cidade. É isso mesmo, seu prefeito coxinha (quibe lhe cairia melhor), você fez mais para as elites! Nem pense que me engana. Aos fatos.

É publico e notório que você fez mais de 400 km de corredores exclusivos para ônibus só para as elites se deslocarem com mais rapidez, zombando dos pobres que ficam engarrafados com seus carros que o Lula proporcionou comprar. Assim os ricos se deslocam do Capão Redondo, Guaianazes, Parelheiros, Grajaú, Cidade Tiradentes, Perus, Tremembé, até seus escritórios no centro, em ônibus com ar condicionado, Wi-Fi gratuito e carregador de celular. E vão caçando pokemón, postando no Face e falando com @s mig@s no whatsapp. Up! Hello my friend, hi Darling!

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Ao abrir exceção para Moro, TRF-4 cria nova leitura da ordem jurídica, por Callegari

Jornal GGN - A afirmação dos juízes do Tribunal Regional Federal da 4ª Região de que as situações da Lava Jato escapam ao "regramento genérico" e que há “uma ameaça permanente à continuidade das investigações” é "claramente" uma carta branca para que, "em nome de uma operação inédita que está em curso", tudo seja "possível". Isso cria insegurança jurídica, na visão do criminalista André Luís Callegari. 

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