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Luis Nassif Online

Com a escolha de Moraes para o STF, de Bonifácio como sucessor de Janot, completa-se o quadro para o novo tempo
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Com instrumentos de investigação inéditos, MPF não conseguiu desenvolver uma investigação eficiente contra a corrupção
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Rogério Medeiros, diretor do Século Diário, denuncia campanha de intimidação e censura
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Enquanto isso, na sabatina...

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Por que é a hora de falarmos de Lula?, por Wadih Damous

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Do blog de Marcelo Auler

Por que é a hora de falarmos de Lula?

por Wadih Damous

O estado de degradação moral, de corrompimento institucional e de dissolução social do Brasil, com destruição de ativos estratégicos em escala nunca dantes vista, é consequência da ruptura do consenso político construído após a ditadura militar e consolidado com a Constituição de 1988.

A ruptura se deu num processo iniciado com o chamado caso do “mensalão” e se completou com a destituição da Presidenta Dilma Rousseff. Para rasgar o voto de 54 milhões de eleitores, recorreu-se fraudulentamente ao instituto constitucional do impedimento. Armaram-se os golpistas com uma maioria de ocasião no parlamento, cevada com recursos públicos desviados por Eduardo Cunha e sua organização de trombadinhas espalhados por partidos sem conteúdo programático nem militância espontânea. O impedimento foi dinamizado pelos perdedores das eleições de 2014 e só logrou ser bem-sucedido graças à omissão imprópria do Ministério Público e do Judiciário.

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Raduan Nassar X roberto freire, por Urariano Mota

Raduan Nassar X roberto freire

por Urariano Mota

Sinto não poder ainda escrever com o devido distanciamento. Tentei até passar mais tempo sem falar, pois esperava que o fragor da onda se perdesse no horizonte. Mas não devo mais, sob pena de omissão. Entendam por favor a urgência e descontem as mal traçadas que vêm a seguir.  

Na solenidade da entrega do Prêmio Camões a Raduan Nassar,  quase toda imprensa brasileira preferiu esquecer a beleza do discurso do escritor.  Aqui, houve uma inversão. Pelo noticiário, mais importante que o Prêmio Camões foi a baixeza, tratada como resposta,  do ministro da cultura. No Jornal da Cultura (essa palavra tão destruída no Brasil de hoje) um comentarista chegou a lembrar o passado do ministro como de um homem de esquerda, e portanto isento defensor do novo governo: "ele vem do PC do B". Santa ignorância, total e absoluta, porque o comentarista desconhecia por completo o que houve com o movimento comunista no Brasil. O ministro da cultura destruída veio do PCB, de onde saiu para o PPS, a versão mais infame do que pode ser um partido com tintas de ex-revolucionário.

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A história do Brasil é uma história de apagamento da violência, diz Márcio Seligmann-Silva

 

do Psicanalistas pela Democracia

A história do Brasil é uma história de apagamento da violência

por Márcio Seligmann-Silva

Publicado originalmente em Goethe-Institut

Durante encontro-debate no Goethe-Institut, o teórico e pesquisador Márcio Seligmann-Silva falou em entrevista a Soraia Vilela* sobre a importância da arte como instrumento de construção da memória de períodos arbitrários.

Você poderia traçar um paralelo entre a questão na memória nos diversos países latino-americanos com passado de ditadura, considerando todas as semelhanças e diferenças entre eles? De que forma a intensidade no trabalho com a memória é distinta nesses países?

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Primeiro prende, depois denuncia?, por Paulo Lemos

do Justificando

Primeiro prende, depois denuncia?

por Paulo Lemos

Alguns juízes deveriam voltar-se para a literatura, não só jurídica, como de Rui Barbosa, sobre o cárcere, a liberdade e os habeas corpus, e, sim, também à geral, lendo “O Alienista” de Machado de Assis, para refletir mais e melhor sobre a adoção das excepcionais prisões cautelares como regra no interregno da sensível fase inquisitiva da persecução penal, ou seja, da investigação.

Não é segredo para ninguém do ramo do Direito que o artigo 312 do Código de Processo Penal hodiernamente foi deturpado e banalizado, ante a conversão da natureza cautelar das prisões temporárias e preventivas – para garantia da ordem pública e econômica, incolumidade da instrução criminal e assegurar a aplicação da lei penal -, em antecipatória de mérito e instrumento atípico de forjamento de provas, antes mesmo do eventual oferecimento da denúncia e do incerto recebimento dela, tampouco da condenação criminal dos ainda sequer indiciados.

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Comercial vende carro e ética na política detonando bomba semiótica, por Wilson Ferreira

por Wilson Ferreira

Bombas semióticas 2, A Missão! O Império Contra-ataca! Após as recentes pesquisas revelarem que Lula está mais vivo do que nunca, liderando com folga todos os cenários eleitorais para 2018, e que ainda seus principais adversários estão se desgastando com a evaporação do mar de rosas que, acreditava-se, seria o País pós-impeachment, o complexo jurídico-midiático reage. Depois de novos vazamentos seletivos e busca de mais espécimes assustadores do “Brasil profundo” para figurar na capa de revistas semanais, retiram mais uma vez do paiol midiático a artilharia pesada das bombas semióticas. Dessa vez, em um comercial para TV da GM Brasil no qual se posiciona sobre temas como “ética” e “política” para vender o novo Chevrolet Cruze.  Mais uma vez, a tática de engenharia de percepção – por meio de gestalt, cores e a palavras metonimicamente contaminadas, bombas semióticas criam um pano de fundo para tornar mais crível o cenário político do momento. Reforçam subliminarmente pautas, slogans e clichês disseminados liminarmente pela grande mídia. Um exemplo de como a criação publicitária torna volátil a fronteira entre consumo e cidadania.

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Vídeos

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Comercial Novo Chevrolet Cruze
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Caranguejo do mar vive no seu buraco!

Resgate de Luciano Hortencio

Caranguejo do mar

Vive no seu buraco.

A mulher da cidade

Mostra a gente o sovaco.

O mundo está perdido

Ninguém mais quer casar.

O doutor da injustiça

Quer casar, separar.

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CCJ do Senado aprova a indicação de Alexandre de Moraes para o Supremo

Sabatina de Alexandre de Moraes na CCJ do Senado durou mais de 11 horas (Foto Marcelo Camargo/Agência Brasil)

da Agência Brasil

CCJ do Senado aprova a indicação de Alexandre de Moraes para o Supremo

Ivan Richard Esposito e Mariana Jungmann - Repórteres da Agência Brasil

Após mais de 11 horas de sabatina, com perguntas de 40 senadores, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou, por 19 votos a favor e 7 contrários, a indicação de Alexandre de Moraes, 48 anos, para ocupar vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). A indicação ainda precisa ser votada pelo plenário da Casa, em sessão marcada para esta quarta-feira (22).

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a mão de caravaggio, 14, por romério rômulo

a mão de caravaggio, 14

por romério rômulo

 

caravaggio lavrou todo o vermelho

no lábio vertebral daquele inferno

de boca retalhada pelo mundo.

 

fez uns dedos tão sãos e bem cerzidos

a beleza tão dura e bem tratada

que meus olhos ficaram decaídos.

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Xadrez do PSDB no 2o tempo do golpe

Peça 1 – o fator Alexandre de Moraes

Analise-se, primeiro, a ficha de Alexandre de Moraes:

1.     Suspeitas de captar clientes entre grupos beneficiados por ele enquanto Secretário de Administração da gestão Gilberto Kassab na prefeitura de São Paulo.

2.     Estimulador da violência inaudita da PM paulista contra estudantes secundaristas, inclusive permitindo o trabalho de grupos de P2 contra adolescentes.

3.     Autor de um plano de segurança condenado unanimemente por todos os especialistas no tema.

4.     Acusação de plágio em suas obras e uma resposta ridícula, na sabatina do Senado: a de que manifestações em sentenças de Tribunais superiores (no caso, da Espanha) não contempla direito autoral. Ora, ele copiou as manifestações sem aspas – isto é, apropriou-se do texto copiado.

5.     Nenhuma dúvida sobre a parcialidade com que irá se conduzir no Supremo Tribunal Federal (STF).

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Fora de Pauta

O espaço para os temas livres e variados.

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Multimídia do dia

As imagens e os vídeos selecionados.

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Clipping do dia

As matérias para serem lidas e comentadas.

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Sala de visitas discute arte de rua e desumanização de Dona Marisa pela grande imprensa

Nesta edição, Nassif entrevista, Tata Amaral e João Feres Jr e, ainda, Caito Marcondes e os irmãos grafiteiros Tim e Mauro Neri, responsáveis pelo anagrama VEraCidade 

 
Jornal GGN - Uma moça de olhos vivos e corpo alongado, geralmente carregando uma casinha amarela nas costas, como uma mochila, e um convite para Ver a Cidade, ou VEraCidade. 
 
Essas são as marcas registradas do grafiteiro Mauro Neri que, ao lado do irmão Wellington Neri (Tim), criou em 2006 o projeto Imargem, junção da palavra imagem e margem, na região da represa Billings, no distrito do Grajaú, local com o menor índice de desenvolvimento da cidade de São Paulo. Os dois são os entrevistados do primeiro bloco desta edição do Sala de visitas com Luis Nassif. 
 
Mauro é um dos autores dos desenhos produzidos na Av. 23 de Maio, o maior mural a céu aberto da América Latina, apagado pelo prefeito João Dória (PSDB). O grafiteiro voltou ao local para tentar tirar a tinta cinza e salvar seu desenho, mas foi preso pela PM, fichado por crime contra o Meio Ambiente, e depois solto. 
 
A proposta higienista de Dória ganhou repercussão bastante negativa, contrária à esperada pelo novo prefeito. Para o apresentador Luis Nassif, Mauro destacou que Dória conseguiu, no final das contas, recolocar o debate do uso do espaço público no centro das discussões apresentando tanto um lado positivo, quanto negativo, da sociedade paulistana.
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Imagens

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Governo Trump amplia número de imigrantes ilegais que podem ser deportados

 
Jornal GGN - Nesta terça-feira (21), o governo de Donald Trump anunciou novas medidas que ampliam o número de imigrantes que podem ser deportados dos Estados Unidos. Foram revogadas diretrizes da gestão de Barack Obama, que priorizam a deportação daqueles que haviam cometido crimes graves ou que foram apreendidos ao entrar ilegalmente nos EUA.
 
As novas regras poupam os imigrantes ilegais que chegaram ao país quando eram crianças e também os pais de cidadãos americanos ou de residentes legais. Também foi determinada a contratação de outros 10 mil agentes de imigração. 
 
Uma das decisões mais polêmicas está na autorização de deportação “expressa” para quem não conseguir provar que mora nos Estados Unidos de maneira contínua por ao menos dois anos. 

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