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Luis Nassif Online

Jurista explica como a minoria progressista saiu vitoriosa na Constituição de 1988
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Prioridade é "desalavancar" a companhia e investir em projetos de maior rentabilidade, de acordo com a nova diretoria
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Como aconteceu com Cardozo e advogados de empreiteiras, o PGR virou alvo por reunião com políticos da Lava Jato
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Operação Mãos Limpas “foi um desastre”, diz ex-deputado italiano

mani pulite

Sugestão de José C. Lima

da BBC Brasil

Na 'Lava Jato italiana', peso dos partidos era diferente, diz filho de condenado

Erika Zidko - De Roma para a BBC Brasil
 
Stefano Bolognini - Wikimedia Commons
Vittorio Craxi diz que risco de partidos que estão por período "prolongado" no poder é o fisiologismo

Nos anos 1990, uma das maiores operações anticorrupção da história europeia expôs uma rede com tentáculos nos principais setores da vida política e econômica na Itália.

Foi a Operação Mãos Limpas, ou Mani Pulite, que ajudou a desmantelar esquemas de pagamento de propina por empresas privadas interessadas em garantir contratos com estatais e órgãos públicos e desvio de recursos para o financiamento de campanhas políticas.

A investigação levou ao fim da chamada Primeira República Italiana, cujas principais forças políticas tinham sido a Democracia Cristã (DC) e o Partido Socialista Italiano (PSI).

Bettino Craxi foi líder do PSI entre 1976 e 1993. Foi, também, primeiro-ministro da Itália, entre agosto de 1983 e abril de 1987. Em 1992, foi acusado pela Mãos Limpas de corrupção e financiamento ilegal de partido. Condenado, exilou-se na Tunísia e não cumpriu a pena. Morreu em 2000.

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Democracia participativa de vento em popa na Paraíba

Enviado por MCN

do Portal do Ministério da Educação

Paraíba promove diálogo com população sobre a educação

Estimular a população a pensar sobre a própria educação. Com essa proposta de integração, a Secretaria de Educação da Paraíba tenta minimizar os problemas do estado na área após a criação do desafio Solução Nota 10.

Inspirado no Desafio da Sustentabilidade, do Ministério da Educação, o projeto paraibano é uma consulta pública destinada a colher subsídios para promover inovações no ensino por meio da participação social. “Queremos trazer questões que antes eram discutidas apenas por especialistas para a comunidade em geral”, explica a professora Roziane Marinho Ribeiro, secretária-executiva de gestão pedagógica do estado.

Segundo a professora, o projeto, de gestão participativa, busca a inserção da comunidade na escola. O desafio é composto por sete perguntas. A primeira consulta, aberta desde 10 de fevereiro, quer a apresentação de ideias e sugestões da comunidade sobre a redução da evasão escolar na Paraíba.

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Telescópio Hubble, 25 anos

Por Edson Marcon

Nesta sexta 24, o telescópio espacial Hubble vai completar 25 anos em órbita.

Serão 25 anos de ótimos serviços prestados à astronomia e um coleção de belíssimas imagens do universo.

Depois de um começo ruim, quando uma missão do ônibus espacial teve que ser enviada para consertar defeitos no epelho principal, o Hubble  mostrou ser um instrumento poderoso e capaz de fornecer imagens que, além de serem muito úteis aos astrônomos, causam adimiração em todos.

Uma coleção de imagens do Hubble:   http://hubblesite.org/gallery/

Eagle NebulaThe Majestic Sombrero Galaxy (M104)Hubble Sees a Horsehead of a Different ColorHubble Celebrates Its 24th Anniversary with an Infrared Look at a Nearby Star FactoryHubble Against Earth's Horizon (1997)

do Tecmundo

Telescópio espacial Hubble, 25 anos revolucionando a astronomia

por João Gustavo Reva

Telescópio espacial Hubble, 25 anos revolucionando a astronomia
 

O primeiro telescópio espacial Hubble, que revolucionou a astronomia e a nossa visão do Universo com imagens espetaculares de galáxias distantes geradas por ele, celebra esta semana seu 25º aniversário no espaço. "O Hubble mudou a forma como a humanidade olha para o universo e vê seu lugar nele", diz a astrônoma Jennifer Wiseman, cientista do telescópio no centro Goddard da Nasa, em Greenbelt, Maryland (nordeste dos Estados Unidos).

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Alimentação: os antibióticos do McDonald's

Sugestão de Adir Tavares

Do Informação Incorrecta

Alimentação: os antibióticos do McDonald's

Festa grande na aldeia global: McDonald's prometeu eliminar os antibióticos das carnes de frangovendidas nos balcões de todo o mundo.

Basta carne "drogada", só frangos alimentados de forma natural. E que raio.

Dito em outras palavras: McDonald's deixa de vender carne de frango. Não há outra hipótese: 96.8% dos frangos criados nos Estados Unidos contêm antibióticos. Pelo que a dúvida é: onde raio McDonald's tenciona comprar frangos que não contenham medicamentos? Não dá: a única solução, como afirmado, é deixar de vender frango.

Ou talvez seja boa ideia espreitar melhor a notícia. É verdade: McDonald's anunciou que pretende eliminar o uso de alguns antibióticos nos seus produtos de frango para satisfazer os que define como "as mudanças de preferências" dos seus clientes. Mas há uma grande diferença entre a versão fornecida aos meios de comunicação (marketing) e aquilo que a empresa está a fazer na realidade.

O truque? Na linguagem.

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Presidente mundial da Shell diz ter confiança na Petrobras

Sugestão de Edson Marcon

do Blog do Planalto

Brasil é país estratégico na área de petróleo, diz presidente mundial da Shell

O Brasil é um parceiro forte e estratégico na área de exploração de petróleo, avaliou o CEO da Shell, Ben van Beurden, após se reunir com a presidenta Dilma Rousseff nesta quinta-feira (23), no Palácio do Planalto.

De acordo com ele, os negócios da petroleira se tornaram ainda mais estratégicos com a recente aquisição da British Gas (BG) pela Shell. “Temos confiança no clima de investimentos no Brasil”, afirmou.

"Reafirmei  nossos planos de investimento no Brasil no longo prazo”, disse Ben van Beurden. Foto: Ichiro Guerra/PR

Durante a audiência, Beurden conversou com a presidenta Dilma sobre os planos da Shell para o Brasil e, segundo ele, externou a confiança em negócios de longo prazo no País. Com a compra da BG, a Shell se tornou a maior parceira da Petrobras na exploração do pré-sal. “Reafirmei nosso forte interesse com relação à implementação futura dessa parceria e continuamos com nossos planos de investimento no Brasil no longo prazo.”

Confiança na Petrobras
Sobre a Petrobras, ele destacou a confiança nos negócios com a companhia de petróleo brasileira. “Temos tido uma relação de trabalho muito forte e aberta com a Petrobras, estamos sobretudo confiantes nas operações conjuntas em andamento no Campo de Libra e antecipamos com muito interesse nossos investimentos futuros com a empresa”, declarou. Disse ainda que os planos da Shell são de uma parceria, que é vantajosa para as duas empresas, pelas habilidade técnicas complementares.

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Doutor Janot, seus meninos abriram as portas do inferno, por Fernando Brito

moromacarthy

Enviado por Webster Franklin

do Tijolaço

Doutor Janot, veja como seus meninos abriram as portas do inferno

por Fernando Brito

É curioso como, de alguma forma, vivemos a tal “ditadura” que a direita alucinadamente aponta existir no Brasil.

Está à solta na mídia o mais desavergonhado macartismo já visto desde os tempos do “dedodurismo” que marcou os primeiros anos da ditadura militar.

E, legitimado por ele, a criação da onipotência policial .

A Polícia Federal, elevada à condição de altar de santos pela mídia, força o Ministério Público e negocia com o Congresso – especialmente com os parlamentares citados na própria Lava-Jato, uma mudança na Constituição que a torne “independente” do poder legítimo, aquele que é eleito.

Os delegados chegam ao ponto de “peitar” publicamente o Procurador-Geral da República e o Supremo Tribunal Federal, ao divulgarem nota em que “manifestam preocupação com os prejuízos à investigação criminal e o atraso de diligências em cerca de nove inquéritos da operação Lava Jato, que tramitam no STF, os quais estão muito aquém daqueles em andamento na Justiça Federal do Paraná”.

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Atividade industrial norte-americana desacelera em abril

Jornal GGN - O crescimento do setor industrial dos Estados Unidos desacelerou mais que o esperado em abril, com a atividade registrando o ritmo mais lento desde janeiro, mostrou a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) divulgada nesta quinta-feira. 

O número preliminar compilado pelo Markit caiu para 54,2 em abril ante leitura final de 55,7 em março - uma leitura acima de 50 indica crescimento no setor.
 
O componente de produção do índice preliminar caiu para 55,4 após leitura final de 58,8 em março, também sendo o nível mais fraco desde janeiro. A leitura preliminar do subíndice de novas encomendas também enfraqueceu em abril, ficando em 55,4, após os 57,2 em março.
 
Embora o crescimento tenha desacelerado em 2015 em comparação à impressionante taxa vista durante boa parte do ano passado, o setor produtor de bens não está de modo algum entrando em colapso sob o peso de um dólar forte, e temores de uma desaceleração forte consequentemente parecem exagerados, segundo analistas.

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Novo plano de negócios para Petrobras prevê redução do endividamento

Jornal GGN - O novo plano de negócios da Petrobras para os próximos cinco anos, que será divulgado em 30 dias, terá como premissa a desalavancagem (menos crédito e redução de endividamento) da empresa. “A prioridade é a desalavancagem da companhia e investimentos em projetos de maior rentabilidade”, disse hoje (23) a diretora de Exploração e Produção da estatal, Solange Guedes, durante a apresentação dos resultados de 2014 para investidores, via web. O diretor de Relações com Investidores, Ivan Monteiro, complementou que o plano vai se basear em “preços competitivos e de mercado”.

A diretora informou que a Petrobras está adiando projetos de baixo retorno, com foco em investimentos na exploração de ativos de baixo risco e em novas capacidades do pré-sal, de modo a reduzir gastos em ativos menos rentáveis na área de exploração e produção, no país e no exterior.
 
Segundo Solange, os investimentos em ativos de produção do pré-sal serão mantidos. “Estamos olhando com atenção ativos nos quais a Petrobras pode compartilhar riscos de toda ordem”. A ideia é agregar valor onde escala e padronização se aplicam. A estatal já está conversando com outras empresas do setor para ter desoneração de capex [despesas de capital] e não está fechada a nenhum tipo de premissa em projetos que possam permitir alto retorno no curto prazo, assegurou.

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Setor de serviços impulsiona criação de vagas

Jornal GGN - A retomada do crescimento da criação de empregos formais no mês de março foi impulsionada pelo bom resultado do setores de serviços (0,31%), administração pública (0,33%) e comércio (0,03%) conforme os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados hoje (23). Já o setor da construção civil teve o pior resultado entre as atividades econômicas, com retração de 18.205 postos de trabalho no mês de março, na comparação com o mês anterior.

São Paulo registrou o melhor resultado entre as unidades da federação no terceiro mês do ano, com 12.907 novos postos de trabalho. Rio Grande do Sul (12.240) e Paraná (10.154) ficaram em segundo e terceiro lugares, respectivamente. Por outro lado, Pernambuco (-11.862), Paraíba (-5.691) e Minas Gerais (-3.469) foram as unidades da federação com os piores resultados na criação de empregos, segundo o Caged.
 
De acordo com o ministro do Trabalho, Manoel Dias, o resultado negativo desses estados pode ser atribuído à sazonalidade da agricultira. Segundo ele, o setor começará a contratar a partir do mês de maio.

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Alimentando pombas!

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Nova Petrobras, segundo Bendine, por Vinicius Torres Freire

da Folha

Nova Petrobras, segundo Bendine, por Vinicius Torres Freire

Empresa teria liberdade de preços e para contornar políticas de governo que elevaram seus custos

REDUZIR A DÍVIDA é uma prioridade maior da Petrobras. A empresa devia o equivalente a 4,8 vezes o seu "lucro", ao final de 2014. Em 2010, essa medida de endividamento relativo equivalia 1 e deve ir a perigosos 6 em 2016, segundo analistas privados da petroleira. A direção da empresa vai trabalhar para baixar esse indicador crítico de saúde financeira para 3, em cinco anos.

Não é uma meta formal, explica Aldemir Bendine, presidente da empresa, mas um plano de trabalho da "vida normal" da nova Petrobras, sem a "ansiedade" e o drama dos episódios que precederam a publicação do retardadíssimo balanço de 2014 (o balanço do primeiro trimestre sai entre 15 e 20 dias). Não estão previstas medidas heroicas, mas um "trabalho de formiga".

Não deve haver captações enormes de dinheiro novo tão cedo ("este ano está equacionado"), mas a Petrobras já contaria com muitas ofertas "picadas" de financiamento que permitiriam à empresa trocar dívida velha por nova a custo, juros, inferior ("tivemos uns 40" ofertantes diferentes). A empresa vai, sim, captar no mercado doméstico, mas sempre com lastro em dinheiro de fora.

Os preços domésticos de venda de derivados estariam em bom nível, 20% acima do mercado mundial, segundo estimativas internas da empresa. A Petrobras agora teria "liberdade de formação de preços", que seriam repensados em um "horizonte de 180 dias", para amortecer a volatilidade de preços do barril e do câmbio.

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Sou professora. Estou em greve. E explico o porquê, por Renata Hummel

Sugestão de Urariano Mota

Conrad, em "O Coração das Trevas" marcou para sempre a frase "O horror, o horror". A situação dos professores em São Paulo ainda não chegou   
ao extremo da barbárie colonial, mas da sua atividade se pode dizer: o inferno, o inferno. 
 
Peço aos amigos que divulguem este bravo depoimento em sites, blogs e listas. 
 
Abs
Urariano 

Foto Mídia Ninja
 
do Farofafá
 
 
por Renata Hummel

Sou professora do Estado de SP desde 2009. E já mergulhei na divisão em “categorias”. Entrei como “categoria L”, ou seja, não-concursada, e pegava apenas aulas que “sobravam” dos efetivos.

Essa categoria não existe mais, foi substituída pela “categoria O”, onde está a maioria dos contratados. A categoria “O” é o que há de mais precário na rede: só pode ter duas faltas por ano, não tem direito a usar a assistência médica do estado (Iamspe), não tem direito à aposentadoria profissional (SPPrev), após um ano de contrato deve cumprir “geladeira” por 40 dias, e após dois anos de contrato deve cumprir a “duzentena” (200 dias sem poder pegar aula, ou seja, quase um ano forçadamente desempregado). Nessa situação de “O”, estão “só” cerca de 50 mil professores da rede estadual. Como alguns colegas me disseram: para o governo, “somos uma sopa de letrinhas”.

Está bom ou quer mais? Tem mais.

A gente leva um susto quando entra na rede. Na licenciatura, muito professor (que está sem entrar na sala de aula de ensino fundamental e médio há uns 15 anos) nos diz que o problema da escola pública são as aulas “tradicionais”, sem imaginação, sem criatividade. Que o problema está na forma de ensinar, “conteudista” (com “decoreba”) e não “construtivista” e por aí vai.

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Fogo no mar, por Daniel Afonso da Silva

Fogo no mar, por Daniel Afonso da Silva

Mediterrâneo. Palco de tantas conquistas. Objeto de tanta tentação, glamour. Veio que liga a Europa ao mundo África. Espaço de tantas travessias, alegrias. Por esses dias convive com o luto. Mais uma vez arde em chamas. Chamas de discórdia. Do descaso, do desespero e miséria humana.

Compôs os headlines de segunda-feira, 20/04, o informe da tragédia. Os jornais de todos os continentes estamparam que 700, 750, 800 homens, mulheres, crianças e idosos encontraram seu fim no mar Mediterrâneo.

Imenso desassossego tomou conta das autoridades europeias e mundiais. Faz menos de dois anos do sinistro em Lampedusa onde, no 3 de outubro de 2013, tombara uma embarcação clandestina – como quase todas o são – transportando cerca de 500 pessoas das quais não mais que 100 sobreviveram.

Nesses menos de dois anos, atitudes deveriam ter sido tomadas. Justiça seja feita, muitas foram. Melhoramentos poderiam ter sido implementados. Verdade seja dita, alguns vários foram. Mas foi insuficiente. O tombamento do sábado para o domingo últimos superou todas as sombrias estimativas de mortos no Mediterrâneo em tempos de guerra e paz e/ou paz com guerra e guerra sem paz.

Os mortos todos havia muito somente sobreviviam. Combatiam seus demônios interiores. Sabiam que seu maior desastre seria morrer sem viver. Decidiram singrar o Mediterrâneo na espera de encontrar, além-mar pela Europa, vida para viver. Não encontravam. Morreram. Mas tentaram. Seus anseios eram dignos.

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Pegada ecológica: discutindo os limites do crescimento econômico

 

Por Almeida

Há um limite para o crescimento da economia. O homem é criatura da natureza, não pode viver fora dela ou fugir de suas regras. A atividade produtiva é realizada no mundo natural, onde não se verificam processos de crescimento perpétuo, pois como diz o texto do artigo abaixo, "senão os girassóis cresceriam até as nuvens e teríamos porquinhos da índia de mais de 400 quilos". Existe a crença idealista, reforçada pelo capitalismo, e também por ideologias do chamado socialismo real, que separa o homem da natureza, o coloca no ápice da evolução e concebe a natureza como um objeto de sua exclusiva posse e domínio. Para tais crentes, poderíamos, com conhecimento e engenho por eles idealizados, prosseguir crescendo indefinidamente, fazer algo que a natureza não comporta. Há um horizonte para o crescimento máximo da economia, para além do qual não existem recursos materiais suficientes para sustentá-lo, o engenho humano também possui limites, embora a imaginação seja ilimitada. Mais, existem restrições do esgotamento de fontes energéticas, de águas, de solos e outros recursos, que nos levarão a um futuro decrescimento econômico, a uma queda das atividades produtivas.

A humanidade está nos dias atuais em nítido desequilíbrio com a natureza, nossa pegada ecológica sobrepassa a capacidade da Terra, no atual ritmo a tragédia é inevitável. Em algum momento terá de haver adequação para a sustentabilidade.  As nações têm impactos ecológicos diferentes, mas não se trata apenas de conflitos entre nações, pois no interior dessas também são diferentes as pegadas ecológicas das classes sociais. O capitalismo só funciona com crescimento econômico perpétuo, sua história mostra que: se a economia estanca, ele entra em crise; se retrocede, vira a catástrofe da depressão. Do ponto de vista ecológico, o capitalismo é insustentável, pois se baseia em algo que não pode ser verificado num mundo finito, o crescimento permanente e ilimitado; são muitos os desequilíbrios que vem provocando, algumas regiões do mundo já vivenciam o colapso. A riqueza está criada, trata-se de redistribui-la, aplicá-la em um novo sentido para o desenvolvimento humano. Segue o artigo para reflexão e debate.

da Rede Castor Photo

As pegadas ecológicas – Quando a eco-economia assume o neoliberalismo

20/4/2015, [*] Robert Hunziker – Counterpunch
The Ecological Footprint – Eco Economics Takes on Neoliberalism
Traduzido por Emex (que nos ajuda do Canadá).
Enviado pelo pessoal da Vila Vudu

Milton Friedman, economista estadunidense (1912-2006), autoproclamado herdeiro de Adam Smith, usou o termo neoliberalismo num ensaio, “Neoliberalismo e suas perspectivas”, em 1951. Desde então, o mundo se inclinou neste sentido, a começar com o Chile, como experiência de laboratório de “Chicago Boys” sob o olho vigilante do infame ditador General Augusto José Ramón Pinochet Ugarte, presidente de 1974 a 1990. E o mundo nunca mais foi o mesmo. Leia mais »

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Bem-vindo ao Ponto Crítico, por Quincy Saul

Enviado por Almeida


 

da Rede Castor Photo

O derretimento das geleiras "eternas"

Bem-vindo ao Ponto Crítico

13/4/2015, [*] Quincy SaulTruthout | Op-Ed

Welcome to the Tipping Point

Traduzido por Emex (que nos ajuda do Canadá)

Enviado pelo pessoal da Vila Vudu

"Oh, esse querido e velho planeta! Tudo está claro agora. Nós nos conhecemos: sabemos do que somos capazes"  ─ Albert Camus, A Queda

Em que lado do ponto crítico estamos? Entre o anseio de uma era dourada que nunca houve e a construção de uma era revolucionária, que ainda pode vir a ser?

É o pior e o melhor dos tempos; o fim e o começo do mundo. Os pontos críticos entre criação e extinção, entre apocalipse e revelação estão onde quer que olhemos. Como no lendário reino de Deus, os PONTOS CRÍTICOS estão dentro de você e à sua volta.

É fácil perder-se na era da informação, e um vago presságio de desgraça que confusamente paira sobre nós não é o melhor caminho para alcançar a paz e a justiça na turbulenta era que nos espera. Refletindo sobre o declínio e o desmoronamento do império, Edward Gibbon disse que:

(...) os ventos e as ondas sempre jogam a favor dos mais hábeis navegadores.

Assim sendo, devemos aprender a navegar. Um mapeamento dos PONTOS CRÍTICOS que definem nossos precários calendários e geografias pode nos ajudar a entender nosso mundo, a nos entendermos e a guiar-nos a portos mais seguros. Leia mais »
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