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Luis Nassif Online

Esse novo modelo de economia pode envolver dos artesãos nordestinos aos músicos cariocas e aplicativos; por Luis Nassif
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O desafio será Dilma mostrar que a folha em branco poderá acabar com o avanço do estado de bem estar; por Luis Nassif
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É interessante recuperar a outra crise hídrica grave ocorrida no Alto Tietê, sucedida em 1994; por Sergio G. Reis
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Proeza brasileira é manter as empresas muitíssimo bem, por Ricardo Mello

Jornal GGN – Enquanto bancos e consultorias fazem campanha anti-Dilma, o lucro líquido de 362 empresas de capital aberto cresceu mais de R$ 4 bilhões no segundo trimestre de 2014, comparado ao ano passado. “Não se trata de projeções. Estamos diante de números realizados, contabilizados e divulgados. Dinheiro que já entrou no bolso”, disse o colunista Ricardo Melo.

Sugerido por Haroldo Werneck

Vale a pena ler a coluna do Ricardo Melo na Folha de S.Paulo.

O lucro líquido somado de 362 empresas de capital aberto no segundo trimestre de 2014 subiu 11,46% em relação ao mesmo período de 2013. Se as estatais forem tiradas deste grupo, a variação do lucro passa a ser 47,58% - um aumento assombroso diante do terrorismo econômico do dia-a-dia.

Melhor nem falar dos bancos, não é?...

A terra do lucro animal

Por Ricardo Melo

Vejam esses números a respeito de um certo país. O lucro líquido somado de 362 empresas de capital aberto cresceu, no segundo trimestre de 2014, 11,46% com relação ao mesmo período do ano passado. Subiu de cerca de R$ 35 bilhões para R$ 39,3 bilhões.

Se as empresas estatais saírem do cálculo, as cifras são mais impressionantes. Na comparação dos mesmos períodos, os valores avançaram de R$ 21,4 bilhões em 2013 para R$ 31,6 bilhões neste ano, um salto de 47,58%!

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Veja falha na tentativa de politizar o Mais Médicos

(Mapa de distribuição dos profissionais do Mais Médicos pelos municípios. Fonte: Veja)

Jornal GGN -  Desde que o país entrou oficialmente no período eleitoral, a Veja iniciou uma série de reportagens tentado expor as fissuras de iniciativas federais criadas pelo PT. O Bolsa Família foi um dos primeiros alvos da revista, que classificou o maior programa de transferência condicionada de renda da história em um projeto "politiqueiro e eleitoreiro". Os mesmos termos foram usados, agora, para descrever o Mais Médicos.

Numa tentativa de condenar a importação de profissionais cubanos, a publicação mergulhou na montagem do programa criado em 2013, sob o comando de Alexandre Padilha no Ministério da Saúde. Confrontada pela Pasta - que corrigiu informações desvirtuadas, conforme segue abaixo -, a Veja acabou colhendo mais dados que ajudaram na elaboração de uma mapa da distribuição de cada um dos mais de 14 mil médicos em mais de 3,7 mil municípios. (Veja o infográfico aqui).

A revista pintou cada cidade com a cor de um partido, na tentativa de afirmar que os prefeitos do PT foram beneficiados. Mas eis que surge um retrato positivo: o menor índice de engajamento de uma legenda é de 54%, creditada ao DEM. O melhor desempenho é do PT, com 79% de adesão. Mas o PP vem logo atrás com com 77%, seguido pelo PSD e PSB (70% cada), PDT e PR (68% cada), PMDB (66%), PSDB (61%) e PTB (59%). Para a Veja, no entanto, "é esse o problema final do Mais Médicos: a adesão maciça dá a ele um arremedo de legitimidade."

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Operações de crédito tem saldo de R$ 2,835 trilhões

Jornal GGN - O saldo das operações de crédito do sistema financeiro, incluindo recursos livres e direcionados, alcançou um total de R$ 2,835 trilhões em julho, após crescimentos de 0,2% no mês e 11,4% em doze meses, ante variações respectivas de 0,9% e 11,8% no mês anterior. Desta forma, a relação crédito/PIB (Produto Interno Bruto) situou-se em 56,1%, comparativamente a 56,3% no mês anterior e 54,8% em julho de 2013. Os números foram divulgados pelo Banco Central.

Os números divulgados mostram que a evolução do crédito em julho resultou de comportamentos distintos entre as operações com recursos livres e direcionados. "A carteira com recursos direcionados manteve desempenho expressivo, impulsionada principalmente pelo crédito imobiliário destinado às famílias. O segmento livre, por sua vez, registrou contração em julho, reflexo da menor contratação sazonal pelas empresas e da contenção na demanda de crédito das famílias", diz o BC.

As operações com recursos livres, representando 53,5% do estoque de crédito, totalizaram R$ 1,516 trilhão no período de pesquisa, com declínio mensal de 0,5% e aumento de 5% em doze meses. A redução foi influenciada pela queda de 1,1% nas modalidades com empresas, notadamente capital de giro, desconto de duplicatas e conta garantida. O saldo da carteira referente a pessoas físicas aumentou 0,2%, com ênfase para o crédito consignado.

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Cármen Lúcia e o gozo da autoridade suprema

Jornal GGN - “Eu era muito mais feliz como advogada”, disse a vice-presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Cármen Lúcia, ao contar sobre a dificuldade da função que cumpre, durante um workshop realizado em São Paulo, nesta segunda-feira (25).

“Não é cômodo o papel de juiz. Nem estou dizendo que sou infeliz, até porque o dia que chegar o meu limite, eu vou embora. Mas continuo acreditando que eu estou fazendo uma coisa que, de alguma forma é a minha vocação, e que eu quero ajudar com este cargo. Mas a liberdade que um advogado tem, escreve como quer. Eu tenho que pensar cada vírgula. Se eu disser: eu não o liberto, ele está condenado. Se eu disser: eu não, o liberto, ele está solto. Uma vírgula muda a vida de uma pessoa. Amanhã, na hora que eu julgar 18 Habeas Corpus, alguém vai sair, alguém vai ficar na prisão. Isto não é uma função fácil. Isto é um ônus enorme”, contou.

Nascida em Montes Claros, mas criada na pequena cidade mineira Espinosa, Cármen Lúcia formou-se em Direito pela PUC-MG em 1977, ano em que, naquele estado, estudantes se reuniram para enfrentar a dura repressão militar, tentando reconstruir a UNE (União Nacional dos Estudantes), dissolvida quase dez anos antes pelo então regime. Escolheu, cinco anos depois, como ela mesmo disse, a especialidade mais complicada para o período: mestrado em Direito Constitucional.

E à essa luta, que se diz contínua, a ministra compara a intolerância e a falta de participação democrática da sociedade atual.

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Em dia de Ibope, FHC diz querer Marina como aliada

Jornal GGN - A próxima pesquisa de opinião sobre as eleições 2014, formulada pelo Ibope, está quase saindo do forno. O instituto promete divulgar os resultados às 18h desta terça (26). Até o momento, a expectativa é de que Marina Silva (PSB) tenha desempenho superior à sondagem do Datafolha, isolando ainda mais Aécio Neves (PSDB) no terceiro lugar.

No nicho tucano, o apoio à substituta de Eduardo Campos já é pauta, embora Aécio negue. A prova pública disso é a declaração do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, hoje, afirmando que quer ver Marina integrando um possível governo do PSDB. "A recíproca é verdadeira", disse. As informações são da coluna da Mônica Bergamo na Folha, publicadas no início da tarde de hoje.

A aproximação de FHC casa com os boatos que circulam há algumas horas sobre a pesquisa Ibope. O jornalista Lauro Jardim publicou em sua coluna que os resultados colocam Dilma Rousseff (PT) e Aécio em situação preocupante.

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Números de inovação na indústria continuam a crescer

Jornal GGN - A Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) divulgou, no último dia 20, uma pesquisa que avaliou o nível de inovação na indústria brasileira. De acordo com o estudo, no primeiro trimestre de 2014, a inovação tecnológica do setor industrial voltou a crescer. Com isso, já são três trimestres consecutivos de crescimento.

No período de janeiro a março deste ano, 54% das empresas pesquisadas declararam ter realizado algum tipo de inovação de produto. No segundo trimestre de 2013, eram 46,9%, no terceiro, 47,9% e no quarto, 50,2%.

Apesar do avanço, a diretora da ABDI, Maria Luisa Campos Machado Leal, diz que a inovação ainda está abaixo da expectativa declarada pelas empresas no trimestre imediatamente anterior. “A disposição para inovar nos três meses seguintes nem sempre se confirma”, diz. Ela entende que o empresário tem expectativas, mas que elas devem ser adequadas ao cenário macroeconômico e ao desempenho da empresa.

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Taxas de desemprego nunca estiveram tão baixas

grafico taxa de desemprego

Nota do Brasil Debate

O Brasil tem historicamente um mercado de trabalho desestruturado, heterogêneo e desigual. Tais características se expressam em altos índices de desemprego, mas também em alta informalidade ou subemprego.

No entanto, nos últimos 10 anos, as taxas de desemprego aberto no País vêm caindo vertiginosamente, como se observa pelo gráfico abaixo.

Se comparadas às taxas de desemprego na década de 1990, percebe-se uma expressiva melhoria, que se traduz em melhoria de vida para a grande maioria da população, que depende do mercado de trabalho para sobreviver.

É necessário lembrar que isso ocorre em um contexto de crise internacional, com os países ditos desenvolvidos enfrentando altas taxas de desemprego (gravíssimo problema social), como se percebe pelo gráfico abaixo, que compara a média das taxas de desemprego de países selecionados com o Brasil entre os anos 2009 e 2013.

Ainda é importante lembrar que, em alguns desses países, as taxas de desemprego entre os jovens é mais que o dobro da taxa da população em geral.

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Augustin afirma que repasses do Tesouro para bancos estão em dia

Jornal GGN - Arno Augustin, secretário do Tesouro Nacional, concedeu entrevista a João Villaverde e Adriana Fernandes, do Estadão. Uma versão menor foi publicada no impresso e no Portal do jornal, sendo que a versão na íntegra foi veiculada no serviço Broadcast, do grupo. Eis a íntegra da entrevista.
 
 
do Broadcast/Estadão
 
Entrevista/Augustin: Não há um centavo em atraso em repasses do Tesouro para Bancos

Adriana Fernandes / João Villaverde

Brasília, 25/08/2014 - O secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, avalia que o Banco Central não tem que incorporar nas estatísticas fiscais os créditos carregados pelos bancos nos contratos de pagamentos de benefícios sociais e previdenciários, bancados com recursos da União. Segundo Augustin, a metodologia adotada pelo governo federal para contabilizar o resultado fiscal segue padrões internacionais. "Eu desconheço que alguém esteja pensando em alterar", disse, em entrevista ao Broadcast.


Fontes do BC, no entanto, afirmaram o contrário na semana passada. Segundo o BC, o assunto está em avaliação na área jurídica do BC, da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e na Advocacia Geral da União (AGU).

"Não há nenhum atraso entre o Tesouro e a Caixa para o Minha Casa, Minha Vida e outros programas. Se a Caixa eventualmente demora ou não, eu não sei. Não tem nada a ver conosco", afirmou Augustin, quando questionado sobre a criação de uma Câmara de Arbitragem e Conciliação na AGU para mediar a questão dos atrasos entre Caixa, Tesouro e Banco Central. A AGU foi procurada pela própria Caixa, como revelou o Estado há duas semanas. Leia mais »

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Segundo Mantega, é "inadequado" dizer que Brasil está em crise

Jornal GGN - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou ser “inadequado” falar que a economia brasileira passa por uma crise ou mesmo está estagnada. “Que crise é essa com quase pleno emprego, com valorização da Bolsa [de Valores] há mais de seis meses e com estabilização cambial, entre outros atributos?”, enfatizou, ao participar de evento realizado em São Paulo na noite desta segunda-feira (25).

Segundo informações da Agência Brasil, Mantega disse que já existem indícios de que a economia voltará a crescer na segunda metade do ano. “Após a desaceleração do segundo trimestre, já está sendo detectada neste segundo semestre a recuperação do nível de atividade. Nestas circunstâncias, podemos falar em crescimento moderado”, avaliou. “É inadequado falar em estagnação, em recessão e, muito menos, em crise da economia brasileira”.

O ministro ressaltou que a retomada foi possível após a desaceleração da inflação que permitiu que o Banco Central afrouxasse a política monetária. “Com a inflação em queda livre e o IPCA [Índice de Preços ao Consumidor Amplo] tendo chegado a praticamente zero em julho, iniciou-se a descompressão da política monetária”. O IPCA de julho foi 0,01%.

Os aumentos de juros e outras medidas tomadas pela autoridade monetária foram, na visão de Mantega, necessários para combater a alta dos preços, impulsionada pela estiagem de 2013. “A política monetária foi um sucesso como instrumento para combater a pressão inflacionária, mas resultou na queda vertiginosa no crédito às empresas e aos consumidores”, ressaltou.

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Governo Dilma aposta em novas energias renováveis, por Giorgio Romano Schutte

energiaeolica

Artigo do Brasil Debate

Por Giorgio Romano Schutte*

O Brasil se destaca no mundo por ter uma matriz energética diferenciada, com expressiva participação de fontes renováveis – graças aos investimentos em hidrelétricas e produção de etanol. Essas fontes tradicionais, porém, estão encontrando limites socioambientais para sua expansão.

A descoberta de vastas reservas de petróleo e gás (P&G) nas províncias do Pré-sal, em alto mar, suscitaram preocupações e dúvidas a respeito do compromisso do governo brasileiro com a expansão de novas fontes de energia renováveis, em particular a eólica e a solar.

O governo Dilma demonstrou firmeza ao não confundir essas duas questões e deixou claro que o esforço exitoso na exploração servirá para substituir as importações e para gerar um excedente de produção, não para sujar a matriz energética brasileira. Assim, concomitantemente aos esforços do Pré-sal, o governo Dilma fez uma revolução silenciosa na eólica.

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O compositor Francisco Soares de Souza e os Choros do Ceará

Airton da Costa Soares e Luciano Hortencio

Sempre fico muito feliz quando consigo resgatar ou relembrar um músico de excelente qualidade! Ontem, o usuário do youtube Manuel Jimenez  perguntou-me pelo Grupo de Choro cearense Maria do Céu e fiquei embasbacado por não conhecê-lo. Curioso como sou, passei a pesquisar e descobri vasto material não só sobre a violonista carioca Maria do Ceú, como também sobre o violonista e compositor cearense Francisco Soares de Souza, conhecido como Chico soares.

O material foi disponibilizado pelo sobrinho de Chico Soares, o médico Airton da Costa Soares. Como não gosto de fazer as coisas pela metade, descobri e telefonei para o Dr. Airton, que forneceu-me esclarecimentos sobre a obra de seu tio, cearense de Quixadá, Francisco Soares de Souza.

Anexo a biografia de Francisco Soares de Souza, da lavra de Airton da Costa Soares e a esse último faço aqui um agradecimento por divulgar o excelente material e por aceitar compartilhar esse Post.

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Lenda Tabajara; Jane; Araçanga; Samburá
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Presidente da Anfavea defende fim do pessimismo na economia

Jornal GGN - O presidente da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) e diretor institucional da General Motors no Brasil, Luiz Moan, surfa na contramão do pensamento corrente e defende as políticas de incentivo ao consumo, afirmando que são a principal via de desenvolvimento do país. E entende, nesta visão, que o IPI deva ser reduzido permanentemente.

O setor automotivo registrou recorde nos últimos dois anos e hoje vive um momento de grande desafio, apresentando retrações nos licenciamentos e na produção nestes primeiros sete meses do ano.

Moan entende que a visão embasada em indicadores de mercado é prejudicial à economia brasileira, e prevê retomada do setor no segundo semestre. Longe de achar que redução de IPI é um incentivo, ele entende que com a maior carga tributária do mundo incidente sobre veículos, o que a ação aponta é para um ajuste da carga tributária. Mas esta redução permanente não se daria neste momento, pois que se deve entender também a difícil situação fiscal do governo, empurrando a intenção para além de dezembro.

Mas, para Moan, o primeiro passo para conseguir esta redução é reverter o clima de pessimismo corrente na economia que assola o país. Para ele isso virou um efeito dominó, porque não só a economia brasileira, mas a mundial, depende da percepção, e reverter isso é o ponto de partida para o desenvolvimento. Quando afirma que indicadores velhos só atrapalham, dá como exemplo o anúncio da Anfavea de que o setor cresceu 11,8% de junho para julho e foram atropelados pelo indicador de atividade do Banco Central referente ao mês de junho. Além deste, o PIB do mês de junho, divulgado pelo IBGE, só deverá sair no fim de agosto. Então números desalentadores aparecem no setor que já esará, com certeza, apresentando número positivo.

Quanto às eleições, Moan é claro ao afirmar que nunca na história deste país houve qualquer prejuízo ao setor automotivo o resultado do pleito. 

Por outro lado, notícia veiculada pela Folha, hoje, carrega nas tintas ao anunciar que VW começa um período de férias coletivas, prenúncio de demissões. E que outras montadoras vão se adequando ao cenário 'pessimista' criticado por Moan, demonstrada na matéria do Brasil Econômico. A GM, casa de Moan, estuda a suspensão de contrato de quase mil trabalhadores. De qualquer forma, a visão do economista e executivo da GM trará novos elementos para uma discussão maior do setor e da economia brasileira, bem como da visão que toma conta do mercado.

Acompanhe a entrevista do Brasil Econômico.

Enviado por Henrique, O Outro

Do Brasil Econômico

'O pessimismo tem efeito dominó', diz o presidente da Anfavea, Luiz Moan

O economista defende a necessidade de reverter o clima ruim que se estabeleceu no país, arrastando a economia, que é alimentada, em grande parte, de percepção. À frente do setor que mais se beneficiou de medidas do governo, ele defende o estímulo ao consumo

Moacir Drska
 
 
'Eu discordo que (a redução da alíquota do IPI) seja um incentivo, porque é um ajuste da carga tributária', diz Luiz Moan, da Anfavea

Foto:  Patricia Stavis

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MPF quer encabeçar investigação sobre queda do avião de Campos

Jornal GGN - O Ministério Público Federal em Santos, São Paulo, requisitou à Justiça Federal que a investigação sobre o acidente aéreo que matou, no último dia 13, o presidenciável Eduardo Campos (PSB) seja transferida das mãos da Polícia Civil paulista para a jurisdição federal. As informações são de Fausto Macedo no Estadão.

Desde a queda do jato Cessna 560XL prefixo PR-AFA, que causou a morte de sete pessoas, incluindo Campos, a Polícia Civil investiga “a possível ocorrência dos crimes de homicídio e atentado contra a segurança de transporte aéreo”.

De acordo com o periódico, informação publicada no site do MPF-SP indica que "a navegação aérea é um serviço público federal, explorado pela União diretamente ou mediante permissões e concessões”, por definição constitucional. 

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Suicídio de Getúlio Vargas adiou golpe militar por 10 anos, diz Lira Neto

Jornal GGN - No último 24 de agosto, o suicídio de Getúlio Vargas completou 60 anos. Com a data, ganhou os holofotes da mídia Lira Neto, que escreveu "Getúlio - Dos anos de formação à conquista do poder (1882-1954)". O biógrafo concedeu uma entrevista à jornalista Cynara Menezes (CartaCapital), publicada no blog Socialista Morena, falando sobre um ponto específico: o atraso, por 10 anos, do golpe militar de 1964, após e em função da morte de Vargas.

Para o escritor, a hipótese, aceita, já é alvo de estudo para diversos especialistas. "Basta dizer que os almirantes, brigadeiros e generais que assinaram os três célebres manifestos militares exigindo o afastamento de Getúlio do poder em agosto de 1954 foram os mesmos que derrubaram João Goulart em 1964. Até o pretexto de que Getúlio planejava instaurar uma república sindicalista se repetiu na deposição de Jango."

Leia a entrevista completa, abaixo:

Biógrafo Lira Neto: ao se matar, Getúlio Vargas adiou o golpe militar por dez anos

Por Cynara Menezes, no blog Socialista Morena

Já passava das 11 horas da noite do dia 7 de setembro de 1979, na praça Maurício Loureiro, centro de São Borja (RS), quando Leonel Brizola (1922-2004) subiu no palanque para fazer seu primeiro discurso em território brasileiro após voltar dos 15 anos de exílio que lhe foram impostos pela ditadura militar. Diante de 1500 pessoas, o trabalhista Brizola fez questão de destacar uma teoria que muitos ainda hoje ignoram ou rejeitam: o suicídio de Getúlio Vargas em 24 de agosto de 1954 foi capaz de deter por dez anos o golpe que se abateria sobre o Brasil em abril de 1964.

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Luiz Henrique Rosa e a bossa que desembocou na Bossa Nova

Enviado por Free Walker

A Bossa sempre Nova de Luiz Henrique Rosa

Cantor, compositor, violonista e arranjador catarinense. Fez muito sucesso nos EUA entre 1966 e 1971. Faleceu em 1985, na cidade que amava, Florianópolis. Luiz Henrique Rosa nasceu em 25 de novembro de 1938, na cidade de Tubarão, no sul do estado de Santa Catarina. Filho primogênito do casal Raulino e Alice Rosa, ganhou mais tarde outras sete irmãs. Ainda pequeno, viveu em Lages e São José, onde conheceu seu companheiro inseparável por toda a vida: o violão.

Aos 11 anos veio com a família para Florianópolis, lugar que adotou desde o início e homenageou até as últimas canções. "Foi amor à primeira vista", costumava dizer, como relata o escritor, jornalista e amigo de Luiz Henrique, Raul Caldas Filho. Conta-se por aqui, que Luiz Henrique foi o primeiro a se designar "manezinho da Ilha" com orgulho. Até então, a denominação dada aos nativos era considerada pejorativa.

A Música, desde o início, foi a sua principal forma de expressão. Mas não a única. Luiz Henrique também tinha grande vocação para o desenho. Aos vinte anos, Luiz Henrique começou a trabalhar na rádio Diário da Manhã, na época uma das melhores do sul do país. Depois de um tempo, já tinha seu próprio programa na emissora, onde tocava suas composições e os sucessos da época, como Pat Boone, Nat King Cole, Elvis Presley, Billy Eckstine, entre outros.

Seu estilo ritmista já antecipava a "bossa nova", que dava os primeiros passos no Rio de Janeiro com Tom Jobim e João Gilberto. Antes de compor as estimadas 200 canções, Luiz Henrique também tocou em festas, bares e bailes.Em 1960, o pianista gaúcho Norberto Baldauf convidou-o a fazer parte do seu conjunto, do qual também fora integrante a consagrada Elis Regina, antes de despontar para o estrelato. Com este grupo, o cantor excursionou por todo o sul brasileiro, por cerca de um ano.

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