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Luis Nassif Online

Durante meses mercado especulou em torno das eleições. Qual a fundamentação desses movimentos? Nenhuma; por Luis Nassif
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Informação de O Globo mostra que Veja mentiu sobre ter iniciado a apuração da reportagem contra Dilma e Lula na terça
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Há dois fantasmas assombrando o mercado: contas fiscais eimpulsividade da presidente. Medidas heroicas não resolvem
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Dirceu cumprirá pena em casa, com atestado do STF de que não recebeu regalias

 
Jornal GGN - José Dirceu recebeu o direito de cumprir o restante da pena de 7 anos e 11 meses em casa. Em seu voto, o ministro relator do processo Luis Roberto Barroso confirmou, ainda que sem citar os exemplos ou casos, que as denúncias dos jornais, e consequentemente sobre os possíveis benefícios recebidos, não se comprovaram. "Há, nos autos, o atestado de bom comportamento carcerário, e inexistem anotações de prática de infração disciplinar de natureza grave pelo condenado", disse.
 
Além do ministro, a manifestação do Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, também atestou a inexistência de regalias do ex-ministro, ao concluir que “não há óbice à progressão de regime almejada”. O representante do Ministério Público Federal afirmou que há o elemento subjetivo para a conceder a progressão: o bom comportamento.

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Câmara derruba Participação Social

Sugestão de MiriamL

da Rede Brasil Atual

Câmara derruba decreto de Dilma que cria plano de participação social

Oposição teve apoio de partidos aliados do governo como PMDB, PP e PSD, entre outros da base. Para PT e Psol, partidos dão tom de "terceiro turno eleitoral" em revés sobre o governo
 
por Redação RBA 
 
FABIO RODRIGUES POZZEBOM/ABR
henrique alves

Presidente da Câmara, Alves apresentou no final da tarde, em reunião de líderes agenda de votações do dia

Depois de muitas horas de discussão e obstrução do PT, PCdoB e do PSOL, o plenário da Câmara rejeitou ontem (28) o decreto presidencial que criou a Política Nacional de Participação Social. A rejeição se deu com a aprovação do Projeto de Decreto Legislativo (PDC) 1491/14, apresentado pela oposição, anulando o decreto presidencial. O PDC, de autoria do deputado Mendonça Filho (DEM-PE), líder de seu partido, tem agora que ser apreciado pelo Senado.

Foram quase três horas de obstrução dos petistas, que estavam acompanhados do PCdoB e do PSOL, na tentativa de impedir a derrubada do decreto. De acordo com o líder do governo, deputado Henrique Fontana (PT-RS), o decreto presidencial apenas fortalece um conjunto de conselhos que amplia a representação da sociedade em processos de orientação e consulta sobre políticas públicas.

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A conversa mole do PT sobre regulação da mídia, por Murilo Ramos

do Terra Magazine

O Feitiço do Tempo e a Regulação da Mídia

por Murilo César Ramos

No filme Feitiço do Tempo (Groundhog Day, no original em inglês), o ator Bill Murray interpreta um entediado meteorologista de televisão que vai a uma cidade do interior da Pennsylvania cobrir um tradicional evento anual, em que uma marmota, ao deixar sua toca, no dia 2 de fevereiro, é capaz de, pela extensão da própria sombra, indicar se o inverno será mais longo ou mais curto do que o usual. Isolado na cidade por uma inesperada tempestade de neve, que nem ele, ou a marmota, foram capazes de prever, o personagem de Murray vê-se preso em uma armadilha do tempo, condenado a viver o mesmo dia a cada dia que se segue. 

Feitiço do Tempo é a metáfora que sempre me ocorre quando, ao final de cada eleição que o Partido dos Trabalhadores disputa, suas principais lideranças, de Luiz Inácio Lula da Silva a Rui Falcão, fazendo coro a uma militância indignada com o tratamento negativo que o partido e seus candidatos receberam dos principais meios de comunicação do país, começam a defender a necessidade de um ‘marco regulatório’ para a ‘mídia’ .

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Farinhadas e Tapiocas na Música Popular Brasileira

O irreverente e querido parceiro DOM JNS levantou a lebre ao comentar o post "Eduardo Souto e o Despertar da Montanha" e eu, que não perco uma boa dica por nada nesse mundo, trago pro Jornalggn.com.br algumas considerações sobre as farinhadas do nordeste e seus produtos.

Primeiramente deve-se dar o conselho: Nunca leve farinha pra farinhada. Vá sempre desacompanhado pra farinhada pois ali estão as moças casadoiras do lugar e o namoro come de esmola. Uma boa farinhada pode levar vários dias e o seu final sempre é comemorado com beijus, tapiocas, bolos de carimã, carne assada e umas cachacinhas, que ninguém é de ferro.

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Atletas propagam intolerância e Ana Moser os repreende

Sugestão de Webster Franklin

do Pragmatismo Político

 
Ana Moser: “Profundamente ENVERGONHADA com o papelão de alguns atletas do meu vôlei”. Inconformados com a derrota de Aécio Neves, alguns atletas de renome apelaram para o preconceito contra nordestinos e críticas a programas sociais

ana moser ódio

A reeleição da presidente Dilma, neste domingo, gerou uma série de comentários nas redes sociais. Muitas pessoas comemoravam a vitória do PT, enquanto outras escolheram criticar. Houve até quem apelasse para o preconceito contra nordestinos, região onde a presidente teve a maioria de seus votos. Após ler diversos comentários deste tipo escrito por colegas do vôlei, a ex-jogadora Ana Moser criticou a postura deles.

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Bolsa se recupera e fecha pregão em alta de 3,62%

Jornal GGN - A bolsa brasileira encerrou as operações ultrapassando a marca dos 52 mil pontos, em um dia caracterizado pela forte movimentação de estrangeiros e a especulação em torno da nova equipe de governo da presidente reeleita Dilma Rousseff.

O Ibovespa (índice da Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo) terminou as operações em alta de 3,62%, aos 52.330 e com um volume negociado de R$ 9,359 bilhões.

Os investidores continuam a aguardar sinais claros sobre a forma como a política será conduzida daqui em diante. Depois da reação negativa dos mercados à reeleição de Dilma, os investidores passaram a concentrar suas atenções na definição da equipe do próximo mandato, em especial quem será o responsável pelo Ministério da Fazenda, além das medidas prometidas pela presidente para estimular a economia. Entre os nomes cotados, estão o do presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco, do ex-secretário executivo da Fazenda, Nelson Barbosa, e do ex-presidente do Banco Central, Henrique Meirelles.

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Na Inglaterra, a luta pelo aumento da idade de responsabilidade criminal

Sugestão de MiriamL

do Opera Mundi

Organizações lutam por aumento da idade de responsabilidade criminal na Inglaterra

 

Crianças podem ser julgadas e presas a partir dos dez anos de idade, adquirindo antecedentes criminais que permanecem pela vida inteira
 

Era 1966 quando o então menino Bob Ashford, de 13 anos, foi persuadido por um grupo de garotos mais velhos de sua escola a invadir a linha do trem para brincar com uma pistola de ar comprimido. Ele não queria ir, mas temia sofrer represálias caso recusasse o desafio. Alguém viu o grupo “armado” e chamou a polícia. “Os garotos mais velhos fugiram, eu e outros dois ficamos paralisados de medo e fomos apanhados”, recorda Ashford. O resultado: ele foi levado a julgamento e condenado por invasão da linha de ferro e porte de arma. O preço da travessura infantil, porém, foi muito além da multa que pagou à época: 46 anos depois, ao concorrer ao cargo de comissário de polícia, descobriu que deveria retirar a candidatura por possuir antecedentes criminais. A “ficha” dele estava suja pela infração que havia cometido aos 13 anos. 

Casos como o de Ashford são uma das faces da lei inglesa que permite responsabilizar como adultos meninos e meninas desde os dez anos, substituindo o enfoque socioeducativo pelo caráter punitivo. Na Inglaterra e no País de Gales, a partir dessa idade, crianças podem ser julgadas, presas e ter o “crime” registrado em seus antecedentes criminais para o resto de suas vidas. 

Tim Buss/Flickr

Adolescente é preso por usar máscara em protesto na Inglaterra; crianças a partir de 13 anos podem ser juladas e condenadas no país

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Te adorando pelo avesso, brada Elis Regina

Enviado por Antonio Carlos Silva - RJ

Atrás da Porta - Elis Regina

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O jornalista e a falácia do mensageiro, por Sylvia Debossan Moretzsohn

Sugestão de Fernando J.

do Observatório da Imprensa

O jornalista e a falácia do mensageiro

Por Sylvia Debossan Moretzsohn

A tentativa de influenciar o voto dos eleitores indecisos, e mesmo de reverter a decisão de quem já havia feito sua escolha, através da produção de um bombástico factoide de última hora, já foi suficientemente analisada por Luciano Martins Costa em seus mais recentes artigos neste Observatório (ver aqui e aqui). Mas a última edição da revista Vejateve, além de tudo, o poder de ressuscitar a famosa metáfora do mensageiro, através da qual os jornalistas costumam isentar-se de responsabilidade pelo que divulgam.

Foi exatamente este o argumento utilizado pela revista, ao responder à contundente manifestação da presidente Dilma Rousseff, então candidata à reeleição, em seu último programa eleitoral, no qual acusava a publicação de haver cometido um crime (ver aqui). Foi também este o argumento disseminado em comentários nas mídias sociais.

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O que realmente explica a vitória do PT no Nordeste, por Maurício Angelo

Sugestão de bill

do blog Crimideia

O que realmente explica a vitória do PT no Nordeste

Maurício Angelo

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Novamente, após a vitória da presidenta Dilma Rousseff pela reeleição com 3,5 milhões de votos a mais que o adversário, Aécio Neves, a xenofobia e o ódio gratuito contra o Nordeste, decisivo no pleito com mais de 70% dos votos para Dilma, voltou a aparecer nas redes sociais.

Velhas ideias elitistas de separação “norte” e “sul” e “uso político” do Bolsa Família – apesar de São Paulo ser o segundo estado que mais recebe recursos do Bolsa Família (atrás somente da Bahia) e ter se mostrado reduto absoluto do PSDB, diga-se – ecoaram. Não somos um país dividido, mas um mosaico, como mostra o gráfico das eleições presidenciais nos municípios, abaixo. Dilma também venceu em Minas Gerais, superando Aécio Neves em sua própria “casa” – uma resposta contundente do povo de MG ao seu ex-governador e atual senador – além de vencer no Rio de Janeiro e alcançar votações muito próximas no Espírito Santo e Rio Grande do Sul.

Mas o que realmente explica a massiva votação que o PT recebe do Nordeste nas últimas 4 disputas pela presidência? O Bolsa Família – programa em que 76% das pessoas que recebem trabalham com carteira formal e mais de 1,6 milhão de famílias já abriram mão espontaneamente do benefício – decifra sozinho esse “fenômeno”? Seria a popularidade absurda de Lula, um pernambucano?

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O mito da invasão bolivariana

Converso com um advogado, de um grande escritório, liberal e de cabeça aberta. E me surpreendo com seus receios: o de que a vitória de Dilma Rousseff possa ser o início de uma república bolivariana no país.

Por e-mail, um ex-executivo de banco me escreve manifestando o mesmo receio.

São pessoas supostamente bem informadas pelos meios convencionais de informação: os velhos jornais e revistas do eixo Rio-São Paulo.

Esclareço que os problemas do PT são os mesmos dos partidos convencionais: acomodamento trazido pelo poder, apego aos cargos públicos, burocratização, fechamento às manifestações da opinião pública.

Nada que o PSDB e mais partidos também não pratiquem em estados onde são poder.

***

Digo a ambos que o papel dos partidos é o de civilizar a disputa política, abrigando os diversos segmentos sociais dentro do esquadro partidário. Onde não acontece esse trabalho, a disputa política torna-se selvagem. Hoje em dia, a maioria dos movimentos sociais ganhou uma institucionalização, porque representados na esfera partidária. E o PT teve papel relevante nessa ação civilizatória.

Seu defeito de hoje foi ter fechado as portas aos novos movimentos e burocratizado sua estrutura. Mas esses movimentos buscaram o Rede, de Marina - infelizmente servindo de escada para as ambições menores de Marina, que abriu mão de criar um partido pelo canto de sereia de um cargo em um futuro governo Aécio.

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Fora de Pauta

O espaço para os temas livres e variados.

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Multimídia do dia

As imagens e os vídeos selecionados.

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Clipping do dia

As matérias para serem lidas e comentadas.

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A campanha e sua pauta: lendo o visível e o invisível

Autor: 

As eleições são como uma crise social "simulada" em lugar da verdadeira, que eclodiria não fossem as instituiçôes democráticas cuja importância é a de amarrar esse todo social inteiramente conflituoso, destinado ao caos, não fosse o pacto constitucional.

Não podemos, no entanto, desconhecer o fato de que a intensidade dessa campanha que acabamos de vivenciar revela que, no mundo real, nos intestinos da sociedade,  ocorrem movimentos de grande amplitude, alusivos, ainda que simbolicamente, a uma espécie de luta "de vida e morte".

A intensidade não foi, portanto, apenas o produto do discurso raivoso ou desonesto desse ou daquele candidato, não. Ela é o registro sismológico de uma atividade política profunda, cuja intensidade fica velada pela civilidade institucional do ritual democrático. Há portanto um acúmulo de energia tectônica real que em parte foi expelido pela catarse eleitoral, mas que, fruto de antagonismos insolúveis, voltará a acumular-se. São placas tectônicas em contínuo atrito e numa inércai inamovível. Leia mais »

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