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Luis Nassif Online

De Sanctis julgou o plutocrata errado e foi execrado; Moro julgou o certo e está sendo incensado, por Luís Nassif
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Ainda não indicou os presidentes de bancos públicos nem prioridades, a não ser slogan para educação; por Luis Nassif
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O último golpe apurado foi a compra de R$ 150 milhões de debêntures de construtora que sumiu; por Luis Nassif
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Relembrando...

Enviado por Maria Carvalho

Canção de Amor (1950) - Elizeth Cardoso

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Multimídia do dia

As imagens e os vídeos selecionados.

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Clipping do dia

As matérias para serem lidas e comentadas.

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Fora de Pauta

O espaço para os temas livres e variados.

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A viola admirável de Zé Medeiros

Que tal receber uma coleção de CDs e um cartão de visitas anunciando o melhor queijo do Brasil.

Pois este é Zé Paulo Medeiros, de Cruzilia onde - segundo me confirma a Eugenia - faz-se o melhor queijo do Brasil.

Suas composições e interpretações são primorosas, um artista sertanejo da escola de Renato Teixeira, Almir Sater e com uma produção impecável que lhe permitiu gravar três CDs completos.

Aqui, um pouco do som sertanejo de Zé Paulo.

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Carlos Lacerda interpreta Julio Cesar, de Shakespeare

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A chave territorial do desenvolvimento, por Antônio Galvão

Artigo do Brasil Debate

Por Antônio Galvão

Já há algum tempo quem lida com políticas regional, urbana, rural ou ambiental trata de articular as noções de espaço e sociedade – “espaço produzido” (Henri Lefèbvre) ou “território usado” (Milton Santos), por exemplo – e insiste ou persiste na ideia de que o território é categoria de análise fundamental, que explicita e dá visibilidade aos confrontos, às diferenças e às tensões que permeiam as relações sociais.

Sob esse ponto de partida metodológico do conflito identificado ao território, torna-se mais fácil contrastar os distintos projetos dos diversos grupos e classes sociais e traçar estratégias consistentes de desenvolvimento.

Território é expressão inequívoca da política, dos homens, mais que das coisas.

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Disputa pela presidência da Câmara ganha 4º candidato: Chico Alencar, do Psol

Psol lança Chico Alencar à presidência da Câmara

Da Agência Câmara

O Psol lançou nesta sexta-feira (23) o deputado Chico Alencar (RJ) como candidato à presidência da Câmara. Com isso, já são quatro os candidatos ao cargo, que incluem ainda Eduardo Cunha (PMDB-RJ), Arlindo Chinaglia (PT-SP) e Júlio Delgado (PSB-MG).

Segundo nota divulgada pelo Psol, a candidatura de Alencar “representa uma reação ao discurso de negação da política e à necessidade de que o Legislativo – constituído, predominantemente, por despachantes do grande capital que vertebra o sistema político – se abra aos clamores da população.”

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As relações de Nisman com os EUA e o impacto político do caso AMIA sobre Kirchner

Sugerido por IV Avatar

Morte de promotor argentino é um tiro para desestabilizar Cristina Kirchner

Da Carta Maior

O promotor Alberto Nisman apareceu morto com um tiro na cabeça disparado com sua arma pessoal em um apartamento localizado a poucas quadras da Casa Rosada, a sede do governo. Seu corpo foi encontrado nas primeiras horas desta segunda-feira (19), dias depois de ter acusado Cristina Kirchner de encobrir os responsáveis do atentado que matou dezenas de pessoas na AMIA (Associação Mutual Israelita Argentina), em julho de 1994.

O procurador se transformou em uma estrela de televisão e dos meios de comunicação oligopolistas que deram ampla cobertura às suas sonoras denúncias, geralmente vazias de provas. Nisman era para a grande mídia algo como se tornou o juiz paranaense Sergio Moro para a imprensa tradicional brasileira.

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Obras de arte nos biombos da Índia e da Indonésia

Seleção de JNS

Biombos Esculpidos em Madeira na Índia e na Indonésia

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O medo das ruas: as mobilizações de 2015, por Silvia Viana

Enviada por Leo V

do blog da Boitempo

O medo das ruas: as mobilizações de 2015 | Uma entrevista com Silvia Viana

Por Silvia Viana.

A socióloga Silvia Viana, autora de Rituais de sofrimento, discute as mobilizações de rua de 2015 em entrevista especial no Blog da Boitempo. As respostas, elaboradas a partir de uma pauta do jornal El País – Brasil, refletem sobre os diversos atores em cena (e fora de cena) nas manifestações desde 2013. Analisando, em especial, os desdobramentos dos dois atos convocados pelo MPL em São Paulo em resposta ao aumento nas tarifas do transporte público anunciado em 2015, Silvia revira os lugares comuns em torno do papel da mídia, da gestão pública, da ascenção de uma nova direita pós-junho e das estratégias de repressão, novas e antigas, reais e simbólicas, na difícil tarefa de atualizar a crítica da ideologia hoje e reposicionar a luta política na busca por uma alternativa anticapitalista.

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Quatro empresas envolvidas na Lava Jato iniciaram processo de falência

Sugerido por Gilberto Cruvinel

Quatro empresas investigadas na Lava Jato já iniciaram processo de falência

Por Mônica Bergamo, na Folha

Além da Alumini Engenharia, que teve recuperação judicial aprovada nesta terça (20), três outras empresas que prestam serviços à Petrobras e também citadas na Operação Lava Jato estão em processo falimentar. No ano passado, já haviam entrado com pedido de falência a Fidens (em março), a Jaraguá Equipamentos (em julho) e a Iesa Óleo e Gás (em setembro), antes mesmo de figurarem na lista das 23 empreiteiras investigadas que estão impedidas de entrar em licitação da estatal.

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"Competindo, eu voei por 12 anos e sempre levava um pouco de cocaína"

Sugerido por Jns

The Lemon Juice King

Marco Archer e Kathryn Bonella

"Usei drogas no Brasil por um longo tempo. Beto, meu amigo, me colocou neste negócio quando eu ainda era um garotinho. Ele me usava para obter cocaína, mas não para o tráfico: ele é usuário. Ele me levava ao fundo da favela, parava o carro longe, e dizia: 'Vá!'. Então eu caminhava em torno de 20 minutos, para percorrer todo o caminho até o topo do morro com a minha mochila, passando por ​​20 policiais portando armas perigosas. No topo do morro eles chamavam: 'Menino, o que você quer? Preto ou branco?' (preto era a maconha e o branco era a cocaína). 'Eu quero branco!' 'Ooh, bom menino...' Eu dizia: 'Eu quero cocaína!'. Merda - nunca usei cocaína - eu era um garoto... uma criança... eu só levava a minha lancheira e descia com uma carga de cocaína para o meu parceiro."

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Os 13 kg de cocaína que mataram Archer são uma insignificância perto do caso Perrela

Sugerido por IV Avatar

A asa delta de Archer e o helicóptero dos Perrelas

Por Paulo Nogueira 

No Diário do Centro do Mundo

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Certas coisas despertam a nossa atenção para absurdos dos quais nem sempre nos demos conta na hora em que ocorreram.

Por exemplo: os 13,4 quilos que levaram ao fuzilamento do brasileiro Marco Archer, na Indonésia, são uma insignificância em relação à meia tonelada de pasta de cocaína descoberta no helicóptero dos Perrelas.

Você, pela tragédia de Archer, tem uma ideia da omissão da mídia e da polícia brasileira no caso do helicóptero.

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Desigualdade social caiu, mas desigualdade racial persiste

Baseado na atual definição governamental (Brasil Sem Miséria, Decreto 7492) de pobreza ou extrema pobreza (miséria ou indigência), estudo do Laboratório de Análises Econômicas, Históricas, Sociais e Estatísticas das Relações Raciais (LAESER) calculou a evolução da proporção de pobres e extremamente pobres da população residente no Brasil segundo os grupos de cor ou raça. Os indicadores foram tabulados a partir dos microdados da PNAD entre os anos de 2003 e de 2013.

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