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eliseu padilha

Não tem nada de irregular nas trocas da CCJ, diz Eliseu Padilha


Foto: acervo Ivan Valente

Por Daniel Isaia 

O ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, disse hoje (14) que não houve irregularidades nas trocas realizadas na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados antes da votação que rejeitou a denúncia por corrupção passiva contra o presidente Michel Temer.

Em entrevista à Rádio Gaúcha de Porto Alegre, Padilha disse que a troca de parlamentares foi promovida pelos partidos que fecharam questão contra a aceitação da denúncia.

“Os partidos PMDB, PP, PR, PRB e PSD fecharam questão, ou seja, todos os parlamentares destas legendas eram obrigados a votar conforme a orientação do partido. Como havia alguns com dificuldade de assimilar essa orientação partidária, eles foram substituídos. Colocaram-se outros que tinham posição garantida, porque iriam lá responder conforme a orientação do partido”, explicou.

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Sem votos

Padilha não diz à PF se Temer negociou pessoalmente os R$ 10 milhões da Odebrecht

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - O ministro Eliseu Padilha, da Casa Civil, não quis informar à Polícia Federal se o presidente Michel Temer participou do momento em que foi acertado com a Odebrecht, em 2014, o pagamento de R$ 10 milhões, valor investigado pela Lava Jato como possível repasse de propina.
 
Segundo informações da Folha, o jantar no Jaburu foi objeto de uma das 14 perguntas que a PF direcionou a Padilha durante seu interrogatório.
Sem votos

Segundo Comissão de Ética da Presidência, Padilha só precisa de reprimenda

Jornal GGN – Eliseu Padilha, ministro-chefe da Casa Civil do governo Michel Temer, passou incólume pela denúncia de infração ética. A Comissão de Ética da Presidência da República (CEP) inocentou o ministro de denúncias realizadas por deputados do PT, por declaração dele de que o governo faz nomeações buscando apoio no Congresso. O presidente da CEP, Mauro Menezes, emitiu recomendação a Padilha “para que tenha mais cuidado em suas declarações sobre nomeações”.

Segundo Menezes declarou em coletiva, a comissão analisou e entendeu não haver infração ética, mas que entendeu ser necessária uma recomendação ao ministro de que redobre seus cuidados ao fazer declarações, “evitando a dubiedade das interpretações”.

Em sua defesa à comissão, Padilha alegou que, mesmo a busca de apoio do Congresso não afasta a preocupação do Governo com o perfil técnico dos nomeados aos cargos públicos. Menezes apontou que a recomendação caminhava neste sentido, de que não deixasse margem para interpretação no sentido de que tais nomeações se devam somente, e exclusivamente, “na base de uma troca política de votos”.

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Xadrez de Temer e o caso dos 10 negrinhos

Publicado originalmente em 20 de junho de 2016

Lembrando o poema “O caso dos dez negrinhos”

 

Cinco homens no comando

Irmanados em um trato

Levaram Eduardo Cunha

Restaram apenas quatro.

 

Quatro homens planejando

A grande jogada da vez

Levaram Romero Jucá

Agora, só restam três.

 

Três homens bem assustados

Com o que a Justiça expôs

Chegou a vez do Padilha?

Restarão apenas dois.

 

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Opinião do Nassif: permanência do Temer é humilhação para o país

Elite precisa decidir logo pela saída de peemedebista, se quiser evitar a união dos brasileiros por Diretas Já 

Nos próximos dias vai esquentar mais ainda o clima político. Todas as carta estão na mesa: de um lado, nesse domingo, o presidente Michel Temer fez uma troca de ministros nas direções da Controladoria Geral da União (CGU) e do Ministério da Justiça. O Torquato Jardim, que estava na direção do primeiro órgão, foi para o Ministério da Justiça, e o Osmar Sarraglio, que estava na Justiça, foi para a CGU. Evidentemente que essa manobra é para enquadrar a Lava Jato.

Por outro lado, os procuradores e policiais federais da Lava Jato, avançaram nos últimos dias em áreas absolutamente sensíveis ao presidente Michel Temer. Foram até a casa do Coronel da Polícia Militar aposentado, Lima Filho, amigo de Temer, levantaram várias informações, apreenderam documentos, computadores. Chegaram até o senador Aécio Neves e levantaram nas casas dele, no Rio e em Brasília, materiais. E temos ainda o Aécio com aquela genialidade de quem se considera inimputável. 

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Delator narra pedidos de propina pelo PMDB desde governo FHC


Foto: Marcos Corrêa/PR
 
Jornal GGN - O envolvimento direto de Michel Temer no acerto de caixa dois e repasses da Odebrecht às campanhas do PMDB, em 2014, ganhou mais um capítulo. Em delação premiada junto à Procuradoria-Geral da República, o ex-diretor da Odebrecht José de Carvalho Filho, narrou detalhes de como operacionalizou o pagamento de R$ 10 milhões ao assessor e amigo pessoal do presidente, José Yunes. 
 
Carvalho detalhou que as reuniões com Padilha para tratar de contratos da Odebrecht ocorriam desde 1997. Em uma dos primeiros encontros, o delator conta um pedido de Eliseu de R$ 2 milhões ao partido, logo após a assinatura de um contrato obtido pela empreiteira, relacionado a obras no Tocantins, quando o político era ministro dos Transportes, no governo de Fernando Henrique Cardoso, em 2000.
 
Padilha, contou o delator, recebeu R$ 2 milhões para "ajudar nos custos da campanha do PMDB no país naquele ano", período de eleições, acrescentou. Nesse primeiro acordo, o interlocutor que teria recebido o montante pelo PMDB foi Edgar Santos, ligado à sigla.
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Ministros de Temer oferecem cargos em troca do fim da "rebeldia" de Renan

Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado
 
Jornal GGN - Os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral) se reuniram com o senador Renan Calheiros a portas fechadas, na quarta-feira (29), com o intuito de descobrir como acabar com a "rebeldia" do líder do PMDB no Senado.
 
Renan tem dado dores de cabeça ao governo Temer, negando publicamente apoio às reformas impopulares que estão no forno, como a da Previdência e a trabalhista, além de repudiar o projeto de terceirização que está na mesa do presidente da República, aguardando sanção.
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Policiais armados intimidam jornalistas em fazenda de Eliseu Padilha

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Do De Olho nos Ruralistas

Repórteres procuravam pista de pouso clandestina em fazenda do ministro investigada por crimes ambientais dentro de parque estadual

por CAUÊ AMENI

Na segunda-feira (20/03), os jornalistas Bruno Abbud e Ednilson Aguiar, do jornal O Livre, faziam uma reportagem sobre as fazendas irregulares do ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha (PMDB-RS), dentro do Parque Estadual Serra de Ricardo Franco, quando foram abordados por dois fiscais da Secretaria do Meio Ambiente do Mato Grosso (Sema) e dois policiais civis carregando metralhadoras. “Vocês estiveram na fazenda do ministro?”, questionou o fiscal Laerte no meio da estrada rural de Vila Bela da Santíssima Trindade.

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Ciro denuncia esquema de Temer no Porto de Santos

Ex-governador conta também que, desde governo Collor, já alertava para as manobras ilegais de Eduardo Cunha no Congresso

 
Jornal GGN - Nesta segunda parte da entrevista que Ciro Gomes (PDT-CE) concedeu para o GGN, no programa Na sala de visitas com Luis Nassif, o ex-governador conta que já alertava para as manobras ilegais de Eduardo Cunha no Congresso, desde o governo Collor, e chama de "quadrilha" o grupo político composto por Cunha, Eliseu Padilha e outros nomes próximos a Michel Temer e, ainda, anuncia o envolvimento de Temer no esquema de corrupção do Porto de Santos e os embates políticos que evitou maior desgaste do governo Lula no Mensalão. 
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STF investiga se Padilha tem fazenda em área ambiental protegida

 
Jornal GGN - O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, aceitou um pedido de abertura de inquérito contra o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, por crime ambiental.
 
A investigação é sobre a construção de um canal de drenagem Balneário Dunas Altas, em Palmares do Sul, no Rio Grande do Sul, local de preservação permanente. A obra foi realizada pela sociedade Girassol Reflorestamento e Imobiliária Ltda, que tem como um dos sócios o ministro da Casa Civil.
 
O departamento da Polícia Federal do Rio Grande do Sul apurou que Padilha não é apenas um dos sócios da empresa que realizou as obras, como também teve o seu nome mencionado em uma placa nas proximidades do local: "Fazenda Giriva - Posse de Eliseu Padilha".
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Arquivo

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Padilha simboliza o apodrecimento do sistema, por Jeferson Miola

Eliseu Padilha

Por Jeferson Miola

Padilha simboliza o apodrecimento do sistema
 
O ministro Eliseu Padilha, batizado com o codinome de “Primo” nas planilhas de propinas da Odebrecht, é um cadáver putrefato; mas esse é, incrivelmente, o fator curricular que lhe confere função de proa no governo golpista.
 
A cada dia surgem detalhes esclarecedores da sua participação nos esquemas de corrupção que têm protagonistas como Eduardo Cunha, Michel Temer, Lucio Funaro, Geddel Vieira Lima, Moreira Franco, José Yunes etc.

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Padilha volta ao governo para articular reforma da Previdência

 
Jornal GGN - O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, retornou às atividades após 21 dias de licença médica. A primeira agenda de Padilha foi em reunião junto ao presidente Michel Temer e representantes militares para discutir o Plano Nacional de Segurança, para desembolsar parte dos investimentos da pasta número dois em gastos do governo Temer, a Defesa. Ainda na agenda de Padilha para esta segunda (13) está a articulação para acelerar a reforma da Previdência.
 
No encontro marcado pela manhã com Temer, Padilha participou da reunião com representantes dos Ministérios da Justiça, Defesa, do Gabinete de Segurança Institucional, da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e Estado Maior Conjuntos das Forças Armadas. A pauta era o Plano Nacional de Segurança, com entre os objetivos, o de construir mais presídios, aumento de efetivo nas ruas e outras estratégias para a redução de homicídios nas capitais.
 
Mas além do Plano de Segurança, integrou o diálogo de Temer com os militares o da previsão de mais R$ 9,7 bilhões de repasses do Ministério da Defesa às Forças Armadas para este ano. Apenas no fim de 2016, foram desembolsados um total de R$ 9,15 bilhões do Orçamento ao setor.
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Novo delator deve desmentir versão de Yunes, amigo de Temer

 
Jornal GGN - O amigo e ex-assessor do presidente Michel Temer, José Yunes, voltou para a mira das investigações da Lava Jato na Odebrecht. Isso porque além de documentos darem conta que empresas de sua família pagaram, pelo menos, R$ 1,2 milhão para companhias de fachada, nova delação da Odebrecht recai sobre ele.
 
Trata-se do acordo do ex-diretor da empreiteira, José Carvalho Filho, que compromete, mais uma vez, o ministro licenciado da Casa Civil do governo Temer, Eliseu Padilha, e o amigo do presidente, José Yunes.
 
Com a mesma informação divulgada pelo ex-diretor de Relações Institucionais da Odebrecht, Claudio Melo Filho, o novo delator narra que um operador da empreiteira levou o dinheiro da campanha de 2014 do PMDB ao escritório de advocacia de Yunes, em São Paulo.
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Jornal diz que Temer pediu apoio financeiro, mas Dilma pediu caixa dois

 
Jornal GGN - Outro dos depoimentos mais esperados da Odebrecht, o do ex-diretor de Relações Institucionais da empreiteira, Claudio Melo Filho, teve trechos vazados à imprensa. O delator foi o que narrou o repasse de R$ 10 milhões, a pedido de Michel Temer, à Eliseu Padilha, para financiar o caixa dois das campanhas do PMDB de 2014. Mas, para os jornais, o executivo disse apenas que Temer "pediu apoio financeiro da Odebrecht", enquanto o "tesoureiro de Dilma pediu R$ 30 milhões por caixa dois".
 
Foi a terceira audiência de depoimentos prestados por delatores da Operação Lava Jato ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Inicialmente tensa, o ministro relator da ação, Herman Benjamin, manifestou incômodo pelos vazamentos. E, de forma indireta, responsabilizou os advogados e os próprios depoentes.
 
Isso porque tanto os ex-executivos da Odebrecht quanto as suas defesas foram obrigados a deixar os celulares desligados e impedidos de ter contato uns com os outros. Alguns advogados inicialmente também foram impedidos de acompanhar os depoimentos, mas Herman Benjamin voltou atrás e acabou liberando a entrada deles.
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Os boletins de Eliseu Padilha: da alta após 2 dias para indefinido

 
Jornal GGN - O ministro licenciado da Casa Civil, Eliseu Padilha, segue na sua licença médica, após realizar uma cirurgia de retirada de próstata. Apesar do êxito do procedimento, divulgado pelo hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, a alta inicial programada para a última quarta-feira (01) será adiada, mais uma vez.
 
Ainda na segunda-feira (27), data em que foi realizada a cirurgia do ministro, o hospital divulgou o boletim médico informando que a cirurgia "transcorreu sem intercorrências", que "as condições gerais estão estáveis" e que a saída de Padilha do hospital poderia ocorrer já dois dias depois.
 
Entretanto, o ministro decidiu prolongar a sua licença médica. Adiou para esta segunda-feira (06) a volta às atividades. Em pleno avanço das delações da Odebrecht contra o ministro, na articulação de caixa dois para financiamento das campanhas eleitorais de 2014, Eliseu Padilha tomou alguns dias a mais, justificando com a a recuperação médica. 
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