Xadrez da fase 2 do governo Bolsonaro, por Luis Nassif

O acirramento da tragédia do Covid-19 será um fator forte. Mas a  maneira de desmontar o “mito” será a revelação dos seus malfeitos pelo Judiciário, Ministério Público e Polícia.

Peça 1 – a contagem regressiva para o caos

Ainda não se chegou ao ponto de ebulição da crise do coronavírus. O segundo semestre será escaldante. De um lado, não há sinais de arrefecimento da pandemia, nem de que o achatamento da curva permitirá aos estados se preparar para o terror. De outro, a crise econômica, diretamente ligada ao tempo necessário para domar a peste e à profunda incompetência demonstrada pelo governo na implementação de medidas econômicas.

Todos os movimentos de Bolsonaro, por mais estabanados que sejam, têm como foco esse enfrentamento da crise que se avizinha.

Peça 2 – a estratégia montada

A estratégia de Bolsonaro tem três pernas:

  1. O combate retórico ao coronavirus, abraçando a bandeira da flexibilização para se livrar da responsabilização pelo desastre.
  2. As medidas de recuperação da economia.
  3. A blindagem do governo.

Todos esses movimentos visam meramente ganhar tempo, enquanto Bolsonaro tenta avançar no objetivo final da estratégia: estender seu poder sobre o Congresso – no final do mandato de Rodrigo Maia -, sobre o Supremo – na indicação dos novos Ministros – e na Polícia Federal, enquanto faz acenos cada vez mais evidentes do poder militar, que já ocupa espaços enormes no seu governo.

Combate ao coronavirus

Até agora o novo Ministro da Saúde Nelson Teich não disse a que veio. Suas entrevistas mostram dois ângulos: desconhecimento ainda do terreno a ser pisado, mas compromisso com orientações científicas.

Indagado hoje se seria a favor do isolamento ou da flexibilização, respondeu o óbvio: tem o momento do isolamento e o momento da flexibilização. O papel do Ministério será definir o momento de um e outro. E foi enfático ao afirmar que não é o momento da flexibilização. Mesmo assim, as afirmações foram tratadas pela mídia como posição dúbia.

É uma armadilha retórica relevante. De um lado não pode ser tão explícito a ponto de despertar os monstros internos de Bolsonaro. De outro, luta contra a desconfiança que gerou, ao assumir o lugar de um Ministro que resistia ao terraplanismo de Bolsonaro.

Além disso, a indicação do general Eduardo Pazuello para a Secretaria Executiva da Saúde poderia resolver um problema, o das dificuldades com a logística da distribuição de insumos para os estados. Mas, aparentemente, vai ser uma intervenção mais ampla, correndo o risco de romper o precário equilíbrio com a máquina pública do Ministério e do SUS (Sistema Único de Saúde).

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De qualquer modo, não há nenhum sinal à vista de um trabalho mais eficiente que coloque a rede de atendimento correndo à frente da pandemia. E, menos ainda, estudos convincentes sobre o próprio Covid-19.

Plano Pró-Brasil

Não é nada. Apenas um Power Point sem uma informação relevante, nenhum conceito agregador. Principalmente, sem definir as fontes de financiamento.

O fato de Paulo Guedes não ter participado da apresentação do programa se explica. Guedes conseguiu empurrar com a barriga seu governo, sempre acenando com um cenário positivo mais à frente. Com a crise, demonstrou à larga sua incapacidade de resolver problemas.

Mesmo assim, Guedes sai de cena, mas o governo continua preso à ideia da Lei do Teto. Há uma enorme discussão mundial sobre a necessidade da emissão de moeda para enfrentar a crise, partindo da constatação de que, em períodos de grande recessão, a única contraindicação das emissões – o efeito inflacionário – não se manifesta.

Mas nem mídia, menos ainda o governo, deram-se conta dessa revisão do pensamento econômico global. Continuam presos ao paradigma da dona de casa, da Lei do Teto. Por aí não haverá a menor possibilidade de qualquer plano de desenvolvimento ser bem-sucedido.

Blindagem do governo

Bolsonaro aproxima-se do centrão e comete o impensável: oferecer cargos relevantes a Valdemar da Costa Neto e Roberto Jefferson, dois dos mais suspeitos e menos sutis políticos do centrão. Ao mesmo tempo, tenta recorrer ao poder militar – que já ocupa mais de mil cargos no governo – acenando com a teoria conspiratória conduzida por Rodrigo Maia, presidente da Câmara.

A ofensiva final contra Bolsonaro não será conduzida pela Câmara.

Ao contrário do que imaginava, o controle da operação não está nas mãos da Polícia Federal. Ela se limita a cumprir ordens do STF para capturar provas, que são entregues ao STF sem serem tocadas. A arma fatal está nas mãos de Alexandre de Moraes, ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), com o inquérito sobre os fakes news, ao qual foi acrescentado o inquérito das manifestações a favor do AI5.

Por isso mesmo, a intenção de tirar Maurício Valeixo do comando da PF não se prende especificamente a essa operação.

Os rompantes de Bolsonaro

Os movimentos destinados a tirar ou reduzir a imagem de Sérgio Moro e Paulo Guedes deve-se à sensação de Bolsonaro, que não depende mais deles como avalistas do governo. Moro, pela sua inexpressividade e falta de adesão às teses mais rocambolescas de Bolsonaro. Guedes por não ter entregue em nenhum momento o que prometeu: o crescimento.

Mesmo assim, a maneira destrambelhada com que atua vai reduzindo dia a dia o arco de alianças virtuais e reais que amealhou.

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Já se afastou dos seguidores da Lava Jato. Se indispõe agora com o agronegócio, com os ataques gratuitas à China.

O que o deixa cada vez mais dependente da âncora do poder militar.

Peça 3 – a distribuição do poder político

Nos próximos meses, o jogo político ficará assim:

Bolsonaro – cada vez mais isolado e dependente do último avalista, o poder militar. Não se desconsidere a possibilidade das milícias virtuais terem desdobramentos no mundo real, com grupos armados tornando-se mais atrevidos. O irracionalismo bolsonariano pode levar a isso.

Sérgio Moro e a Lava Jato – sobrevive apenas graças ao apoio da Rede Globo. A tentativa de retirar Maurício Aleixo do comando da Polícia Federal provocou dois movimentos simultâneos na corporação: não houve condenação à mudança; houve alerta para o novo delegado geral não ser atrelado ao Palácio. Nenhuma associação pronunciou-se a favor de Sérgio Moro ou de Aleixo. De um notável delegado federal ouvi que “a Lava Jato acabou” e era hora de uma renovação, já que Aleixo representa o continuísmo que vem desde Leandro Daiello, o delegado-geral do auge da Lava Jato. Curitiba já não tem fogos de artifício. E o eixo da Lava Jato – Sergio Moro -> TRF4 -> Felix Fischer (do STJ) e Luiz Edson Fachin (STF) – só serve para requentar antigas denúncias e processos contra Lula. Na PF, restam Aleixo e os delegados Igor Romário de Paula e Márcio Anselmo, com diretorias, mas sem nenhuma influência na corporação.

Supremo Tribunal Federal – inicialmente, armou-se contra a Lava Jato quando o presidente Dias Toffoli abriu um inquérito para investigar os diálogos da Vazajato e colocou nas mãos do Ministro Alexandre de Moraes. Valeram-se de uma possibilidade prevista na Constituição, do STF abrir inquérito quando houvesse evidências de que estaria sendo atacado por dentro do sistema. Moraes trouxe delegados da Polícia Civil de São Paulo para ajudá-lo. Hoje em dia, está em suas mãos um inquérito que baterá inevitavelmente em Carlos Bolsonaro.

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Procuradoria Geral da República – No início, o PGR Augusto Aras submeteu-se escandalosamente a Bolsonaro. Com a posição de Bolsonaro frente ao Covid-19, e, principalmente, apoiando manifestações em favor do AI-5 o cristal trincou. Houve pressão da corporação que acabou levando-o a encaminhar ao Supremo a denúncia contra as manifestações pró-ditadura – apoiadas por Bolsonaro. Com isso, houve um liberou geral que, em breve, deverá estimular procuradores na ponta a investigar os mil desdobramentos virtuais do bolsonarismo, assim como fortalecer o Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro a avançar nas investigações sobre as relações dos Bolsonaro com as milícias.

Os últimos episódios demonstraram que três corporações relevantes montaram trincheiras contra a interferência de Bolsonaro: Justiça, Ministério Público Federal e Polícia Federal,

Câmara – não tem elementos para um impeachment, nem para um golpe parlamentar pró-Bolsonaro. Depende dos ventos que virão do Supremo. Se sentirem Bolsonaro fraco, seus apoiadores pulam do barco. Se sentir fortalecido, serão mais atrevidos.

Militares – Hoje em dia, há mais de mil militares em cargos no governo. Não abriram mão facilmente dos nacos de poder conquistados. Cada vez mais serão a parte mais resistente a manobras para tirar Bolsonaro.

Peça 4 – como se dará o jogo

Qualquer tentativa da oposição de comandar uma campanha do impeachment poderá servir de álibi para Bolsonaro arregimentar o fator militar. Portanto, o caminho para a queda de Bolsonaro não passa pelo Congresso. Este será apenas o avalista final.

O acirramento da tragédia do Covid-19 será um fator forte. Mas a  maneira de desmontar o “mito” será a revelação dos seus malfeitos pelo Judiciário, Ministério Público e Polícia.

Há as investigações do STF sobre os fake news, as investigações do Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro sobre os vínculos da família com as milícias, um sem-número de operações suspeitas do Ministério do Meio Ambiente, as aventuras empresariais da família, através do seu representante comercial Flávio Bolsonaro.

 

 

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16 comentários

  1. O Judiciário não é o poder mais democrático da república. Politicamente ele sempre foi o mais frágil e menos independente dos três poderes . Em toda nossa história o Judiciário foi coadjuvante. Em momentos de crise ele foi levado a reboque, ora do poder executivo ora do poder legislativo. Regimes de exceção (Estado Novo e Ditadura Militar) nunca foram confrontados seriamente pelos juízes. Entre eles o que predomina é o instinto de sobrevivência. A queda do Imperador D. Pedro II não resultou em qualquer reação judicial. O desmoronamento da República Velha, o início e o fim do getulismo, o regime de 1946, o de 1964 e o de 1988… não foram construídos ou destruídos pelos juízes. O golpe de 2016 teve a participação deles, mas só ocorreu porque os banqueiros, ruralistas, barões da mídia e parlamentares queriam se livrar de Dilma Rousseff. De maneira geral, os juízes sempre se ajustaram à realidade política do país. Não por acaso muitos deles fazem questão de puxar o saco de Bolsonaro publicamente. É um erro acreditar que a “bola da vez” está nos pés do STF. Nenhuma “bala de prata” será disparada pelo Judiciário no peito do lobisomem eldoradense, Luis Nassif.

    • Concordo com sua análise histórica, mas enxergo uma mudança recente no papel não só do Judiciário, mas dos agentes do sistema de justiça em geral (aí incluídos o MPF e a PF). Entre os “operadores do direito” vem ocorrendo um fenômeno cujo paralelo mais evidente, para mim, é o movimento tenentista da primeira metade do século passado. É um grupo que, embora sem base social, em face da posição estratégica que ocupam no Estado (especialmente pelo crescimento de sua influência desde 1988), conseguem intervir decisivamente no cenário político. Como os oficiais de baixa patente daquela época, começaram seu ativismo portando bandeiras progressistas (o ativismo judicial brasileiro nas últimas décadas esteve profundamente ligado aos DDHH e à causa ambiental) e propondo uma renovação “por dentro”. Mas, à medida que seu papel crescia e ganhava respaldo na “opinião pública”, suas posições tornavam-se mais conservadoras, atrelando sua atuação, inclusive, às diretrizes da política externa estadunidense. Muitos tenentistas participaram ativamente do golpe de 64, assim como muitos ativistas judiciais estavam no golpe contra Dilma. Meu argumento é que a atual geração que começa a dominar as corporações do sistema de justiça não está contente em desempenhar o papel histórico do judiciário brasileiro (de mero avalista) e busca o protagonismo (sob as ordens de patrões externos). Obviamente, por não terem o poder de fato que os militares do século passado tinham, seu sucesso depende de estratégias mais sutis, mas não menos perigosas.

    • Perfeito Sr. Fábio! o “Justiciário” brasileiro está numa encruzilhada e, acuado após a ida e saída do ex-juiz do barco bolsonarista! nada obstante, acredito(e tenho esperança) que o Decano do STF dê prosseguimento na ação que o PGR(foi obrigado) deu entrada – sobre as denúncias do ex-juiz, daí, bem como na que está em mãos do Alexandre de Moraes, podem sair resultados que exponham a Familícia!

  2. Pra mim, a parte da equação fundamental é saber com a porcentagem de apoiadores de Bolsonaro que continuarão com ele mesmo depois das ofensivas que podem vir de vários lados. Se o apoio se mantiver em 20 por cento, o impeachment não vai – e até poderia ajudar Bolsonaro, pois poderia lhe dar um alibi de inocência caso ele não sofra o impeachment – como aconteceu com Trump. Acho que Bolsonaro joga suas fichas no apoio, além das milícias, óbvio, nas PMs estaduais. Quer transformá-la em sua guarda pretoriana. E o momento em que isso pode se tornar visível aos olhos é em SP, governado por Dória, que é visto pelo , Boçal como o seu maior adversário político hoje. A quarentena compulsória aqui, creio, que é inevitável. E quando ela for baixada, seu cumprimento efetivo só se dará com as PMs coibindo aglomerações e não dando apoio às carreatas da morte, como vem fazendo. Alguém pode contestar dizendo que na hora que os PMs tiverem conhecidos, amigos, colegas de farda e parentes mortos pelo coronavírus, eles irão obedecer Dória. Mas aí entramos no campo da racionalidade – e todo dia temos provas que estamos num momento de irracionalidade.

  3. com todo o respeito às análises de Luis Nassif, mas sempre, ao longo da História, foi o Congresso que impulsinou o avanço democrático e, também, resistiu às investidas mais nefastas de tiranos. Nâo que não tenha havido momentos que o Congresso tenha endossado rupturas contrárias ao povo mas, sempre que assim agiu, teve de calibrar para a volta à democracia. Ou seja, por mais que se fale dos militares, os poderes civis, nas Repúblicas, garantem a resistência contra uma ditadura. Do shogunato, no Japão, às revoluções civis inglesa, estadunidense e francesa, foi a partir do povo que a revolução política se deu. E, queiramos ou não, as vozes do povo estão enfeixadas na diversidade do Congresso. A mim, quem decidirá a vida de boçalnaro será justamente o Congresso Nacional.

  4. Aparentemente ,aqueles que estavam acreditando que o sujeito que ocupa a presidência da República estaria lá como rainha da Inglaterra ,começam a se dar conta que a situação não é bem essa e que o sujeito pode até não mandar mas não é para os de baixo que ele deve satisfação.
    Aliás, essa é uma ficha que ainda não caiu.
    Desde a campanha eleitoral que levou esse sujeito à presidência da República que podia norar-se que havia uma coordenação que,obviamente, não passava pelo super-estruturado partido de aluguel que o abrigou.
    Pior,todo mundo viu os gastos absurdamente altos da campanha e se contestaram com os gastos burocráticos apresentados que não elegeram nem o síndico do condomínio onde se esconde junto com outros parças.
    É nesse contexto que não dá para fazer nenhuma projeção que possa vir a ser confirmada brevemente embora,como já analisado pelos mais diversos xadrezes já publicados, uma hora alguma análise acaba dando certo.
    Por enquanto estou achando mais fácil ganhar na mega-sena com um cartãozinho simples do que acertar com alguma projeção sobre o futuro de nosso país.

  5. O Golpismo que habita entre nós. O Coronelato Parasitário da Velha Política vai entregar a mamata de mão beijada? São 90 anos de vida nababesca sobre milhões de miseráveis. Projeto de enorme sucesso. Pobre país rico. Mas de muito fácil explicação.

  6. Se for como o Nassif diz, estamos ferrados.
    O Bozo continuará lá, e por muito tempo.
    Se sentirem que podem perder e forem impedidos de roubar acha que teremos eleições em 2022?
    O PT era o ÚNICO que podia impedir a desgraça que estamos vivendo hoje. Mas, O TSE trabalhou ativamente para barrar o PT na eleição passada.
    Porque não farão o mesmo agora ou à frente?

  7. Peça 5 – Classe política brasileira – Incapacidade de proporem qualquer qualquer coisa além do manutenção vantagens pessoais.
    Peça 6 – Venezuela – Parecerá um paraíso ante o que, pelo andar da carruagem, nos tornaremos daqui a uns meses.
    Peça 7 – Estou pessimista. Ponto.
    Peça 8 – Quem acionará o interruptor no fim do corredor ?

  8. Que me desculpe Nassif,com a expulsão de Moro & Cia do Ministério da Justiça e Segurança Pública,o Xadrez em tela ficou completamente descontextualisado.Com toda humildade possível e imaginavel,peço que o refaça imediatamente.Apenas para relax:Nassif como o maior e mais brilhante jornalista de sua geração,se equivocou esplendidamente quando não levou em consideração a eminente queda de Moro e por óbvio as conseqüências dela.Nassifão pagou pra ver,recebeu na melhor das hipóteses,um “four” de às pelos peitos.Lamentavel.Talvez os efeitos da quarentena.

  9. Por que me considero um comentarista diferenciado ou um profundo conhecedor da alma putrefata da política brasileira.Pois lhes digo:Tive berço e aprendi com o Papai um dos maiores intelectuais( advogado,professor e poeta,não necessariamente nesta ordem) que meus olhos pousaram.Dizia o Papai: Meu filho,a esquerda só tem alguma chance no Brasil ” Quando Explode a Vingança”.No caso em tela,vingança pode e deve ser substituída por “direita”.Quem me acompanha mesmo a contragosto sabe que o Prof.Marcos Nobre que em artigo aqui transcrito,deu a reeleição de Bozo como favas contadas.Eu detonei ele e ele nunca me respondeu.Sou fera cara.

  10. Tem mais: Sempre apostei na renúncia de Bolsonaro,questão de dias,quem sabe horas.O sacripanta corretamente meteu o bedelho.O que já se pode prever que,não existe nada ruim que não possa ficar pior.FHC,Serra,Aécio,Temer,Moro,TRF4,STJ,PGR,Barroso,Fux,Fachin e alhures,são ingredientes da mesma sopa.

  11. EM TEMPO.
    Seria recomendável Nassif aguardar a coletiva de Bozo,segundo os senhores copiadores do Brasil, marcada para às 17 horas,para que ele possa retificar o Xadrez em epígrafe.O postado apos Moro e Cia serem ejetados entram para a categoria do que nomino-os de “nada além”.

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