Para lá da Petrobras, por Janio de Freitas

da Folha

Para lá da Petrobras, por Janio de Freitas

A conexão da Lava Jato com a investigação suíça trará em 2015 um movimento incomum de pasmos e ruínas

É conveniente fazermos uma reserva de espanto, para consumo em futuro não muito distante. Assim como aos políticos convém poupar, para suspenses vindouros, o medo de envolvimento pessoal ou do seu grupo com subornos, superfaturamentos e licitações fraudadas. Não só na Petrobras, nem só na área federal.

É que a Suíça não tem exército convencional, mas tem uma tropa de promotores e investigadores que elabora, com matéria-prima desencavada em seus bancos e empresas internacionais, bombas e obuses de eficiência inigualável. Usá-los não era muito comum, dada a impossibilidade de evitar que estilhaços caiam sobre a própria Suíça, com danos financeiros e morais grandes. Os costumes mudam, porém. E a artilharia dos promotores suíços está mais voltada para o Brasil que se supunha.

Mesmo sobre o caso Petrobras a investigação suíça está muito mais adiantada do que o método de delação premiada adotado no Brasil. Há uma razão preliminar para isso. A delação induz muitos delatados a confissões ou delações, mas nunca há a certeza de até onde abriram o jogo. As delações produzem resultados, sim, mas encontram outra dificuldade depois das possíveis omissões: sem o acompanhamento de provas, têm valor duvidoso para as denúncias e julgamentos.

Já o uso da investigação alimenta-se da percepção de ramais para novas investigações, levando a aprofundamentos e alargamentos. Os três procuradores brasileiros que chegaram domingo da Suíça, onde conversaram sobre o caso Petrobras, sabem que viram e ouviram pouco em apenas quatro dias. Mas o suficiente para estarrecer quem os ouviu aqui, mesmo estando por dentro da Operação Lava Jato.

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Por si só, a conexão da Lava Jato com a investigação suíça vai trazer nos primeiros meses do novo ano um movimento incomum de pasmos, ruínas e indignações. Mas não será tudo. Devem começar então as revelações de outros feitos de generosidade corruptora das grandes empreiteiras. E ainda não será tudo. Também promotores e investigadores holandeses, cuja ação relativa ao Brasil tardou a ser sabida aqui, com sua colaboração inicial já motivaram nove linhas de investigação e processos na Controladoria-Geral da União, sobre fraudes, subornos e superfaturamentos.

Os que estão a serviço da entrada forte de empreiteiras no Brasil, sobretudo americanas, têm material em abundância para a campanha que iniciam com discrição.

OUTRO

Ganha adesões influentes, entre intelectuais e artistas, a sugestão de que o jornalista e escritor Fernando Moraes seja o ministro da Cultura no novo governo. Contra Juca Ferreira –para não entrar em outros aspectos também consideráveis– há o fato de que já esteve no cargo duas vezes: o ministro Gilberto Gil na verdade se chamava Juca Ferreira e, na exoneração do nome fantasia, Juca deu nome e rosto pessoais ao cargo.

O Ministério da Cultura é dos mais necessitados de uma reviravolta. Nas proporções em que Dilma Rousseff faz no Ministério da Fazenda, mas em sentido inverso. Até por ser um lugar para inteligência, criatividade e desenvolvimento humano.

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14 comentários

  1. Fico imaginando como deve se

    Fico imaginando como deve se sentir Janio de Freitas as acessar o UOL ou simplesmente ler a Folha. Como é possível um profissional de seu calibre e honestidade trabalhar para um Golpista tão descarado como o Dr. Otavinho. Saber que está emprestando credibilidade para uma Organização que trabalha diuturnamente, direta e indiretamente, por um Golpe. Talvez haja explicações… Mas nenhuma delas será suficiente para que eu entenda este imenso paradoxo. 

  2. “Cherchez la femme” “Cherchez l’État”

    Lembretes de um especialista do Crime Organizado Global:

    “O crime organizado e seu comércio ilícito é movido por grandes lucros, não por uma pequena moral.”

    – o que move os criminosos são os lucros e certos valores que são invulneráveis às denúncias morais.

    – o tráfico ilícito é um fenômeno econômico, não moral.

    – a economia é um instrumento melhor de compreensão que os esclarecimentos proporcionados pela ética e pela moral.

    – oferta e procura, risco e retorno são as motivações primordiais dos traficantes.

    – os incentivos econômicos explicam como os traficantes e suas redes se adaptaram e redefiniram incessantemente suas atividades, mesmo ao custo de retrocessos temporários, como longas sentenças na prisão ou ameaça constante de morte. (No México, as capturas espetaculares dos líderes da organização Arellano Felix e do Cartel do Golfo em 2002-3 não levaram à redução do tráfico, mas simplesmente o reorganizaram: novos atores entraram em cena, novas alianças se formaram, e os líderes encarcerados, antes rivais cruéis, criaram, como revelado em princípios de 2005, uma aliança na prisão. “A boa notícia é que o governo do México capturou mais chefões e desmantelou mais cartéis”, um criminologista mexicano relatou ao New York Times. “A má notícia é que isso nada significa.”).

    – a menos que os traficantes enfrentem a redução de incentivos ao comércio – menor demanda, menores margens de lucro, maiores riscos -, é de certa forma infrutífero falar de outros remédios.

    “O comércio ilícito é um fenômeno político.”

    – empresários ilícitos não podem prosperar sem a ajuda dos governantes ou de cúmplices em importantes repartições e instituições públicas.

    – determinados governos tornaram-se os próprios traficantes e chefes criminosos.

    – o tráfico e o crime organizado se infiltram no governo, podendo chegar a assumir o controle de toda uma província ou, até mesmo, apoderar-se de um Estado enfraquecido ou falido.

    – o grande incentivo associado aos lucros envolvidos gera a criminalização dos serviços públicos e da política.

    – são a opinião pública e os políticos que definem a maior parte das expectativas e dos limites que dão forma às iniciativas de combate ao tráfico.

    – é a política quem define o que é um delito, rigor das punições para diferentes crimes e orçamentos aplicados nessa luta.

    – o crime organizado corre o risco de nunca ser plenamente compreendido ou efetivamente combatido se não colocarmos a economia e a política no centro da análise e das recomendações.

    “O comércio ilícito envolve mais transações do que produtos.”

    – tipos de negócios não se distinguem mais. Os comerciantes alternam suas linhas de produtos ilícitos de acordo com os ditames dos incentivos econômicos e das considerações de ordem prática.

    – o crime organizado são agentes econômicos oportunistas que desenvolveram especializações funcionais, não nichos de mercado.

    – em vez de distinguir entre traficantes, contrabandistas, piratas, coiotes, mulas, seria melhor pensarmos nos papéis que eles realmente desempenham: o de investidores, banqueiros, empresários, corretores, transportadores, armazenadores, atacadistas, gerentes de logística, distribuidores e muito mais.

    – empresários do crime organizado como agentes econômicos  oportunistas movidos pelos lucro, fica claro que não há motivo para que eles se restrinjam a um único produto.

    “O comércio ilícito não existe sem o comércio lícito.”

    – estão profundamente entrelaçados.

    – traficantes e empresários do crime organizado tem fortes incentivos para combinar as operações ilegais com empreendimentos legalmente constituídos.

    – os lucros altos acumulados no crime exercem pressão econômica no sentido da diversificação – investir em atividades legais e completamente dissociadas da face criminosa dos negócios ilícitos.

    O comércio ilícito envolve cada um de nós.”

    – não há uma clara linha divisória entre mocinhos e bandidos.

    – comércio ilícito permeia nosso cotidiano de modos sutis.

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    Nos roteiros convencionais de filmes de suspense, detetives aplicavam uma fórmula que os ajudava a elucidar os crimes: “Cherchez la femme”. Procure a mulher. Um comportamento atípico da parte de um homem sempre tinha como principal motivação a paixão despertada por uma mulher. Encontre a mulher, e o quebra-cabeça se resolve sozinho. Um instinto semelhante costuma guiar os pensadores e os homens de decisão nas relações internacionais. Para eles, quando algo acontece no mundo, é caso de “Cherchez l’État”. Procure pelo Estado por trás do problema, e você estará no caminho certo para entender a situação.

    A rápida expansão global das redes de comércio ilícito sugere algo bem diferente. Todas as evidências do comércio de armas, drogas, seres humanos, falsificações, lavagem de dinheiro, órgãos, animais, lixo tóxico e tudo o mais – para não mencionar o terrorismo internacional – apontam sempre para a força que as redes internacionais exercem na erosão da autoridade dos Estados, corrupção de empresas e governos legítimos, e usurpação de suas instituições e, até mesmo, seus propósitos.

    Sim, os Estados estão envolvidos.

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    Nos países em desenvolvimento e naqueles que fazem a transição do comunismo, as redes criminosas frequentemente constituem o capital investido mais poderoso que confronta o governo. Em alguns países, seus recursos e capacidades até mesmo superam aqueles dos governos. Essas capacidades traduzem-se em geral em influência política. Os traficantes e seus sócios controlam os partidos políticos, dominam importantes meios de comunicação e são os maiores filantropos por trás das organizações não-governamentais. Esse é  um resultado natural em países onde nenhuma atividade econômica pode igualar-se, em tamanho e lucros, ao comércio ilícito e onde, portanto, os traficantes tornam-se o “grande empresariado” nacional. E, quando seus negócios se expandem e estabilizam, as redes de tráfico ficam propensas a fazer as mesmas grandes operações em outros lugares, diversificando suas atividades e investindo na política. Afinal, a conquista de acesso e influência e a procura de proteção governamental sempre foram parte integrante dos grandes negócios.

    Daí não só as redes ilícitas entrelaçarem-se intimamente com as atividades lícitas do setor privado, como também estarem profundamente entranhadas no setor público e no sistema político. E, à medida que se expandem em direção a empresas privadas lícitas, partidos políticos, parlamentos, governos locais, grupos de comunicação, tribunais, exército e setores beneficentes, as redes de tráfico assumem uma influência poderosa – e, em certos países, sem igual – nas questões de Estado.

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    Essa história deixou de ser uma simples questão criminal. Diz respeito a uma nova forma de política no século XXI e às novas realidades econômicas que trouxeram para a frente do palco todo um novo grupo de atores políticos cujos valores podem colidir com os seus valores e os meus, e cujas intenções nos amedrontam a todos.”

    ILÍCITO, de Moisés Naím, 2006.

    • Muita enganação, nada mais………..

      Excelente JC Pompeu, sua contribuição a este blog, o que retrata muito bem a relação de lícito e ilícito que vigora entre as nações.

      Possivelmente todos sabem, o quanto está entrelaçado esta parceria, e se pesquisarmos os fatos do passado e presente, veremos o quanto isto é comum, embora tentem camuflar.

      Quando da invasão do Afeganistão pelo império, a produção de drogas naquele país era expressiva, e que após quadriplicou.

      Quando da instalação de base militares pelo império no território da Colombia, a produção quadriplicou.

      Fatos mais antigos “an passant” : Episódio dos contra na Nicarágua – Daniel Noriega – Processos por lavagem de dinheiro do Banco Santander nos Estados Unidos. Agência que faz empréstimos consignados com taxas mais baratas que o Banco Brasil e Caixa. Enfim se formos relatar tudo, ficaremos o dia todo digitando e alongando.

      Mas, aos que querem deixarem de serem manipulados, que façam  como nós, pesquisem, ou então continuem sendo os lobotomizados e inocentes úteis de sempre.

      Em tempo: Peço permissão para repassar.

  3. Essas empreiteiras americanas são mais sujas

    Os que estão a serviço da entrada forte de empreiteiras no Brasil, sobretudo americanas, têm material em abundância para a campanha que iniciam com discrição.

    Essas empreiteiras americanas são mais sujas do que pau de galinheiro, ou será que os 37 bilhões de dólares surrupiados vias Forças Armadas daquele pais não tiveram a participação de tais empresas….O que o Brasil tem que fazer é levar adiante esta investigação, ampliá-las para os campos municipal e estadual, sair á campo em busca de provas, onde estas empresas puseram a mão há fraude sim. Foi graças a Suiça que o roubo de mais de 11 bilhões de reais pelos tucanos em SP veio à tona no caso do escândalo do trensalão. Que a Suiça sirva de exemplo de como o Judiciário, MP, PF e midia devem trabalhar: Buscando provas ao invés de apegarem ao disse que me disse de delatores profissionais orientados por uma tal de Catta Preta, uma das poucas, senão a única advogada no Brasil que dá crédito ao Institudo da delação combinada(sic, premiada…ah, tanto faz)…Sendo isso feito, só temos a ganhar, pois que combater a corrupção poderá passar a ser rotina neste pais e virar tradição, apesar de que prá isso tem que haver tribunais de contas autônomos fiscalizando as contas de prefeitos, governadores e empresas Brasil afora, vai encarar…

    • A Suiça SÓ está abrindo o

      A Suiça SÓ está abrindo o sigilo bancario por pressão dos Estados Unidos, que aplicaram multas de bilhões de dolares aos bancos suiços, só para o UBS foram US$2,2 bilhões, já pagos. A pressão para aplicação de leis anti-corrupção em todo o mundo, inclusive no Brasil, vem dos Estados Unidos, nossa nova lei promulgada dois meses atrás e que possibilitou a prisão de executivos de empreiteiras é COPIA do Foreing Corrupt Practices Act, leis similiares estão sendo editadas por todo o mundo por pressão dos EUA que tem sim, é verdade, interesse em abrir mercado para suas empreiteiras QUE não dão proprina, qualquer morador de rua do mundo sabe disso, se derem propina e 20 anos de cana para o executivo.

      • Me referi a provável ilíticitude nas regiões de conflito

        Me referi a provável ilicitude nas regiões de conflito no Oriente Médio. Anjos é que não são;….

        As empresas americanas e seus escândalos

        Revista Época – Não consegui precisar a data…..

        Confira a atual situação das empresas envolvidas nos recentes escândalos financeiros que abalaram a credibilidade da maior economia do mundo:

        CASO ENCERRADO

        Arthur Andersen – No dia 15 de junho, um tribunal considerou a empresa culpada por obstruir o trabalho da justiça ao destruir documentos da Enron, empresa sob investigação.

        Sotheby’s – A. Alfred Taubman, ex-chairman da Sotheby’s, foi condenado a um ano de prisão por sua participação na fixação de preços junto com a casa rival Christie’s. Taubman apelou da sentença e aguarda decisão em liberdade.

        ACORDO

        Merrill Lynch – A corretora de Wall Street pagou US$ 100 milhões para resolver as acusações do estado de Nova York de que seus analistas hipervalorizaram publicamente ações das quais zombavam em particular para obter negócios para a unidade de investimento bancário da Merrill Lynch.

        Piper Jaffray – A Nasdaq multou a seguradora americana Piper Jaffray e seu diretor administrativo em US$ 300 mil por terem dito a um laboratório farmacêutico que a firma deixaria de fazer sua cobertura, se a empresa não fosse usada como agente segurador de uma oferta de ações.

        Xerox – A empresa foi obrigada a reapresentar seus lucros para retratar US$ 1,4 bilhão a menos nos lucros dos últimos cinco anos, como parte de um acordo com a Securities Exchange Comission (SEC), que também incluiu uma multa de US$ 10 milhões.

         

        SOB INVESTIGAÇÃO:

        Enron – O Departamento de Justiça dos EUA está conduzindo uma investigação criminal contra a empresa, cujo pedido de falência levantou inúmeras questões.

        WorldCom – O segundo maior provedor de telefonia de longa distância dos EUA revelou despesas indevidas de cerca de US$ 3,8 bilhões, transformando-se em um dos maiores casos de fraude contábil da história do país. Em maio, seu co-fundador, Bernard J. Ebbers, renunciou ao cargo de CEO em meio a uma investigação da SEC sobre empréstimos pessoais de US$ 366 milhões.

        Qwest Communications – A operadora da telefonia regional está sob investigação da SEC por suas práticas contábeis e acordos com a KMC Holdings, que ajudaram a impulsionar os lucros.

        Tyco International – No início do mês, Dennis Kozlowski renunciou ao cargo de CEO da Tyco antes de ser indiciado por impostos sobre vendas. As autoridades estão questionando a maneira pela qual a companhia contabilizou as aquisições que a levaram a se tornar um grande conglomerado.

        ImClone – Sam Waksal, ex-CEO da ImClone, foi preso sob a acusação de usar informações privilegiadas e tentar vender as ações da empresa, além de ter avisado aos membros da família depois de saber que a FDA rejeitaria a revisão da aplicação por parte da companhia do medicamento Erbitux, usado no combate ao câncer.

        Martha Stewart – Amiga de Sam Waksal, negou repetidas vezes a existência de erro na venda de quase 4 mil ações da ImClone em 27 de dezembro, um dia antes de as autoridades reguladoras afirmarem que não considerariam a aplicação do Erbitux. Os papéis da empresa despencaram depois da notícias

        Dynegy, El Paso Corp., CMS Energy and Williams Cos. – Concorrentes da Enron, passaram a ser investigadas por sua contabilidade questionável e suas atividades comerciais.

        Bristol-Myers Squibb – Farmacêutica está sendo investigada sob suspeita de inflar suas vendas em US$ 1 bilhão no ano passado.

  4. olhando de fora foi que se percebeu…

    temos a pior das corrupções;

    dizem os especialistas que as nossas próprias leis favorecem os corruptos e os corruptores, mas não é bem assim; não é apenas por isto

    temos a pior das corrupções, porque praticamente todas as propostas de governo, a nível nacional, exigem, já na elaboração e aprovação, que todos sejam corruptos

    até a chegada do PT na presidência, ou desde a ditadura,  não tínhamos povo, só governo ou corrupção

  5. E então……………….

    As empreiteiras brasileiras, não são santas, todos sabemos disto! Mas virem as empreiteiras norte-americanas, éd o fim da picada, pois o que fazem no mundo, tb lnão tem nada de santo. Seiam sobre o que fazem após as guerras desferidas pelos império e aliados, quando ao término, abrem seus “bocões”, tal ave de rapina para saquearem ainda mais os pobres países invadios!

    O desmanche que ora vemos quanto  as empreiteiras nacionais, nda mais é que, a intenção de virem reinar soberanas em nosso território, e não faltam que as aplaudem, pois a midia prostituta, fazem a cabeça dos incautos ou inocdentes úteis!!!

    É desalentador ver o mal que esta midia provoca em cabeças alienadas, e ainda se sentem felizes por serem manipulados. Que assim seja ……

  6. O judiciário.
    Acabo de ler a notícia que cá pros lados de minas, juízes e desembargadores terão acrescidos aos proventos- isentos de qualquer tributação- dois mil e carquerada como auxilio saúde. E ainda tem gente acreditando que devemos esperar algo de bom vindo desta raça.

  7. espero que os suiços não usem

    espero que os suiços não usem o mesmo estratagema

    seletivo dos vazamentos como aqui…

    mas essa esperança tb é ilusória, já que a grande

    mídia fará isso, como sempre…

  8. Estaremos a presenciar uma

    Estaremos a presenciar uma grande luz no fim do tunel? Uma luz que ofuscará muitos dos bandidos de colarinho branco do Brasil, sejam eles políticos e empreiteiros. Agora estamos percebendo mais claramente a urgência do golpe na presidente reeleita. E o “retiro espiritual” daqueles que já compreenderam a situação. Só o FHC e o Aécio estão se fingindo de mortos.

  9. Isso, isso, tragam as

    Isso, isso, tragam as empreiteiras americanas porque as empreiteiras brasileiras são corruptas, e tambem tragam os operários americanos porque os operários brasileiros, por conseguinte, tambem são corruptos, e tragam tambem a população americana porque tambem por decorrencia, a nossa população é corrupta . . . . . americanos, por favor nos salvem . . . . . .

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