Xadrez de Barroso, o último dos brasileiros honestos

Cena 1 – abrem-se as cortinas do espetáculo e aparecem os deuses vaidosos

O Ministro Luiz Fux se exibia como roqueiro. Mais ligado ao espírito boêmio das Arcadas, Eros Grau perpetrou um romance erótico. Com esses olhos que a terra há de comer, assisti Dias Toffoli dar uma aula de história do Brasil para uma plateia formada por Ministros, desembargadores e juízes federais.

Na sua aposentadoria, o ex-Ministro Ayres Britto se superou e, antes de se confessar poeta, revelou-se um admirador da… física quântica. Isso.

Sobre esse seu encanto com a física quântica e outros temas, assim se pronunciaram os leitores do Blog (https://goo.gl/UtJLGZ) comentando entrevista concedida por ele ao se aposentar (https://goo.gl/gBEMPZ).

Gustavo Corolow:

Numa entrevista só, o ministro conseguiu juntar charlatães indianos da pior categoria; uma ignorância sobre o “canto dos pássaros” e sobre a suposta falta de agressividade dos herbívoros que constrangeria uma criança de 7 anos; física quântica de autoajuda; uma frase de Einstein tirada do contexto para explicar seus processos mentais confusos e sua aplicação heterodoxa da teoria do domínio do fato, que ele deve também deve ter conhecido em um livro de autoajuda espiritual.

Dinarte22

Confundir Einstein com Heisemberg e teoria da relatividade com Quântica, só pode sair de uma mente que usa suas decisões como poesia. Licença poética. Metido a intelectual, com uma pobreza de espirito que nos choca. 

Vinicius Carioca

Eu só consegui ler até esta parte:

“E isso não é invencionice, decola de um juízo de Einstein, que em 1905, físico quântico que era, cunhou uma expressão célebre: “efeito do observador”.”

De que Einstein o Ayres Britto está falando?!

Qualquer um com conhecimento mínimo de história da ciência sabe que Einstein considerava os quanta como um artifício matemático, sem muita relação com a natureza da matéria, e apenas foi convencido do contrário no fim de sua vida.

Isso que dá aprender “física quântica” com gurus.

JVicente

…..”Quando você é contemplativo, você contempla essa água, o copo antes de beber. O toque da sua mão no cristal. Eu estou acordado, como quem está atento. Mas estou descontraído, como quem está dormindo”.

Quê viagem meditativa; seria interessante saber em que escola ele aprendeu a meditar ou qual a marca da maionese que ele usa. (…)Bohr, Heisenberg, de Broglie, Born, Schrödinger, Bell, e demais devem estar todos se revirando nos túmulos.

Cena 2 – sai Ayres Britto e entra em cena Barroso

O feitiço da popularidade fácil é um veneno para personalidades mais vulneráveis. Perde-se o pudor que se exige de um magistrado, o senso de ridículo que se imagina no jurista. É como um sujeito que enfeita a beca com balangandãs e se prepara para sair na Comissão de Frente da malta.

Ayres Brito se supõe poeta; Carmen Lúcia, uma frasista mineira. Ostensivos, como eles, ou discretamente vaidosos, de alguma forma a transformação em celebridades midiáticas  mudou a face do Supremo.

De um período em que ninguém sabia o nome de um Ministro, saltou-se para o Olimpo das celebridades de um minuto, os deuses da mídia de massa, medidos pela fita métrica de uma mídia rasa, superficial, ou pelos likes das redes sociais.

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Não são todos. Marco Aurélio de Mello é de uma sobriedade à toda prova, assim como Ricardo Lewandowski, e ambos ousam investir contra as unanimidades. Apesar do instante de fraqueza do selfie em um Shopping, Celso de Mello não gasta aspas à toa, assim como não gastava o aparentemente sisudo Teori Zavascki, nem a discreta Rosa Weber. E o exibicionismo de Gilmar Mendes tem objetivos claros, o exercício do poder em estado bruto, e não a satisfação de seu próprio ego.

Já Luís Roberto Barroso pertence à mesma categoria fluida das Carmens e Ayres, todos com uma humildade fora de série, espelho, espelho meu, tem alguém mais humilde (e brilhante) do que eu?, mas ele, Barroso, como uma ambição maior: sonha em ser um novo Joaquim Nabuco, Ruy Barbosa, San Thiago Dantas, quem sabe Raimundo Faoro das redes sociais. E tornou-se um palpiteiro solene, um misturador de clichês com índice remissivo, notas de rodapé e bibliografia.

Em direito, diferencia-se o compilador do doutrinador. O primeiro é um compêndio de citações, julgados e referências bibliográficas; o segundo, é um intérprete da lei, o jurista de fato, que tem noção das referências jurídicas, olhos para ver o presente e acuidade intelectual para entender as transformações.

O mesmo vale para economistas e cientistas sociais.

Não tenho condições de analisar o jurista Barroso. Mas uma análise do cientista social Barroso traz um quadro nada animador sobre o jurista que pretende reinterpretar a Constituição para introduzir o Brasil na era civilizatória.

Cena 3 – o San Thiago pós-impeachment

O site Jota acaba de publicar o trabalho de Barroso, apresentado na Harvard Brazil Conference, na última semana (https://goo.gl/j8GWuj).

É uma compilação de citações transformadas, pelo repetição excessiva, em clichês acessíveis a qualquer estudante secundário de uma boa escola.

Mesmo assim, Barroso chama o trabalho de ensaio. Tem o abre de ensaio, a divisão por capítulos, de ensaio, as referências bibliográficas de ensaio.

A bibliografia é extensa. Começa por Carlos Guilherme Mota, historiador que, por sua profundidade, é chamado por seus pares de Motinha. Depois, cita Boris Fausto, Sérgio Buarque de Holanda, Roberto DaMatta e … Mirian Leitão. Cometeu uma injustiça enorme com outro pensador, Merval Pereira.

A primeira parte é uma compilação dos fatos que marcaram a colonização, presentes em qualquer bom site de educação.

Ele identifica três disfunções atávicas que marcam a trajetória do Estado brasileiro: o patrimonialismo, o oficialismo e a cultura da desigualdade.

A primeira, o patrimonialismo, ele sintetiza com o “rouba mas faz”, frase de enorme profundidade e poder de síntese.

A segunda, o oficialismo. Diz ele que “tudo” no Brasil depende do BNDES, Caixa Econômica Federal, dos Fundos de Pensão, a república da parentada e dos amigos. Todas essas conclusões Barroso tira de “Raízes do Brasil”, obra de 1936 de Sérgio Buarque, antes da implantação do DASP (Departamento Administrativo do Serviço Público), dos concursos públicos.

Ignora toda a estrutura do serviço público, com a criação de grandes corporações públicas, de um Ministério Público, do Judiciário, do Tribunal de Contas, da burocracia que atende aos diversos Ministérios, com outros vícios e outras virtudes em nada semelhante à República Velha. Ignora todo o processo de industrialização, a formação econômica e transforma todos os empreendedores brasileiros em meros mamadores das tetas da vaca Estado.

Tem-se uma realidade extremamente complexa, mas Barroso não consegue elaborar fora dos arquétipos de Sérgio Buarque, refletindo um Brasil rural.

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A terceira, a cultura da desigualdade. No país mais desigual do mundo, Barroso vai buscar na carteirada – “sabe com quem está falando” – a expressão máxima da desigualdade brasileira. Toda uma bibliografia sobre a herança da escravidão na formação social do Brasil é deixada de lado. O universo de Barroso é apenas o dos colarinhos brancos, como se o Brasil até hoje fosse apenas o país dos degredados.

Cena 4 – o intérprete do jeitinho brasileiro

Finalmente, prepara o seu tratado sobre o jeitinho. Poderia dar como exemplo do “jeitinho”, a enorme flexibilidade intelectual do brasileiro de juntar um conjunto de informações esparsas, clichês mesmo, e cobrir com o creme de leite dasnotas bibliográficas e chama-las de ensaio. Mas Barroso preferiu exemplos mais ao rés do chão.

A definição do jeitinho é a convencional

“Em sua essência, o jeitinho envolve uma pessoalização das relações, para o fim de criar regras particulares para si, flexibilizando ou quebrando normas sociais ou legais que deveriam se aplicar a todos”.

Nos anos 90, o fim da pesada estatização do período anterior, a implementação de programas de qualidade percebeu no “jeitinho” brasileiro um enorme potencial competitivo. No ambiente profissional dos programas de gestão, é a capacidade de resolver problemas, de buscar soluções fora do manual, de adaptar-se rapidamente a qualquer mudança de modelo.

No auge da autoestima nacional, pesquisas de institutos mineiros sobre o brasileiro revelavam que o “jeitinho” passava a ser visto como uma qualidade do brasileiro, ao lado do quesito “fibra”.

Cientista social, o cândido Barroso, no entanto, enxerga apenas a vertente da malandragem e cria uma regra de ouro para diferenciar o “jeitinho bom” do “jeitinho mau”: verificar se há prejuízo para outra pessoa, para o grupo social ou para o Estado.

Fica criado, assim, o Primeiro Teorema Moral de Barroso, o teste do pudim que, aplicado ao pé da letra demonizaria toda ação empreendedora do mercado e derrubaria todos seus devaneios sobre as virtudes do modelo anglo-saxão.

Com notável capacidade de aprofundamento, Barroso explica que “na vertente negativa, a ideia de jeitinho  tem características que não são edificantes. Sem nenhuma intenção de hierarquizá-las, começo pelo improviso, a incapacidade de planejar, de cumprir prazos e, em última análise, de cumprir a palavra”.

E dá como exemplo máximo o que ele chama de desorganização da Copa: “Quando a data finalmente chegou, nem os estádios, nem os aeroportos, nem as intervenções urbanas estavam concluídas”. Desinformado!

Nosso emérito cientista social foi incapaz de analisar a realidade fora das lentes da Globo. Na estreia da Copa, estádios e aeroportos estavam concluídos. Foi uma das Copas mais bem organizadas da história, com atendimento de saúde, segurança, traslados dos times, sistemas de transporte nas capitais. Ficaram de fora apenas obras que nada tinham a ver com a Copa.

Ou seja, na sua primeira intervenção, fora da compilação dos clássicos, Barroso adere ao preconceito político e à desinformação.

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E joga nas costas do brasileiro práticas que são exclusivas do sistema político e do Judiciário: o nepotismo. Com exceção, é claro, dele Barroso, que se define como um Ministro sério e de uma humildade fora de série:

“ Mais de uma vez chegou a mim a queixa de que eu “virei as costas aos amigos” e que sou um juiz muito duro. Não sou. Mas sou sério, e isso frustrou a expectativa de quem esperava acesso privilegiado e favorecimentos”.

Cena 5 – o país devastado pela corrupção

Barroso é definitivo. Advogado de grandes grupos, estreitamente ligado à Globo, finalmente sai dos alfarrábios, das citações descontextualizadas e apresenta dois exemplos graúdos da corrupção intrínseca do brasileiro, “que testemunhei pessoalmente”, diz ele.

Qual exemplo? Uma grande tacada corporativa? Não, o caso da empregada de um amigo, que não queria assinar a carteira para não deixar de receber sua bolsa-família.

Fantástico! Caso fosse um estudioso sério, e não apenas um cientista social de Facebook, saberia que, justamente por não estar ao abrigo da lei, as famílias humildes, assim como os pequenos empresários, são os maiores cumpridores da lei.

Não fosse ele um amontoado de mesmices preconceituosas, de leroleros de boutique, leria os trabalhos de Renato Meirelles sobre as características dos brasileiros de baixa renda, a solidariedade, o medo pânico de sair fora da linha – pois sabem que a lei protege apenas os poderosos.

Poderia ter levantado as estatísticas das famílias que solicitaram o desligamento do Bolsa Família assim que conseguiam um emprego ou uma renda estável.

E aí se daria conta que esse mundo do compadrio, da corrupção institucional, do jeitinho é aquele que ele frequenta, como advogado, os grandes clientes corporativos, os que se escondem atrás de offshores para burlar o fisco e adquirir propriedades no exterior.

Afinal, segundo a apresentação, seu escritório – que faz questão de lembrar, na home, ter sido fundado por um Ministro do Supremo – tem inúmeras especialidades suspeitas nos dias de hoje:

“O escritório realiza a elaboração de minutas de anteprojetos de lei, emendas parlamentares, propostas de emenda constitucional, razões de veto, justificativa e exposição de motivos, pareceres críticos a anteprojetos e defesa de pontos de vista em audiências públicas na Câmara e no Senado”.

Para quem? Para quem encomenda e paga, é óbvio. E quem consegue emplacar anteprojetos de lei, emendas parlamentares ou propostas de emenda constitucional? Quem tem influência junto aos parlamentares. Como se encomenda algo aos parlamentares? Encomendando e pagando, é claro. Afinal, no entendimento de Barroso, estamos em um país devastado pela corrupção.

Esse autêntico varão de Plutarco termina seu ensaio com uma comovente descrição de sua integridade pessoal:

“Eu concluo com o slogan pessoal que tem me animado nos bons e nos maus momentos: “Não importa o que esteja acontecendo à sua volta: faça o melhor papel que puder. E seja bom e correto, mesmo quando ninguém estiver olhando”.

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96 comentários

  1. Não tenho mais esperança no futuro do Brasil

    Não tenho mais esperança no futuro do Brasil.
    O Lula e a Dilma tem merda na cabeça, não é possível!
    Como podem ter indicado tanto lixo para o STF!?

  2. Não tenho mais esperança no futuro do Brasil

    Não tenho mais esperança no futuro do Brasil.
    O Lula e a Dilma tem merda na cabeça, não é possível!
    Como podem ter indicado tanto lixo para o STF!?

  3. O Homo Stultus

    Há 70.000 ocorreram mutações genéticas que permitiram mudar as conexões do cérebro de uma das espécies humanas que habitavam o planeta terra. Foi a Revolução Cognitiva (vide Yuval Noah Harari, in Uma Breve História da Humanidade)

    Esta espécie humana, posteriormente, foi denominada, equivocadamente, de homo sapiens (homem sábio) por cientistas já falecidos, que se pudessem observar o homo contemporaneus facilmente renomeariam o homo sapiens para o homo stultus.

    Os exemplos mais significativos do homo stultus pululam por toda a parte no mundo atual, dentre os mais notáveis essa figura mussoliniana denominada  Donald Trump, sua equipe de governo e seus eleitores que tem como objetivo, nada mais, nada menos, desencadear uma guerra nuclear mundial para provocar a autoextinção do homo stultus. Um tiro no pé.

    Entretanto, existe um lugar especial no planeta terra, “abençoado por deus e bonito por natureza”, que foi eleito pela evolução darwiniana como laboratório para o aperfeiçoamento (adaptação) do homo stultus em toda a sua plenitude.

    Neste laboratório foi desencadeada uma operação jurídico-policial-midiática autodenominada Operação Lava Jato, que tem como objetivo testar a capacidade do homo stultus de elevar a sua ignorância, idiotia e estupidez ao último grau de tolerabilidade.

    Estão se destacando como representantes máximos do homo stultus um juiz de 1ª instância e um procurador, especialista em modelos de governos de coalisão, transformados em heróis nacionais, pelos stultus comuns, por seu exemplo de patriotismo (a ideologia que defende os patrões) porém, destaca-se, especialmente, influenciado pelos 2 expoentes do direito pátrio citados, um juiz do STF a quem coube a missão doutrinadora de apresentar o “novo normal”, o estado de exceção vigente, através de diversos  ensaios intelectuais, dentre eles um tratado sobre o “jeitinho brasileiro” para defender e corroborar a tese da corrupção sistêmica instalada em nosso país pelos governos petistas.

    Assim sendo, o Ministro, exemplo da honestidade dos homens de bem, coloca em suspeição a indicação, aprovação e nomeação de sua própria escorreita pessoa pelos corruptos do Poder Executivo e do Senado Federal á época de sua entronização no STF, não restando outra alternativa a não ser renunciar ao cargo de Ministro.

  4. Quanta, por Gilberto Gil

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=VVkYk-Zsk4U%5D

    Álbum Quanta
    Warner Music – 1997

    Quanta
    Gilberto Gil
    participação de Milton Nascimento.

    Quanta do latim
    Plural de quantum
    Quando quase não há
    Quantidade que se medir
    Qualidade que se expressar

    Fragmento infinitésimo
    Quase que apenas mental
    Quantum granulado no mel
    Quantum ondulado no sal
    Mel de urânio, sal de rádio
    Qualquer coisa quase ideal

    Cântico dos cânticos
    Quântico dos quânticos

    Canto de louvor
    De amor ao vento
    Vento, arte do ar
    Balançando o corpo da flor
    Levando o veleiro pro mar
    Vento de calor
    De pensamento em chamas
    Inspiração
    Arte de criar o saber
    Arte, descoberta, invenção
    Theoría em grego quer dizer
    O ser em contemplação

    Cântico dos cânticos
    Quântico dos quânticos

    Sei que a arte é irmã da ciência
    Ambas filhas de um deus fugaz
    Que faz num momento e no mesmo momento desfaz
    Esse vago deus por trás do mundo
    Por detrás do detrás

    Cântico dos cânticos
    Quântico dos quânticos

    © Gege Edições Musicais ltda (Brasil e América do Sul) / Preta Music (Resto do mundo)

    ficha técnica da faixa:
    voz e violão: Gilberto Gil

  5. O jeitinho brasileiro: existe

    O jeitinho brasileiro: existe um teto salarial para os funcionários públicos determinado pela Constituição. Então o sujeito inventa um monte de auxílios pixulecos para fazer seu salário dobrar, triplicar, quadruplicar e nem imposto de renda paga sobre esses valores. Isso me fez lembrar de outro jeitinho. Uma lei criada por uns certos “petralhas” obrigou os órgãos públicos a mostrar nos seus sites todos os seus gastos, inclusive os salários de seus funcionários. Aí você vai no site “transparència” stf (qua qua) e eles colocam lá uma caixa de seleção com uma opção apenas chmaada de salário normal, onde você consegue ver os salários legais dos Ministros. Porém, a outra opção (salários anormais?), não está disponível.  Se bem que isso não é jeitinho, é safadeza mesmo.

     

  6. Barroso não é só cientista social de Facebook

    O que escreveu sobre a Copa do Mundo e o Bolsa Família, revelam – e provam – que suas fontes de informação são sites e páginas de redes sociais de direita que não fazem outra coisa senão detratar o Brasil. Sobre o jeitinho brasileiro, que é o melhor traço cultural do nosso povo, faltou incluir uma das famosas e abomináveis anedotas, que começam invariavelmente assim: “…tinha um alemão, um inglês, um japonês e um brasileiro”. E todas terminam rebaixando o brasileiro. Ele embarca na autodepreciação mais rasteira e abjeta possível do Brasil. O próximo passo, será citar Olavo de Carvalho em um despacho/sentença. 

  7. A Máfia dos Bacharéis + Porque você odeia o Lula

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=vRZkHVv3dfc%5D

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=Pwl4HaFJrDg%5D

    No min 21:00 Dallari fala sobre o modelo alemão de Tribunal Constitucional

    https://youtu.be/Pwl4HaFJrDg?t=21m7s

    Para evitar esse caos Institucional,  diz Dallari, na Alemanha a Suprema Corte fica longe dos holofotes, sendo sediada nua cidade de tamanho médio, longe das demais Instituições de dos poderes legislativo e executivo. Na Suécia, ministro da Suprema Corte vai trabalhar de bicicleta.

     

    A nossa magistratura atua como máfia: a Máfia dos Bacharéis

    “Isto é imoral”: um juiz sueco analisa os rendimentos de Moro e colegas. Por Claudia Wallin

    Gostaria de ser juiz no Brasil? – quero saber.

    “Tenho um excelente emprego na Suécia”, rebate diplomaticamente o juiz. “E não me sentiria confortável em trabalhar nas condições em que parecem trabalhar os juízes no Brasil. Em minha opinião, um juiz deve ter um padrão de vida comparável ao dos cidadãos que deve julgar.”

    Por quê?

    “Porque juízes não devem formar uma classe à parte, e sim ser parte da sociedade. Juízes devem ser pessoas capazes de compreender a situação em que vivem os cidadãos comuns, pois detêm o poder de julgar”, diz o magistrado sueco.

    http://leopoldinense.com.br/noticia/5450/-isto-e-imoral-um-juiz-sueco-analisa-os-rendimentos-de-moro-e-colegas-por-claudia-wallin

    Jurista alemão repreende STF por uso errado da sua teoria – dominio do fato – para condenar Dirceu (sem provas)

    http://www.viomundo.com.br/denuncias/jurista-alemao-repreende-o-stf-pelo-mau-uso-de-sua-teoria-do-dominio-do-fato.html

    Alexandre de Morais defedeu barreiras para se assumir o cargo de ministro do STF:

    1- Quem ocupa carga de confiança no governo não pode ser indicado

    2- Entre as condições “capacitárias”, dez anos de efetivo exercício de cargos privativos de bacharel em Direito, ou a condição de jurista, com o título de doutor. Para os três a serem escolhidos pela própria Corte, dez anos de carreira no magistério ou no Ministério Público. Entre as vedações, aquela que hoje, se vigente, impediria a sua indicação para o cargo. 

    Tese de Morais o impediria de virar ministro do STF

    http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,tese-de-moraes-impediria-sua-nomeacao-ao-stf,70001654253

    Na Europa, juízes de Suprema Corte ganham em média 4,3 vezes mais do que a população

    Enquanto o Brasil vê uma diferença enorme entre o salário médio da população e os de seus juízes, na Europa o contraste é bem menor. De acordo com relatório da Comissão Europeia para Eficiência da Justiça (Cepej), juízes das Supremas Cortes europeias ganham em média apenas 4,3 vezes mais do que o salário médio da população de seus países.

    http://www.tribunadodireito.com.br/noticias-detalhes.php?codNoticia=20496&q=Na+Europa%2C+ju%EDzes+de+Suprema+Corte+ganham+em+m%E9dia+4%2C3+vezes+mais+do+que+a+popula%E7%E3o

    Brasil: a Máfia dos Bacharíes
    Outros nomes da UDN, por Mauro Santayana

    http://www.cartamaior.com.br/?/Coluna/Os-outros-nomes-da-UDN/21590
     

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=v3roY8KqB34%5D

  8. Não resiste, não é Nassif?
    Parece o Mino Carta falando sobre o Daniel Dantas. Da ao Barroao o ostracismo qye ele merece! O maior problema do STF nao é Barroso ou Carmen Lucia, mas o partidarismo explicito (pra não dizer escancarado) do Gilmar Dantas, segundo Noblat.

  9. O Santo do STF

    Chega  de fingimentos, esse sr. tem dado seus votos, na maioria das vezes em desfavor dos mais pobres,vide oseu voto na questõ dos precatorios. e outros temas do interesse amplo da sociedade, aí veremos de fato, quem é este santo!

     

  10. Rudes

    Com raras exceções, nossos bacharéis são muito rudes e destituidos de conhecimento, mal sabem o código penal,  dai que um senador italiano disse que nossos juristas só entendem de bailarinas.

    • Concordo plenamente!

      E olha que sei do que estou falando, pois além de ser um dos tais bacharéis, convivo diariamente com algumas dezenas de outros. A imensa maioria nem chegou a ler completamente os quatro principais códigos, afirmo sem medo de errar.

  11. Menino, não tinhamos

    Menino, não tinhamos combinado de não falar mais nesse senhor??

     

    Ademais, Intelectuais (com i maiúsculo) o Brasil tem poucos, a maioria é de araque, que gosta de jogar para a patuléia, fosse o contrário, esse golpe estúpido não iria adiante, com um congresso capanga e um judiciario cúmplice; quem acredita o contrário vive de ilusão, um Raymundo Faoro, um Darcy Ribeiro (eu falo do meu lado, mas tem os do lado de lá), não nascem todo dia.

  12. Concordo com cada vírgula que

    Concordo com cada vírgula que o Nassif vem falando sobre o Borroso, mas acho que, num momento de guerra em que ele  está sendo submetido, o Nassif vem gastando energia precioso com esse personagem. 

  13. Chamar qualquer “juiz” da

    Chamar qualquer “juiz” da “máfia stf” de honesto é chamar o mundo todo de cego! É tudo bandido mafioso golpista pô! A não ser que a intenção seja chamar de honesto o menos desonesto, se é que é o caso… a conferir.

  14. O homem que sabia javanês….

    Pois é, Nassif, nos decepcionamos com o Barroso. Ele tinha sido professor de uma colega no RJ e na época em que ele foi indicado para o supremo, essa minha colega me contou uma historia sobre a filha do Barroso, a qual não entrarei em detalhes, mas que qualificava muito a pessoa de Luis Roberto Barroso. Acreditei, e ainda pensando na sua notoria atuação no caso Battisti, que a figura de Barroso seria um salto em direção à modernidade para o STF. Sobretudo tendo dois membros tão extremos quanto Joaquim Barbosa de um lado e Gilmar Mendes de outro.

    Eh claro que Dilma quando indicou Barroso para o STF tinha dele as melhores referências. Em seguida ele se sobressai na sabatina do Senado com a historica frase “o ponto fora da curva”. Mas bastou um ano sentado na cadeira de Ministro do Supremo para Luis Roberto Barroso comportar-se como mais um bolorento e demagogo entre seus pares.

    O que fica? Eh que o Brasil civilizado de que Barroso tanto anseia não é possivel porque o Pais é ainda dirigido e levado por gente como Temer, Aécio, Alckmin, Caiado, Gilmar Mendes……. e agora, também, pelas belas violas exteriores, tais como João Doria Jr, o sombrio Sergio Moro e o proprio Luis Roberto Barroso.

    • Boa lembrança

      Maria Luisa, bem lembrado o conto de Lima Barreto em seu título. Triste constatar que, embora escrito há cerca de 100 anos, numa época em que não havia concurso público, continua atual…

    • Nunca antes nesse país!!

      É uma frase característica de um dos personagens mais extraordinários que a política brasileira revelou em todos os tempos.

      Pois bem! 

      Graças à dimensão transcontineltal alcançada por esse personagem e à luta titânica de forças descomunais que se unem para destruí-lo, podemos constatar que NUNCA ANTES NESSE PAÍS pudemos observar com clareza cristalina, a olho nú, as verdadeiras causas que impedem o Brasil de deslocar-se da condição eterna de subdesenvolvido, país de terceiro mundo, país emergente, que nunca se realiza como nação rica e soberana. Fica claro também que a causa do atraso eterno não é o povinho, sempre chamado a assumir a culpa por tudo que é de ruím no país. A causa é a péssima qualidade moral das pessoas que estão no topo e não constituem uma elite. Como bem disse o Luiz Gonzaga Belluzzo, o Brasil não tem elites. A quantidade de lavanderias instaladas nos principais centros econômicos da maior capital estadual do país é uma demonstração inequívoca do que fazem e a que se prestam esses que deveriam ser, e não são, e nunca serão a elite do país. O melhor exemplo de grande brasileiro é esse que essa caterva quer prender.

      http://www.tijolaco.com.br/blog/o-paraiso-fiscal-no-centro-de-sao-paulo/

       

       

       

       

       

  15. Do caos nascerá a luz (um dia)

    Parece estarmos em um momento único. As redes sociais, blogs, desnudam a indigência intelectual vergonhosa das “elites”. Quem sabe não é mesmo a situação em que “o velho já morreu e o novo ainda não nasceu”? Nascerá? Bem, ninguém sabe de fato, mas a luta por um Brasil civilizado vale por si.

    Força Nassif, entendemos e compartilhamos sua indignação, e não somos poucos. É muito importante seguir em frente, no mínimo a história terá um registro de que não somos só um bando medíocre ao invés de uma nação.

  16. O tipo que mais abomino é o

    O tipo que mais abomino é o cabotino, barroso além de ser uma fraude em todos os aspectos é um cabotino clássico o que aliado ao seu mimetismo fez dele o mephisto tupiniquim.

  17. Como produzimos tantas cabeças vazias?

    Inacreditável.

    Para esse senhor magistrado, qual é a opção que o defini:

    É falta de consciência e de saber do mundo que existe e que o cerca (um alienado de toga)?

    ou

    É realmente um “sábio malandro” que escolhe o lado das coisas que quer acreditar?

     

     

  18. Como produzimos tantas cabeças vazias?

    Inacreditável.

    Para esse senhor magistrado, qual é a opção que o defini:

    É falta de consciência e de saber do mundo que existe e que o cerca (um alienado de toga)?

    ou

    É realmente um “sábio malandro” que escolhe o lado das coisas que quer acreditar?

     

     

  19. Desculpem o palavriado.
    PUTA

    Desculpem o palavriado.

    PUTA QUE PARIU. 

    Nesta o Barroso ficou completamente nu. 

    A desconstrução completa de um ministro-pavão. Um intelecutla de m…. 

    Junta um amontodado de preconceito, senta em cima do rabo para poder apontar o indicador para todo o lado.

    Então o exemplo de corrupção generalizada do país é uma pessoa humilde, que mesmo estando errada, ainda podemos defender dadas as circunstâncias? E não ele mesmo e seus pares, que burlam a lei para adquirir imóveis no exterior de i e pagar menos impostos, tal qual Joaquim Barbosa?

    Se tivesse vergonha na cara, pedia licença para ir ao banheiro e se daria uma auto-descarga.

  20. Uma acusacão séria: O site

    Uma acusacão séria: O site Jota e o Nassif são mentirosos, mentirosos, mentirosos !!! Tentei de todas as maneiras acreditar no que está escrito mas não dá, não acredito, não acredito, não acredito !!! E ainda mais, em Harvard ? Um ministro do STF ? 

    Perguntas também sérias, pois tal qual o ministro não me importo em frustar expectativas, sou sério: Por que não levaram o Lula para fazer essa conferência em Harvard ? Medo de que ele falasse menas ? Apedeuta como é será que ele falaria que o “jeitinho brasileiro” tirou milhões da linha de pobreza ? Será que teria a petulância de dizer aos gringos das empregadas amigas (seus amigos não têm empregadas) que se descredenciaram do bolsa-família quando arrumaram emprego ? 

    Sugestão, mais séria ainda, para mudanca nos pré-requisitos para se chegar ao STF: 1) Impedir o beija-mão e beija-outras-coisas que o canditato faz antes da indicacão, matando no peito e baixando na terra, a pessoas que possam impulsionar seu alpinismo judiciário, típico “jeitinho”, não apenas brasileiro;  2) Que o candidato não tenha formacão escolar em nível superior.  Na falta de candidato com essa qualidade, que se excluam os formados em Direito, já que isso não tem a menor importância com o NNJ, Novo Normal Jurídico; 3) Dê-se preferência aos apedeutas.

     

  21. Dedurar uma empregada domestica do alto do pedestal do STF

    Isso é muito mais triste do que o discurso vazio!

    Esse papo todo de falar da corrupção do Brasil na matriz mundial que exporta a corrupção pelo mundo????

    • É de se vomitar…

      Ana, é um discurso típico de quem nunca deve ter, na vida, andado de ônibus, sido atendido pelo SUS ou mesmo parcelado uma compra… Queria ver esse cara (ou o suposto amigo que lhe contou a anedota) vivendo um mês com a “fortuna” do Bolsa Família…

    • OS 3 Ps

      Somente os 3 Ps cometem crimes. As pessoas  mais  favorecidas tem “ compreensiveis desvios de conduta  “

      Respeitemos a hermeneutica do nobre magistrado.

  22. Detectado o virus midiáticus.

    Diagnosticado!! Ele não passa de um midiota, afinal?

     Demonstra-se o sintoma incontroverso de midiotia grave quando o paciente revela que assumiu como verdade os vaticínios lançados e repetidos como mantra, propagados pela Globo/Mossack-Fonseca sobre os supostos inevitáveis atrasos insolúveis que ocorreriam as obras da COPA, que transformariam o que devia ser uma FESTA, num completo VE-XA-ME!
     “Quando a data finalmente chegou, nem os estádios, nem os aeroportos, nem as intervenções urbanas estavam concluídas”. Desinformado! (Nassif) É extraordinário!! Em sua mente transformou-se em realidade o mito insensado pela Globo/Mossack-Fonseca sobre o inevitável fracasso da organização da COPA que foi impiedosamente desconstruído pela realidade FACTUAL, como diria Mino Carta. O Nassif generosamente concedeu-lhe o benefício da dúvida, em relação a sua canalhice explícita, atribuindo-lhe a qualificação de desinformado. Aparentemente adjetivos mais precisos como cafajeste, mentiroso, lesa-pátria e midiopata terminal seriam mais apropriados.

  23. Xadrez de Barroso, o último dos brasileiros honestos

    a sociedade brasileira está grave e profundamente doente, porque grave e profundamente doente sempre foi a plutocracia no comando deste país.

    todos os supostos defeitos que enxergam na cultura brasileira, não passam de sua própria imagem refletida como cleptocracia pervertida e sociopata.

    infelizmente, as sociedades, assim como os indivíduos, optam pela conquista da saúde através de um feio, longo e doloroso processo de sofrimento. é o que ocorre agora no Brasil, e, em maior ou menor grau, com todos nós. um inexorável acerto de contas entre quem se é e quem imaginamos ser.

    ainda mais lamentável é fazer um processo de sofrimento ser o mais atroz possível. não basta a dor emocional e psicológica. é preciso passar pela agonia do sofrimento físico.

    para onde se olhe hoje no Brasil, enxergamos este tipo de sofrimento atroz.

    numa lumpenburguesia colonial e escravagista despudoramente entregue ao auto-canibalismo. no Lulismo sendo despedaçado impotente, mas ainda em busca de alguma conciliação. nos setores médios tradicionais destruídos pela desestruturação financeira e emocional. numa população humilhada e submissa, ainda incapaz de assumir o protagonismo social que a libertaria.

    a doença é a última tentativa de um corpo se curar. e quando tudo o mais falhou, materializa-se a doença física. a derradeira opção do corpo para tentar superar aquele tipo de vida que o está destruindo.

    estamos todos, povo e país, no intenso momento do karma instantâneo. é inútil supor podermos dele fugir.

    Instant Karma’s gonna get you

    Gonna knock you right on the head

    You better get yourself together

    vídeo: “INSTANT KARMA” John Lennon

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=BXF9A3oWnho%5D.

    .

  24. Baboso; desde a primeira

    Baboso; desde a primeira aparição no stf, lá pelos idos do fim do mensalão,  internalizei  este pseudo jurista como baboso, apesar de toda expectativa que havia em relação oa mesmo.

    Tenho a certeza de que não errei, é um baboso mesmo, infelizmente para nós povo brasileiro.

    Genaro 

  25. Este STF acabou
    Não ha ninguem que se salve neste plenario do supremo.Todos,ate o Teori ja estão indelevelmente marcados no lixo da historia como participies,coniventes com o golpe.Se algum tivesse um minimo de decencia,sangue nas veias que fosse contra,renunciar até.Mas o ego,o espirito de corpo,a covardia falaram mais alto.Tenho uma profunda admiração por voce Nassif,sua inteligencia,sua cultura e de varios que comentam aqui e que fico absorvendo.Cultura que este operario literal não consegui acesso pelas circuntancias da vida,mas nem por isto um tolo.Esta pequena confissão é porque em alguns raros momentos me pego um tanto quanto espantado por ver uma pessoa como Nassif se comportando de maneira em que sua consciencia critica foi posta de lado por alguma indulgencia por certos personagens.Com Aecio então governador foi assim.E agora Barroso.Não sou um inquisidor “malvado,sem escrupulos ou destituido de quaisquer senso critico e nem estou na manada”.Mas quaisquer redenção de Barroso ou outro ministro do Supremo tera de ser de iniciativa propria e na visão modesta deste brasileiro,garantir a volta da normalidade juridica e assim o pleito de 2018 (nem cito o devolver o cargo a Dilma porque acho que não tem forças para tal) e apos o pleito renunciarem.Nenhum tem mais a necessaria cobertura de respeito,para falar o mínimo para estarem ocupando cargos de tão alta relevancia.Mas se bem que minha pequena utopia é o povo nas ruas e por absoluta falta de saida tivessem que renunciar.Todos temos nossas tolices,momentos,acreditar.Voce Nassif cre em pessoas,tem esperanças embquem muitos não acreditam.Eu em utopias,pois elas são caminhos coletivos.

  26. Não sou poeta como Ayres

    Não sou poeta como Ayres Brutos

    Que traiu o PT fazendo rimas

    Por isto mandarei dois Ministros

    sem rimar se foder sem versos

    O grosseiro e partidário Gilmar Mendes 

    deve pedir para sair

    O refinado e indeciso Barroso

    deve ir soltar um barro

    O primeiro tem a cachola fora do lugar

    O segundo tem apenas merda na cabeça

     

  27. A escória da escória. Quanta

    A escória da escória. Quanta desfaçatez! Mil anos para nos tornarmos uma nação civilizada!

  28. É cada vez mais decepcionante

    É cada vez mais decepcionante ver as ideias medíocres, rasas, vazias e até chulas deste senhor, perfumadas com o que de mais brega foi produzido nos condomínios da Barra da Tijuca. No entanto, cabe notar que o Ministro Barroso é o perfeito intelectual moldado pelos interesses mais arcaicos de nossa classe dominante, produzido para justificar “com ideias” todo o atraso de nosso país. O que era um dos poucos “acertos” das indicações petistas ao supremo, se mostrou mais um erro grotesco.

  29. Não seria Barroso o exemplo típico da nossa aristocracia?

    Gostei muito de sua crítica Nassif, considero-o o melhor articulista político e econốmico do Brasil.

    Desde muito nutro um desânimo com nossa aristocracia. Aristocracia esta constituida de funcionários públicos de altos salários (basicamento o ministrério público e juízes) mais um conjunto de empresários, médicos ou proletários de também altos salários. É só dar espaço para exporem suas ideias e percebemos a mediocridade dos seus pensamentos. Mas será que estou errado? Será que não é puro preconceito meu? Quando falamos de nossos intelectuais verdadeiros (observação minha sem muita profundidade, apenas calcada em observação estatística do que surge na velha mídia e internet) eles parecem não pertencer a nossa aristocracia, parecem que tiveram histórias de vida mais duras, que foram forjados no dia-a-dia de luta pela sobrevivência e guardam distância segura da boa vida dos nossos 1% mais ricos, será? Será que estou sendo duro? confesso que aprendo mais observando e conversando com o nosso povão que vive com no máximo alguns salários mínimos que dos que foram bem formados em escolas caras e que gastam salários mínimos em baladas! Não conheço produção científica, tecnológica e artística que tenha vindo desta classe abastada e que seja minimamente interessante. Contra exemplos por favor! O que há de disparates sendo propalados arrogantemente por médicos, empresários, juízes, promotores pela internet e afins, juntamente com suas fotos para que não se tenham dúvidas de suas autorias demonstra a completa falta de autocrítica e maturidade.

    É muito triste ver que, de quem deveríamos esperar um comportamento intelectual minimamente razoável, advêm ideias estapafúrdias e mirabolantes como que elaboradas por mentes infantis. Por mais feliz que a infância tenha sido, ela passa e o adulto não deve se comportar como um criança, mas não é isso que estamos vendo.

    Talvez eu esteja vendo o copo meio vazio, mas estamos carecendo de intelectos melhores no nosso judiciário, polícia federal, ministério público, médicos, ou seja, naquela parte da nossa aristocracia que tem potencial de prejudicar uma nação inteira. Quero crer que a maioria é intelectualmente crítica e madura, que tenha conhecimento técnico bem estabelecido de suas funções e que aquele que aparece falando besteiras e infantilidades seja a exceção barulhenta que nossa velha mídia usa tão convenientemente – o famoso idiota útil.

    Será?

  30. O QUE O “JURISTA DE BOUTIQUE”

    O QUE O “JURISTA DE BOUTIQUE” (Baroso) ACHA SER APENAS ERRO SUPERÁVEL

     

    http://www.conjur.com.br/2017-abr-11/yarochewsky-erro-erro-constituicao-vem-sendo-rasgada
     

    De erro em erro a Constituição Federal vem sendo rasgada

    Por Leonardo Isaac Yarochewsky 

    O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, elogiou o andamento da operação “lava jato” e seus atores em entrevista à revista Veja. Disse o ministro: “Acho que já houve erros, já houve maus momentos, mas numa operação que já dura três anos, fiscalizada pelos melhores advogados do país e por toda a imprensa, se contam nos dedos de uma mão os erros cometidos.” 

    A questão que aqui se coloca, mais do que a quantidade de “erros” no caso, eufemismo para arbitrariedades e abusos de autoridades, e foram muitos, é a “qualidade” dos “erros” que comprometem o devido processo legal, o princípio do juiz natural, a presunção de inocência, o contraditório, a ampla defesa, etc.

    Para Barroso, o juiz Sergio Fernando Moro é “sério, sóbrio” e não “se deixou contaminar pela celebridade”. Ainda, de acordo com Barroso, os “rapazes” do Ministério Público Federal em Curitiba “estão fazendo uma revolução no Brasil, dentro da Constituição e das leis”.

    O que para o ministro são “erros” e “maus momentos”, facilmente superados, a bem da verdade nua e crua, trata-se de assalto ao Estado democrático de direito. Não é despiciendo rememorar algumas das gravíssimas violações perpetradas pelos condutores da famigerada operação “lava jato” que, ao contrário do que sustenta o professor de direito Constitucional e ministro do STF, estão à margem da Constituição e das leis.

    Neste sentido: i) interceptação telefônica e vazamento de conversa mantida entre a então presidenta da República Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva; ii) condução coercitiva do ex-presidente Lula; iii) denúncia oferecida em espetáculo midiático sem justa causa e com aparatos tecnológicos (PowerPoint); iv) utilização da prisão provisória como moeda de troca para obtenção de questionáveis delações; v) penas exacerbadas em afronta ao princípio da proporcionalidade; vi) violação do princípio do juiz natural; vii) violação da presunção de inocência; viii) violação da ampla defesa (escritório de advocacia Teixeira & Martins Advogados  foi grampeado indevidamente e injustificadamente); ix) vazamento seletivo de conteúdos sigilosos do processo; x) tratamento diferenciado dispensado ao ex-presidente Lula (enquanto Lula foi impedido de assumir o ministério da Casa Civil, Moreira Franco em situação análoga pode assumir um ministério); etc.

    Eugênio Aragão, ex-ministro da Justiça e subprocurador da República, salienta:

    O que se percebe, hoje, na força tarefa da operação “lava jato” é precisamente isso: polícia, ministério público e juiz como parceiros de uma mesma empreitada, protegendo-se reciprocamente, tudo em nome da necessidade do rigor no combate à corrupção. Expõem-se castelos teóricos para o público que não são em absoluto conferíveis, para chegar a conclusões antecipadamente postuladas, por exemplo, de que Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-presidente, era o chefe de uma organização criminosa instalada em seus governos. Nenhuma prova sólida é apresentada, mas apenas suposições baseadas em duvidosas declarações de terceiros, muitos, verdadeiras testemunhas de “hearsay”, sem credibilidade, todas socadas nos “escaninhos” teóricos prévios. Mas fazem-se coletivas de imprensa em salas de conferências alugadas com dinheiro público, para apresentação de vistosos gráficos de PowerPoint de impressionante fragilidade, sempre em prol de uma teoria prévia, que desconhece a dignidade humana e a presunção de inocência do investigado exposto, por darem-se como definitivos os pressupostos hipotéticos dessa teoria montada.[1]

     

    Por tudo, não é possível admitir que abusos, arbitrariedades, violações de direitos e garantias fundamentais aclamadas na Constituição da República sejam tidos como meros “erros” inofensivos e simplesmente ultrapassáveis. O Estado democrático de direito está, em nome de um fantasmagórico combate a criminalidade, notadamente, a corrupção, sendo violentado. O avanço do estado penal e do autoritarismo está levando a sociedade para o estado de exceção onde não há lugar para direitos e garantias.

    [1] ARAGÃO, Eugênio José Guilherme de. “O risco dos castelos teóricos do Ministério Público em investigações complexas”. In: ZANIN MARTINS, Cristiano; TEIXEIRA ZANIN MARTRINS, Valeska; VALIM, Rafael (Coord.). O Caso Lula: a luta pela afirmação dos direitos fundamentais no Brasil. São Paulo: Editora Contracorrente, 2017, PP. 51-59.

    Revista Consultor Jurídico, 11 de abril de 2017, 7p8

     

     

  31. O ensaio do Barroso não foi Padrão Fifa

    O Brasil não é famoso mundialmente por seus juristas, mas por suas dançarinas.

    Não é à toa que a Bailarina Sérgia Mora afirmou que não vê com clareza os seus abusos. Ou seja, ele vê seus abusos mas os vê sem nitidez.

  32. O Barroso tá se tornando o
    O Barroso tá se tornando o sociólogo mais fastfood do Brasil, o que não deveria se esperar de um jurista “consagrado”. Mas o Nassif tá se tornando o maior comentarista de fastfood do Brasil. Larga essa compulsão pelo Barroso, tem coisas muito mais interessantes por aí.

  33. Isso foi exposto em Havard ?

    Uma coleção de lugares comuns que a classe media adora repetir como se fosse a sintese de toda sabedoria e de toda ciência. A esperteza das empregadas é o tema  favorito das madames  desocupadas em conversas no intervalo das compras. E pensar que tudo isso foi exposto em Havard, por um representante do STF … Só discordo da qualificação dada a Marco Aurelio Mello. Esse é outro pavão estupido, que tem uma opinião formada sobre tudo. Falastrão na epoca do governo Lula, se juntou com Gilmar Mendes para inventar um grampo do STF. Teve uma atuação vergonhosa no julgamento da AP 470. Hoje anda  calado, pra não atrapalhar o trator golpista.

  34. Barroso

    Se o Nassif diz que não tem condições de afirmar, quem é da área jurídica sabe, Barroso é um dos maiores doutrinadores do Brasil dos últimos anos, porém agora foi desnudado, na prática ficou explicito que nunca acreditou o que lecionou a vida inteira. Acho que o Nassif fala muito do Barroso pela tamanha decepção de que  que se tornou, todos esperavam muito dele, seria o líder intelectual do STF na defesa dos direitos fundamentais, a vaidade e o medo o levou para o lado do senso comum encaminhado pela grande mídia, abandonando a própria teoria. A vaidade está acabando com o país.

  35. Implacável e demolidor. Nassif está impossível.

    Parabéns a Luís Nassif por sua coragem, obstinação, memória e capacidade de análise e síntese. Os togados que procuram holofotes, que se acham deuses e portadores de saberes difusos e infinitos, cujo ego e vaidade não têm limites, que fazem a pior política, esses têm sido liquidados, um a um. Primeiro Nassif demoliu Ayres Brito, depois Cármen Lúcia e agora Luís Roberto Barroso. Nã ficou pedra sobre pedra, pois o jornalista reduziu a pó os ególatras medíocres que, bajulados pela mídia, se consideram sumidade.

    Faço algumas ressalvas quanto à benevolência de Nassif em relação a Celso de Mello – a quem o jurista Saulo Ramos chamou de “Um juiz de merda”, como mais de uma vez já mostrei em comentários – e ao pavão Marco Aurélio Mello – que é capaz de dar um voto dissonante, apenas para atrair a atenção, os holofotes e os microfones. Nassif finge não ver que a decisão monocrática de MAM, afastando Renan Calheiros da presidência do Senado, foi apenas uma jogada de marketing, para que o ministro atraísse os microfones e holofotes do PIG/PPV e pudesse se reconciliar com os midiotas; a decisão monocrática de MAM é FLAGRANTEMENTE INCONSTITUCIONAL; tanto MAM como Nassif sabem disso. O plenário do STF ‘revogou’ a decisão monocrática de MAM pelas mais sórdidas razões – a principal delas a aprovação da PEC-55/2016, a da morte, que congela investimentos públicos por vinte anos, comprometendo uma geração inteira -, mas a inconstitucionalidade é claríssima e nem é preciso ter estudado Direito para saber isso.

    Outro erro de Nassif é aliviar e tentar contemporaneizar com a incompetência, covardia, pusilanimidade ou má-fé que caracteriza os atuais ministros do STF. Nem Ricardo Lewandowski escapa; basta analisar o papel covarde e pusilânime dele na condução do fraudulento processo de impeachment. Os tucanos Gilmar Mendes e Alexandre Nazimoraes dispensam comentários. Dias Toffoli é pupilo e GM. Rosa Weber é aquela que leu um voto escrito por sérgio moro, para condenar SEM PROVAS, José Dirceu: “Não tenho provas contra José Direceu, mas a literatura jurídica me permite condená-lo”. Edson Fachin é ainda mais covarde que LRB, pois redigiu um voto inverossímil sobre o rito do impeachment fraudulento e pediu a LRB que o destroçasse quando apreciado em plenário. Por que Fachin agiu de forma tão tosca? Será que as pressões midiáticas e ameaças ceifaram a ‘coragem’ e a ‘bravura’ do magistrado paranaense. Assim como Fachin e LRB, Teori Zavascki sucumbiu às mesmas chantagens; ele ‘dormiu’ por quatro meses sobre uma denúncia contra o gângster Eduardo Cunha e só depois que este entregou o serviço sujo, aceitando um pedido fraudulento de impeachmente na Câmara, Teori pediu o afastamento de EC do exercício do mandato e da presidência da Câmara; Joaquim de Carvalho, repórter do DCM, tem mostrado em reportagens as ligações de Teori com o empresário Carlos Filgueiras, dono da aeronave em que Teori fez a derradeira viagem; tal empresário estava envolvido em vários escândalos e era réu em açoes penais no STF, onde Teori agiu para beneficiá-lo; ademais, as autoridades abafaram o acidente ‘mandrake’ que matou Teori, Carlos Filgueiras, o piloto e duas passageiras que iam num jatinho particular de São Paulo a Paray, no litoral sul fluminense. As suspeitas de atentado JAMAIS foram esclarecidades e as causas do “acidente” NÃO foram e provalemnte NUNCA serãoesclarecidas satisfatoriamente.

    Por fim vale lembrar que o “acidente” que matou Eduardo Campos, em 13 de agosto de 2014, também NUNCA foi esclarecido. Os dedos e as digitais da CIA, da NSA, do FBI, do DOJ e de outras  agências e instituições de espionagem estão presentes em tudo isso e a trama golpista é escancaradamente comandada pelos EUA.

  36. A mim não me cabe… pelo menos por ora…

    Pensei em escrever algo longo, mas suspeitei que poderia soar um tanto “barrosiano”. Então, preferi usar expressão muito comum aos mineiros da Zona da Mata, de onde venho, quando querem mostrar estupefação: “Rapaaaaaz”…

  37. Mais um da chamada elite

    O Juiz Barroso e outros como ele, protegem e justificam a sua própria consciência, a vista gorda, os abraços e apertões de mãos que deram para tanto ladrão, em coquetéis e em premiações de TV. Perdoam-se a sim mesmos, pela compra de CDs piratas, pelo exemplo fútil que dão para os seus filhos, pelos trambiques que puderam ter cometido na compra de dólares e propriedades em Miami, pelo seu desamor pelo Brasil e o seu povo.

    A história do mundo é assim; as elites protegem a sua nobreza bandida, mas perseguem o Robin Hood, pelo que este significa perante o povo e perante a exploração de classes.

  38. Nessa hora eu quase viro um

    Nessa hora eu quase viro um radical meritocrata. Como é possível um sujeito tão desqualficado estar num dos mais altos cargos do país? Com tamanho poder de decisão e com tão nababesca e inconstitucional remuneração?

  39. Pense no frêmito de seus

    Pense no frêmito de seus alunos ao ouvir sua voz, no encantamento de seus pares e na veneração da moça da cantina. Pense.

  40. Mas esse tipo só se cria por

    Mas esse tipo só se cria por causa da palermice geral que grassou na instituição criada há séculos pra pensar desvencilhada de interesses particulares, que é a Universidade.

    Enquanto ficam com medinho de serem chamados de “comunistas”, “gramscianos” por boçais livres, liberalóides e liberais de meia tigela, e fazem tudo pra agradar os donos da comunicação para receberem algumas migalhas de prebendas de prestígio, assistem pachorrentamente à globonews, esses discursos travestidos de analises e outros slogans.

    Bem feito.

  41. É mesmo?

    “… faça o melhor papel que puder. Seja bom e correto, mesmo quando ninguém estiver olhando”.  Pelo exibicionismo pavonesco do ministro, ele consegue tomar alguma atitude quando ninguém estiver olhando?

  42. Está explicada a altíssima

    Está explicada a altíssima qualidade do nosso supremo tribunal fuderal.

    E pensar que foi o PT que colocou nove ministros lá dentro.

  43. Já tenho comentário pronto (1)

    >> A bibliografia é extensa. Começa por Carlos Guilherme Mota, historiador que, por sua profundidade, é chamado por seus pares de Motinha. Depois, cita Boris Fausto, Sérgio Buarque de Holanda, Roberto DaMatta e … Mirian Leitão. Cometeu uma injustiça enorme com outro pensador, Merval Pereira.

    Caramba!

    Olha aqui (publicado em 30/3):

    Cotejando com o “comentário pronto (2) – Os Marinho e o Min. Barroso” – vc vê toda a cadeia de transmissão dessas… “teses revolucionárias”!

    Artigo completo:

    http://www.romulusbr.com/2017/03/amem-ao-contrario-falacia-dos-custos.html

  44. Não sobrou nada do cara. Uma

    Não sobrou nada do cara. Uma toga com recheio de massa e fiapos de frango, tal qual uma coxinha, claro. E eu entendo o Nassif, que tinha prometido não falar mais do dito cujo, porque seria apenas implicância.

    Não é. Não se deve desperdiçar o Barroso como objeto de análise. Ele é o exemplo claro e cristalino da indigência da suposta inteligência nacional que nos é vendido como referência de modernidade. Nassif pega um produto de supermercado anunciado como o máximo dos máximos, com um rótulo sedutor e mostra que o contéudo é ordinário, raso e rastaquera.

    Os exemplos que para sustentar a tese de seu “ensaio”, o rapaz nos dá, no caso a empregada do amigo, e do “fracasso” da Copa, são definitivos.

    Aí vemos que sua “pesquisa de campo” em sociologia é baseado em clichês que a gente ouve de qualquer dondoca por aí. Daquelas que não fazem a menor ideía de quem é Sergio Buarque de Holanda. Seria irmão do Chico? Aquele que deveria ir para Cuba.

    No fim de tudo o meretíssimo em questão é injusto. Cita esses intelectuais comunistas mas suas referências intelectuais são o Marco Antônio Vila, o Mainardi, o Nelson Motta e a Danuza Leão. Ingrato, ainda por cima

    • Clap! Clap! Clap!

      “Uma toga com recheio de massa e fiapos de frango, tal qual uma coxinha,“

      (hua!hua!hua!hua!) Parabens por um ano, pelo menos!

  45. Para quem disse que não

    Para quem disse que não voltaria a falar do dito-cujo o ministro está rendendo muitas laudas…

  46. Já tenho comentário pronto (6)

    >> Já Luís Roberto Barroso pertence à mesma categoria angelical das Carmens e Ayres, todos com uma humildade fora de série, mas ele, Barroso, como uma ambição maior: sonha em ser um novo Joaquim Nabuco, Ruy Barbosa, San Thiago Dantas, quem sabe Raimundo Faoro das redes sociais. E tornou-se um palpiteiro solene, com índice remissivo, notas de rodapé e bibliografia.

    rs

    O ~físico~ Ayres Britto e ele terminam por ser ~intercambiáveis~ , não??

    Bem… assim até mesmo entendeu o Lula!

    Pois dou o meu testemunho pessoalíssimo:

    *

    Cera no pavão!

    Aliás, como foi pavonear nos States…

    – Brazilian wax nele!

    *

    Artigo completo:


    http://www.romulusbr.com/2017/04/cera-fria-como-depilar-um-pavao.html

  47. Pô Nassif,
    Ele tá fazendo
    Pô Nassif,
    Ele tá fazendo isso só prá te provocar. Quem mandou prometer não falar mais dele , a culpa é sua. Ele deve estar rindo muito.
    De resto o ministro é a confirmação da justeza do ditado popular “peixe morre pela boca”.

    Roberto daMatta, o founding father dos neocons brasileiros, e Mirian Leitão na bibliografia é pra fazer a gente chorar. Nem os antropólogos citam mais daMatta que abandonou esta ciência faz tempo quando descobriu o filão de ouro dos artigos opinativos de cunho moralista-conservador.

  48. Case da Tolice da Inteligência Brasileira

    Na próxima edição de “A Tolice da Inteligência Brasileira (Jessé Souza, 2015), talvez o autor possa colocar o “Ensaio” do insígne ministro como um “Case” para ilustrar a tese central do livro. Afinal de contas, o que o ministro   fez foi  eleger a corrupção do estado como principal problema brasileiro, subalternizando a abissal desigualdade social que existe no Brasil. Demonizou o estado e suas instituições e se esqueceu de informar que os “virtuosos” do mercado devem hoje, aproximadamente um trilhão e 400 bilhões para o Estado (Dívida ativa da União), sonegam em torno de 400 bilhões de reais por ano e, não fora a complacência da Polícia Federal, do MPF e do Judiciário, já teriam os seus ilícitos expostos através da Operação Zelotes.    

  49. Este senhor ostentava em seu

    Este senhor ostentava em seu currículo até pouco tempo ter sido Procurador do Estado do Rio de Janeiro e advogado em Brasília ao mesmo tempo.

  50. A nomeação desse cara é a

    A nomeação desse cara é a prova cabal de que a esquerda não entende nada de poder.

    Barroso, fux e barbosão é de arrepiar.

    Foram dois governos (lula/dilma) extremamente mal assessorados…um horror!

  51.  
     
    Vazamento da Operação

     

     

    Vazamento da Operação “lavabunda,” é repassado com exclusividade para o SBT do Silvio Santos.  O SBT acaba de revelar que o ministro do STF Luis Roberto Barroso,  só usa perfume da Jequiti.

    Orlando

  52. Rede Globo é isso aí

    “Ou seja, na sua primeira intervenção, fora da compilação dos clássicos, Barroso adere ao preconceito político e à desinformação”

  53. Cooptação

    Porque será que pessoas das quais temos as melhores referências são facilmente envolvidas pelo status quo? Devemos pensar que tanto Lula quanto Dilma tiveram muito cuidado na hora de indicação desses ministros, todavia todos eles foram ‘dominados’ e passaram a representar as elites. Fora isso precisamos sim de mulheres, negros, nordestinos e outros que possam representar nossa população, pois sem a representatividade dessas culturas de gênero, cor da pele e local de nascimento não teremos uma representação de Brasil, quando muito as pessoas lá formam uma representação de São Paulo, nada mais. Hoje todos estão à reboque dos comentaristas de plantão na globo, sejam eles quais forem. Todos, tanto os ministros quanto as elites. Não temos solução a apontar, mas tudo tem que passar pela política, como a esquerda só se une na cadeia a prisão do Lula pode ser nossa união enquanto povo.

  54. Cascudo no pavão

    === E aí se daria conta que esse mundo do compadrio, da corrupção institucional, do jeitinho é aquele que ele frequenta, como advogado, os grandes clientes corporativos, os que se escondem atrás de offshores para burlar o fisco e adquirir propriedades no exterior. ===

    rs

  55. Piada

    … uma PIADA ! … uma pobre, mal elaborada, de extrema-direita, PIADA !

    OBS. O ilustre Ministro transforma a si mesmo em PALHAÇO nesta PIADA, pois é de se esperar que um Ministro do STF tenha exemplos mais complexos a relatar do que o da Empregada Doméstica; nestes tempos de Lava-Jato, em abundância !

  56. Nossa! Dá vontade de chorar

    Nossa! Dá vontade de chorar vendo a superficialidade de um ministro da nossa mais alta corte!

  57. Nassif,desculpe,julguei vc
    Nassif,desculpe,julguei vc achando q era implicância sua com Barroso,à primeira impressão ficou isso e até achei q traria consequências negativas a sua reputação,bom,lendo seu artigo e os comentários,entendi a relevância e o objetivo de desmascarar esta figura,vaaleu!

  58. “Mais que tudo, não éramos

    “Mais que tudo, não éramos herdeiros da tradição cultural e política que produziu, por exemplo, a Magna Carta inglesa, ainda em 1215, mas, sim, do último país da Europa a acabar com a Inquisição, com o tráfico negreiro e com o absolutismo. “

     

    Outro clichê do Barroso: o problema é que não somos descendentes dos racialmente puros e impolutos anglo-saxões, mas dos sujos, pobretões, burros e meio mouros portugueses.

    Li o texto no site e o Nassif tem razão: esse sujeito é um ajuntador de clichês baratos. 

  59. Barrento….

    Penso que talvez nos tenha chegado a hora de revogarmos o título honorífico de “Çuper Jênio Brazileiro” do “çuisso” senador José Serra para nos inclitico “sientista çossial”, “adevogado” e “gurista”, “globalizante”, “globalizado” e “glopista” Luis Roberto Barroso… Lê-lo é emocionate: não há como não sentir ânsia de vômito… 

  60. Para lembrar sempre a frase

    Para lembrar sempre a frase do brilhante Peter Medawar, obviamente sobre outro tema, mas que se encaixa como uma luva nessas manifestações dos barrosos, britos e dos barnabés de 1a instância: “Não devemos subestimar o tamanho do mercado para obras deste tipo, para a filosofia-ficção. Assim como a educação primária obrigatória criou um mercado abastecido por jornais e revistas semanais baratos, a expansão do ensino secundário e terciário criou uma grande população de pessoas, muitas vezes com gostos literários e eruditos bem desenvolvidos, que foram educados muito além da sua capacidade de ter um pensamento analítico.”

     

  61. xadrez do barroso

    Caro Nassif,

    Existe um termo que, acredito, por sua prática estar amplamente disseminada, quase não se usa mais: CABOTINO. Mesmo sendo adjetivo fora de uso, define perfeitamente a principal qualidade de nossas castas jurídicas. Só assim se torna possível sustentar teorias como a do Domínio do Fato; Presunção da Culpa e congêneres.

  62. No iniciozinho baixaram a bola dele

    Lá no início, ainda quando tentou falar os primeiros verbos, Gilma e Marco Aurélio disseram: “oxe, o novato está querendo aparecer quá quá quá… ” Pronto, de lá pra cá acabou-se o homem… que tristeza…   

  63. Olha, eu era MUITO FÃ do

    Olha, eu era MUITO FÃ do barroso. Mas o nassif foi mudando minha ideia e, hoje, depois deste texto, todo o encanto com o barroso acabou. Estava separando um tempo pra ler o livro dele e agora desisti.

    Entendo tb (minha visão pessoal da questao) que o nassif tem falado muito do Barroso, para que ele possa ver que nao há vida facil em ser uma pessoa publica e carregada de responsabilidades. O barroso se acovardou quando a direita o atacou. Nao deveria. Entao agora o nassif que a esquerda tb pode ser mto critica. E vou ser sincero: prefiro a caveira feita pelos movimentos de direita do que ganhar um texto extremamente inteligente desses, colocando a um patamar ordinario, alguem que é tratado como um intelectual. 

     

    Se o barroso leu esse texto (e acho q leu), ele proprio deve estar se vendo de outra maneira, nao tao bonita e inteligente quanto achava ser

  64. Se não falta de assunto, por que a importância dada ao Barroso?

     

    Luis Nassif,

    Talvez não dê três dedos de prosa o que eu tenho a dizer até porque um pouco do que vou dizer decorre mais de minha ranzinzice com você. Não vou deixar passar, assim, a oportunidade de o contrariar.

    Primeiro o título não é preciso. Na quarta-feira, 29/03/2017, na Folha de S. Paulo, Ruy Castro publicou o artigo “Futuro Monumento” em que ao final ele dizia que no futuro todos iam ficar contra a operação Lava-Jato e emendava:

    “A seu favor, só as pessoas de bem.”

    E “bem” escrito assim mesmo sem o “s”, como se pode ver no link apresentado a seguir:

    http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2017/03/1870613-futuro-monumento.shtml

    Segundo, eu creio que é obrigação quando se censurar o uso do termo patrimonialismo mencionar que essa prática não faz sentido depois da Lei 4.320 de 17/03/1964.

    E terceiro eu vou reproduzir um parágrafo muito bem escrito por Romulus e do qual eu discordo.

    “Como advogado e ex-aluno, posso te dizer que havia uma grande expectativa na comunidade jurídica – estimulada também pelo próprio com a alimentação de uma “aura” – quanto ao dia em que “a profecia” seria realizada… e Barroso – “o maior advogado constitucionalista da geração” – chegaria ao STF… “para redenção geral do Direito brasileiro”.”

    E ele emendou de forma ainda mais preciosa:

    “Bem “Sebastianista” mesmo… como o Brasil adora…”

    Quando eu repliquei em comentário enviado quinta-feira, 06/04/2017 às 14:30, ao comentário de Romulus que ele havia enviado quarta-feira, 05/04/2017 às 19:56, lá no seu post “A minha despedida de Luís Roberto Barroso” de domingo, 02/04/2017 às 17:31, aqui no seu blog, eu deixei de o elogiar pelo comentário e principalmente de enfatizar que eu havia gostado muito do estilo como ele dissera o efeito da realidade nas pessoas que consideram que Luiz Roberto Barroso ficou aquém das expectativas.

    O conteúdo do que o Romulus dissera e o estilo dele foram primorosos para nos acusar a todos de sebastianistas, pois me parece ser o que ele dissera uma sensação semelhante que acomete todo aluno de curso superior. No entanto, em vez de o elogiar pelo parágrafo eu preferir insistir em deixar mais claro o que eu havia dito em comentário anterior e que significava considerar que, para quem tem mais de 60 anos, como a mim, não cabe mais ficar à espera daquilo que não existe: um ser superior que venha salvar parte da terra em perdição. Parte porque o mundo está muito populoso para querer que se salve todo mundo.

    É preciso reforça a ideia da mediocridade humana. Mediocridade no sentido de mediano e perceber que somos muitos iguais apesar das diferenças e que ideias imprecisas, equivocadas, falsas, espraiam no infindável horizonte humano.

    Recentemente ia fazer um comentário sobre a nossa ignorância. Achei alguns textos que davam mais comprovação ao que eu ia dizer e acabei me enrolando porque a cada momento aparecia uma nova ignorância entre letrados e iletrados. Hoje, 11/10/2017, mesmo, se bem que agora já ontem, tivemos a declaração do Sean Spicer, secretário de imprensa de Donald Trump afirmando que o ato de Assad de utilizar armas químicas foi tão vil pois nem mesmo Hitler jogou armas químicas no seu próprio povo.

    Em princípio é muita ignorância, mas pode ser também que a ignorância seja nossa, pois com argumentação assim tão pueril ele conseguiu mudar o foco da discussão e só se discute se Assad é igual ou pior do que Hitler e não se Assad jogou ou não armas químicas no seu próprio povo.

    Aliás à noite (Pode ter sido programa de dia anterior sendo repetido, levaram Kasparov para discutir com um analista político (Steve alguma coisa que eu não me lembro) sobre a situação na Síria. Uma piada o desnível entre os dois. No final o analista, após mencionar que ele precisa lidar com fatos e não com acusações, diz que o governo americano produziu um texto com mais de 70 páginas cheio de matéria jornalista retirada da mídia para dizer que foi a Síria que utilizou as armas químicas. Kasparov um dos maiores jogadores de xadrez de todos os tempos trazia argumentos de criança perto do analista e depois que o analista fez essa crítica ao livreto do governo americano, retrucou perguntando quantas crianças o analista queria ver Assad matar (ou algo parecido) para parar de defender o ditador sírio.

    Então, a meu juízo, Luiz Roberto Barroso não é sebastião e não é de sebastião que o Brasil precisa. E há muitos iguais a ele tanto no Supremo como fora dele, o que não é nenhum demérito nem para o Supremo nem para ele, nem para o Brasil tão pouco.

    Clever Mendes de Oliveira

    BH, 11/04/2017

    • Duas Correções

       

      Luis Nassif,

      Era minha intenção ao dar o título ao meu comentário anterior enfatizar que havia outros assuntos e que, portanto, não havia necessidade de se discutir com tanta prioridade a relevância de Luis Roberto Barroso no atual debate sobre o Poder Judiciário. Ainda mais que muito da discussão gira sobre a influência das decisões judiciais na nossa crise econômica.

      O título que eu dei, entretanto, saiu truncado. O correto não é “Se não falta de assunto, por que a importância dada a Barroso?”. O título ficaria correto se a frase fosse redigida sem utilizar a preposição “de” na expressão “falta de assunto”. Falta deixaria de ser substantivo e viraria verbo. E o título ficaria assim: “Se não falta assunto, por que a importância dada a Barroso?”.

      Não sei como cheguei a frase que deu título ao meu comentário e que acabou ficando truncada. As possibilidades são interessantes. Eu poderia ter escrito a frase assim: “Se não há falta de assunto, por que a importância dada a Barroso?”. Com o título desse tamanho não haveria espaço suficiente na janela do “Assunto” e seria necessário tirar algum dos caracteres da frase.

      Talvez a retirada da vírgula fosse possível, mas eu não saberia dizer com precisão se a vírgula no caso não é obrigatória. E uma terceira alternativa seria trocar o “há” por “é”. Nesse caso não haveria necessidade de eliminar a vírgula. Ocorre que tanto com “há” como com “é” a frase apresenta uma contradição com a minha ideia de que não haveria falta de assunto. Então pode ser que eu não tenha me preocupado com a possível contradição e assim me parece que devo ter escrito originariamente a frase utilizando o verbo “haver” e como não coube no espaço destinado ao título do comentário ou como diz lá na janela, “Assunto”, eu tirei o verbo e acabei esquecendo de tirar a preposição “de”.

      Bem e o segundo engano foi em relação à entrevista no programa de Anderson Cooper. Assisti ao programa sem muita atenção e principalmente por não ser fluente em inglês, entendi algumas passagens não exatamente como elas ocorreram. Fui lá na transcrição do programa da CNN e vi o trecho em que Kasparov aparece. O link para a transcrição é:

      http://edition.cnn.com/TRANSCRIPTS/1704/11/acd.02.html

      Primeiro, a transcrição se refere ao programa de terça-feira, 11/04/2017 e está indicado como iniciando às 21:00 horas. São umas 17 páginas de transcrição e das páginas 11 até a página 13, estaria a parte com a participação de Garry Kasparov. Esse trecho com a participação de Garry Kasparov começaria às 21 horas, 31 minutos e 21 segundos. E do painel com Anderson Cooper e Garry Kasparov participava também Stephen Cohen, professor emérito de Estudos Russos e Política na Universidade de Nova Iorque e também em Princeton. Então não se trata de “Steve alguma coisa” como eu informara em meu comentário anterior.

      Além disso, o material distribuído pelo governo americano não continha mais de setenta páginas como eu me fizera entender e informei em meu comentário anterior. Transcrevo todo o trecho no original em inglês e com a tradução do Google Tradutor a seguir:

      “You know, Anderson, I’m going to disadvantage. I’m a scholar. My whole reputation based — my books I write on getting the facts right. I have not been shown the facts. That four-page document that the White House released today hangs its argument on social media and forensic evidence at the scene which American intelligence itself did not do. Somebody else did that forensic investigation. Show us the actual facts. Then you and I as rational people will make a decision. But you don’t go to war with Russia based on a narrative that has no facts for it.” (Tradução no Google Tradutor com algumas alterações: “Sabe, Anderson, eu fico em desvantagem. Eu sou um acadêmico. Toda minha reputação baseou – meus livros que eu escrevo em obter os fatos corretos. Não me foram mostrados os fatos. Esse documento de quatro páginas que a Casa Branca lançou hoje fundamente a argumentação nas mídias sociais e evidências argumentativas nas evidências argumentativas no local que a própria inteligência americana não fez. Alguém fez essa investigação forense. Mostre-nos os fatos reais. Então você e eu, como pessoas racionais, tomaremos uma decisão. Mas você não vai para a guerra com a Rússia baseada em uma narrativa que não tem fatos sobe ela”.)

      Há um pouco de pedantismo nas afirmações de Stephen Cohen, mas não se vê alí o discurso retórico e sem substância que se observa nos comentários de Garry Kasparov. E o incrível é que esse tipo de debate que pretende neutralidade e é absolutamente inconsequente é reproduzido na grande mídia diuturnamente. Quando é precisa ser feito o contraponto ao discurso técnico, deve-se optar por colocar do outro lado alguém que tenha também o conhecimento técnico. É muito difícil não existir um discurso técnico em antagonismo a outro discurso técnico, salvo naqueles casos de uma verdade já assentada como a de que a Terra não seria plana.

      Clever Mendes de Oliveira

      BH, 15/04/2017

  65. Repetiu os estereotipos criados e criadores da submissão.

    Deveria ao menos se atualizar, mas acho que passar os olhos não significa ler. E ler para reestabelecer  e reafirmar os próprios preconceitos é viver na frente de um espelho. Enquanto um lê autoajuda fantasiada com verniz  sobre o qual sequer conhece, o outro  repete os esterotipos de como diz Jessé de Souza,  a ignorância da inteligência brasileira.

  66. O problema não é usar

    O problema não é usar citações no discurso, afinal não podemos jogar fora o conhecimento acumulado no progresso humano e acharmos que temos a capacidade de começar tudo do zero. Seria sinal de loucura.

    O problema é usar citações, sem entender o que está citando, tentando demonstrar grande sabedoria, e o que é pior para justificar erros, desonestidades, crimes e cumplicidade nos mesmos. É sinal de que a tênue linha entre o justo e o criminoso foi unltrapassada.

    http://www.uni7setembro.edu.br/recursos/imagens/File/direito/FA7_manual_formatacao_monografia_juridica_2ed.pdf

    https://manualdeimprensa.wordpress.com/2014/04/16/citacao/ 

     

  67. o mais curioso é que toda

    o mais curioso é que toda essa elite  golpísta é sempre desmascarada pelo próprio discurso que pretende provar que não é hipócrita.

    cada gesto, cada palavra, cada frase, cada “ensaio” desse tipo comprova a hipocrisia dessa gente.

  68. Reduziu o conhecimento do ministro de forma humilhante…

    ao dizer que deveria pelo menos ler os “estudos” de Renato Meirelles sobre as características dos brasileiros de baixa renda. Esse é apenas um profissional de mercado que sabe “vender o seu peixe” aos desavisados.

  69. Genealogia da derrocada

    Para mim a derrocada do ministro Barroso começou quando, no estranho e turbuento período pré-golpe, a segurança do STF descobriu escutas telefônicas na sala dele. Nesse mesmo dia assisti estupefato ao Barroso no Jornal Nacional quase pedindo desculpas por ter sido grampeado… Ao invés de ficar indignado e querer saber quem grampeou seu gabinete, o ministro foi para a televisão, aparentemente, mandar recado subliminar. Parecia estar dizendo para alguém: “eu entendi, eu entendi”….

    No mínimo muito estranho.

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