Sabatinado, Janot pede ‘parceria’ no combate à corrupção

Jornal GGN – Rodrigo Janot, indicado pelo governo Dilma Rousseff ao cargo de procurador-geral da República, disse na manhã desta quinta-feira (29), em audiência pública na CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania) do Senado que a corrupção é “um sinal forte de atraso social e econômico” ainda presente no Brasil. “É preciso estabelecer parcerias para que se possa travar uma luta eficaz contra a ação de corruptos e corruptores”, afirmou. O subprocurador afirmou ainda que a batalha contra esse mal não é uma atribuição exclusiva do Ministério Público.

Se o nome de Janot for aprovado na comissão, será levado ao Plenário da Casa. Está é uma das tarefas do Senado aprovar ou reprovar os indicados ao cargo de procurador-geral.

Em sua fala, Janot prometeu uma maior transparência em relação ao trabalho da procuradoria. Segundo ele, a proposta é criar o que chamou genericamente de “cartório”, onde a população poderia ter acesso aos processos com investigações concluídas, desde que não estejam sob sigilo. Outro compromisso foi a de agir de forma “equilibrada”, de modo que a firmeza imprescindível ao cargo não transborde para as ações que prejudiquem de maneira injusta os investigados.

Com informações da Agência Senado

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