Juca Kfouri é o convidado do ‘Prosa Sociológica’, promovido pelo IFCH/Unicamp

Juca Kfouri é o convidado do ‘Prosa Sociológica’, promovido pelo IFCH/Unicamp

Evento ocorre nesta terça-feira, a partir das 15h30, no Auditório da ADunicamp e será transmitido ao vivo

O jornalista Juca Kfouri é o convidado deste mês do “Prosa Sociológica”, evento promovido pelo Departamento de Sociologia (IFCH/Unicamp) é aberto ao público e ocorrerá nesta terça-feira, a partir das 15h30, no Auditório da ADunicamp (Associação de Docentes da Universidade Estadual de Campinas). O evento será transmitido ao vivo pelo site da ADunicamp na internet e também pelos canais do Youtube e do Facebook.

“Prosa Sociológica” ocorre todos os meses e reúne professores e estudantes de graduação e pós-graduação para discutir pesquisas, reflexões e memórias de colegas do departamento ou de outros pesquisadores(as) e escritores(as) brasileiros.

Juca Kfouri foi convidado este mês para falar das histórias que narra em seu “Confesso que perdi”, recém publicado pela Companhia das Letras. 

Em quase cinquenta anos de atuação como jornalista, Kfouri, formado em Ciências Sociais, relata suas marcantes experiências, como observador ou participante (e muitas vezes as duas coisas), no mundo da política, da cultura e do esporte. 

O saldo é uma inescapável sensação de derrota, compartilhada nas memórias que o autor registra em Confesso que perdi. Juca cobriu todas as Copas do Mundo desde 1982, e já havia participado indiretamente da cobertura das Copas de 1970, 1974 e 1978. À frente da revista Placar, foi responsável por desvendar e denunciar a chamada “máfia da loteria esportiva”, e por memoráveis capas como a que trazia seu amigo Sócrates posando como “O pensador”, de Rodin.

Na Playboy, revista que também dirigiu, Juca publicou entrevistas e reportagens notáveis, como a que revelou a identidade do desenhista Carlos Zéfiro, um segredo que durava mais de trinta anos: tratava-se do funcionário público Alcides Caminha, parceiro de Nelson Cavaquinho e Guilherme de Brito. Tendo se oposto à construção do Itaquerão, o corintiano Juca estava no meio da torcida na fatídica noite de 1977, quando o time quebrou o jejum de mais de vinte anos sem títulos. “Não sei como, fui parar no gramado do Morumbi, com uma bandeira na mão, bandeira que não levara ao estádio e não me recordo de ter comprado”, lembra, sem lembrar.

 

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