MPF manda PF investigar dono da Jovem Pan por sonegação e lavagem de dinheiro, por Joaquim de Carvalho

A casa de Tutinha em Manhattan — segundo Notícia de Fato do MPF, tem cinco andares e vale 10 milhões de dólares – no 221 da East 61 Street

do Diário do Centro do Mundo

MPF manda Polícia Federal investigar dono da Jovem Pan por sonegação e lavagem de dinheiro

por Joaquim de Carvalho

O Ministério Público Federal determinou à Polícia Federal que abra inquérito para apurar a denúncia contra Antônio Augusto do Amaral Filho, o Tutinha, dono da Jovem Pan e do Pânico, pelos crimes de evasão de divisas, sonegação fiscal, lavagem de dinheiro e associação criminosa.

A denúncia envolve também três filhos adultos de Tutinha e a prima dele, Maria Alice Carvalho Monteiro de Gouvêa, que seria responsável pelo envio de recursos ao exterior de maneira a dissimular o nome de Tutinha.

A denúncia integra a Notícia de Fato número 1.34.001.0063220/2016-03, assinada pelo procurador da república Sílvio Luís Martins de Oliveira. Na notícia, a partir de uma representação da ex-mulher de Tutinha, Flávia Eluf Lufty, ele afirma:

—Ressalte-se, por oportuno, que a remessa significativa de divisas para o exterior, sem a comprovação nos autos, indica possível envio de recursos de forma ilegal ou para o fim de promover lavagem de capitais.

O procurador determina à Polícia Federal algumas providências, entre elas o envio de ofícios à Secretaria da Receita Federal para que indique se Tutinha ou os filhos Daniela Amaral de Carvalho, Antônio Augusto Amaral de Carvalho e Gabriela Amaral de Carvalho, bem como a prima e a empresa dela, Consenso Investimentos Ltda., respondem a processo administrativo fiscal.

O procurador determinou ainda a requisição junto à Receita Federal dos dados fiscais de todos eles, no período de 2010 a 2016.

“Sugere-se, ademais, a análise das movimentações bancárias dos envolvidos, referente ao mesmo período, com o objetivo de determinar os caminhos trilhados pelos valores sob análise. Por fim, sejam expedidos ofícios ao Bacen (Banco Central) para que informe se possuem registros das operações de câmbio contratadas pelos investigados acima, bem como promova-se suas oitivas, a fim de que esclareçam e comprovem os fatos noticiados, dentre outras providências a serem adotadas a critério da autoridade policial.”

A notícia foi acompanhada de centenas de cópias de documentos e de um pen drive, que contém as informações sobre os supostos crimes. Esse pen drive, segundo a denúncia, pertenceria ao próprio Tutinha.

Segundo Flávia contou ao procurador, Tutinha deixou o arquivo digital conectado à entrada de USB de um computador quando deixou a casa onde morava com a mulher, Flávia, na rua Groelândia, Jardins.

Sua separação foi turbulenta. Ele teria deixado a casa para viver com outra mulher, e alguns meses depois postou no Facebook uma nota em que relaciona uma série de obras de arte e acusa a ex-mulher de furto.

Daniela, uma das filhas de Tutinha, de um casamento anterior, fez eco ao pai e também acusou a ex-madrasta de furto. A acusação foi parar no Distrito Policial do Itaim, mas não deu em nada. Ainda que a acusação fosse comprovada — e não foi —, não existe o crime de furto entre cônjuges.

O caso é um dos processos que envolvem a família. Em resposta à acusação de furto, Flávia representou contra os dois por injúria e calúnia, processos que estão em andamento na Justiça de São Paulo, já com o depoimento de Tutinha e Daniela agendados.

Ao mesmo tempo em que se defendeu das acusações, Flávia entregou ao Ministério Público Federal o pen drive de Tutinha. No arquivo, segundo se depreende da Notícia de Fato assinada pelo procurador, há riqueza de detalhes da vida financeira de Tutinha.

O procurador conta que, durante o casamento, Flávia descobriu “atos anômalos no campo negocial” e, no pen drive, encontrou documentos e correspondências por e-mail que, em tese, comprovam sua denúncia.

Segundo o despacho do procurador, são documentos em inglês que revelam a existência de empresas e contas em paraíso fiscal, em nome de Tutinha e dos três filhos. Há ainda documentos que comprovam a compra de um imóvel de cinco andares em Manhattan, Nova York, em área muito valorizada, próxima do Central Park, na 221 East  61 street.

O imóvel, segundo a denúncia, não aparece na declaração de renda de Tutinha, referente a 2016, cuja cópia estava no pen drive e foi entregue ao procurador.

Também não aparece a empresa em nome da qual a casa foi comprada, a Holding LLC GHSKLLP. Tutinha, segundo contrato social encontrado no pen drive, é sócio majoritário da empresa, que tem ainda três dos seus filhos como acionistas.

O imóvel foi comprado por 6 milhões de dólares, mas, segundo avaliação da Prefeitura de Nova York, já está valendo 10 milhões de dólares, depois que Tutinha fez uma reforma em que gastou pelo menos 1 milhão de dólares.

 

Tutinha e Flávia Eluf: separação turbulenta gerou denúncia ao MPF

Na Notícia de Fato do Ministério Público Federal,  também está relatado que existem muitas obras de arte no apartamento, que  teriam sido registradas a preços subfaturados.

“Por sua vez, (Flávia) trouxe também que Tutinha e seus três filhos maiores, Daniela, Antônio Neto e Gabriela, são titulares e/ou beneficiários da empresa estrangeira Kingswood Art Resources Inc. Segundo consta, esta empresa é titular de inúmeros quadros de artistas renomados e de valores expressivos, destacando-se a obra de Frank Stella (Cownway II, 1965) adquirida pela quantia de US$ 750 mil”, relatou o procurador, que prossegue:

“Ela juntou correspondência eletrônica realizada por Tutinha com corretores estrangeiros de obras e arquitetos encarregados das citadas reformas, sendo que diversos documentos comprobatórios dessas empresas encontram-se orçados e quitados em moeda estrangeira, constando a correspondente tradução para a língua portuguesa.”

Ainda segundo o relato do procurador, feito com base na representação da ex-mulher de Tutinha, “as remessas dos valores era feita, na sua maioria, por meio de depósitos em contas bancárias indicadas por Maria Alice Carvalho Monteiro de Gouvêa, responsável pela Consenso Investimentos Ltda., prima de Tutinha e conhecida pela alcunha de Lica.”

Na Notícia do Fato, o procurador Sílvio Luís Martins de Oliveira diz que “os documentos, recibos e as trocas de e-mails ora juntados comprariam o noticiado, declinado às folhas 11/12 trechos de mensagens que, em tese levantariam fortes suspeitas dos delitos até então alegados”.

Na sequência, escreve o procurador: “De igual modo, consta da representação informação de que os bens noticiados  e adquiridos no Exterior, bem como as propriedades e controles acionários das citadas Holdings e offshores, sediadas em paraísos fiscais, não teriam sido objeto de declaração à Receita Federal do Brasil — RFB”.

O procurador segue reproduzindo a denúncia de Flávia, que revela procedimentos suspeitos por parte de Tutinha:

“Não bastasse isso, das DIRFs (declaração de imposto de renda) de Tutinha referentes aos exercícios de 2015-2016, chama a atenção os expressivos valores de bens declarados, contudo, sem a devida comprovação nos autos acerca de suas origens, destacando-se, além de muitos outros, o valor de R$ 13.390.883,15 em cotado capital da MYDDLETON INVESTIMENS LTD, nas Ilhas Virgens Britânicas, bem como a significativa movimentação bancária na conta bancária 1106100 do banco Bradesco em Luxemburgo. Note-se, pois, que se trata de locais notoriamente conhecidos como paraísos fiscais”, escreve.

O ofício foi enviado pelo procurador à Polícia Federal em 11 de novembro de 2016. Três meses depois, no dia 14 de fevereiro de 2017, o delegado da Polícia Federal Eduardo Hiroshi Yamanaka despachou na Notícia Crime, já com 511 páginas, a maioria de documentos juntadas por Flávia. Eduardo Yamanaka não fez nenhuma investigação, ignorando as medidas requisitadas pelo procurador, e se manifestou pela devolução da Notícia de Fato ao Ministério Público Federal.

“A citada petição não informa se houve autorização judicial para a quebra do sigilo fiscal e dos dados dos e-mail de Antônio, fato que gera a figura da prova ilícita”, justificou Eduardo Yamanaka.

Num procedimento que não é comum na Polícia Federal, o chefe do Núcleo de Correições da Superintendência da Polícia Federal em São Paulo, Ulysses Prates Júnior, também se manifestou e avalizou a sugestão do delegado Eduardo Yamanaka.

“Pelo exposto, opino pelo acolhimento da sugestão do Delegado de Polícia Federal Eduardo Hiroshi Yamana e consequente devolução ao Exmo. Procurador da República Oficiante para que, respeitosamente, proceda a reavaliação do presente expediente à luz dos argumentos da referida autoridade policial”, destacou, em despacho assinado em 3 de março de 2017.

O procurador Sílvio Luís Martins de Oliveira respondeu ao delegado, em termos duros. Diz que o delegado “não pode travestir-se de advogado de defesa e espiolhar nulidades”. A ele, cabe tão-somente investigar.. A manifestação do procurador merece reprodução integral:

“Com o devido respeito, a análise quanto à licitude ou não da prova trazida aos autos não cabe, nesta fase preliminar, à autoridade policial. Não pode o delegado de polícia, embora bacharel em Direito, destacar-se de seu fundamental papel de investigador, de esquadrinhador da verdade. Não pode travestir-se em advogado de defesa e espiolhador de nulidades. Principalmente quando nenhuma diligência investigatória foi sequer cogitada.

A noticiante, testemunha presencial dos fatos narrados, independentemente da discussão a respeito da validade jurídica dos documentos que juntou aos autos, sequer foi ouvida. Seu depoimento, como bem sabe, ou deveria saber a autoridade policial, pode lastrear pedido judicial de acesso a informações bancárias ou fiscais, além de pedido de cooperação penal internacional com semelhante propósito.

Requisito, insisto, a instauração de inquérito policial.”

A resposta do procurador Sílvio Luis Martins de Oliveira é de 20 de julho de 2017, mas até agora, sete meses depois, Flávia, na condição de testemunha, não foi chamada. Eduardo Yamanaka já não se encontra mais na Delegacia de Repressão a Corrupção e Crimes Financeiros (Delecor), para onde a Notícia de Fato foi encaminhada.

Em seu lugar, assumiu Karina Murakami Souza, que também estaria de saída.

Por que a Polícia Federal ainda não atendeu à determinação do procurador, que tem poderes para exibir a abertura de inquérito, como determina a Constituição?

Uma explicação é a influência da Jovem Pan como veículo de comunicação. O grupo foi um dos mais ostensivos na campanha que levou à queda de Dilma Rousseff e, nos primeiros meses do governo Temer, foi um dos que lhe deram sustentação.

A Polícia Federal é subordinada ao Ministério da Justiça.

A ex-mulher de Tutinha, Flávia, não dá entrevista, mas amigas disseram que que já está disposta a ir aos Estados Unidos, para entregar cópias de documentos às autoridades do Fisco americano.

Segundo cópias de e-mails e recibos de obras de arte adquiridas nos Estados Unidos, Tutinha teria comprado, através de suas empresas, obras de arte a preços subfaturados, o que significa menos recolhimento de imposto, prática que, nos Estados Unidos, é severamente punida.

Caso cumpra a ameaça de ir aos Estados Unidos denunciar o ex-marido, Flávia Eluf Lufty move mais uma peça numa disputa que começou em 2016, quando Tutinha, depois de se separar, postou em seu perfil  Facebook que 43 quadros e esculturas haviam sumido da residência, entre exemplares de Di Cavalcanti, Amélia Toledo, Tunga, Vik Muniz e os gêmeos.

“Ela me roubou”, acusou ele, segundo reportagem publicada à época pela Veja São Paulo.

“Ela também sumiu com uma coleção de mais de cinquenta relógios, como Rolex. Até panela de 10 reais desapareceu”, disse.

A acusação rendeu um boletim de ocorrência no 15o. Distrito de Polícia, que está parado. A essa acusação, somaram-se outras, mais pesadas.

Tutinha pediu a guarda das duas filhas que teve com Flávia, nos dez anos em que permaneceram casados. Na Vara de Família, ele acusou a ex-mulher de usar drogas. Flávia se submeteu a exame no laboratório Fleury, e o resultado deu negativo.

Por conta disso, Flávia pretende mover outro processo contra Tutinha. Seria o segundo. Ele já responde por injúria e difamação por conta da acusação de furto dos quadros.

Tutinha, por sua vez, conseguiu na Justiça um mandado de reintegração de posse da casa onde ela vive com as duas filha. A casa é dele, comprada antes do casamento com Flávia. Já existe a ordem de despejo, que pode ser cumprida a qualquer momento.

Flávia reclama que não tem onde morar. No acordo de separação, Tutinha teria concordado em pagar o aluguel em um apartamento no Itaim, no valor de R$ 15 mil aproximadamente, conforme recorte de classificado do jornal O Estado de S. Paulo apresentado ao juiz.

O contrato de aluguel, no entanto, não foi assinado. Tutinha exige agora que Flávia se responsabilize pelo contrato e pague um terço do valor do aluguel.

Os números relacionados à separação do controlador da Jovem Pan são expressivos, mas coerentes com o padrão de vida declarado por ele, conforme consta da representação encaminhada ao Ministério Público Federal.

Em 2016, sua renda mensal era de R$ 780 mil.

Hoje, ele paga aproximadamente 30 mil reais de pensão às duas filhas, mais escola e plano de saúde.

Também teria se comprometido a pagar os quatro funcionários da mansão da rua Groelândia, mas os salários deles não estariam em dia.

Flávia se mantém firme na defesa do que considera seu direito, mas, como se vê, têm sido grandes os obstáculos que ela enfrenta.

Há mais de um ano, denunciou o ex-marido ao Ministério Público Federal por supostas práticas ilegais. O procurador acolheu a representação, mas até agora a Polícia Federal não cumpriu a ordem do Ministério Público Federal.

 

O artista plástico Frank Stella, condecorado por Obama, vendeu uma obra para Tutinha por 750 mil dólares

 

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19 Comentários

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José Carlos Salles

- 2018-02-27 22:00:26

Jovem pan
Que vergonha. Um rádio que fala em combater a corrupção, aprece envolvida em negócios obscuros. Tem que apurar e mandar prender o bandido.

Demolidor

- 2018-02-25 12:46:36

Se lembra da Paty Lane do
Se lembra da Paty Lane do Pânico ?? Veja o que a atriz que interpretou essa personagem falou do dono da Jovem Pan e da marca Pânico.http://www.facebook.com/lismara.de.oliveira/posts/10215947018614168 

AMORAIZA

- 2018-02-24 23:30:13

Cheio de moral
 

Ele abandonou a casa, a mulher e as filhas para ficar com outra. Deixou tudo pra trás para "seguir seu coração"

"Segundo Flávia contou ao procurador, Tutinha deixou o arquivo digital conectado à entrada de USB de um computador quando deixou a casa onde morava com a mulher, Flávia, na rua Groelândia, Jardins.

Sua separação foi turbulenta. Ele teria deixado a casa para viver com outra mulher, e alguns meses depois postou no Facebook uma nota em que relaciona uma série de obras de arte e acusa a ex-mulher de furto."

Foi com essa moral que acusou sua esposa e família de apropriação indébita e uso de drogas.

Moço bom!

  

Andre Araujo

- 2018-02-24 21:49:13

RA há muito tempo não esta

RA há muito tempo não esta mais na Jovem Pan.

GalileoGalilei

- 2018-02-24 20:36:01

Especulações

Todas essas coisas, por enquanto são especulações.

O fato é que ainda não existem provas, embora todos esses fatos sejam muito suspeitos.

Motivo para um mandado de busca e apreensão na residência onde moram os netos de Lula. Uma busca mais acurada precisa ser feita na máquina de lavar onde as roupas das crianças podem ter servido como disfarce para a lavagem de dinheiro supostamente esquecido nos bolsos das calças.

Infelizmente Moro mandou devolver o tablet do neto de Lula e GM proibiu a condução coercitiva, mas a justiça se fará por outros meios.

 

AMORAIZA

- 2018-02-24 20:05:32

Barracos de Família
 

Nicéia Camargo, ex-Pitta não sossegou enquanto não derrubou o Celso Pitta e o viu morrer lentamente.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Celso_Pitta

O nosso Jovem Pan que se prepare. A chapa vai esquentar, mesmo que ele se considere a última bolacha do pacote.

Nossas renitentes autoridades, tanto judiciais quanto policiais, conforme se demonstrou, não vão durar para sempre nos seus cargos.

Processos dormem nas prateleiras mas um dia acordam.

Maluf que o diga.

PS-Parabéns ao procurador que pôs o delegadinho no seu devido e compatível lugar.

 

vera lucia venturini

- 2018-02-24 20:04:59

Que a elite brasileira lava

Que a elite brasileira lava dinheiro e rouba o país sem ser incomodada todos sabemos. Mas que um dos componentes dessa elite tenha a coragem de acusar publicamente a mãe de suas filhas de usuária de drogas é chocante e revelador. Que raio de caráter tem esse homem e pai para expor as filhas desse jeito?

E esse Tutinha tem uma rede de rádios que cobre o país inteiro empregando jornalistas/comunicadores que produzem o equivalente  em comunicação a sua atitude como homem e pai.

Lucio Vieira

- 2018-02-24 19:38:49

Bons temas para seus funcionários: Villa e RA debaterem na JP

Isto vai deixar muita gente em "pânico"

vera lucia venturini

- 2018-02-24 19:26:26

Mas o que mais liga o Lula ao

Mas o que mais liga o Lula ao caso é o fato dos netos dele brincarem com o brinquedo Fluffy. Isso liga a família Silva diretamente com o Eluf Lufty da acusada "usuária de drogas" , por acaso mãe de duas filhas do Tutinha, Flávia. 

Como diria o Marco Antonio Villa e a Policia Federal do japonês (não o contrabandista mas o delegado que chamou a atenção do procurador)  Lula, sua família e o PT são culpados da lavagem de dinheiro do Sr Pimpolho Amaral de Carvalho.

 

Andre Araujo

- 2018-02-24 18:34:22

http://mottiitaliafascista.bl

http://mottiitaliafascista.blogspot.com.br/

PARTIU PRA CIMA

Grito de guerra da rede de missoras JOVEN PAN, repetem exaustivamente nos pragramas, os ouvintes que ligam para a emissora só são colocados no ar se berrarem o grio PARTIU PRA CIMA, provavelmente nem entendem o que berram.

Mas PARTIU PRA CIMA  de quem e porque? É um slogan de incitação à violencia, PARTIR PRA CIMA é dar porrada, socos, chutes, espancar, é uma linguagem VULGAR, de boteco, de torcida de futebol violenta, quem teve a ideia desse slogan?

PARTIU PRA CIMA é um típico grito de incitação à violencia de natureza FASCISTA, acima uma lista de slogans fascitas, esse  PARTIU PRA CIMA poderia figurar perfeitamente na lista, é uma linguagem boçal, de sarjeta, anti-civilizaotoria.

Como a ANATEL permite essa incitação à violencia em ondas de radio sob concessão federal?

 

Não é Dono de Offshore

- 2018-02-24 18:00:10

O "historiador"  vai chamar o

O "historiador"  vai chamar o chefe de quê?

ZéTucaninho

- 2018-02-24 17:05:03

Tutinha

João Carlos DI Genio, conhece bem as trapalhadas doTutinha. Tutinha nunca foi flor que se cheire.

C.Poivre

- 2018-02-24 15:41:21

O crime organizado no mundo
Como funciona o crime organizado no exterior: O que fazem as bases militares dos EUA no exterior: https://noticia-final.blogspot.com.br/2018/02/ex-cia-robert-d-steele-faz-revelacao.html

lenita

- 2018-02-24 15:31:14

Uma coisa aprendi na vida....

Quem chama os outros de ladrão, é um ladrão bem maior. Vide psdb e agora a Joven Pan !

Serjao

- 2018-02-24 15:21:02

Gene do golpe
Quem mais fez as cabeças de quem tem hoje por volta dos quarenta, quarenta e cinco anos, depois da eterna rede esgoto, foi essa tal jovem pan. Quem sabe agora, finalmente, dois dos maiores incentivadores e apoiadores do golpe, villa e hasselmann, contidos em coleiras e focinheiras, paguem pelo fel e o ódio que deformaram o Brasil.

Serjao

- 2018-02-24 15:21:01

Gene do golpe
Quem mais fez as cabeças de quem tem hoje por volta dos quarenta, quarenta e cinco anos, depois da eterna rede esgoto, foi essa tal jovem pan. Quem sabe agora, finalmente, dois dos maiores incentivadores e apoiadores do golpe, villa e hasselmann, contidos em coleiras e focinheiras, paguem pelo fel e o ódio que deformaram o Brasil.

GalileoGalilei

- 2018-02-24 15:05:46

Lula está envolvido nisso

Soube por um conhecido que um vizinho do Tutinha tinha o hábito de fazer compras no armazém do outro lado da cidade (suspeitíssimo), que por acaso pertencia ao enteado de um contador que, entre outros serviços, teriaa prestado assessoria, na década de 80, a uma gráfica de um militante do PT, militante este que viria mais tarde a candidatar-se a vereador, embora não tenha sido eleito. 

Este militante do PT, entretanto, foi visto em diversas assembleias nas quais também se encontravam figuras mais graduadas do partido.

Uma dessas figuras teria sido, em 2000, integrante da equipe da campanha de Marta Suplicy à Prefeitura de S. Paulo.

Como por coincidência, em 2007, Marta Suplicy é escolhida por Lula para ocupar o Ministério do Turismo.

Destaque-se que não existem provas de que Lula teria escolhido Marta por seus conhecimentos com a fugura graduada do PT que integrou sua equipe de campanha. Também, não temos conhecimento de que Lula tivesse encontrado o militante do PT e candidato a vereador, não eleito.

Entretanto, o fato de Marta ter sido Ministra de Lula após a gráfica deste militante do PT ter tido suas contas assessoradas pelo padrasto do dono do armazém no qual o vizinho de Tutinha fazia suas compras é bastante suspeito e merece uma profunda investigação. Por que Lula teria escolhido Marta?

 

Luís Henrique Donadio

- 2018-02-24 14:56:54

Vamos ver se o Marco Antonio

Vamos ver se o Marco Antonio Villa consegue ser tão virulento no trato com o patrão dele quanto é com os seus inimigos políticos.

Vladimir

- 2018-02-24 14:09:57

Ha muitos anos atrás esse
Ha muitos anos atrás esse sujeito seu uma entrevista, Se não me falha a memória, para a revista Playboy, onde afirmava,categoricamente, que tudo que tocava em sua rádio tinha algum jabá. Deve ser o caso do golpe,um baita jabasao. Se o nome do sujeito iniciasse com O no lugar de T,com certeza já estaria preso.

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